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Cobrança indevida de taxa de limpeza
Aluguei um veículo na agência da Rua Rodrigues Sampaio, em Lisboa. No momento da devolução, o funcionário da agência fez a verificação em conjunto comigo e não foram identificados quaisquer danos ou problemas. Ambos assinámos um documento de devolução que confirmava a ausência de danos na viatura. Posteriormente, recebi uma fatura com uma taxa de limpeza no valor de 92€ (75€ + IVA), cuja cobrança considero injustificada. A sustentar esta cobrança foram-me remetidas fotografias atestando a presença de uma pequena quantidade de areia nos estofos e nos tapetes do veículo. De acordo com os Termos e Condições Gerais de Aluguer da empresa, o veículo deve ser inspecionado na presença do representante e, caso não sejam detetados danos, deve ser entregue um documento a atestar que o veículo foi devolvido e aceite sem problemas. Estas condições foram cumpridas: o veículo foi inspecionado e aceite, e foi-me entregue o respetivo comprovativo, onde não constavam quaisquer referências a sujidade ou necessidade de limpeza adicional. Contestei a cobrança junto da empresa, mas a emprese manteve a cobrança desta taxa, o que considero inaceitável.
Reclamação relativa à assistência técnica prestada e pedido de resolução
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao Serviço de Reparação da Worten, devido à informação que me foi transmitida e que determinou a minha decisão de efetuar um pagamento de 1.085,00 €, agindo sempre de boa-fé e confiando plenamente nas indicações dadas por um funcionário da vossa loja. O meu iPhone foi entregue para avaliação e orçamento, tendo-me sido informado pelo serviço de reparação que não era possível efetuar uma reparação. Posteriormente, durante um contacto telefónico, foi-me apresentada como solução o pagamento de 1.085,00 €, garantindo-me que, ao efetuar esse pagamento, receberia um iPhone novo e poderia também ficar com o equipamento antigo. Foi com base nessa informação que tomei a decisão de avançar com o pagamento. Saliento que a chamada telefónica está gravada, pelo que solicito que a gravação seja localizada e preservada, pois nela consta toda a informação relativa à solução apresentada, ao valor e às condições comunicadas. A situação torna-se ainda mais preocupante porque já tinha suportado antes uma despesa de cerca de 500,00 € pela reparação do ecrã e ainda acrescentei um seguro no valor de 60,00 €, conforme me foi aconselhado. Ao longo do processo, a minha intenção foi sempre resolver o problema do telemóvel mas, segundo me disseram, parece que não foi feito um diagnóstico inicial completo antes de avançar com a reparação do ecrã. Se tivesse sido realizado um diagnóstico adequado desde o início, talvez o verdadeiro problema tivesse sido identificado antes de eu suportar essas despesas. Sendo assim, acabei por pagar um total aproximado de 1.645,00 € (500,00 € pela reparação do ecrã, 60,00 € pelo seguro e 1.085,00 € pela solução apresentada), tudo isto sem ver resolvido o problema. Todas estas decisões foram tomadas de boa-fé, com base na informação prestada pelos serviços da Worten. Se não tivesse recebido essa indicação clara relativamente à entrega de um iPhone novo, mantendo também o antigo, não teria efetuado o pagamento de 1.085,00 €. Por este motivo, venho solicitar formalmente: 1. Uma análise integral de todo o processo de reparação; 2. A identificação e disponibilização dos elementos e diagnósticos efetuados ao equipamento; 3. A preservação e análise da gravação da chamada telefónica onde me foi apresentada a solução mediante o pagamento de 1.085,00 €; 4. Esclarecimento sobre o motivo de não ter sido realizado um diagnóstico completo antes da reparação do ecrã; 5. Esclarecimento sobre a informação transmitida relativamente ao pagamento dos 1.085,00 €, nomeadamente sobre a entrega de um iPhone novo e a possibilidade de manter o equipamento antigo; 6. A apresentação de uma solução concreta para compensar os prejuízos causados, tendo em conta o valor pago e o facto de continuar sem o telefone, que utilizo como ferramenta de trabalho; 7. Uma resposta formal e fundamentada a toda esta situação. Solicito também que me confirmem por escrito que a gravação da chamada será preservada, de modo a garantir que esta informação relevante está disponível para análise. Considero muito grave que um cliente, confiando numa informação transmitida diretamente pelo serviço de reparação, tenha efetuado um pagamento tão elevado, e só depois perceba que a solução apresentada não corresponde à realidade do processo. Aguardo uma resposta rápida e uma solução adequada. Caso não obtenha uma resposta satisfatória, considerarei recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor.
