Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Seguradora não quer assumir o sinistro e não tenho resposta às minhas reclamações

Exmos. Senhores, (Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar o vosso apoio e orientação relativamente a um problema que estou a ter com a minha seguradora, a Tranquilidade, relacionado com a recusa de reparação de um sinistro automóvel. O sinistro ocorreu no dia 13/07/2026, quando, durante a circulação do meu veículo, um SEAT Ibiza de 2004, o capô abriu, provocando a quebra do para-brisas. O sinistro foi participado e, no dia 14/07/2026, pelas 11h00, recebi uma comunicação da seguradora a informar que a reparação se encontrava aprovada. Tenho esse email e posso remetê-lo como comprovativo. No entanto, posteriormente, a oficina informou-me de que afinal a reparação não estaria autorizada. Entrei em contacto com a seguradora para esclarecer a situação e, durante esse período, fui inclusivamente informada de que estaria tudo regularizado. Mais tarde, no dia 23/07/2026, fui novamente contactada pela oficina, que me informou de que a reparação afinal não tinha sido aprovada. Contactei novamente a seguradora, tendo falado com o Sr. Nuno Pintacilgo e com a respetiva secretária, tendo sido posteriormente informada de que a reparação não seria assumida porque a situação estaria relacionada com a abertura do capô. O que considero particularmente grave é que nunca recebi uma comunicação formal, por escrito, da seguradora a informar-me da recusa da reparação, apesar de anteriormente ter recebido uma comunicação escrita de aprovação. Hoje, 13/08/2026, o gestor de seguros voltou a contactar-me, desta vez através do WhatsApp e de um número privado, transmitindo-me a resposta que alegadamente recebeu da seguradora. Segundo a mensagem que me foi encaminhada, a seguradora fundamenta agora a recusa nos seguintes termos: «“Sinistro QIV – Miguel Tomas: Recusado pois os danos não foram causados por um fator externo.”» É ainda indicada como justificação a alegação de que os danos terão sido: «“...causados por defeito de construção do veículo;”» E é referido que esta situação consta das exclusões da cláusula 41.º, n.º 1, alínea 9. Tenho uma captura de ecrã da conversa de WhatsApp onde esta informação me foi transmitida e posso enviá-la juntamente com o email. Gostaria de saber se esta fundamentação é suficiente para a seguradora recusar a cobertura, sobretudo tendo em consideração que: - o sinistro foi participado no dia 13/07/2026; - no dia 14/07/2026 recebi uma comunicação escrita da seguradora a informar que a reparação estava aprovada; - posteriormente essa aprovação foi contrariada; - nunca me foi enviada uma comunicação formal e fundamentada de recusa; - só posteriormente fui informada verbalmente e, agora, através de uma mensagem de WhatsApp enviada pelo gestor de seguros; - a seguradora parece estar a enquadrar o caso como um alegado defeito de construção do veículo, sem que me tenha sido apresentado qualquer relatório técnico ou peritagem que demonstre que o dano teve efetivamente essa origem. Assim, agradecia que a DECO me pudesse esclarecer se considero que a atuação da seguradora é legítima e quais os meus direitos nesta situação. Gostaria igualmente de saber se devo exigir à seguradora uma decisão formal, por escrito, devidamente fundamentada, bem como uma cópia do relatório de peritagem ou de qualquer documento técnico que sustente a alegação de que o dano resultou de um defeito de construção do veículo. Considero ainda importante esclarecer a validade da comunicação de aprovação que recebi no dia 14/07/2026, uma vez que, até ao momento, não me foi dada uma explicação satisfatória sobre a razão pela qual uma reparação inicialmente aprovada veio posteriormente a ser recusada. Junto a esta exposição os documentos que tenho na minha posse, nomeadamente o email de aprovação de 14/07/2026 e a captura de ecrã da comunicação recebida hoje através do WhatsApp. Agradeço desde já a vossa análise e orientação sobre a melhor forma de proceder perante a seguradora. Com os melhores cumprimentos, Ana Catarina Sancho Sinistro n.º T18276C432 Veículo: SEAT Ibiza, 2004 SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Encerrada
A. R.
13/08/2026

