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Reparação de caixa de velocidades automática
Exmos. Srs.a viatura em apreço deu entrada na oficina da Caetano Power em Abrunheira-Sintra, de reboque, no passado dia 27.12.2018 com um ruído proveniente da frente da viatura e o facto do automóvel se desligar quando a frio se engrenava a marcha a trás.Foi elaborado o respetivo diagnóstico e consequente orçamento, que se anexa.Segundo informação da equipa da Caetano, a avaria resulta do facto de dois rolamentos baterem um no outro provocando o seu desgaste e naturalmente a dispersão de limalhas pela caixa de velocidades.A origem, a génese ou a causa deste acontecimento não é conhecido ou não foi informado pela equipa da Caetano.Ora, de referir que a viatura foi adquirida no mesmo concessionário em estado novo, por matricular e sujeita a encomenda por inexistência de stock na data de 2011, tendo sido entregue em 16.01.2012 nas perfeitas condições. Desde então teve apenas um condutor.O ritmo de utilização deste veículo é bastante baixo, comprovado pelo odómetro que regista aproximadamente 27.000kms a esta data.Os percursos utilizados são maioritariamente citadinos e de curtas distâncias.As manutenções preventivas programadas foram realizadas no operador Midas, conforme comprova o livro de revisões que acompanha a viatura.Todas as inspeções obrigatórias foram realizadas com a respetiva chancela de aprovado, sem anotações.Aos 26.000kms foram substituídos 2 pneumáticos de forma a equilibrar o desgaste entre eixos.A viatura nunca teve sinistros, conforme facilmente poderemos comprovar através da nossa seguradora.Pelo exposto, gerou bastante preocupação que uma viatura com 7 anos e 27.000kms pudesse ter algo tão grave ao ponto de ser necessária a substituição da caixa de velocidades.O comportamento da viatura tem sido regular e a mesma é objeto de bastante cuidado por parte do seu proprietário, pelo que nos parece incompreensível um dano desta natureza numa viatura que faz a gestão praticamente autónoma da caixa de velocidades.Também por esta razão, isto é, pela gestão da caixa ser praticamente autónoma, o condutor não se sente responsável pelo dano nem por qualquer eventual avaliação de negligência.Naturalmente que os profissionais da Nissan no seu dever de urbanidade e lealdade nunca assumiriam que existisse um defeito de fabrico ou deficiência de material, porém, outros meios há ao dispor para investigar algum histórico sobre a performance destas caixas. Eis um caso levado a juízo internacionalmente:http://www.lemonlawcase.com/problem-vehicles/nissan-cvt-problems/Já é igualmente a posição de alguns especialistas internacionais sobre esta matéria, tendo havido queixas que levaram ao aumento do prazo das garantias e quilometragens abrangidas.https://www.autoguide.com/auto-news/2018/08/common-nissan-juke-problems.htmlpasso a citar: “(...)There are reports of actual mechanical problems. Some Juke CVTs are said to cause a stalling under acceleration issue due to a collapse of an internal bearing. This blocks off critical parts that are supposed to feed fluid to the transmission, causing damage to internal components (…)”http://vmtp-midlands.co.uk/382-2/Em suma, o que se pretende é que a marca Nissan assuma a responsabilidade pelo bem objeto de contrato de compra e venda, mesmo após o términos do período de garantia preconizada pela marca desde logo porque a viatura apenas percorreu 27.000kms.No limite, estamos disponíveis a abrir uma negociação com base numa comparticipação sobre o valor total da reparação.cópia deste e-mail será enviada para a Nissan Ibéria S.A.Cópia deste e-mail direcionada para o Centro de Arbitragem do Setor AutomóvelSerá igualmente remetida uma reclamação para o concessionário Caetano Power – Abrunheira/SintraDuas notas adicionais:Primeiramente uma palavra de apreço para a equipa de pós-venda da Caetano Power que tem sido cordial, célere a responder às solicitações e bastante profissional no tratamento deste assunto.Por último, apenas afirmar que a previsão de reparação indicada pela oficina é na semana de 21 a 25 de Janeiro.Cordiais cumprimentos,Alexandre Freitas
Problema com sapatos
- Os sapatos foram utilizados uma vez e a minha mãe caiu três vezes nesse mesmo dia. - Foi enviado um email para a Geox internacional que referiu para a loja do Oeiras parque tratar do assunto.- Dirigimos-nos à loja onde uma das colaboradoras disse que não podia decidir nada e que os sapatos iam para apreciação. A reclamação não foi aceite pois disseram que o defeito não tinha sido do material. Gostava de perceber como uns sapatos que são anunciados como se tivessem muita qualidade não podem ser utilizados diariamente.- Ligámos novamente para a loja para resolver o assunto, onde fomos super mal atendidas pela colaboradora do Oeiras Parque que foi mal educada e rude (Vera Salvador). Basicamente referiu que se queria reclamar tinha de ser aos superiores dela, mas que não podia dar o contacto.- Os sapatos foram caros para não serem utilizados, a minha mãe não vai ficar com algo que a faz cair. - Foram enviadas fotos com os sapatos e com as feridas feitas devido à queda.
