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Encomenda não recebida
Após várias tentativas de contacto com a linha dos CTT e sempre sem sucesso , venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao serviço prestado pelos CTT no envio da encomenda com a referência DB230829423PT, serviço esse que considero profundamente negligente, pouco profissional e inaceitável. No início do mês de dezembro efetuei uma encomenda na loja “Ponto de Amor”, tendo-me sido garantido que a entrega seria efetuada antes do Natal, motivo pelo qual acompanhei atentamente todo o processo de envio através do sistema de tracking dos CTT. Segundo o tracking, no dia 23/12 a encomenda encontrava-se em trânsito para ser entregue no dia 24/12 de manhã. Dada a urgência da situação, cheguei inclusive a não comparecer ao trabalho para garantir que estaria presente na morada para receber a encomenda. Contudo, ninguém tocou à campainha, não foi efetuada qualquer tentativa real de entrega e, para meu total espanto, o tracking passou a indicar que a encomenda não teria sido entregue com a justificação: “Motivo: Não foi possível passar na morada.” Esta justificação é totalmente falsa, uma vez que estive presente na morada durante todo o período indicado para a entrega. Considero esta informação enganosa e inadmissível. Após vários dias sem qualquer contacto, atualização ou esclarecimento por parte dos CTT, dirigi-me no dia 02/01/2026 a uma loja dos CTT em Leça da Palmeira, onde me foi informado que a encomenda se encontraria ainda no Centro Operacional do Porto, podendo inclusive estar perdida devido à sua reduzida dimensão. Seguindo essa indicação, dirigi-me pessoalmente ao referido Centro Operacional, onde fui atendido de forma pouco profissional e informado de que: A encomenda estaria efetivamente nas instalações. Provavelmente estaria perdida! Não me poderiam ajudar a localizá-la. E que o melhor procedimento seria apresentar uma reclamação... Ou seja, após semanas de espera, deslocações a diferentes locais e ausência total de comunicação por parte dos CTT, continuo sem a encomenda, sem qualquer solução e sem qualquer contacto proativo a resolver tudo isto de modo ao cliente não continuar sistematicamente a ser prejudicado. Saliento que, caso não tivesse tomado a iniciativa de me deslocar fisicamente às instalações dos CTT, continuaria até hoje sem qualquer informação sobre o estado da encomenda. No país e no ano em que nos encontramos, considero este tipo de atuação completamente inadmissível, sobretudo por parte de uma empresa com a responsabilidade e dimensão dos CTT. Solicito: Esclarecimento imediato sobre o paradeiro da encomenda Justificação formal para a falsa indicação de tentativa de entrega Resposta escrita a esta reclamação Informo ainda que disponho de prints do tracking que comprovam todas as situações descritas. A reclamação foi efetuada no dia 05/01/2026 , pelo que já é dia 20/01/2026 e não tenho nenhum tipo de resposta , nem sequer da loja PONTO DE AMOR , tanto uma empresa como outra estão-me a ignorar , não devolvem o dinheiro que gastei e não entregam a minha encomenda que já foi feita quase há 2 meses, nunca pensei que fosse possível acontecer tamanho desprezo e irresponsabilidade para com o cliente . Seguem prints do tracking que continua no mesmo ponto , onde indica que serei contactado a informar quando me vão entregar e nunca recebo nenhum contacto , inclusive a reclamação que fiz via mail para os CTT continua sem resposta à inúmeros dias ... Já só quero o meu dinheiro de volta e nunca mais na vida me envolver com empresas deste calibre. Vi-me forçado a seguir com uma reclamação na DECO PROTESTE pois apenas estou a ser ignorado e desprezado, na ausência de uma solução digna irei avançar com uma reclamação no portal da queixa também.