Furto de conta

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra o Banco BPI no mês de Abril por volta da 1h47 da madrugada entraram ilicitamente na minha conta do banco através da aplicação do banco quando eu estava a dormir e tinha o telemóvel a carregar tiram 900 da conta ordenado e mais 240 euros que tinha disponível de manhã fui ao banco apresentei queixa nas autoridades o banco acusou me de ser eu a dar os códigos por telefone ou por SMS fui a Vodafone pedir uma factura detalhada desse dia e a última chamada foi efectuada para a minha tia as 21h30 daí até de manhã não existe registo o Banco BPI está a obrigar a pagar o dinheiro que transferiram da minha conta ordenado e com juros primeiro eu quis dar baixa desse cartão e da conta ordenado e fui informada de que se o fizesse tinha que pagar a quantia retirada com juros resolvi manter e afinal estou a pagar com juros sai uma prestação de 80 euros e pago cerca de 30 euros por mês de juros estou a ser roubada duas vezes quer pelo hacker quer pelo BPI sou mãe de duas meninas divorciada vivo por favor em casa dos meus pais ganho o ordenado mínimo e não tenho como chegar ao final do mês reclamei no banco de Portugal e foi me dada uma resposta negativa eu ficar sem os meus 240 euros ainda consigo agora ter que pagar a conta ordenado mais os juros é um absurdo espero que me ajudem a resolver esta situação melhores cumprimentos Andreia Rocha

Em curso
L. P.
12/08/2026

Retirada da conta 40 euros

Boa noite No dia 5 de agosto tinha conta 45.78 euros na casa de apostas 22bet.No mesmo dia a mesma disse que apostado 40 euros no jogo aviator O que e completamente falso como demonstra no histórico abaixo no dia 5 de agosto.Ja mandei mais de 10 emails e a resposta e aguardar.Em baixo está o histórico das apostas nesse dia e não tem nenhum valor apostado de 40 euros.

Em curso
L. R.
12/08/2026

Nemero de produto

Segue número de produto do z Flip 7. N 140011997279 CC010 E725610-0

Encerrada
E. N.
12/08/2026
The Bridge By Egor

Desconto indevido no vencimento e recusa de devolução do valor

Venho apresentar reclamação relativamente a um desconto efetuado pela EGOR no meu vencimento, no valor aproximado de 90€, referente a alegado equipamento (fones/auriculares) que me teria sido disponibilizado no âmbito da prestação de serviços para a Medicare. Sou ex-trabalhador da EGOR e prestei serviços para a Medicare. Relativamente ao referido equipamento, não assinei qualquer documento ou comprovativo de receção no momento da alegada entrega. Posteriormente, os fones/auriculares foram efetivamente devolvidos à empresa. Apesar de o equipamento já ter sido devolvido, a EGOR recusa-se a proceder à devolução do valor que me foi descontado do vencimento. Considero injustificada a manutenção deste desconto, uma vez que o equipamento foi devolvido e não existe qualquer comprovativo assinado por mim que demonstre a sua receção ou que justifique a retenção definitiva do referido valor. Solicito a regularização imediata da situação e a devolução integral do valor descontado, bem como uma explicação fundamentada para a manutenção do desconto após a devolução do equipamento. Caso não seja efetuada a devida regularização, reservarei o direito de apresentar a situação junto das entidades competentes, nomeadamente a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). Solicito resposta por escrito à presente reclamação.

Encerrada
L. R.
11/08/2026

Garantia recusada

Comprei um Samsung zflip 7 pelo site, e o mesmo apresentou defeito na tela foi acionar a garantia do mesmo, que e explicado e também tem no site sa informação que são três anos de garantia, sei também por que já fui um Colaborador da cash convert. O telefone foi apresentado na loja do Saldanha para garantia, e o mesmo demorou por volta de 4 semana sem qualquer resposta pela parte da empresa, recebi um mensagem dos ctt a dizer que tinha um produto da cash convert para mim não esperava ver o telemóvel com o mesmo defeito que foi enviado, me dirigi a loja do Saldanha para verificar a situação, me informaram em loja que não sabiam e iam entrar em contato com o apoio depois de 7 dias me deram a resposta que não tinha sido aprovado a garantia do mesmo, sendo que o telefone está em rachaduras e sem aparência de mal uso, não foi me apresentando laudo e nada simplesmente não aprovaram por que sim, já trabalhei não cash convert e indicava pessoas até depois de não faz parte, agora estou nessa situação não qual estou a ser injustiçado. Estou muito insatisfeito com a situação.

