Reclamações públicas
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Pagamento de um serviço que não tenho
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a vossa empresa devido à cobrança indevida de mensalidades e à exigência de fidelização por um serviço que se encontra totalmente desligado e inoperacional há mais de um ano.Há mais de um ano, contactei a vossa empresa a comunicar que o meu serviço de alarme estava desligado. Naquela data, em momento algum fui informado pelos vossos serviços ou operadores de que seria obrigatório o envio de uma carta registada para efetivar o cancelamento definitivo do contrato. Houve, portanto, uma clara omissão do dever de informação ao consumidor.Fui agora surpreendido com a exigência de pagar mais um ano de um serviço que não possuo nem usufruo, uma vez que está tudo desligado há mais de 12 meses. Esta cobrança é totalmente ilegítima, constituindo um abuso e um enriquecimento sem causa por parte da vossa empresa.Mais informo que, para salvaguardar os meus direitos face à vossa insistência, procedi hoje ao envio da carta formal de anulação por Correio Registado .Face ao exposto, exijo:O cancelamento imediato de qualquer vínculo contratual, sem qualquer penalização económica;A anulação total de todas as faturas emitidas e valores cobrados relativos ao período em que o serviço esteve inoperacional;A emissão de uma nota de crédito retificativa com o saldo a zeros.Aguardo uma resposta por escrito no prazo legal.
Serviço pós venda
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Leroy Merlin – Loja de Ponta Delgada, referente ao fornecimento e instalação de uma banheira destinada à casa de banho principal da minha habitação. O contrato celebrado com a Leroy Merlin compreendia o fornecimento e instalação de banheira; resguardo; painel frontal da banheira; tijolos; todos os materiais necessários à instalação, serviço integral de instalação, incluindo transporte do material até ao apartamento e remoção de entulho. Era igualmente do conhecimento da Leroy Merlin que, dada a reduzida dimensão da casa de banho, a substituição da banheira obrigava à remoção de diversos azulejos, bem como da sanita e do bidé, para permitir a execução dos trabalhos. Infelizmente, o processo ficou marcado por uma sucessão de falhas graves, totalmente incompatíveis com a qualidade de serviço que um consumidor legitimamente espera de uma empresa da dimensão da Leroy Merlin. 1. Entrega da banheira sem componentes essenciais No dia 29 de julho de 2026 foi comunicada à Leroy Merlin a ausência do kit de tubagem, ralo e manípulo rotativo, componente indispensável e integrante da própria banheira. Foi-nos confirmado pelo Serviço Pós-Venda que essa omissão resultou de um erro do fabricante, tendo sido efetuada nova encomenda do referido kit no mesmo dia. Esta situação demonstra, desde logo, uma evidente falta de controlo e verificação da mercadoria antes da respetiva entrega ao consumidor. Caso essa verificação tivesse sido devidamente efetuada, a ausência de um componente essencial teria sido imediatamente detetada. 2. Entrega de uma banheira danificada Aquando da colocação da banheira, no dia 30 de julho de 2026, igualmente verificado que a banheira apresentava um dano significativo. Pela localização, natureza e intensidade do impacto, tudo indica tratar-se de um dano provocado por uma força elevada, sendo manifestamente incompatível com a simples movimentação da banheira entre o veículo da transportadora e o interior da habitação. Os acidentes podem acontecer em qualquer cadeia logística. Todavia, aquilo que distingue uma empresa verdadeiramente orientada para o cliente é a forma como resolve esses incidentes. Foi precisamente nesta fase que o Serviço Pós-Venda da Leroy Merlin revelou uma atuação profundamente dececionante. 3. Atuação do Serviço Pós-Venda Após o contacto efetuado pelo meu marido acerca dos danos da banheira foi-lhe comunicado que o prazo previsível para substituição da mesma seria de aproximadamente quatro semanas. Perante uma solução claramente incomportável, desloquei-me pessoalmente à loja Leroy Merlin de Ponta Delgada na tarde do mesmo dia, sensivelmente pelas 15h15. Durante esse atendimento questionei se a mercadoria havia sido inspecionada aquando da receção, pois uma simples verificação teria permitido detetar, pelo menos, a inexistência do kit da banheira ao que foi respondido que essa verificação tinha sido efetuada. Confesso que esta resposta me suscita sérias reservas, pois, caso tivesse existido uma inspeção efetiva, dificilmente teria passado despercebida a ausência de um componente essencial da própria banheira. Foi-me igualmente