Reclamações públicas

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S. L.
06/02/2026
MEO

venda enganosa da meo

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação grave de venda enganosa por parte de um representante da MEO, que resultou num contrato que não corresponde ao que me foi garantido no momento da adesão. 1. Engano inicial relacionado com o tablet O processo começou com uma situação de venda enganosa relacionada com um tablet. O vendedor omitiu que a adesão obrigava ao débito direto, apesar de eu ter afirmado claramente que não queria débito direto. O vendedor aceitou avançar mesmo assim, apenas para concretizar a venda. Reclamei e essa situação acabou por ser resolvida, mas demonstra já um padrão de falta de transparência. 2. Novas informações falsas descobertas posteriormente Hoje, numa chamada com a MEO, fui informada de algo ainda mais grave: deixei de ter internet limitada, apesar de o vendedor me ter garantido que manteria exatamente as mesmas condições, incluindo a internet limitada para mim e para a minha filha. Neste momento, tenho apenas 200 MB de internet, o que é manifestamente insuficiente e muito pior do que tinha antes. Além disso, chamadas de WhatsApp estão a ser cobradas, algo que nunca aconteceu no meu serviço anterior. Isto coloca-me numa situação de total incerteza sobre o valor da próxima fatura, pois estou sujeita a custos adicionais que nunca me foram comunicados. 3. Situação atual: estou pior do que antes O vendedor garantiu que manteria as mesmas condições, mas isso não corresponde à realidade. Estou a pagar por um serviço inferior ao que tinha e sujeito a custos adicionais imprevisíveis. Isto é inaceitável e configura uma prática comercial desleal. 4. Tentativa da MEO de imputar culpa ao consumidor Quando reclamei, a MEO tentou justificar-se dizendo que enviou o contrato e que eu deveria tê-lo lido. Reconheço que não o li em detalhe, mas isso não elimina a responsabilidade da empresa. Os consumidores confiam na informação prestada pelos profissionais que representam a empresa. Não é aceitável que a responsabilidade seja transferida para o consumidor, como se fosse obrigatório ler todas as letras pequenas para não ser enganado. Os funcionários da MEO têm o dever de prestar informações verdadeiras, completas e transparentes. A assinatura de um contrato não legitima práticas enganosas nem invalida o direito do consumidor a ver reposta a verdade contratual. 5. Pedido de correção imediata ou cancelamento sem penalização Assim, solicito que a DECO intervenha para que a MEO: - Corrija imediatamente o contrato, aplicando exatamente as condições que foram garantidas pelo vendedor; ou, em alternativa, - Proceda ao cancelamento do serviço sem qualquer penalização, com recolha de todos os equipamentos instalados. Adicionalmente, solicito que a MEO seja obrigada a: - Emitir resposta por escrito, clara e fundamentada. - Reconhecer a falha na informação prestada pelo seu representante. - Garantir que não serão cobrados quaisquer valores adicionais ou penalizações decorrentes desta situação criada pela própria empresa. Agradeço à DECO o apoio na defesa dos direitos do consumidor e na reposição da legalidade nesta situação.

Resolvida
P. D.
06/02/2026

Encomenda ao domicílio não entregue

Gostaria de perceber porque é que a DHL tem a morada de minha casa para entregar a encomenda mas constantemente NUNCA o faz. Dessa forma, pára numa tabacaria a 3 quarteirões e despacha todas as suas encomendas. Isto já é apanágio com esta empresa. Ao fazer uma compra online, pagos mais para que no seja entregue na morada destinada mas os colaboradores da DHL tendem a mudar a morada de entrega. Um serviço cada vez pior e menos confiável para os clientes.

