Reclamações públicas

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C. V.
09/05/2026
Actin models oficial

Cobrança indevida de taxa de inscrição e práticas comerciais enganosas

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho expor uma situação que considero abusiva por parte da empresa Act In Models. A forma como esta empresa apresenta o “agenciamento” associado a um pagamento obrigatório de 250€ é, no mínimo, questionável e não corresponde ao funcionamento transparente de uma agência séria. Recebi uma proposta onde este valor é exigido para uma sessão no Hotel Premium Porto Maia. Uma agência de modelos não deve depender de pagamentos de entrada, books obrigatórios ou cobranças para colocar pessoas em catálogo. O e-mail que me enviaram cria a ideia de oportunidade profissional quando, na prática, o foco principal parece ser a venda de sessões fotográficas. Considero este tipo de abordagem enganadora e potencialmente abusiva, sobretudo por ser dirigida a jovens e pessoas sem conhecimento do funcionamento real da área da moda e publicidade.

Em curso

Nãoentrega da 2ª chave e manuais de viatura comprada

Exmos Senhores No dia 31 de março de 2026 comprei o veículo Peugeot 208 elétrico versão Allure com a matrícula BP-59-XD por intermédio da comercial Vanessa Nunes da Silva. Com o mesmo veículo foi me entregue apenas uma chave e sem outro documento atestando as características do automóvel, tais como os manuais e outros registos de revisões entretanto efetuadas. A referida comercial prometeu a entrega da 2ª chave para breve, que seria para os dias imediatamente a seguir à compra. Desde essa altura ao dia desta reclamação fiz inúmeras tentativas , mensagens e emails para a comercial que disse nada poder fazer mas que tinha feito todos os pedidos possíveis, e para a própria entidade vendedora que nunca respondeu. Reclamei também para o livro de reclamações o qual respondeu não ter contato (sem resposta) com a Caetano. Venho assim e por este meio, para que me seja enviada a 2ª chave e os respetivos manuais/outros documentos referentes ao veículo comprado. os meus cumprimentos Paulo Serra

Resolvida

Doença subita no estrangeiro

Exmos senhores. Tive uma situação de emergencia em Marraquexe uma apendicite que foi confirmada pelas 1.30 da.madrugada numa clinica privada em Marraquexe. A minha prioridade foi vir para Portugal no primeiro voo que aconteceu pelas 8 da manha de dia 15 de fevereiro. A prioridade foi entrar na urgencia da cuf e internada de imediato. Tinha seguro.mas n pagou todas a s despesas nomeadamete as do tac e.medicos em marraquexe. Ontem entreguei todos os doc no acp do norteshopping. Ligaram a dizer q n tinha direito a rembolso nenhum q n liguei a avisar o acp. Mais um seguro que não tem interesse. Alguem se lembra de ligar as 1.30 da.manha para o seguro ou a prioridade é resolver um internamento urgente e estando em Africa mais era assustadora a situaçao. Foi arranjar bilhetes de aviao e internar em Portugal. O seguro nao defende os socios pq nao acredito que os socios liguem antes de resolver porque muito simplesmente nao sabem ou a priopridadr é resolver o.problema. foi uma desilusão. Mais um seguro q n serve os interesses das pessoas. Quase 90 % dos clientes nao deve ligar antes a comunicar o.problema q estao a ter. Eu soube do meu problema de noite e pelas 2 da manha foi confirmado. Voce acha isto certo? Deixo á vossa consideração

Em curso
R. S.
09/05/2026

Desativação de funções da Via Verde

Venho por este meio expor a situação que é comum e abusivo por parte da empresa Via Verde. Já tenho o meu identificador à uma série de anos sem problemas de funcionamento em portagens/scuts como em parques de estacionamento. A partir do momento que introduziram as novas modalidades de pagamento, nas portagens começou a dar laranja assim como deixou de funcionar em parques de estacionamento. Sei que o identificador tem a pilha boa e funciona bem, dando sinal sempre que passa nas scuts(se dá bem num lado também tem de dar nas portagens/parques). No site para fazer a gestão do dispositivo a opção do parque de estacionamento deixou de estar ativa e dá sempre erro sempre que tento ativar. Acho a situação ilegal mudarem as condições sem avisarem e obrigarem os utilizadores a mudarem para as novas modalidades. Quero que a minha via verde volte a dar nos parques e aparecer os valores cada vez que passo nas portagens.

