Reclamações públicas
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Reparação Indevida
Venho ao vosso contacto, uma vez que, estou com uma situação muito desagradável com a MEDIA MARKT, loja Matosinhos e também com a seguradora contratada por estes, DOMESTIC & GENERAL, PLC.Passo a explicar toda a situação:No passado dia 15/02/2018 tive um sinistro, do qual resultou um grande estrago em todo o meu equipamento móvel Samsung S7 Edge, e desta forma contactei com a Linha de Apoio ao Cliente da DOMESTIC & GENERAL, PLC. a fim de participar o ocorrido, visto serem estes os detentores da apólice de seguro que subscrevi aquando a compra do equipamento, tendo para isso pago a quantia de 149€.Neste primeiro contacto, as coisas começaram logo a correr mal, visto que a informação transmitida pela Seguradora era que a apólice de seguro já não estava válida, pois tinha sido pedido o seu cancelamento pela loja MEDIA MARKT MATOSINHOS, breves minutos após a minha subscrição. Naturalmente contestei esta informação, pois da minha parte não houve nenhum pedido neste sentido, nem a loja tinha que o fazer sem o meu consentimento, e sem se quer me dar conhecimento do sucedido. Eu paguei este serviço e exijo-o ter.A informação transmitida tanto pela MEDIA MARKT como pela DOMESTIC & GENERAL, PLC, é que iam analisar a situação de forma a ver o que se tinha passado, sem no entanto primeiro andarem a fazer-me perder tempo com o tentar empurrar o assunto de uns para os outros.Esta situação ficou resolvida quando decidiram abrir uma nova apólice com data de início de 01/04/2017. O que posso concluir com esta situação da apólice, é que infelizmente tive que participar o sinistro, pois na eventualidade de não precisar de o fazer, teria pago 149€ por um serviço que não tinha! Considero isto uma “jogada” de muito mau tom e de fraco profissionalismo tanto da loja como da seguradora, cobraram um serviço ao cliente e cancelaram o mesmo, julgando o cliente ter tudo em conformidade quando na verdade estava tudo mal. Desta situação, continuo até hoje a aguardar que me expliquem o porque da anulação da apólice, uma vez que, não houve nenhum pedido da minha parte.Com a situação da apólice ultrapassada, pago a franquia correspondente a 10% do valor do equipamento (60€), e fico a aguardar o levantamento do meu equipamento.O equipamento foi então levantado, reparado e posteriormente entregue no dia 28/02/2018. Após a receção deste, verifico logo que o mesmo não vinha nas perfeitas condições, pois apresenta danos que não tinha antes do sinistro, foram colocadas peças totalmente usadas e peças que não estão em conformidade com os parâmetros do fabricante (Samsung), ou seja, peças não originais.Neste sentido, voltei ao contacto com a Linha de Apoio ao Cliente da DOMESTIC & GENERAL, PLC, por forma a saber onde é que o meu equipamento tinha sido reparado e por quem, onde a informação que obtive, está gravado nas chamadas efetuadas, é de que o equipamento foi reparado por técnicos da DOMESTIC & GENERAL, PLC, e que são técnicos habilitados pela marca a faze-lo. Mais informo que, esta informação já foi totalmente desmentida pela DOMESTIC & GENERAL, PLC na resposta via email, à reclamação que efetuei, e passo a citar o que é escrito por estes:“Examinados os nossos registos e auditadas as gravações das chamadas, comprovamos que V/Exa., no dia 16 de Fevereiro de 2018, contactou os nossos serviços de apoio ao cliente para participar um sinistro ocorrido com o seu equipamento, seguro na nossa Companhia, tendo o nosso departamento técnico nomeado uma empresa externa especializada na área, entidade completamente externa à DOMESTIC & GENERAL, PLC., para que a mesma constatasse o dano e efectuasse os procedimentos técnicos necessários ao apuramento da respectiva causa, através da identificação de exame fidedigno do dano participado.”Toda esta situação pode ser confirmada nas chamadas efetuadas, que já foram por mim solicitadas, via email.Depois destes acontecimentos, contactei com a Linha de Apoio ao Cliente da Samsung Portugal, por forma a perceber quais as entidades reparadoras devidamente credenciadas por estes para a reparação dos equipamentos, onde de facto não consta a DOMESTIC & GENERAL, PLC. Tenho em minha posse uma listagem onde constam todas as lojas credenciada pela Samsung para o efeito acima indicado, e esta situação pode também ser consultada no site da Samsung. Fui aconselhado pelo fabricante a deslocar-me a uma entidade reparadora certificada por estes, para que, pudessem efetuar uma análise superficial do meu equipamento. Assim o fiz, deslocando-me à Mavideo Eletrónica, sita em São Mamede Infesta. Após a análise destes, fui informada que tinham sido colocadas peças usadas no equipamento, peças não originais do fabricante, peças que nem os parâmetros da UE seguiam, tendo como exemplo a parte frontal do equipamento que apresenta um botão todo riscado, uma das laterais apresenta uma amolgadela/pico, a capa traseira colocada nem apresenta o carimbo da CE.Fui ainda informada que como o equipamento tinha sido aberto por uma empresa não credenciada pelo fabricante, perdia toda e qualquer garantia deste! O equipamento ainda nem um ano de idade tem.Nesta situação, e se o fizeram desta forma em peças de acesso direto ao cliente, ou seja, peças que facilmente conseguimos visualizar, imagino como estariam as peças colocadas no interior do equipamento, as quais não temos visibilidade sem procedermos à desmontagem do mesmo! Como devem compreender, esta situação não transmite nenhuma confiança no equipamento reparado, tanto pelo tipo de peças colocadas, bem como pelas pessoas que o repararam, visto não serem estas credenciadas pelo fabricante para o efeito. Tenho ainda conhecimento que o equipamento foi reparado em Espanha.De forma a tentar resolver esta situação, já contactei com a Linha de Apoio ao Cliente da DOMESTIC & GENERAL, PLC, onde não obtive sucesso, e onde uma das informações que mais transmitem é para se não concordamos reclamarmos por escrito, situação esta que foi feita tendo obtido uma resposta, estando agora à espera de nova resposta ao reclamado novamente. Já efetuei diversos telefonemas e também deslocações à Loja MEDIA MARKT Matosinhos a fim de ultrapassar tudo isto e também não obtive sucesso nas respostas. Já efetuei também 2 reclamações no Livro de Reclamações desta loja, dando assim também conhecimento de toda esta situação à ASAE e também à ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.Informo ainda que, no dia de ontem (28/03/2018), voltei a deslocar-me à Loja MEDIA MARKT MATOSINHOS, a fim de saber se já existia algum desenvolvimento nesta situação, onde a resposta que obtive foi que da parte deles nada mais podem fazer, e que é uma situação que tem que ser resolvida pela Seguradora. Relativamente à MEDIA MARKT, aquando das minhas deslocações, todos me dizem que tenho razão e que é uma situação inaceitável, no entanto, nada fazem para reverter esta situação estando eu a ser lesado porque não utilizo o meu equipamento naquele estado.Informo ainda que, um dos argumentos utilizados por esta loja ontem é de que sem as fotos do estado do equipamento após o sinistro, nada mais conseguiriam fazer, visto que, a Seguradora não queria saber se eles tinham ou não visto o estado em que ficou o equipamento. Considero esta situação inaceitável, visto não achar normal ter que tirar fotografias ao meu equipamento completamente todo partido, para fazer prova do seu estado, quando o mesmo foi visualizado pelos funcionários da loja onde o mesmo foi adquirido, e foram vários que o viram, não sendo apenas um!A esta situação, atribuo-lhe o nome de peritagem, e na eventualidade de ser necessária, tem que ser a loja ou a seguradora a faze-lo, não sendo esta tarefa em momento algum do cliente no meu entender.Por fim, e depois de ter dado a conhecer toda esta situação lamentável, agradeço a vossa ajuda para ultrapassar a mesma, pois não posso de todo aceitar o meu equipamento pelo qual paguei 656€ completamente alterado, onde até danos que não tinha antes do sinistro apresenta, onde as pessoas que o reparam não têm a credibilidade por parte do fabricante para o fazer, o que faz com que não haja a mínima confiança no que foi feito no equipamento. Saliento ainda que, não aceito ficar com um equipamento que ainda nem um ano tem sem a garantia do fabricante, garantia esta que ainda tinha mais de um ano validade.
