Reclamações públicas

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Prestação de serviço em atraso

Exmo(s). Senhor(es), Venho por este meio apresentar nova reclamação formal contra a Rádio Popular, no seguimento do incumprimento continuado relativo à instalação de um termoacumulador elétrico, adquirido ao abrigo da campanha E-Lar. Esta reclamação surge na sequência da reclamação anteriormente submetida no livro de reclamações online, com o número ROR00000000045429349, a qual foi considerada “resolvida” pela Rádio Popular, embora tal não corresponda à realidade, uma vez que o serviço contratado continua por executar. Após essa reclamação, fui contactado pela Rádio Popular em 25/11/2025 com o orçamento necessário para a instalação do termoacumulador, o qual aceitei de imediato. No entanto, até à presente data (13/12/2025) continuo sem qualquer contacto para agendamento da instalação, apesar de o serviço se encontrar integralmente pago desde outubro. Importa esclarecer que o esquentador existente na habitação já apresentava sinais de avaria há várias semanas, mas encontrava-se ainda funcional. A sua utilização foi apenas uma solução temporária, uma vez que a previsão acordada era que a instalação do termoacumulador não demorasse quase dois meses desde a data da compra. Adicionalmente, a habitação encontrava-se em obras e só passou a ser habitada na data inicialmente prevista para a instalação do termoacumulador, razão pela qual o esquentador foi mantido apenas como medida transitória. Contudo, devido ao atraso grave e injustificado da Rádio Popular, a situação agravou-se. No dia de hoje, 13/12/2025, fui obrigado a adquirir uma nova garrafa de gás no valor de 33,00 €, uma vez que a anterior se encontrava quase vazia e associei inicialmente a falta de água quente a esse facto. No entanto, verificou-se posteriormente que o esquentador avariou definitivamente, encontrando-me neste momento sem qualquer acesso a água quente na habitação. Esta situação coloca-me agora perante alternativas que não deveriam existir, nomeadamente: • chamar um técnico para reparar o esquentador atual; • adquirir um novo esquentador; • ou contratar, por minha conta, um técnico externo para instalar o termoacumulador que a Rádio Popular se comprometeu a instalar há quase dois meses. Saliento ainda que, desde a aceitação do orçamento, já solicitei por duas vezes, através da linha de apoio ao cliente da Rádio Popular, que a loja me contactasse com urgência, não tendo recebido qualquer contacto até ao momento. Face ao exposto, é evidente o incumprimento contratual grave, bem como os prejuízos diretos e evitáveis causados pela má organização e falta de resposta da Rádio Popular. Realizei a compra e efetuei o pagamento em outubro, e estamos em dezembro. Assim, exijo formalmente: 1. A instalação imediata do termoacumulador pela Rádio Popular, com isenção total de quaisquer custos; ou, em alternativa, 2. O pagamento integral da instalação por um técnico externo à minha escolha; 3. O reembolso de todas as despesas consequentes, incluindo: • a garrafa de gás adquirida no valor de 33,00 € (fatura em anexo); • eventuais custos de reparação ou substituição do esquentador, caso venha a ser obrigado a avançar com essa solução devido ao atraso da Rádio Popular. Em anexo junto fotografia da fatura da garrafa de gás adquirida em 13/12/2025. Com os melhores cumprimentos, Alexandre