Temu Portugal - Burla 300 euros com devoluçoes, provas em anexo
Um mes sem reembolso, mas o Temu recebeu o pacote de devolução Encomendas : PO-163-11348143273593670 PO-163-15471416983673670-D01 No valor total de 300, 59 Euros Numero de seguimento de pacote de devolução : 88618668 Devolvi no dia 21 de Dezembro, o pacote de devoluçao foi recebido no armazem do Temu no dia 26 de Dezembro. Tal, como está no imagem de anexo, pagina de seguimento de transportadore Inpost, que está bem claro que o pacote foi entrego no dia 26 de dezembro no armazem de Temu. Temu recebeu o pacote, mas não emitiram o reembolso. No dia 7 de Janeiro contactei o Temu para pedir o reembolso dos artigos devolvidos. As respostas foram: 7 de janeiro assistente Sasha Watts: "O pacote nao chegou a armazem" Está no anexo resposta completa. 8 de janeiro : a mesma resposta, como pode ver no anexo 13 de janeiro: assistente Jin Bonner :" Não temos o pacote no armazem, por isso não vamos emitir o reembolso (resposta completa está em anexo) 14 de janeiro , o mesmo Afirma mais uma vez que não me vão emitir o reembolso 16 de janeiro, assistente Sasha Watts : "O pacote não chegou a armazem, por isso nao vamos emitir o reembolso (neste anexo podem comfirmar que o numero de tracking corresponde ao numero de site de transportadora Inpost 17 de janeiro : A mesma resposta. E isso sabendo que o pacote está no armazem, tal como está no site de inpost Agora digam me, se isso não é uma burla? Hoje é dia 19 de janeiro, quase um mes atras que eu devolvi os artigos, e fiquei sem os artigos e sem o dinheiro. Apesar de ter cumprido todas as condições de devolução, até à presente data não recebi o reembolso devido. Recordo que, ao abrigo da legislação europeia de defesa do consumidor (Diretiva 2011/83/UE e transposição para a lei portuguesa – DL n.º 24/2014), o consumidor tem direito ao reembolso integral no prazo máximo de 14 dias após a devolução. Solicito o reembolso imediato, sem desculpas e sem explicaçoes, pois todas as explicaçoes estão nos anexos. Quero lembrar : Se a loja não reembolsar no prazo de 14 dias após a resolução do contrato, o consumidor tem direito, por lei, à devolução do montante em dobro (Artigo 12.º do DL n.º 24/2014). Sendo assim, eu exijo o reembolso em dobro, que tenho direito por lei.
Reembolso não recebido
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa SHEIN, por incumprimento na entrega de uma encomenda e recusa injustificada de reembolso. Efetuei uma compra na SHEIN, referente ao pedido [GSO1TS158001C8K], o qual consta no sistema como entregue, apesar de nunca ter recebido a encomenda. Após contacto com o apoio ao cliente da SHEIN, foi aberto um inquérito e fui informada de que o valor seria reembolsado. Contudo, o reembolso foi anulado sem qualquer justificação. Posteriormente, o procedimento foi repetido, tendo o reembolso sido novamente anulado, apesar das várias tentativas de resolução da minha parte. Esta situação já se prolonga há mais de duas semanas, sem solução. A SHEIN continua a exigir documentos e provas impossíveis de apresentar, nomeadamente: - comprovativo de endereço incorreto (quando o endereço está correto); - comprovativo de extravio da mercadoria (não emitido pela transportadora); - comprovativo de assinatura incorreta, quando nunca assinei a entrega. A encomenda foi marcada como entregue sem entrega direta a mim e sem qualquer assinatura da minha parte, o que configura uma falha grave da transportadora e do vendedor. Enviei por duas vezes toda a documentação que estava ao meu alcance, incluindo documento oficial de identificação, com o objetivo de demonstrar que a assinatura registada não corresponde à minha, não sendo razoável nem legal exigir ao consumidor provas que não existem. Considero esta prática abusiva e contrária à legislação de defesa do consumidor, uma vez que cabe ao vendedor comprovar a entrega efetiva da encomenda, o que não foi feito até ao momento. Desta forma, solicito a intervenção da DECO Proteste para: - mediação do conflito com a empresa SHEIN; - obtenção do reembolso integral do valor pago; - orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidora e aos próximos passos a seguir. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e o apoio prestado. Com os melhores cumprimentos, Adilza Veiga Ilzaclear788@gmail.com