Encerrada
E. B.
06/02/2026

Portabilidade

Exmos. Senhores, Solicitei alteração de serviço e cancelamento de contrato junto da Vodafone para uma operadora que me presta os serviços que tinha junto da Vodafone, telemóvel com internet sem limites a um custo abismal de 30,92€ por mês e adicionalmente, cancelei internet em casa, prestada por outra operadora com um valor de 30€ por mês. No total estava a pagar mais de 60€ por mês só para internet no telemóvel e em casa, pois não tenho televisão há mais de 15 anos. O cancelamento do serviço foi feito em Novembro de 2025 e a portabilidade do número tratada junto da nova operadora. Desde 11 de Novembro de 2025 estou a pagar um novo serviço prestado pela WOO, no valor de 22€ por mês, para internet Telemóvel e internet em casa. Acontece que a Vodafone, não contente, sistematicamente me está a enviar emails via INTRUM, a solicitar que pague 91,22€, por 3 meses de serviço que já não estou a usar, alegando que faz parte do contrato de fidelização que anui. Considero inadmissível, uma operadora agir desta forma e exigir aos clientes, pagamentos de faturas, no valor de 30,40€ cada, por um serviço que já não estão a prestar. Isto é abuso de poder e viver às custas de um serviço que não prestam. Solicito a vossa ajuda no sentido de não só ajudarem a deixar de ser importunada por emails de carácter injurioso; pois sempre paguei as minhas faturas e serviços. Não aceito é pagar por um serviço que não está a ser prestado. Pretendo de volta o valor referente a Novembro, Dezembro e Janeiro que paguei, num total de 91,20€, pois já não estou a usar a Vodafone desde dia 11 de Novembro de 2025, data em que a Portabilidade ficou concluida e comecei a usar os serviços WOO, passando a pagar mensalidade na nova operadora, desde essa data. Deixo em anexo: - um das dezenas de emails recebidos da INTRUM, - COMPROVATIVO DE PAGAMENTOS feitos à Vodafone após portabilidade e após cancelamento de serviço junto da Vodafone; - pagamento de mensalidades a serem feitas à WOO desde 11/11/2025. Não percebo porque tenho de pagar a uma entidade que já não me presta nenhum serviço, é cara e sem qualquer atenção para com o cliente, principalmente na saída. Sempre pedi junto das operadoras um tarifário adequado a mim, sem TV e sem Telefone fixo e nunca souberam responder aos meus pedidos. E ainda tentam me roubar à saída. Considero um roubo e inadmissível, ter de pagar por um serviço que já não prestam. E ainda têm a lata de me enviar um email com ameaças de processo judicial. Solicito a vossa ajuda neste tema e pretendo devolução de valor já pago por um serviço que já não está a ser prestado. Cumprimentos. Eunice

Encerrada
D. F.
05/02/2026

Alteração contratual

Boa noite, Venho por este meio relatar que, no sábado passado, me dirigi à loja do Braga Parque, uma vez que tinha dois pacotes em nome de um familiar e pretendíamos que ambos os pacotes tivessem NIBs diferentes, pois estavam a ser debitados no mesmo NIB. A assistente aconselhou-nos a efetuar a troca de titularidade de um dos pacotes, mas não informou que, no pacote que incluía um equipamento a prestações, essas prestações teriam posteriormente de ser renegociadas com a equipa de faturação. Como essa informação não foi prestada, avançámos com a troca de titularidade desse mesmo pacote. Posteriormente, voltei à loja ao verificar que, na fatura emitida recentemente, não constava o valor da prestação do equipamento. A assistente informou-me então de que seria necessário renegociar a prestação e que os valores apresentados eram absurdos. Se fosse para pagar esses valores, nunca teria considerado a opção de adquirir o equipamento a prestações. Após esta situação, fui ainda informado de que tinha o direito de reverter as alterações efetuadas, uma vez que ainda não tinham decorrido 14 dias desde a celebração do novo contrato. Apresentei uma reclamação por escrito na loja e foi-me dito que seria contactado no prazo de 24 horas, o que não aconteceu. Contactei posteriormente a linha de apoio da NOS para exercer o meu direito de reversão do contrato, tendo-me sido indicado que a reversão era possível, mas que a prestação teria novamente de ser renegociada. Esta situação é inacreditável, pois, tendo o direito de reverter o contrato, não deveria ser obrigado a renegociar novamente os termos. O valor de entrada apresentado pela linha de apoio é igualmente absurdo, bem como o valor mensal. Mais uma vez, se tivesse de pagar esses valores pelo equipamento, não teria optado pelo pagamento em prestações desde o início. Por fim, o facto de a assistente da loja ter omitido a informação relativa à necessidade de renegociação dos termos da prestação agrava ainda mais esta situação, uma vez que, se tivesse sido devidamente informado, nunca teria procedido à troca de titularidade.

