Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
L. F.
24/01/2026

Não recolha de forno elétrico substituído / Falta de informação no ato de compra

No dia 11/01/2026 comprei um forno elétrico na loja Darty de Mem Martins, tendo a montagem/instalação ocorrido no dia 20/01/2026. No ato de compra, o vendedor sugeriu que eu próprio transportasse o equipamento novo para evitar o custo de 19 € da entrega. Aceitei essa sugestão, sem que me tivesse sido prestada qualquer informação de que essa opção implicaria a não recolha do forno substituído/antigo. Até à presente data, o forno substituído não foi recolhido, permanecendo na minha posse, o que me causa transtorno e ocupação de espaço. Considero que houve falta de informação clara e completa sobre as condições do serviço. Solução solicitada: Agendamento e recolha urgente do forno substituído na minha morada, sem custos adicionais; Confirmação por escrito (e-mail/SMS) da data e janela horária da recolha. Dados anexados: fatura/recibo.

Encerrada
D. S.
24/01/2026

Experiência péssima e extremamente frustrante

No dia 21/12, realizei a compra de dois smartwatches no site BikeInn, da plataforma TradeInn. O prazo inicial de entrega era 25/12, depois alterado para 05/01. Considerando o período de fim de ano, aceitei o atraso sem problemas. O verdadeiro problema começou após o dia 05/01, quando nenhuma nova previsão de entrega foi fornecida. Desde então, a comunicação tem sido confusa, contraditória e inaceitável. A BikeInn afirma que entregou a encomenda à transportadora MRW no dia 30/12, enquanto a própria MRW informou que não recebeu a mercadoria. Agora, em 21/01, fui informado de que a mercadoria estaria “em falta”, o que não faz absolutamente nenhum sentido com as informações fornecidas anteriormente. É evidente a total falta de controle e transparência. O suporte ao cliente é inútil. Já fiz diversos contatos e recebo sempre respostas vagas como “teremos mais informações nos próximos dias”, sem qualquer solução concreta. Dias e semanas passam e nada é resolvido. Neste momento, não quero mais esperar. Exijo: Cancelamento imediato da compra com reembolso integral, OU Envio imediato de uma nova encomenda por outra transportadora, pois não confio mais na MRW. Caso não haja solução imediata, levarei o caso aos órgãos de defesa do consumidor, além de outras medidas cabíveis. A forma como a BikeInn/TradeInn está lidando com este problema é um desrespeito total ao consumidor. Aguardo solução urgente.

Encerrada
D. S.
24/01/2026
MRW

Experiência péssima e extremamente frustrante

No dia 21/12 comprei dois smartwatches no site BikeInn (plataforma TradeInn). O prazo inicial de entrega era 25/12, depois foi alterado para 05/01. Estamos falando de fim de ano, então até aí, tudo bem. O problema começa depois disso. Após o dia 05/01, simplesmente não existe mais previsão de entrega. Zero. Nenhuma informação concreta. A BikeInn afirma que entregou a encomenda à transportadora MRW no dia 30/12, enquanto a MRW diz que não recebeu nada. Agora, no dia 21/01, a versão muda novamente e dizem que a mercadoria está “em falta”. Isso não faz o menor sentido com as informações anteriores. Comunicação completamente contraditória e amadora. O suporte é outro desastre. Já entrei em contato diversas vezes e a única resposta que recebo são frases vagas como “teremos mais informações nos próximos dias”. Dias passam, semanas passam, e nada acontece. Nenhuma solução, nenhuma responsabilidade assumida. Neste momento, não quero mais o produto. Quero cancelar a compra e receber meu reembolso imediatamente, ou então que enviem outra encomenda por uma transportadora diferente, porque não confio mais na MRW e muito menos na forma como a BikeInn/TradeInn está lidando com essa situação. Empresa totalmente despreparada para lidar com problemas logísticos e com um pós-venda que ignora o cliente. Não recomendo e certamente não voltarei a comprar.

