Reclamações públicas

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D. J.
27/04/2026

Cobrança indevida e faltas de resposta

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento dado ao meu pedido associado à reserva efetuada para um grupo de cinco peregrinos, com estadia prevista entre 07 e 11 de abril. A reserva foi realizada sem cancelamento gratuito, facto que reconheço. No entanto, um dos peregrinos sofreu uma lesão antes da viagem, o que impossibilitou a sua participação. Assim, dos cinco peregrinos inicialmente previstos, apenas três iniciaram o Caminho de Santiago. Logo que tive conhecimento da situação, entrei em contacto com o vosso serviço de apoio ao cliente para informar o sucedido e solicitar, não o cancelamento, mas sim o adiamento das datas para os dois peregrinos impossibilitados. Sempre manifestei abertura para remarcar a estadia noutra data, solução que seria justa e equilibrada para todas as partes. Contudo, fui sucessivamente encaminhada entre Booking e o alojamento, sem que nenhuma das entidades assumisse a resolução. O alojamento informou-me de que estaria disponível para adiar as datas, mas que tal só poderia ser feito através do Booking. Por sua vez, o Booking indicou que teria de confirmar com o alojamento, ficando o processo indefinidamente pendente. O tempo foi passando sem qualquer resposta concreta. Chegada a data da estadia, os três peregrinos aptos hospedaram-se normalmente, mas os dois restantes continuam sem qualquer solução. Estes dois peregrinos pretendem realizar o Caminho e apenas solicitam o adiamento das datas da sua hospedagem, algo que o alojamento aceitaria, não fosse a falta de resposta célere por parte do Booking. Assim, venho solicitar: A análise urgente deste caso; A remarcação das duas estadias em falta para novas datas, conforme inicialmente solicitado; A clarificação dos procedimentos internos, uma vez que a ausência de resposta atempada prejudicou diretamente os viajantes. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução justa e célere. Com os melhores cumprimentos, Daniela

Em curso

Campanha Técnica de Segurança MXL — Corrente da Árvore de Cames

Sou proprietária do veículo Peugeot 308 ao abrigo da Campanha Técnica de Segurança do Produto referenciada sob o código MXL, relativa à corrente da árvore de cames do motor 1.5 Blue HDi, e que motivou a deslocação do veículo às instalações da Peugeot em Portimão dia 15 /04. Desde então a viatura encontra-se no mesmo local e espera da peça para reparação. Como sou de longe solicitei uma viatura de substituição, onde me foi informada que esta campanha só disponibiliza uma viatura durante dois dias após esses dois dias teria que pagar uma taxa de 29.00€ por dia +800€ euros de caução. Hoje passados 12 dias ainda não há previsão para a chegada da peça. Durante este tempo já usei o carro de substituição do seguro já paguei um carro por minha conta, e a continuar torna-se insustentável. Peço encarecidamente que me seja dada uma data e uma viatura de substituição. E no fim disto tudo terei que acertar contas com a Peugeot Portugal, porque é numa vergonha,uma falta de respeito.

Em curso
S. S.
27/04/2026

Seguro FNAC- telemóveis

Apresento uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo de sinistro associado ao seguro contratado na FNAC. Depois de uma ida à loja Fnac (onde + de 4 anos atrás, me foi vendido o referido seguro), me foi comunicado que a li só vendiam, para tratar de sinistros teria que ser on line... Finalmente o sinistro foi devidamente participado on line no passado dia 14 de abril e, Todos os documentos que me foram solicitados foram entregues atempadamente, no entanto, o avanço do processo tem sido extremamente lento e ineficiente. As operadoras de apoio ao cliente têm se demonstrado pouco colaborativas e com uma postura bastante rude. Após cerca de duas semanas, o processo encontra-se ainda apenas a 71% de conclusão (conforme indicado no portal), o que considero inaceitável tendo em conta a urgência da situação. A ausência do telemóvel está a causar prejuízos significativos na minha vida pessoal e profissional. Importa ainda referir que pago este seguro há mais de 4 anos, na expectativa de em caso de necessidade ter uma solução célere e eficaz, o que, claramente, não se está a verificar. Acresce que, no que diz respeito à cobrança da franquia, o valor foi prontamente exigido e pago, sendo este bastante significativo. No entanto, a mesma prontidão não se verifica na resolução do processo, o que considero injustificável. Caso a situação não seja resolvida com a brevidade devida, irei avançar com a exposição junto das entidades competentes, recorrer ao Livro de Reclamações, bem como expor a situação em todos os canais de avaliação de produtos FNAC. Nº de Processo: 1317200