Resolvida
R. W.
11/08/2026

Retenção Ilícita de 100% de Subsidio desemprego - verba alimentar impenhorável.

Exmo.(a) Senhor(a), Responsáveis, O meu nome é Ricardo Vieira Winter, titular do NIF 311201172, estando temporariamente no Brasil, em detrimento ao email anterior para resolução HOJE, devido a urgência, não justificando a demora da resolução. Venho expor e reclamar formalmente uma situação de extrema gravidade: foi efetuada uma cobrança/retenção indevida na minha conta bancária sobre os valores do meu Subsídio de Desemprego. Por lei, as prestações sociais destinadas à subsistência do cidadão são legalmente impenhoráveis e não podem ser retidas ou debitadas pelo banco para liquidação de comissões ou outras dívidas sem autorização expressa, solicitando vossa intervenção. INÚMEROS CONTATOS POR EMAIL E PELA PLATAFORMA DO CELULAR FORAM FEITOS , HAVENDO TOTAL SILÊNCIO E DESRESPEITO POR PARTE DO BANCO E SEUS RESPONSÁVEIS.( DESRESPEITO , OMISSÃO E NEGLIGÊNCIA DO BANCO). Solicito imensamente a intervenção dos senhores para o estorno e reembolso imediato dos valores retirados. Após identificar a situação, entrei imediatamente em contacto com o Millennium bcp, apresentei uma proposta concreta de regularização através do pagamento mensal de 50 €, valor compatível com a minha situação financeira, demonstrando total disponibilidade para cumprir as minhas obrigações. Encontrando-me no estrangeiro (Brasil), estou impossibilitado de aceder às linhas telefónicas europeias ou de formalizar este pedido presencialmente. Já fiz diversas solicitações, inclusive, já realizei contacto junto a agência de Anfiesta e, segue abaixo o histórico de conversas , transtornos devido ao silêncio, omissão e desrespeito do Banco Millennium. O montante confiscado é proveniente, na sua totalidade, do meu Subsídio de Desemprego pago pela Segurança Social de Portugal. A conduta operacional do Millennium BCP padece de manifesta ilegalidade, violando frontalmente os seguintes diplomas do ordenamento jurídico português. Após identificar a situação, entrei imediatamente em contacto com o Millennium bcp, apresentei uma proposta concreta de regularização através do pagamento mensal de 50 €, valor compatível com a minha situação financeira, demonstrando total disponibilidade para cumprir as minhas obrigações. Solicito formalmente também a integração da minha situação no âmbito do PARI , de forma que possamos contratualizar um plano de pagamento faseado/ parcelado para o saldo devedor, já mencionado em tela , cessando de imediato as retenções de 100% de meus rendimentos sociais. Face ao exposto, exijo com caráter de máxima urgência: 1. O ESTORNO IMEDIATO do montante retido na minha conta corrente, respeitando os limites da impenhorabilidade legal; 2. A formalização de um plano de pagamento faseado no âmbito do PARI, onde autorizo expressamente o débito mensal de 50 € (cinquenta euros) para a amortização da dívida do cartão de crédito, proposta está condizente com a minha atual capacidade financeira. Anexos: Comprovativo de extrato de retirada indevida , Comprovativo de subsídio de Portugal, Histórico abaixo com diversos emails sem resposta, demonstrando tamanho desrespeito. Conto com vossa compreensão e colaboração, Meus cumprimentos , Ricardo Winter Contatos: +55 -12 98814-2078 - telemóvel brasil

Encerrada
R. A.
11/08/2026

Reclamação formal — Restrição de fundos de €6.000 e demora na resolução | Caso 26972-11155-09639

