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Cancelamento não efetivado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao meu processo de inscrição, utilização e tentativas de cancelamento na cadeia Fitness UP, o qual permanece por resolver apesar de inúmeras diligências da minha parte. Junho de 2024 Realizei a minha inscrição no Fitness UP da Portela. No momento da inscrição deixei claro que residia em Carcavelos, mas que durante cerca de um mês estaria numa casa temporária na Portela e queria começar a treinar nessa unidade, aproveitando igualmente o facto de existirem ginásios Fitness UP perto da minha residência em Carcavelos, aos quais tencionava deslocar-me posteriormente. Na receção foi-me garantido que, sendo a Fitness UP uma cadeia nacional, poderia inscrever-me em qualquer ginásio e usufruir livremente de qualquer unidade do país, dentro do plano escolhido, sem qualquer condicionamento futuro. Frequentei o ginásio da Portela menos de um mês, até me mudar definitivamente para Carcavelos. Julho de 2024 No meu primeiro dia no ginásio de Carcavelos, apresentei-me na recepção e solicitei a transferência para que esse ginásio passasse a ser o meu ginásio “oficial”. Foi-me explicado que bastava efetuar a alteração na aplicação móvel e que não havia necessidade de qualquer processo formal, pois sendo tudo a mesma cadeia, a gestão seria feita dessa forma. Assim procedi. Março de 2025 Já a trabalhar fora do país, durante uma semana de férias em Portugal, desloquei-me presencialmente ao ginásio de Carcavelos com o objetivo de cancelar a minha inscrição. Estava totalmente consciente da taxa de cancelamento de 50€ e pronta para a pagar naquele momento. Expliquei que passo 3 de 4 semanas por mês fora de Portugal por motivos profissionais e que infelizmente não ia poder continuar a treinar na Fitness UP. Contudo, o cancelamento foi recusado na receção de Carcavelos, tendo-me sido dito que o cancelamento apenas poderia ser efetuado presencialmente no ginásio da Portela, local onde tinha efetuado a inscrição inicialmente meses antes. Expliquei que naquele mesmo dia iria novamente sair do país e que era impossível deslocar-me à Portela. Reforcei que o ginásio de Carcavelos era o ginásio que frequentei efetivamente e aquele que, desde o início, deixei claro que seria o meu principal. Solicitei que entrassem em contacto com a Portela para dar seguimento ao cancelamento, mas tal foi-me recusado, afirmando que a situação era “alheia” ao ginásio de Carcavelos e que apenas presencialmente na Portela poderia cancelar. Março a Julho de 2025 Apesar de não usufruir de qualquer ginásio, continuei a pagar mensalmente as quotas durante esses cinco meses, sendo que a minha última visita efetiva ao ginásio foi a 2 de março. Não deixo de frisar que estes pagamentos aconteceram exclusivamente porque o cancelamento me foi recusado, apesar de eu o ter tentado fazer dentro de um contexto legítimo e estando disposta a cumprir as condições contratuais. Meados de Julho de 2025 Desloquei-me finalmente ao ginásio da Portela, com o objetivo de resolver definitivamente a situação e cancelar a inscrição. Nessa data, já perfazia 1 ano de fidelização, situação que me tinha sido inclusive confirmada anteriormente no ginásio de Carcavelos. Na receção, fui atendida por um colaborador (cujos dados infelizmente não retive), a quem expliquei todo o processo. Foi-me apresentada novamente a taxa de 50€ de cancelamento e, naturalmente, questionei, uma vez que desta vez já tinha ultrapassado o período de fidelização. Foi-me explicado então que, apesar de ter passado um ano, usufrui de semanas gratuitas no início que não eram contadas na fidelização e que teria ainda cerca de 16€ a pagar referentes a esse período, após isso o cancelamento ficaria efetivo. Seguindo as instruções dadas, aceitei essa informação e procedi ao pedido de cancelamento nessa base, confiando que a situação ficaria resolvida após essa última cobrança 16€ e não os imediatos 50€. Contudo, a minha situação não foi resolvida. O ginásio continuou a proceder a cobranças nos meses seguintes, obrigando-me, após toda esta sequência de falhas e contradições, a cancelar o débito direto. Contactos posteriores: • Em setembro de 2025, recebi um contacto telefónico de uma colaboradora a quem