Reclamações públicas

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R. P.
02/12/2022

Cobrança por inatividade do cartão UNIBANCO

Venho por este meio comunicar que fui abordadO no meu local de trabalho por um comercial da Unibanco para efetuar a adesão ao cartão, pois haviam bastantes regalias (inclusive para o mesmo) e caso não quisesse utilizar o cartão bastava deixar passar 3 meses que a conta era automaticamente anulada, sem qualquer custo para mim!No passado dia 29 de Novembro de 2022 recebi no meu email uma fatura do Unibanco com um extrato a dizer que tinha de pagar o valor de 10,40€ devido a comissões de inatividade de conta. Esta situação tem de ser revertida, uma vez que, quando me foi proposto aderir ao cartão foi-me dito que não tinha qualquer custo associado, tanto para aderir como para rescisão. E que no caso de rescisão bastava apenas não utilizar o cartão.Solicito que seja cancelado o pedido de pagamento e que me cancelem definitivamente a conta no Unibanco com maior brevidade possível, pois sinto-me completamente enganado pelo comercial que me levou a fazer este cartão apenas para benefício do próprio.

Resolvida
J. D.
01/12/2022

Ivibet

Não estão deixando eu fazer meu levantamento de dinheiro, alegando q tenho conta duplicata ,cm isso é possível? Sendo que quando faço as apostas é descontado do valor que tenho em conta?. Já enviei todos documentos que me pediram e só fica pendente ou rejeitado. Isso é incrível, quando precisei depositar o dinheiro na conta tá ivibet.com foi tão simples,agora pra retirar oq é meu essa burocracia toda. Lamentável. N recomendo essa site pra ninguém e vou procurar meu direitos.

Encerrada
L. P.
25/11/2022

Cobrança indevida de comissões bancárias

Assunto: Cobrança indevida de comissões bancáriasNIF: 221624600Nome: Luisa Pietra TorresExmos. Senhores,Após me ter deslocado ao balcão do BPI da Ajuda, com a intenção de fechar a conta que atualmente tenho aberta com o BPI, foi-me dito que não seria possível fechar a conta, sendo que a conta teria sido aberta pelos meus pais em meu nome, aquando do meu nascimento. Sendo os meus pais divorciados e com restrições de mobilidade, deslocar-me a um banco em horário de funcionamento com ambos é algo que não é fácil fazer. Dados estes factos, o balcão da Ajuda garantiu-me que poderia manter aberta a conta pois não me seriam cobradas quaisquer comissões de conta enquanto o saldo da conta estivesse a zeros.No passado mês de outubro por algum lapso, foi-me transferido o apoio extraordinário do estado, no valor de 125€ para a conta do BPI. Qual o meu espanto quando me apercebo que após esta transferência me foi cobrado 1 ano de comissões de conta sem qualquer espécie de aviso, totalizando 85,24€ de comissões cobradas.Ora, quando o banco que me diz que não são cobradas comissões de manutenção caso a conta se encontre a zeros, não pode cobrar essas mesmas comissões retroativamente quando a conta tiver dinheiro. Entenderia que me tivessem sido cobrados os meses de Outubro e Novembro 2022, pois foram esses os meses em que a conta teve saldo diferente de zero.Aguardo resposta por escrito e reembolso das comissões de manutenção de conta indevidamente cobrados, no valor de 72,24€.Com os melhores cumprimentos,Luisa Pietra Torres

Encerrada
P. G.
23/11/2022

comissão de inatividade

Venho por este meio comunicar a vossas exªs que fui abordado por um comercial da empresa unibanco para aderir a um cartão de credito o qual na altura o comercial frisou que era totalmente livre de encargos como anuidade ou taxas, pois neste momento a empresa enviou uma conta a pagar de taxa de inatividade de 10.40€ sobre a qual nunca fui informado.agradeço o esclarecimento desta situaçao e a anulaçao desse pagamento. obrigadocumprimentos.