Em curso

Processo de Nacionalidade

Caros senhores, Dei entrada no processo de Nacionalidade no Instituto dos Registos e Notariado (Arquivo Central do Porto) em 18-10-2023. Levando em conta que o processo por tempo de residência legal em Portugal é de 18 a 30 meses, no meu caso o prazo já expirou. Isto é, já se passaram 30 meses. Na verdade, o prazo de 30 meses foi atingido em 18 de abril de 2026. Solicito uma justificativa para a demora na resolução do processo. Atenciosamente, Flavia Silva

Em curso
N. L.
09/05/2026

Falta de profissionalismo e competência

No dia 25 de Março iniciei o processo de agendamento de revisão mecânica automóvel, do meu veiculo Dacia, tendo recebido contacto por e-mail, da consultora de serviço Carby Sra. Flávia Azevedo, que a revisão seria no dia 20 de Abril. Desde logo indiquei que além da revisão periódica do veiculo, pretendia a substituição de um dos tampões de roda do mesmo, ao qual a operadora sugere, que me desloque presencialmente ao concessionário, para fazer a encomenda. Tendo respondido que dado que a revisão seria unicamente a 20 de Abril, existiam 16 dias úteis, tempo mais que suficiente para verificarem a existência da referida peça em stock e realizar a encomenda da mesma, a substituir no dia da revisão 20 de Abril. Apos 2 envios de fotografia da referida peça e descrição da mesma, a consultora continuava a não identificar a peça em causa, tendo sido necessário enviar o próprio link, do site dacia, no dia 01 de Abril, onde consta a referida peça como acessório oficial disponível desta marca. No dia 02 de Abril a consultora Flávia Azevedo confirma por e-mail o valor e disponibilidade da peça em causa. No dia 20 de Abril pela manhã, ao entregar o veiculo para revisão e questionar se na oficina tinham o tampão da roda para substituição, sou informado pela conselheira de serviço Inês Eduardo que não tinha qualquer informação acerca do tampão da roda. Ao recolher o veiculo pela tarde, questiono novamente se tinham informação da substituição do tampão da roda, ao que desta vez a conselheira Inês Eduardo entra em contradição, relativamente a versão apresentada de manhã e indica-me que tinham a informação, mas o pedido não entrou no sistema de encomendas da oficina. Foi feita a encomenda do tampão da roda e tive de me deslocar novamente a oficina, no dia seguinte, a fim de substituir o referido tampão. Falta de profissionalismo, de competência, sobretudo da consultora Flavia Azevedo, que me levou a nova deslocação a oficina, novo gasto de combustível e alteração de horário laboral.

Em curso
N. L.
09/05/2026

Falta de informação, regra abusiva e falta de controlo e higiene

No passado dia 18 de Abril dirigi-me ao ginásio Fitness UP em Olhão, situado no Ria Shopping, para realizar um treino diário. O recepcionista informou-me do valor, solicitei fatura com numero de contribuinte, ao qual respondeu que não costuma passar faturas com numero de contribuinte para treinos diários. Voltei a mencionar que queria fatura com contribuinte, e forneci o cartão de cidadão para que o recepcionista pudesse criar registro pessoal e emitir fatura, foi feito o pagamento e emitida a fatura 33031/*****0413. Foi entregue o termo de responsabilidade para ser assinado por mim, relativamente ao seguro de acidentes, como é usual em qualquer ginásio. Após estes procedimentos sou informado pelo recepcionista que não podia entrar com um saco de ginásio que levava comigo, para dentro da sala de musculação. Questionei o porquê desta limitação, porque não me havia informado antes e onde estava escrita esta norma, em local visível no balcão ou dentro do ginásio. Informou-me que era por ordem do instrutor de sala de musculação. Pedi para falar com o instrutor responsável e fui informado que o mesmo não estava de momento. Voltei a questionar porque não havia informado desta norma limitativa antes de ter feito o pagamento da diária e onde estava afixada em local visível ao publico a mesma. Não obtive resposta por parte do recepcionista. Sugeriu que deixa-se o saco de ginásio atras do balcão, dado que não tinha comigo cadeado para cacifo, norma a qual também não fui informado antes do pagamento da diária. No decorrer do treino, verifiquei que esta norma limitativa não está afixada em nenhum local dentro da sala, nem nos corredores de acesso ou balneários. Mais grave foi o facto de verificar que uma norma de higiene essencial, como a utilização de toalha nos equipamentos, não é cumprida pela generalidade dos utilizadores, sem qualquer controlo ou advertência por parte dos instrutores ou recepcionista presentes neste espaço.