devoluçao de valor retido
esta empresa ja reclamei diversas vezes eles respondem para Deco com emails mentirosos, e me enviam nada nao resolvem , e rescindiram meu contrato do cartao e nao tenho mais acesso a conta e nada de devolver o valor,
Encomenda não entregue
No passado dia 22/11/2018 efetuei uma encomenda no site online da Mango Outlet. A compra incluía transporte e entrega na minha morada gratuitamente num prazo previsto variável de 2 a 7 dias úteis. E foi pago no momento em que foi confirmada. Mais precisamente o valor de 203,10€.Após confirmar a encomenda verifiquei que a morada que constava em histórico e que foi validada já não era a minha. De emediato recorri ao formulário de apoio ao cliente que dispõem no site e pedi alteração de morada para a correta. No dia seguinte não obtive resposta pelo que aproveitei o facto de a encomenda ainda estar em processamento para entrar em contato com a Mango através do serviço que dispõem de apoio direto por WhatsApp. A mensagem foi enviada, entregue e vista não dia 23-11-2018. No dia 26-11-2018 (3 dias depois) responderam dizendo que a encomenda já tinha saído dos armazéns da mango e portanto iriam alertar a transporta da alteração de morada. No dia seguinte 27-11-2018 recebi um email da transportadora GLS onde dizia que a minha encomenda seria entregue nesse dia, no entanto a morada que referiam era a morada errada. De emediato liguei com o apoio ao cliente da GLS que me disse que não haviam recebido qualquer tipo de informação da Mango com o pedido de alteração de morada, mas que no entanto havia um problema com a encomenda e que por isso ela não tinha sido entregue, que então proceder à alteração d morada internamente para ela ser então entregue na morada certa. Dia 3-12-2018 (6 dias depois) e não havendo recebido a encomenda nem qualquer informação relativamente a mesma da GLS e da Mango (aqui houve várias tentativas de contato pelo formulário de apoio via e-mail completamente ignoradas) resolvi ligar novamente com a transportadora , atendeu outra senhora que se mostrar igualmente prestável e que me disse que de fato a morada estava alterada no sistema mas que ainda não existia uma data de entrega prevista que ia dar a indicação e que iria ser entregue na morada solicitada o quanto antes. No dia 17-12-2018 (14 dias depois) recebo uma mensagem da transportadora GLS a dizer me que a encomenda foi entregue numa parcel shop perto da minha morada para facilitar a recepção da mesma. Contudo a parcel shop mencionada encontra se a 40km da minha atual morada. Entrei em contato novamente com o apoio Ao cliente da Mango (que mais uma vez não me deu resposta) e da GLS que me disse que realmente estava lá a indicação de morada nova mas que por lapso guiaram se pela inicial que estava errada e por isso a encomenda foi deixada nessa parcel shop, contudo iriam proceder ao pedido de entrega na minha morada. Até hoje dia 6-01-2019 não me foi entregue a encomenda realizada a Mango e a entidade em questão simplesmente não assume a situação, enviou-me apenas um email a culpar a transportadora pela falta de entrega e a dizer que podia levantar a encomenda na parcel shop, acho lamentável este tipo de tratamento quando fiz uma encomenda à Mango que incluía entrega em casa no prazo de 2 a 7 dias e o cliente tem a opção de alteração de morada e fiz-no no próprio dia de efetuar a encomenda.