referido que a responsabilidade seria da empresa transportadora. Tal argumento não pode ser aceite. O contrato foi celebrado exclusivamente com a Leroy Merlin, tendo sido esta empresa que vendeu os materiais, contratou o transporte, vendeu o serviço de instalação e recebeu integralmente o respetivo pagamento. O consumidor não mantém qualquer relação contratual com o fabricante nem com a transportadora. Perante o enorme transtorno causado, solicitei ainda que fosse equacionada uma solução excecional, designadamente o envio urgente da nova banheira e do respetivo kit, por forma a minimizar o período durante o qual ficaríamos privados da utilização da casa de banho principal. A resposta recebida foi, e passo a citar, que tal solução "não podia ser porque isso ia sair caríssimo". Esta resposta é particularmente preocupante na medida em que perante um incumprimento imputável à cadeia de fornecimento da Leroy Merlin, a principal preocupação transmitida ao cliente foi o custo que a empresa teria de suportar para corrigir o seu próprio erro, sem qualquer demonstração de preocupação pelos enormes prejuízos causados ao consumidor. Trata-se de uma postura incompatível com os deveres de diligência, boa-fé e respeito pelos direitos dos consumidores. 4. Consequências para o consumidor Como consequência direta destas sucessivas falhas: a casa de banho principal da habitação encontra-se totalmente inutilizada; a banheira foi removida; a sanita e o bidé tiveram igualmente de ser desmontados para permitir a execução dos trabalhos; a família ficou privada da utilização da principal instalação sanitária da habitação; somos confrontados com a perspetiva de permanecer nesta situação durante aproximadamente um mês, exclusivamente por motivos imputáveis à Leroy Merlin e à sua cadeia de fornecimento. É difícil conceber um exemplo mais evidente de "grave inconveniente para o consumidor". 5. Enquadramento legal A presente situação configura uma clara falta de conformidade, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos dos consumidores na compra e venda de bens. Nos termos deste diploma, a Leroy Merlin é a única entidade responsável perante o consumidor pelo cumprimento integral do contrato, não podendo eximir-se dessa responsabilidade através da invocação de erros do fabricante ou da transportadora dado essas relações pertencem exclusivamente à esfera interna da empresa. Caso a Leroy Merlin entenda existir responsabilidade do fabricante ou da transportadora, poderá posteriormente exercer contra essas entidades os mecanismos legais que considere adequados, mas tal nunca pode prejudicar nem atrasar os direitos do consumidor. No presente caso verificaram-se duas faltas de conformidade distintas: 1ª entrega de uma banheira sem componentes indispensáveis ao seu funcionamento; 2ª entrega de uma banheira danificada. Nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade através da substituição do bem. O artigo 18.º determina que essa reposição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e, sobretudo, sem grave inconveniente para o consumidor. Ora, manter o nosso agregado familiar privado da utilização da sua casa de banho principal durante cerca de quatro semanas constitui um "grave inconveniente" Não pode a Leroy Merlin justificar tal demora apenas com razões de natureza económica ou logística, nomeadamente afirmando que um transporte urgente "ia sair caríssimo". O custo da correção do erro pertence exclusivamente à esfera empresarial da Leroy Merlin e nunca pode ser transferido, direta ou indiretamente, para o consumidor. 6. O que exigimos Face ao exposto, exigimos que a Leroy Merlin: Proceda com caráter de absoluta urgência à substituição da banheira danificada e ao fornecimento do kit em falta; Recorra, se necessário, a transporte urgente, à expedição direta pelo fabricante ou à transferência de uma unidade existente noutra loja da cadeia Leroy Merlin, por forma a assegurar uma solução imediata; Caso exista uma banheira idêntica disponível em qualquer loja da rede Leroy Merlin, proceda à sua imediata e célere afetação ao presente processo, não sendo aceitável que o consumidor suporte um atraso de várias semanas quando existem soluções logísticas ao alcance da própria empresa; Assuma integralmente a responsabilidade pelo incumprimento contratual, abstendo-se de imputar responsabilidades ao fabricante ou à transportadora, entidades com as quais o consumidor não mantém qualquer vínculo contratual; Apresente um pedido formal por escrito, de desculpas pelos transtornos causados; Informe, por escrito, quais as medidas concretas que irão ser adotadas para evitar a repetição de situações idênticas.