Resolvida
J. G.
21/11/2022

divida paga

Boa noite..Venho por este meio a informar sobre o serviço do banco BPI.Fiz um pagamento por uma divida , que no qual estava em meu nome que no qual tive essa conta aberta por causa de um trabalho que tive, que o pagamento de Ordenado era feito do baco BPI. Quando sai desse trabalho, nunca mais mexi nessa conta , e nao me recordo se tinha dado baixa ou nao da conta, tendo voltado para a minha antiga conta da Caixa Geral. Ao passar dos anos , tinha uma proposta de compra de uma apartamento de penhora, que no qual iria fazer um credito Habitação , e que o mesmo me tinha sido negado ao fim de 24h. Fui ao banco de Portugal, perguntar e que me disseram que tinha uma divida de 1.393.51€ no BPI. Fui ao BPI ver essa divida, que me tinha dito que era de um credito que nunca tinha pedido tal coisa.Ia pedir para averiguar sobre essa divida, mas iria levar meses para opter resposta. Fui falar com a minha advogada , 3 semanas estava a ir com ela ao banco No dia 21 de Junho de 2020, eu resolvi pagar essa divida juntamente com a advogada , porque eu tinha que pedir o credito para pedir o Empréstimo.. Foi dito que iria levar 1 mês para o nome sair do banco de Portugal a senhora tinha confirmado comigo e com a advogada Ficamos aguardar ate fazer o mês certo. Passados 5 meses o meu nome ainda esta no banco de Portugal como incumprimento. Ao fim disto tudo, nao consegui credito Habitação, e nem tenho casa para sair da atual, que a mesma já foi vendida.Perdi a casa. Agora nao tenho para onde ir mais a mulher com um menos de 8 anos. Temos também animais de estimação.Mês de Dezembro os proprietários vêm ver a casa e janeiro já nao podemos estar aqui. Preciso de ajudaA minha advogada falou que o BPI ou a senhora estava em cumprimento perante a lei, do art 2º, nº4 , do Decreto-lei nº 204-2008, de 14 de Outubro, e que podia pedir uma indemnização por ter perdido a casa.Aguardo respostasem mais Cumprimentos

Encerrada
A. S.
21/11/2022

Renegociação de crédito

Gostaria de obter ajuda na seguinte situação:Tenho um crédito com o BPI, desde que terminou a moratória, estive sempre em contato com as supostas gestoras da minha conta para tentar encontrar uma solução com vista a diminuir o encargo mensal e que me permitisse cumprir com as minhas obrigações. Por duas situações distintas foi-me informado de que existia uma solução, e por duas situações distintas foi-me dito para aguardar mais indicações. Tenho todos os e-mails trocados com o balcão. Inclusive cheguei a enviar IRS, recibos de vencimento, tudo o que me foi solicitado. A realidade é que neste momento o meu processo, foi passada para uma advogada, em que a única solução que me apresenta é a divisão do valor do crédito em 36 meses o que dá mais de 800€ de mensalidade ou a entrega de valor para abate recorrendo a amigos ou familiares. Bem a questão é que não tenho capacidade de pagar 800€ não tenho a quem recorrer para resolver este assunto. Eu só quero resolver a situação, mas já não sei a quem recorrer.

