Reclamações públicas

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A. C.
08/08/2017

Sinistro

Sinistro registado no dia 20-06-2017 não foi resolvido no prazo legal de 45 dias. teria de obter uma resposta dia 03.08.2017 a qual não aconteceu e como consequência não tive nem tenho viatura para me deslocar. Após aguardar os prazos que foram pedidos venho por este meio pedir um carro de substituição a seguradora pois não foram cumpridos os prazos legais. Contactei várias vezes ambas as seguradoras e o que acontece e que ou não atendem ou passam as culpas de uma para a outra. Obrigado

Encerrada
R. F.
08/08/2017

Problema com factura de recondicionamento de viatura

No final de contrato de leasing de viatura a LeasePlan cobrou valor em minha opinião incorrecto, e recusa-se a dar explicações sobre o calculo do mesmo.Foram feitas inúmeras tentativas, quer por email, quer telefónicamente para a resolução da situação, mas a postura da Leaseplan foi sempre de arrogância e prepotencia.Aos meus pedidos, a unica resposta concreta que recebi foi uma comunicação pela parte de Intrum Justitia, empresa de recuperação de crédito, onde já se cobravam juros de mora.Ao dia de hoje já efectuei a liquidação do valor pedido pela Leaseplan, excluindo no entanto os juros de mora da mesma.

Encerrada
A. C.
06/08/2017

Avaria: Máquina de café Pingo Doce

No dia 09-10-2016, fiz uma compra de uma máquina de café, e após tirar 10 cafés ela apresentou sinais de avarias, pois quando tentava tirar um café a máquina começava a pingar e não corria nada-´Fui colocar a máquina para reparação,e ao fim de uns dias quando veio tirei uns cafés e continuou com o mesmo problema, começava a pingar e após alguns segundos deitava água por baixo.No dia 05 de Agosto de 2017, entregaram a máquina com o suposto problema resolvido, logo no mesmo dia tento tirar um café e não consigo, pois o café sai a gotas ficando impossível tirar um café em condições.Desde que comprei esta máquina tem sido uma decepção e ao tentar tirar um café tenho que tirar dois ou três antes até que saia um em condições.

Resolvida
A. C.
05/08/2017

Distrate com data de validade de 30 dias

No dia 20 de Julho de 2017 requeri nas instalações do Banco Santander Totta de Mem-Martins (Cruzeiro), junto da funcionária Ivone Sofia Chagas Cardoso Perreia, o distrate do crédito á habitação que tenho desde 2000 com o banco. Como por lei o referido documento tem 10 dias uteis para ser emitido e os compradores tinham alguma urgência em realizar o negócio marcamos a escritura para dia 04/08/2017 (11 dias uteis depois) no Cartório Notarial da Parede de Francisca Mendes de Almeida, na Rua Capitão Leitão, 197 - 1º B, Parede.No dia 01/08 enviei um e-mail a reforçar o que já tinha dito anteriormente á funcionária acerca da data de validade do distrate:“Advertiram-me que o notário não faz a escritura se o distrate tiver data de validade, pois disse que alguns distrates vindos do vosso banco tinham data de validade e que era um acto ilegal. Agradeço que imitam o referido documento sem data de validade.”No dia da escritura, dia 04/08/2017, ás 10:47h (13 minutos antes da hora da escritura) quando já estava nas instalações do notário bem como os restantes intervenientes, recebo uma chamada da funcionária Ivone Sofia Chagas Cardoso Pereira a informar que o distrate tinha sido mal emitido pelo banco, que tinha um erro e que estava a falar com a colega da central para corrigir o erro e só depois sairia da sua agencia para ir buscar o documento a Lisboa e dirigir-se para a Parede onde iria ser feita a escritura, não conseguindo prever quanto tempo ia demorar essa operação e que não dependia dela. Reforcei mais uma vez, que o distrate não podia ter data de validade e que estavam cerca de nove pessoas (incluído três crianças) á espera dela ou de um representante do Santander Totta para se poder fazer a escritura.Disse-me que me ligaria dentro de minutos, o que não fez, liguei varias vezes para tentar saber uma hora provável de chegada porque estávamos todos á espera de uma resposta.Depois de vários contactos, a sra. chegou ao notário ás 13:45h e o distrate tinha data de validade. O que levou a notária a cumprir a lei e a não realizar a escritura, inviabilizando o negócio da venda naquele dia e pondo em causa a realização do mesmo com consequências danosas para mim como proprietário e para os restantes envolvidos no negócio.