Informação de avaria no painel de bordo
Em 14-12-2018 dirige-me à Renault Boavista (Porto) com a minha viatura 02-RF-83 com uma indicação de avaria no painel de bordo que tinha a seguinte sequência informativa, Perigo de gripagem de motor, Start & Stop a controlar, Mandar verificar Esc, Mandar verificar arranque em subida e, por fim, voltava à primeira mensagem que ficava fixa e permanente no painel.O carro ficou para verificação no referido concessionário tendo-me sido solicitado comprovativos de revisões programadas pela marca que lhes fiz chegar.Dia 21-12-2018 ligaram-me dizendo que já poderia levantar o carro. Transmitiram-me que não detectaram qualquer anomalia na viatura e que no computador de bordo não apareceu registada qualquer avaria. Disseram-me também que o carro para ter acesso à garantia deveria fazer lá as revisões ao que retorqui que as revisões foram feitas e lhes foram enviados os comprovativos das mesmas tendo-me sido respondido que as revisões para serem válidas tinham de ser feitas na Renault o que não é o que está na lei. As revisões para acesso à garantia têm de ser feitas segundo o programa definido pelo construtor não sendo obrigatório que o sejam feitas na própria marca. Saí da oficina e ao fim de alguns kms tive de voltar de novo para a Renualt com os mesmos erros no painel de bordo. Tive o cuidado de não desligar o carro para que pudessem ver eles próprios a mensagem de erro no visor. O carro teve de ficar de novo na oficina. Em 31-12-2018 ligaram-me informando-me que se trata de uma avaria na bomba de alta pressão e que o custo da reparação seria suportado ao abrigo da garantia. Em 02-01-2018 voltaram-me a ligar dizendo que estava detectado o erro mas que iria ter um custo para mim porque a garantia não suportava a reparação, retorqui que me tinham dado informação contrária dia 31-12-2018 e que agradecia confirmasse a informação que me estava a dar no momento. Passado algum tempo informou-me que realmente o carro seria reparado ao abrigo da garantia mas que seria necessário substituir o filtro de combustível peça esta que é considerada de desgaste e por conseguinte não estava ao abrigo da garantia, o seu valor seria de € 100 e se eu dava autorização para esse custo o que aceitei de imediato ( o filtro de combustivel segundo o program oficial dev ser mudado somente aos 60.000 kms tendo o meu carro somente 51.395 kms). Transmitiu-me de seguida que a viatura me seria entregue dias 3 ou 4-01-2019.Dia 4-01-2019 pelas 15H dado não ter qualquer contacto deles liguei-lhes para saber o ponto de situação.Transmitiram-me que a reparação não seria suportada pela garantia e que por conseguinte o carro não estava pronto. Reclamei de imediato face a tudo o que atrás foi exposto e pedi para falar com alguém da direcção para apresentar reclamação tendo-me sido transmitido que não estava ninguém presente. Insisti e disseram-me que poderia falar com o responsável pelas manutenções mas que não estava disponível no momento.Reclamei para um nº da Renault Portugal tendo sido atendido por um colaborador que após descrição da minha queixa afirmou peremptoriamente que carros cuja manutenção não seja feita no concessionário da marca não têm direito a garantia mesmo após eu ter referido que assim não era e que a lei que permite as revisões em qualquer oficina desde que ao abrigo da reparação oficial têm direito a garantia. Referi mesmo o que penso ter sido a denominação da directiva comunitária que penso chamar-se Block Exemption. Manteve a sua opinião mas que registaria a reclamação. Aproveito para informar que na mensagem antes do atendimento permita autorizar a gravação ao que eu acedi pelo que as afirmações atrás referidas estarão certamente registadas na Renault. Posteriormente consegui falar com o responsável pelas manutanções que me disse nada poder fazer dado terem recebido efectivamente instruções da Remault que o carro estava ao abrigo da garantia mas que depois aparentemente a Renault não assumiu perante a Renault Boavista a totalidade do custo da peça pelo que o carro ficou parado.Ao dia de hoje passaram-se já 23 dias em que não tenho o carro nem qualquer informação de quando me o entregarão.Convém referir que o carro foi adquirido em 2016 (viatura nova) na Renault Boavista, que as revisões foram feitas e os respectivos comprovativos entregues e recepcionados pela Renault Boavista. Trata-se de uma viatura que pertence a uma micro-empresa sendo esta a única viatura desta empresa e o seu principal instrumento de trabalho sem o qual a minha actividade não se consegue efectuar com consequentes prejuízos. Esta situação está-me a causar e continuará a causar enormes prejuízos pois à data de hoje não sei minimamente quando me entregarão o carro.
