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Reembolso insuficiente, que não corresponde ao período total de anos em que o cliente foi lesado
Exmos. Senhores, Devido ao facto da EDP Comercial não me puder facultar um técnico, com urgência, para verificar um problema eléctrico existente na minha habitação, tive necessidade de recorrer, no dia 04 de Junho de 2025, a um técnico de energia eléctrica, certificado, de outra empresa. Depois de analisada a instalação eléctrica e os equipamentos eléctricos da minha habitação, o técnico verificou que no quadro eléctrico da minha habitação, o disjuntor principal marcava só 10 amperes, que não corresponde à potencia eléctrica de 6,9 KVA, que vem nas minhas faturas da EDP para pagamento, e as quais paguei nos últimos anos. O disjuntor principal do quadro eléctrico estaria portanto a atuar como limitador de potência eléctrica. No contador exterior à habitação, no prédio, foi visualizado 6,9 KVA de potência, mas o disjuntor principal no quadro eléctrico, no interior da habitação só marcava 10 amperes, e atuava como limitador de potência. Sendo que se 15 amperes corresponde a uma potência eléctrica de 3,45 KVA (3450 watts), então os 10 amperes que usei na minha habitação nos últimos anos nem a esta potencia de 3,45 KVA correspondia, e muito menos a 6,9 KVA que paguei em todas as faturas destes últimos anos, desde 2007 até 2025. Por conseguinte considero que estive a ser lesado e prejudicado durante este tempo todo, desde 2007 até 2025, desde a primeira intervenção do vosso técnico, ao quadro eléctrico da minha habitação, que deixou o disjuntor principal regulado somente a 10 amperes de potência. Situação esta, da limitação dos 10 amperes, que só foi resolvida no dia 05 de Junho de 2025, após vinda de um técnico da E-REDES à minha habitação, depois de um telefonema meu a solicitar a vinda de um técnico para resolver o problema de falta de energia na minha casa. Por este motivo preciso que me seja devolvido o valor monetário que corresponde à diferença destes 10 amperes para os 30 amperes (de 6,9 KVA) que eu paguei e que não tive, e deveria ter tido na minha habitação, desde o inicio do contrato com a EDP, que foi em 27-04-2007. Já fui reembolsado no valor de 481,48€, referente ao período de 04-06-2020 até 04-06-2025, mas considero este valor insuficiente, visto que fui lesado desde o início do contrato, que foi no ano 2007. Preciso ser reembolsado do valor em falta, que também tenho direito, desde 27-04-2007 até 04-06-2020. Cumprimentos.
Servitude
Boa tarde. Venho por este comunicar a Vossas Excelências REN - Redes Energéticas Nacionais, SGPS, S.A que me desloquei a uma das minhas propriedade denominada Vale Covas e constatei que por iniciativa da vossa parte cortaram uma faixa considerável de eucaliptos os quais se encontram no terreno tendo - me provocado um considerável prejuízo o qual espero vir a ser ressarcida pelo corte destes eucaliptos. Bem como me impossibilitam de replantar eucaliptos nesta faixa permanentemente pois colocaram cabos e postes de alta tensão e por este motivo proponho que me atribuam uma renda mensal para que não fique prejudicada com esta situação. Obrigada e os meus cumprimentos.
Recisao de contrato
Ex. Sr. Solicito informação relativa á ' RESCISÃO ' do contrato com código 160801002284 com a morada em Caminho do Outeiro , 60 Padroeiro - Arcos de Valdevez 4970-500 com o NIF 741681145., a qual eu como cabeça de casal da herança nunca pedi nem assinei algum documento nesse sentido. Mais informo que dei conhecimento deste caso ao meu advogado. Cumprimentos, Pedro Carlos Cruz Amorim Fernandes Cabeça de Casal e Herdeiro CC 66613116 NIF 177416750
Contacto
Hoje às 12:34 h, recebi uma chamada telefónica do nº. 930466589 e uma senhora que se identificou como sendo da EDP Comercial, que falava com forte sotaque brasileiro de difícil compreensão, começou a "debitar" a alta velocidade, sem que me desse hipótese de falar, uma série de coisas imperceptíveis, sendo que a dada altura percebi que a EDP me iria dar um desconto de 6% sobre não sei o quê. Durante 4 minutos ouvi tentando perceber a mensagem que supostamente me queria fazer chegar,"e que não conseguiu". Quando tentei falar para pedir esclarecimentos pois não estava a entender nada de nada, a senhora desligou. Ora, o que me preocupa é se ela usou essa artimanha para me fazer subscrever algum serviço ou contrato ou o quer que seja. Assim, informo de que não aceitarei qualquer vínculo seja para o que for e agradeço cabal esclarecimento por este mesmo meio. Grato Inácio Manuel Granadeiro Malta
Market abusivo
Essa companhia de energia está com propagandas abusivas ligando por mais de 4 vezes por dias deixando a gente estressado nervoso peço por favor aos órgãos competente ou a quem esteja lendo esta mensagem que tomem as devidas providências para que essa empresa seja bonita ou até montada pelo desrespeito com a gente que se fode a semana toda trabalhando estressado ano todo a vida toda e quando tem um minuto de paz a gente tentando estuprar nossa carteira.
