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Informação Enganosa sobre Instalações do Hotel
Venho apresentar novamente a minha reclamação relativamente a uma reserva efetuada através da plataforma eDreams. Antes de efetuar a reserva, consultei atentamente a página do hotel apresentada no website da eDreams. Entre as comodidades anunciadas encontravam-se piscina interior, piscina aquecida, sauna e spa. Estas instalações foram um fator determinante na minha decisão de reservar este hotel, uma vez que procurava especificamente um alojamento que oferecesse este tipo de serviços de bem-estar durante a minha estadia. Com base nas informações fornecidas pela eDreams, concluí a reserva acreditando que teria acesso a essas instalações. No entanto, durante a estadia, verifiquei que nenhuma dessas comodidades existia. Perante esta situação, contactei a receção e a gerência do hotel para obter esclarecimentos. Foi-me então informado que o hotel não dispõe de piscina interior, piscina aquecida, sauna ou spa. Para minha surpresa, a gerência informou ainda que estas instalações não foram encerradas recentemente nem se encontravam temporariamente indisponíveis. Pelo contrário, foi-me confirmado que tais instalações não existem no hotel há mais de 10 anos. Posteriormente, solicitei uma confirmação por escrito, que me foi fornecida pela administração do hotel. Após obter esta confirmação, entrei em contacto com a eDreams para reportar a situação, explicando que as informações apresentadas na plataforma eram incorretas e que tinham influenciado diretamente a minha decisão de compra. Durante as comunicações que se seguiram, a eDreams procurou atribuir a responsabilidade exclusivamente ao hotel, alegando que as informações disponibilizadas na plataforma seriam fornecidas pelo próprio alojamento. Não concordo com esta posição. A minha reserva foi efetuada através da plataforma da eDreams e a decisão de compra foi tomada com base nas informações apresentadas pela vossa empresa no momento da reserva. Enquanto intermediário que promove, apresenta e comercializa o alojamento aos consumidores, a eDreams tem a responsabilidade de garantir que as informações disponibilizadas são corretas, atualizadas e não induzem os clientes em erro. Neste caso, estamos perante informações manifestamente incorretas que permaneceram publicadas durante muitos anos. Não se trata de uma alteração recente das instalações do hotel nem de um encerramento temporário. Segundo confirmação da própria gerência, as comodidades anunciadas não existem há mais de uma década. Se a informação correta tivesse sido apresentada no momento da reserva, eu não teria escolhido este hotel e teria optado por outra alternativa que efetivamente disponibilizasse os serviços anunciados. Apesar de já ter exposto estes factos anteriormente e de ter fornecido evidências claras da situação, continuo sem receber uma resposta satisfatória relativamente à responsabilidade da eDreams nem qualquer proposta de compensação pelos prejuízos causados. Para facilitar a análise do caso, envio novamente em anexo: • Captura de ecrã da página da eDreams onde constam as instalações anunciadas, incluindo piscina interior, piscina aquecida, sauna e spa; • Documento emitido pela gerência do hotel confirmando que essas instalações não existem e que não existem há mais de 10 anos. Considero que fui induzido em erro por informações incorretas apresentadas durante o processo de reserva e que esta situação afetou materialmente a minha decisão de compra e a qualidade da estadia contratada. Solicito, por isso, uma revisão completa desta reclamação por parte da equipa responsável e uma proposta de compensação adequada ao impacto causado por esta informação enganosa. Espero receber uma resposta concreta e definitiva, incluindo a posição da eDreams relativamente à compensação solicitada, uma vez que até ao momento a questão continua sem resolução. Agradeço uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Felipe Figueiredo
eDreams Prime- Reembolso
