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Inconsistências contratuais, renovação automática e informação contraditória sobre coberturas
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao meu contrato Medicare, por considerar que existiram falhas graves de informação, transparência contratual e apoio ao cliente relativamente à renovação automática do contrato e às coberturas do seguro associado ao plano. 1. Inconsistências nas datas contratuais e renovação automática No dia 28/04, às 19h57, contactei telefonicamente a Medicare com o objetivo de obter informações sobre como proceder ao cancelamento/não renovação do contrato. Durante essa chamada, foi-me informado que a data de contratação do contrato seria 26/05/2025 e que, por esse motivo, eu já não poderia impedir a renovação automática, uma vez que o contacto foi realizado após o prazo limite alegadamente aplicável. No entanto, verifiquei posteriormente diversas inconsistências nas datas constantes da documentação contratual e da própria aplicação Medicare. Nas Condições Particulares do contrato surgem duas datas diferentes no mesmo documento: - 05/06/2025; - e 26/05/2025. Além disso, os campos destinados à assinatura encontram-se em branco. Verifiquei ainda que a própria aplicação Medicare apresenta informações contraditórias relativamente às datas contratuais. Na aplicação surge indicada uma “Data de contratação” de 26/05/2025, mas simultaneamente aparece a informação de que o contrato “expira a 5/5/2027”. Estas datas não são coerentes entre si nem coincidem integralmente com as datas presentes nas Condições Particulares do contrato. Considero que estas discrepâncias comprometem gravemente a clareza da informação contratual disponibilizada ao consumidor e impossibilitam a correta compreensão: - da efetiva data de celebração do contrato; - da data de renovação; - e do prazo correto para oposição à renovação automática. Durante a chamada de 28/04 manifestei ainda que não concordava com a informação que me estava a ser transmitida, tendo inclusivamente referido que a colaboradora estava a transmitir a informação de forma extremamente rápida e pouco clara, dificultando a correta compreensão das condições apresentadas. Posteriormente, no dia 06/05, às 16h04, fui contactada telefonicamente pela Medicare para questionarem os motivos pelos quais não pretendia renovar o contrato. Durante essa chamada expliquei que o meu marido se encontrava sem trabalhar. Nessa mesma conversa foi-me referido pela colaboradora que os pontos Medicare poderiam ajudar nas despesas de alimentação, afirmação com a qual não concordei, por considerar que os referidos pontos não permitem efetivamente suportar esse tipo de despesas da forma como me foi sugerido. Após essa chamada, recebi no dia 06/05, às 16h08, um email da Medicare a indicar que a não renovação do meu contrato se encontrava “agendada”. Esta informação contradiz aquilo que me tinha sido anteriormente transmitido telefonicamente, nomeadamente que já não seria possível impedir a renovação do contrato. 2. Cobertura de Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho (ITA) Posteriormente, no dia 08/05, às 19h28, contactei novamente a Medicare para obter esclarecimentos relativamente à cobertura de “Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho por Acidente ou Doença (ITA)”, uma vez que o meu marido, incluído no plano Medicare, se encontrava de baixa médica. Durante essa chamada foi-me informado que o meu marido não teria direito ao capital associado a esta cobertura por não ser o “titular” do plano. No entanto, nas condições contratuais disponibilizadas pela Medicare, a cobertura ITA refere-se à “Pessoa Segura”. A definição apresentada na nota informativa refere: “Pessoa Segura: Pessoa singular no interesse da qual o Contrato é celebrado ou a pessoa sujeita aos riscos, que, nos termos acordados, são objeto deste Contrato.” A Medicare informou-me telefonicamente que esta definição corresponde exclusivamente ao titular do plano. Contudo, eu não concordo com essa interpretação, uma vez que considero que a expressão “Pessoa Segura” também pode incluir os restantes beneficiários abrangidos pelo plano, nomeadamente quando estes estão efetivamente incluídos no agregado e cobertos pelo contrato. A própria aplicação Medicare faz referência simultânea a “Titular | Beneficiário” e indica que o contrato possui 2 beneficiários, o que reforça ainda mais a interpretação de que existem outras pessoas abrangidas pelo plano para além do titular principal. Considero que a redação apresentada é ambígua e suscetível de induzir o consumidor em erro quanto ao verdadeiro alcance das coberturas disponibilizadas aos restantes elementos do agregado familiar. Além disso, quando solicitei esclarecimentos adicionais, foi-me indicado pela Medicare que deveria tratar diretamente dessa questão com a APRIL. No entanto, na própria nota informativa consta expressamente que a Medicare é a “Tomadora do Seguro”, sendo a entidade que celebrou o contrato de seguro com a APRIL em representação das seguradoras. Assim, não considero aceitável que a Medicare se demita de prestar esclarecimentos relativamente a um produto que comercializa e relativamente ao qual figura contratualmente como Tomadora do Seguro. Face ao exposto, solicito: - Esclarecimento formal e detalhado relativamente às datas efetivas do contrato; - Esclarecimento relativamente à discrepância entre as várias datas apresentadas; - Fundamentação legal e contratual relativamente à renovação automática aplicada; - Indicação expressa da cláusula contratual que exclui os restantes beneficiários da cobertura ITA; - Fundamentação formal para a interpretação da expressão “Pessoa Segura” como sendo exclusivamente o titular do plano; - Reavaliação da situação apresentada; - E resposta formal à presente reclamação. Informo que a presente reclamação será igualmente remetida para as entidades competentes, nomeadamente ASF, Livro de Reclamações e demais entidades de defesa do consumidor, para apreciação da situação descrita.