Encerrada
A. C.
04/08/2017
MEO

Oferta de tablet na adesão

No dia 23/06/2017 fiz um contrato com a Meo, no qual me foi dito que tinha a primeira mensalidade grátis e um tablet de oferta. Nunca recebi o tablet e quando me dirigi a uma loja (Entrecampos) foi me dito que como não tinha débito direto no contrato não podia receber o tablet. Liguei varias vezes e foi me dito o mesmo, voltei a ir a loja desta vez no Oriente e levei o contrato onde está o débito direto. Foi enviado para análise e iria receber uma resposta até ao dia 01/08 ,resposta essa que nunca tive visto continua o meu contacto anterior mesmo depois de pedir para alterar várias vezes, quer por telefone quer nas lojas. Hoje dia 04/08 voltei a ligar ao qual me foi dito que não tenho direito ao tablet porque só poderia ter ou a primeira mensalidade grátis ou o tablet. Quando perguntei o que tinha que fazer para ter direito ao tablet disseram que a campanha acabou. Pois eu quando aderi estava a decorrer a campanha por esse motivo acho que tenho direito a receber o tablet. Pois se houve algum erro foi do vendedor David Pereira e não meu.

Encerrada
M. C.
01/08/2017

DÉBITO EM SERVIÇOS ADICIONAIS 707450201

Débito de Serviços Adicionais do Nº 707450201, sem Autorização e sem Subscrição de qualquer conteúdo.Situação de BURLA em serviços que nunca foram subscritos.Liguei Hoje, pelas 09H27 (01/08/2017) após ter recebido no meu email a Factura Electrónica do Mês de Julho, ontem dia 31/07/2017 e lamentalvelmente a chamada caiu quando o Apoio ao Cliente verificava a situação e para cancelar a subscrição de Dados em serviços adicionais (Conteúdos), algo que nunca subscrevi e sei do que falo porque já utilizo telemóveis com Internet desde que começou a sua utilização, por isso é impossivel.Só vejo isto tudo como uma GRANDE FRAÚDE com concordância das Operadoras e da ANACOM que devia proteger o consumidor/cliente destas situações, porque até pensava que já teriam criado mecanismos para evitarem estas Fraudes.Não deveriam estar os Serviços Adicionais sempre cancelados e só com autorização expressa do Cliente estarem disponiveis ou continua a haver interesses nestas situações?

Encerrada
A. C.
01/08/2017

RentalCars - Cancelamento aluguer automóvel sem devolução

Fiz uma reserva de uma viatura da Sixt via o web site da RentalCars. A reserva era para o período de 24 a 28 de Julho, a levantar no aeroporto do Funchal (REF: 346737123) e no valor total de 320,68€. No dia 24 o meu voo para o Funchal foi cancelado.Só consegui chegar ao destino no dia 25 onde fui informado pela Sixt que já não existiam viaturas disponíveis e que teria de resolver o caso com a RentalCars.Na manhã de dia 25 entrei em contacto com o call center da RentalCars, que não conseguiu disponibilizar uma viatura para efectivar a minha reserva, nem conseguiu cancelar a reserva por insuficiências dos sistemas de informação da RentalCars. O máximo que fizeram foi devolver o valor do 1º dia (73,95€), uma vez que o voo estava associado à reserva e o mesmo tinha sido cancelado. Informaram-me também que só depois do dia 28 (fim do período da reserva) podia abrir um caso com à RentalCars para obter o reembolso devido.Além disso, durante o dia 25 ainda voltei a falar presencialmente com a Sixt que me garantiu que não tinha mesmo carros disponíveis, e que a reserva com a RentalCars já tinha sido completamente cancelada. A Sixt também me garantiu que em todo o processo não existiram quaisquer custos imputados pela Sixt à RentalCars, já que não tinha sequer celebrado nenhum contrato com a Sixt.A partir de dia 29 comecei a trocar mails com a RentalCars (reservas-pt@rentalcars.com), tentando abrir o tal caso, algo que tinha sido sugerido pela própria RentalCars como forma de resolver o assunto. No entanto não consegui resolver o assunto e só obtive respostas por mail e vazias de conteúdo. Além disso, só passados alguns mails trocados é que enviaram um contacto de apoio ao cliente da RentalCars (apoioaocliente@rentalcars.com), para onde enviei este resumo do sucedido, no dia 31 Julho, pedindo novamente a devolução do dinheiro.Em síntese:Fiz uma reserva com a RentalCars para 5 dias com pré-pagamento, não tive a mínima possibilidade de estar presente no 1º dia, a partir do 2º dia não tive carros disponíveis, e por isso pretendo o reembolso do dinheiro.