Péssimo atendimento
Venho por este meio reportar o total desagrado que foi a visita à loja Rosa, na Rua de Santa Catarina no Porto, no dia de hoje, por volta das 16h. Com marcação para a hora anteriormente mencionada, foi-nos informado por uma funcionária vossa que as provas estavam demoradas, atrasando tudo, e que por isso teriamos que esperar algum tempo, tempo esse que não deveria ultrapassar a meia hora, mas não podiam garantir (palavras da funcionária em questão). Compreendendo a situação ficamos a aguardar numa mesa, onde nos foi fornecido o catálogo da Rosa Clará e nos foi pedido que escolhessemos alguns modelos que fosse do nosso agrado, para a noiva experimentar quando o provador ficasse disponivel. Após uns 40 minutos a aguardar, escolhemos alguns vestidos e fomos abordadas por outra funcionária. Deu uma vista de olhos rápida à listagem de vestidos que seleccionamos, pesquisou certa de três vestidos, numa lista de 10 seleccionamos por nós, ao gosto da noiva, afirmou que alguns não tinha e encaminhou-nos para o provador.Continuando sem dar atenção ao tipo de vestidos que a noiva procurava, o que mais gostava, perguntou à cliente quanto pretendia gastar. Foi-lhe dado um valor, dentro dos preços que vimos no catálogo (ainda que fizesse parte dos vestidos mais em conta). Recebemos como resposta que abaixo dos 2000€ não tinham nenhum (o que volto a reforçar que não era isso que indicava no catálogo que nos foi facultado). Sem hesitar afirmamos que não haveria problema, que se não há os vestidos que vimos abaixo dos 2000€, não seria por isso que deixavamos de comprar na Rosa Clará, caso a noiva se apaixonasse por algum vestido em questão. Afinal de contas estamos a falar de um casamento, um dia especial, um dia que a noiva nunca mais esquecerá. Fomos então encaminhadas para o provador, tendo a funcionária tratado a cliente pelo nome Paula. Corrigimos, pois o nome da noiva/cliente é, na verdade, Fátima e, para quebrar o gelo da situação até informamos em tom de brincadeira que Paula era um nome que trazia algum negativismo à situação. A funcionária desculpou-se e ninguém levou a mal a primeira vez. Contudo, esta troca de nome sucedeu vezes e vezes sem conta. Cada vez que ia ao provador ou se dirigia à noiva Fátima, chamou-lhe de Paula e após ser corrigida mais de 6 vezes (e garanto que não estou a exagerar) foi-lhe dito por uma amiga da noiva, que estava presente desde o ínicio desta visita, que é de uma deselegância estar constantemente a trocar-lhe o nome, e que até já parecia propositado. A colaboradora mostrou-se prepotente afirmando que ia então tratar só por menina (Fátima não me parece um nome dificil de dizer mas tudo bem, ao menos já não ouvimos mais o nome Paula). Após demorar mais algum tempo, a colaboradora voltou ao provador dizendo que dentro dos 2000€ e tal euros tinha apenas dois vestidos para mostrar. Já estavamos desagradadas com todo aquele mau atendimento mas estavamos ali para provar vestidos pois o que nos importa é a satisfação e felicidade da noiva, por isso, dissemos para trazer esses dois vestidos (pensando que ia ser do género da lista que fizemos). Qual é o nosso espanto quando a noiva experimenta um vestido sugerido pela funcionária, que é totalmente o oposto de todos os que nós pedimos. Pedimos vestidos fluidos, discretos, sem muita armação. Pedimos vestidos como o modelo Marac, Minia, Manila, Melisa e a colaboradora traz-nos um vestido dizendo que é de uma colecção passada, completamente vestido de noiva convencional, com uma grande saia, imenso volume, cheio de brilho e pedras (tudo o que nós estavamos a tentar evitar num vestido). Ainda mais desagradadas demos uma hipótese ao segundo vestido que ia trazer e novamente uma desilusão. Trouxe um vestido parecido com o modelo Enebro mas com decote em V e um grande laço na parte da frente, que apesar de ser melhor opção que o primeiro, continuava muito longe do que tinhamos escolhido e idealizado. Deu-se assim a prova por terminada e o sentimento que