Reclamações públicas

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Avaria Por Resolver á 4 Meses

Comprei um Peugeot E 3008 em novembro de 2024 e desde então que o carro apresenta problemas eletrónicos. Já teve de ser rebocado duas vezes devido a estes problemas. Em março de 2026, relatei uma avaria ao concessionário oficial da marca. De todas as vezes que ligo o carro, em 9 de cada 10 vezes a consola central não funciona: rádio, GPS e todos os botões digitais deixam de responder, o que impossibilita até coisas básicas como ligar o ar condicionado. Foi identificado um problema no módulo central do veículo e a respetiva peça foi pedida à marca, também em março de 2026. Hoje, a 23 de julho de 2026, voltei ao concessionário e continuam sem previsão para a chegada da peça que irá resolver o problema do meu carro. Já estou à espera de resolução há quatro meses. Considero esta situação inadmissível por parte da Peugeot.

Resolvida
M. V.
23/07/2026

Reembolso não recebido.

Não obtenho resposta aos meus emails e continuo à espera do reembolso referente aos dois óculos que devolvi. Este processo arrasta-se desde 5 de junho. Cheguei a receber um email a indicar que o reembolso já tinha sido feito, mas até agora não recebi nada. Desde então, ninguém responde aos meus contactos. Estou extremamente descontente com esta loja.

Resolvida
S. V.
23/07/2026

Confirmação de encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma compra efetuada online que considero poder tratar-se de uma situação de burla. No dia 23/07/2026, efetuei uma compra através da internet, tendo realizado o pagamento por MB WAY. No extrato bancário, o pagamento surge associado à entidade PPRO Payment Services SA. Após a conclusão do pagamento, não recebi qualquer confirmação da encomenda, número de encomenda ou comprovativo por parte do vendedor. Tentei contactar a empresa, mas não obtive qualquer resposta e continuo sem receber o produto adquirido. Solicito a vossa orientação sobre os procedimentos a adotar para tentar recuperar o valor pago e para apresentar a respetiva reclamação contra a empresa responsável. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos, Sandra Vieira  sandra.vieira77@hotmail.com

Resolvida
L. A.
23/07/2026

Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável

Assunto: Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável — contratos com a DS Audio e a Credibom Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa DS Audio, Unipessoal, Lda. e contra a entidade financeira parceira Credibom, devido à forma como fui abordada e levada a celebrar um contrato de compra e o respetivo contrato de crédito coligado. Tenho 81 anos e sofro de défice cognitivo, condição comprovada por médicos, encontrando-me, por isso, numa situação de especial vulnerabilidade perante abordagens comerciais desta natureza. A meu pedido, a minha filha ajudou-me a redigir e a apresentar esta reclamação, uma vez que tenho dificuldade em compreender toda a documentação e em tratar deste processo sem apoio. Contudo, a presente reclamação é apresentada por mim e relata aquilo que vivi. 1. Descrição dos factos No dia 21 de julho de 2026, fui atraída a uma carrinha da DS Audio estacionada na rua, em Setúbal, sob o pretexto de realizar uma “consulta auditiva gratuita”. No local, deparei-me com um ambiente que considerei intimidatório e de forte pressão. Fui abordada por vários indivíduos que, apesar de se mostrarem inicialmente simpáticos, adotaram uma forma de comunicação insistente e agressiva. Aplicaram técnicas de venda de alta pressão e fizeram-me diversas perguntas pessoais que considerei intrusivas. Senti-me encurralada e incapaz de resistir à pressão exercida. Saí do local em estado de pânico, com a sensação de ter sido enganada, e na posse de dois contratos cujo conteúdo e consequências não compreendi e que não tenho capacidade financeira para suportar: * Contrato de compra com a DS Audio, no valor de 5.150,00 €; * Contrato de crédito coligado com a Credibom, no valor de 2.544,77 €. Na documentação que me foi entregue, verifiquei que tanto o número do contrato com a DS Audio como os números de referência dos equipamentos apresentam informações incorretas, contraditórias ou referências diferentes. Esta situação aumenta a minha preocupação e receio de que tais irregularidades possam vir a ser utilizadas para dificultar ou impedir o exercício do meu direito de livre resolução. Verificou-se igualmente que a DS Audio não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico. Esta situação já foi comunicada às autoridades competentes. 2. Exercício do direito de livre resolução Perante a gravidade da situação, pedi à minha filha que se deslocasse de imediato a Setúbal para me prestar apoio no exercício do meu direito de livre resolução dos contratos. No dia 22 de julho de 2026, enviei, por correio registado com aviso de receção, comunicações formais de resolução contratual para a DS Audio e para a Credibom. Nessas comunicações, declarei expressamente a minha vontade de resolver os contratos, solicitei o respetivo cancelamento imediato e pedi que me fossem enviadas, por escrito, as instruções necessárias para a devolução dos equipamentos. Os equipamentos encontram-se intactos e não foram utilizados, estando disponíveis para devolução logo que me sejam fornecidas instruções claras e adequadas para esse efeito. 3. Comunicações às autoridades competentes Com a ajuda da minha filha, apresentei também reclamações e comunicações às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (DGC, ERS, ASAE, ERSF), para que tomem conhecimento das técnicas de venda agressivas e predatórias alegadamente utilizadas pela empresa, especialmente junto de pessoas idosas e vulneráveis. Considero essencial que estas práticas sejam devidamente investigadas, de modo a evitar que outros consumidores em situação de vulnerabilidade sejam sujeitos a experiências semelhantes. 4. Pedido de intervenção Solicito a vossa intervenção no sentido de: 1. Garantir que a DS Audio e a Credibom reconhecem e respeitam o exercício do meu direito de livre resolução, procedendo ao cancelamento dos contratos sem criarem obstáculos ou exigirem pagamentos indevidos; 2. Assegurar que me são fornecidas, por escrito, instruções claras para a devolução dos equipamentos; 3. Investigar as circunstâncias em que os contratos foram celebrados, tendo em conta a minha idade, o meu défice cognitivo e o ambiente de pressão e intimidação que senti; 4. Verificar as irregularidades existentes na documentação contratual, designadamente as diferenças nos números do contrato e nas referências dos equipamentos; 5. Fiscalizar e, se for caso disso, sancionar as práticas comerciais descritas, protegendo outros consumidores idosos ou especialmente vulneráveis. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo informação sobre o desenvolvimento deste processo e as medidas que venham a ser adotadas. Reitero que esta reclamação é apresentada por mim. Devido à minha idade, à minha condição de saúde e à dificuldade que tenho em tratar deste processo, pedi à minha filha que me ajudasse a redigi-la e a encaminhá-la.

