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Cancelamento cobrado na totalidade
Por lapso a morada de entrega do meu pedido estava para a morada do meu trabalho, em vez de para a morada da minha habitação. Assim que confirmei o pedido apercebi me logo do erro e cancelei de imediato o pedido, ao que a empresa me respondeu que cancelaria o pedido mas que me seria cobrado um valor parcial da compra alegando que o restaurante já teria iniciado a preparação da minha encomenda quando nem um minuto tinha passado após a confirmação da encomenda. Tentei expor a minha situação e explicar o sucedido mas tudo o que recebi foi umas quantas respostas instantâneas e predefinidas a situações semelhantes. E ao contrário do que me foi dito, não me cobraram um valor parcial mas sim o custo total da refeição. Voltei a insistir no chat e quando solicitei falar com um supervisor foi me respondido que já me tinham respondido e que iriam encerrar a conversa. Acrescento que após este pedido erradamente fiz um pedido correto e que a minha comida chegou fria e quando dei esse feedback à Uber Eats limitaram-se a lamentar o sucedido e nada fizeram para “compensar o meu prejuízo”. A meu ver é de má conduta para com os clientes. Sinto me completamente burlada por esta empresa! Nunca mais voltarei a usar nenhuma das aplicações associadas a esta empresa certamente!
Viagem cancelada
Exmos. Senhores, Adquiri on-line no site EDreams a 8 Agosto 2025, uma viagem organizada a NICE (voo+hotel) para surpreender amigos, que se realizava entre 25 e 29 Setembro 2025, pelo valor de 1.816,94€. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, o voo Easyjet marcado para dia 25.9.2025 pelas 17:15 foi cancelado em cima da hora no aeroporto sem voo alternativo, pelo que não fomos para NICE nem tivemos hipótese de nos hospedar no hotel de 25-29.9.2025, pelo que pretendo o reemboldo integral do montante. Cumprimentos.
Cobrança de serviço PRIME ANTERIORMENTE CANCELADO
EXmos senhores, No dia 13 de outubro de 2025, foi-me cobrada uma anuidade do serviço eDreams Prime, sem que eu tivesse autorizado ou subscrito esse serviço. Esta situação não é um caso isolado. Já apresentei quatro reclamações anteriores relacionadas com subscrições indevidas do serviço Prime, cujas anuidades foram cobradas sem o meu conhecimento ou consentimento. Essas subscrições foram ativadas durante reservas de voos, incluindo reservas efetuadas para outras pessoas que apenas ajudei a realizar, mas que acabaram por ficar associadas à minha conta bancária como meio de pagamento, levando-me a pagar por serviços dos quais nunca usufruí durante vários anos. Após diversos contactos com o apoio ao cliente, por e-mail e telefone, duas dessas cobranças foram reembolsadas, mas outras duas não, nomeadamente a referente a 13 de agosto de 2025. A eDreams justificou a recusa desse reembolso com o seguinte argumento: “De acordo com a conta cobrada a 13 de agosto de 2025, que está em seu nome e e-mail corporativo, infelizmente, os Termos e Condições são um pouco mais restritivos, pelo que o valor não pode ser reembolsado. No entanto, como referido inicialmente, esta conta não será renovada.” Importa esclarecer que essa conta estava associada ao e-mail h.silva@lrworld.com , um endereço corporativo de uma empresa onde deixei de trabalhar há mais de três anos. Durante o contacto telefónico com o apoio ao cliente, fui informado de que existem duas contas associadas ao mesmo e-mail, devido ao acesso através dos portais edreams.pt e edreams.com — uma questão técnica interna da empresa, sobre a qual não tenho qualquer controlo nem obrigação de compreender. Ora, quando solicitei o cancelamento de todas as contas e serviços Prime associados ao meu nome e e-mail, esperava que a empresa cumprisse o pedido de forma integral. O facto de a eDreams manter ativa uma segunda conta associada ao mesmo e-mail e continuar a cobrar anuidades configura uma falha de gestão e transparência, e não uma responsabilidade do cliente. A resposta enviada pela empresa, referindo que “não se aplica a um reembolso total de acordo com os nossos Termos e