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à restrição dos fundos no valor de €6.000 que se encontram na minha conta Revolut, provenientes da venda legítima da minha motocicleta. Esta situação prolonga-se há várias semanas e, apesar de ter colaborado integralmente com todos os pedidos de informação e documentação, continuo sem uma solução definitiva ou uma justificação concreta para a manutenção da restrição. Desde o início, disponibilizei os documentos necessários para comprovar a origem dos fundos, nomeadamente a documentação relacionada com a venda da motocicleta e a respetiva alteração de propriedade. Posteriormente, também disponibilizei os extratos bancários que me foram solicitados, incluindo os três extratos enviados mais recentemente. Tenho respondido aos pedidos da Revolut e fornecido toda a documentação solicitada, pelo que considero que fiz tudo o que estava ao meu alcance para esclarecer a origem dos fundos. Apesar disso, continuo sem conseguir utilizar livremente os meus próprios €6.000, tendo recebido sucessivamente respostas genéricas relativamente ao processo, sem uma indicação clara sobre o que concretamente falta verificar, qual é o estado atual da análise ou quando os fundos serão efetivamente desbloqueados. A situação é particularmente frustrante porque o dinheiro tem uma origem perfeitamente identificável e legítima: corresponde ao pagamento recebido pela venda da minha motocicleta, cuja documentação já foi apresentada à Revolut. Recordo ainda que esta situação já deu origem à reclamação formal com o número 26972-11155-09639. Foi-me apresentada uma proposta de compensação de €90, mas considero que a questão principal permanece por resolver: continuo sem acesso normal aos meus fundos e sem uma resposta definitiva quanto à sua disponibilização. Assim, solicito formalmente: 1. Uma explicação concreta e individualizada sobre o motivo pelo qual os €6.000 continuam restringidos; 2. A indicação clara de se existe atualmente algum documento ou informação adicional que esteja efetivamente em falta da minha parte; 3. Caso não exista qualquer elemento adicional necessário, o desbloqueio dos fundos com a maior brevidade possível; 4. Uma explicação sobre o motivo pelo qual, apesar de toda a documentação já fornecida, o processo continua sem uma resolução definitiva; 5. Uma reavaliação da compensação proposta, tendo em consideração a duração da restrição, os transtornos causados e o facto de eu ter colaborado integralmente com todos os pedidos de informação; 6. Uma resposta formal e definitiva à presente reclamação, e não apenas uma resposta genérica a indicar que o caso continua em análise. Tenho plena compreensão de que uma instituição financeira possa realizar verificações de segurança e de conformidade quando considere necessário. No entanto, considero igualmente razoável esperar que essas verificações sejam realizadas dentro de um prazo adequado e que o cliente seja informado de forma clara sobre o estado do processo, sobretudo quando já forneceu os documentos solicitados. Não pretendo receber uma nova resposta genérica a informar que devo aguardar. Pretendo saber concretamente qual é o estado do processo, o que está a impedir a disponibilização dos fundos e, caso nada mais seja necessário da minha parte, quando poderei voltar a utilizar os €6.000. Caso esta situação não seja resolvida ou devidamente esclarecida, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para apresentar uma reclamação sobre a manutenção da restrição e sobre a forma como o processo tem sido conduzido. Aguardo uma resposta formal e objetiva. Com os melhores cumprimentos, Rodrigo Abreu

Encerrada

Não assumiu as despesas de acidente de trabalho

Exmos senhores, venho por este meio, apresentar queixa de um acidente de trabalho, que ficou provado, por exames feitos a particular, que efetivamente o acidente de trabalho, provocou uma fratura na perna direita, em que o médico da seguradora e seguradora ignoraram. Tinha feito o mesmo exame, pela seguradora( ressonância magnética) em que a seguradora diz( médico ortopedista da seguradora, que foi um acidente, SEM NEXO. O acidente de trabalho, aconteceu no dia 15/07/2026, e só dia 07/08/2026, a seguradora se pronunciou com a decisão, devolvendo todos os exames, que fiz a nível particular, em que me foi entregue um relatório médico, dizendo que, tinha a perna partida...e que, a fratura,lesão coicídia com a data do acidente. Estou com baixa AT( acidentecde trabalho) para justificar as faltas ao trabalho. O que não é remunerado, uma vez que teria que ser a seguradora a pagar...Até 07/09/2026, estou com baixa AT, até ao dia da junta médica da ADSE, dizer algo sobre este acidente de trabalho.