Encerrada
F. R.
13/12/2025

Devolução Caução e Reembolso

No dia 7 de dezembro de 2025, eu e três amigos alugámos uma autocaravana para 5 pessoas através da Indie Campers. Desde o momento do check-in, a experiência revelou-se extremamente insatisfatória e perigosa, culminando num assalto facilitado por falhas graves de manutenção do veículo. Chegámos à estação às 14h30 e só nos foi entregue o veículo às 17h30, um atraso de três horas que comprometeu o planeamento da viagem e demonstrou falta de respeito pelo tempo do cliente. Ao receber a autocaravana, verificámos que se encontrava em más condições: os sensores estavam avariados, o frigorífico não funcionava, alguns estores estavam danificados e o interior apresentava sujidade evidente, com terra no chão, pó acumulado e falta clara de higienização. Fomos obrigados a proceder à limpeza integral da autocaravana por nossa própria iniciativa, o que é totalmente inaceitável num veículo acabado de ser entregue. No dia seguinte, ocorreu um assalto ao interior da autocaravana, durante o qual nos foram roubadas todas as malas, equipamentos e pertences pessoais. O mais grave é que o intruso conseguiu abrir facilmente uma das janelas pelo exterior, sem qualquer arrombamento visível, o que demonstra fragilidade estrutural e ausência de manutenção adequada. Ao analisarmos a janela, ficou claro que o mecanismo podia ser aberto pelo exterior sem esforço, representando um risco significativo para qualquer utilizador e revelando que o veículo não oferecia condições mínimas de segurança. Perante a janela danificada e a falta de segurança, não nos sentimos confortáveis em continuar a viagem ou pernoitar no interior da autocaravana. No final, o apoio ao cliente sugeriu que encontrássemos “um sítio seguro para dormir” e no dia seguinte deslocarmos até ao local de suporte mais próximo da empresa, em Sevilha, para arranjo da janela. solução que não responde ao risco real que enfrentávamos. Assim, tivemos a necessidade de devolver o veículo antecipadamente e entendemos ser justo que nos sejam devolvidos os dias e noites de aluguer não utilizados, uma vez que a interrupção da viagem resultou exclusivamente da condição deficiente da autocaravana fornecida pela Indie Campers. Durante este processo, também recebemos informações contraditórias sobre a devolução da caução de 2.000 €. Um colaborador afirmou que seria devolvida em 6 dias úteis, enquanto outro indicou que o prazo poderia ir até 30 dias úteis, sem qualquer explicação, o que demonstra falta de consistência e profissionalismo na comunicação com o cliente. Com esta reclamação, pretendemos a devolução imediata da caução de 2.000 €, dado que os danos da janela resultaram de falta de manutenção e não de mau uso da nossa parte; a devolução dos dias de aluguer não utilizados, já que não pudemos continuar a viagem por motivos imputáveis exclusivamente à empresa; e o reembolso dos extras pagos e não utilizados, incluindo as correntes de neve que nunca chegaram a ser entregues e os materiais que não chegaram a ser utilizados devido ao assalto. Solicitamos ainda que a empresa avalie com seriedade a falta de segurança dos veículos que disponibiliza e os riscos que estes representam para os clientes. A Indie Campers demonstrou falta de manutenção, falta de higienização, falta de organização e ausência de condições mínimas de segurança, colocando em risco a nossa integridade física e os nossos bens pessoais. Aguardamos uma resolução rápida e adequada para esta situação.

Em curso
A. F.
13/12/2025

Discrepância entre o que foi dito e escrito e o que me realizaram na 1ª sessão

Boa tarde, Inicialmente foi acordado verbalmente e por escrito que iria fazer as sessões de laser um pouco por todo o corpo no qual ficou acordado que ia fazer o corpo todo (7 sessões) que tinha incluído as pernas, as axilas, a virilha completa o buço e a linha alba. Ontem ao começar a fazer a 1º sessão de laser a senhora que me atendeu fez me as pernas, as axilas e o buço e a virilha incompleta, no qual perguntei, "então e não vai fazer a virilha completa e a linha alba" ?! Entretanto falei com a senhora que me estava a atender e falei-lhe de me terem dito e apresentado os preços com tudo o que queria (incluindo a virilha completa e a linha alba. A senhora que me atendeu ao ver a situação foi buscar 2 folhas (a primeira- que me foi apresentada no qual incluia também a virilha completa e a linha alba e outra completamente diferente com preços e no qual a senhora me disse que realmente havia uma diferença entre o que tinha sido acordado comigo e do que estava numa segunda folha e que teria que pagar muito mais do que estava nas folhas para realizar esse serviço para me fazer a virilha completa e linha alba! Saí de lá sem fazer a linha alba e com a virilha incompleta, coisa que não tinha sido combinado e que foi previamente pago. Ao qual me recusaram realizar o laser nesses locais. Assim sendo, pedi o cancelamento imediato das futuras sessões e o reembolso proporcional, ou seja, peço que pelo menos devolvam o dinheiro das outras sessões que iria realizar aí. Tentei falar com a gerente nesse mesmo dia mas foi me informado que a mesma não tem aparecido. Ligaram me depois disto tudo a dizer que já me podiam ofereçer isso, mas disse que não pretendia continuar a realizar aí as sessões devido ao atendimento que me foi prestado e pedi a devida devolução porque já tinha pago tudo, então pelo menos pedi a devolução correspondente ao valor das sessões restantes que iria realizar lá. Entretanto pediram me para mandar um email para a clinica mandei e obtive a mesma resposta a pedir desculpas e que já me ofereciam o prometido. Relativamente ao dinheiro nada!