Condições”, é inaceitável, pois as subscrições foram feitas sem consentimento explícito, em circunstâncias confusas e tecnicamente pouco claras, e contra a vontade expressa do cliente. Assim, venho solicitar: O reembolso integral do valor cobrado no dia 13 de outubro de 2025; A confirmação do cancelamento definitivo de todas as contas e serviços Prime associados ao meu nome, e-mails e meios de pagamento; A revisão dos procedimentos de subscrição automática do serviço Prime, para evitar que outros consumidores sejam lesados da mesma forma. Com os melhores cumprimentos, HÉLIO FILIPE LOPES DA SILVA HELIO_DESIGN@MSN.COM 14/10/2025
Cobrança de renovação de subscrição indevida
Bom dia, venho por meio deste reclamar um débito no valor de 89,99€ que foi retirado em meu cartão de crédito por parte da edreams. Em maio de 2024. Fiz uma compra de passagens atravez da empresa edreams. Que dizia poder cancelar gratuito em até 15 dias. Mas simplesmente não é possível o fazer. Após os 15 e após fazer o pagamento da subscrição, é que foi possível fazer o cancelamento. Mas após um ano 06/06/2025. Foi debitado novamente no meu cartão de crédito o valor de 89,99 referente a renovação da subscrição. Essa qual não tenho foi feita muito menos autorizada por minha pessoa. Na altura liguei para empresa edreams. Foi me dado a resposta que uma vez feita não é cancelado e que não devolveria o valor debitado e se eu aceita-se , eles renovaria a subscrição devolvendo 40% do valor na condição de eu comprar produtos atravez da plataforma. Era só o que poderia ser feito. Não aceitei a proposta e fiz uma reclamação junto a instituição financeira onde tenho o cartão de crédito, mas não conseguiram cancelar o débito presente e não o podem fazer para o futuro, uma vez que a empresa edreams não envia comprovativos de cancelamento de subscrição. A empresa edreams continua a mandar e-mails. De promoções e temo ser debitado novamente. Quero que seja feito o cancelado esta inscrição em definitivo. Desde já agradeço a vossa atenção Com os melhores cumprimentos Fábio Gomide
Pedido de reembolso
Foi me oferecido, no dia 21/04/2024, um voucher para realizar um salto de paraquedas com a empresa Skydive Maia, no valor de 239,9 euros. Agendei o salto pela primeira vez no dia 22/08/2024, que ficou marcado para dia 6/04/2025, sendo, no entanto, cancelado, supostamente por condições metereológicas, no dia 2/04. Nesse mesmo dia, remarquei o salto para dia 26/06/2025, tendo voltado, no dia 20/06, a receber um email da empresa a cancelar, invocando novamente ser motivada por condições metereológicas. Nesse dia fiz o meu último agendamento de salto, para dia 5/09, que foi novamente cancelado, no dia 26/08, afirmando a empresa que estavam em causa restrições ao tráfego aéreo e que a agenda estaria fechada até dia 25 desse mesmo mês. Nesse sentido, tentei contactar a empresa para compreender a razão para os sucessivos cancelamentos e possivelmente encontrar uma solução, apenas obtendo resposta após várias chamadas e 2 emails. Mandaram-me então, no dia 10/09, afirmando que dariam prioridade à remarcação dos saltos cancelados. No entanto, após chegar a data que tinham indicado para reabertura da agenda e não ter sido contactada, enviei mais 2 emails (nos dias 26 e 30/09) a expor a situação e a questionar se teriam ocorrido alterações que eu desconhecesse, os quais não obtiveram qualquer resposta. Assim, após ter também tentado ligar várias vezes para o estabelecimento sem nunca me atenderem, pesquisei mais a fundo na internet e encontrei inúmeras pessoas que se encontravam na mesma situação que eu, que tiveram os seus saltos cancelados várias vezes e eram sucessivamente ignorados pela empresa quando pediam esclarecimentos ou mesmo um reembolso. Isto motivou-me a decidir pedir um reembolso do valor do voucher, uma vez que a empresa em causa mostrou não ser fidedigna, porém, tentei ligar inúmeras vezes e enviei 6 emails neste sentido, sendo sempre ignorada pela organização. Em suma, face à situação exposta, gostava de requerer que me fosse finalmente devolvido o valor integral do salto em causa.