Reclamação da experiência profissional na Telecabine Lisboa vaga de Assistente de Fotografia
No dia 29 de julho de 2026, eu tive, sem exageros, uma das piores experiências profissionais durante o processo de integração para a função de Assistente de Fotografia, no âmbito de um contrato de outsourcing entre a Adecco e a Eventline (Empresa responsável pelo serviço de fotografia no espaço) No dia da minha integração compareci à hora indicada, vim com a indumentária indicada, assinei toda a documentação que me foi solicitada (referente a titularidade dos rendimentos e outros documentos) e iniciei imediatamente as funções para as quais tinha sido contratado. Ao longo do dia procurei cumprir todas as instruções que me foram dadas, abordando clientes, tirar fotos, prestando apoio e realizando as restantes tarefas inerentes à função. Sendo o meu primeiro dia, era natural existir um período de adaptação. Cometi alguns erros, como acontece com qualquer colaborador que está a aprender um novo posto de trabalho. Sempre que me eram dadas indicações, procurei aplicá-las imediatamente. Um dos aspetos que mais me desagradou foi a falta de clareza nas instruções. Em determinada situação foi-me transmitido posteriormente que estaria a interferir com o trabalho de outro colaborador. No entanto, durante o próprio serviço cheguei a perguntar diretamente a esse colaborador se estava a dificultar o seu trabalho, tendo recebido como resposta que não. Perante essa resposta, não tinha qualquer motivo para acreditar que estivesse a desempenhar incorretamente as minhas funções. Além disso, nunca recebi um feedback claro e direto por parte da coordenadora relativamente ao meu desempenho enquanto estava a trabalhar. Apenas fui chamado posteriormente ao escritório da Adecco a meio do turno, onde me foi pedido para assinar o contrato de trabalho a termo incerto e logo a seguir a denúncia do mesmo. Permaneci cerca de 30 minutos no escritório a ler e assinar o contrato de trabalho, acreditando que iria iniciar uma nova etapa profissional. Logo de seguida foi-me comunicado que o contrato seria imediatamente cessado. Eu considero esta situação muito mal gerida, se não havia intenções de me contratar, porque é que ela não me disse logo no início, nunca fui tratado com tanta indiferença e crueldade por parte de uma empresa. Porque é que foi tão importante eu assinar este contrato se nunca houve intenção de continuidade? Considero que esta situação foi gerida de forma desrespeitosa e pouco transparente. Se já existia a intenção de cessar a colaboração, não compreendo porque fui levado a assinar o contrato imediatamente antes de me ser comunicada essa decisão. Considero que, antes de uma decisão tão drástica, deveria ter existido uma comunicação mais transparente e objetiva, permitindo-me compreender concretamente o que deveria corrigir e dando-me uma oportunidade real para melhorar. Também me foi referido que procuravam uma pessoa "mais dinâmica" e que estavam a ocorrer "entropias". No entanto, estes conceitos nunca me foram explicados de forma concreta, com exemplos específicos que me permitissem perceber exatamente quais eram os comportamentos considerados inadequados. Fiquei igualmente surpreendido com o facto de o contrato ter sido cessado após apenas um dia de trabalho, sem que tivesse existido um período mínimo de adaptação ou acompanhamento. Considero que é extremamente difícil avaliar de forma justa as capacidades de um colaborador com base apenas em algumas horas de trabalho, sobretudo num contexto completamente novo. Gostaria ainda de referir que as condições de trabalho também me suscitaram preocupação. Durante grande parte do turno permaneci várias horas consecutivas de pé, tendo apenas uma pausa muito reduzida (sendo esta de 5 minutos na totalidade das 8h de trabalho), o que tornou o trabalho fisicamente bastante exigente. Teria igualmente sido útil que, durante o processo de integração, tivesse sido recomendado o uso de calçado confortável, tendo em conta que a função implica permanecer várias horas consecutivas de pé. Naturalmente respeito o direito da empresa em decidir quem pretende integrar na sua equipa. Contudo, considero que a forma como todo este processo foi conduzido revelou falta de comunicação, falta de acompanhamento e ausência de uma oportunidade razoável