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Rescisão contrato Telemovel UZO
Exmos. Senhores,Começo por dizer que sou uma senhora de 86 anos que vivo sozinha e tive de pedir ajuda ao meu filho. Daí que o contacto para tratar deste assunto seja o dele. No início de fevereiro fui pressionada por vários telefonemas a aceitar um plano tarifário para o meu tm e fiquei com a sensação que não tinha dada a minha permissão. Contudo logo depois recebi a informação que tinha aceite esse plano e de imediato contactei o apoio ao cliente que me deu a indicação que tinha de enviar uma carta a pedir a rescisão do plano pois estava dentro dos 14 dias permitidos por lei. No dia 22 de fevereiro recebi uma mensagem a dizer que no início de março iria receber a primeira fatura do pagamento da 1ª mensalidade. Nesse mesmo dia o meu filho contactou o apoio ao cliente e depois de ter esperado mais de hora e meia foi atendido e após ter explicado a situação disseram-lhe que confirmavam a receção da carta de rescisão e que quando recebesse a 1 ª fatura contactasse novamente o apoio ao cliente/faturação e solicitasse a anulação da mesma. Em março recebi o aviso para proceder ao pagamento da fatura FTMV-524797744, de março, no valor de €6,59.Contactei o meu filho que no dia 16 de março tentou contactar o apoio ao cliente mas como já estávamos em plena situação de emergência a informação é de que era difícil atender os clientes e sugeriam que se utilizasse o site da MEO. E assim no dia 17 de março, pelas 13.49 enviou uma mensagem solicitando a anulação da dita fatura e do plano mais uma vez e que foi recebida com sucesso.Não tendo efetuado o pagamento recebi duas mensagens ameaçando cobrar mais € 5 e uma segunda que se não pagasse me iam cortar as comunicações. Ora estando eu sozinha e não podendo os meus filhos (vivem em Lisboa) deslocarem-se cá devido à situação atual tive de pagar para não ficar sem comunicações. Num momento destes acho esta atitude inqualificável !Assim, serve a presente missiva para solicitar a anulação do dito plano, da fatura da 1ª mensalidade e a devolução do mesmo valor, já que cumpri com todos os procedimentos legais para a anulação deste plano tarifário. Aguardo resposta por escrito no prazo máximo de 8 dias e a regularização do meu saldo anterior (mais ou menos €20) para que não fique sem meio de comunicação num momento tão complicado.Não posso anexar a fatura e docs comprovativos porque a reclamação está a ser efetuada pelo meu filho e não tem em seu poder os docs.Com os melhores cumprimentos,Maria Celina Curto Duarte
Problema de compras online
Quando tento fazer uma compra online a aplicação da sempre erro para entrega na loja se o montante da compra for inferior a 200€ e para entrega em casa só aparece para Maio. Mas se formos aumentando o valor das compras para um valor superior a 200€ a aplicação deixa de dar erro e já é possível comprar, e o prazo de entrega seja em casa ou na loja passa a ser bem mais curto. Conclusão só conseguimos comprar para valores superiores a 200€ e quanto maior for o valor mais cedo recolhe as compras. Estou a tentar fazer uma compra no valor de 146,26€ e da sempre erro na entrega em loja e para entregar em casa só para maio. Cumprimentos.
Seguro Saúde MGEN - aumento 19%
Subscrevi em 1/6/2019 Seguro Saúde MGEN Ideal (protocolo DECO). Tinha na altura 56 anos e foi-me atribuída uma prestação anual de 1.020,28€.Hoje, com os mesmos 56 anos, recebi um aviso de que em 1/6/2020, a prestação anual passará para 1.128,44. Ou seja, um aumento de 19%! Se isto é feito de forma unilateral, que garantias é que tenho que nos próximos anos não haverá aumentos similares?