Encerrada
M. R.
23/07/2026

Devolução negada

Comprei um notebook e quero devolve-lo, a empresa argumenta uma politica interna de violação de lacre que se SOBREPOE a lei de livre resolução nº 24/2014, qua garante o consumidor de devolver qualquer item comprado online no prazo de 14 dias. A empresa falhou em solucionar e prosseguir com a devolução mesmo com diversos contatos dentro do prazo estipulado pela lei. Quero portanto devolver o item e receber o reembolso integral, uma vez que o produto se encontra sem uso e foi somente aberto e manipulado na sua chegada.

Resolvida
C. S.
23/07/2026

Leroy Merlin - Dificuldades em encomenda online devido a falta de stock

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao processo de compra online da Leroy Merlin. Esta é já a segunda vez que escolho um móvel para lavatório, uma vez que o primeiro a loja da Alta de Lisboa contactou-me a informar não existir stock. De salientar que ambos os móveis surgem como disponível para compra e, posteriormente, sou informada pela loja da Alta de Lisboa de que o segundo artigo afinal também não existe em stock. Gostaria de salientar que a minha encomenda foi efetuada online, com entrega ao domicílio, pelo que não selecionei qualquer loja em específico nem pretendi adquirir o artigo através da loja da Alta de Lisboa. Sendo uma compra online, é expectável que exista uma gestão centralizada do stock ou, pelo menos, que sejam utilizados os stocks disponíveis noutras lojas ou armazéns para satisfazer a encomenda. É incompreensível que os artigos permaneçam disponíveis para venda no site, induzindo os clientes em erro, quando afinal não existe stock para proceder à entrega. Esta situação provoca perda de tempo, frustração e obriga o cliente a reiniciar todo o processo de procura e compra de outro produto. Solicito, por isso, que seja revista a gestão e atualização do stock apresentado no vosso site, de forma a evitar que outros clientes passem pela mesma situação, bem como um esclarecimento sobre a razão pela qual uma encomenda online para entrega ao domicílio fica dependente do stock de uma única loja, quando não foi essa a modalidade de compra escolhida. Agradeço ainda que seja encontrada uma solução adequada para esta situação, uma vez que esta repetição demonstra uma falha no vosso sistema de gestão de encomendas e de informação disponibilizada aos clientes. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
S. A.
23/07/2026

