Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cacifo locky vazio
Boa tarde. Fiz uma encomenda online na MANGO Outlet e ontem chegou ao cacifo Locky, em Alcochete, que escolhi como ponto de recolha. Fui levantá-la no mesmo dia, inseri o PIN fornecido, a porta abriu e o cacifo estava completamente vazio. Tentei o código duas vezes, considerando a possibilidade da máquina ter aberto a porta errada. Após a porta ter sido aberta e fechada, o sistema indica que a encomenda já foi entregue. Tirei fotografias como prova da situação (que estão datadas de 16h55, minutos antes de fechar o cacifo depois de verificar que não se encontrava lá nada. Contactei os CTT e a GLS, mas sem sucesso. Neste momento, não tenho a encomenda e ninguém trata da situação. Aguardo resposta e que a situação seja resolvida com a maior brevidade. Obrigada.
Seguros AYVENS
Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como a Ayvens tem conduzido o processo de sinistro associado ao acidente identificado como BC-39-MD. Desde o início deste processo tenho colaborado, enviado a documentação pedida e respondido atempadamente a todos os contactos. Ainda assim, a gestão do caso tem sido marcada por atrasos sucessivos, falhas de coordenação entre a Ayvens, o perito e a oficina, informação contraditória e ausência de esclarecimentos claros em tempo útil. Logo numa fase inicial, comuniquei não apenas os danos visíveis, mas também outras anomalias que surgiram após o acidente, nomeadamente o farolim traseiro esquerdo, uma anomalia na direção e o acendimento da luz do motor. Mais tarde, a própria Ayvens veio aceitar o enquadramento do farolim no sinistro. No entanto, quanto às restantes anomalias, fui recebendo respostas vagas, incompletas e sem a necessária fundamentação técnica documentada. Ao longo do processo, fui também confrontado com várias incongruências entre o que me era transmitido pela Ayvens e o que me era dito pela oficina. Houve momentos em que a Ayvens afirmava ter enviado autorização ou instruções, enquanto a oficina dizia não ter recebido qualquer informação útil para avançar. Em vez de existir uma articulação eficaz entre as entidades envolvidas, o ónus de acompanhar, insistir, esclarecer e desbloquear o processo acabou por recair repetidamente sobre mim. Acresce que solicitei várias vezes contacto e esclarecimento direto, nomeadamente telefónico, sem que me tivesse sido dado um acompanhamento útil, claro e atempado. Essa falta de retorno contribuiu para agravar a incerteza e os prejuízos sofridos. A situação tornou-se ainda mais difícil quando, após me deslocar para levantar uma viatura de substituição, a mesma não se encontrava disponível no local indicado, o que me causou perda adicional de tempo de trabalho e mais transtornos. Mais tarde, continuei sem saber com clareza qual era a solução prática para o meu veículo, nem como deveria proceder relativamente à viatura de substituição. Na comunicação mais recente, a Ayvens informou-me de que a luz do motor e a anomalia na direção não estariam relacionadas com o sinistro. No entanto, essa conclusão não me foi acompanhada de relatório técnico, parecer pericial detalhado ou qualquer fundamentação documental objetiva que me permitisse perceber, de forma séria e transparente, em que base foi tomada essa decisão. Para além disso, foi-me comunicado que a peça necessária à reparação estaria descontinuada e que deveria ser eu próprio a adquiri-la, remetendo depois a respetiva fatura para reembolso. Também neste ponto não me foi indicada, de forma clara, a base legal ou contratual que justificasse transferir para o lesado esse ónus. Assinalo ainda que, numa das respostas recebidas, foi invocado o “Art.º 42.º do Decreto-Lei 291/2027”, referência legal incorreta, o que, naturalmente, não transmite confiança nem o rigor que se exige numa comunicação formal desta natureza. Em face do exposto, considero que este processo não foi conduzido com a diligência, clareza e transparência que seriam exigíveis. Entendo, por isso, que deve ser apreciada: a falta de fundamentação técnica documental das decisões comunicadas; a demora e descoordenação verificadas ao longo do processo; a ausência de resposta útil e esclarecedora em tempo adequado; a forma como me foi transferido o encargo de procurar/adquirir uma peça necessária à reparação; os prejuízos e constrangimentos que esta situação me causou. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que sejam promovidos os esclarecimentos e diligências adequados, designadamente quanto à regularidade da atuação da entidade reclamada e à suficiência da informação e fundamentação prestadas ao lesado. Com os melhores cumprimentos, João Rocha