Encerrada
J. P.
13/12/2025

Venda enganosa na remarcação de passagem

Logotipo TAP TAP - Venda enganosa Aline Cristina Cunha da Silva Comprei uma passagem da TAP para o dia 4 de dezembro porém não pude embarcar porque estava internada e apresentei atestado médico. Solicitei o cancelamento da viagem e fui informada de que poderia remarcar posteriormente. Agora, ao tentar remarcar, encontrei no site da TAP uma tarifa muito mais acessível. No entanto, ao entrar em contato com a companhia, fui informada de que essa tarifa “não aparece” para a atendente, mesmo estando disponível no site. Em vez disso, foi oferecida uma remarcação com diferença de R$ 3.800, enquanto a tarifa visível para mim representa diferença de aproximadamente R$ 1.800. Considero abusivo cobrar quase o valor de uma nova passagem, especialmente levando em conta que não viajei por motivo de saúde, devidamente comprovado. Solicito revisão imediata do valor apresentado e uma resposta formal da TAP sobre essa discrepância entre o preço exibido ao consumidor e o preço informado pelo atendimento. Violação: – Oferta enganosa (art. 30 – CDC) – Prática abusiva (art. 39 – CDC) – Falta de flexibilidade obrigatória em caso de doença (normas da ANAC) – Divergência de tarifa e recusa de cumprir oferta exibida no site Solicito: 1. Remarcação imediata pela tarifa exibida no site (R$ 6.169–R$ 6.628). 2. Cumprimento da legislação aplicável e normas da ANAC. 3. Regularização imediata do atendimento e solução urgente.

Encerrada

Produto com promoção aplicável, removida no ato de compra.

Produto que se encontra sinalizado e anunciado como aplicável à promoção, vale é aceite no momento de compra no entanto é cobrado o valor total do produto. Tentativa de contacto pelo chat. Publicidade enganosa.

Encerrada
C. C.
13/12/2025

Reembolso de Caução Não Efectuado

Exmos. Senhores, No dia 12 de Setembro de 2025, concluí o contrato de aluguer de autocaravana com a empresa Indie Campers em Olbia, devolvendo o veículo 1 dia antes da data e nas condições previamente acordadas. De acordo com o contrato, foi-me garantido o reembolso de 500€ referentes à caução do seguro. Para tal, foi-me garantida a devolução em 5-7 dias úteis para a mesma forma de pagamento mesma conta bancária. Apesar das repetidos contactos através do chat Indie Campers Support foram várias as promessas de que o reembolso estaria “em processamento”. Hoje voltei a contactar e disseram que o pagamento foi feito a 19 de Outubro mas até à presente data não recebi qualquer valor. Pedi um comprovativo do pagamento e dizem que não conseguem dar. Este atraso prolongado, superior a três meses, demonstra falta de cumprimento contratual e ausência de resposta eficaz por parte da empresa. Solicito, portanto, a intervenção da DECO PROteste para que a Indie Campers proceda imediatamente ao reembolso dos 500€ devidos, bem como apresente uma explicação formal sobre o motivo do incumprimento até agora verificado. Junto em anexo o contrato. Com os melhores cumprimentos, Cilene Crispim

