Reclamações públicas

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E. L.
24/03/2020

FATURA DE INTERNAMENTO NEONATAL

Venho por meio deste , informar a minha completa insatisfação para com setor de faturamento de vocês.Fazem exatamente 15 dias que eu ligo muitas vezes para regularizar a cobrança que nos está sendo feita, me parece que não desejam regularizar para que o nosso prejuízo seja infinitamente maior, isso é um roubo, assalto a maos armadas e descaso com o cliente .Meu filho Lorenzo Lima de Castro Viegas nasceu neste hospital no dia 27/01/2020, meu parto foi cesareana e particular , foi pago de imediato ainda no hospital. Mas, Lorenzo precisou de cuidados na Neonatal, e nos chegou a fatura para pagamento em casa , mas já foi informado várias vezes e solicitado o faturamento pois o Lorenzo tem seguro de saúde Medicare, que nos foi informado que a fatura passaria a ser 50% menor. Por descaso, desrespeito até hoje ainda nao foi faturado. Gostaria de uma urgência na resolução deste caso, para que possamos honrar com o pagamento como deve ser.Procuramos o hospital para resolver a questão, presencial, por e-mail, muitos contactos por telefone, nem retorno tivemos.Foi registrado também no dia 03 de Março de 2020, uma reclamação de número 28808186 no livro de reclamações, mesmo assim nada foi resolvido, continuamos sem retorno.Segue dados para faturamento. LORENZO LIMA DE CASTRO VIEGAS NASCIMENTO 27/01/2020SEGURO MEDICARE / 020514099

Encerrada

Valor de produtos inflacionados

apos uma pesquisa de Alcool etilico depareime no site das https://www.farmaciass.pt/ no valor de 999.999,00 €

Encerrada
S. M.
17/03/2020

Problema com crédito

Venho por este meio comunicar a vossasExcelências Que fiz um crédito dentário com cofidis,através da Oralmed,que me foi comunicado pela funcionária da clínica de Setúbal que a qualquer momento poderia cancelar o credito.Depois de várias tentativas que alguém da Oralmed Setúbal entra se em contacto comigo, acabei por fazer o pedido de cancelamento através da página da cofidis.Hoje dia 17 de Março uma assistente da cofidis ligou e me comunicou que era impossível cancelar o crédito.Expliquei a msm que não foi o que me foi informado ,inclusive várias vezes quando questionei a sra na clínica em Setúbal com qual têm parceria.Neste momento vejo me a pagar um crédito mensalmente que nem sequer estou a usufruir...Gostaria mt que me pudessem ajudar,não sei msm o que fazer.Atenciosamente Susana Miranda

Encerrada
B. M.
16/03/2020

Problema com compra pela internet

Venho por este meio comunicar a vossas excelências que procedi á compra de alguns artigos no site lojapro.pt no dia 10/03/2020, no valor de 18,22 euros Após proceder ao pagamento, não tive mais nenhum feedback da empresa. Não me responderam aos telefonemas, nem aos emails, nem me enviaram os artigos.

Resolvida
O. K.
15/03/2020

Restauração mal feita

Venho por este meio reclamar o serviço prestado na Clinica Medica Dentaria Dra.Bruna Freitas Unipessoal, Lda. Rua D.Henrique de Cernache, n.440. 4400-625 Santa Marinha- V.N.Gaia. Tel.220 965 549. Tlm.911 880 166. Foi feito uma restauração num dente 47 no dia 28.10.2019. Depois de 4 meses a massa caiu. Contactei a clinica onde fui informada que nao me dão qualquer prazo de garantia deste serviço, nem um dia. No meu entendeste tipo de serviço dispendioso tem que haver uma garantia mínima para cobrir qualquer defeito. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
J. J.
12/03/2020

Cancelamento Medicare - Fidelização

Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare, nº45100024905.No dia 12/03/2019 fui contactado via telefone para aderir ao plano de saúde. Por ser estrangeiro e estar me retirando com minha família de Portugal, não tenho mais a necessidade do plano em questão, por isso, solicitei o cancelamento. Fui informado há pouco por telefone que não poderia cancelar pois deveria ter comunicado a Medicare no dia 12/02/2020 e não no dia 22/02/2020, como fiz. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.

