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Falta de Segurança que permitiu roubo
Venho por este meio realizar reclamação oficial por falta de segurança em transferências internacionais. No dia 02/04/2023 apresentei participação na PSP com NPP: 161314/2023 por transferência sem a minha autorização no total de 1025 euros. O suspeito com o nome COULIBABY MOHAMED com IBAN LT46250039466160903 através de uma e-mail de phishing teve acesso ao meu número de telefone, código enviado pelo remetente da moey e pin de acesso à aplicação. Ao aceder da aplicação tirou 700 Euros da poupança e juntamente com os 325 Euros na conta corrente transferiu imediatamente o valor de 1025 euros para o seu IBAN, a Moey permite 40 transferências imediatas gratuitas por mês. Sendo que para realizar esta transferência internacional num valor superior a mil euros, sem pedir outro código por telemóvel e confirmar transferência, sendo possível retirar imediatamente valores tão elevados de uma só vez da conta. Após contactada a Moey, não obtive qualquer garantia de resolução do problema e que estariam dependentes da outra entidade. Peço então resolução do problema com devolução do dinheiro devido e aumento de segurança pela parte da aplicação/banco virtual Moey pertencente à Caixa Crédito Agrícola.
cartão universo
Venho comunicar a V. Exas. que no dia 14 de fevereiro deste ano foi feito um pagamento de 1300 euros com o meu cartão universo. Verifiquei que este pagamento tem o nome de carregamento Mercury, coisa que eu nem sei o que é. Contatei o cartão universo que só dá para falar com a operadora. Esta informou-me que iam analisar e mais tarde falar comigo. Ninguém falou comigo apenas recebi um email que dizia isto. «Caso #06762010: Utilização - Esclarecer transações não autorizadas por mimEm resposta á sua exposição sobre não reconhecer movimentos processados com o seu cartão Universo, verificamos após uma cuidada análise que os movimentos foram processados pelo cartão virtual criado na área de cliente Universo, utilizando as credenciais de acesso e a validação de um código OTP, enviado via sms para o contacto associado a ficha de cliente. Neste sentido, informamos que não será possível cancelar os mesmos.Solicitamos, por favor, que elimine o cartão virtual na sua área de cliente Universo.Relembramos que o seu cartão Universo se encontra bloqueado, podendo o mesmo ser desbloqueado ou substituído contactando a nossa linha de apoio, ou através da sua área de cliente na APP/HB.Sinto-me lesada pois não consigo falar com ninguém que me explique como eu tinha um cartão virtual na aplicação se eu não criei nem sabia que se podia criar. Penso que não é assim que se resolvem estes assuntos. Eu uso o cartão apenas para viagens e bilhetes de espetáculos e tudo baratinho. 1300 euros é o meu ordenado e neste momento estou sem saber o que fazer. No dia que descobri isto escrevi na net (carregamentos Mercuryo e vim dar diretamente à vossa pagina e encontrei uma queixa igualzinha à minha.Pensei que este era um cartão de confiança mas afinal fiquei sem o ordenado sem uma explicação e já voltei a ligar e dizem-me que o meu caso está encerrado
Problemas com processo sinistro149163540 allianz
Após abertura do processo sinistro nº194163540 da apólice multirriscos nº 200390475 da Allianz Portugal , SA, a empresa em causa, não realizou peritagem, apesar de dizer que o fez não entrega relatório da peritagem que diz ter realizado, mas envia um e-mail dizendo que, após receberem e analisarem o relatório de peritagem, verificam que os danos reclamados são recorrentes e consequentes de origem anteriormente identificada, pelo que entendem que a situação verificada não tem car+ater súbito e imprevisto pelo que encerram o processo sem valor de indeminização.Para esclarecimento, devo dizer que a apólice é um multirriscos condomínio em que o segurado é o condominio e os terceiros segurados, cada um dos proprietários. Falo do apartamento da av. 25 de abril, nº 47 5º esq., 4830-512 Póvoa de Lanhoso pertencente a Carlos Filipe Barros Fernandes, que eu represento, neste processo por procuração.os danos surgem por incuria do condomínio que, sabendo dos problemas do terraço/cobertura (zona comum) e das fachadas, apesar de avisado, por várias vezes de que água se infiltrava e danificava o interior (tetos, paredes e chaõ) nada fez para alerar a situação. Em 4 de janeiro 