Em curso
M. P.
13/12/2025

Encomenda não recebida

No dia 26/11/2025, a FedEx solicitou documentos para desalfandegamento, os quais foram enviados no mesmo dia. Nesse mesmo dia, voltaram a pedir documentos e esclarecimentos, que foram prontamente disponibilizados. Após isso, não recebi qualquer novo pedido nem resposta a uma questão colocada por e-mail. No dia 28/11/2025, liguei para confirmar se faltava alguma informação e fui informado de que estava tudo tratado. No entanto, no dia 03/12/2025, voltei a contactar porque a encomenda não era entregue. Por telefone disseram que estava tudo ok e que aguardavam apenas o desalfandegamento. Em resposta ao meu e-mail enviado no dia 03/12/2025 como reforço, recebi informação de que faltava documentação e que, se não fosse enviada nesse dia, a encomenda seria devolvida. Passei cerca de 2 horas ao telefone sem resolução, inclusive com um colaborador que colocou a chamada em espera até eu desligar. Após insistência por e-mail, no mesmo dia, a colaboradora submeteu o processo com os documentos enviados originalmente a 26/11/2025, uma vez que não estava nada em falta! Adicionalmente, soube hoje, 10/12/2025, que tinha um montante a pagar e nada me foi enviado, nomeadamente, o despacho da AT que comprova os valores a cobrar. Segundo o vosso site, já tentaram entregar por 2x mas não o fizeram por falta da vossa parte. Considero inaceitável a falta de comunicação, a demora no desalfandegamento e a ausência de serviço ao cliente, que resultaram em atrasos injustificados e grande perda de tempo da minha parte. Solicito resolução imediata e que cumpra os serviço que cobram para prestar. O apoio é inexistente pois só sabem responder "tem que aguardar". A empresa FEDEX é apenas 1, sendo apoios ao cliente, departamento de desalfandegamento ou estafeta mas na verdade parecem várias empresas e nunca com resolução para o cliente.

Encerrada

Reclamação sobre cobrança indevida de 2ª via de Documento Único Automóvel

Exmos. Senhores, No dia 28/08/2025 adquiri um veículo, tendo o respetivo Documento Único Automóvel (livrete) sido emitido pelo IMT. Em 19/09/2025, segundo informação prestada pelo IMT, os CTT alegaram não conseguir entregar o documento por inexistência do endereço. Contudo, o endereço indicado estava correto e atualizado. Face a esta situação, fui informado de que teria de pagar a emissão de uma 2ª via, por já terem decorrido mais de 30 dias. No entanto, considero esta cobrança indevida, uma vez que: - O erro não foi meu, mas sim dos CTT, que posteriormente conseguiram entregar no mesmo endereço; - O endereço constante no registo estava correto e válido; - Não deveria ser penalizado por falha de terceiros. Assim, venho solicitar: 1. O reembolso do valor pago pela emissão da 2ª via; 2. A revisão dos procedimentos internos, de forma a evitar que cidadãos sejam prejudicados por falhas externas. Anexo comprovativos da compra do veículo, da comunicação do IMT e da entrega posterior pelos CTT. Aguardo resposta no prazo legal. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Cobrança indevida de seguro + recusa de cancelamento dentro do prazo por falha da loja (Rádio Popula