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Não recomendo nada qualquer serviço ou contacto com esta empresa Smooth Saturday LDA, infelizmente não pude escolher no momento da compra online com a Ginova, que tinha esta transportadora como parceira. A compra foi feita no dia 12/11/2025, nunca recebi a encomenda e só consegui cancelar a mesma, após inúmeras tentativas de contacto telefónico e por email, no dia 30/12/2025, em que confirmam no email que a encomenda (nunca entregue) foi cancelada e que efetuariam o reembolso do valor pago. Começo por dizer que lamentavelmente desde o dia 26/01/2026 (última resposta de parte desta empresa e mais uma vez com respostas automáticas e sem qualquer tipo de resolução), que não tenho qualquer notificação referente ao reembolso de 161,03€ e friso que esta lamentável situação se arrasta há 3 meses praticamente. Cumprimentos.
Recolha indevida da Bimby TM5 após cancelamento e ausência total de resposta
Boa tarde! Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Techno Store, devido a uma situação extremamente preocupante e à ausência total de resposta por parte da empresa. Contactei a Techno Store para solicitar reparação da minha Bimby TM5, tendo sido posteriormente contactada para agendamento da recolha do equipamento para o dia 26/03. Após consultar o Portal da Queixa e verificar várias reclamações negativas relativas à empresa, decidi cancelar o agendamento da recolha. O cancelamento foi feito através do WhatsApp, no mesmo canal onde me tinham enviado instruções sobre a embalagem do equipamento. Apesar de ter apagado posteriormente a conversa, a empresa tem acesso ao histórico dessa comunicação, podendo confirmar o cancelamento efetuado. Posteriormente, entrei em contacto diretamente com a Vorwerk, fabricante da Bimby, e agendei a recolha oficial para o dia 27/03. Na manhã do dia 27/03, tocaram ao interfone informando serem dos Correios, usando um colete amarelo, sem fornecer qualquer identificação formal ou comprovativo de recolha. Assumi tratar-se da recolha agendada pela Vorwerk, e entreguei a minha Bimby, sem receber qualquer documento que comprovasse a entrega. Pouco depois, a Via Directa chegou para recolher o equipamento para a Vorwerk, momento em que percebi que a minha Bimby tinha sido indevidamente recolhida pela Techno Store. No próprio dia 27/03, entrei em contacto com a Techno Store através do formulário no site, que indica resposta em até 24 horas. Até à presente data, 02/04, não obtive qualquer resposta, apesar de várias tentativas de contacto pelo número de telemóvel fornecido pela empresa (termina em …). O equipamento foi enviado completo, incluindo copo, tampa, acessórios e dispositivo adicional (Cook-Key), aumentando assim o valor e a responsabilidade sobre o equipamento recolhido sem autorização. Além disso, o equipamento apresenta falha no motor devido a entrada de água, tendo funcionado parcialmente durante quase três meses antes de parar completamente. Desta forma, torna-se essencial que a Bimby TM5 seja devolvida na sua totalidade e sem qualquer intervenção, garantindo que não haja danos adicionais. Importa ainda referir que a recolha foi efetuada por um indivíduo que se identificou como sendo dos Correios, usando apenas um colete amarelo, sem qualquer identificação formal, sem documentação e sem entrega de comprovativo de recolha. O próprio aparentava não ter conhecimento do tipo de equipamento que estava a recolher, aumentando a preocupação relativamente à segurança e destino do meu equipamento. A situação descrita é extremamente grave, pois: • O equipamento foi recolhido após cancelamento prévio • Não foi fornecido comprovativo de recolha • A empresa não responde a contactos há vários dias • Não há qualquer garantia sobre o estado ou localização do meu equipamento Pretendo a devolução imediata da minha Bimby TM5, sem qualquer intervenção ou reparação, uma vez que não autorizei a recolha nem qualquer serviço. Caso não obtenha uma resposta urgente e resolução desta situação, irei avançar com reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente: • Livro de Reclamações Eletrónico • Entidades de defesa do consumidor • Outras vias legais aplicáveis Aguardo resolução urgente desta situação. Cumprimentos, Crycia Mendes Calderaro