Encerrada
J. R.
01/08/2017

Problemas com a gopro ser à prova de agua

Estou a recorrer à Deco para reclamar contra a Gopro. Comprei a gopro hero 5 black, em janeiro, porque a gopro diz que a camera é à prova de água. Quando a meti na água a gopro começa a deixar a água entrar no LCD da frente. Após apresentar o meu problema, a gopro diz que a garantia não cobre quais quer problemas em relação à agua porque pode ser má utilização do cliente. Neste caso não foi porque estava tudo bem fechado, mas como a gopro diz que não pode provar, a garantia não faz efeito neste casos. Quando me ofereci para fazer um video para mostrar que estava tudo certo e mesmo assim entra água, a gopro apenas diz que não se responsabiliza por problemas relacionados com agua. Pesquisei um pouco na internet, e vi que não sou a única com o mesmo problema, e a gopro não quer arranjar uma solução satisfatória para os clientes! A única solução que me foi oferecida foi um desconto de 40%, que de nada é satisfatório, visto que o problema é do produto. Não se ofereceram para examinar a camera.

Encerrada
C. P.
01/08/2017

Demora excessiva na reparação da minha viatura

Sou proprietário da viatura Mitsubishi I-Miev, com a matrícula 59-RE-61, a qual foi importada da Holanda, em abril de 2016. Nesse país a matrícula inicial, 81PRT5, foi averbada em 2011-03-15. O quadro tem o número JMBLDHA3WBU001750.Adquiri esta viatura em outubro de 2016, a um particular que fez a respetiva importação, não tendo, por via disso, qualquer garantia.No dia 20 de maio do ano corrente, foi a mesma rebocada para a oficina do concessionário UNIVEX, sito na rua Dr. José Espírito Santo, 38 em Lisboa, dado que o sistema não procedia ao carregamento das baterias.Esta anomalia foi constatada no dia anterior, 2017-05-19, cerca das 08:00 hrs., tendo em conta que, apesar do cabo de carregamento ter sido ligado à tomada da instalação doméstica cerca das 22:00 horas do dia 18 de maio, a autonomia não havia aumentado como era normal. Após uma vistoria ao cabo e à instalação, não foi detetada qualquer anomalia que pudesse justificar a avaria.No dia 22 de maio, fui contactado pelo Sr. Nuno Nunes, da UNIVEX, acusando a receção da viatura e referindo que iriam iniciar os trabalhos de deteção dos motivos da avaria, começando pelo cabo de alimentação que eu havia enviado juntamente com a mesma.No dia seguinte, na sequência do meu contacto, fui informado que não havia qualquer problema com o cabo e que estavam a aguardar que fosse fornecido um cabo novo para verificar a situação, dado que a avaria se mantinha.Em 2017-05-26, através de email, fui informado pelo Sr. Carlos Carmona, da UNIVEX, que ainda não tinha sido possível identificar a origem da avaria.No dia 30 de maio, fui novamente contactado pelo Sr. Nuno Nunes, informando que ainda não haviam detetado o problema, mas que estavam a envidar todos os esforços no sentido de, através da Mitsubishi de Portugal, chegarem ao histórico de todas as operações de manutenção que o carro havia efetuado na Holanda, para assim terem uma ideia mais concreta da origem do problema.Em 2017-06-01, o Sr. Nuno Nunes, voltou a ligar-me referindo que já tinham os dados solicitados à Holanda, tendo-se verificado que a minha viatura não tinha efectuado diversas operações de manutenção e assistência técnica que estavam abrangidas pela garantia, situação que poderia explicar a anomalia. Referiu também que estas seriam efetuadas na UNIVEX ao abrigo da garantia de fábrica e que, assim que pudesse estimar o tempo da reparação da viatura, me facilitaria o acesso a um veículo de cortesia, uma vez que a viatura de substituição, fornecida pelo seguro, já havia sido entregue (em 28/5), após ter expirado o prazo de 5 dias previsto na apólice. Informei-o que, entretanto, tinha contratado uma viatura junto de uma empresa de rent-a-car, pois tinha dois filhos em idade escolar, sendo que eu e a minha esposa trabalhávamos em locais diferentes e não podia estar sem viatura ou dependente de boleias de pessoas amigas.Só no dia 8 de junho, o Sr. Nuno Nunes me viria a enviar orçamento para a reparação da anomalia, a qual havia sido finalmente detetada, sendo descrita no mesmo como “Carga da Bateria” a qual importava em 2.536,77 € mais Iva.No dia 9/6, remeti email a aceitar o orçamento, solicitando a rápida resolução da situação.No dia 12 de junho, fui informado que a peça seria entregue, em princípio, num prazo de 5 dias úteis e que, quanto à viatura de cortesia, só a poderiam disponibilizar quando fosse possível estimar o dia da entrega da minha viatura.Em 2017-06-16, através de email, fui informado pelo Sr. João Paulo Alves, que a peça já havia chegado, que já tinha sido montada na minha viatura, encontrando-se a mesma em testes de carregamento.Na passada segunda-feira, dia 19 de junho, contactei o Sr. Nuno Nunes no sentido de perceber o estado da viatura e quando a poderia levantar, tendo sido informado que aparentemente estava tudo a funcionar devidamente, mas que seria necessário fazer uma operação que consistia em descarregar totalmente as baterias e voltar a carregar as mesmas, situação que só permitiria a entrega do meu carro no dia seguinte, 20/6.No dia 20 de junho, um mês após a entrada no concessionário UNIVEX, voltei a ser contactado para combinar a entrega da viatura o que viria a ocorrer cerca das 18:00 horas.Tendo em conta o que atrás foi relatado e o facto de em diversos fóruns de proprietários e utilizadores de veículos elétricos, ter constatado que o problema que afetou o meu carro é recorrente nas comunicações efetuadas pelos utilizadores, tal pode constituir um caso semelhante a muitos outros que têm acontecido com diversas marcas e modelos de automóveis, em que estas marcas se vêm forçadas a chamar às oficinas para substituição ou afinação, centenas de milhar de viaturas devido à montagem de peças com defeito de produção estou a referir-me concretamente à Toyota, Mazda, Nissan e Mitsubishi com os airbags, a Mercedes devido a uma peça que tem tendência para entrar em autocombustão, a Tesla com problemas no sistema elétrico de travagem, a Ford com anomalias no motor do limpa-vidros do vidro traseiro, entre outros.A acrescer a isto, será bom não esquecer que as viaturas elétricas estão a iniciar a sua fase de implantação no mercado e, sendo uma tecnologia de massificação recente, é natural que existam ainda bastantes arestas por limar, as quais podem causar vários incómodos aos utilizadores. No entanto, tendo em conta que se trata do futuro em termos de mobilidade e que se pretende incentivar a compra destes veículos por razões ecológicas relacionadas com a redução do consumo de combustíveis fósseis e consequente redução de libertação de gases poluentes para a atmosfera, julgo que poderiam assumir que a peça que provocou a anomalia pode ter problemas de conceção ou de fabrico, que entretanto vieram a ser corrigidos e aceitarem, no mínimo, ressarcir-me do valor pago pela mesma.