voltei a explicar toda a situação. Fui informada de que iriam averiguar e retornar o contacto — não aconteceu. • Em dezembro de 2025, fui novamente contactada, desta vez por um colaborador. Mais uma vez expliquei todos os factos e fui informada de que iriam procurar o meu pedido de cancelamento e esclarecer a situação. Mais uma vez, não obtive seguimento. Face a tudo o exposto, solicito: 1. Confirmação da rescisão contratual sem qualquer penalização adicional; 2. Envio, por escrito, da confirmação oficial da resolução deste processo. Caso continue sem obter resposta adequada e célere, terei infelizmente de avançar com os meios legais ao meu dispor, incluindo Livro de Reclamações, entidades competentes e defesa do consumidor. Aguardo resposta e resolução. Com os melhores cumprimentos,
Produto errado
Arrematei um relogio onde dizia que o mesmo era banhado a ouro rosa. Recebi um produto diferente do especificado no leilão pois o mesmo informava ser banhado a ouro rosa e não existe qualquer ouro no relogio. Fiz contato com a Catawiki antes mesmo de pagar o leilão solicitando confirmação do analista que assina o lote para saber se realmente era banhado a ouro.... a Catawiki não soube afirmar... Recebi a orientação de pagar pelo lote e verificar a veracidade do item após recebimento... Agora tenho um relogio diferente do que foi prometido no lote e a Catawiki e o vendedor Gold&Watches da Italia não resolvem o problema.
Atrasos nas faturas de electricidade
Venho por este meio apresentar reclamação da Galp, pois houve atraso na emissão das faturas e recebi uma fatura de 2 meses e meio, com um valor muito alto. Há vários dias que tento por diversos meios contactar a Galp, para poder fazer um plano de pagamento fracionado da fatura. Em nenhum dos meios, pelos quais tentei contactar, obtive resposta.
Garantia
Exmos. Senhores da Dacia Portugal, Na qualidade de proprietário do veículo Dacia Logan 2024, matrícula BL-86-ZA, adquirido em 02/07/2024, venho, por meio da presente, reiterar e reforçar formalmente as reclamações já apresentadas, face à persistência de defeitos graves, à falha reiterada da concessionária autorizada e aos prejuízos profissionais e financeiros que venho suportando. Conforme já comunicado, o veículo apresenta, desde os primeiros meses de utilização, múltiplos problemas cobertos pela garantia, nomeadamente: • ruídos anormais provenientes dos plásticos das portas; • barulhos na suspensão / amortecedores; • estralos no volante, que se manifestam quando circulo em estradas de calçamento; • falhas recorrentes no sistema GPL, com perda de potência, alertas no painel e funcionamento irregular do motor. Ressalto que o veículo é utilizado para atividade profissional (TVDE), pelo que tais defeitos afetam diretamente a segurança, a confiabilidade e a minha fonte de rendimento. Sinistro e falha grave no reparo Na sequência de um sinistro ocorrido no para-choque traseiro direito, verificou-se que, imediatamente após a colisão, passou a surgir no painel o alerta “Verificar sistema de antipoluição”, situação inexistente antes do acidente e diretamente relacionada ao impacto sofrido. O veículo foi entregue na concessionária na segunda-feira, dia 05/01/2026, às 8h30, tendo sido retirado na quarta-feira, dia 07/01/2026, às 11h30, com os mesmos problemas anteriormente reportados, sem que tivesse sido efetuada qualquer reparação eficaz relativamente ao alerta de antipoluição ou aos demais defeitos cobertos pela garantia. Durante esse período, a concessionária limitou-se exclusivamente à: • substituição do para-choque traseiro, e • troca do farolim direito. A concessionária recusou-se a diagnosticar e reparar a falha no sistema de antipoluição, alegando que tal problema não estaria relacionado com o sinistro, argumento que não se sustenta, considerando que: • o alerta surgiu imediatamente após a batida; • não existia qualquer histórico prévio desse defeito; • o sistema é sensível a impactos na zona traseira do veículo. Adicionalmente, os estralos no volante e demais anomalias relatadas não foram constatados pelos mecânicos da concessionária durante os testes com o veículo. Contudo, logo que retirei o carro da concessionária, os problemas se manifestaram imediatamente, provando que o diagnóstico realizado não refletiu a