BURLA PELA EMPRESA
Fiz um pedido de credito nesta empresa, pedindo me a mesma um pagamento de 94 euros! depois de um mês de espera pediram para me deslocar ao porto para assinar não sei o que, eu avisei que que não tinha como deslocar desde então nunca mais fui contactado ligo não atendem nem vi o dinheiro do credito nem o valor pago pelo processo
Atendimento no BPI deposito de cheques
Os Balcões do BPI de Telheiras e do Lumiar não aceitaram tratar cheques a não ser na maquina automática, operada pelo cliente. A mesma não aceita notas de 500€. Em Telheiras o caixa só funciona das 13 ás 15 apesar de estar no posto de caixa. Fiz reclamação. Acerca do Lumiar a resposta do BPI foi esclarecedora e mudou as coisas, acerca do Balcão de Telheiras nada mudou. O Banco de Portugal diz que não é da sua competência???? Resumo: no Lumiar tudo ok, em Telheiras, depósitos de cheques só na caixa automática ou no balcão das 13 ás 15, notas de 500€ só na caixa das 13 ás 15 apesar de existir uma caixa e um funcionário lá. Querem obrigar as pessoas a fazer o trabalho que lhes compete.
Cancelamento da Conta
Fiz o registo no site https://br.1xbet.com/pt/ no dia 06/03/2018 e fiz uma aposta que perdi. No dia seguinte, contactei o suporte desta empresa para cancelar definitivamente a minha conta mas sou informado que, para cancelar a minha conta preciso de apresentar uma fatura da luz e enviar uma cópia do meu cartão de cidadão. A fatura da luz enviei. A cópia do cartão de cidadão, não vou enviar porque, ao abrigo da lei portuguesa, não tenho que o fazer se for contra a minha vontade. Troquei 70 e-mails com o suporte da 1xbet. Não consegui cancelar a minha conta.
Tentativa de cobrança de dívida prescrita
Factos:- Em 13 de Fevereiro de 2017 contratei os serviços de Eletricidade e Gás da GALP ON c/ Débito Direto na minha conta, junto de uma vendedora ao domicilio. (Contrato documento nº R 091832 - Único documento que detenho por parte da GALP em todo este processo).- Em 11 de Abril 2017 constatei um 1º Débito bancário sem ter recebido qualquer fatura e, portanto, sem um aviso prévio não só do valor, mas também do período a que era referente. Solicitei, por diversas vezes o envio desta última. Tal NUNCA se verificou.- Em 25 de Maio de 2017 cessei este contrato, e assinei com fornecedor concorrente, por desagrado com o facto atrás mencionado, e por este ter sido alvo de insistência infrutífera da minha parte.- Em 30 de Maio 2017 foi-me ainda efetuado um 2º Débito, do qual TAMBÉM NÃO recebi qualquer fatura, (razão pela qual optei por desistir do serviço e, consequentemente, cancelar todos os débitos diretos).- Surpreendentemente, no passado dia 2 de Março 2018, recebi uma sms no meu telemóvel, da parte desta empresa, com a informação que eu “mantinha” uma dívida com a empresa GalpPower no valor de 145,33€, da qual não tenho a menor noção do que se trata, pois, reforço, NUNCA recebi qualquer fatura ou notificação de dívida.Desde este dia (passada sexta-feira dia 2 de Março), tenho vindo a ser importunada insistentemente, com vários telefonemas ao dia e noite, por um nº de telefone do