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Alteração não solicitada da morada de serviço desconhecida
Boa noite. No dia 16/12/2025 fui ao vosso balcão reportar e pedir a correcção da morada de serviço indicada que não conheço, não é a minha nem nunca foi. Por considerar a situação estranha cancelei o DD e solicitei envio da factura para a minha residência (única morada que alguma vez tive e única onde celebrei contrato Gas e Luz há imensos anos, no caso com a Galp). Ontem recebi por correio a fatura e vejo que a situação se mantém: sem o meu consentimento alteraram efectivamente a morada de fornecimento (já há três meses). Além disso, enviaram junto documentação como se estivesse a fazer um novo contrato. Nunca tive nenhum contrato com a Galp sem ser na Rua Mário Cesariny nº6, 2C 1600-313 Lisboa (nem sequer habitei outra morada sem ser esta.) Solicito o envio da fatura com os dados correctos; o número dos contadores até pode coincidir mas o número do contrato não é o que assinei e a morada de fornecimento não é minha e não quero correr o risco de me ser imputado valores de uma morada de fornecimento que desconheço. Caso não seja possível a Galp efetuar a devida correcção solicito por favor que me indiquem como posso cancelar os serviços na morada que indicam como fornecimento e se ao faze-lo deixo de ser vossa cliente e posso mudar para outro fornecedor. Obrigada Cumprimentos
Faturação
Venho por este meio reclamar da Galp energia. Que desde Setembro não faz facturação , devido a alterações no sistema ( segundo a informação que foi dada após nosso contacto) A reclamação incide sobre a falta de respeito por parte da empresa aos consumidores. Pelo facto de não ter havido nenhum contacto, Justificando a situação e qual as alternativas possíveis para colmatar o incómodo financeiro que o atraso na cobrança iria provocar aos consumidores. Ao fim de 4 meses sem fatura apresenta uma fatura com o valor acumulado dos 4 meses, com data de cobrança sem uma única justificativa ; pedido de desculpa pelo situação; alternativas para pagamento ou até mesmo alguma compensação pelo incómodo que a situação provocou ao cliente. apenas a referência bancária, para o pagamento da totalidade do valor. Se for o caso de o cliente atrasar o pagamento da fatura, a energia é cortada. Qual seria a aplicação justa para a empresa que não faz a cobrança sem qualquer justificativa? O atraso não foi do cliente.
ATRASO E ERRO NO FATURAMENTO
MEU NOME: MOACYR FILHO, FATURA N: 356767626620. Venho reclamar que, por problemas em seus sistemas, a GALP unilateralmente deixou de faturar-me os serviços de Eletricidade e Gas nos meses de outubro/25 + novembro/25 + dezembro/25, vindo a faturar de uma só vez esses tres meses no dia 31/12/2025. Tudo começou com um atraso na emissao da fatura de outubro/25 até que, no dia 14/nov/25, conforme anexo, a GALP encaminhou-me um email informando sobre a situacao de falha em seus sistemas e que, se fosse do meu interesse, quando a mesma fosse enfim faturar os serviços, estes poderiam ser feitos faseadamente mediante o preenchimento de um requerimento on-line. Conforme anexo, no mesmo dia 14, eu encaminhei o requerimento eletronico solicitando a cobrança faseada, haja vista nao ter ideia de quanto tempo a prestadora levaria para voltar a faturar. Entretanto, no dia 31/12/25, a GALP encaminhou-me a fatura dos tres meses sem atentar para o faseamento na cobrança , ou seja, a possibilidade de pagamento sem juros em tres parcelas mensais (conforme o numero de meses sem faturamento por culpa da GALP) e, alem disso, com os seguintes erros de faturamento: 1) Cobrança indevida de contribuicao audiovisual no valor de 8,55euros: 2) Aumento nas tarifas do Gas sem que houvesse aviso previo. Sendo assim peço os devidos acertos informados e o parcelamento sem juros da fatura em tres parcelas mensais e subsequentes. Obrigado
Quadro da electricidade
Boa tarde liguei para a linha de apoio da e-redes mas ligaram me mas nao falaram eu preciso mesmo resolver o problema do quadro eléctrico porque e antigo mas caso possam ligar agradeço
Danos pessoais devido a falhas na rede
Exmo. Senhores. Venho por este meio apresentar uma reclamação da E-redes em que falhas constantes na rede e o fornecimento de energia elétrica causou danos pessoais e prejuízo pelo qual não querem assumir a responsabilidade enquanto a falha era deles. tem havido falhas ne rede em que existe falta de fases no fornecimento tri-fasico, o que consequentemente `` queimou´´ bombas tri-fasicas´´ por varias vezes, o mesmo foi comprovado e é entendido como facto. agora recusam honorar as suas responsabilidades e compensar o prejuízo. respondendo o seguinte: Caro Cliente, Analisámos a sua reclamação de dia 07-12-2025, acerca de dano em equipamento, referente ao CPE acima mencionado. No dia 18-11-2025 ocorreu uma interrupção no fornecimento de energia elétrica Após análise da situação reportada, confirmamos a ocorrência de uma interrupção que afetou o seu local de consumo. Os equipamentos devem estar preparados para lidar com este tipo de interrupções Atuamos de forma sistemática para garantir a segurança e a fiabilidade da rede elétrica. As interrupções são inerentes à atividade de distribuição de energia elétrica, não estando ao alcance da E-REDES, ou de qualquer outro Operador de Redes de Distribuição, evitar a sua ocorrência. Face a esta realidade, as instalações elétricas devem estar preparadas para lidar com estes eventos tal como previsto nas normas e legislação aplicável. Não podemos responsabilizar-nos pelo dano Tendo em conta o exposto, não podemos responsabilizar-nos pelo dano reportado. Resumindo e concluindo. reconhecem a falha no fornecimento, pelo qual pago, reconhecem o prejuízo mas não assomem a responsabilidade.