Em curso
I. H.
27/04/2026

Aplicação da taxa

No dia 13 de abri de 2026, circulei pelas autoestradas A9 e A16 e, por lapso, passei na via reservada a utilizadores Via Verde, com o veículo da minha empresa por lapso. Assim que me apercebi do erro, contactei de imediato a Via Verde e a Ascendi, no próprio dia, para regularizar o pagamento da portagem. Fui informado pela Ascendi que teria de aguardar 15 dias até o valor aparecer no Portal Ascendi — o que fiz. Quando finalmente a passagem surgiu, fui confrontado com uma cobrança de mais de 30,01€ por uma portagem de 1,30€. Esta situação é completamente absurda e abusiva. Demonstrei boa-fé desde o primeiro minuto, tentando pagar voluntariamente, e ainda assim a Ascendi aplicou a taxa máxima, justificando que “não é possível saber o ponto de entrada”. Ora, essa informação é falsa e dilatória, pois a Via Verde confirmou-me que a Ascendi pode facilmente obter o ponto de entrada, bastando contactar a Via Verde, como acontece no sentido inverso, uma vez que há interoperabilidade entre as duas empresas. O que a Ascendi está a fazer é pura coerção, uma verdadeira "fábrica de multas", sem qualquer interesse em resolver o problema de forma justa. Penalizam o cliente que tenta cumprir e pagar, em vez de colaborar. Pagar 51 vezes o valor real da portagem é um abuso desproporcional e moralmente inaceitável. Sou cliente Via Verde há mais de 10 anos, e esta foi a primeira vez que algo do género me aconteceu. Em vez de demonstrar bom senso, a Ascendi aplica de forma cega coimas abusivas, sem proporcionalidade nem justiça. Pretendo levar o casoa todas as entidades competentes - IMT, ANSR, e se necessário, à via judicial, por entender tratar-se de uma prática abusiva e lesiva dos direitos dos consumidores. Não é admissível que uma concessionária use a lei como entende para extorquir valores desproporcionais, quando o cliente tenta regularizar desde o primeiro minuto. A multa está paga mas irei até às últimas consequências para ser reembolsada do valor pago a mais de for abusiva. Obrigada

Em curso
A. C.
27/04/2026

Desativação Indevida de Contas Instagram e Facebook (Meta)

Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Meta Platforms Ireland Limited, entidade responsável pelas plataformas Instagram e Facebook na Europa. No dia 27 de abril de 2026, foram desativadas simultaneamente e sem qualquer motivo apresentado as seguintes contas: • Conta pessoal do Facebook • Conta pessoal do Instagram • Conta profissional do Instagram da empresa A plataforma apenas indica a existência de um prazo de 180 dias para recurso, sem disponibilizar qualquer canal funcional para o efeito. Tentei submeter recurso através dos mecanismos da própria Meta, sem sucesso – os formulários não reconheceram os meus dados e redirecionaram sistematicamente para páginas informativas sem qualquer ação possível. A situação configura uma violação do Regulamento (UE) 2022/2065 – Digital Services Act (DSA), nomeadamente dos artigos 17.º e seguintes, que exigem fundamentação individualizada das decisões de moderação e mecanismos de recurso eficazes. Estão igualmente em causa direitos previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e no RGPD. Os prejuízos são imediatos e concretos: perda de acesso a conteúdo pessoal acumulado ao longo de anos, interrupção da presença digital da empresa com impacto direto na atividade comercial, dano reputacional e prejuízo económico. Solicito a vossa intervenção junto da Meta Platforms Ireland Limited no sentido de: 1. Obter fundamentação clara e individualizada da decisão; 2. Garantir acesso a mecanismo de recurso humano e efetivo; 3. Repor o acesso às contas, caso a desativação se confirme indevida. Fico disponível para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais. Com os melhores cumprimentos, Ana Correia Guedes Marco de Canaveses, 27 de abril de 2026

Em curso
A. M.
27/04/2026

Retenção Indevida de Reembolso e Falha na Recolha de Peça Defeituosa - Encomenda 2825949