Comida com parasitas e bolor
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um pacote de arroz adquirido no supermercado Continente. Ao abrir/utilizar o produto, verifiquei a presença de bichos/parasitas e sinais de bolor no interior da embalagem, o que representa um grave problema de higiene e segurança alimentar. Invisible pet legends
encomenda falhada
Exmos Srs, Venho por este meio denunciar a prática abusiva e negligente da empresa VASP Expresso. Reporto a situação - que não é a primeira vez -, em que a referida empresa negligenciou e mentiu na distribuição de uma encomenda. Em 08 de maio recebi uma sms que procederiam à entrega nesse mesmo dia, sem janela horária indicada. Aguardei todo o dia, com o adiantado da hora e sem nenhuma entrega, contactei a VASP, que me disse para aguardar que estava em distribuição até às 18:00, horário final para entregas. Para meu espanto e continuando sempre a aguardar, na morada a que se destinava, a VASP envia uma notificação às 19:23 em como o destinatário estava ausente às 19:15. O que não é verdade. Não só extravazaram a janela horária, como mentiram. Uma empresa que já fez isto mais do que uma vez, num desrespeito total pelas pessoas.
Não resolução Problemas de Reserva
Ao adquirir uma reserva de viagem ida e volta (Edreams) em anexo, a mesma incluía bagagem de Porão na ida e e volta, mas a companhia aérea não incluiu essa informação. Liguei para a Edreams e eles não conseguiram corrigir a situação, que não era possível. Também se recusaram a disponibilizar a fatura com esse detalhe, na fatura aparece apenas o total pago. A solução é comprar junto da TAP o extra da bagagem e solicitar o reembolso. Isto é inadmissível que não haja outra solução visto que são intermediários e é suposto intermediar e ajudar e corrigir falhas deles e que não são dos clientes....serem os clientes a ter que pagar novamente o extra para assegurar que têm o problema resolvido.. Tentei falar com um superior ao telefone e disseram não ser possível.. Ou seja tudo para não ser possível o apoio correto e escalar esta situação, que deve infelizmente acontecer com muitos. Paralelamente contatei a TAP que confirmou que a viagem de regresso não tinha efetivamente incluída a bagagem de porão e que teria que ser resolvido com a Edreams..