ficou foi pura desilusão, da noiva e de quem a acompanhava. Então, como achamos importante reportar quando nos sentimos mal tratadas, seja em que estabelecimento for, confrontamos a colaboradora, de forma educada, sobre a forma como nos sentimos nesta visita. A mesma desvalorizou, desvalorizou o facto de ter trocado o nome da cliente vezes sem conta e que dentro dos 2000€ não tinha mais nada para mostrar, que tudo o resto era acima dos 3000€. Afirmou ainda que os vestidos que vimos no catálogo abaixo dos 2000€ e inclusive abaixo dos 3000€ (que ainda eram bastantes) já não tinham para venda. Então aqui reforço a necessidade URGENTE de mudarem o catálogo porque isso é enganoso para a noiva que está a escolher. Quero também deixar claro que fomos a outras lojas, fizemos provas, precisamente com o mesmo valor disponivel para gastar no vestido e fomos bem recebidas, bem tratadas, foi-nos dadas várias sugestões e saímos das mesmas completamente satisfeitas. Eu poderia ter 10000 euros para gastar num vestido de noiva que nunca, mas nunca iria à Rosa Clará, pela falta de empatia, atenção, e pela falta de respeito que a colaboradora mostrou. Eu, inclusive, trabalho com atendimento ao público na área de vestuário e era incapaz de tratar algum cliente dessa forma, tivesse ele 10€ ou 10000€ para gastar, é sempre um cliente. E deixe-me dizer-lhe, se tiver lido a minha reclamação até ao fim, que os funcionários é que fazem a casa e a sua casa não está em boas mãos. Espero que outras noivas não tenham esta má experiência, porque é um dia demasiado importante para ser tratado de tal forma.
Produto em campanha com preço errado
No passado dia 1 de Janeiro pela manhã, fui ao site da Worten em busca de portáteis, precisava de adquirir um e fui pesquisar, constatei que existia um portatil que custava 30€ mas se encontrava em campanha e custava 26,99€. Como precisava de um portatil comprei, recebi os dados para pagamento e paguei, recebi de seguida e-mail a dizer que a encomenda tinha sido aceite pelo vendedore que acusavam a recepção do pagamento. Iria receber a encomenda em 5 dias úteis. Recebi ontem um e-mail a dizer que foi um erro e que não podem vender um produto abaixo do preço de custo. Já me aconteceu por varias vezes em lojas físicas chegar à caixa e o preço estar mal, mas todas tiveram de cumprir o valor que estava na prateleira.Na loja online não têm essa obrigação? Recebi um mail a dizer que iriam proceder à devolução do dinheiro. Se os preço estivesse mal para cima de certeza que não me devolviam o dinheiro. Não fui eu que fiz o erro ou tive qualquer ação errada, seo portatil já custava 30€ e ficou em promoção que culpa tenho eu?
Troca ou devolução do produto
O meu numero de cliente é 51165284.No dia 20.12.2018 eu comprei da loja no Planet Retail Park Barreiro um portátil ACER PH315-51-72DU por 1189.99 eur.(Referência: FS 2320A / 185457)Mas infelizmente não notei que esse modelo tem apenas 8 Gb de RAM, e preciso de 16 Gb para trabalhar.Depois de descobrir isso, no dia 22.12.2018, fui à mesma loja e pedi para trocar o produto por outro modelo, ainda mais caro que meu, e vou pagar a diferença de preço.Os funcionários se recusaram a fazê-lo e pedi para falar com o gerente da loja. O gerente também disse, que ele se recusa a me ajudar, por causa das regras da loja, e me mostrou um pequeno pedaço de papel na entrada da loja onde se diz, que os portátis estão na lista de produtos, quais não é possível trocar.Eu não vi essa pequena folha de papel quando entrei na loja, e o funcionário que estava a registrar a compra não me avisou sobre isso. Tudo o que ele fez foi tentar me vender seu seguro.Alem disso, eu não peço um reembolso neste momento, eu só peço para trocar meu portátil atual por outro modelo - ASUS FX505GM-78A06CB1, que é mais caro (1274.99 eur), e eu pagaria a diferença de preço.Eu sou um cliente frequente do Radio Popular, eu comprei muitos artigos do RP, e estou extremamente descontente sendo tratado dessa maneira.Quando liguei