Venho apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente à cobrança da subscrição Prime no valor de 89,99 €, por considerar que a forma como esta subscrição é apresentada durante o processo de compra e os respetivos Termos e Condições são pouco claros e induzem o consumidor em erro quanto aos seus direitos. A situação teve origem quando adquiri um bilhete de avião para Londres através da plataforma eDreams. Durante o processo de compra, a subscrição Prime é apresentada de forma integrada na aquisição da viagem, sendo extremamente fácil que o consumidor, por um simples momento de menor atenção, acabe por aderir ao serviço sem ter plena consciência de que está a celebrar uma subscrição com renovação automática e futura cobrança de uma anuidade de 89,99 €. No meu caso, nunca tive intenção de subscrever o serviço Prime. O meu único objetivo era adquirir o bilhete de avião. A adesão ao Prime surgiu inserida no processo de compra da viagem, numa apresentação que considero pouco transparente e suscetível de induzir o consumidor em erro. Após o período experimental gratuito, a eDreams debitou automaticamente da minha conta bancária o montante de 89,99 € (no dia 30/06). Assim que tive conhecimento da cobrança, no próprio dia, solicitei de imediato o cancelamento da subscrição e o respetivo reembolso, uma vez que não pretendia usufruir do serviço pago nem beneficiar de qualquer vantagem associada ao Prime. A eDreams recusou o meu pedido, alegando que o período de retratação decorre durante o período experimental gratuito. Contudo, essa interpretação não resulta de forma clara dos próprios Termos e Condições da empresa. Na resposta que enviei à eDreams demonstrei que os seus Termos e Condições distinguem expressamente o "Período Experimental" do "Prazo Prime", referindo inclusivamente que a Taxa Prime apenas é cobrada quando termina o período experimental. Demonstrei ainda que os mesmos Termos preveem o reembolso da Taxa Prime no âmbito do direito de retratação, o que cria objetivamente a expectativa de que esse direito pode ser exercido após a cobrança da taxa. Invoquei igualmente a Lei de Defesa do Consumidor e o Regime das Cláusulas Contratuais Gerais, designadamente o dever de informação clara, completa e transparente e o princípio de que qualquer dúvida na interpretação de cláusulas contratuais gerais deve ser resolvida a favor do consumidor. Apesar disso, a eDreams nunca respondeu aos argumentos concretos que apresentei. Limitou-se a repetir a mesma posição inicial, sem esclarecer a evidente ambiguidade existente nos seus próprios Termos e Condições. Mais grave ainda, no último email recebido, a colaboradora Ana comunicou que aquela constituía a posição final da empresa e informou expressamente que a eDreams deixaria de responder a qualquer correspondência adicional sobre este assunto. Considero esta atitude reveladora de uma manifesta falta de apoio ao cliente, de disponibilidade para esclarecer dúvidas legítimas e de respeito pelos direitos dos consumidores. Entendo que, se os Termos e Condições fossem verdadeiramente claros e inequívocos, a eDreams não teria qualquer dificuldade em responder aos argumentos jurídicos apresentados e esclarecer as dúvidas suscitadas. Em vez disso, optou por encerrar unilateralmente o processo e recusar qualquer esclarecimento adicional, o que apenas reforça a convicção de que as condições contratuais não são suficientemente transparentes. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste para que seja analisada a legalidade da forma como a subscrição Prime é apresentada durante o processo de compra de viagens, bem como a clareza dos respetivos Termos e Condições e a conformidade desta prática com a legislação portuguesa de defesa do consumidor. Solicito ainda que a eDreams seja instada a proceder ao reembolso da quantia de 89,99 €, uma vez que manifestei imediatamente a minha vontade de cancelar a subscrição após a cobrança, nunca tendo tido intenção de contratar este serviço nem de usufruir das respetivas vantagens. Considero esta atitude da eDreams completamente incorreta e oposta ao que é previsto na lei portuguesa atual. Anexo toda a troca de correspondência mantida com a eDreams, da qual resulta evidente que os argumentos apresentados nunca foram verdadeiramente apreciados nem respondidos.