2023 foi enviada carta de abertura do processo, meses passaram até que enviassem o email referido. Esclareço, também que um dos riscos cobertos pela apólice em causa é de responsabilidade civil cruzada.Como referência passo a citar análise legal de um sinistro anterior de onde se pode inferir que, no caso atual, por comparaçõa, a Allianz está a sonegar indemnização e a incorrer em vários atos, senão ilegais, pelo menos incorretos: Da análise dos factos resulta que as infiltrações de água verificadas na fracção do Demandante (5º esq) tiveram a sua causa no terraço de cobertura que sendo parte comum é exclusivamente assecível à fração 5º dir., tendo, nessa sequência, o Demandante sido indemnizado pela Companhia de Seguros que havia contratado com o Demandado um seguro coletivo do ramo multi-riscos habitação, para cobertura, além do mais, de danos como os ora em apreço.O terraço cobertura integra as partes comuns do edifício (al.d) do nº 1 do artº 1421º do c. civil.À administração das partes comuns do edifício compete, nos termos do nº 1 do art. 1421 do c. civil, à assembleia de condóminos e ao administrador. Impede pois sobre o condomínio o dever de vigilância sobre as partes comuns do edifício, nos termos do nº 1 do art. 493 do c. civil.Dúvidas não existissem, de resto,, sem serem necessárias extensas considerações, acerca da responsabilidade do condomínio relativamente aos danos verificados na fração autonoma, do ora Demandante, tanto mais que foi acionado o seguro coletivo. A questão que aqui se levanta é de, tendo a seguradora, ao atribuir as devidas indemnizações ao lesado, em consequência do sinistro, deduzindo a franquia contratual de 10% sobre o montante apurado, saber se deverá ser o condóino lesado a suportar na sua esfera patrimonial o valor ou se deverá ser o condominio. pois bem, não obstante, ao que parece, ser praxis do condomínio em questão, que cada condómino lesado suporte esse valor, a verdade +e que, tendo a origem dos danos sido proveniente de uma parte comum do edifício, como tal da responsabilidade do condomínio, e tendo sido o proprio condominio a celebrar o contrato de seguro coletivo, deverá ser o condomínio - e nessa medida os condóminos na proporção das permilagens das frações respectivas - a onerar as despesas da franquia, uma vez que não seria de forma alguma justo estar a ser imputada do ocorrido, *a excepção, é claro, da que resulta da sua copropriedade nas partes comuns, calculada em função da permilagem da fração respetiva. parece-nos ser esta a solução mais justa e mais consoante com o regime de responsabilidade em apreço. ai, por conseguinte, o demandado condenado no pedido. - esta foi a conclusão de um sinistro em tudo semelhante ao presente. Já naquela altura, a Allianz começou por se negar de responsabilidades, várias peritagens foram pedidas até que aceitassem a responsabilidade.O que quero ver esclarecido é:Quando foi feita a peritagem,Que perito a fez?Quem deu entrada ao mesmo no apartamento em questão (eu sou a moradora)A quem apresentaram o relatório e quem o assinou (eu, enquanto moradora, não o vi, não o assinei)Não havendo peritagem, nem relatório da mesma, como pode haver umaTomada de Posição? (A Allianz diz que, como não é um risco de cobertura obrigatória, não tem que o fazer e que se a quiser obter tenho que a pedir à segurada (Mesopollys, que apesar de instada em presença não o pode fazer por apenas ter copia do e-mail enviado pela Allianz, com referencia mas sem anexo de Tomada de Posição ou relatório de peritagem),Sendo da responsabilidade do condominio velar pela segurança das partes comuns, esta apólice multirriscos com cobertura de responsabilidade civil cruzada a Allianz pode abster-se de responsabilidade por considerar que os danos são recorrente e consequentes de origem anteriormente identificada? (afinal de quem é a culpa? è do condómino lesado?Se me puderem explicar tudo isto, eu agradecia. os estragos estão a aumentar, pelo que, a fazerem uma peritagem é melhor que seja antes que parte do teto ceda, como aconteceu em 2019...com os melhores cumprimentosFernanda Barros
Não aceitam AR CPLP
Venho por meio desse reclamar que a empresa disse que a Autorização de Residência da CPLP em papel não vale de nada, só aceitam se tiver um cartão, e como não é em formato de cartão essa nova autorização, eles negaram o pedido dizendo não valer nada esse papel.