Resolvida
E. V.
24/01/2026

Cobrança excessiva por alternador HELLA – valor muito acima do mercado

No dia 12/01/2026, recorri a uma oficina da rede myforce para a substituição do alternador do meu veículo Kia Rio 2012. Foi instalado o seguinte componente: Alternador HELLA – Referência 8EL 011 713-401 (14V / 130A) O valor faturado exclusivamente pela peça foi de aproximadamente 876 € (com IVA). Saliento que a mão de obra referente à substituição do alternador foi faturada em separado, a um valor elevado, não estando incluída no preço da peça. Após a reparação, verifiquei o preço de mercado do mesmo alternador, com a mesma marca e referência, junto de vários fornecedores especializados de peças automóvel, onde os valores praticados se situam, de forma consistente, entre 250 € e 300 €. Adicionalmente, constatei que outros alternadores da marca HELLA, com características técnicas semelhantes, são comercializados por redes concorrentes diretas da myforce, como a Norauto, por valores da mesma ordem de grandeza muito inferiores ao que me foi cobrado chegando a ser incrivelmente quase 3 vezes mais baratos (E não estamos falando de valores baixos: 876€ em comparação a 300€), o que reforça que o preço faturado se encontra significativamente acima da média praticada no mercado. Contactei a empresa por escrito a solicitar uma justificação objetiva para esta discrepância. A resposta obtida limitou-se a invocar o preçário interno da empresa e argumentos genéricos relacionados com logística e serviço, sem apresentar qualquer justificação concreta ou técnica, apesar de a mão de obra já ter sido cobrada à parte. Partilho esta situação para alertar outros consumidores para a importância de solicitarem previamente a identificação da referência da peça e o respetivo valor, bem como de compararem preços antes de autorizarem intervenções deste tipo em oficinas myforce. Aguardo uma reavaliação da situação por parte da myforce ou uma solução equilibrada.

Encerrada
M. V.
23/01/2026

Alfaservic

Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela empresa Alfaservic no dia 21 de janeiro, no âmbito de uma intervenção no ramal de água do prédio que administro. A empresa foi contactada para reparar uma rutura no ramal de água e mostrou-se inicialmente solícita, deslocando-se ao local. Contudo, desde o primeiro momento foram adotados procedimentos que considero pouco transparentes e contrários às boas práticas profissionais. Foi-me indicado que o orçamento apenas poderia ser apresentado após a deslocação ao local. Ainda assim, a obra foi iniciada e concluída sem que tivesse sido apresentado previamente qualquer orçamento discriminado. Posteriormente, foi apresentado um documento (mal preenchido) com valores que considero manifestamente excessivos e desproporcionados face ao serviço efetivamente prestado, nomeadamente: - O serviço teve a duração aproximada de 2 horas e 30 minutos, tendo sido cobradas 6 horas de trabalho, acrescidas de uma alegada taxa de urgência, a qual nunca foi solicitada nem autorizada; - Foi cobrado um valor de cerca de 60€ por deslocação, muito acima dos valores normalmente praticados no mercado; O valor final faturado para esta intervenção ascendeu a cerca de 1.100€, quantia totalmente desajustada para a natureza e duração do serviço realizado. Acresce ainda que, contrariamente ao que havia sido acordado, as escadas e áreas comuns não foram limpas após a intervenção, tendo o entulho sido deixado no local e apenas removido no dia seguinte, causando transtornos aos condóminos e incumprindo o dever de reposição das condições de utilização do edifício. Adicionalmente, quando tentei obter esclarecimentos junto do responsável/empreiteiro indicado, este recusou atender chamadas telefónicas, limitando-se a responder por mensagens, o que considero uma atitude pouco profissional e reveladora de falta de disponibilidade para resolver o assunto de forma transparente. Por fim, foi apresentado um orçamento adicional de 865€ para colocação de pedras de mármore, serviço que acabámos por cancelar, precisamente por falta de confiança nos valores e nos métodos utilizados. Quero deixar claro que reconheço e defendo que todos os bons profissionais devem ser justamente remunerados pelo seu trabalho. No entanto, o que ocorreu neste caso não se enquadra em práticas profissionais corretas, mas sim numa atuação que considero abusiva, desonesta e lesiva para o cliente. Empresa a não contratar.

Encerrada
D. M.
23/01/2026

CTT Expresso - Encomenda enviada em centro de entrega 2670 - loures invés st. antónio cavaleiros

Boa noite, Apresento reclamação relativamente ao tratamento indevido da minha encomenda. Apesar de ter chegado a Portugal no dia 16 de janeiro, no dia 23 de janeiro foi encaminhada erradamente para o Centro Operacional de Loures, quando deveria ter sido entregue na minha morada em Santo António dos Cavaleiros. Para além disto, invés de pelo menos tentarem telefonar, deixar aviso ou sequer tocar à campainha (que o meu pai estava em casa), fui informado que "A entrega do envio não foi conseguida, Motivo: O destinatário pediu levantamento num Ponto" ???????????, informação esta que nunca dei e como tal trata-se de um crime de usurpação de identidade. Esta atuação viola as obrigações de prestação de serviço, nomeadamente a obrigatoriedade de tentativa de entrega e comunicação adequada ao destinatário. Tal falha obriga-me a deslocar-me em horário laboral pois o centro fecha às 18h, causando prejuízo injustificado. Exijo portanto: -A correção imediata do registo falso associado ao envio. -Esclarecimento formal sobre o desvio da encomenda e ausência de tentativa de entrega. -Garantia de cumprimento das normas de entrega e responsabilização pelos erros ocorridos. -Avaliação de compensação pelos prejuízos causados. Aguardo resposta e uma resolução célere. Com os melhores cumprimentos, Daniel Monge