Encerrada
E. T.
08/03/2020

Negligência e descriminação médica por parte de Inês Avezedo

Boa tarde, é com grande insatisfação que vos escrevo, porém esta situação tem e vai ser exposta em todo o lado que esteja ao meu alcance. No passado dia 7 de março, dei entrada na urgência do hospital de Cascais e fui atendida pela Dra Inês de Azevedo, não mentindo de modo a não brincar com o trabalho e conduta profissional que pensava eu, que a Dra tinha fui honesta e expliquei-lhe o porquê de estar ali. Da mesma maneira que vou ser honesta aqui, estava grávida de 7 semanas e interrompi a gravidez com 3 comprimidos à base de misoprostol. Logo após ter dito isto, a postura da médica mudou por completo. No entanto, prosseguiu com o seu trabalho. Assim que fizemos a ecografia, foi-me dito que ainda teria alguns “restos” por largar. A médica Inês Azevedo, disse que não poderia colocar na minha ficha médica que interrompi a gravidez por livre e espontânea vontade sozinha. Logo aí, achei logo estranho porque essas coisas têm que ser registadas para eventuais complicações. Ao achar estranho, questionei à Dra Inês Azevedo o porquê e o que iríamos fazer sendo assim. A Dra. Inês Azevedo num tom de gozo, diz-me que se eu quisesse ter feito as coisas corretamente e ter um acompanhamento correto teria ido fazer uma interrupção à clínica dos arcos. Fiquei chocada. Exaltei-me por completo visto que a médica estava praticamente a negar-se a dar-me assistência. Após dizer-me isso, disse-me também que se quisesse saber se tinha uma infeção uterina ou não, que teria que esperar até à minha próxima menstruação e que até la me aguentasse, visto que tudo o que estava a passar é culpa minha segundo ela. A médica Inês Azevedo negou-se a dar-me assistência, ameaçou chamar a polícia por ter interrompido a gravidez(ato que é legal em Portugal), negou-se a dar-me o nome dela e o número de cédula profissional. Após as análises feitas e ter ameaçado queixa à ordem dos médicos, à Deco, no portal da queixa e em todas as entidades competentes. Disseram que teria que lá voltar sexta feira dia 13. Isto tudo, claro, logo depois de ter feito ameaças de que a iria denunciar às entidades competentes, porque a médica Inês Azevedo disse, que eu poderia ir embora pois não estava ali a fazer nada. Não peço que melhorem a situação, eu exijo que o façam! Porque o que eu passei dentro do hospital não desejo a ninguém. Foi neglicencia e descriminação médica por parte da médica Inês Azevedo.

Encerrada
J. F.
29/02/2020

Incumprimento de contrato

No inicio de 2019 aderi por via telefónica ao Plano de Saúde da Medicare, para mim e para a minha esposa, tendo como factor decisivo da minha opção as ofertas publicitadas deste plano nas quais estavam incluídos 20 Actos e/ou Tratamentos de Medicina Dentária, gratuitos, conforme brochura publicitária e amplamente divulgado nos vários programas televisivos.Dada a necessidade de tratarmos dos dentes, consultei a lista de prestadores divulgada pela Medicare e marquei as consultas para mim e para minha esposa numa das clínicas que nela constava.Entretanto, nas 4 consultas efectuadas, foram cobradas verbas pela prática dos tratamentos efectuados.Nos dias 10 e 22 de Fevereiro, enviei e-mails para o endereço apoio.reclamações@medicare.pt com cópias das facturas/recibos, a reclamar os pagamentos por mim efectuados e que me foram pedidos pelo, prestador, apesar de não ter esgotado os 20 actos e/ou tratamentos de medicina dentária gratuitos constantes do plano.No passado dia 25 do corrente mês, recebi um e-mail resposta da Medicare no qual basicamente diziam : Mais informamos que as faturas enviadas se encontram de acordo com o protocolo estabelecido entre a Medicare e o parceiro conforme já esclarecido pela nossa Rede Médica. Contudo, seque em anexo a tabela dos 20 Actos e/ou Tratamentos Dentários gratuitos que fazem parte do Plano de Saúde. fim de citação.Acontece que a referida tabela nunca foi mencionada ou fez parte do processo de adesão e não é referida nas propostas publicitárias escritas ou televisivas da Medicare, para além da mesma apresentar muita palha e quase nenhum tratamento.Nesta conformidade, considero tratar-se de uma burla com a prática de publicidade enganosa propositada.Assim, agradeço a análise desta reclamação e as acções que entenderem necessárias para avisar o público em geral sobre a prática pouco ética desta marca, e, se possível, a obrigação da devolução dos valores por mim liquidados.Com os meus cumprimentos,Joaquim Eurico Ferreira(sócio n.º 0834788-06

Encerrada
J. R.
28/02/2020

Recusa passar justificação.