Problema com a resolução do sinistro
Exmos. Senhores,Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa aos meus Seguros. Tenho dois Seguros (Multi-riscos Lar, 2010 e Liberty Lar Plus PPLAR, 2023. Um com coberturas de 175.164.30 e outro de 55.314.60) e até recentemente nunca tinha apresentado nenhum sinistro. No dia 3 de Fevereiro do presente ano participei um sinistro (Fuga de Águas) conforme as fotos em anexo e até hoje ainda não tenho uma resposta definitiva. A minha cozinha encontra-se inutilizada porque estou impossibilitado de cozinhar. Trata-se da minha habitação própria permanente onde costumo receber semanalmente as minhas netas e vejo-me obrigado a ter de comprar constantemente comida feita.Linha temporal da participação:3/2/2023 - Abertura de processo7/2/2023 – Foi marcada a peritagem, sendo que esta primeira foi por vídeo chamada. O perito achou que o caso era grave e agendou uma peritagem presencial17/2/2023 – O Sr. André Ribeiro (perito da empresa Dualperi Gabinete Técnico de Peritagem Lda.) foi à minha casa ver o sinistro. No seguimento desta deslocação recebi o pedido para enviar documentação:1. Caderneta predial urbana2. Orçamentos discriminados3. Comprovativo de IBAN como nome de titular e nº de conta4. Relatório Técnico das pesquisas e avarias5. Fotografias dos danos após pesquisa de avarias.No mesmo dia enviei tudo o que foi solicitado.8/3/2023 – Telefonei para a companhia de Seguros e disseram-me que o processo estava em análise10/3/2023 – Recebi um email a pedir mais documentos, sempre com a maior brevidade, caso contrário fechariam o processo. Continuei a enviar o solicitado16/3/2023 – Recebi novo email com novo pedido de documentação, voltei a responder com os anexos do solicitado30-3-2023 – Fiz um telefonema para perceber em que ponto estava a situação e a resposta foi que continuava em análise.Neste momento sinto-me obrigado a avançar a obra com capital próprio porque é impossível continuar a viver sem condições.Em anexo envio as apólices que ainda tenho ativas para poderem verificar as coberturas bem como fotografias do estado da cozinha.Peço a vossa atenção e ajuda neste sentido para que consiga ter um desfecho positivo sem ter de avançar com um processo Judicial e um pedido de indeminização pelo prejuízo causado. Nunca falhei com as minhas obrigações, sempre paguei a tempo. Tenho plafond para estes danos e fico surpreso por não quererem avançar com a resolução deste sinistro, tendo em conta que o orçamento enviado não é nenhum valor fora do normal.Muito Obrigado.Aguardo resposta,Aníbal Santos
Não respondem ao sinistro
Problema na abertura de sinistroAssunto: PétisNIF: 304552119N.º de cliente:RC83308587Exmos. Senhores,Após ter contactado 4 vezes por email, 10 por chamada (cerca de 30 minutos por chamada) ainda não recebi qualquer update de vossa parte das informações necessárias para que eu possa acionar o sinistro Pétis. Aguardo resposta por escrito com a maior brevidade possível.Com os melhores cumprimentos,Jacqueline
Dívida de Condomínio omitida aos seus clientes
Boa tarde Sr Carlos Pires, Administrador da empresa Atlantida Condomínios. Vim a saber pela Sra Isabel Baldaia que esteve a gerir as partes comuns (garagens) até ontem, que a nossa entrada, nº 37, tem uma dívida superior a €3000 que nunca nos foi comunicada pela nossa empresa de Condomínio que é a Atlântida Condomínios.Para além disso, o Sr. está em falta para connosco, pois ainda não convocou a nossa Assembleia Anual de Condomínio.Além disto tudo, ontem, para a Assembleia Extraordinária de Condóminos convocada pelos moradores, enviou um Sr. que não conhecemos, sem Procuração, para representar uma Sra.Ana, supostamente Advogada, de quem nunca ouvimos falar. Foi recusada a participação dele na reunião, como deve entender.Tudo isto é muito irregular e levanta graves acusações contra a sua Empresa.Preciso de explicações o quanto antes, até porque a Sra Isabel Baldaia, Administradora da empresa Tudo em Ordem, ontem recusou ficar com a gestão das garagens e passou a administração para a sua empresa.É imperativo que me dê satisfações, o quanto antes.Agradeço sempre uma resposta por escrito.Obrigado.Sónia Sousa.