Exmos. Senhores, ​Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa B-Parts devido à sua manifesta incapacidade em resolver um processo de garantia de um alternador defeituoso (Encomenda 2825949), enviado em abril de 2026. ​A peça enviada apresenta uma falha impossibilitando o carregamento da bateria, conforme comprovado por relatório técnico e vídeos já em posse da empresa. Perante a urgência da situação e a necessidade do veículo para fins profissionais, procedi à resolução do contrato, dia 8 de Abril contactei a empresa e informei sobre a peça defeitusa e desde dessa data a empresa tem vindo a atrasar este processo. ​A minha indignação prende-se com os seguintes factos: ​Inércia Logística: Facultei todos os dados para a recolha no dia 17 de abril. No dia 21 de abril, a B-Parts confirmou a receção dos dados, garantindo "prioridade". Contudo, até à data, a recolha ainda não foi efetuada, nem me foram enviadas as guias de transporte. ​Abuso de Direito e Retenção de Capital: A empresa recusa-se a processar o reembolso enquanto a peça não entrar em armazém. No entanto, a demora na entrada em armazém deve-se exclusivamente à ineficiência da logística contratada pela B-Parts. Como consumidor, não posso ser penalizado financeiramente por falhas operacionais do vendedor. ​Violação do DL n.º 84/2021: A lei exige que a desconformidade seja resolvida sem "grave inconveniente para o consumidor". Manter o capital retido por tempo indefinido, após o envio de provas inequívocas da avaria, constitui um abuso. ​Pedido de Resolução: Exijo o reembolso imediato do valor total pago, independentemente do agendamento da recolha, uma vez que a peça está devidamente acondicionada e disponível para levantamento desde o dia 20 de abril. Não aceitarei mais dilações baseadas em "processos internos".

Em curso
L. E.
27/04/2026

BICHO FRITO JUNTO COM AS BATATAS

Olá boa tarde Ontem a noite após as 23:30 fui ao bk de Setúbal e comprei os hambúrguer mais caro … Pedi a batata frise supreme e , quando cheguei em casa eu meu namorado fomos comer a batata no fundo bem no final , havia um bicho enormeeeee preto que provavelmente foi frito junto com as batatas , eu vomitei tudo não tem como vc ver uma situação dessa depois de vc ter comido e vc não passar mal , isso é mto sério, HIGIENE E PRIMORDIAL ESSENCIAL EM QUALQUER ESTABELECIMENTO PRINCIPALMENTE DE COMIDA , Já pensaram o quão sério isso é ? Tenho certeza que aquilo foi feito de propósito por algum funcionário que lá estava , eu viu até o fim pelos meus direitos , ninguém deve passar por uma situação como essa , imagina o lugar que está sendo feito esses hambúrguer e batata como deve estar uma nojeira , pq a pessoa fritar batata junto com bicho e ainda servir pra pessoa comer , isso é muito sério , estou aqui a deixar meu relato pra outras pessoas ficarem a alerta de nem ir lá ou ficar esperto antes de comer pq pode acontecer o mesmo que aconteceu cmg , uma situação constrangedora que ninguém merece passar , só quero os meus direitos de consumidora e vou até o fim para isso . TENHO A FOTO E O VÍDEO DO BICHO JUNTO COM AS BATATAS MAS NÃO CONSIGO ENVIAR AQUI ESTÁ A DAR ERROS , TENHO PROVAS DE TUDO

Em curso
A. C.
27/04/2026

Reclamação – Divergência de preço e falta de clareza na etiqueta

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma divergência de preços e à falta de clareza da informação disponibilizada ao consumidor, numa compra efetuada na loja Continente da Av. de Roma, Praça de Alvalade., no dia 26/4/26 No momento da compra do produto “Atum ao Natural Tritado 77g”, a etiqueta em loja indicava um preço promocional de 0,73€ por unidade. Letras/ informação legível. Quando verifiquei na fatura, 0,87€ un.(conforme “4 x 0,87€”), conta na fatura em anexo. Solicitei ajuda do assistente em loja, pois a etiqueta do mesmo produto, não estava colocada no local certo, e confirmou-me que o preço era de 0,73€ por un. Dirigi-me à Loja para pedir esclarecimento. Fui informada de que o preço é de 0,87€ un., promoção Leve 6 paguei 5, preço unitário 0,73€. Considero que a informação constante na etiqueta não é apresentada de forma clara, direta e inequívoca para o consumidor. A coexistência de diferentes valores (0,73€/un, 0,87€/un) e a forma como a promoção é comunicada não permitem uma compreensão imediata do preço efetivamente aplicável, podendo induzir em erro no momento da decisão de compra. Esta situação configura não só uma discrepância entre o preço anunciado e o preço cobrado, como também uma falha na transparência da informação prestada ao consumidor. Deste modo, solicito: A verificação da situação descrita; A correção do valor cobrado, com o respetivo reembolso da diferença; Anexo comprovativos (fotografia da etiqueta e detalhe da fatura) para análise.

