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Cobrança e ativação do eDreams Prime após cancelamento do período experimental
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida associada à subscrição eDreams Prime. Aderi ao eDreams Prime através de um período experimental gratuito e, no dia 23/08/2026, procedi ao cancelamento da subscrição através do próprio site da eDreams, antes do início de qualquer período pago. O cancelamento ficou registado no site da eDreams, sendo-me apresentada a informação de que o meu Prime terminaria no dia 02/09/2026. Tenho um screenshot que comprova o cancelamento e a respetiva data de término. Apesar disso, no dia 08/09/2026, seis dias depois da data em que a própria eDreams indicava que o meu Prime terminaria, foi-me cobrado o valor de 10,99 € relativo ao eDreams Prime. Após esta cobrança, a minha conta passou ainda a indicar que a subscrição Prime continuará ativa até 2027. Não autorizei esta subscrição paga. Aderi através de um período experimental e cancelei expressamente a subscrição antes do início do período pago, tendo a própria eDreams confirmado que o serviço terminaria em 02/09/2026. Acresce que não recebi qualquer e-mail ou outra comunicação da eDreams a informar-me de uma renovação, da conversão do período experimental numa subscrição paga ou de que seria efetuada uma cobrança. Esta situação parece-me contrariar inclusivamente os próprios Termos e Condições do eDreams Prime. A cláusula 4.1.1 estabelece que, durante um Período Experimental, o cliente pode cancelar a renovação automática antes do início do Prazo Prime. A cláusula 5.1 estabelece que o Prazo Prime começa automaticamente caso o cliente NÃO CANCELE antes do fim do Período Experimental. No meu caso, o cancelamento foi efetuado em 23/08/2026 e a própria eDreams confirmou que o Prime terminaria em 02/09/2026. Não compreendo, portanto, com que fundamento foi posteriormente ativada uma subscrição paga e efetuada uma cobrança em 08/09/2026. Face ao exposto, solicito o reembolso integral dos 10,99 € cobrados indevidamente; o cancelamento imediato e definitivo da subscrição eDreams Prime que aparece agora ativa até 2027; e a confirmação por escrito de que não serão efetuadas novas cobranças relativas a este serviço. Caso a eDreams considere que a cobrança foi legítima, solicito que apresente prova da autorização que alegadamente dei para iniciar uma subscrição paga após ter cancelado o período experimental, bem como os registos relativos ao meu cancelamento de 23/08/2026. Junto como prova o screenshot do site da eDreams que confirma o cancelamento e indica 02/09/2026 como data de término do Prime, bem como comprovativo da cobrança de 10,99 € efetuada posteriormente. Solicito que esta situação seja regularizada com a maior brevidade possível, com o cancelamento definitivo da subscrição e o reembolso integral do valor cobrado. Com os melhores cumprimentos, Ricardo Bonito
Reclamação contra prática comercial abusiva, violação de deliberações de ata e cobrança indevida de
Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa Faaz, na qualidade de proprietário da fração A do condomínio sito em Rua Quinta da Casa, nº 22QUINTA DA CASA, Bomsucesso, Aradas. Em assembleia realizada a 09/01/2026, foi deliberada uma quota extra para obras com vencimento a 30/03/2026. Ficou contratualmente definido em ata que, em caso de incumprimento, a administração estaria obrigada a emitir um aviso prévio dando 5 dias adicionais para pagamento, antes de aplicar qualquer penalização ou avançar para contencioso. Contudo, a administração agiu em total desrespeito pelas regras estabelecidas e pelos direitos do consumidor: No dia 26/03/2026, a empresa emitiu um documento oficial de cobrança estipulando, expressamente, uma nova Data Limite de Pagamento para 08/04/2026. O pagamento da referida quota foi por mim integralmente efetuado no dia 02/04/2026, ou seja, 6 dias antes do prazo oficial concedido pela própria empresa. Apesar de o pagamento ter sido feito dentro do prazo do documento emitido, a empresa ignorou as suas próprias instruções e as regras da ata (que exigiam o aviso prévio de 5 dias). Enviou o caso para uma sociedade de advogados e aplicou uma multa ilegal de 20%, acrescida de 40€ de supostos "honorários de gestão de cobrança extrajudicial". Esta atuação constitui uma prática comercial agressiva, abusiva e ilegal, assente na criação de pressões financeiras infundadas através de mandatários jurídicos para cobrar valores indevidos. Solicito a intervenção das entidades fiscalizadoras para a verificação dos procedimentos desta empresa e exijo a anulação imediata de todas as penalizações e custos associados a este processo indevido. Sem mais de momento, António Silva Fracção A Condomínio Rua Quinta da Casa, nº 22, QUINTA DA CASA