Cobrança Indevida e Ameaça Judicial – EDP Comercial / Pack Smart (Sem resposta até à data)
Venho por este meio reforçar a queixa já apresentada anteriormente contra a EDP Comercial, por cobrança indevida de um serviço denominado “Pack Smart”, o qual foi renovado automaticamente sem o meu consentimento expresso. Até à presente data, não recebi qualquer resposta oficial por parte da EDP Comercial, nem qualquer esclarecimento ou resolução da situação. Pelo contrário, recebi hoje nova comunicação da empresa Intrum, com ameaças de ação judicial caso não proceda ao pagamento de 85,98€, no prazo de 5 dias. Esta atitude é inadmissível e configura assédio ao consumidor, visto que a dívida está formalmente contestada e em análise por esta entidade e pela ERSE. Reitero que não consigo aceder ao detalhe dos valores cobrados e pagos no portal da EDP, o que dificulta qualquer tentativa de conciliação ou pedido de devolução. Solicito com urgência: • A cessação imediata da cobrança pela Intrum; • A resolução definitiva desta situação por parte da EDP Comercial; • A devolução integral dos valores pagos indevidamente, com identificação detalhada dessas quantias; • E, se necessário, o encaminhamento para via judicial ou mediação pelo Julgado de Paz. Anexo a esta queixa o e-mail recebido da Intrum, datado de hoje, como prova de que a pressão continua. Nome: Jhessen Vieira Nascimento Anjos
Religação não efetuada
Exmos Senhores Recebi aviso de corte de duas faturas que tinha em atraso, efetuei o pagamento dia 8 deste mês por multibanco, dia 9 quando cheguei a casa tinham cortado a água. Liguei para o apoio a cliente e disseram-me como tinha outra fatura em atraso, mas sem aviso de corte, ir à sede dos SMAS no dia seguinte efetuar o pagamento, assim fiz dia 10 fui à sede, efetuei o pagamento, quem me atendeu levantou-se e dirigiu-se a outra sala e quando voltou disse-me que eu não iria pagar despesas de religação e que até às 18 horas me iriam ligar a água, o que não aconteceu. Hoje dia 11 sexta feira continuo sem água, sábado e domingo também não vêm, resumindo 5 dias sem água na minha residência com as faturas todas pagas. Não se consegue contactar com ninguém, o apoio a cliente fecha às 18 horas, o piquete é uma empresa privada e não pode fazer nada. Cumprimentos. Dalila Ribeiro
Contrato de serviço mal informado
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha total indignação relativamente à adesão a um serviço feita telefonicamente ao meu marido, no final do mês de março, sem o devido esclarecimento e sem o nosso consentimento informado. Durante a chamada, foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de uma oferta, por sermos clientes antigos, sem qualquer custo associado. No entanto, no final da mesma chamada, recebemos uma mensagem para confirmar a adesão (com "sim" ou "não"), mesmo antes de a chamada ser terminada. Em momento algum nos foi enviado qualquer contrato escrito, nem por email, que nem sequer estava associado à conta. Mais grave ainda, na gravação da chamada contratual que nos foi posteriormente enviada, não é referido de forma clara o valor da mensalidade nem que o serviço implicaria qualquer pagamento regular. Pelo contrário, fala-se apenas de "ofertas gratuitas", o que reforçou a perceção de que não haveria encargos. Como a nossa fatura é bimestral, apenas no mês de junho nos apercebemos de que este serviço estava a ser cobrado. Fomos informados de que existiria um prazo de 15 dias para cancelamento após a adesão, mas tal prazo é irrealista, visto que nunca nos foi enviado contrato algum, nem tínhamos conhecimento de que o serviço tinha custos. Ao tentarmos cancelar, foi-nos dito que tal só seria possível mediante o pagamento da totalidade do serviço até 26 de março de 2026, o que consideramos inadmissível e abusivo, uma vez que nunca houve consentimento válido da nossa parte, por não ter percebido que iria ser um serviço pago agregado a nossa fatura. Assim, solicitamos o apoio da DECO para: 1. A rescisão imediata deste serviço indevidamente incluído na nossa fatura; 2. A emissão de uma nota de crédito relativa aos valores já cobrados; 3. A análise da gravação contratual que anexamos, que demonstra claramente a ausência de consentimento esclarecido. Aguardamos com urgência o vosso apoio para resolver esta situação injusta e lesiva dos nossos direitos enquanto consumidores. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação contra E-REDES – Distribuição de Eletricidade, S.A. e UON Consulting