Encerrada
B. A.
20/11/2022

Burla Juicy Fields

Caros senhores, O meu nome é Bruno Melo Abreu, com o número de identificação civil 32588660, venho por este meio reportar que fui vítima de burla, após ter investido numa plataforma de crowgrowing (agricultura colaborativa), de seu nome Juicy Fields. O suposto funcionamento da Juicy Fields era simples: compravam-se clones de plantas de canábis à Juicy Fields que, através de parceiros licenciados, garantia a plantação, tratamento e colheita das mesmas. Posteriormente, vendia o resultado da colheita a parceiros farmacêuticos para a produção de medicamentos e parte dos lucros (em média 30% do investimento de cada pessoa) era entregue ao investidor. O seu modelo de negócio mais utilizado era denominado de Juicy Flash, em que cada planta custava 50,00 EUR e, consoante a colheita, poderia resultar num lucro entre 17,50 EUR até 32.50 EUR para o investidor. Poderão encontrar mais detalhe no seu site que ainda está ativo: https://juicyfields.io/faq Esta empresa sempre apresentou vários parceiros em diferentes localizações geográficas, por todo o mundo, todos eles alegadamente licenciados para plantar cannabis para fins medicinais. No caso do parceiro Portugués, trata-se da empresa Sabores Púrpura, Lda (https://sites.google.com/view/sabores-purpura), constituída em 24/05/2011, NIF 509790020, com sede em Rua do Cineiro, N° 31 3040-661 Coimbra. A Sabores Púrpura foi a primeira empresa nacional a ter uma licença emitida pelo Infarmed para a produção de cannabis medicinal. O seu CEO, Miguel Silva, tem o seu currículo profissional público (https://www.linkedin.com/in/niguelsilva/?locale=pt_BR), onde consta uma experiência num cargo público na Camara Municipal de Coimbra. A Sabores Púrpura, de acordo com o seu website, foi cofinanciada pelo CRESC ALGARVE 2020, PORTUGAL 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia (Projeto Spharma Expand. Código ALG-05-38D7-FEDER-O). Este conjunto de dados acredito que tenha sido o principal fator que conferiu a credibilidade necessária para milhares de portugueses aderirem à Juicy Fields e investido o seu dinheiro nessa empresa. No passado dia 11 de Julho, começaram a existir rumores de que existiam problemas relacionados com a gestão da empresa e que iria existir uma greve dos seus trabalhadores. Após 3 dias, todos os investidores ficaram impedidos de efetuar login no site da plataforma. ,ficando assim impossibilitados de levantarem o seu dinheiro. Após a revelação de que a Juicy Fields seria um esquema fraudulento, a Sabores Púrpura emitiu um comunicado no dia 15 de Julho de 2022 (https://sites.google.com/view/sabores purpura/communication), onde alegam que apenas teve um vinculo meramente comercial com a juicy Fields para a obtenção de imagens e videos, a verdade é que o CEO deu entrevistas onde foi apresentado como parceiro de plantação ( https://theweedtube.com/video/juicytalks-miguel-silva-ceo-at-sabores-p-rpura-106423) e esteve presente em vários eventos onde a juicyFields participou a representar a Sabores Púrpura, nomeadamente na Cannadouro-Feira Internacional de Cânhamo do Porto, que se realizou em Novembro de 2021, onde a JuicyFields foi um patrocinador principal. Atualmente, ainda não está totalmente claro quem são os responsáveis, dada a enorme quantidade de informação que está a surgir, muita dela certamente com o intuito de desviar atenções por parte dos principais culpados. A verdade é que existe uma comunidade de centenas de milhares de pessoas a nível mundial e largas dezenas de milhares em Portugal, estimando-se que o valor total da burla ascenda a muitos milhões de euros. Existem já vários meios de comunicação internacionais a abordarem esta fraude, com destaque para o artigo do El País: https://elpaisfinanciero.com/un-exit-scam-de-manual-el-caso-juicy-fields-en-detalle/ Aqui está um compartilhamento com todas as informações encontradas até agora ( contas bancárias , carteiras criptográficas , acionistas da empresa , etc ) https://drive.google.com/drive/folders/1TR3OfFv3vTh6glNcCreSRDqjmJnyIJeo?usp=sharing

Encerrada
M. M.
14/11/2022

Falta de atendimento/acompanhamento

Venho relatar a minha insatisfação com os serviços do BPI. Fiz um pedido de crédito automático pela APP. Foi indicado o comparecimento no balcão e assim o fiz. No Balcão do Pinhal Novo fui atendido gentilmente pela senhora Sandra Gameiro, que solicitou alguns documentos por e-mail. Após enviar os e-mails, nunca recebi uma resposta, seja na APP, por e-mail, ou telefone. Nos contactos disponibilizados pela APP no Fale connosco não tenho sucesso, seja no fixo, ou telemóvel. Gostava de um parecer, se negativo ou positivo, pois a sensação que fica é a de descaso com a solicitação do cliente, assim como foi a minha solicitação de cancelamento do seguro automóvel, que continua em vigência.