Sofás não entregues
Exmos. Senhores., Venho apresentar reclamação desde a gerência, Sr carlos e a toda a equipa de chefia, bem como, dos funcionários, da loja casa do sono aberta ao público no shopping de Loures/Infantado. A empresa para mim , descrevo a como fraudulenta, , sendo que comprei uns sofás em Janeiro e aquando da entrega, fora dos prazos consideradospela loja (meados de Abril), vinham rasgados, cheio de fios demonstrando mau acabamento e mais grave, paguei como extra taxa de impermeabilização no valor de 500€ sem que os mesmos a tivessem. Já pedi à empresa por diversas vezes, telefone, mensagens, emails e na própria loja, a devolução do montante, questão essa que fiz à própria Cetelem, onde se enconta o meu crédito, prestes a findar e a mesma entidade diz que o pedido tem que partir da empresa casa do sono. Basta que os mesmos enviem um email a pedir caducidade de contrato e devolucao do dinheiro à cliente. Assim deixo aqui, bem assente, que no momento só quero reaver o montante pago à Cetelem, desistindo dos sofás que nunca foram entregues na minha residência. Desde já grata, peço só o reembolso. Com os melhores cumprimentos. M. F. Data 14/08/2026
cancelamento de transferencia
Fiz uma tranferencia através da caixa direta no dia 2/1/2026 e pedi de imediato o cancelamento da mesma para anular a compra O serviço de atendimento só atendeu passadas doze horas ,mas não fez caso do meu pedido como combinado que me dava uma resposta dentro de três dias Passado uma semana liguei novamente estive três dias em lista de espera e no atendimento não havia conhecimento de nada nem tinham feito coisa alguma, por este atrazo o Banco Montepiogeral recusou a devolução da dita transferência, e, assim perdi todo o valor da mesma , a compra não foi realisada Já reclamei que assim sendo a CGD é responsável pelo péssimo serviço prestado e quero que me devolva o valor da dita transferencia , assim como manutenção de conta que foi retirada ilegalmente sem aviso nem autorização, em que o valor que estava a ser cobrado era de 2,19 eu ,passou para 5,15eu durante três meses e a seguir baixou para 2,60eu, isto no ano de 2019 que ao longo destes anos, nem sequer se deram ao trabalho de ver os valores que existiam respondendo desconhecer, tanto no balcão central como no balcão local
Insistência nas chamadas
Pior empresa de apoio ao cliente de sempre! Para além de estarem constantemente a enviar emails com valores de faturas errados e com erros que eles próprios cometeram, ainda ligam constantemente a falar de um serviço ao qual não tenho interesse não sendo cliente deles atualmente. Ligaram-me 5 vezes em menos de um mês onde nas mesmas eu mostrei não ter interesse desde o início da chamada. Peço sempre para deixarem nota nos meus dados essa informação mas parece que não sabem fazer o que lhes é pedido. Se as chamadas são realmente gravadas vão ouvi-las pois já chega a ser demais.