Resolvida

Levantamento indevido através débito direto

Exmos. Srs. A empresa Trust in news, proprietária da revista Visão, da qual era assinante , mas cuja assinatura tinha terminado em 2024, no dia 3 do corrente mês, através do débito direto, fez um levantamento indevido. Sei que já tem acontecido a outros antigos assinantes . Bloquiei o débito direto, mas passado poucas horas apareceu o nome de Medipress, outra empresa ligada a revistas e jornais.

Encerrada
A. D.
04/02/2026
MEO

Garantia equipamento

Boa tarde, Em 29/10/2025, atraves da loja Meo ON line ,adquiri um smartphone Xiaomi Redmi Note14 5G 256Gb, pela quantia de 177.09€+meos, o qual anexo a copia da fatura. O equipamento só foi entrege na minha morada em Angra do Heroismo, atraves do transitario via Directa, no dia 24 de Novembro de 2025. Logo nos primeiros dias, verifiquei uma anomalia, no equipamento, ao nivel do audio, ficava de repente sem som, apesar de estar com o volume no maximo ( os 3 pontos da coluna do volume desapareciam). Verifiquei em varios foruns, que este modelo tinha esse problema, e só reiniciando o equipamento é que voltava a ter o som normal. No dia 28/11/2025, telefonei para a linha de apoio da Meo, e aconselharam me a ir à loja mais proxima, apesar de ter insistindo que o equipamento estava dentro da garantia e fazia questão que queria a devolução do valor, ou em alternativa a aquisição de outro equipamento de outra marca. Na loja da Meo de Angra do Heroismo, o assistente verificou a anomalia, in vivo, e informou-me que não podiam fazer nada, que as instruções eram para devolver à marca, para a analise e reparação, apesar de contrariado, o equipamento foi enviado via CTT, por um formulario proprio, o qual anexo a copia. Em 23/12/2025, a meo devolve o equipamento, informando que a marca não detectou nenhuma anomalia, segue em ficheiro anexo copia da devolução. Após varios dias com problemas , no dia 22.01.2026, voltei à loja Meo de Angra do Heroismo, com o mesmo problema, tendo a assitente verificado, in vivo, a anomalia, mencionando isso, e voltou a proceder à devolução do equipamento para reparação à Marca, continuando eu a insistir na garantia. Entretanto, fiz varias tentativas para a Meo, atraves da linha de apoio, a exigir a devolução do dinheiro, e as respostas eram sempre que tinham que esperar pela resposta da marca. No dia 03/02/2026, recebi uma mensagem da Meo, a informar que o equipa,mento se encontrava na Loja de Angra do Heroismo, já reparado ( ver relatorio da Marca em ficheiro anexo). Mal cheguei a casa, a anomalia voltou a acontecer. Telefonei para a linha de apoio da Meo, a assistente disse me que apos estas situções todas, que me dirigisse à loja e exigisse um voucher ( as conversas ficaram todas gravadas). Não reinicei o telemovel de proposito para que o assistente vericasse, mais uma vez a anomalia. no dia 04/02/2026, dirigi me à loja, e o assistente verificou a avaria, tendo eu insistindo num voucher, mas o chefe de loja informou que não era possivel, sendo obrigatório voltar , a enviar para a Marca, para reparação, ou seja pela terceira vez, e assim aconteceu, mencionando isso na folha da reparação. Sei que aquilo que vai acontecer é o seguinte, o equipamento vai ser reiniciado, depois volta a ter som , e dizem que está tudo bem. mais grave que isso, é o provedor do cliente, que é mais procedor da meo, ter enviado um email, ontem dia 03/02/2026, com o seguinte teor "Caro Álvaro Duarte, Agradecemos a sua comunicação dirigida à Provedoria do Cliente. Relativamente ao equipamento Xiaomi Redmi Note 14 5G 256GB (IMEI: 864335079306747), informamos que, em nenhuma das verificações realizadas nas assistências técnicas autorizadas pela marca, incluindo as correspondentes às ocorrências, foi detetada a anomalia descrita ou qualquer outra não conformidade de fabrico. Nestes termos, e uma vez que o diagnóstico técnico não confirmou a existência de defeito, não se encontra reunido fundamento para a devolução do valor pago ou substituição do equipamento. Junto remetemos o relatório técnico, para sua verificação do que foi realizado e das respetivas conclusões. Estamos sempre disponíveis pelo 16 200 ou através da Área de cliente em mymeo.pt. Com os nossos cumprimentos. Jorge Barata Direção Provedoria do Cliente MEO meo.pt " Face a todo este historico, apelo a vossa ajuda no sentido do dinheiro pago ser devolvido, até porque sou reformado e com uma pensão muito baixa, porque eles vão andando , e daqui a dias dizem que o equipamento não tem a garantia , para ser efetuado o reembolso. Cumprimentos, Alvaro Montez Duarte