Cobrança de serviço não contratado
Venho, na qualidade de cliente da EDP, manifestar a minha discordância relativamente às cobranças associadas ao serviço “Funciona”, porquanto nunca solicitei, autorizei ou consenti a sua contratação, seja por via telefónica, digital ou presencial. A cobrança de serviços não solicitados é expressamente vedada pela Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), a qual estabelece que o consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha previamente requerido. Acresce que, inexistindo prova de consentimento válido, não pode considerar-se celebrado qualquer contrato, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, aplicável aos contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial. Mais se refere que a eventual inclusão deste serviço sem aceitação expressa configura prática contrária aos princípios da boa-fé e transparência, bem como ao regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), além de poder enquadrar-se como prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. Nestes termos, exijo: O cancelamento imediato do serviço “Funciona”; O estorno integral de todos os valores cobrados a esse título; A confirmação escrita de que o referido serviço se encontra definitivamente desativado, sem quaisquer encargos futuros. Caso a situação não seja regularizada de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente a DECO, Direção-Geral do Consumidor e meios judiciais adequados. Aguardo a vossa resposta no mais curto prazo possível.
Termoacumulador avariado
Em 3/2/2023, fui a loja BRICOMARCHE, na Marinha Grande, efetuei uma compra de um termoacumulador de 120 litros... Agora no final do ano em dezembro, ainda dentro da garantia de 3 anos, meu equipamento apresentou uma vazamento de água por cima... Entrei em contato com a marca (VULCANO), e mais tarde fui contactado por uma empresa especializada, no qual me pediu detalhes do equipamento, enviei foto, vídeo... foi aí que tive uma surpresa desagradável, pois a resposta foi que meu equipamento não dá garantia, devido uma tal válvula de segurança, e manutenção no equipamento, no qual, nunca na minha vida, eu sabia de tal procedimento, pois nunca fui informado pela loja, na hora da compra, nem pelo instalador...
NÃO ATENDIMENTO NA LINHA DE APOIO AO CLIENTE
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à falta de atendimento na linha de apoio ao cliente, situação que me tem impedido de acionar um pack de assistência a eletrodomésticos pelo qual pago. Tenho tentado, por diversas vezes, contactar a linha de apoio destinada a clientes para solicitar a ativação da referida assistência, sem sucesso, uma vez que as chamadas não são atendidas. A única linha que se encontra operacional é a linha de novos clientes, onde me foi informado que não podem prestar qualquer tipo de apoio a clientes. Considero esta situação inaceitável, tendo em conta que se trata de um serviço pago e que, na prática, não está a ser disponibilizado. A inexistência de atendimento eficaz configura um incumprimento das obrigações contratuais e causa prejuízo ao cliente. Solicito, com a maior brevidade possível: O contacto por parte de um assistente para proceder ao acionamento do pack de assistência; Um esclarecimento formal sobre a falha continuada no atendimento ao cliente; A indicação das medidas que irão ser tomadas para evitar que esta situação se repita. Caso não obtenha uma resposta ou resolução num prazo razoável, reservo-me o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor, incluindo o Livro de Reclamações e as entidades competentes. Aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Pedro Sousa
Facturaçao incorreta e indevida
Bom dia, Estamos com um problema de faturaçao coma Goldenergy, a saber: Em Abril de 2025, a FOLENE fechou o gas no predio devido a um problema de fuga de gas. Isto levou me a retirar do interior do meu apartamento, todos os aparelhos a gas que foram substituidos por aparelhos electricos. E verdade que nao pedimos que o contador fosse retirado, mantendo se no local. No entanto a Goldenergy, continua a faturar consumos de gas quando essa situaçao nao é possivel pelos motivos atras expostos. Para alem do mais, o nosso apartamento foi desde entao alugado a terceiros, que estaqbeleceram os seus proprios contratos de fornecimento de electrecidade directamente, nao tendo eu mais contratos de fornecimento de energia activos. Envi em anexo a leitura do contador de gas que continua instalado e as facturas que a GOldeenergy quer receber e que remeteu a Intrum Portugal solicitando a regularizaçao urgente da divida. Nao nos opomos a liquidar a existencia do contador mas refutamos as faturas de consumos por serem indevidas. Em anexo copia do aviso da FOLENE, leitura do contador e as faturas em causa