FALTA DE TRANSPARÊNCIA E TOTAL DESRESPEITO PELO CLIENTE
AUTO1 — UMA EXPERIÊNCIA INACEITÁVEL, MARCADA POR FALTA DE TRANSPARÊNCIA E TOTAL DESRESPEITO PELO CLIENTE Venho tornar pública a minha experiência com a AUTO1 porque, depois de várias tentativas de resolver esta situação diretamente com a empresa, continuo sem uma solução adequada. Realizei a compra de uma Hyundai Tucson, tendo sido pago à AUTO1 o montante de 7.909,50 €. Durante o processo de compra, fui informado por escrito de que a viatura seria entregue com duas chaves. A entrega sofreu atrasos, tendo a própria AUTO1 justificado parte desse atraso precisamente pela questão da segunda chave. No entanto, quando a viatura finalmente foi entregue, recebi apenas uma chave. O próprio motorista que efetuou a entrega confirmou a ausência da segunda chave. Ou seja: durante o processo foram dadas informações que não corresponderam à realidade da entrega. A situação tornou-se ainda mais grave quando tentei obter esclarecimentos e uma solução. Em vez de uma resolução séria e transparente, deparei-me com dificuldades de comunicação, falta de respostas e bloqueio do acesso à minha conta na plataforma, enquanto o meu dinheiro permanecia na posse da empresa. Cheguei inclusive a receber uma chamada na qual me foi comunicado que a relação comercial seria encerrada, sem que isso resolvesse a questão principal: o dinheiro pago e o cumprimento das condições acordadas na compra. Não considero aceitável que uma empresa deste porte trate desta forma um cliente que pagou milhares de euros por uma viatura. Não estou a exigir nenhum favor. Estou a exigir responsabilidade, transparência e respeito pelo cliente. A AUTO1 pode ser uma grande empresa, mas uma empresa não é avaliada apenas pelo tamanho ou pelo número de veículos que comercializa. É avaliada principalmente pela forma como trata um cliente quando existe um problema. E, na minha experiência, o tratamento recebido foi simplesmente inadmissível. Já apresentei reclamação formal e continuarei a utilizar todos os meios legais e institucionais disponíveis para defender os meus direitos. Deixo este alerta público para que outros consumidores tenham conhecimento desta experiência antes de entregarem o seu dinheiro à AUTO1. Quero uma solução concreta, documentação clara e o cumprimento das obrigações assumidas. AUTO1, esta situação não vai simplesmente desaparecer porque bloquearam a minha conta ou deixaram de responder. O cliente merece respeito. O dinheiro do cliente merece respeito. E os compromissos assumidos pela empresa devem ser cumpridos. Aguardarei uma resolução. Caso contrário, continuarei a avançar pelos meios competentes.
Falta de item na encomenda e péssimo atendimento do agente da transportadora
Exmos. Srs. Venho dar-lhes conhecimento de uma situação referente a uma encomenda realizada à Primor e com estrega realizada pela transportadora Paack. A encomenda estava prevista para hoje, (sexta-feira) o agente da transportadora primeiramente ligou-me a dizer que teria de ir buscá-la a um ponto de recolha, caso contrário só a iria entregar na segunda-feira. Para evitar inconvenientes acedi. Ligou-me de novo e disse que vira trazê-la na morada da encomenda. Em razão de não estar em casa no momento da entrega, pedi-lhe se poderia deixá-la num local indicado na entrada e ele assim o fez. Contudo, ao chegar a casa deparei-me com um pacote de plástico da própria Paack. A encomenda não vinha em qualquer caixa da Primor, como usual. Apesar de trazer os produtos requeridos não trazia o brinde, normalmente enviado pela Primor, item este constante da fatura, o que me levou a questionar se teria havido abertura prévia da encomenda enviada. Assim que abri a encomenda e constatei tal situação liguei para o agente da transportadora a questionar a ausência de qualquer caixa ou elemento com referência a empresa do vendedor, ou seja, à Primor, bem como a ausência do brinde. Ao ligar, disse que não iria apresentar queixa, mas que gostaria apenas de entender a situação e a razão da encomenda se apresentar nestes moldes desta vez e que esperava que tal situação fosse um caso isolado (já que os produtos essenciais estavam presentes). No seguimento, o agente da transportadora mostrou-se extremamente desagradável, chamando-me de “mulher” reiteradamente e dizendo que não fui a única pessoa fazer referência a esta situação, e para reclamar com a Primor. No entanto, eu pedi que me explicasse a ausência de qualquer referência à Primor e a alteração na forma na qual a encomenda se apresentou e ele ficou completamente fora de si. Posto isto, eu disse que iria reclamar para o seu superior, ao que ele me disse ironicamente que ele era o seu próprio superior, rindo-se de mim e questionando-me se eu sabia para quem estava a falar. Por ter ficado chocada com tamanha falta de respeito e decidi contactar os serviços da Paack e Primor, sem possibilidade de expor a presente situação detalhadamente, uma vez que apenas consegui, através da plataforma disponibilizada pela informar que gostaria de fazer uma reclamação sobre a encomenda e à qual me respondeu apenas a Primor para o e-mail dizendo que a encomenda foi “entregue”. Em resumo, o serviço da Paack foi péssimo, assim como meios disponibilizados para o atendimento ao cliente por parte de ambas (Paack e Primor).