para adaptação e aprendizagem. O objetivo desta reclamação não é contestar a decisão da empresa, mas sim demonstrar o meu desagrado relativamente à forma como fui tratado durante este processo e alertar para práticas desumanas que, na minha opinião, poderiam ser significativamente melhoradas para futuros colaboradores. Em momento algum me foi dada uma advertência clara de que o meu desempenho colocava em risco a continuidade da colaboração. Se tivesse recebido esse feedback de forma direta e específica, teria feito todos os esforços para corrigir imediatamente o que estivesse a fazer de forma incorreta. Saí desta experiência com a sensação de que não fui avaliado de forma justa nem tive uma oportunidade real de demonstrar as minhas capacidades. Considero que qualquer novo colaborador merece um período mínimo de adaptação, instruções claras e feedback direto antes de ser tomada uma decisão tão definitiva como a cessação do contrato no próprio dia de trabalho. Espero que esta reclamação contribua para que situações semelhantes não se repitam com futuros trabalhadores.
Campanha da Peugeot
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Olá a Peugeot está realizando uma campanha de modernização do seu produto (motor) mas infelizmente no meu caso não foi realizada a reparação ou modernização da junta, pelo que saiba isto é de fabricação o erro da junta, e é a grande dor de cabeça desses motores, continuo cm o carro a Deitar óleo l, conforme as imagens em anexo. Então saber como é que fica esta situação que é erro da Peugeot e não do cliente. Simplesmente só foi feito actualização de software no carro. Cumprimentos.
As medidas do artigo estão erradas.
Encomendei um colçhão com as medidas 210x100 e o que foi entregue tem 204x100. Contactei a empresa e disseram que tinha que ser eu a deslocarme até eles para entregar o artigo e devolveriam o valor, mas não pagavam mais nada, as deslocações serão por minha conta, ora acho que não está certo. Agora já passado duas semanas de terem sido contactados tenho um monstro encostado a uma parede a esperar resolução.
Reclamação – Falhas de serviço, informação incorreta e condições de paragens
Venho apresentar uma reclamação relativa a três ocorrências que vivi na manhã de 29 de junho de 2026, todas relacionadas com falhas graves no serviço da Carris. 1. Autocarro 723 (Desterro, 9h05, direção Algés) O autocarro encontrava‑se parado no terminal já depois da hora prevista, com o motorista no interior sem ligar o veículo. Apenas quando questionei fui informada de que o autocarro estava avariado. O motorista não avisou nenhum passageiro, apesar de ser sua obrigação. Eu e os restantes passageiros tivemos de abandonar a paragem e procurar alternativas, o que me obrigou a deslocar‑me rapidamente para o metro para conseguir cumprir o meu horário. 2. Autocarro 701 (Campo Grande - Campo de Ourique/Prazeres) Segui as indicações do Google Maps para a paragem, mas esta não existia. A Carris tem a responsabilidade de manter atualizados os dados das paragens, mesmo quando disponibilizados em plataformas externas. Sem conseguir localizar a paragem e após o incidente anterior, tive de recorrer a um serviço Bolt para conseguir chegar a horas, incorrendo em custos adicionais. 3. Autocarro 17B (Pç. José Fontana, 12h34, direção Alameda D. A. Henriques) Cheguei à paragem com antecedência, mas o autocarro não apareceu. A paragem tem apenas um poste, sem qualquer cobertura, deixando os passageiros totalmente expostos ao sol. Comecei a sentir‑me mal devido ao calor. O QR code da paragem não tinha qualquer informação útil. Ao contactar a Carris, fui informada de que não sabiam o motivo da ausência do autocarro e apenas me indicaram o horário do seguinte, que também não cumpriu a hora prevista. Estas três falhas sucessivas causaram atrasos, stress, mal‑estar e custos adicionais. Não é a primeira vez que situações semelhantes ocorrem. Gostaria de saber como é possível um serviço público essencial funcionar desta forma, que medidas estão a ser implementadas para melhorar o cumprimento de horários, a atualização da informação das paragens, a comunicação com os passageiros e as condições das infraestruturas, e como posso acompanhar essa informação. Tenho direito a um serviço fiável e, demasiadas vezes, isso não acontece. Aguardo resposta.