Encerrada
A. C.
01/08/2017

Consumo com novo contador Sagem

Eu, Hugo Ricardo Pereira de Almeida, titular de contrato de fornecimento de energia elétrica, desde 2009, para a morada – Rua da escola 32-h, 2710-045 Abrunheira, venho por esta via reclamar os consumos que me têm sido imputados desde que, em 24-08-2016, instalaram na minha morada um novo contador Sagem CX 1000.Atualmente, eu, que sou a única pessoa com acesso à habitação da morada citada, passo muito pouco tempo na mesma e não possuo aí televisor, aquecedor, micro-ondas, máquina de lavar louça ou outros aparelhos que justifiquem consumos substanciais, a iluminação desta pequeníssima casa, 25 metros quadrados, é feita com 4 pontos de luz e, em todos eles, com recurso a lâmpadas económicas de baixo consumo.Não obstante o parco consumo que efetuo na morada citada, desde que instalaram o novo contador os consumos dispararam para valores muito acima daquilo que era o habitual.Para sustentar o que afirmo no parágrafo anterior, analisei todas as 52 faturas que foram emitidas para a cita morada desde dezembro de 2009 e compilei toda a informação em folhas de cálculo que anexo a este texto. Todos os dados que selecionei para esta análise referem-se a consumos reais recolhidos pelos técnicos da edp, assim foram evitados enviesamentos decorrentes de utilização de valores obtidos por estimativa. Serão igualmente anexadas a este texto as 29 faturas onde constam os consumos reais que sustentam a análise efetuada.Através da análise dos dados é possível verificar que desde 2012 os meus consumos médios situaram-se abaixo dos 20KWh por três vezes, abaixo dos 30 KWh 8 vezes, abaixo dos 40KWh 11 vezes. Desde 2012 os meus consumos estiveram acima dos 50KWh apenas por 4 vezes e, desde que me instalaram o novo contador, os consumos registados apenas num mês não estiveram acima dos 50KWh, a média mensal desde que o novo contador foi instalado em 24 de Agosto de 2016 foi de 62KWh. Este consumo representa o triplo do consumo apurado em 6 diferentes períodos desde que vim morar para esta casa em dezembro de 2009

Encerrada

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