Reembolso incorreto e atendimento ao cliente terrível
No dia 13-07-2026 realizei uma compra (Pedido nº: 70801858) no site TradeINN (utilizando o KLARNA como forma de pagamento) com 2 itens e ao receber a encomenda em casa, resolvi devolver 1 dos itens com o valor de 57,99€ (guarde este valor em mente). Fiz todo o processo de devolução referido no site. Paguei a etiqueta no valor de 7,99€ e levei o item até um dos postos de coleta mais próximo. Após 3 dias, informei na aplicação do Klarna a devolução e após 2 dias, já tinha a confirmação por email da TradeINN e a informação do Klarna que estava tudo alinhado para receber o valor de reembolso. Ao checar a app do Klarna para autorizar o recebimento do reembolso, percebi que o valor disponível é de 11,98€ ( ! ). Estou a tentar entrar em contato com esta péssima empresa há dias e tudo que disponibilizam é um chatbot que não resolve nada, não se aprofunda na questão do valor de reembolso processado, só envia emails automáticos e ao tentar entrar em contacto via telefone, também não consigo falar com ninguém. Já enviei emails com screenshots da app Klarna e emails automáticos enviados por esta empresa e até agora nada. Já se foram gastos 10€ de recarga para ligações internacionais para Espanha pois vivo em outro país. Ou seja, apenas tentando resolver o meu problema já tive o prejuízo de 18€ e até agora nenhuma resolução do meu problema ou contato HUMANO desta empresa. Exijo que entrem em contato o mais rápido possível e FAÇAM O REEMBOLSO COM O VALOR CORRETO e peço a ajuda à DECO PROTESTE para me ajudar. O próximo passo será procurar um advogado e irei recorrer aos mecanismos judiciais europeus como o Processo Europeu para Ações de Pequeno Montante.
Recusa de reembolso de bilhete
Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a um pedido de reembolso ao abrigo de um seguro de cancelamento e assistência associado a um espetáculo realizado no dia 26 de junho de 2025. Foram adquiridos quatro bilhetes para o referido espetáculo, tendo sido contratado, relativamente aos mesmos, o respetivo seguro de cancelamento e assistência. Um dos elementos da família não pôde comparecer ao espetáculo por motivo de doença. À data do evento, encontrava-se numa situação clínica que o impossibilitava de se deslocar, estando abrangido por baixa médica emitida por profissional de saúde habilitado. A documentação apresentada demonstra ainda que o segurado esteve internado e que apenas lhe era permitido ausentar-se do domicílio para efeitos de tratamento. Foi apresentado à seguradora o comprovativo médico disponível (atestado de baixa), precisamente com o objetivo de demonstrar a impossibilidade de comparência no espetáculo e de acionar a cobertura contratada. Posteriormente, a seguradora solicitou um relatório médico completo e detalhado, alegando que a documentação apresentada não permitia identificar a natureza da situação clínica nem as respetivas circunstâncias, impossibilitando o seu enquadramento nas condições da apólice. Perante esta exigência, manifestei as minhas reservas relativamente ao envio de informação clínica adicional, uma vez que se trata de informação pessoal particularmente sensível, e questionei expressamente a seguradora sobre a base contratual dessa exigência. Solicitei que me fosse indicada a cláusula específica das condições da apólice que determinasse ou fundamentasse a obrigatoriedade de apresentação de um relatório médico detalhado, bem como a justificação para a necessidade de recolha de informação clínica adicional, tendo em consideração que já havia sido apresentada documentação médica que comprovava a impossibilidade de comparência. A seguradora respondeu reconhecendo as minhas reservas relativamente ao envio de informação pessoal, mas afirmou que o seguro não abrange indiscriminadamente qualquer situação clínica e que existem definições e exclusões contratuais que têm de ser consideradas. Referiu ainda que o documento apresentado, embora evidenciasse uma ocorrência clínica, não permitia identificar a sua natureza ou circunstâncias, pelo que solicitava um relatório médico detalhado, indicando que este deveria ser enviado diretamente para o endereço de e-mail do seu corpo clínico, com o argumento de garantir a confidencialidade da informação. No entanto, a seguradora não respondeu à questão fundamental que lhe foi colocada. Apesar de ter sido expressamente solicitada a indicação da cláusula, artigo ou disposição concreta da apólice que impõe a apresentação de um relatório médico detalhado, a seguradora não indicou qualquer cláusula ou disposição contratual. Limitou-se a reiterar que necessita da informação para proceder ao enquadramento do sinistro, sem demonstrar qual é a base contratual que lhe permite exigir a documentação clínica adicional. