Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reclamação sobre comportamento de motorista – Viatura n.º 80, matrícula AX-12-CO
Venho por este meio apresentar uma reclamação sobre o comportamento do motorista da viatura n.º 80, na viagem realizada no dia 07/09/2026, com partida de São Luís às 10h15 e destino a Lisboa. Durante a paragem em Santiago do Cacém, pedi ao motorista que abrisse a bagageira, pois precisava de retirar um recipiente com comida congelada que, por engano, guardei na mesma mochila onde tinha livros. No entanto, o motorista recusou-se a abrir a bagageira, sem me apresentar uma justificação que considerasse adequada para a situação. Esta situação é ainda mais desagradável porque não é a primeira vez que tenho problemas com este motorista. Na semana anterior, ele dirigiu-se a mim de uma forma muito desagradável, ao ponto de eu pensar que nem era comigo, provavelmente por eu estar a falar ao telemóvel com fones e ele achar que não os estava a utilizar. Mesmo que houvesse alguma regra relativa ao uso do telemóvel, penso que poderia ter abordado a questão de forma mais educada e profissional. Infelizmente, são várias as ocasiões em que considero que este motorista revela um comportamento hostil e pouco profissional para com os passageiros. Como utilizador frequente da Rede Expressos, acredito que os passageiros devem ser tratados com respeito e educação, mesmo quando existem normas a cumprir ou situações a corrigir. Peço, por isso, que esta situação seja analisada e que considerem tomar as medidas adequadas relativamente à conduta deste motorista. Agradeço a atenção e aguardo uma resposta a esta reclamação.
Intervenção enviada – 15078228 - Insistência/Falta de comunicações por parte da Rede Expressos
Exmos. Senhores Venho informar que, desde o dia 18 de julho, a Rede Expressos deixou de me enviar qualquer email ou comunicação relativamente ao meu processo. Podem, por favor, verificar a situação? Envio em anexo os comprovativos do email que me enviaram, para que possam confirmar o sucedido. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento e orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Laura Sanos
Atendimento telefónico
Exms Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento e reclamação contra o atendimento telefónico na linha de apoio a clientes da rede expresso. No dia 18/08/2026 entrei em contacto com o número 217524524 linha de apoio a clientes, atendeu me a operadora Emília Jordão as 12:22 (agradeço que auditem a chamada por favor) além de me desligar o telefone quando eu estava a tentar colocar mais questões pois tinha imensas dúvidas de um erro que cometi aquando da comprar de 2 passagens. A mesma mandou me ler os termos e condições e ainda foi extremamente mal educada quando me diz que já tinha repetido a mesma palavra 3x sendo que eu enquanto cliente MANTINHA a mesma dúvida. Em seguida desliga me o telefone quando lhe pedi o nome a fim de realizar uma reclamação. Péssimo atendimento. Voltei a tentar contactar pois a minha dúvida mantém se e sou atendida pela mesma operadora. Uma empresa prestigiada ter funcionários que mal tratam os clientes é inadmissível e atenção que a operadora é brasileira no entanto eu nada tenho contra brasileiros. Sejam brasileiros ou portugueses ou chineses estão a representar uma empresa devem faze lo com profissionalismo ou caso contrário serem demitidos por justa causa. Agradeço que ouçam a minha chamada. Liliana Cumprimentos
falta de resposta da Hyundai a uma reclamação que já apresentou.