Encerrada
R. W.
10/08/2026

BANCO MILLENNIUM X BANDIDOS - NAO RECOMENDO

Exm.(a). Senhor(a) Provedor(a) e Gerência de São Mamede de Infesta e demais Responsáveis Tendo em conta inúmeras reclamações realizadas e que a minha reclamação já foi oficialmente recebida por esta instituição e pelo Mediador de Crédito, venho reforçar a EXTREMA URGÊNCIA RECLAMATÓRIA para , haja vista que a conduta de reter 100% do meu saldo corrente padece de manifesta ilegalidade perante o ordenamento jurídico português: Reitero a minha total boa-fé em formalizar o pagamento parcelado de 50 € (cinquenta euros) por mês para amortizar o saldo do cartão de crédito, conforme proposta já apresentada. Contudo, exijo o ESTORNO IMEDIATO na manhã de hoje (sexta feira dia 07/08/2026) do montante legalmente protegido, restabelecendo o meu saldo para garantir a minha sobrevivência básica. O modo como voces tem conduzido , omissao, desrespeito e negligencia , e justamente como "bandidos o fazem" Exijo que o estorno manual do valor seja processado na manhã de hoje (sexta-feira). Caso contrário, esta instituição estará a assumir conscientemente o risco de me deixar em situação de desamparo financeiro absoluto e privação de alimentos e subsistência , (DESAMPARO ALIMENTAR) durante todo o fim de semana no estrangeiro. Diante o exposto, preciso que o gerente da sucursal de São Mamede de Infesta conclua meu estorno manual hoje ( sexta feira dia 07/08/2026), porque o regulador já foi notificado , ciente da ilegalidade e eu não posso passar o fim de semana desamparado, visto que ja se totalizam quase 9 dias. Não aceitarei que a resolução desta urgência alimentar seja postergada para a próxima semana. Caso o estorno manual não seja processado pela gerência de São Mamede de Infesta nas próximas horas úteis, a denúncia formalizada junto à Direção de Supervisão Comportamental Bancária do Banco de Portugal seguirá os trâmites punitivos cabíveis contra esta agência, além do acionamento da DECO PROTESTE e processo por Abuso de Direito (Art.º 334.º do Código Civil) por perdas e danos morais. Foi encaminhado um e-mail formal nesta madrugada para o Provedor. O Millennium BCP confiscou 100% do meu Subsídio de Desemprego, que é uma verba alimentar impenhorável por lei (Artigo 738.º do CPC). Estou no Brasil e me deixaram em situação de desamparo internacional. Eu já propus pagar 50 € por mês no âmbito do PARI. 1. VIOLAÇÃO DO ARTIGO 738.º DO CPC: O montante confiscado de forma automática é integralmente proveniente do meu Subsídio de Desemprego pago pela Segurança Social de Portugal. Por lei, as prestações de natureza social e verbas de caráter salarial gozam de impenhorabilidade parcial obrigatória, sendo proibido privar o cidadão do Salário Mínimo Nacional líquido. 2. VIOLAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA (ART.º 1.º DA CRP): Mesmo cláusulas de "compensação de saldos" não podem anular a proteção a verbas de natureza estritamente alimentar. Ao confiscar a totalidade do meu subsídio social, o Millennium BCP retirou os meus únicos recursos de subsistência, submetendo-me à privação de alimentos (fome) e ao desamparo financeiro absoluto em território estrangeiro. 3. DEVER DE REESTRUTURAÇÃO (DECRETO-LEI N.º 227/2012): O banco ignorou os meus contactos durante toda a semana, descumprindo a obrigação legal de integrar o cliente no âmbito do PARI (Plano de Ação para o Risco de Incumprimento) para uma negociação justa. Aguardo o comprovativo da devolução com urgência máxima antes do fecho do vosso expediente. Atentamente, RICARDO VIEIRA WINTER NIF: 311201172 Conta BCP: 456 658 627 31 IBAN: PT50 0033 0000 4566 5862 7310 5 Contatos: + 55 - 12 98814-2078

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.