Publicidade enganosa
Na loja Feira dos Sofás da Batalha demonstrei interesse no colchão Molaflex Infinity Multi anunciado pelo preço base de 919,20 euros. Na altura estava publicitada uma campanha Sem IVA válida até 15/09, que colocaria o preço final em cerca de 747,30 euros. Após um período de férias regressei à loja no dia 12/09, ainda dentro do prazo da campanha, com intenção de adquirir o colchão. Para minha surpresa o preço tinha aumentado para 1149 euros. Apesar disso encontrava-se colocado em cima do colchão um panfleto da campanha Sem IVA. Questionei o funcionário que explicou que o preço tinha sido alterado pelo fornecedor e que a loja não tinha controlo sobre essa alteração. Ao questionar a aplicação da campanha informou-me que a mesma já não se aplicava ao colchão, tendo posteriormente removido o panfleto. Considero esta situação pouco transparente e lesiva da confiança do consumidor. A campanha estava publicitada como válida até 15/09 e regressei no dia 12/09 para efetuar a compra. No entanto deparei-me com um aumento significativo do preço e com a informação de que a campanha já não era aplicável apesar de a publicidade continuar junto ao produto. Por ter confiado nas condições apresentadas pela Feira dos Sofás não avancei com a compra noutra loja quando tive oportunidade. Manifesto o meu descontentamento e solicito uma explicação formal sobre esta situação e sobre as condições anunciadas ao consumidor.
Conta restrita no Skrill
Boa tarde ao abrir a minha conta Skrill no sábado à noite deparei-me com um aviso ao qual dizia que a minha conta tinha sido restrita. Foi me dito na resposta automática que eu iria receber um e-mail para verificação de segurança da minha conta mas até agora nada...
Valor cobrado indevidamente e ocultar valores
Em 12-09-26 fui aliciado com mais uma das promoções em receber artigo de oferta numa compra mínima. Com as novas regras e tendo sempre a preocupação dos valor que cobram por ser de importação antes de pagar verifico. Acontece aquando do pagamento o artigo de oferta não alertou que iriam cobrar taxas de importação. Tentei resolver junto da Temu pela minha conta e ignoraram a minha reclamação. Exijo o reembolso do valor de 3,69 euros mais uma compensação do abuso de ocultar o valor aquando da compra.
Reembolso não recebido
Título: Amazon não efetuou o reembolso do microfone e não disponibiliza um canal eficaz de atendimento Venho registrar uma reclamação referente a uma compra realizada na Amazon. Solicitei a devolução do DJI Mic Mini (2 TX + 1 RX), no valor de 68,11 €. No sistema da Amazon consta que o reembolso foi emitido em 17 de agosto de 2026, conforme comprovativo, porém esse valor não foi efetivamente reembolsado. A Amazon efetuou apenas o reembolso referente ao adaptador, mas o valor do microfone, de 68,11 €, continua sem ser devolvido. O que torna a situação ainda mais grave é a dificuldade de conseguir contactar a própria Amazon para resolver o problema. O chat de atendimento também não funciona adequadamente, não existe um endereço de e-mail disponível para tratar diretamente deste tipo de situação e, quando tento solicitar que a Amazon me ligue, a chamada não é realizada. Ao tentar ligar para o número disponibilizado, sou informada de que o número está indisponível. Ou seja, a Amazon não efetuou o reembolso integral e, ao mesmo tempo, não disponibiliza um canal de atendimento funcional para que o consumidor consiga resolver a situação. Considero esta situação uma falta de respeito com o consumidor, principalmente quando existe no próprio sistema da Amazon a indicação de que o reembolso foi emitido. Solicito que a Amazon verifique imediatamente o que aconteceu com o reembolso de 68,11 € referente ao DJI Mic Mini e efetue o pagamento do valor em falta, apresentando também uma explicação clara sobre o motivo pelo qual o reembolso consta como emitido, mas não foi recebido. Tenho o comprovativo da própria Amazon onde consta a informação sobre o reembolso e posso apresentá-lo como prova. Aguardo uma solução efetiva para o problema e não simplesmente uma orientação para contactar canais que não estão funcionando.