Encerrada
m. a.
23/01/2026

Avaria e espera

Adquiri duas máquinas no dia 3 de janeiro uma de secar roupa e outra de lavar roupa. A de secar levantei no próprio dia porque necessitávamos mesmo dela . No dia 7/8 deixou de dar , desde dia 9 a ligar mos para o apoio ao cliente e cada chamada registada foi em vão . Mandavam me ver os filtros , se estava bem ligada a ficha e nada . Mandaram me ligar para a marca o qual não era suposto porque ela está dentro dias 30 dias como diz a lei . Dirigi me hoje a loja para reclamar uma máquina nova onde me foi dito e que não tinham nenhum registo das minhas reclamações . Ah e o prazo que me deram da máquina de lavar já ultrapassou.

Encerrada

Ausência de resposta dos serviços da DGRN por cerca de 9 meses

Em abril de 2025 foi submetido e pago pedido de registo de alteração de sociedade . Nesta data continua por concluir o referido registo apesar de insistências junto do serviço da Conservatória do Registo Comercial do Seixal, provedoria da justiça e IRN. A situação em concreto acarreta prejuízos para a empresa que pretendia com a sua alteração societária prosseguir atividades novas que a ausência de registo impedem. Atendendo a que não consigo vislumbrar forma de ultrapassar a ausência de resposta dos serviços venho por este meio solicitar a ajuda.

Encerrada
T. S.
23/01/2026

Incumprimento reiterado de entrega

Encomenda Leroy Merlin n.º 26003L6399-1 Apresento reclamação formal relativa à encomenda n.º 26003L6399-1, cujo material e transporte foram integralmente pagos, com entrega inicialmente prevista para 14/01. A encomenda era parcial, tendo uma parte sido entregue por outra transportadora. A parte em falta nunca foi entregue, apesar de sucessivos agendamentos e garantias dadas pela transportadora TNB / Rhenus e pelo próprio Leroy Merlin. Recebi várias mensagens SMS a indicar janelas horárias (14h–18h), que não foram cumpridas. No dia 19/01, após confirmação telefónica de que a entrega seria feita apenas após as 15h, a transportadora tentou entregar às 14:08, falhando novamente. Posteriormente, fui acusado de estar a mentir, com a alegação de que a empresa não se compromete com horários, o que contradiz as comunicações enviadas. No dia 22/01, após novos contactos, foi acordada entrega para sábado, dia 24/01. Contudo, ao confirmar com o Leroy Merlin no dia 23/01, fui informado de que a transportadora teria reportado que o artigo se encontraria danificado, informação nunca antes comunicada. A solução proposta foi cancelar a encomenda, aguardar até 14 dias pelo reembolso e só depois realizar nova compra, sendo que os artigos estão praticamente esgotados. Este incumprimento causou prejuízos diretos, tendo o técnico de montagem da cozinha estado presente nos dias 14 e 15, e novamente agendado para o dia 24, com custos imputados ao cliente pela ausência do material. Caso não tivesse insistido repetidamente junto das entidades envolvidas, nunca teria sido informado da situação. Solicito esclarecimento formal, responsabilização pela falha logística e uma solução efetiva e célere, seja por entrega/substituição garantida ou reembolso imediato. Na ausência de resolução adequada, recorrerei aos meios formais de reclamação.