Pagamento Mensalidade
Boa tardeExmos SenhoresVenho por este meio apresentar uma reclamação:Sou mae de 2 crianças (2 e 4anos), ambas frequentam a creche Colegio Baloiço , comparticipado pelo Ministerio de Educação, que se situa no concelho de Almada - Laranjeiro.O colegio esta encerrado desde dia 16 março de 2020. Questionei o colegio sobre as mensalidades que me respondeu que a criança 2 anos teria desconto 25% e que a criança 4 anos não tem qq desconto (Valor comparticipado pelo ME). Em ambas retiram a taxa de refeitório (crianças levam comida casa) e material escolar.O colegio envia por e-mail algumas atividades para que as crianças facam em casa mas como me encontro em Teletrabalho, é impossivel executar as mesmas pois tenho trabalhar em casa.Questiono se terei mesmo de pagar mensalidade ? Não deveria ser Ministério Educação a suportar despesa creche ?Agradeço toda a ajuda possivel da vossa parte para que consiga resolver este problema.Com os melhores cumprimentosPatrícia Vieira
Lentes de Óculos Danificadas por Produto Marca Continente
Ex mºs SenhoresAdquiri no Hipermercado Continente de Ovar (C.C. Dolce Vita), umas toalhitas para limpeza de lentes de óculos, com a Marca Continente, e descrição Opti-Wipes.Tenho o hábito, por digamos costume profissional, de ler as instruções de tudo o que compro. Na embalagem só refere que não deve ser utilizado em superfícies sensíveis ao alcool ou lentes de contacto.As lentes são acrílicas, progressivas e anti-reflexo.Ora eu não vi qualquer menção a este tipo de material acrílico, utilizei.De imediato as lentes ficaram foscadas. Consultei um oculista que disse ter sido destruída a camada anti-reflexo.Passei a ter grande dificuldade na visão tanto perto como longe e nem falar em ler seja o que for.Fiz então uma reclamação no estabelecimento, ao Sr. Vítor Neves, por escrito, e aguardei. Mais de 15 dias depois ligou-me uma Sra. D. Jaqueline, que informou estar à espera de resposta do fornecedor. disse-lhe que não tinha nada a ver com ele mas sim com o Continente.Passada mais uma semana, veio a declinar qualquer responsabilidade e recusam-se a indemnizar-me do valor, pelo menos das lentes, já que a armação poderá ser aproveitada.Ora, estes óculos não foram adquiridos em nenhuma loja de produtos baratos, mas sim num oculista em Matosinhos na Opticenter. Como tal foram caros.Agradecia a v/ intervenção, se possível, pois é um acessório que me faz imensa falta.Melhores cumprimentosEnrique Gonçalvez
pagamento de mensalidades
Venho por este meio comunicar a Vossas Exas.O Colegio Laura Vicunha Vendas Novas está em plena pandemia a obrigar os pais a pagar a totalidade das mensalidades onde expus o meu problema pessoal que é geral de que me é impossível neste momento continuar a pagar 250 euros de cada filho (tenho dois) para eles manterem a escolaridade do 3 período.Não fazem qualquer tipo de negociação do valor e a resposta que me apresentaram foi se não posso pagar eles saem.O problema é que o agrupamento de escolas não os aceita dizendo que é vergonhoso a atitude do colégio e que eles devem rever a situação.Tenho direito a um apoio do estado (M.Educ) todos os anos entrego os doc de irs etc..mas a verdade é que estes meses estou sem trabalho e os doc. deveriam ser retificados.Mas do Colégio o que me disserem foi para não contar com esse dinheiro pois posso não o receber!?O que a Diretora do (público) me disse que isso não poderia acontecer!Não sei o que fazer, ajudem me por favor!