No dia de hoje, 28-02-2020 volta das 8:15 dei entrada no hospital com sintomas, dor de garganta, tosse acompanhada de dor no peito,corrimento nasal. Antes de me dirigir à CUF Almada esperei 4 dias, pois como padeço de asma achei que seria melhor prevenir vistoque nos 3 dias anteriores e hoje na madrugada tive febre. Fui atendido rapidamente pelo Dr. Filipe Carreira que fez todas asobservações que achou necessárias, inclusive radiografia ao Tórax. O Dr. Filipe Carreira, terá então passado a medicação que eleachou benéfica para a minha situação e terá no fim indicado que deveria repousar, evitar espaços fechados para evitar propagação daminha condição a outras pessoas e vigiar os meus sintomas nos próximos 3 a 4 dias.Tendo em conta as indicações de repouso do Dr. Filipe Carreira, o meu histórico como asmático e a sensação de mal estar (que foi mencionada ao Doutor em questão), pedi aoDoutor Filipe Carreira que me passasse uma justificação de como teria de faltar ao trabalho/Impossibilitado de exercer as minhafunções laborais hoje (dia 28-02-2020) e amanhã (29-02-2020) para recuperar, o Dr. Filipe Carreira, terá dito que não o iria fazer poisnão podia. Pedi então que em vez dos 2 dias fosse apenas 1 visto que estava já estava a faltar ao trabalho e tinha de repousar devidoao mau estar, ele mais uma vez recusou. Eu fui ao balcão de atendimento e expus a minha situação a uma colaboradora que teráchamada novamente o Doutor Filipe Carreira, este disse exactamente a mesma situação e foi embora. A colaborada do balcão teráapenas passado uma prova de presença com observações que nada servem para justificar a minha falta devido a um problema desaúde. Relembro que o Doutor Filipe Carreira foi quem indicou que deveria repousar (devido ao mau estar na garganta e das dores docorpo) e evitar espaços fechados para evitar pegar a outras pessoas, eu trabalho num call-center e não posso faltar sem justificação enão quero pegar o meu problema a terceiros.Já reclamei no livro de reclamações online. Reclamação registada com o nº ROR00000000000752221