Resolvida
R. R.
13/11/2022

Burla Approva Montepio

No passado dia 19 de maio, fui contactado por um indivíduo que se fez passar por um funcionário do banco Montepio (ou seria mesmo um?).Apresentou dados da minha conta, e de seguida pediu que, por razões de segurança, desativasse a aplicação APPprova e me dirigisse a um balcão mais tarde.Ressalvo que anteriormente nunca dei os meus dados para nenhuma sms ou mail de phishing.Após ter desativado a aplicação, fui saqueado de todo o valor que tinha na conta.O(s) indivíduo(s) tentaram por dezenas de vezes até conseguirem sacar o valor total.Durante esse período, não tive uma única notificação, mesmo em operações de milhares de euros.Mais tarde, quando verifiquei que tinha o cartão de débito bloqueado, contactei sem sucesso o banco.Apenas no dia seguinte o banco me contactou para confirmar se tinha sido eu a fazer as operações.Após queixa à PSP, iniciei o processo no banco e desde então não obtive qualquer resposta sobre o mesmo.A minha agência (Lourinhã) nunca atende o telefone, e das poucas vezes que tive contacto apenas dizem que se trata de um processo interno e moroso.Por correio já ameaçaram com processo judicial, embora eu seja a principal vitima deste processo.Confirmei com bancos da concorrência, e nenhum tem este tipo de procedimento.Neste momento não tenho qualquer confiança na instituição bancária Montepio e não consigo expressar a desilusão por parte da mesma face a esta situação.