Cancelamento unilateral de encomenda já confirmada e paga
No dia 29/03/2026 efetuei uma encomenda no website da Rádio Popular referente ao artigo CONSOLA PS5 PRO 2TB (ref. 1331619), com o nº de encomenda EE 0C/378935. No momento da compra o artigo encontrava-se indicado no site como “Disponível (entrega estimada em 30 dias úteis)”. Cronologia dos acontecimentos: 29/03/2026 – 17:20 Recebi o email de confirmação da encomenda, onde constava que o artigo estava disponível e que seria expedido após confirmação do pagamento. 30/03/2026 – 08:35 Recebi novo email da Rádio Popular com o assunto “Pagamento recebido – aguardar entrega do fornecedor”, informando que a encomenda possui artigos sujeitos a encomenda a fornecedor e que assim que o artigo desse entrada em armazém seria contactado para agendamento da entrega. Ou seja, foi confirmada a aceitação da encomenda e do pagamento, indicando apenas que o artigo seria obtido junto do fornecedor. Posteriormente recebi uma comunicação da empresa a informar que o artigo se encontrava esgotado e que a encomenda seria cancelada, alegando inexistência de reposição de stock num futuro próximo. Não concordo com o cancelamento unilateral da encomenda. No momento da compra o produto estava anunciado como disponível, a encomenda foi confirmada pela empresa e o pagamento foi aceite e confirmado. Além disso, a própria empresa informou posteriormente que o artigo seria encomendado ao fornecedor, não tendo sido indicado qualquer impedimento definitivo à entrega. Importa também salientar que não tenho qualquer urgência na entrega e estou disponível para aguardar a reposição de stock, mesmo que tal implique um prazo superior ao inicialmente indicado. No dia 31/03/2026 respondi à comunicação da empresa solicitando que a encomenda fosse mantida ativa e informando que estava disponível para aguardar reposição do produto. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Acresce que o valor pago continua na posse da empresa e não houve qualquer contacto adicional para resolução da situação. Considero que esta situação constitui uma prática comercial inaceitável, uma vez que a empresa aceitou a encomenda e o pagamento e posteriormente pretende cancelar unilateralmente a compra, ignorando ainda o contacto do cliente que solicitou a manutenção da encomenda. Solicito assim a intervenção para que a encomenda seja mantida ativa, aguardando reposição de stock do produto. Caso tal não seja possível, deverá ser apresentada uma solução equivalente ou superior sem custos adicionais para o consumidor. Caso a empresa mantenha a intenção de cancelar unilateralmente a encomenda, considero que tal poderá configurar incumprimento das obrigações contratuais assumidas no momento da compra.
Resposta de Reclamação ROR00000000045552987/33558361
Exmos senhores: Venho por este meio denunciar o incumprimento do prazo legal de reparação e a má fé na resposta da Samsung (Ref. ROR00000000045552987). Entreguei um Smartwatch para reparação a 24/02. No dia 06/03, em loja, na presença do funcionário confirmei que o equipamento continuava com problemas, neste caso que o problema anteriormente reportado persistia, pelo que o artigo não foi levantado. O prazo legal de 30 dias (Art. 18.º do DL 84/2021) terminou a 26/03. Após o prazo expirar, no dia 27/03, a Samsung enviou uma resposta padrão alegando “Anomalia nao verificada.” e ignorando o atraso legal. Refuto esta alegação, pois o defeito foi aceite e confirmado em loja a 06/03. Exijo a resolução do contrato e o reembolso total do valor, conforme o Art. 15.º do referido Decreto-Lei, uma vez que a confiança no equipamento e no serviço técnico prestado foi quebrada. No dia de hoje (02/04/2026), fui contactado telefonicamente pela Samsung, ao que a mesma alega não ter ultrapassado o prazo legal de reparação e que o equipamento não se verifica qualquer defeito de fabrico. Recusando-se a dar cumprimento ao por mim exigido, de livre resolução do contrato. Junto anexo Reclamação em livro físico, guias de reparação, complemento à queixa apresentada através de livro de reclamações on-line, resposta à reclamação e prova de compra.