Encerrada
J. M.
04/02/2026

CVP

O meu pai tem serviços na DIGI, infelizmente, foi mais um enganado pelo preço. O meu número estava no pacote dele então fomos todos pra DIGI. Não temos cobertura onde moramos nem em outras zonas. Tentei aderir a um cartão na AMIGO na altura da BLACK FRIDAY mas sem sucesso ... a portabilidade era rejeitada com CVP errado... durante mais de um mÊs, a ligar todos os dias , falando com assistentes ou supervisores , ou enviar email, a DIGI dizia que a culpa era da AMIGO. Aos 2 meses indicaram-nos um CVP novo , diferente do que aparece na APP ! Já agora quanto ao CVP deveria constar na fatura mas a DIGI não colocou o mesmo durante 2 meses. Com o novo CVP o meu irmão fez o portout para a AMIGO. Agora mudei-me pra NOS e quando envio o mesmo CVP , visto que a DIGI diz que tem 1 cvp pra todos os tlms, a portabilidade falha novamente , "O código de validação de portabilidade X não corresponde ao registrado na DIGI ". Quando ligamos para a linha insistem que o CVP está correto embora tenha um na APP e outro na fatura. A culpa é sempre das outras operadoras. Parece claro que as operadoras que angariaram novos clientes , AMIGO e NOS, não tem interesse em que a portabilidade falhe e só interessa à DIGI porque até lá não param de cobrar e o clt a pagar em duas operadoras.

Resolvida
C. S.
02/02/2026
MEO

Direito a devolução negado

Exmos. Senhores, Adquiri uma tv Xiaomi 4K 43" a pro 2026 no v/site no passado dia 23 Janeiro utilizando 1 voucher de 100€ e prestações. Efectuei no imediato o pagamento dos custos admin. 30€ + entrada. Acontece que a tv apresenta má qualidade de imagem, assim como um sistema lento, dificultando o acesso a aplicações, nomeadamente MEO tv, pedi-vos apoio técnico, nesse sentido, não resultou. Pretendo proceder à devolução desta tv e adquirir outra com as mesmas caracteristicas e preço, a LG 4K "43. Conforme instruções no v/site liguei 16200 a fim de proceder à devolução. Ligação entre as 19h35-19h40 do dia de hoje, 2 Fevereiro: quem atendeu nem cumprimentou o cliente, apenas disse "sim/estou", exponho a situação e diz-me que não pode resolver, só por escrito e que para devolver não recolhem. Ora isto é inadmissível. Estamos a falar de um produto pelo qual paguei custos administrativos e entrada, chega ao domicilio um artigo sem qualidade e pedem que seja eu a levar a tv a uma loja ou transportadora. Uma tv de 43 polegadas... Se inicialmente pedi entrega é porque não podia recolher, não tenho transporte próprio e tratando-se de um artigo que apresenta má qualidade e inclusive não permite a utilização da app MEO em condições conforme anunciavam, parece-me extremamente mau da v/parte proceder assim para com o cliente. Pretendo proceder à devolução conforme direito de livre resolução, estabelecido no Decreto-Lei n.º 24/2014, em 14 dias sendo que para tal aguardo que procedam à recolha do equipamento e respectiva devolução de entrada, custos administrativos (uma vez que o pagamento a prestações fica sem efeito) e voucher de 100€ por forma a realizar nova compra da tv que referi anteriormente. Agradeço contacto o mais breve para a devolução da tv. Sem outro assunto.