Mensalidade de Creche e Pré-escolar cobrada individamente
Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação formal relativamente à cobrança da mensalidade de dois alunos um que se encontra na creche e outro no pré-escolar.No passado dia 11 de Março o Centro Paroquial do Estoril enviou um email a todos os encarregados de educação a informar que decidiu encerrar as suas instalações com efeitos desde o dia 12 de Março como medida de precaução de saúde devido ao Covid-19 ficando as crianças obrigatoriamente com os país. Desde então até ao dia desta reclamação foram enviados:- 6 emails da educadora do utente da creche, com algumas sugestões de actividades para os pais fazerem em casa. Sendo que consistem ou em pequenos vídeos com músicas ou um documento word com descrições breves de actividades.- 7 emails da educadora da utente do pré-escolar, também com algumas sugestões de actividades para os pais fazerem em casa. Sendo que consistem ou em pequenos vídeos com músicas ou um documento word com descrições breves de actividades.No dia 27 de Março fomos informados por email que o Centro Paroquial, apesar de suspender a cobrança das actividades extra curriculares, pretende cobrar as mensalidades de Abril, deduzindo apenas 15% que alegam ser o valor da alimentação uma vez que este valor está incluido na mesma e não numa parcela separada. Informam ainda que relativamente a Março serão necessários acertos mas não esclarecem de que forma vão ser feitos:Assim que a normalidade volte à nossa atividade, os necessários cálculos serão realizados, devidamente comunicados e explicados aos nossos utentes, e reembolsaremos todos aqueles que tiverem valores a receber.Perante esta situação enviei alguns emails ao Centro Paroquial para apresentar o meu desagrado e justificar algumas questões:- 15% do valor da mensalidade nunca pode corresponder à alimentação mensal de um utente, as mensalidades dos utentes mesmo que rondem os 300 euros mensais (que não devem rondar) significaria que a alimentação teria um valor de 40 euros. Ora nas tabelas do 1º, 2º e 3º ciclo a alimentação é cobrada de forma separada da mensalidade e os seus preços variam entre os 75 e os 96 euros, ou seja o dobro.- A previsão actualmente é a de que o colégio esteja fechado até ao dia 13 de Abril sendo altamente provável que se mantenha fechado para além dessa data. Como tal o serviço contratado com o Centro Paroquial não será cumprido em pelo menos 50% do mês, como tal justifiquei que o mais correcto seria um desconto de 50% da mensalidade deixando a porta aberta para acertos posteriores caso o Centro Paroquial tenha que se manter encerrado após o dia 13 de Abril.A resposta que ontem obtive do Centro Paroquial foi entre reforçar a sua missão social e afins:O desconto de 15% na Creche e Pré-escolar corresponde à alimentação incluída no valor da mensalidade. A redução desta percentagem permite-nos garantir a sustentabilidade da instituição, podendo continuar a servir a comunidade, chegando a todos os que nos procuram, mantendo assim o CPE vivo.Respondi a este email também ontem dizendo que entendia o problema de liquidez que o Centro Paroquial vive pois é comum a muitas empresas e instituições no entanto a resolução desse problema não pode ser feita prejudicando os utentes/clientes. A mensalidade existe e é paga em função de um serviço prestado, não se trata de um donativo para garantir a sobrevivência do Centro Paroquial. Terminei ainda dando uma sugestão ao Centro Paroquial para lidar com a situação de uma forma mais transparente e, a meu ver, ética:- Informem os pais que actualmente por questões de tesouraria não conseguem dar qualquer desconto nas mensalidades sem arriscarem colocar em risco a sustentabilidade da instituição e garantam que a situação será regularizada até Setembro- Realizem uma operação para redução de custos ou procurem obter apoios da população/parceiros para aumentar a liquidez da instituição- Em último caso procurem financiamento junto da banca para obter um aumento de liquidez rapidamente- Façam um acerto nas mensalidades indevidamente cobradas agora aos utentes e pais em Agosto quando o CP tiver condições financeiras para o fazer.Penso que é uma sugestão razoável que pessoalmente aceitaria sem problemas. Pedi também esclarecimentos adicionais sobre os acertos de Março uma vez que não faz sentido só conseguirem dar essa informação quando a situação regressar à normalidade.Hoje, recebemos as facturas para efectuarmos o pagamento das mensalidades, cuja data limite é o dia 10 de Abril. Apresento assim desta forma a minha reclamação formal sobre este assunto junto da DECO com vista a resolver esta situação, penso que nenhum pai deveria ter que pagar a mensalidade em casos de pré-escolar ou creche onde os colégios não conseguem manter o seu serviço e são os pais que desempenham em casa esse trabalho.Informo ainda que também informei o Centro Paroquial que, a menos que, mudem de posição irei proceder ao pagamento dos valores pedidos, sendo estes liquidados dia 6 de Abril para não ter qualquer situação de incumprimento fazendo questão de me bater posteriormente para obter um reembolso dos valores que acredito estarem a ser injustamente cobrados.