Em curso
B. L.
27/04/2026

Vítima de roubo, Apoio ao cliente inexistente

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Vinted. Vendi um conjunto de cinco artigos diferentes através da Vinted, num total de 12 livros, muitos dos quais em estado novo e selado. Após a receção, o comprador alegou que alguns artigos chegaram danificados. Apenas 2 dos 12 livros apresentavam danos estéticos ligeiros na lombada, danos que podem ter ocorrido durante o transporte e que são puramente cosméticos. No entanto, em vez de reportar apenas esses 2 livros, o comprador reportou o bundle inteiro como danificado e solicitou o reembolso total da compra. Respondi de boa fé, oferecendo-me para aceitar a devolução dos artigos. O comprador recusou devolvê-los e, em vez disso, obteve o reembolso total da Vinted sem ser obrigado a devolver qualquer artigo, incluindo os 10 livros que estavam em perfeito estado, alguns ainda novos e selados. Em nenhuma circunstância deveria o comprador ter reportado todos os livros como danificados. Dois livros com danos ligeiros na lombada não justificam o reembolso total de 12 livros. Este comprador aproveitou-se das políticas de apoio ao cliente da Vinted para me roubar artigos em estado novo. Como resultado, o comprador ficou com todos os meus artigos e com o dinheiro, e eu fiquei sem nada. Reportei esta situação há mais de duas semanas. Desde então, fui passado entre três agentes de suporte diferentes (Diana, Mazen e Khaled) todos enviaram a mesma resposta genérica a dizer que o caso estava "a ser investigado", sem qualquer atualização concreta, prazo ou resolução. As minhas mensagens mais recentes ficaram sem resposta. Solicito uma das seguintes resoluções: O comprador ser obrigado a devolver todos os artigos a expensas dele, OU receber a compensação total pelo valor da venda. Tenho capturas de ecrã de todas as comunicações com a equipa de suporte, bem como provas do estado dos artigos antes do envio. O meu nome de utilizador na Vinted é bookmishima.

Em curso
M. S.
27/04/2026

Omissão de informação legal importante

Vendi a minha casa em Almada, através da mediação imobiliária Century 21 Home Vintage - Amora. Eu sou viúva desde 2016 , e sempre fui clara para com o agente imobiliário e informei que quando vendesse a minha casa não iria fazer partilhas com as minhas duas filhas , pois iria comprar outra casa noutro concelho e precisaria do dinheiro. O que sucede é que, quando fizemos a escritura para vender a casa as minhas filhas assinaram também como vendedoras. Nunca me foi dito que teria que fazer uma escritura de doação antes de realizar esta escritura e por conseguinte agora as minhas filhas estão obrigadas ao pagamento de um valor declarado no IRS delas cujo dinheiro não receberam e ainda vão ter que pagar. Eu penso que o agente imobiliário deveria ter me acautelado desta situação previamente da escritura pois eu tenho 75 anos e só quem está neste meio legal e imobiliário é que deve ter conhecimentos e formação específica para aconselhar os clientes das suas obrigações e deveres. Eu liguei para as finanças e dizem me que teria que ter reportado a doação das minhas filhas antes da escritura da minha casa para que depois pudesse avisar as finanças através do modelo 1 acerca desta doação. Em alternativa também poderia ter feito uma cláusula na escritura , mas isso nunca me foi sugerido e aconselhado. O que acontece agora é que as minhas filhas têm duas dívidas avultadas para pagar e não sabemos como resolver pois ninguém nos soube acompanhar neste sentido. A entidade imobiliária deverá ter apoio jurídico neste sentido e aconselhamento específico para os clientes nestas situações mais peculiares. Sinto me lesada, sinto que omitiram ou desconhecem informação importante para poderem mediar os casos mais complexos e mesmo assim cobram uma comissão elevadissima. Se me puder ajudar neste caso agradeço, pois necessito de apoio urgente. Anexo escritura da minha casa e a comissão que paguei à century 21 pela mediação imobiliária levada a cabo pelo agente Ivo Tavares. Informo ainda que tenho provas em como este senhor sabia desta situação e nunca nos alertou.

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