Encerrada
J. P.
23/01/2026

Incumprimento da garantia legal e gestão indevida da reparação

No âmbito da garantia legal, entreguei um computador portátil da marca ASUS, adquirido na Darty, para reparação devido a uma avaria ocorrida dentro do período de garantia. Trata-se de um equipamento cuidadosamente escolhido após extensa pesquisa, adquirido a um preço muito competitivo na altura (cerca de 600€), sendo que atualmente o mesmo modelo se encontra listado no site da Darty por 999,99€, valor que comprovo noutro anexto nesta mesma queixa. O equipamento encontra-se identificado pelo número de série NCN0LP00T120500 e pelo número de processo ASUS (RMA) PTB1TC0600. O computador foi enviado para reparação e devolvido cerca de 15 dias depois com exatamente o mesmo problema, o que demonstra uma reparação mal executada. Após testar o equipamento em loja (onde aparentemente funcionava), ao regressar a casa verifiquei que a avaria persistia, tendo regressado de imediato à loja para abertura de um novo processo de reparação. Nesta segunda reparação foi colocada uma nota de prioridade. Ainda assim, o computador só foi dado como “arranjado” 31 dias depois, ultrapassando o prazo legal máximo de 30 dias, previsto na legislação aplicável à garantia de bens de consumo. Mesmo com prioridade, o prazo legal foi excedido, o que constitui incumprimento. Quando me desloquei à loja para levantamento do equipamento, verifiquei que o computador se encontrava fisicamente danificado (amassado num dos cantos), dano esse claramente provocado por queda ou mau manuseamento durante o período em que esteve sob responsabilidade da reparação. O dano era evidente e impossível de ignorar. O dano físico foi registado em loja, tendo sido tiradas fotografias pelos colaboradores da Darty do estado do equipamento antes e depois de ter sido deixado ao seu encargo, associadas ao respetivo processo. Estas fotografias já foram solicitadas à Darty, no meu último contacto telefónico bem-sucedido com eles, mas ninguém as enviou. Tenho tentado contactar a loja para as requisitar novamente e ninguém me atende o telemóvel há pelo menos 1 semana. Apesar de o problema original estar resolvido, o computador foi devolvido num estado inaceitável, impossibilitando o seu levantamento. Os colaboradores da Darty informaram-me de que não poderiam resolver a situação de imediato, alegando ser necessária autorização da ASUS para eventual emissão de crédito. Desde logo manifestei que não aceitava nova reparação, uma vez que: • o equipamento esteve quase dois meses sem poder ser utilizado; • uma das reparações teve nota de prioridade e mesmo assim ultrapassou o prazo legal; • o computador foi danificado pela entidade responsável pela reparação; • necessito do equipamento para fins académicos e exames, tendo enviado o computador para garantia com antecedência precisamente para evitar este prejuízo – o meu calendário de exames está anexado e disponível para consulta. Foi-me garantido que teria resposta no dia seguinte ou, no máximo, no dia imediatamente a seguir. Tal não aconteceu. Esta situação ocorreu a 7 de janeiro, e até à data de hoje, 19 de janeiro, continuo sem qualquer resposta concreta ou solução apresentada, tendo sido eu a insistir repetidamente por contacto telefónico. Acresce ainda que: • foi-me indicado que um equipamento igual ao meu “já não está disponível”, o que não é da minha responsabilidade, tratando-se de um bem adquirido há cerca de dois anos; • tenho conhecimento de que o mesmo modelo está disponível noutras superfícies comerciais à data; • caso seja atribuído apenas crédito pelo valor originalmente pago, não consigo adquirir um equipamento equivalente, ficando claramente prejudicado por uma situação que não causei; • o dano foi causado exclusivamente durante a responsabilidade da reparação, não podendo eu sair lesado. Acresce ainda que, no âmbito desta reclamação formal, tomei conhecimento, apenas no dia 20 de janeiro, de que o meu computador já não se encontrava na posse da Darty, tendo sido enviado novamente para reparação sem o meu consentimento expresso e sem qualquer aviso prévio. Esta situação ocorreu contra a minha vontade, que havia sido claramente manifestada em loja e ao telefone várias vezes, onde declarei que não aceitava nova reparação e exigia uma solução definitiva. A descoberta desta situação deu-se unicamente porque me vi obrigado a deslocar novamente à loja para exigir o acesso às fotografias dos danos físicos causados ao equipamento, não tendo sido informado por qualquer outro meio. A justificação apresentada pelos colaboradores foi a de que tal envio seria “protocolo, por o equipamento já se encontrar há demasiado tempo em loja”, argumento que considero inaceitável, uma vez que o prolongamento do tempo decorreu exclusivamente da incapacidade da Darty em apresentar uma solução, bem como da ausência total de comunicação e acompanhamento do processo. O envio do equipamento para reparação, nestes termos, constitui uma atuação unilateral, não autorizada e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Face ao exposto, considero existir: • incumprimento da garantia legal; • ultrapassagem do prazo máximo de reparação; • dano do bem durante reparação; • falta de resposta e acompanhamento ao consumidor; • prejuízo sério, continuado e de caráter pessoal e académico; • envio do equipamento para reparação sem consentimento do consumidor e sem comunicação prévia, configurando perda de controlo do bem entregue. Solicito, com caráter de extrema urgência, uma resolução definitiva e justa, nomeadamente: • substituição do equipamento por outro equivalente ou superior, sem custos adicionais, ou • solução alternativa que não me coloque em situação de perda face ao bem originalmente adquirido. • localização imediata do equipamento, identificação da entidade que o detém atualmente e restituição do bem ou solução definitiva no prazo máximo de legalmente admissível por escrito. Solicito igualmente a intervenção das entidades competentes para análise desta situação.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.