Remoção nome mapa responsabilidade
Venho por este meio apresentar reclamação contra a entidade DOMUSVENDA, S.A., relativamente à manutenção abusiva e ilegal de um registo na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal (Identificação da Instituição: 8211). O registo em causa refere-se a um suposto 'Crédito Pessoal' com início em 21/10/2003, marcado presentemente como 'Crédito em Perda'. Contudo, conforme consta expressamente no próprio mapa do Banco de Portugal, o campo 'Em litígio judicial' indica 'NÃO'. Decorreram mais de 22 anos sem que tenha existido qualquer citação ou interrupção judicial do prazo de prescrição. Face ao exposto, a referida dívida encontra-se extinta por força da prescrição (Artigos 309.º e 310.º do Código Civil). No passado dia 6 de setembro, interpelei formalmente a Domusvenda por e-mail, invocando a prescrição e exigindo a retificação dos dados no prazo de 5 dias úteis. Até à data de hoje, a empresa remeteu-se ao silêncio, mantendo o meu nome indevidamente manchado e bloqueando a minha vida financeira através de uma data de fim artificial ('9999-12-31'). Solicito a intervenção desta entidade para que a Domusvenda proceda à imediata eliminação do registo, em cumprimento da legislação civil e das regras de reporte de dados.
Atraso e reencaminhamento indevido de encomenda
Boa tarde. Estou a reclamar devido a uma encomenda que continuo à espera e cujo prazo de entrega indicado pela Inpost já foi largamente ultrapassado. Ao consultar o tracking, percebi que a encomenda, que vem de Espanha, chegou a Portugal já com um largo atraso. Esperava que hoje pudesse levantar a encomenda, uma vez que chegou ontem à noite ao centro do Porto e a entrega é em Braga. No entanto, não recebi qualquer notificação nem houve atualização no tracking. Contactei o apoio ao cliente por telefone e, após uma longa espera, informaram-me que a minha encomenda foi transferida do centro do Porto para o de Aveiro. Isto não faz sentido, já que é precisamente no sentido contrário ao destino pretendido. Peço, por favor, que parem de deslocar a minha encomenda para locais desnecessários e a coloquem no respetivo locker o mais rapidamente possível. Não costumo perder tempo a reclamar, mas esta situação está a ultrapassar todos os limites. Caso não seja resolvida brevemente, pondero apresentar queixa no livro de reclamações online para ser analisada pela entidade reguladora competente.
Publicidade enganosa - produto não corresponde à descrição apresentada
Comprei o localizador TRAKSY porque foi anunciado como um dispositivo GPS antirroubo, com GPS/GLONASS, precisão de 1 metro, atualizações em tempo real e dados móveis vitalícios incluídos. Era apresentado como sendo próprio para rastreamento de veículos. No entanto, o equipamento que me enviaram traz a identificação “Home & Maker – TRAKSY / Model: Chiheng/Wireless tag 02” e, na verdade, funciona apenas como um localizador Bluetooth. Ou seja, não tem as características de um localizador GPS autónomo, nem ligação celular. Testei o dispositivo no meu carro. Quando me afastei com o telemóvel, a localização mostrada pelo Google Find Hub correspondia apenas à localização do telefone, e não à do veículo, impedindo assim o rastreamento independente do carro, ao contrário do que foi anunciado. Por isso, acho que o produto não está conforme a descrição apresentada na página de venda. Não se trata de uma avaria ou de problema de configuração—simplesmente o produto que recebi não corresponde ao que estava anunciado e que foi o motivo da minha compra.
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