Adquiri um Hyundai Kauai, matrícula BV-69-FT, em 2025, e desde a aquisição a viatura tem apresentado sucessivos problemas. Inicialmente surgiu um ruído na zona de uma roda. Posteriormente, foram detetados problemas de entrada de água e condensação na bagageira, bem como ferrugem/óxido em vários pontos da pintura e carroçaria. Foram realizados dois polimentos, mas o problema da ferrugem manteve-se, tendo sido posteriormente realizada uma peritagem técnica. A tampa da bagageira também se descolou, tendo sido substituída pelo concessionário. No entanto, o mesmo problema voltou a acontecer recentemente, apesar da substituição. Mais recentemente surgiu novamente um ruído na zona da roda/eixo, tendo o concessionário informado que encontrou pedras junto à chapa do disco de travão traseiro esquerdo e que estas foram removidas. Alguns problemas foram intervencionados, mas continuam sem solução definitiva a entrada de água/condensação na bagageira e o problema da ferrugem/óxido na pintura. Relativamente à pintura, foi-me transmitido que a situação seria causada por “fatores externos” e que não estaria abrangida pela garantia, apesar de anteriormente me ter sido indicado que a pintura tinha garantia. Toda esta sucessão de problemas, numa viatura com apenas cerca de um ano, fez-me perder a confiança no veículo e levantar sérias dúvidas quanto à sua segurança e fiabilidade, sobretudo porque transporto diariamente os meus dois filhos. Já solicitei ao concessionário e à marca uma solução definitiva e a substituição da viatura. Não pretendo continuar num ciclo de sucessivas reparações nem aceitar simplesmente outra viatura igual, tendo perdido a confiança neste modelo e na marca. Recorro à DECO para obter apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora e para conseguir uma solução adequada, nomeadamente a substituição da viatura por outra nova, de outra marca, sem prejuízo financeiro para mim.
Pedido de Intervenção e Mediação — Violação da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e Prática
Exmos. Senhores do Departamento Jurídico da DECO, Vem por este meio solicitar a vossa urgente intervenção, mediação e análise jurídica relativamente a uma conduta continuada e lesiva dos direitos dos consumidores praticada pela operadora Rede Expressos, S.A. 1. Factos e Alteração Tarifária Dissimulada Sou utilizador do serviço de transporte público interurbano na ligação entre Tavira e o Porto. Até recentemente, a operadora disponibilizava no seu sistema a venda de um bilhete único e combinado (Tavira – Lisboa Sete Rios – Porto) para o serviço noturno com partida às 00h45 de Tavira e chegada às 09h30 ao Porto. A Rede Expressos eliminou a opção de venda do bilhete combinado, mantendo, contudo, a circulação física de ambas as camionetas e os respetivos horários. Esta alteração força os passageiros a adquirir dois bilhetes fracionados para a mesma viagem, resultando num aumento substancial do preço total para realizar rigorosamente o mesmo trajeto nos mesmos veículos. 2. Fundamentação Jurídica (Lei n.º 24/96 e Decreto-Lei n.º 57/2008) Esta conduta viola frontalmente os direitos consagrados na legislação de defesa do consumidor: Direito à Proteção dos Interesses Económicos (Art.º 3.º, al. c) e Art.º 9.º da Lei n.º 24/96): O fracionamento forçado de um serviço existente sem alteração da oferta física constitui um agravamento tarifário dissimulado, violando a boa-fé nas relações de consumo e impondo um encargo injustificado ao consumidor. Prática Comercial Enganosa por Omissão (Art.º 7.º do D.L. n.º 57/2008): A operadora omite no sistema de vendas a existência de ligação combinada direta, induzindo o consumidor em erro ao fazer parecer que apenas existem viagens isoladas, forçando-o a tomar uma decisão de compra que de outro modo não tomaria nestes moldes tarifários. Violação do Dever de Informação e Resposta (Art.º 8.º da Lei n.º 24/96): Perante as interpelações efetuadas, a empresa remeteu-se ao silêncio. Adicionalmente, encerrou abusivamente a reclamação #160701326 no Portal da Queixa com o falso estado de "Resolvida", sem ter prestado qualquer esclarecimento ou reposição do serviço. 3. Pedido de Intervenção Face ao exposto, solicita-se à DECO: A abertura de um processo de mediação jurídica junto da administração da Rede Expressos, S.A. A exigência do restabelecimento do bilhete único/combinado Tavira – Porto (00h45) nas plataformas de venda. A avaliação da eventual comunicação desta prática à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (IMT) por violação das regras das práticas comerciais desleais. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação relativa a serviço de transporte não efetuado