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que não está em causa a minha recusa em colaborar com a regularização do sinistro. Compreendo que a seguradora tenha de verificar se a situação ocorrida está abrangida pela cobertura contratada e se existem eventuais exclusões aplicáveis. O que contesto é a exigência de informação clínica adicional sem que me seja indicada a respetiva fundamentação contratual, sobretudo quando já foi apresentada documentação médica que comprova a situação de doença e a impossibilidade de comparência no evento. Entendo também que, tratando-se de dados relativos à saúde, a exigência de informação adicional deve ser devidamente justificada e limitar-se ao que seja efetivamente necessário para a apreciação do sinistro. Na minha perspetiva, a documentação apresentada demonstra objetivamente que o segurado se encontrava impossibilitado de comparecer no espetáculo na data em causa. Não se trata, portanto, de uma situação em que não exista qualquer comprovativo médico, mas sim de uma situação em que a seguradora pretende obter informação clínica mais detalhada sem indicar concretamente a disposição contratual que sustenta essa exigência. O que pretendo é que o processo seja apreciado de acordo com as condições efetivamente contratadas e que, caso a seguradora considere indispensável documentação adicional, indique de forma clara e objetiva: 1. Qual a cláusula concreta da apólice que determina a apresentação de um relatório médico detalhado; 2. Qual a disposição contratual que permite exigir informação clínica adicional para além da documentação já apresentada; 3. Qual a razão pela qual a documentação médica já apresentada não é suficiente para demonstrar a impossibilidade de comparência; 4. Qual o enquadramento contratual que, concretamente, está a ser analisado e que não pode ser aferido com base na documentação já apresentada. Até ao momento, nenhuma destas questões foi devidamente respondida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de me esclarecer sobre os meus direitos enquanto consumidora e, se possível, auxiliar na resolução deste conflito com a entidade responsável pelo seguro. Considero que, estando comprovada por documentação médica a impossibilidade de comparência do segurado no espetáculo, e não tendo a seguradora indicado a cláusula contratual que fundamenta a exigência de um relatório médico detalhado, deverá ser reapreciado o processo e efetuado o reembolso do valor correspondente ao bilhete da pessoa que não pôde comparecer por motivo de doença devidamente comprovado. Pretendo, acima de tudo, que a seguradora fundamente a sua posição de forma transparente e com base nas condições do contrato, em vez de se limitar a afirmar que necessita de informação clínica adicional sem indicar a disposição contratual que sustenta essa exigência. Agradeço, por isso, a análise desta situação pela DECO Proteste e a indicação dos procedimentos que poderei adotar para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora.
Assédio telefónico há cerca de cinco anos
Depois de reforçar que não tenho contrato de luz meu nome continuam numa insistência sem respeito ou consideração, mudam os vendedores e passam os contratos. Em primeiro lugar , onde obtiveram o meu contacto e porque razão acham que me podem ligar ? Numa próxima peço o contacto de um familiar do vendedor ou dele próprio porque tenho algumas coisa que estou a vender, peças de carros, instrumentos musicais.. assim talvez entendam… E como podem pensar que jamais iria (fidelizar me ) ou aconselhar a alguém depois desta falta de respeito?
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