Cobranças indevidas e ameaças ilegais
No dia 26 de novembro de 2025, contactei a linha de apoio da E-Redes para reportar interrupções e falhas recorrentes no fornecimento de eletricidade, afetando toda a zona (não se tratando de um problema isolado na minha instalação). Expliquei claramente que o problema era geral na rede de distribuição, no entanto, a E-Redes insistiu em agendar uma visita técnica ao contador da minha habitação, marcada para o dia 28 de novembro de 2025.No dia agendado, pelas 16:20, recebi indicação de que o técnico alegadamente esteve no local, mas eu encontrava-me em casa durante todo o período e ninguém tocou à campainha, conforme é obrigação do técnico. Às 16:21 do mesmo dia, enquanto falava ao telefone com um operador da E-Redes a explicar que estava em casa e que o técnico não se anunciou, o próprio técnico procedeu a um reagendamento unilateral para o dia 22 de dezembro de 2025, sem qualquer consulta, autorização ou consentimento da minha parte.De imediato, contactei novamente a E-Redes para cancelar essa marcação, pois não estaria disponível nessa data. Foi-me confirmado que a visita estava desmarcada. No dia 20 de dezembro de 2025, verifiquei novamente e recebi confirmação via WhatsApp da própria E-Redes (assistente virtual): "Não existem visitas técnicas agendadas para esta instalação".No entanto, hoje, dia 2 de janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que o técnico se deslocou novamente ao local dia 22/12/2025 (obviamente sem sucesso, pois não estava em casa) e procedeu a novo reagendamento unilateral para o dia 23 de janeiro de 2026. Ao contactar hoje a E-Redes para explicar toda esta sequência de eventos e exigir o cancelamento definitivo da visita (pois o problema reportado inicial é na rede geral e não na minha instalação), a resposta foi que "não conseguem cancelar as marcações". Esta situação revela uma total falta de coordenação interna, desrespeito pelo cliente, reagendamentos sem consentimento e incumprimento de confirmações anteriores de cancelamento. Trata-se de um serviço deficiente. Adicionalmente, a E-Redes já procedeu à cobrança indevida de 20€ relativa à alegada deslocação em vão de 28 de novembro de 2025 (quando eu estava em casa e o técnico não se anunciou), valor que foi incluído na minha fatura do comercializador (EDP Comercial). Existe ainda o risco concreto de nova cobrança indevida de 20€ referente à visita de 22 de dezembro de 2025 (que foi cancelada e confirmada como tal pela E-Redes) e potencialmente pela próxima marcação.Tais cobranças são manifestamente abusivas, pois: (i) o problema reportado não requer visita à minha instalação individual; (ii) no dia 28/11/2025 eu encontrava-me em casa e disponível; (iii) as visitas subsequentes foram canceladas ou reagendadas unilateralmente sem consentimento; (iv) houve falhas graves da parte da E-Redes na execução e coordenação das deslocações. Por coincidência, recebi no dia em que escrevi esta reclamação no portal da queixa e no livro de reclamações, uma ameaça por parte da e-redes que, e passo a citar: "Evite a interrupção do fornecimento de eletricidade à sua instalação Se o acesso ao contador de eletricidade continuar a não ser possível, de acordo com a regulamentação em vigor, iremos proceder à interrupção de fornecimento de eletricidade à sua instalação, na data acima indicada. As despesas associadas ao corte e religação da energia elétrica variam entre 29,94 e 146,10 euros (mais IVA à taxa legal), em função dos meios utilizados para sua realização." Podem cortar a rede por nada? Isto devia ser punido, claramente abusivo e infundado. Se precisar de provas, telefonemas, mensagens e emails, tenho tudo guardado, inclusive a confirmação por parte deles de "Consultados os registos técnicos, é possível confirmar que entre os dias 5 a 26 de novembro de 2025 ocorreram 12 interrupções com a duração total de 32 minutos, sem registo de anomalias."
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