realidade das falhas. Saliento ainda que possuo registos fotográficos, que serão anexados, comprovando que o veículo saiu da concessionária com as luzes de alerta de antipoluição acesas, reforçando a ineficácia do reparo realizado. Prejuízo profissional e financeiro Embora a concessionária tenha disponibilizado um veículo de substituição, este não é adequado para a minha atividade profissional (TVDE), pelo que continuo impossibilitado de trabalhar normalmente, sofrendo prejuízo direto em meus rendimentos. Além disso, sou obrigado a: • suportar custos de deslocação; • permanecer com o veículo em condições inadequadas de utilização para minha atividade, sem que me seja oferecida qualquer compensação adequada pelos prejuízos financeiros e profissionais causados. Quebra de confiança e pedido expresso Diante da falha reiterada, do reparo incompleto, da ausência de solução definitiva e da quebra total de confiança, não aceito que o veículo volte a ser intervencionado pela mesma concessionária. Assim, requeiro formalmente: 1. Substituição imediata da concessionária, com autorização expressa para que o veículo seja atendido por outra unidade da rede autorizada Dacia/Renault, à minha escolha; 2. Avaliação técnica completa e independente, com diagnóstico e reparação definitiva do alerta “Verificar sistema de antipoluição” e demais defeitos; 3. Solução integral de todos os defeitos cobertos pela garantia já comunicados; 4. Manifestação formal da Dacia Portugal quanto à compensação pelos prejuízos profissionais e financeiros sofridos, nomeadamente por meio de cortesia de serviços, revisões, extensão de garantia ou medida equivalente. O veículo encontra-se dentro do período de garantia legal de três anos, sendo aplicáveis, entre outros, o Decreto-Lei n.º 67/2003 e as normas do Código Civil, que asseguram o direito à reparação adequada, à substituição do bem e à indenização por danos. Reitero que pretendo a resolução administrativa e amigável da situação. Contudo, na ausência de resposta célere e eficaz, serão adotadas, sem novo aviso, as medidas cabíveis junto ao Livro de Reclamações Eletrónico, ASAE, entidades de defesa do consumidor e vias judiciais competentes. Aguardo resposta formal, com indicação clara de prazos e providências concretas. Com os melhores cumprimentos, Thiago dos Santos Brandão Matrícula: BL-86-ZA Dacia Logan 2024 Data da compra: 02/07/2024 Contacto: 936 329 883
Emissão de segunda via da factura
Exmos Senhores, No passado dia 18 de Dezembro a minha filha comprou na Loja Seaside - Aveiro - Glicínias, umas sapatilhas da marca Seaside para me oferecer de presente de Natal. Recebi-as, experimentei, gostei, estava tudo certo coloquei o talão de troca para o lixo. No dia 27 useia-as e no fim do dia apercebi-me que a parte superior lateral das sapatilhas começou toda a levantar, como se de uma casca se tratasse. Dirigi-me à loja e expliquei a situação. Explicaram-me que sem o talão não conseguiam fazer nada e para pedir uma segunda via do talão, uma vez que não tinha sido usado NIF, nem número de cliente, só o poderia fazer através do serviço de apoio a clientes , uma vez que a loja só consegue reimprimir os documentos do dia. Assim o fiz, enviei-email para service@seaside.pt, explicando toda a situação. Recebi um email de resposta dizendo que só a loja física onde fiz a compra poderia emitir a segunda via. Voltei à loja, mostrei a resposta e as funcionárias ficaram petrificadas. Encaminhei-lhes o email (para email da loja seaside.avero2@seaside.pt) para que a supervisora, que naquele dia (05.01.2026) estava de folga, me contactasse e resolvesse o problema. Até agora não recebi qualquer contacto / resposta de Aveiro. Voltei a enviar novo email para ambos os contactos onde incluí imagens dos defeitos, do movimento bancário incluindo o dia e referi que a compra foi feita entre as 19h30 e as 20h, para facilitar a busca. O Serviço de apoio a clientes continua a responder de forma absurda, para procurar no e-factura se pedi com NIF ou se foi associada a Seaside Lovers que é possível através do número de cliente. Não tanto pelas sapatilhas, mas pela forma despresível como tratam os clientes, e os próprios funcionários, colocando a sua prestação em xeque frente ao cliente, agradeço a vossa ajuda na resolução desta questão.