Infringindo a LEI
Assunto: Divergência grave entre tempo estimado e tempo real de viagem. Olá, equipe de suporte. Gostaria de solicitar a revisão imediata do valor pago pela viagem realizada em [Data]. Ao aceitar a oferta, a previsão era de 20 € para 40 minutos de percurso. No entanto, devido a condições excepcionais de trânsito, a viagem levou 2 horas para ser concluída. Houve um acréscimo de 1 hora e 20 minutos em relação ao previsto, mas o ajuste na tarifa foi de apenas 5 €. • Tempo previsto: 40 min • Tempo real: 120 min (2 horas) • Valor adicional pago: 5 € Este valor é desproporcional e não cobre sequer os custos operacionais do veículo parado por tanto tempo, resultando em um ganho por hora muito abaixo do padrão da plataforma e do mercado. O cálculo de "Tempo e Distância" não refletiu a realidade do esforço empregado nesta viagem. Solicito o reajuste justo da tarifa considerando o tempo excedente real de 80 minutos. Fico no aguardo de uma solução célere. Atenciosamente, Jhonatan
Portal do banco
Exmos. Senhores, Quando tentei fazer um PPR através do portal, mandam que cada titular do PPR use o seu login - não permitem PPR para outros. Ok, Quando um dos cotitulares acedeu à sua área na WEB, impedirem o acesso porque o cartão de cidadão (lá registado) estava expirado... 3 maneiras de actualizar - balcão, digitalizar os documentos ou chave digital. os +ultimos 2 davam erro. Digitalizamos e enviamos para o balção. Resolvido, mas então dá um novo erro, já não aceitam segunda validação por SMS, mas tem de ser atravéx da APP deles (que precia de um smartfone. 3 reclamações: 1- mais de uma semana sem poder aceder à minha conta (ao meu dinheiro) sem ser pelo balcão/gestpr de conta 2- Nem toda a gente tem smartfone onde possa instalar a APP - isso é uma abuso e uma exclusão de quem pagou o serviço, mas sem se perceber porque razão, querem que todos usem a APP. 3- a APP recolhe dados e tem condições de autorização que passam em muito o que op banco deve recolher. é demasiado abusivo. Voltem ao SMS pois não há razões de segurança para o uso da APP, apenas razões comerciais do banco Dados recolhidos Atividade de apps, Outras ações, Desempenho e informações da app, Registos de falhas, Diagnósticos e Outros dados de desempenho da app, Localização, Contactos, Informações financeiras, Informações de pagamento do utilizador, Histórico de compras e Outras informações financeiras, Informações pessoais Nome, Endereço de email, IDs de utilizador, Endereço e Número de telefone, Fotos e vídeos e Dispositivo ou outros IDs Cada vez mais, os bancos usam e abusam da sua dita "autoregulação" para recolher dados do banco de portugal, das pessoas, inclusiamente exigir recibos e cópias de documentos, leitura e gravação de dados do CC sem aviso ou autorização. Como ninguém faz nada, agora temos empresas a fazer o mesmo em pprol "da facilidade" do serviço. Isto não pode continuar. Exige-se um retorno ao SMS e uma explicação sempre que tentam impor "as boas práticas de segurança". Como exemplo, palavras passe demasiado complicadas, ou a sua mudança obrigatória periodicamente está visto que é menos segura pois compele as pessoas a escreveram as mesmas. No entanto tentam impor como boa prática, quando o importante é não partilhar a mesma.
Cheguei ao jogo e o meu lugar anual tinha desaparecido
Venho reclamar o incumprimento contratual relativo ao meu Lugar Anual (Setor 29, Fila 46, Lugar 1). Desde 03/11/2025, o serviço contratado foi gravemente degradado sem aviso ou compensação: 1) Privação de Lugar: No jogo FCP vs SC Braga, a minha cadeira tinha sido removida. Vi o jogo em pé e fui importunado por stewards durante 30 min, impedindo o usufruto do evento pago. 2) Defeitos Estruturais: Após reposição, a cadeira foi recuada, reduzindo a visibilidade em mais de 50% (agravada por novos vidros e obstrução fixa de um steward). Além disso, o meu lugar é o único sem acrílico protetor traseiro, expondo-me a correntes de ar constantes e prejudiciais à saúde. 3) Gestão Deficiente: Apesar de várias queixas e provas fotográficas enviadas, o clube nunca respondeu por escrito. A única solução proposta (via telefone) foi a relocalização para a fila 10, o que é inaceitável pois expõe-me à chuva e retira o ângulo de visão original (Fila 46). - Pedidos de Resolução: Exijo uma solução definitiva: A) Relocalização Equivalente: Atribuição de lugar com visibilidade e cobertura iguais ou superiores ao original, mantendo o preço de renovação indexado ao setor inicial. B) Compensação: Ressarcimento ou crédito (Loja/Vale) pelos 9 jogos assistidos em condições precárias e pelo transtorno causado no jogo contra o SC Braga. C) Reembolso Parcial: Caso não haja relocalização aceitável, exijo o reembolso de 50% do valor pago pela perda de qualidade, visibilidade e conforto térmico do lugar. Aguardo resposta formal no prazo legal de 15 dias úteis. Estou disponível para uma reunião presencial, se entenderem que essa é a melhor forma para terminar com este processo.