Resolvida
D. D.
02/02/2026

Reclamação de seguimento – Arrastamento do processo, incumprimento de prazos e bloqueio de contacto

À atenção da Provedoria da NOS Comunicações, Venho apresentar reclamação de seguimento, submetida através da DECO, no âmbito da reclamação inicial apresentada há cerca de três meses, relativa aos danos causados em vários equipamentos (televisão, PlayStation 5 e óculos de realidade virtual) na sequência de falha da box fornecida pela NOS após a trovoada ocorrida na noite de 4 para 5 de novembro de 2025. No seguimento desse processo, e depois de muitos contactos, foi-me solicitado pela NOS o envio dos relatórios de reparação dos equipamentos danificados para um endereço de e-mail específico, o que foi cumprido no dia 30 de dezembro de 2025. Em resposta, recebi um e-mail a confirmar a receção da documentação e a indicar que seria dada resposta no prazo máximo de 3 dias úteis. Tal prazo não foi cumprido. Decorridos mais de 15 dias, contactei o apoio ao cliente da NOS para obter esclarecimentos, tendo sido atendido por um colaborador que adotou uma postura inadequada e pouco profissional, informando que não deveria contactar o apoio ao cliente, mas sim a Provedoria da NOS, alegando ainda que os colaboradores do apoio “não têm experiência suficiente”. Acrescentou que contactar a Provedoria também não resolveria, sendo apenas necessário aguardar. Na sequência dessa indicação, tentei efetivamente contactar a Provedoria através do contacto fornecido, tendo sido informado por mensagem automática de que o meu número não faz parte dos contactos com processos ativos, ficando assim impossibilitada de qualquer comunicação. Esta situação é grave e inadmissível, uma vez que: O processo encontra-se ativo e pendente de decisão; A própria NOS indicou a Provedoria como canal adequado logo no início do processo; O consumidor ficou sem qualquer meio funcional de contacto; O processo arrasta-se há cerca de três meses sem resposta concreta. Nestes termos, exijo: Uma resposta formal, clara e fundamentada ao processo em curso; Clarificação objetiva quanto à responsabilidade da NOS pelos danos causados; Indicação dos próximos passos e respetivos prazos; Garantia de um canal de contacto funcional enquanto o processo se mantiver ativo. Na ausência de resolução célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente ANACOM, sem prejuízo de outros meios legais ao meu dispor. Cumprimentos, Tiago Gonçalves

Resolvida
G. S.
01/02/2026
MEO

Nota de crédito não processada

Exmos. Senhores, Na sequência do cancelamento do Contrato de Prestação de Serviços com a vossa empresa, com mudança de fornecedor efectivada a 13 de Outubro 2025, foi cobrada à Cliente nº. 145 845 48 25 custos indevidos, em duplicação com o novo fornecedor. Em contexto de acerto de contas, foi por mim recebida, via e-mail: gracaxsimoes@gmail.com, (conforme contacto oficial constante na MEO e prática habitual ao longo de todo o Contrato que aliás se iniciou anteriormente em nome do meu pai, já falecido), a Nota de Crédito FT A/855470509 , de Dezembro de 2025, com a indicação de: ||Crédito|a|Transferir|para|o|Mês|Seguinte||||€|-23,09|. Acontece porém, que o Contrato já foi cancelado em momento anterior e não há, neste caso, mês seguinte... No intuito de resolver esta questão, dirigi-me já a duas lojas vossas, que me informaram que para reaver o montante da Nota de Crédito a cliente, minha mãe, tinha OBRIGATORIAMENTE de comparecer presencialmente para assinar o pedido de reembolso em pessoa. Sucede que a cliente de 95 anos está impossibilitada, por incapacidades motoras, de se deslocar. À semelhança do que aconteceu quando da celebração do Contrato em nome da cliente, (e aí não houve problema...), sugeri que poderia levar o dito impresso para ser assinado e voltaria à loja com o documento já assinado e o respetivo cartão de cidadão, como aconteceu com a celebração do Contrato. Foi-me dito que as regras da MEO não permitem aquela solução. Assim sendo, pergunto, devo chamar os bombeiros e levar a minha mãe à loja, de maca, para ela assinar o impresso? E já agora, de preferência com os midia atrás... Ou a MEO fica indevidamente com o montante que não lhe pertence? É deveras lamentável a burocracia, a rigidez e a complexidade administrativa levada ao limite pela MEO. Cumprimentos GS

Resolvida

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