Fundo Ambiental - Assunto: reclamação formal e pedido de reapreciação da candid
Porcelhe, Viseu Assunto: Reclamação Formal e Pedido de Reapreciação da Candidatura Indeferida – Candidatura n.o 033630 (Referência da Contestação n.o 5780) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à decisão de indeferimento da minha candidatura ao programa do Fundo Ambiental e solicitar a reapreciação dessa decisão. Candidatura Indeferida: n.o 033630 (submetida em 27/09/2023) Candidatura Aprovada: n.o 054685 (submetida em 20/10/2023) Referência da Contestação: 5780 O fundamento apresentado para o indeferimento da candidatura n.o 033630 foi a alegada inexistência de residência permanente no imóvel à data relevante. Respeitosamente, discordo desta conclusão. Submeti duas candidaturas distintas relativas a diferentes intervenções de melhoria da eficiência energética realizadas na mesma habitação, em períodos temporais muito próximos. Uma das candidaturas (n.o 054685) foi aprovada, enquanto a outra (n.o 033630) foi indeferida, apesar de ambas dizerem respeito ao mesmo imóvel, ao mesmo candidato e às mesmas circunstâncias de residência. A candidatura aprovada foi instruída com, essencialmente, a mesma documentação comprovativa da residência permanente apresentada na candidatura indeferida. Além disso, após o primeiro indeferimento da candidatura n.o 033630, apresentei documentação adicional que reforçava ainda mais a prova de que a minha residência permanente estava estabelecida no imóvel muito antes do início das obras e da submissão da candidatura. Apesar disso, a contestação foi igualmente indeferida. Importa salientar que nunca existiu qualquer alteração da minha situação de residência antes, durante ou após a realização das obras. O imóvel sempre constituiu a minha residência permanente durante todo o período em causa. A documentação adicional apresentada demonstra este facto de forma inequívoca. Reconheço que, na candidatura inicial, foi anexada inadvertidamente uma versão desatualizada da Caderneta Predial. Contudo, este lapso administrativo não altera a realidade dos factos, uma vez que a documentação posteriormente apresentada comprova de forma conclusiva a existência da minha residência permanente. O objetivo da documentação adicional foi precisamente esclarecer esta questão, mas parece não ter sido devidamente considerada na reapreciação. Tendo em conta que: • uma candidatura referente ao mesmo imóvel e ao mesmo candidato foi aprovada; • as intervenções objeto de ambas as candidaturas foram realizadas praticamente no mesmo período; • as circunstâncias relativas à residência eram exatamente as mesmas; • foi apresentada documentação abundante que comprova a residência permanente; e • não ocorreu qualquer alteração material das circunstâncias, venho solicitar, respeitosamente, que o Fundo Ambiental proceda a uma nova análise da candidatura n.o 033630. A discrepância entre a aprovação da candidatura n.o 054685 e o indeferimento da candidatura n.o 033630 sugere que a documentação poderá não ter sido avaliada de forma consistente. Solicito, por isso, que toda a documentação já apresentada seja objeto de uma reapreciação cuidada e que a candidatura seja novamente avaliada à luz dessa prova. Agradeço, desde já, a atenção dispensada a esta reclamação e espero que, após uma nova apreciação, a evidência apresentada permita a aprovação da candidatura. Com os melhores cumprimentos, Christopher
Extensões de cabelo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de aplicação de extensões de cabelo (Método Ponto Americano) realizado no vosso estabelecimento no dia 29 de julho de 2026, pelo qual paguei o valor total de 422 €. A aplicação efetuada padece de grave defeito de execução técnica, tendo resultado numa tração física excessiva e desproporcional sobre o meu couro cabeludo natural. Nomeadamente, foram colocadas três telas de extensão sobrepostas na mesma faixa de suporte na zona superior da cabeça, sem a devida distribuição de peso e com pontos de ancoragem insuficientes. Na data do serviço, foi-me garantido que o cabelo aplicado era 100% humano, com a garantia