Em curso

Agendamento

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de residência da minha filha, Kyara. O pagamento referente ao processo foi efetuado no dia 21/02/2026, encontrando-se inclusive registado no portal como “pagamento efetuado”. Contudo, até à presente data, não recebemos qualquer email com a data de agendamento. Informo ainda que já foram enviados diversos emails anteriormente, inclusive respostas no mesmo contacto de atendimento, sem qualquer retorno, esclarecimento ou atualização do estado do processo. Esta situação está a causar preocupação e insegurança, considerando o tempo já decorrido após a confirmação do pagamento e a ausência total de resposta por parte dos serviços. Solicito, com carácter de urgência: • Verificação imediata do processo; • Envio da data de agendamento; • Ou informação concreta sobre o motivo do atraso. Caso a situação continue sem resposta, serei obrigada a recorrer aos meios formais de reclamação disponíveis. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível.

Em curso

Demora excessiva da AIMA para agendamento de entrevista/residencia

Exmos Senhores, Venho por meio desta apresentar reclamação contra a AIMA devido a demora excessiva no agendamento da minha entrevista para o processo de regularização da minha residência. Entrei legalmente em Portugal em dezembro de 2024 com visto de procura de trabalho válido até fevereiro de 2025, prazo este que foi se estendendo devido as mudanças das leis e atrasos. Mesmo após inúmeras tentativas de contacto, não obtive resposta. Em julho de 2025 solicitei a ajuda de um advogado que entrou com uma intervenção judicial para tentar garantir o andamento do processo, porém até o presente momento continuo sem qualquer previsão de atendimento. Essa demora está causando diversos prejuízos a minha vida profissional, financeira e emocional, impedindo minha estabilidade e regularização completa em Portugal, apesar de eu ter cumprida todas as exigências legais. Solicito: Agendamento urgente da entrevista Resposta formal sobre o andamento do meu processo Respeito aos prazos razoaveis Regularização célere da minha situação documental Cumprimentos, Paula Timbó Araújo

Em curso
N. H.
08/05/2026
Empresas de Distribuição de Encomendas em Portugal

Preocupação sobre falhas sistemáticas nos serviços de distribuição de encomendas em Portugal

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma preocupação crescente relativamente à qualidade e fiabilidade dos serviços de distribuição postal e de encomendas em Portugal. Enquanto consumidor frequente de compras online, tenho verificado ao longo dos últimos anos uma degradação significativa da qualidade do serviço prestado por diversas empresas de distribuição, situação que, além de recorrente, aparenta já constituir um problema estrutural e generalizado. Entre as situações mais frequentes encontram-se: - Encomendas dadas como “entregues” quando na realidade nunca foram recebidas; - Alegadas “tentativas de entrega” que nunca ocorreram, apesar de o destinatário se encontrar em casa; - Encomendas deixadas à porta das habitações sem autorização do destinatário, expondo-as a furto ou desaparecimento; - Entregas efetuadas a vizinhos sem consentimento prévio; - Extravio de encomendas; - Ausência de contacto telefónico ou tentativa real de entrega; - Obrigação do consumidor se deslocar a pontos de recolha apesar de ter pago entrega ao domicílio; - Falta de indicação de janelas horárias minimamente razoáveis para entrega, obrigando os consumidores a permanecer um dia inteiro em casa. Em muitos casos, estas situações representam prejuízos financeiros, perda de tempo e até problemas laborais para os consumidores. Existem pessoas que chegam a solicitar dias de férias ou teletrabalho para receber encomendas, apenas para depois serem confrontadas com falsas indicações de ausência do destinatário. Basta consultar plataformas públicas de reclamações e fóruns online para verificar que existem milhares de relatos semelhantes envolvendo diferentes operadores de distribuição. A própria ANACOM tem divulgado números elevados e crescentes de reclamações relativas aos serviços postais, sendo frequentemente apontadas como principais causas: - falta de tentativa de entrega; - atrasos; - extravios; - degradação do serviço prestado. Considero que esta situação merece uma análise séria e aprofundada por parte das entidades competentes, nomeadamente ao nível: - da fiscalização efetiva das transportadoras; - da verificação da veracidade dos registos de tentativa de entrega; - da proteção dos consumidores; - da aplicação de coimas verdadeiramente dissuasoras em casos de incumprimento ou falsas declarações operacionais. Parece existir atualmente um sentimento generalizado de impunidade por parte de algumas empresas do setor, em prejuízo dos consumidores que pagam por um serviço que frequentemente não é prestado nas condições contratadas. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada pelas entidades competentes e que sejam consideradas medidas de reforço da fiscalização e responsabilização dos operadores de distribuição postal e de encomendas em Portugal. Com os melhores cumprimentos

Em curso

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