Recebi uma encomenda por engano muito inferior ao valor pago
Paguei uma máquina de soldar da Festool por 50 euros e enviaram-me uma caixa de ferramentas no valor de 5 euros
Encomenda Perdida
Exmos Srs. venho vos reportar a minha indignação face ao que me está a acontecer após eu ter devolvido uma encomenda com a taxa acrescida de "Encomenda Segura" conforme consta na fatura, encomenda essa que tratava-se de um conjunto de dois faróis em vidro para uma viatura clássica vendidos pela empresa AUTODOC. Por não serem compatíveis fui obrigado a devolver ambos faróis. O fornecedor emitiu uma etiqueta para colocar na caixa de devolução, preferencialmente a caixa original, e por conseguinte eu teria que colocar num ponto Pack Looker ISA PICK-UP POINT. Eu tive o cuidado de colocar nas caixas originais e repliquei a etiqueta e colei uma em cada caixa e entreguei no ponto PikUP mais próximo de mim, que foi o ponto Avenida das Oliveiras nº45 4520-626 Sao Joao de Ver. Visto isto, o fornecedor informa-me que só recebeu uma caixa e que assim sendo me iria devolver apenas o valor de um farol. Apesar de eu ter informado que enviei os dois faróis um em cada caixa conforme recebi, cada um na sua caixa original, o fornecedor diz que o problema que levou a que só chega-se lá uma só caixa deveu-se ao erro da colocação da etiqueta em duas caixas quando deveria ter sido só numa caixa. O fornecedor responde-me que lamenta o sucedido mas que não pode fazer mais nada para me ajudar e que eu terei de reclamar no ponto onde entreguei a encomenda e junto do transportador INPOST porque tem de estar perdida/ parada num desses pontos. Eu já fui ao ponto onde depositei as duas caixas e a dona do estabelecimento responde que ambas as caixas foram levantadas pela INPOST e recomendou-me ligar com a transportadora, eu liguei com a transportadora e eles dizem-me que o sistema informático lhes dá a informação de que a encomenda já chegou até ao fornecedor e para eu contactar o fornecedor e pedir esclarecimento da situação, o que eu disse que já o fiz, e dizem que a culpa é minha que eu é que fiz o erro de colocar a mesma etiqueta em duas caixas diferentes. Conclusão, eu posso me ter equivocado com a etiqueta uma vez que as instruções do fornecedor diziam para colocar as peças na caixa de origem mas numa só caixa e eu pensando que estava a fazer bem coloquei nas caixas de origem ou seja duas caixas e a mesma etiqueta nas duas caixas, contudo isso não invalida o meu direito á devolução coberta por um seguro que paguei extra de “Encomenda Segura” muito menos ficar sem o dinheiro e sem a peça que segundo a loja o ponto onde entreguei foi levantado pela INPOST e como não chegou à AUTODOC terá de estar na posse da INPOST. Quer o transportador a InPOST quer o fornecedor a AUTODOC não se contactam entre si no sentido de me resolverem o meu problema e ao invés disso empurram um para o outro a responsabilidade. FIQUEI SEM O DINHEIRO 71.18€ e sem a PEÇA para poder devolver, eu considero isto um ROUBO pois alguém ficou com a segunda caixa que continha um farol novo no valor de 71.18€.