Reclamação – atendimento em pedido de simulação de seguro (parceiro OK)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao atendimento que me foi prestado esta semana, no âmbito de um pedido de simulação de seguro para um motociclo. Contactei inicialmente a DECO para obter a simulação, tendo-me sido indicado que contactasse diretamente a OK, uma vez que o formulário disponível no vosso site apresentava erro. Telefonei, solicitei a simulação e forneci todos os dados pedidos. Foi-me comunicado que o pedido teria de ser analisado pela área técnica e que a simulação me seria enviada posteriormente. Recebi, de facto, uma chamada a informar-me do valor e solicitei o envio por email, para poder decidir até ao final do dia. Ficou acordado que me contactariam pelas 18h00, o que não veio a acontecer. Perante isso, fui eu que voltei a ligar, já com a intenção de aceitar a proposta. Nessa chamada foi-me pedido que confirmasse novamente todos os dados e foi-me dito, uma vez mais, que o pedido teria de seguir para a área técnica — procedimento que já tinha sido cumprido anteriormente. Manifestei de imediato o meu desacordo, mas o processo avançou na mesma. Aguardei ao telefone cerca de trinta minutos, ou mais, para no final ser informada de que a simulação era afinal outra, com um valor superior ao que me tinha sido comunicado. Em síntese, registei: duplicação desnecessária de diligências já realizadas, incumprimento do contacto acordado, tempo de espera excessivo em linha e, sobretudo, alteração do valor previamente comunicado. Considero este procedimento pouco profissional e incompatível com o nível de serviço que se espera de um parceiro da DECO. Solicito, por isso, que a situação seja analisada e que me seja dada uma resposta sobre o sucedido, bem como sobre os critérios que justificaram a alteração do valor da simulação. Entretanto fiz o seguro com a Tranquilidade de acordo com a simulação. Fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Sandra Amaro

Encerrada
B. D.
23/07/2026

Manutenção de motociclo

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor, que a minha viatura (motociclo) SEAT Mo 125, ultrapassou o prazo normal para a realização da manutenção regular programada e recomendada pela marca. Como sempre fui, e continuarei a ser, cumpridor e seguidor das recomendações. Quero deixar explicito, que depois de várias reclamações a esta entidade, pela falta de livro de manutenções, pela falta de clareza nas intervenções realizadas, até ao momento na viatura, e agora a aguardar data para efetuar a manutenção/revisão (há um mês), sendo que davam um tempo de espera de 2 meses, no mínimo, na altura do meu contato, não fui contactado para agendar. Isto já é intolerável e inaceitável, sendo que qualquer problema que daqui advenha, deve ser assumida a responsabilidade pela oficina autorizada JOP - SEAT. Gostaria também, que a entidade que protege os direitos (e deveres) dos consumidores, tivesse uma intervenção mais ativa. Não devo ser o único a sentir-se lesado e enganado, a JOP - SEAT deviam assumir os problemas e procurar solucionar, dialogando com o cliente. Cumprimentos.

Encerrada
C. L.
23/07/2026

Incumprimento da seguradora UNA Seguros — Falta de pagamento de reparação automóvel