No dia 19-07-2026, viajei de Évora para Sete Rios, tendo o autocarro feito uma paragem no Oriente. A minha viagem seguinte, no autocarro n.º 49, estava prevista para as 23h45. Cheguei ao Oriente com bastante antecedência e, juntamente com outra passageira, aguardei pelo autocarro no terminal. O autocarro n.º 49 não apareceu no local onde estávamos à espera e não existia qualquer informação sobre esta viagem nos ecrãs do terminal. Tentámos procurar ajuda, mas, devido ao horário, não havia funcionários disponíveis nem conseguimos obter assistência. Por volta das 00h25, apareceu um autocarro n.º 49, mas no sentido oposto. O próprio motorista mostrou-se surpreendido por o autocarro que aguardávamos não ter passado e confirmou-nos que não havia ninguém disponível para nos ajudar a esclarecer a situação. Após apresentar uma reclamação à empresa, foi-me respondido que o serviço tinha sido efetuado conforme previsto, alegando que os dados GPS demonstravam que a viatura "partiu às 23h46". No entanto, o facto de a viatura ter iniciado a sua marcha às 23h46 não comprova que tenha efetuado a paragem prevista no Oriente, nem que tenha passado pelo local correto onde os passageiros aguardavam. Eu estava no terminal atempadamente e não perdi o autocarro por qualquer responsabilidade minha. Esperei cerca de uma hora e meia pelo serviço, sem qualquer informação ou assistência, e, perante a ausência do autocarro, fui obrigada a recorrer a um serviço Bolt para conseguir chegar a casa, suportando uma despesa adicional que não teria existido se o serviço tivesse sido prestado conforme contratado. Solicitei à empresa o reembolso do valor da viagem e do valor pago pelo Bolt, tendo enviado a respetiva fatura. Contudo, a empresa recusou o reembolso, baseando a sua decisão exclusivamente nos dados GPS relativos à partida da viatura. Considero que a resposta apresentada não esclarece o sucedido nem demonstra que o autocarro tenha efetivamente realizado a paragem no Oriente e permitido o embarque dos passageiros. Solicito, por isso, a intervenção da DECO no sentido de analisar esta situação e de me ajudar a obter o reembolso do valor da viagem não realizada, bem como da despesa adicional de Bolt que fui obrigada a suportar em consequência da falha do serviço. Dados da reserva: 18PDJGCC1R
Cancelamento sem consentimento
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um conflito de consumo com a Rede Expressos. Adquiri bilhetes internacionais para uma viagem programada para agosto. Posteriormente, submeti um pedido de cancelamento através do formulário disponibilizado pela empresa. No entanto, o formulário não informava que o cancelamento seria automático nem indicava qualquer prazo para análise ou execução do pedido. Após a submissão do pedido, não recebi qualquer resposta ou esclarecimento por parte da Rede Expressos durante cerca de uma semana. Durante esse período procurei obter informações adicionais sobre as condições e prazos aplicáveis, mas não obtive qualquer resposta que me permitisse tomar uma decisão informada. Apesar da ausência de comunicação, a Rede Expressos procedeu ao cancelamento dos bilhetes, sem qualquer aviso prévio ou esclarecimento sobre o estado do pedido. Quando tomei conhecimento da situação e tentei voltar a adquirir os mesmos bilhetes para as mesmas datas, verifiquei que os preços tinham aumentado significativamente, causando-me um prejuízo financeiro que não teria existido caso a empresa tivesse respondido atempadamente ou informado claramente sobre o tratamento do pedido. Considero que houve uma falha de informação e de comunicação para com o consumidor, uma vez que fiquei privada da possibilidade de manter a reserva inicial ou de agir em tempo útil para evitar os prejuízos sofridos. Solicito, por isso, a intervenção da DECO junto da Rede Expressos, com vista à reposição dos bilhetes nas condições originalmente contratadas ou, em alternativa, à atribuição de uma compensação adequada pelos prejuízos causados. Junto os comprovativos da reserva, do pedido submetido e das restantes comunicações efetuadas. Com os melhores cumprimentos,