Luis Manuel Rita Barreto
Bom dia eu gostaria de fazer uma reclamação contra a eDreams e também com a axa que também está junto nesse processo eu reservei um bilhete de avião para minha sobrinha só de regreço para o Brasil mas quando reservei o bilhete também tirei um seguro de cancelamento perca de bagagem um seguro para tudo porque minha sobrinha está grávida e por esse motivo tive que cancelar o voo porque a gravidez já está muito avançada para a data de regreço no de 6 de dezembro ou mesmo até dia 6 até já pode ter tido o seu bebé e mesmo assim os médico não autorizam ele de via jar e já se passaram 4 semanas quando dei o cancelamento dou vou e até agora eu não recebi a calção
débito de uma subscrição cancelada
Boa tarde, Eu e meu esposo, venho por este meio reclamar sobre um débito por parte da edreams. Em 2024 quando comprei uma passagem de ida para Portugal acabei por aceitar a subscrição, passado umas duas semanas verifiquei que foi me debitado perto de 90 € a respeito a subscrição. Contactei a e dreams e o atendente informou que tinha aceito uma subscrição na hora da compra, então pedi ao mesmo que fosse efetuado o cancelamento da subscrição. O mesmo informa-me que teria que ficar subscrito durante 1 ano visto que já foi debitado o valor, mas que seria cancelada a subscrição. Agora dia 4 de outubro de 2025 deparei-me que foi debitado da minha conta o mesmo valor igual ao ano anterior, contactei a eDreams e o mesmo disse-me que não sabia como tinha cido debitado visto que a subscrição estava cancelada o mesmo ofereceu-me um voucher de 90 € para descontar numa viagem ou devolver-me metade do valor em questão. E como nenhuma destas propostas é a que eu pretendia forneceu-me o e-mail customercare@case.edreams.com visto que eu quero reembolso na totalidade porque cancelei em 2024. Mandei um e-mail e os mesmos disseram que não conseguem fazer o reembolso porque eu submeti a uma subscrição deles que de fato não ocorreu. Considero essa prática completamente abusiva desrespeitosa com o consumidor Além de causar prejuízo financeiro ,também gerou transtorno e perda de tempo tentando buscar esclarecimentos por canais de atendimento que, até o momento, não ofereceram solução satisfatória. Também acho vergonhoso depois de ter cancelado a subscrição a empresa eDreams conseguir retirar o montante sem a minha autorização prévia ou consentimento da minha parte. Esposo: Yuri Leonel da silva Fernandes
Penalização injusta e falta de suporte técnico – Airbnb (reserva HMHJEKHRNK)
O meu nome é Carolina Rodrigues, sou anfitriã desde maio de 2024 na plataforma Airbnb, sempre com comportamento exemplar e avaliações positivas, em especial no cuidado direto e comunicação com o hóspede. Venho apresentar reclamação formal contra o Airbnb pela aplicação de uma penalização excessiva de 70 €, na sequência de um cancelamento causado por falha técnica na sincronização do calendário entre o Airbnb e o Booking. No momento em que percebi que existiam duas reservas no mesmo período, contactei imediatamente o suporte do Airbnb. Esperei mais de 40 minutos ao telefone, refiz a chamada e recorri também ao chat. Apesar disso, não obtive qualquer resposta útil nem acompanhamento técnico em tempo razoável, mesmo tendo explicado que a situação poderia prejudicar o hóspede. Diante da falta total de alternativas e de apoio, pedi ao hóspede que cancelasse a reserva, única solução possível no momento — um gesto de boa-fé e de responsabilidade, para não prejudicar o viajante nem criar um cancelamento forçado. O próprio Airbnb, através dos seus supervisores Renan e Edcarlos, reconheceu que atuei de boa-fé, mas recusou aplicar qualquer exceção e manteve a penalização, alegando apenas que as políticas não preveem alternativas — o que considero uma atitude intransigente e injusta. A plataforma não só não apresentou qualquer solução técnica, como também recusou escalar o caso, mesmo após o envio de provas (imagens e histórico das comunicações). Esta decisão contraria os princípios de boa-fé e proporcionalidade previstos no Código Civil Português (arts. 227.º e 762.º), bem como o Decreto-Lei n.