para o Serviço de Apoio ao Cliente da loja, disseram-me para tentar resolver isso com os funcionários da loja, mas os funcionários e o gerente da loja estavam a ser extremamente inúteis e mal-educados comigo. Eles não querem fazer nada e, ao mesmo tempo, lojas como a FNAC ou a Worten tentam atender às necessidades de seus clientes e permitem devolver o produto ou trocar o produto por outro modelo.Estou muito desapontado com isso. Como eu disse, antes comprei muitos artigos do Radio Popular, e até esse momento minha experiência com o RP só foi positiva.Eu me recuso a acreditar que não é possível fazer uma exceção para mim neste momento, e trocar meu laptop ACER PH315-51-72DU por outro modelo - ASUS FX505GM-78A06CB1, e eu vou pagar a diferença de preço.O pacote, etc., do meu produto não está danificado, é como novo, tudo o que fiz foi ligado e conectado à minha conta do Microsoft Cloud. Será muito fácil restaurar todas as configurações padrão do Windows.Eu já apresentei uma queixa no livro de reclamações, e entrei em contacto com o RP pelo email lojas@radiopopular.pt há muito tempo, depois preenchi um formulario no website do RP, mas ninguem me contactou de volta. Estou a ser ignorado pelos funcionários do Radio Popular.
Problema com devolução / troca
Boa tarde,No dia 23/11/2018, fiz uma encomenda no site da Pull&Bear (nº 848593762) e escolhi a loja do Almada Fórum para a levantar. Pedi talão oferta, visto que era um presente. O talão oferta vinha com a encomenda, como pedido, no entanto, não me enviaram a fatura.No passado dia 29/12/2018, dirigi-me à loja da Pull&Bear do Almada Fórum, com a pessoa a quem ofereci o tal presente (uma camisola) para trocar a mesma. Forneci ao colaborador em caixa o talão oferta que vinha com a encomenda, uma vez que era o único que tínhamos. No entanto, o colaborador não conseguiu fazer a troca nem explicou os motivos. Pediu-me apenas para fazer antes a devolução do dinheiro. Indicou-me ainda que o dinheiro iria cair na minha conta dentro de alguns dias (12,79€). Por esse motivo, acabei por pagar a camisola que escolhemos para fazer a troca (9,99€), pois ambos os colegas em caixa garantiram que a devolução do dinheiro da primeira camisola iria ser feita na minha conta dentro de dias. Passado umas horas, recebo um email da Pull&Bear indicando que tenho um cartão de pagamento de 12,79€ para gastar nas lojas físicas e online por tempo indeterminado. Uma vez que a informação que me forneceram na loja da Pull&Bear do Almada Fórum foi que me iriam devolver o dinheiro no mesmo método de pagamento e não através de um cartão que eu poderia descontar, eu dirigi-me à mesma loja no dia 31/12/2018, explicando a situação e pedindo que rectificassem o erro deles, através da devolução do dinheiro.A gerente da loja, com uma atitude arrogante, não só afirmou que não me iriam devolver o dinheiro, como praticamente pôs as culpas em cima de mim, cliente. Para além disso, em momento algum, admitiu que o erro foi deles e ainda me disse que reclamasse à vontade.
INFLAÇÃO DE PREÇO
A Worten decidiu subir os preços dos seus produtos (neste caso, portátil da HP) nos dias que antecedem o Natal. Após o Natal, voltam a descer os preços para o valor anterior, sem qualquer menção de um desconto ou promoção. Simplesmente alteram os preços para se aproveitar do facto das pessoas irem comprar bens na altura do Natal. Se eu não tivesse tido de ir levantar o meu equipamento e tivesse visto o mesmo em exposição, com um preço inferior (menos 150€), não saberia sequer da situação. Repito, não se trata de uma situação de saldos, mas de preços diferentes muitíssimo superiores nos dias que antecedem o Natal. Tive de devolver o bem e comprá-lo novamente ao seu preço normal. Acho absolutamente indecente aproveitarem-se assim das pessoas e incentivarem à compra quando sabem que aqueles não são os preços habitualmente exercidos, sem qualquer aviso de que irão regressar ao valor normal novamente.
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