Cobrança indevida da subscrição eDreams Prime
No dia 26/06/2026, verifiquei que foi debitado da minha conta bancária o montante de 89,99 € pela empresa eDreams, referente à renovação da subscrição eDreams Prime. Nunca aderi de forma consciente a este serviço, nem autorizei a ativação de qualquer subscrição. A única utilização que fiz da plataforma eDreams foi para adquirir um bilhete de avião, não tendo, em momento algum, tido a intenção de subscrever o serviço Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, acedi à minha conta e cancelei imediatamente a suposta subscrição, de forma a evitar futuras cobranças. No entanto, o valor já tinha sido debitado da minha conta bancária. Contactei a eDreams por e-mail a solicitar o reembolso do montante cobrado. A resposta recebida foi automática e remeteu-me para um formulário destinado a pedidos relacionados com reservas de voos, exigindo a introdução de uma referência de reserva. O meu pedido não diz respeito a qualquer reserva, mas sim a uma cobrança indevida da subscrição Prime, pelo que não consigo sequer submeter o pedido através do canal indicado. Considero que esta cobrança foi efetuada sem o meu consentimento livre, específico e informado, motivo pelo qual solicito o reembolso integral do valor de 89,99 €, bem como a intervenção da DECO PROteste para que a situação seja resolvida.
Regulamento Interno do Parque Orbitur Sitava Milfontes
Exmos Senhores Sou frequentador permanente do parque da Orbitur Sitava Milfontes. Tenho um contracto anual de permanência num alvéolo situado nesse parque onde instalei uma Mobile Home. Nesse contracto, assinado entre as partes, consta, para além de outros, a obrigação de cumprir o Regulamento Interno do Parque, como é natural e que este está para consulta pública na recepção. Acontece porém que, quando nos dirigimos à mesma, informam-nos que não podem fornecer uma cópia do Regulamento (oito folhas), que se quisermos podemos consulta-lo lá e, dizem-nos que têm ordens expressas "superiores" para não deixar ninguém fotografar! Terão alguma coisa a esconder? Como posso ter acesso ao RI, que creio ser um direito meu como parte interessada no contracto? Em que repartição estatal deve este contrato constar para que possa recorrer à mesma. Cordiais cumprimentos
Experiência de acessibilidade horrível
No dia 27/06 fui com a minha mãe ao Rock in Rio ver o concerto do Rod Stewart. A minha mãe sofre de obesidade, tem 69 anos e tem 120kg. Ela não é considerada inválida nem tem atestado de incapacidade. E eu não tenho carro. Sendo um evento inclusivo, isto não devia ser impedimento e à 1a vista. Passo a citar os factos: 19:30 - Chegamos de Uber e tivemos de andar tudo a pé desde a paragem do Uber. Mesmo o acesso através do Shuttle da carris fica longe da entrada e para pessoas que tem mobilidade reduzida, não existe outra alternativa senão andar a pé até à entrada ou ir de carro. 20:30 - Conseguimos chegar á entrada do Rock in Rio e apanhamos um boogie que nos levou à central de acessibilidade. Aqui foi nos dito por uma assistente, que tínhamos de fazer a inscrição na recepção e de receber pulseiras para ter acesso à zona de acessibilidade. Quando chegamos à recepção, uma senhora estava a atender outra pessoa, quando nos viu ignorou-nos inicialmente e após alguns minutos com um sorriso de esgar e cínico, disse que não tinham cadeiras de rodas e que tínhamos de ir para a fila para deixar o nome e o contacto. Assim fiz. Fui atendida por outra senhora que me informou igualmente que não havia cadeira, que não podia fazer nada. Deixei os meus contatos. Esta senhora também não era NADA simpática. Parecia que nos estavam a fazer um favor. Após deixar os contatos, a 1a senhora continuou a ignorar-nos, não dando as pulseiras, nem explicando como poderíamos ir para o palco mundo. Depois apareceu outra senhora que nos viu ali e procedeu à nossa inscrição e deu-nos as pulseiras. A minha mãe recebeu uma pulseira de necessidades especiais e eu de acompanhante. A senhora que nos atendeu explicou por onde tínhamos de ir e reforçou que se nas plataformas de acessibilidade, tivessem acompanhantes, estes teriam de sair e dar lugar à minha mãe. E para tal, deveríamos falar com os assistentes que se encontravam nas plataformas. 