º 24/2014 e a Diretiva Europeia 2019/2161, que obrigam as plataformas digitais a garantir: - O correto funcionamento das suas ferramentas técnicas; - A prestação de suporte adequado e célere; - E a proteção dos consumidores contra penalizações indevidas resultantes de falhas de sistema. Reforço que não reclamo pelo valor em si, mas pela injustiça e pela desproteção sentida enquanto utilizadora de boa-fé, que foi penalizada por uma falha técnica alheia ao seu controlo. Solicito, assim, à DECO Proteste: - Que solicite uma reavaliação formal ao Airbnb Ireland UC (sede europeia da plataforma); - Que interceda pela remoção da penalização e a retificação do meu registo de anfitriã; - Que acompanhe a análise técnica da falha de sincronização entre o Airbnb e o Booking; - E que avalie a eventual comunicação do caso ao Centro Europeu do Consumidor. Junto em anexo: - Provas da falha de sincronização (imagens comparativas dos calendários Airbnb/Booking); - Histórico de comunicações com os supervisores do Airbnb (chamadas + chat); - Mensagem enviada ao hóspede a explicar a situação. Acredito que casos como este devem servir para melhorar a forma como as plataformas digitais lidam com falhas internas e comunicação com os seus utilizadores. Com os melhores cumprimentos, Carolina Rodrigues refugioverde.alojamentolocal@gmail.com
Cancelamento nao aceite
Comprei uma viagem no site GOTOGATE com um pacote de serviços (Protecção contra cancelamentos) que deveria proteger-me contra cancelamentos em determinadas condições. O pagamento foi realizado via PayPal no dia 08 AGO para a entidade OY SRG Finland. No dia 10 SET contactei para avisar do cancelamento da minha viagem que iria iniciar no dia 12 SET. A equipa de suporte forneceu informações enganosas e não me permitiu utilizar o serviço conforme acordado. Respeitei as condições indicadas, mas quando tentei ativar a proteção não fizeram caso e nao aceitarem o meu pedido de cancelamento sem penalidades.
Indemnizacao por cancelamento
Venho, pela presente, apresentar reclamação formal relativamente ao cancelamento do voo 3P3154 Punta Cana – Lisboa, previsto para o dia 08/09/2025, no qual eu e a minha família (3 adultos) tínhamos reserva confirmada. Já estávamos no local de recolha para o transfer quando fomos informados de que o voo tinha sido cancelado, sendo remarcado apenas para o dia seguinte, 09/09/2025, o que resultou num atraso significativo na nossa chegada ao destino. De acordo com o Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de fevereiro de 2004: • O artigo 5.º, n.º 1, alínea c), determina que, em caso de cancelamento, os passageiros têm direito à compensação prevista no artigo 7.º, salvo circunstâncias excecionais que a companhia aérea não tenha podido evitar; • O artigo 7.º, n.º 1, alínea c), prevê uma compensação de 600 € por passageiro para todos os voos não abrangidos pelas alíneas a) e b), ou seja, voos intercontinentais superiores a 3.500 km. Assim, no caso concreto, a compensação devida ascende a 1.800 € (600 € x 3 passageiros adultos), para além do direito à assistência durante a espera (artigo 9.º). Já foi apresentada reclamação através da agência de viagens no dia 10/09/2025, tendo sido recebida apenas uma resposta automática nessa data. Desde então, não houve qualquer resposta adicional. Eu próprio já enviei e-mails à companhia a solicitar informações sobre o estado do processo, mas até hoje não obtive qualquer esclarecimento. Estamos a 03/10/2025, ou seja, quase um mês após o cancelamento, sem que tenha havido qualquer resolução ou proposta por parte da companhia aérea. Exijo, portanto: 1. O pagamento imediato da compensação prevista no artigo 7.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, no valor total de 1.800 € (três passageiros adultos); 2. Uma resposta clara e formal sobre o estado da reclamação apresentada; 3. O cumprimento integral das obrigações decorrentes da legislação europeia aplicável. Mais informo que já apresentei reclamação junto do Centro Europeu do Consumidor e que, caso não haja resposta dentro do prazo legal, apresentarei queixa também à ANAC – Autoridade Nacional da Aviação Civil. Aguardo a vossa resposta no prazo máximo de 10 dias úteis, findo o qual avançarei com os meios legais disponíveis para fazer valer os meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Nuno Ricardo Sousa
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