assedio
Ao longo do tempo, têm-se verificado situações recorrentes e preocupantes dentro da IKEA, que não podem continuar a ser ignoradas nem desvalorizadas. Apesar de a empresa afirmar publicamente que respeita a liberdade sindical, na prática existem fortes indícios de bloqueio à atividade sindical. Não há contacto efetivo entre o sindicato e a empresa, o acesso às instalações é impedido e não existe qualquer canal de comunicação funcional. Esta realidade levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da legislação laboral aplicável. Para além disso, são relatadas atitudes por parte de direções e chefias que desvalorizam ou criticam abertamente os sindicatos e os trabalhadores sindicalizados. Colaboradores identificados como sindicalizados acabam por ser alvo de exclusão, isolamento e comentários depreciativos, o que pode configurar práticas de discriminação e perseguição. Existem também múltiplos relatos de assédio moral, abuso de poder e maus-tratos no local de trabalho, tanto entre chefias e subordinados como entre níveis hierárquicos semelhantes. Segundo estas denúncias, as situações tendem a ser desvalorizadas internamente, com proteção dos níveis superiores da estrutura, em detrimento dos trabalhadores afetados. Particularmente grave é a alegação de práticas de vigilância indevida, envolvendo responsáveis de segurança e de gestão de risco, com o objetivo de monitorizar colaboradores e procurar elementos que possam ser utilizados contra eles. A confirmar-se, este tipo de atuação poderá constituir uma violação séria da lei, nomeadamente em matéria de privacidade e proteção de dados. É ainda descrito um ambiente organizacional marcado por liderança autoritária, onde decisões são impostas sem transparência nem respeito pelos princípios básicos de dignidade no trabalho. Este tipo de cultura pode contribuir para um clima de pressão psicológica e degradação das condições laborais. Há também referências a saídas de colaboradores em diferentes departamentos, alegadamente acompanhadas de acordos de confidencialidade que impedem a divulgação dos motivos reais dessas saídas, o que levanta questões sobre a transparência dos processos internos. Um dos casos mais preocupantes mencionados é o de uma colaboradora da loja de Alfragide, identificada como Maria. Segundo o relato, esta trabalhadora terá sido alvo de um processo continuado de assédio grave, incluindo humilhação, difamação e pressão psicológica. É alegado que foi colocada numa posição de fragilidade e posteriormente pressionada a aceitar uma redução da sua categoria profissional através de um acordo considerado injusto. O envolvimento de vários níveis hierárquicos, bem como a insistência contínua para a assinatura desse acordo, reforça a perceção de um processo coercivo e profundamente lesivo da dignidade da trabalhadora. As pessoas envolvidas neste grave processo como Ivo coutinho; sergio Botelho; Barbara Graf; Lélia Pontes e o S.O. Da Ikea continuam sem serem responsabilizados. No seu conjunto, estes relatos apontam para um padrão consistente de práticas que, a confirmarem-se, representam situações de assédio moral, abuso de poder, perseguição e possíveis ilegalidades. A gravidade destas alegações exige atenção, investigação independente e, caso se comprovem, a devida responsabilização
Fraude de Reserva
Ex.mos Senhores No dia 2 de Abril de 2026,pelas 9h35 foi efetuado uma reserva na plataforma Trivago que na sua melhor promoção do hotel escolhido, redirecionou para a plataforma Stayforlong ao qual coloquei 2 adultos uma criança entre os dias 2 e 4 de abril, os dados de pagamento e foi confirmada a reserva. Apareceu todos os dados do resumo da reserva feita em.meu nome com o mail monica.cbr25@gmail.com. Confirmei o pagamento pelo que me foi debitado 227,60€. Foi à plataforma da Stayforlong e não aparece qualquer registo de reserva, tentei contactar o apoio ao cliente através do número indicado na página de reservas (351 30880018) pelo que nunca ninguém atende nem sequer está disponível. Contactei o hotel Star inn Peniche para onde pretendia ir e também não tinham qualquer reserva nem da Trivago nem da plataforma Stayforlong. Por conseguinte, gostaria de reaver o valor debitado já que a reserva não aparece em lado nenhum. Foi a primeira e última vez pelo que não recomendo de forma alguma esta plataforma. Gostaria de denunciar a falta de apoio e de contacto desta plataforma Stayforlong. Com os melhores cumprimentos Mónica Coelho
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