21:30 - Começamos a andar a pé para a zona de acessibilidade. Paramos em vários lugares para minha mãe poder descansar. Quando chegamos às plataformas de acessibilidade do palco Mundo (Eram 2, uma para cadeira de rodas e outra para outras necessidades) os assistentes não nos deixaram entrar, alegando que a plataforma estava cheia e com a capacidade máxima. Eu disse-lhes que me tinham informado na recepção que os acompanhantes tinham de ceder o lugar, e estes tinham de lhes dizer para saírem, pois a minha mãe e outras pessoas que estavam à espera, tinham PRIORIDADE. A resposta que obtive foi ALUCINANTE: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". 23:00 - Estivemos desde as 21:30 até as 23h à espera de poder entrar na plataforma. O concerto do Rod Stewart começou ás 22:40 e a 1a parte do concerto a minha mãe viu o que pode encostada a um caixote do lixo, pois já não consegui estar em pé sem ter dor nos joelhos. Eu fiquei na fila para marcar-lhe o lugar e ter a certeza que ela ia ter uma cadeira e quando chegou a nossa vez, eu já não sabia onde ela estava e quase nos perdíamos uma da outra, mas depois encontrei-a e ela finalmente sentou-se. Enquanto esperamos vi outras pessoas com necessidades a serem tratadas da mesma forma e a serem "instruídas" que tinham de aguardar. Nunca em momento algum os assistentes tentaram falar ou abordar os acompanhantes para darem lugar às pessoas que realmente necessitavam. As pessoas que foram tratadas da mesma forma: Uma senhora que tinha o pé engessado Uma senhora que tinha um dos pés com uma tala Uma menina, provavelmente com trissomia ou outra necessidade, que estava com os pais que a tinham por perto com uma coleira de plástico para ela não se perder deles Um senhor que apresentava uma atrofia muscular num dos braços Um rapaz que tinha dificuldade na fala e possivelmente um atraso cognitivo A todos foi respondido: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". As pessoas ripostavam chateadas, claro, e os assistentes ignoravam completamente. Olhavam para outro lado e não faziam absolutamente nada! Era como falar com paredes ou pessoas que estão noutro mundo. Senti abuso de poder e zero empatia. Provavelmente como não são pagos, fazem o trabalho da forma mais miserável possível e não contribuem que as pessoas que já estão numa situação de vulnerabilidade, tenham uma experiência positiva. 23:30: A minha mãe sentou-se e viu o concerto e no meio do mesmo, uma cadeira na 2a fila mesmo à frente do palco, ficou livre. Um dos assistentes perguntou-lhe se ela queria ir e que a vista era melhor. Assim foi, ela foi para o lugar vago e a cadeira que ela estava a ocupar ficou vaga. Eu perguntei se podia levar a cadeira para ao pé dela e sentar-me com ela. Havia espaço. Foi me dito um não redondo. E tive de estar de joelhos no chão sentada ao lado dela, não podendo estar em pé porque tirava a visibilidade às pessoas que estavam atrás. O cúmulo da situação foi quando um dos assistentes veio ter comigo e me disse que eu estava a causar-lhe problemas com outras pessoas que queriam entrar na plataforma e havia uma cadeira livre e eu estava ali. Perguntei-lhe novamente: posso pôr a cadeira aqui? E ele disse não e foi-se embora. A mim já pode abordar para dizer que me tinha de sentar noutro sitio?? Em vez de dar a cadeira a alguém que precise! E quando entrei na plataforma nunca me sentei. Tive sempre perto da minha mãe em pé, quando ela entrou na plataforma e ficou mais para trás. Portanto, que raio de abordagem é esta?? Porque é que falam com uns e outro não? CHAMA-SE DISCRIMINAÇÃO. Eu ofereci o bilhete à minha mãe e comprei um para ir com ela, para vivermos a experiência de ver o Rod Stewart juntas. Eu não ia sair de ao pé dela se havia espaço!!!! 00:30: Após o concerto, tivemos de andar a pé desde a plataforma até à saída. Mais uns 40m. E conseguimos apanhar o autocarro, mas mais uma vez a minha teve de andar e parar muitas vezes. Daria 0 estrelas a esta experiência, se existisse essa possibilidade. Foi a 1a vez que fui ao Rock in Rio. Não irei mais. Foi uma experiência muito decepcionante e infernal até um certo ponto. Atendimento e acompanhamento da parte dos assistentes da acessibilidade muito mau, para não dizer horrível e sem humanidade ou verdadeira preocupação pelas pessoas com necessidades especiais. A cidade do Rock não é inclusiva, como tão bem vendem. Eu senti-me tratada como lixo juntamente com a minha mãe. Chego à conclusão de que o ROCK IN RIO só existe para facturar, facturar e faturar. Apresentam uma imagem muito glamorosa de tudo, incluído da organização da acessibilidade, mas depois não deixa de ser um FIASCO e um autêntico desastre.