Encerrada
P. V.
08/11/2022

Problema Cartão de crédito Black Plus

Venho por este expor uma lamentável experiência, vivida no dia 10 de Setembro de 2022. Durante uma viagem de férias, no momento do pagamento de um depósito de franquia no valor de 1000€ para levantamento de uma viatura de aluguer, o meu cartão de crédito foi recusado pelo terminal de pagamento da entidade de serviços de aluguer (Surprice). O cartão da instituição de crédito Cetelem – BNP Paribas Personal Finance S.A foi recusado em todas as tentativas de pagamento, e foram várias, e nos dois terminais de pagamento disponibilizados pela empresa de aluguer. Tudo se tornou muito difícil de resolver visto que a instituição Cetelem não dispõem de atendimento ao cliente ao fim-de-semana e, aliado a isso, havia ainda a barreira linguística por estarmos num país estrangeiro, apesar de que, por parte da empresa Surprice sempre existiu boa vontade em ajudar de alguma forma, tentando perceber junto das instituições bancárias locais se poderia ser um erro deles, o qual se conclui que não seria e que tal nunca tinha acontecido. Após sensivelmente duas horas, foram-nos dadas duas soluções possíveis: cancelar o aluguer e perder o valor total já pago(392€), pois o cancelamento apesar de gratuito era apenas até ao dia antes do levantamento ou o pagamento de um seguro por cada dia de aluguer da viatura, que não obrigava a um pagamento de depósito. Como o cancelamento do aluguer da viatura estava fora de questão, e não havendo mais opções, tive de proceder ao pagamento do seguro diário de 300€ não reembolsáveis, ao contrário do depósito da franquia de 1000€. Assim sendo, fiquei claramente lesado devido a um erro por parte da Cetelem, que me tinha informado semanas antes que não haveria qualquer problema em utilizar o meu cartão de crédito, especificamente no país em questão.O pagamento dos 300€, que já não se tratavam de uma pré-autorização, como no caso do depósito, foi também recusado.Felizmente, a pessoa que estava comigo tinha na sua posse um cartão de débito de outra entidade bancária e que funcionou perfeitamente, sem qualquer problema no momento do pagamento.A situação ficou relatada pela empresa de aluguer de veículos na fatura de pagamento, e os recibos emitidos pelos terminais de pagamento referentes às tentativas de pagamento, sem sucesso, foram-me entregues.Como ainda ponderei que pudesse ser um erro do terminal da empresa de aluguer, nesse mesmo dia, tentei utilizar o cartão de crédito da Cetelem para efetuar um pagamento num restaurante, o qual também foi recusado.Concluindo, viajei com um cartão de crédito da rede Mastercard, aprovisionado com saldo suficiente, para os pagamentos que pretendia fazer, mas que não iria funcionar em lado algum do país. Toda esta situação foi exposta à Cetelem logo no primeiro dia útil (12 de setembro), posterior ao sucedido, que até à data ainda não ofereceu qualquer desculpa viável, encerrando o assunto após me informarem que os terminais utilizados não teriam protocolo com a rede Mastercard.Mesmo com todo o transtorno causado, foi-me possível aproveitar as minhas férias pois tinha um cartão de débito funcional porque, caso contrário, não teria sequer dinheiro para pagar as refeições.Quero ainda acrescentar que durante o primeiro contacto com a Cetelem onde expus toda a situação, mencionada anteriormente, a operadora me informou que o pagamento do depósito de 1000€ não tinha sido possível porque na minha conta bancária tinham apenas 500€, o qual eu repostei pois tinha retirado um extrato do meu saldo dias antes de viajar e sabia perfeitamente que teria saldo suficiente. Posto isto, a operadora disse que iria verificar novamente a situação e voltou minutos depois lamentando o sucedido, informando que seria um erro na base de dados e que realmente tinha saldo suficiente, e que o cartão de crédito também poderia ter um problema e, por isso, iria contacar o departamento informático para averiguar a situação. Após novo contacto informaram-me que o problema já tinha sido resolvido e que poderia voltar a usar o meu cartão novamente. Como seria de esperar, após todo este transtorno causado, exigi que me fosse dada uma explicação sobre o que realmente aconteceu. Posteriormente, expus o sucedido a um supervisor, que teve uma postura defensiva, pois disse entender perfeitamente a minha situação e até se ofereceu a contactar-me imediatamente de volta para que não ficasse com o encargo de pagamento daquela chamada internacional. Como já não bastasse todo o transtorno, esperei cerca de 3 horas por um novo contacto que nunca aconteceu. Sem outra solução, voltei a contactar e vi-me obrigado a relatar novamente todo o sucedido a um outro operador que se prontificou a ajudar, informando que iria reportar a situação a quem de direito e que dentro de 48 horas alguém me iria contactar para prestar esclarecimentos. Pois passou mais de uma semana e ninguém me contactou, o que acho uma falta de respeito e profissionalismo por mim, que sou um cliente que sempre cumpriu com os seus deveres e que tem legalmente os seus direitos. Voltei a contactar posteriormente a Cetelem e desde aí a situação foi encaminhada para o provedor do cliente, que me informou que, após várias diligências por parte dos departamentos competentes, ficou concluído que não existiam quaisquer registos de transações no portal da SIBS e que o mais provável é que as duas entidades onde tentei realizar os pagamentos não tinham acordos com a mastercard, afirmação complemente falsa porque as empresas dispõem dos certificados de acordo com a rede mastercard e, após contacto com a SIBS, fui informado que esta entidade nunca regista qualquer transação realizada no estrangeiro.Quero com isto que sejam tomadas as devidas providências para que não volte a acontecer esta triste situação a mais nenhum cliente da Cetelem e pretendo que me sejam devolvidos os 300€ em que fui lesado, e também um pedido de desculpas por parte desta entidade, por todo o inconveniente descrito e pelos danos morais causados.

Encerrada

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