Encomenda não recebida
Reclamação Urgente – Serviço de Morada Virtual CTT – Tentativa de Devolução Indevida do Objeto LA002129288CY Aos CTT – Correios de Portugal, Escrevo esta reclamação através da plataforma da DECO para expor uma situação inadmissível relativa à gestão da encomenda com o número de objeto LA002129288CY, que se encontra atualmente no Centro Operacional de Perafita. Sou utilizador do serviço de Morada Virtual, utilizando o vosso centro em Perafita para posterior encaminhamento para o meu Cacifo Lock na Figueira da Foz. A encomenda em questão, proveniente do Chipre, chegou a Portugal e deveria ter sido entregue hoje no referido centro. O que aconteceu é incompreensível: o estado passou para "Não Entregue" e, após contacto telefónico com o vosso apoio ao cliente, foi-me dito que nada podem fazer e que a encomenda será devolvida ao Chipre. Exponho a minha total indignação pelos seguintes pontos: Falta de Flexibilidade: A encomenda LA002129288CY já está em Portugal, nas vossas instalações. Recusarem-se a alterar a morada ou a permitir um reagendamento é uma falha grave de serviço ao cliente. Prejuízo Financeiro: A devolução ao Chipre implica que eu tenha de pagar novamente 15 € de portes para que o objeto volte a Portugal. É um custo que me estão a imputar por uma falha vossa na entrega em Perafita. Absurdo Logístico: Qual é o sentido de reenviar um objeto para o estrangeiro quando o cliente está disponível para retificar a morada ou receber o objeto noutro ponto, estando este já em solo nacional? É vergonhoso que a única solução apresentada seja o retorno à origem. Exijo, por isso, o seguinte: A interrupção imediata do processo de devolução ao Chipre do objeto LA002129288CY. O reagendamento da entrega, seja para a Morada Virtual em Perafita ou diretamente para o meu Cacifo na Figueira da Foz, uma vez que o objeto já se encontra na vossa posse. Não aceito que a solução seja "devolver para o Chipre e o cliente que pague outra vez". Caso a encomenda seja efetivamente devolvida, utilizarei esta queixa formal como prova para exigir o reembolso de todos os custos adicionais que venha a ter. Aguardo uma resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Duarte Nº de Objeto: LA002129288CY Tlf: 961552711
Encomenda não recebida
Reclamação Urgente – Serviço de Morada Virtual CTT – Tentativa de Devolução Indevida do Objeto LA002129288CY Aos CTT – Correios de Portugal, Escrevo esta reclamação através da plataforma da DECO para expor uma situação inadmissível relativa à gestão da encomenda com o número de objeto LA002129288CY, que se encontra atualmente no Centro Operacional de Perafita. Sou utilizador do serviço de Morada Virtual, utilizando o vosso centro em Perafita para posterior encaminhamento para o meu Cacifo Lock na Figueira da Foz. A encomenda em questão, proveniente do Chipre, chegou a Portugal e deveria ter sido entregue hoje no referido centro. O que aconteceu é incompreensível: o estado passou para "Não Entregue" e, após contacto telefónico com o vosso apoio ao cliente, foi-me dito que nada podem fazer e que a encomenda será devolvida ao Chipre. Exponho a minha total indignação pelos seguintes pontos: Falta de Flexibilidade: A encomenda LA002129288CY já está em Portugal, nas vossas instalações. Recusarem-se a alterar a morada ou a permitir um reagendamento é uma falha grave de serviço ao cliente. Prejuízo Financeiro: A devolução ao Chipre implica que eu tenha de pagar novamente 15 € de portes para que o objeto volte a Portugal. É um custo que me estão a imputar por uma falha vossa na entrega em Perafita. Absurdo Logístico: Qual é o sentido de reenviar um objeto para o estrangeiro quando o cliente está disponível para retificar a morada ou receber o objeto noutro ponto, estando este já em solo nacional? É vergonhoso que a única solução apresentada seja o retorno à origem. Exijo, por isso, o seguinte: A interrupção imediata do processo de devolução ao Chipre do objeto LA002129288CY. O reagendamento da entrega, seja para a Morada Virtual em Perafita ou diretamente para o meu Cacifo na Figueira da Foz, uma vez que o objeto já se encontra na vossa posse. Não aceito que a solução seja "devolver para o Chipre e o cliente que pague outra vez". Caso a encomenda seja efetivamente devolvida, utilizarei esta queixa formal como prova para exigir o reembolso de todos os custos adicionais que venha a ter. Aguardo uma resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Duarte Nº de Objeto: LA002129288CY Tlf: 961552711
Atendimento
Jose Coelho Inês cliente 6713 adquiriu aparelhos auditvos, atraves dessa empresa e tem sido mal acompanhado a nível de assistÊncia. Pior que isso na última assistência avariaram uma das proteses e "borrifaram-se para isso". Para vender prosutos são uns expeditos e estão sempre prontos para a manutenção é que não. O atendimento telefónico é imppossivel, ninguem atende Agradeço o contato
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