Cobranças indevidas nas faturas MEO
Ex. Senhores, após vários contactos com a MEO, através da linha de apoio (16200), na tentativa de resolver uma situação de cobranças indevidas de consumos, que nunca fiz nem aderi voluntariamente, venho aqui expor a minha situação, e solicitar o vosso apoio na resolução deste assunto. No dia 02.03.2020 liguei para a linha de apoio, e reclamei 3 faturas que apresentam na descrição dos consumos a rubrica Conteúdos - Digitais especiais - Subscrição, sendo que duas dessas faturas já as tinha pago. Foi-me informado que se tratava de um serviço que eu tinha subscrito, Saturn Games. Expliquei que nunca tinha subscrito nem usado esse serviço, ao qual me foi dito que o poderia ter subscrito através de um simples clique, ou seja, de forma completamente involuntária. Perante a minha indignação e insatisfação face a uma situação que considero fraudulenta, acabaram por aceitar o meu pedido: O reembolso do valor desses conteúdos das 2 faturas que já tinha pago (faturas de dezembro e de janeiro) e a correção da fatura que ainda não tinha pago (fatura de fevereiro).Uma vez que a fatura de dezembro (nº A/709929246) contém 7,96€ desses “conteúdos” e a de janeiro (A/711900019) contém 9,95€, dá um total de 17,91€ a reembolsar. Portanto, foi-me dito que, para regularizar a situação, a fatura de fevereiro (nº A/713880704) ficava sem efeito, e ainda ficava com um crédito de 5,92€ a descontar na próxima fatura (março). Acontece que na fatura de março (nº A/715860873) o valor em crédito é descontado, mas volta a ser cobrado o consumo desse “conteúdo” no valor de 7,96€, quando tinha deixado muito claro, no último contacto com a MEO, que não queria que isso voltasse a acontecer. No dia 31.03.2020 ligo para a linha de apoio para reclamar e solicitar a correção da fatura, ou emissão de uma nota de crédito no valor cobrado indevidamente, ou seja 7,96€. No dia seguinte, 01.04.2020, recebo um e-mail que achei confuso e por isso resolvi ligar de novo, e a situação não tinha de facto sido resolvida. Foi emitida uma nota de crédito no valor de 1,99€ em vez de 7,96€, e no e-mail que me enviaram consta que a fatura de fevereiro (nº A/713880704) está a pagamento com o valor de 2,04€ para minha surpresa, pois foi-me dito que ficava sem efeito, como já referi a cima. Voltei a reclamar e disseram-me que a situação ia ser novamente verificada, recebi mais tarde uma SMS a dizer que não haviam mais nenhum valor a reembolsar. Como sabemos, não me posso dirigir a nenhum balcão para resolver este assunto, devido à pandemia que enfrentamos no momento, e sinto que é escusado ligar para a MEO outra vez, pois já liguei 3 vezes este mês por causa deste assunto, e não me estão a resolver a situação. Espero que tenha conseguido apresentar os factos de forma clara, completa e esclarecedora, e que me possam ajudar, pois sinto-me lesada, estão a cobrar-me um serviço que nunca quis e sem o meu consentimento.Quero agradecer a atenção despendida ao meu caso.Os melhores cumprimentos.