Eu, Paula Pereira, consumidora de energia, venho apresentar reclamação contra a atuação da E-REDES – Distribuição de Eletricidade, S.A. e da sua seguradora, a empresa UON Consulting, devido a um incidente grave ocorrido em meados de Fevereiro de 2025, causado por uma falha de neutro na infraestrutura pública de distribuição elétrica, já reconhecida pelas entidades envolvidas. Esta falha provocou danos sérios e irreversíveis em diversos equipamentos essenciais da minha habitação, nomeadamente: - Sistema de climatização, irreparavelmente danificado e tecnicamente obsoleto; - Ventiladores das casas de banho, inoperacionais e sem possibilidade de reparação; - Placa de indução elétrica - que esteve a funcionar somente com o bico pequeno tendo sido substituida tambem apenas na semana passada, com o compromisso da UON Consulting de liquidar o valor total, mas cujo pagamento ainda não foi efetuado; Agravamento potencial da saúde de um membro do meu agregado familiar, portador de patologia respiratória crónica. Durante o Inverno, estivemos sem aquecimento funcional. Atualmente, com temperaturas superiores a 35°C, continuamos sem climatização e ventilação nas instalações sanitárias, o que representa um sério risco para a saúde e o bem-estar do meu agregado familiar. Apesar de ter remetido toda a documentação necessária (relatórios técnicos, orçamentos detalhados e faturas válidas) e de ter fixado prazos razoáveis para resposta, até à data: - Não recebi, nem o fornecedor o pagamento da fatura da placa de indução; - Não obtive qualquer resposta fundamentada sobre o orçamento técnico para substituição dos sistemas de climatização e ventilação; - Apenas recebi, hoje, uma resposta automática da E-Redes a informar que o pedido “está em análise”. - Adicionalmente, a caixa de distribuição elétrica na via pública permanece improvisadamente isolada com fita adesiva há cerca de quatro meses, situação precária já reconhecida pela E-REDES, que apenas prevê a sua reparação até ao final de Agosto. Esta situação representa um risco continuado para a segurança pública e para os equipamentos da habitação. De acordo com o artigo 60.º da Constituição da República Portuguesa, são direitos fundamentais do consumidor a proteção da saúde, segurança e economicidade dos serviços. Os artigos 562.º a 566.º do Código Civil impõem o dever de indemnização integral pelos prejuízos causados. Contudo, as entidades em questão têm negligenciado estes direitos, exigindo que eu suporte os custos imediatos dos equipamentos urgentes, prometendo eventual indemnização futura, o que configura uma transferência indevida do risco financeiro para mim, lesando-me e podendo levar a um endividamento injustificado. Solicito à DECO que intervenha para garantir a proteção dos meus direitos enquanto consumidora, bem como para mediar esta situação e assegurar a responsabilização das entidades mencionadas. Junto toda a documentação relevante para avaliação.
Falta de pagamento dos danos causados pela e-redes
Venho por este meio reclamar de uma descarga elétrica que tive no meu estabelecimento e a e-redes deu se como culpada...desde então mando as facturas do prejuízo e até agora só me pagaram as lâmpadas e todo o resto ainda nada.... O prejuízo foram as lâmpadas e a mão de obra( onde só foi pago as lâmpadas), computador,arcas, frigoríficos, televisores,coluna de som, Bimby... Nessa noite tinha um jantar de aniversário e aconteceu tudo quando os clientes estavam nas entradas,tive que mandar as pessoas embora e o que estava feito foi tudo para o lixo.... estive 3 dias sem luz e agora nem querem pagar os estragos que fizeram.... Espero uma resposta....
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