Porto, presumo que desta empresa de recuperação de crédito, com uma gravação que me dá conta desta dívida.Até à referida comunicação da passada sexta-feira (sms e posteriores telefonemas desta empresa de recuperação de crédito), nunca tinha sido contactada pela Galp ou qualquer outra entidade para liquidar uma dívida existente nem tampouco tinha conhecimento da suposta existência da mesma.Aliás, custa-me muito reconhecer legitimidade a esta empresa (Intrum) para me fazer qualquer tipo de cobrança, dado que, além de nunca ter autorizado à Galp a divulgação dos meus dados pessoais, foi com ela que detive em tempos uma relação contratual, pelo que, qualquer assunto daí decorrente, deveria ter sido tratado diretamente comigo, pela GALP.Assim, e como certamente não desconhecem, a Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”.Recordo que detenho um contrato com outro fornecedor de energia desde o dia 25 de Maio de 2017 sendo, portanto, qualquer hipotética e presumível dívida à Galp, anterior a esta data e, estando assim, segundo a lei acima referida, absolutamente ultrapassado o prazo legal para cobrança da mesma.Mais informo que, de todos estes factos dei conhecimento à Galp On, por Carta Registada c/ AR, ontem dia 08 de Março.
Documentação para extinção de reserva de propriedade - Crédito automóvel
Em abril de 2017 comprei um veículo num Stand automóvel, tendo contraído um empréstimo junto da Cofidis (por intermédio do Stand), para uma parte do valor.Em 19 de Janeiro de 2018, com o intuito de vender o veículo, paguei antecipadamente o valor restante do empréstimo, tendo a Cofidis emitido a factura n.º FT CF/1492904 de 2018-01-19. Solicitei telefonicamente e por email de 22 de Janeiro de 2018 a emissão da documentação necessária à extinção da reserva de propriedade, como me foi referido no contacto telefónico. Tenho feito várias insistências nos últimos dias e enviado novos emails, que nunca têm resposta. Telefónicamente dizem-me que não solicitei urgência no email em que pedi a documentação no dia 22 de Janeiro. Ora, essa justificação não me convence, já que, tratando-se de documentação que estão legalmente obrigados a emitir, o facto de ter sido a mesma solicitada após o pagamento do empréstimo indica que necessito dela. Se não tivesse sido por mim solicitada poderiam aí sim invocar o prazo total que têm para a enviar.Até hoje, dia 8 de Março de 2018, não me foi remetida a documentação necessária. Já tenho entrega do veículo agendada para sábado dia 10 de Março de 2018. Temo perder o negócio.
Burla
Recebi uma carta de uma firma com o nome de whitestar asset solutions., um papel em copia muito mal feito, ao pesquisar sobre a empresa vi que ha muitos que recebem e se trata de burla com o pagamentos de cartoes de credito, coisa que eu nao tenho. por isto isto deve ser uma forma de burlar me , colocarm o meu nome escrito errado, porem com a morada certa, como posso agir, pois nao sou o unico a receber este tipo de doc.,eles pedem para eu ligar para um numero 211599499, para dizer o meu nif ou ref 601018, creio que isto e uma burla. nao sei como agir. peço ajuda.