Reclamação por cobranças fraudulentas e falta de resposta
Venho denunciar uma situação que considero relevante para a defesa dos consumidores, envolvendo a empresa Glovo Portugal. No dia 19 de dezembro de 2025 foram efetuadas duas cobranças não autorizadas via PayPal, associadas a encomendas Glovo que não realizei nem recebi. Contactei a Glovo no próprio dia e quase diariamente desde então, exclusivamente através dos canais indicados pela empresa (aplicação Glovo). Em todas as ocasiões obtive apenas respostas automáticas, prometendo contacto em 48 horas, o que nunca ocorreu. Perante a ausência total de resposta da Glovo, fui obrigado a recorrer à PayPal. No âmbito da Proteção do Comprador, uma das quantias foi já devolvida, encontrando-se a segunda disputa, relativa a uma transação ocorrida no mesmo dia e nas mesmas circunstâncias, ainda em análise. Considero importante dar conhecimento desta situação à DECO, para alerta dos consumidores quanto à falta de resposta eficaz da Glovo Portugal em casos de cobranças indevidas, mesmo quando devidamente reportados e documentados. Anexo cópia de carta registada c/AR, dirigida à sede europeia da Glovo em Barcelona, a qual continua igualmente sem qualquer resposta.
Encomenda tarda a chegar devolvida sem motivo
Enviei uma encomenda de Vila nova da Barquinha para Lanzarote Canarias e não foi entregue o motivo não sabemos pois diz não foi levantada , como assim se não entregaram nem deixaram aviso para irem levantar, devolveram e desde dia 21 Dezembro que dizem estar em Lisboa depois de já ter ido diversas vezes ao posto de correio reclamar hoje dia 7 Janeiro 2026 ainda continua na mesma nem para ver qual foi o motivo de não terem entregue para reclamar com mais pormenores e continuo a espera isto é de loucos. Junto anexos com provas
5 meses de espera por peça em garantia
Bom dia,estou desde de agosto 2025 (mês da revisão do automovel )à espera do seletor das luzes do meu Alfa Romeo Tonale. O carro está em garantia e a resposta é sempre a mesma, não receberam a peça da Alfa Romeo Itália. Isso tem me criado imensos problemas de segurança porque não posso acionar as luzes de nevoeiro, colocando a minha familia em risco no inverno. Tenho já reclamação feita na Stellantis com o nº 02758312 mas dizem sempre que estão a espera. Preciso da vossa ajuda para solucionarmos isso. Cumprimentos
serviços online
Venho por este meio reclamar da goldenergy, devido à area cliente desta empresa estar com muitos bugs por inoperacionalidade na area cliente, quer na app e link de acesso.
Factura de serviço não solicitado
Recebemos a vossa factura FAC004123/4155416, de 03Dez2025, na qual é cobrada a instalação de dispositivo para garantir segurança no acesso à chave da cada da máquina do ascensor, no valor de €85,00+IVA. Esta instalação não foi solicitada por nós, não foi alvo de orçamentação por parte da TK Elevadores e, portanto, o serviço de instalação não é aceite. Agradecemos a emissão de Nota de Crédito. O exposto acima é o cerne da questão: o procedimento de facturação de um serviço não solicitado é abusivo. Para além desse ponto e das as implicações legais a ele associadas, devemos referir que temos com a TK um contracto de manutenção completo, em vigor há vários anos, pelo que não consideramos de bom tom que procedam deste modo. O correcto acesso à chave da casa da máquina é da responsabilidade da TK, que deve assegurá-lo com os seus procedimentos internos. Não temos objecção a que o dispositivo instalado se mantenha no exterior da porta, se é essa a solução que a TK pretende, contudo, nem o dispositivo nem a sua instalação deve ser objecto de facturação . Se a TK entende que deve facturar o dispositivo e a instalação, manisfestamos o nosso desacordo, o dispositivo deve ser retirado e a TK deve garantir a boa guarda da chave pelos meios que entender seguros. Obrigado e cumprimentos.
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