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Rádio Popular e contra a seguradora associada ao seguro da televisão adquirida, devido a falhas graves no processo de cancelamento do seguro. Linha temporal dos factos: 07/11/2025 – Comprei uma televisão na Rádio Popular e, por insistência da loja, foi-me vendido um seguro, com a informação de que o mesmo poderia ser cancelado dentro de 30 dias. 06/12/2025 – Contactei a seguradora para cancelar o seguro. A seguradora informou-me que, por estar dentro dos 30 dias, o cancelamento tinha obrigatoriamente de ser feito presencialmente na loja até ao dia seguinte, 07/12. 07/12/2025 – Dirigi-me à loja da Rádio Popular dentro do prazo indicado. A funcionária recusou efetuar o cancelamento, alegando que “o prazo de 30 dias já tinha passado”, o que é falso. Estive na loja nesse dia, o que posso comprovar através do registo de entrega de um aspirador em garantia, feito exatamente nesse momento. A funcionária não realizou o procedimento obrigatório nem comunicou à seguradora que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar o seguro, o que teria resolvido a situação de forma imediata. Ao falar posteriormente com a seguradora, fui informada de que, caso a loja não conseguisse processar o cancelamento no sistema, deveria ter comunicado diretamente o meu pedido, servindo como prova formal de que compareci na loja dentro do prazo legal com esse propósito. Questionei-lhe sobre a possível cobrança indevida, uma vez que o pagamento estava pendente. Ao que me respondeu que devia cancelar o débito direito, questionei qual seria o procedimento caso não tivesse débito direito e caso o dinheiro me saísse da conta. Garantiu-me que a seguradora tinha tolerância e que me seria devolvido. Nos dias seguintes, tentei resolver a situação. A Rádio Popular empurrou a responsabilidade para a seguradora e vice-versa. Dia 08/12/2025 não consegui falar com a seguradora por ser feriado. No dia 09/12/2025 liguei para a seguradora a explicar toda a situação. Informaram-me que o procedimento foi mal realizado desde o início e que, infelizmente, não podiam resolver o problema porque a responsabilidade era da Rádio Popular. Disseram-me ainda que me foram dadas informações erradas, uma vez que não basta cancelar o débito direto para cancelar um seguro. Acrescentaram também que, se a funcionária tivesse aberto a minha ficha, teria verificado que não era possível aparecer aquele pagamento em débito direto, porque o valor estava a ser cobrado como uma compra normal — algo que nem entendo como é possível. Como não existe qualquer prova de que estive na loja no dia 07/12 a pedir o cancelamento, e como a chamada foi feita apenas no dia 09/12, a seguradora explicou que já não podia dar seguimento ao pedido. Realçaram que a funcionária da Rádio Popular deveria ter cumprido o procedimento correto para que ficasse registado que estive efetivamente na loja dentro do prazo, o que teria evitado toda esta situação. 09/12/2024 – Dirigi-me à loja ao final da tarde onde voltei a explicar a situação e o funcionário da loja chegou a registar uma reclamação interna para a seguradora, mas associou-a de forma incorreta à apólice de outra pessoa, comprovando a falta de rigor e prejudicando-me diretamente. O valor do seguro acabou por ser cobrado pela seguradora devido à falha da loja em cancelar o seguro quando me apresentei dentro do prazo. Ainda nesse dia voltei a contactar a seguradora, consegui cancelar a minha apólice, no entanto não me garantiam que o dinheiro me seria devolvido. 12/12/2025 Recebi um email da seguradora a pedirem para os contactar, pois já tinham uma resposta. Contactei-os por volta das 11h e disseram-me que a responsabilidade era da loja (e eu afirmo que é) e que por isso não podiam pagar, tinha de me entender com a loja. Fui novamente à loja por volta das 15h30 e voltei a explicar toda a situação. Abriram a nota registada pelo funcionário no dia 09/12 e informaram-me de que o pagamento já tinha sido devolvido. De facto, tinha uma resposta da seguradora a indicar que iriam proceder à gestão do caso. Insisti para ligar para a seguradora ainda dentro da loja. Foi então que se aperceberam de que aquela apólice nem sequer era minha. Em nenhum momento me pediram desculpa pelo erro, nem procuraram falar com a colega que me atendeu na primeira vez para resolver o problema de forma definitiva. Para piorar, decidiram redigir uma nova reclamação para o seguro, mas distorcendo os factos. Em nenhum momento admitiram que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar a apólice. Escreveram apenas que no dia 07/12 eu “tentei cancelar o seguro cancelando o débito direto” e que, como o pagamento não aparecia, não consegui fazê-lo dentro do prazo. Informei de imediato que não autorizava que colocassem essa informação, pois era falsa, e porque eu própria já tinha falado com a seguradora, que me garantiu que não é dessa forma que se cancela um seguro. Além disso, as regras são claras: para cancelar a apólice, eu teria de o fazer presencialmente no balcão, dentro dos 30 dias. Ainda assim, o funcionário continuou a distorcer os factos e disse: “eu posso bem com eles”. A questão é que alegar algo falso apenas atrasa o processo e transmite informações incorretas à seguradora, prejudicando-me ainda mais. A Rádio Popular continua a distorcer os factos, a negar que estive na loja no dia 7 com o propósito de cancelar o seguro e tenta imputar a responsabilidade à seguradora, que agiu com base na falta de comunicação da loja. O que solicito: A devolução integral do valor cobrado indevidamente pela seguradora, no mesmo método de pagamento. A responsabilização da Rádio Popular pela informação errada e pelo procedimento incorreto. Documentos que posso fornecer se solicitado: Comprovativo de compra da televisão Registro da entrega do aspirador em garantia em 07/12 Registo de chamadas para a seguradora Registo da reclamação interna errada da loja Comprovativos do valor cobrado Agradeço o vosso apoio para resolver esta situação injusta e que me está a causar prejuízo devido a erros que não me são imputáveis. Com os melhores cumprimentos, Bruna Almeida

Encerrada
J. G.
13/12/2025

Encomenda incompleta e não respondem

Fiz uma encomenda em abril de 2025 e o mapa chegou sem muitas peças. Tenho estado a tentar contactar com eles há mais de meio ano e nada. No instagram responderam me para contactar pelo whatssap e simplesmente não me respondem e não me enviam as peças pelas quais paguei. Burla autentica esta marca.

Encerrada

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