Amortização de empréstimos
O serviço Home banking do Santander Totta tem a funcionalidade amortizar empréstimos mas esta não está ativa. Vivo no estrangeiro num país onde não há representante deste banco. É inadmissível que esta funcionalidade não esteja ativa no home banking, como outros bancos, em Portugal, têm. Nomeadamente já fui cliente de um outro banco em Portugal e fiz várias amortizações de um empréstimo habitação através do seu serviço home banking. Quero fazer várias amortizações à medida das minhas possibilidades para pagar todo o empréstimo e não posso. Já fiz várias reclamações mas apenas respondem que não é possível. Tenho que me deslocar a um balcão para assinar um pré-aviso de pagamento !!??... Ou, o que torna tudo mais ridículo, posso enviar simplesmente uma carta registada a fazer esses pedidos. Se apenas eu tenho os códigos do home banking, se, além disso, tenho um telefone registado para confirmar pagamentos através de um código que me é enviado para o meu telemóvel pessoal do estrangeiro, e posso enviar uma carta??? Carta que qualquer pessoa pode assinar?? Carta que vai fazer com que uma amortização demore vários meses, a julgar pelas respostas atrasadas aos meus emails? Quando tudo, mas mesmo tudo pode ser feito via home banking?
Indemnização de sinistro
Tive um sinistro dia 15 de Setembro de 2017, que envolveu o meu veículo. Fiz a participação amigável pois o outro condutor deu-se como culpado na hora e entreguei no mesmo dia ao meu mediador de seguros, que resolveu de enviar à seguradora essa mesma participação. Após a peritagem ao meu veículo, liguei à Tranquilidade dia 11/10/17 para saber o estado da situação,uma vez que não me deram mais notícias até então. Enviaram para o meu e-mail no mesmo dia uma carta de comunicação com os valores que me iriam pagar pelo meu carro, que ficou como perda total e teria que ir para abate. No e-mail, referiam que se tivesse alguma dúvida, poderia contacta-los para o e-mail que descreviam e, uma vez que tive dúvidas em relação aos valores, no dia seguinte questionei-os sobre essa situação. Até dia 18/12/17, não obtive resposta, pelo que liguei novamente para a linha de apoio ao cliente e me disseram que eu tinha passado o prazo de resposta ao e-mail e que os valores nesta altura já seriam diferentes, quando na verdade foram eles que nunca me esclareceram e eu não podia aceitar valores sobre os quais não tinha certeza. Esclareci a minha dúvida nessa chamada e sugeriram-me para que enviasse um e-mail com urgência a dizer que aceitava os valores então propostos. Fui contactada pelo sr Nuno Nunes, dizendo que os valores tinham sido alterados, oferecendo menos do que anteriormente, e que a empresa de abate tinha que ser agora contactada por mim, se queria o valor que me tinham oferecido a 11/10. Não aceitei, reivindicando os valores primeiramente propostos, e que iria por via judicial se fosse necessário. A 24/01 aceitaram então pagar os valores inicialmente propostos mas, até à data, ainda não obtive mais resposta por parte deles, mesmo já tendo enviado vários e-mails a saber o ponto de situação. Com isto, já tive que efetuar este ano o pagamento do Imposto de circulação por um veículo que já está sem andar desde 15/09, porque a companhia de Seguros não resolve a minha situação.
Problema com seguro
No dia 19/01/2017 adquiri um iPhone7 (no valor de 780€) e nesse mesmo dia fiz um seguro pela Domestic & General , com cobertura para : dano acidental, anti-roubo, armazenamento Cloud, assistência remota, recuperação de dados, roubo e furto qualificado , no valor de 150€ anuais .Acontece que no dia 30/12/2017, tive a infelicidade de ser vitima de roubo , quando me encontrava fora do País. Após o sucedido , dirigi-me imediatamente às entidades policiais , para apresentar queixa do furto, de forma a posteriormente ativar o seguro supracitado. Assim que regressei a Portugal (2/12/2018) contactei a empresa seguradora e enviei por e-mail todos os documentos solicitados pela mesma. No dia 18 de Janeiro de 2018 recebo uma carta a dizer que o sinistro notificado não se encontra coberto pela minha apólice de seguro , uma vez que não houve agressão durante o ato de roubo. Após várias tentativas de comunicação com a empresa para reavaliação do meu problema sem sucesso, acabo com uma perda total de 930€, sem qualquer tipo de indemnização da entidade seguradora.
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