Falha no envio da encomenda
No dia 28 de dezembro de 2025, efetuei uma encomenda no site oficial da CREATE. Embora o produto estivesse disponível e os prazos anunciados fossem de 24/48h para envio e 4 a 6 dias úteis para entrega, o processo tem sido marcado por irregularidades: Bloqueio por dados "Opcionais": Após 7 dias úteis de espera, fui informada de que a encomenda estava retida por falta do número de telemóvel, apesar de este campo estar assinalado como não obrigatório no site. Inexistência de Resposta: Respondi prontamente no dia 7 de janeiro com os dados solicitados. Perante o silêncio da marca, liguei no dia 9 de janeiro, onde admitiram que o meu email ainda nem sequer tinha sido aberto. Informações Contraditórias e Apoio Inoperante: No dia 15 de janeiro, antes de a encomenda ser finalmente expedida, tentei novo contacto telefónico às 12:40. Verifiquei aqui uma grave discrepância nas informações oficiais da empresa: Na App CREATE: O horário indicado é de segunda a quinta-feira, das 08h às 13h, e sexta-feira, das 08h às 13h. No Atendimento Automático (Voz): Uma mensagem informava que o horário era das 09h às 18h em dias úteis. Realidade: Apesar de ter ligado dentro de ambos os horários publicitados, o apoio estava desativado e não fui atendida. Incumprimento de Nova Data de Entrega: A encomenda foi expedida a 15 de janeiro com previsão de entrega até hoje, 19 de janeiro. Até ao momento, não recebi o produto. É inadmissível que uma empresa forneça horários de atendimento contraditórios e que, mesmo quando o cliente contacta dentro desses horários, o serviço não funcione. Esta situação, somada ao atraso de mais de três semanas por um erro da própria plataforma, é inaceitável.
Equipamento vendido não corresponde com o solicitado
Exmos senhores, No dia 29/11/2025, durante a campanha da Black Friday, foi efetuada uma compra na loja Worten de Marco de Canaveses, relativa a um esquentador da marca Becken. Na altura da compra, foi solicitado expressamente ao vendedor um esquentador com ignição a pilhas. O vendedor ficou de verificar em armazém a existência do modelo pretendido, tendo sido entregue ao cliente um modelo devidamente embalado, assumindo-se como correto. Importa salientar que, ao abrir a embalagem, constatou-se que o equipamento apresentava ferrugem, apesar de ser novo e estar selado na caixa, o que demonstra falta de controlo de qualidade e verificação prévia do produto. No dia 06/12/2025, aquando da instalação por técnico, verificou-se que o esquentador era de tomada elétrica e não de pilha. Após contacto telefónico, foi indicado ao cliente que se deslocasse à loja para proceder à troca, tratando-se de um lapso na entrega. Já em loja, e com outro vendedor (uma vez que o vendedor da inicial se recusou a prestar auxílio, talvez por já ter conhecimento do sucedido), verificou-se que a Worten não comercializa esquentadores Becken com ignição a pilhas, facto que deveria ter sido esclarecido no momento da compra. Esta situação criou uma expectativa errada ao cliente, que se viu obrigado a adquirir, na mesma data (06/12/2025), outro equipamento de outra marca, bem mais caro e já sem promoção, para suprir a necessidade inicial. Face ao exposto, entende-se que o cliente deverá ser indemnizado/restituído pelo valor correspondente ao desconto da campanha Black Friday a aplicar ao novo esquentador, uma vez que a situação resultou de uma venda negligente, de informação incorreta prestada pelo vendedor e da entrega de um produto em más condições (com ferrugem). Importa ainda referir que o gerente da loja se recusou a conceder tal compensação ou apresentar qualquer solução, afirmando “não poder fazer nada”. Solicita-se, assim, o devido ressarcimento pelos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos,
Devolução sem reembolso
Relativamente a uma encomenda online que fiz no valor de 25,95 e após ter pedido para efetuar devolução da mesma no dia 24 de maio de 2025 foi-lhe dado o número 10S80DNVKY70G. Após todos os trâmites normais de entrega no ponto de devolução e respetivo transporte tenho como último estado a entrega nos armazéns no dia 16 de junho de 2025 pela celeritas. Desde aí que não obtive reembolso nenhum . Na minha aplicação da Zara a encomenda continua em trânsito. Recorro a esta plataforma porque o atendimento da Zara é péssimo.