cobranças indevidas
No dia 9 de Junho utilizei o serviço da Uber para me transportar da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes e daqui para o Ikea em Alfragide. O valor destas viagens foi de 8,94 € e 8,04 € respetivamente para a 1ª e 2ª. viagens. Ao analisar o extrato da minha conta bancária verifiquei que no dia 9 /6 me foram cobradas as quantias de 0,50 € 3, 39 € 0,50 € 4,99€ e 4,40 € que não reconheço como devidas. No dia 11 de Junho não utilizei qualquer serviço de transporte da Uber que no entanto cobrou-me 3,54 € 1,00 € 3,00 € 3,00 € e 8,04 € . Reconheço esta última verba de 8,04 € como sendo devida pelo transporte do dia 9/6 da Av. dos Combatentes para o Ikea bem como a verba de 1 ,00 € de gratificação ao motorista que me transportou de Miraflores para a Av. dos Combatentes não reconhecendo como devidas as restantes verbas. Relativamente às quantias de 3,00 € penso que respeitam a dois cancelamentos que não foram da minha responsabilidade conforme consta da minha reclamação para a Uber que já me reembolsou a quantia de 3,00€ indevidamente cobrada. Assim resta apenas reembolsar a outra quantia de 3,00€ que foi cobrada. De assinalar que a Uber não cobrou a quantia de 8,94 € respeitante ao transporte da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes. Consequentemente as quantia a cobrar pela Uber em relação aos referidos transportes do dia 9 de Junho são : - 8,94 € pelo transporte da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes + 1,00 € de gratificação ao motorista -8,04 € pelo transporte da Av. dos Combatentes para o IKea . Apesar da minha reclamação a Uber não regularizou esta situação fazendo o devido reembolso da quantia que paguei em excesso .
Conta por verificar, levantamento pendente e ausência de apoio ao cliente
Efetuei um depósito na minha conta da 888 Casino e, desde então, tenho tentado concluir o processo de verificação para poder levantar o meu dinheiro. Já submeti todos os documentos que me foram solicitados, tendo cumprido todas as exigências da plataforma. No entanto, a minha conta continua por verificar, sem qualquer explicação ou previsão para a conclusão do processo, o que impede o levantamento dos meus fundos. O que considero mais grave é a dificuldade em contactar o apoio ao cliente. O chat de apoio encontra-se indisponível há vários dias e, apesar de já ter enviado um e-mail a solicitar esclarecimentos, continuo sem uma resposta. É incompreensível que uma plataforma que gere dinheiro dos seus clientes não disponibilize um meio de contacto eficaz quando surgem problemas. Neste momento, o meu dinheiro encontra-se retido e não tenho qualquer informação sobre quando a situação será resolvida. Esta falta de comunicação gera preocupação e transmite uma enorme falta de transparência para com os clientes.