RECLAMAÇÃO FORMAL — INCUMPRIMENTO CONTRATUAL, FALTA DE RESPOSTA E PREJUÍZO PATRIMONIAL CAUSADO PELA SEGURADORA UNA SEGUROS Destinatário: DECO PROTESTE / ASF — Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões / Provedoria do Cliente da UNA Seguros Reclamante: Carla Lezameta NIF: 188874828 Processo de Sinistro: SIN/AUTO/006877/25 Seguradora: UNA Seguros NIF: 502661321 Matrícula do veículo: 08-EL-03 Data do acidente: 23/03/2025 Carta de definição de responsabilidade emitida em: 04/03/2026 1. Objeto da Reclamação Apresento reclamação formal contra a seguradora UNA Seguros, devido a: Atraso injustificado de quase 12 meses na definição de responsabilidade; Recusa indevida de pagamento da indemnização correspondente ao valor orçamental da reparação; Falta de resposta sistemática a diversos emails enviados ao longo de meses; Ignorar comunicações consecutivas, mesmo após pedidos de envio de documentação; Prejuízos patrimoniais diretos causados pelo atraso e pela ausência de diligência da seguradora. 2. Responsabilidade assumida pela seguradora A UNA Seguros enviou comunicação oficial confirmando que: A responsabilidade pelo acidente é do condutor do veículo segurado; A seguradora assume integralmente os prejuízos; A reparação estava autorizada; O relatório de peritagem foi aprovado a título definitivo. Portanto, não existe qualquer dúvida quanto à obrigação de indemnizar. 3. Impossibilidade de reparação — culpa não imputável ao lesado Após a aprovação do orçamento, tentei proceder à reparação. Contudo: As oficinas estavam sem disponibilidade, impossibilitando marcações; A seguradora demorou quase 12 meses a assumir responsabilidade, inviabilizando a reparação dentro de prazos razoáveis; O veículo não podia circular sem reparação, sob pena de reprovação na inspeção e riscos de segurança. Assim, não existia viabilidade prática para proceder à reparação. 4. Venda do veículo — perda patrimonial causada pelo atraso da seguradora Face à impossibilidade de reparar, fui obrigada a vender o veículo. Valor de venda: 3.000€ Valor de mercado: ~7.000€ Orçamento aprovado: 2.639,48€ + IVA Mesmo somando o valor da venda ao valor da reparação aprovada, continuo em perda patrimonial, perda esta diretamente causada pelo atraso da seguradora. 5. Falta de resposta da seguradora — violação grave dos deveres legais A UNA Seguros: Não respondeu a diversos emails enviados ao longo de meses; Ignorou pedidos de esclarecimento e envio de documentação; Não atendeu chamadas; Não apresentou qualquer solução ou alternativa. Hoje, foi enviado novo email, cumprindo o pedido da própria seguradora para envio de comprovativo de venda. Contudo, dada a ausência reiterada de resposta e o padrão de comportamento negligente, será apresentada reclamação pública, pois a seguradora está a demonstrar desrespeito pelo cliente e pelas suas obrigações legais. Este comportamento viola: O Regime Jurídico do Contrato de Seguro, que impõe deveres de boa-fé, diligência e prontidão; A regulamentação da ASF, que obriga à resposta célere e adequada; Os princípios gerais do Código Civil (artigos 562.º, 566.º e 342.º). 6. Recusa injustificada da UNA Seguros A seguradora recusa-se a pagar o valor orçamental aprovado, alegando que a indemnização em dinheiro só é possível quando a reparação não é viável. Contudo: A própria seguradora reconhece que a reparação não é viável devido à alienação do veículo; A alienação ocorreu porque a reparação não era possível, devido ao atraso da seguradora e falta de disponibilidade das oficinas; A prática comum e a jurisprudência confirmam que o lesado tem direito ao valor orçamental da reparação quando o veículo é vendido antes da reparação. 7. Pedido Solicito: Pagamento imediato do valor orçamental aprovado (2.639,48€ + IVA); Aplicação de juros de mora legais pelo atraso injustificado; Avaliação de indemnização suplementar pelos prejuízos patrimoniais causados; Intervenção da DECO/ASF para garantir o cumprimento das obrigações legais; Encerramento correto do processo, com emissão de documento final de indemnização. 8. Documentos anexos Carta oficial da UNA assumindo responsabilidade; Email da UNA aprovando a peritagem; Orçamento detalhado da oficina Corauto; Registo de comunicações sem resposta (vários emails); Comprovativo de venda do veículo; Novo email enviado hoje, conforme solicitado pela seguradora. Conclusão A UNA Seguros está a atrasar injustificadamente o processo, ignorar comunicações e causar prejuízos significativos. Solicito intervenção urgente para garantir o cumprimento das obrigações indemnizatórias e o respeito pelos direitos do consumidor. Contactei novamente por email para enviar os documentos pedidos na resposta da última reclamação, contudo, submeto nova reclamação devido à sistémica falta de resposta (só respondem pela DECO). Alguns dados pessoais foram removidos dos anexos para preservar a minha privacidade mas abaixo conseguem ver a quantidade de emails e documentos enviados desde MARÇO DE 2025. Com os melhores cumprimentos, Carla Lezameta NIF: 188874828

Encerrada

IMT Leiria – Processo CH-12-RH sem pendências continua sem DUA após mais de 4 semanas

Entreguei toda a documentação no IMT de Leiria em 19/06/2026 para conclusão do processo de legalização do veículo com matrícula CH-12-RH. O ISV encontra-se pago e a matrícula foi atribuída em 26/05/2026. Após vários contactos telefónicos e por e-mail, o IMT informou-me hoje que o processo se encontra por concluir e sem qualquer pendência documental da minha parte. No entanto, o DUA continua por emitir e o veículo nem sequer aparece associado ao meu NIF no Portal das Finanças. Tenho uma venda acordada por 28.800€ cuja concretização depende da emissão do DUA e da conclusão do registo. O que está em causa já não é a entrega de documentos, mas um processo interno do sistema que continua sem conclusão. Pretendo apenas que o IMT conclua o processo CH-12-RH e indique um prazo concreto para a emissão do DUA, evitando prejuízos económicos causados por um atraso administrativo que não depende do requerente.

Encerrada

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