Atendimento
Boa tarde, Desde já envio este e-mail devido o número do RMA 2004000924, no dia 22/02/2020 fui em uma loja no Benfica e solicitei a assistência da garantia da cadeira trust onde o descanso de braço começou a ceder, foi enviado a garantia e quando ultrapassou trinta dias entrei em contacto com a PCDIGA Benfica e fui informada que poderia trocar a cadeira, pedir o dinheiro de volta ou comprar outra cadeira com esse valor em crédito, era para aguardar ser contactado e informar minha decisão, devido o prazo da garantia ja ter ultrapassado mais de 30 dias.Não recebi nenhum contacto e no dia 27/03/2020 veio um portador retirar a cadeira, sendo que o mesmo não conseguiu pois a cadeira estava montada e o transportador não podia aguardar desmontar para levar, no mesmo dia entrei em contacto com a PCDiga pelo numero 304500600, no qual fui muito mal atendida e nesse contacto eu falei dessa situação e que estava a aguardar o contacto e que minha decisão era optar por outra cadeira de outra marca até um valor superior e o mesmo falou que tinha que devolver a cadeira e que tinha enviado um e-mail no qual eu não recebi e o atendente não acreditou na minha palavra garantindo que recebi o e-mail, mas eu não recebi esse e-mail, até porque queria outra cadeira e pensava que iria resolver, quando questionei essa situação o próprio atendente me menosprezou e informou que não se importava se ia comprar uma cadeira na pcdiga ou em outra loja essa decisão não importava eu que decidia e que a pcdiga ira retirar a cadeira e devolver o dinheiro assim que a cadeira fosse devolvida.Devido essa situação estou muito insatisfeita, já comprei outra cadeira em outra loja e já devolvi a cadeira ontem dia 31/03/2020 e hoje novamente entrei para ter informações e mais uma vez fui mal atendida e o mesmo atendente informou que não tem prazo devo aguardar sem previsão e me destratou mais uma vez.Estou enviando este e-mail a todos esses destinatarios pedindo uma ajuda para tratar dessa situação e também para terem conhecimento desse caso, pois um cliente a pcdiga já perdeu, desejo apenas meu dinheiro de volta e pronto, mas uma pena pois sempre que precisava comprava nessa loja era a minha primeira opção de compra, recomendava, mas hoje se me perguntarem eu não recomendo.
Falta de encomenda
Exma Isabel Portela, DivertarteApós encomenda de dois produtos na loja online da sua empresa, e após demora significativa da entrega da mesma, deparo-me com um erro de preenchimento no postal dos correios, por parte da empresa, de um dado relativo à minha morada. Após contacto, solicitando novo envio, desta vez com os dados correctos, disponibilizaram-se a fazê-lo. Após aproximadamente um mês, ainda sem encomenda, nova tentativa de contacto via email, sem resposta. Após, uma/duas semanas, nova tentativa de contacto via contacto telefónico, a qual fui atendida e obtive a resposta que até já teriam enviado outra vez e que se calhar ocorreram novos erros...ao qual pedi que me enviassem prontamente a encomenda e comprovativo de envio. Desde aí, já se passaram umas 3 semanas e não obtive nem encomendas nem contactos a explicar o que poderá ter ocorrido. Conclui-se que, estará a ser propositado o não envio da encomenda. Já se passaram 3 meses desde a encomenda inicial. Venho então por este meio solicitar que seja resolvido a minha reclamação dentro de 1 semana, após receptáculo da mesma na entidade correspondente, pela devolução total do dinheiro pago (encomenda mais o valor gasto na empresa de transporte no total de cinco euros e noventa e cinco cêntimos). Em caso de incumprimento do solicitado, passo a contactar outro organismo público para a notificação do sucedido ou exploração de conflito de identidade industrial, com os devidos comprovativos. Resumindo, foi feito então um pagamento para qual não recebi nenhuma encomenda.Aguardo resposta via email, para pedido de NIB.Cumprimentos, Bárbara M.
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