Reclamação contra Uber Eats – Falha grave na entrega e recusa de reembolso (Pedido nº92953)
Exmos. Srs, Venho por este meio solicitar o vosso apoio e mediação no sentido de resolver um litígio com a plataforma Uber Eats, decorrente de uma falha grave na prestação do serviço e subsequente recusa injustificada de reembolso. No dia 28/06/26, efetuei o pedido nº 92953 através da referida aplicação. O estafeta responsável pela entrega não cumpriu o procedimento correto: não tocou à campainha nem subiu ao apartamento. Em vez disso, limitou-se a deixar a refeição no chão, na entrada de acesso público aos apartamentos, tirando uma fotografia para dar o pedido como "entregue". Assim que recebi a notificação e vi a fotografia, desci imediatamente para recolher a encomenda. Contudo, o saco já não se encontrava no local, o que levanta fortes suspeitas de apropriação indevida ou burla. Apresentei queixa junto do apoio ao cliente da Uber Eats, que recusou o reembolso alegando que o estafeta tentou entrar em contacto comigo e que aguardou 10 minutos no local. Esta afirmação é redondamente falsa. Não recebi qualquer chamada ou tentativa de contacto por parte do estafeta durante o período em questão, e a própria cronologia dos factos (o tempo decorrido entre a receção da foto e a minha descida imediata) prova o contrário. Considero inadmissível que a plataforma valide uma "entrega" feita no chão da via pública/acesso comum, desresponsabilizando-se pelo facto de o cliente não ter recebido o produto pelo qual pagou. Trata-se de uma violação do contrato de prestação de serviços e de enriquecimento sem causa por parte da empresa. Face ao exposto, e visto que a Uber Eats se recusa a resolver o problema pelos canais habituais, solicito a vossa intervenção para que seja efetuado o reembolso integral do valor cobrado, no montante de 22,11€. Junto anexo o comprovativo do pedido e a fotografia deixada pelo estafeta como "prova" de entrega no chão. Agradeço desde já a vossa atenção e permaneço ao dispor para partilhar mais detalhes, se necessário. Melhores cumprimentos,
Deposito nao devolvido...Record Go
Boa tarde,Eu aluguei um carro no europorto de faro com empresa nome Record go....A situacao e seguinte...eu paguei deposito de 192 euros,o mes passado,Nunca recebi esse valor na minha conta,Ja enviei varios emails mais ninguem envia uma resposta clara,Enviam sempre o mesmo email.. "Tenho que contactar o meu banco....Fui ao meu banco e esclareco a situação..e no meu banco a explicacao foi....Nos nao temos conhecimento de dinheiro vindo dessa enpresa.Agradecia muito se me podesem ajudar
Liquidação incorreta de aposta: informação insuficiente no ponto de decisão
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Bem Operations Limited (Betclic), relativa à liquidação incorreta de apostas desportivas no mercado "Total de Golos do Haiti" no jogo Haiti vs Marrocos. A liquidação foi efetuada contabilizando um autogolo marcado por um jogador de Marrocos como golo do Haiti, determinando que as minhas apostas fossem consideradas perdedoras. No entanto, a única informação contextual disponível no momento da aposta, o ícone informativo 'i' do mercado, não continha qualquer menção a regras sobre autogolos. A própria Betclic reconheceu expressamente, na sua resposta oficial publicada no Portal da Queixa, que o ícone informativo "pode não detalhar todas as situações específicas, como o caso dos autogolos". Esta admissão demonstra que a informação disponibilizada ao consumidor no ponto de decisão era incompleta e insuficiente. Nos termos do Decreto-Lei n.º 446/85, relativo às cláusulas contratuais gerais, as cláusulas que não sejam adequadamente comunicadas ao consumidor não lhe são oponíveis. Uma regra específica sobre autogolos que não consta do ícone informativo do mercado não cumpre o requisito de comunicação adequada. Solicito a devolução do montante de 90€ correspondente às apostas perdidas em resultado desta liquidação. A troca de mensagens com a Betclic está documentada publicamente no Portal da Queixa: https://portaldaqueixa.com/brands/betclic-betclick-limited/complaints/betclic-omissao-de-informacao-no-ponto-de-venda-apostas-resolvidas-incorretamente-157698626
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