Pedido de apoio – Recusa de nova alteração de bilhete pela Rede Expressos
Venho solicitar a intervenção e o parecer da DECO relativamente a uma situação ocorrida com a Rede Expressos, que considero desproporcionada e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. No dia 5 de julho, adquiri um bilhete de ida e volta entre Coimbra e Guimarães. No dia seguinte, fui informada de que teria de ser submetida a uma cirurgia em Coimbra, o que me obrigou a alterar as datas da viagem. Como era a primeira vez que efetuava uma revalidação de um bilhete da Rede Expressos, procedi à alteração através da plataforma disponibilizada pela empresa. Durante esse processo, por lapso, alterei a data errada da viagem, confundindo a viagem de ida com a de regresso. Assim que me apercebi do erro, contactei imediatamente o apoio ao cliente da Rede Expressos para solicitar a correção da data. Informei que se tratava de um erro involuntário e manifestei disponibilidade para pagar uma nova taxa de alteração, caso fosse necessário. Apesar disso, foi-me comunicado que, por já ter efetuado uma revalidação, não era possível realizar qualquer nova alteração nem proceder ao reembolso do bilhete, invocando os respetivos Termos e Condições. Apresentei reclamação, explicando que a alteração inicial tinha sido motivada por uma situação clínica inesperada e que apenas pretendia corrigir um erro material comunicado de imediato, sem qualquer intenção de obter vantagem económica. No entanto, a empresa limitou-se a remeter para os seus Termos e Condições, recusando qualquer solução. Compreendo que as empresas estabeleçam regras para a utilização dos seus serviços. No entanto, considero que a aplicação absolutamente rígida desta política, sem qualquer possibilidade de corrigir um lapso evidente, mesmo quando comunicado imediatamente e sem causar prejuízo à empresa, revela uma falta de proporcionalidade e de boa-fé na relação contratual com o consumidor. Entendo ainda que o simples facto de uma cláusula constar dos Termos e Condições não impede que a sua aplicação possa ser considerada excessiva ou desequilibrada à luz da legislação de defesa do consumidor. Assim, solicito à DECO que analise esta situação e me esclareça sobre: * Se a atuação da Rede Expressos respeita os direitos dos consumidores; * Se uma cláusula que impede qualquer nova alteração ou reembolso, mesmo em situações de erro material comunicado de imediato, poderá ser considerada desproporcionada ou abusiva; * Que mecanismos legais tenho ao meu dispor para contestar esta decisão. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e qualquer apoio que me possam prestar.
Funcionarios que preferem estar ao telemóvel
Fui ao balcao do aeroporto Francisco Sá carneiro para tirar um bilhete para viana os quatro funcionários , repito !!! Quatro estavam ao telemóvel e ao inves de me atender rodavam telemoveis entre eles a mostrar o ecran e a rir , sabiam que la estava , todos me viram nao me atendeiam fui al balcao da concorrência onde fui logo atendido. Preferi esperar mais pelo putro autocarro que ser atendido por esses funcionários , nunca mais uso a vossa companhia nem que tenha que esperar horas .... Estou muito aborrecido com a situação
Bilhetes pagos e não reservados
Exmos. Senhores No dia 17 de maio comprei dois bilhetes com a Rede Expresso em com plano de pagamento em três vezes. A primeira prestação foi paga no dia da reserva e as outras duas ainda estão ativas paga pagar. Ao não receber os bilhetes e solicitá-los a Rede Expresso me foi informado que a reserva não foi feita e já entrei em contacto com a Rede Expresso para resolver a situação e até hoje não foi resolvida.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