FRAUDE UNIVERSO CARTÃO BOQUEADO
Venho por este meio enviar a V.Exas. cópias das tentativas de me impingirem um novo cartão, que chegaram a mandar e que nunca foi ativado.
FRAUDE UNIVERSO CARTÃO BOQUEADO
Exmos. Senhores,Venho por este meio, mais uma vez, solicitar a vossa intervenção, pois continuo a receber SMS do Cartão Universo, sobre o facto de uma hipotética dívida em meu nome, ora se não uso o cartão que caducou e foi destruído, como podem aparecer lançadas na Autoridade Tributária, pelo menos três faturas de valores que não tenho qualquer conhecimento.Inclusive me enviaram uma nota de crédito por um dos valores, a seguir:NC 23B/00006884 / JF746Z7Z-00006884 - 97,15 €FT 23B/00052126 / JF7X6Z4X-00052126 - 55,44 €FT 23B/00009300 / JF7X6Z4X-00009300 - 55,44 € Mais informo, que já existe um contacto anterior com V.Exas. em que consegui anexar alguns dos e-mail destes senhores sobre o antigo Caso #06406910, já do ano transato.Continuo a receber SMS dizendo que estou em incumprimento. O último foi recebido no passado dia 27/05/2023, com aviso de encaminhamento para pré-contencioso, dando os dados para pagamento a seguir:Ent: 21942Ref: 266318923Montante: 245,90 €Tel: 210317128Óbvio que ou são incompetentes, ou andará alguém a fazer uso de um cartão com os meus dados.Agradeço por isso, encarecidamente, o vosso contacto e auxílio, pois eu não tenho dívidas pendentes.Fico a aguardar o vosso contacto.Melhores cumprimentos,Maria João Ivo
Problema com reembolso
Bom dia. Venho por este meio reclamar de uma tentativa de reembolso por parte de uma terceira entidade. Este reembolso terá sido feito para uma conta antiga do Santander a 6 de fevereiro de 2023. A conta em questão, que se encontra desativada há cerca de 1 ano, na altura, terá servido para efetuar este mesmo pagamento que carece de reembolso. Do lado da entidade que efetuou o reembolso, foi-me passado o comprovativo de transferência, com os últimos 4 dígitos do cartão associado à compra, bem como o ARN, que pelo que percebo, é um número único associado a transferências e que serve de meio para as rastrear. À partida, e tendo em conta esta informação cedida, a transferência ocorreu mesmo por parte desta terceira entidade. No entanto, do lado do Santander, dizem-me que não conseguem encontrar o reembolso, uma vez que a transferência foi feita para uma conta já inativa. Peço ajuda para solucionar esta situação, uma vez que não é possível que a transferência tenha ficado perdida. Ainda que a conta tenha sido desativada entre a data da compra original e a data em que se deu o reembolso, terá de existir forma de localizar a transferência do reembolso e efetuar uma transação desse mesmo valor para a minha conta bancária atual noutro banco.Obrigado e cumprimentos.
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