Encerrada
R. C.
26/02/2020

Cobrança abusiva de consulta, por pedido de acesso ao meu processo clínico

Doente do Hospital CUF: 896473 (JMS35765602)Doente do Hospital CUF em 1999: 521287Venho por este meio expressar o meu descontentamento e revolta perante a situação a que estou a ser sujeito pelo Hospital CUF Infante Santo, e que me tem causado imensos transtornos, e até prejuízos, em termos da minha actividade profissional. Passo a expor:Em 1999, dei entrada a 10 de fevereiro e a 14 de abril no hospital, para cirurgias (artroplastias totais das ancas), efectuadas pelo Dr. António Caferra Machado.Devido a processos inflamatórios de que estava a padecer em 2019 (acompanhado clinicamente noutro hospital), constatou-se que uma das causas estava relacionada com descelamento e desgaste de componentes das próteses das ancas, recomendando-se revisão com alguma urgência numa delas.Para tal havia necessidade de identificar o tipo/modelo e constituição das próteses, sendo que a cirurgia deveria ser efectuada em agosto ou setembro de 2019.A 5 de Agosto pedi a informação através da app MyCUF, registado como pedido #200406A 6 de agosto recebo email do “Contact Center” CUF Serviços, solicitando, cito, “que nos envie o máximo de informação acerca do que necessita, para o email: geral.hcis@jmellosaude.pt”, tendo prontamente enviado em resposta a informação solicitada (datas das cirurgias, cirurgião, identificação do “Doente” no sistema, e anexando copias dos recibos de internamento em 1999 e dos movimentos do internamento de fevereiro onde consta a requisição da prótese aplicada)A 27 de agosto, e estranhando não ter recebido informação ou contacto, dirigi-me ao balcão do hospital, onde fui informado de não constar “em sistema” nenhum pedido meu. Insisti e o funcionário ligou internamente para “o serviço” e foi informado de que o processo devia ter sido encaminhado para o departamento competente, mas sem registo. Aconselhou-me a efectuar o “Pedido de Acesso a Informação Clínica” por escrito, o que fiz nesse momento. Aconselhou-me ainda a reforçar o pedido por email, o que também fiz, anexando cópia do pedido efectuado ao balcão.No dia 29 recebo email de resposta indicando “Acusamos a receção do Seu e-mail que mereceu a nossa melhor atenção. O mesmo foi encaminhado para o Departamento competente para dar seguimento urgente ao pedido de V. Exa.”A 6 de setembro, e não tendo recebido qualquer outra resposta ou contacto por parte dos serviços do hospital, reforcei novamente o meu pedido de informação por email. Repeti os meus pedidos a 9 de setembro, a 10 de setembro, e a 11 de setembro, tendo então recebido em resposta que “Acuso a recepção do email e procedi ao re-encaminhamento ao serviço de Ortopedia, pois terá de ser a unidade a facultar a informação.”A 12 de setembro voltei novamente a insistir por email.A 13 de setembro recebo uma chamada telefónica dos serviços de Ortopedia do hospital, da Sra. Paula Alves, indicando que a informação teria que ser dada pelo coordenador do serviços de Ortopedia, que tinha regressado de férias, que tinha consultado o meu processo clínico nos arquivos mas não encontrara a informação que eu havia solicitado. Contudo, poderia tentar identificar as próteses via RX, pelo que foi agendado o exame para 16 de setembro.A 16 de setembro, pelas 15:30h após efectuado um RX anca e Rx bacia fui conduzido pela Sra. Paula Alves à presença do coordenador dos serviços de Ortopedia, o Sr. João Lacerda, que me recebeu à porta do gabinete informou que necessitava de mais tempo para poder analisar os RX. Para tal deu-me indicação para agendar com a sua assistente, a Sra. Paula Alves, um atendimento para a semana seguinte, (agendado para 26 de setembro pelas 11:40h). A 26 de setembro, a Sra. Paula Alves indicou-me que bastaria aguardar na sala de espera. Quando fui chamado, fui encaminhado para o gabinete do Sr. João Lacerda, que me disse que não haver conseguido identificar as próteses. Também disse que se tivesse sido ele a aplicar certamente saberia quais tinham sido, mesmo que fosse há 20 anos. Questionei-o sobre o motivo de tal informação não constar do meu processo clínico. Fiquei atónito quando esse senhor retorquiu que naquela altura era tudo feito à mão, e que nem sempre se registavam esses dados. Perante isso, mencionei-lhe que o cirurgião que me havia operado dera indicações à sua assistente para me transmitir que a informação que eu pretendia estava de certeza no meu processo clínico. Mais atónito fiquei ainda com a atitude sobranceira e de manifesta animosidade que ele assumiu ao retorquir que “ele não registou nada disso no processo, o que aliás é muito típico dele, “chutar para canto”, e deixar os problemas para os outros”, acrescentando ainda em modo exaltado, que “só o Caferra Machado é que poderá dar a informação”, ao que respondi não ter conseguido contactar directamente com ele, apenas com a assistente numa das clínicas onde dá consultas, e que não tinha o contacto directo. Foi ai que me disse que ele, como colega do Caferra Machado, teria mais hipótese de conseguir falar com ele, mas para isso precisava do contacto da tal clínica. Facultei-lhe os dados (email, telefone e pessoa de contacto), tendo ele pedido que os facultasse também à Sra. Paula Alves. Assim o fiz, enviado esses dados por email nesse mesmo dia.A 1 de Outubro, recebo na app myCUF uma notificação de ter uma factura para pagar referente a um “consulta” de ortopedia com um Dr. João Lacerda.A factura em causa tem o nº ISF2019/263712 datada de 27/09/2019, no valor de € 88,00, relativa a uma consulta “subsequente” de ortopedia. Solicitei esclarecimento pois apenas ocorrera uma reunião a pedido do coordenador. Recebo laconicamente em resposta, cito, “Tenho informação do Dr. João Lacerda que foi realizada consulta”.Pelo atraso no meu tratamento, e pelo agravamento do meu estado de saúde tentei obter a informação de fornecedores de materiais ortopédicos. Um respondeu-me a 30 de outubro identificando as próteses.

Encerrada

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