Reembolso não efetuado
Desde o dia 29 de dezembro de 2025 que aguardo o reembolso relativo à minha encomenda, o qual me foi confirmado pela própria empresa, mas até à presente data não foi efetuado, sem qualquer justificação válida ou prazo concreto. Para além do atraso injustificado no reembolso, verifiquei que o site da empresa não disponibiliza o acesso ao Livro de Reclamações Eletrónico, apesar de exercer atividade comercial em Portugal, o que constitui incumprimento legal. Após solicitar esclarecimentos, a empresa limitou-se a enviar-me um ficheiro PDF alegando tratar-se do Livro de Reclamações Eletrónico. Esse documento não corresponde à verdade enviaram um PDF de uma cadeira(montagem) Tenho também guardadas as respostas todas adiar o meu reembolso onde legalmente tem 14 dias Até ao momento: • O reembolso continua por efetuar desde 29 de dezembro; • O Livro de Reclamações Eletrónico não está acessível no site não me fornecem o link apos varias tentativas; • A empresa não prestou qualquer esclarecimento adequado nem regularizou a situação. Considero esta conduta inaceitável e lesiva dos direitos do consumidor, pelo que solicito a intervenção para resolução imediata do reembolso.
Beliani ignora direitos do consumidor e decisão arbitral definitiva do CICAP (P‑1823/2025)
Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra a Beliani (DE) GmbH / beliani.pt pela forma sistemática como desrespeitou direitos do consumidor e ignorou uma decisão arbitral definitiva. Comprei um conjunto de jardim em 2024. Menos de um ano depois, apresentou defeitos claros. Depois de apresentar uma reclamação formal à Beliani, demorei muito tempo a obter qualquer resposta. Só após contactar a sede é que a empresa reagiu. Primeiro tentou convencer‑me de que o defeito “não era defeito”; depois procurou resolver a situação com propostas muito inferiores ao razoável – reembolsos simbólicos ou vouchers para futuras compras – em vez de assumir a responsabilidade pelo produto vendido. Perante esta postura, tive de recorrer ao CICAP. No processo P‑1823/2025, o tribunal arbitral deu‑me razão e condenou a Beliani a reembolsar €579,98 (preço pago) e a pagar €20,94 de custas. A decisão é final e executória em Portugal. A resposta da empresa foi, novamente, ignorar: não pagou qualquer quantia e não apresentou qualquer plano de cumprimento. Enviei sucessivos e‑mails, incluindo uma carta de 26/11/2025 e um novo contacto em janeiro de 2026, em que cheguei a propor um acordo por valor inferior ao fixado na sentença, apenas para encerrar o assunto. A Beliani optou pelo silêncio. Entretanto, já assumi custos adicionais (certidões, taxas, tempo despendido) apenas para tentar fazer valer um direito básico de consumidor que já foi reconhecido por um centro de arbitragem. A sensação é que, para uma empresa sediada na Suíça e a vender ativamente na UE, as regras de proteção do consumidor portuguesas e as decisões dos centros de arbitragem são, na prática, opcionais. Quem compra fica exposto: se algo corre mal, enfrenta um percurso longo, caro e desgastante, e no fim a empresa limita‑se a ignorar até uma decisão definitiva. Na minha opinião, um operador com este comportamento não deveria poder atuar livremente no mercado interno europeu sem um escrutínio muito mais rigoroso. Solicito à DECO Proteste que registe este caso, o enquadre no histórico de reclamações da Beliani e avalie a necessidade de intervenção junto da empresa e de sinalização às autoridades competentes em matéria de defesa do consumidor. Estou disponível para enviar cópia da sentença arbitral, da certidão de trânsito em julgado e da correspondência trocada. Com os melhores cumprimentos,
Impedimento de devolução e ausência de apoio ao cliente (Encomenda 31074378583)