explícita de que poderia ser sujeito a fontes de calor (como prancha e secador) e a processos de coloração. Contudo, identifiquei as seguintes irregularidades graves: Falta de Qualidade e Conformidade do Produto (Cabelo): Ao utilizar a prancha a uma temperatura adequada, o cabelo libertou um odor forte e característico a plástico/químico queimado. Após realização de teste de verificação, constatou-se que a fibra derreteu e encolheu numa massa plástica ríspida, comprovando a presença de fibras sintéticas, o que contraria totalmente a informação prestada e a expetativa do produto adquirido (venda de cabelo sintético/misto como sendo 100% humano). Dores físicas intensas e continuadas no couro cabeludo (focalizadas na faixa superior), que me impedem de descansar, dormir ou encostar a cabeça; Impossibilidade de realizar a higiene e escovagem normal do cabelo, uma vez que a estrutura espessa e os nós criados fazem a escova prender-se e provocam dor extrema ao puxar a raiz; Risco real de alopecia de tração e danos permanentes na raiz do meu cabelo natural devido à tensão excessiva a que os folículos estão sujeitos. Nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor e à garantia na prestação de serviços (Decreto-Lei n.º 84/2021), a prestação de um serviço defeituoso e a venda de bens não conformes conferem ao consumidor o direito à resolução do contrato e restituição integral dos valores pagos. Face ao exposto, e por motivos imperativos de saúde e integridade do meu couro cabeludo, solicito formalmente: A remoção imediata da faixa de extensão do meu couro cabeludo, sem qualquer custo adicional; A devolução integral do valor pago pelo cabelo e pelo serviço de aplicação (no montante total de 422 €), a realizar no prazo máximo de 5 dias úteis. Mais informo que disponho de registo fotográfico e da amostra da fibra derretida, reservando-me o direito de remeter o caso para a ASAE e para o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo caso a situação não seja devidamente sanada. Fico a aguardar a vossa resposta urgente e a indicação para a resolução célere deste litígio. Com os melhores cumprimentos.
Encomenda não recebida e sem resposta
Realizei uma encomenda de ração específica para a minha cadela, devido a ela ter diabetes e, além disso, é um produto bastante caro. Desde o momento em que fiz a encomenda, o estado aparece sempre como 'em processamento', sem qualquer informação adicional nem previsão de entrega. Já tentei contactar várias vezes através de todos os meios disponíveis, mas nunca obtive qualquer resposta. Entretanto, tive de comprar outra ração, pois não podia deixar a minha cadela sem alimentação adequada, e continuo sem qualquer atualização sobre a encomenda nem sobre o reembolso do valor pago. Pelo que pesquisei agora, tem sido recorrente nesta empresa esta forma de atuação. Acho inadmissível que nada ainda tenha sido feito. Nunca tive uma situação assim em nenhuma outra loja de animais online e estou muito desiludida.
Reembolso não emitido
Exmos senhores. Venho por este meio demonstrar o meu desagrado total com a empresa Sonae mais precisamente com o departamento de apoio ao cliente. Por lapso fiz duas subscrições através do continente pay para a SportTV em junho de 2026 entre os dias 8/10 de junho. Ao ter visto dois valores debitados da minha conta ( 2× 34.99 ) fiquei surpreso pois não tinha intenção nenhuma de fazer qualquer subscrição. Passados dois dias ( o caso aconteceu numa sexta feira a noite e tive que ligar só segunda de manhã ) liguei para o apoio ao cliente ao qual me pediram os " vouchers sportv " e assim o fiz. Passadas duas semanas sensivelmente devolveram me um dos valores de 34.99€ ficando a faltar o segundo reembolso que até a data de hoje não me devolveram. Já fiz cerca de 6 chamadas com relação a este segundo e último reembolso ao qual os atendentes me dizem que vão passear o caso para o departamento. Exijo o meu dinheiro pois não usufrui de absolutamente nada através da SportTV. Os vouchers não foram utilizados e preciso urgentemente de resolver esta situação.
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