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Tommy Hilfiger (PVH Stores Portugal Unipessoal Lda) por impedirem o exercício do meu direito de devolução relativo à encomenda 31074378583. Efetuei a compra de umas calças "Regular Chinos" (€83,94) como visitante e pretendo proceder à sua devolução, mas deparo-me com os seguintes obstáculos intransponíveis: • Má Condição da Embalagem e Ausência de Etiqueta: A caixa da encomenda chegou ao destino em péssimas condições, estando totalmente rasgada e amolgada. Além disso, ao contrário do habitual na marca, a embalagem não incluía a etiqueta de devolução da UPS no seu interior. • Falha Técnica no Portal: Ao tentar aceder ao portal de visitante para descarregar a etiqueta, a opção "Download return label" não é disponibilizada na página de detalhes da encomenda, impossibilitando a resolução autónoma do problema. • Inexistência de Suporte ao Cliente: Tentei por diversas vezes o contacto telefónico através do número gratuito 00800-86669445, mas a linha limita-se a reproduzir uma mensagem gravada em loop sem nunca atenderem a chamada. Já enviei três e-mails para o endereço oficial de suporte e não obtive qualquer resposta até ao momento. Considerando que a fatura tem data de 02-01-2026 e que estou a tentar devolver o artigo dentro do prazo legal de 30 dias indicado no vosso site, exijo que a marca me envie de imediato a etiqueta de devolução da UPS por e-mail. Não aceitarei que o atraso causado pela vossa inoperacionalidade técnica e falta de apoio ao cliente prejudique o meu direito ao reembolso. No caso de esta situação não ser resolvida a tempo, não terei outra alternativa senão a de avançar com outros meios legais ao meu dispor, incluindo a queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico e o recurso a centros de arbitragem de conflitos de consumo.
Recusa indevida da NOS em aplicar medidas de apoio por dificuldade económica (beneficiária de CSI)
Venho por este meio apresentar reclamação contra a NOS Comunicações, S.A., por recusa injustificada em aplicar as medidas de apoio em situação de dificuldade económica que a própria empresa divulga no seu site oficial. Sou beneficiária do Complemento Solidário para Idosos (CSI), situação que se enquadra explicitamente nos critérios indicados pela NOS para acesso a medidas de apoio a clientes em dificuldade económica. Após obter a respetiva declaração oficial da Segurança Social, dirigi-me a uma loja da NOS para entregar o documento. Fui informada de que “não existe nada a esse respeito” e que apenas existem “campanhas”, o que contradiz claramente a informação pública disponível no site da empresa. Posteriormente, fui contactada por telefone por diferentes colaboradores da NOS, que: demonstraram desconhecimento total das medidas publicadas; forneceram informações contraditórias; afirmaram, sem qualquer base escrita, que a aplicação dessas medidas implicaria alteração contratual e fidelização; desligaram chamadas abruptamente, deixando-me a falar sozinha. Considero esta atuação desinformada, abusiva e discriminatória, sobretudo tendo em conta a minha condição de idosa e beneficiária de prestação social, configurando uma prática comercial desleal e potencial assédio telefónico. Face à recusa em loja, apresentei reclamação no Livro de Reclamações, estando agora a aguardar resposta formal. Solicito o apoio da DECO no sentido de: Esclarecer os meus direitos enquanto consumidora e beneficiária de CSI; Intervir junto da NOS para que esta cumpra o que publicita no seu próprio site; Garantir que nenhuma alteração contratual ou fidelização seja imposta como condição para acesso a medidas de apoio social. Encontro-me disponível para enviar toda a documentação necessária,incluindo: Declaração de beneficiária de CSI; Provas da informação constante no site da NOS; Cópia da reclamação apresentada.
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