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Cobrança indevida de prestação do crédito à habitação
Ao abrigo da legislação em vigor, iniciei no passado mês de Março o resgate de um PPR para liquidação de prestações de crédito à habitação. Este é um processo exclusivamente intermediado seguradora detém o PPR, a Lusitania Vida, e a instituição bancária onde o crédito à habitação, no caso, a Caixa Geral de Depósitos. A única fase em que a pessoa titular do crédito e do PPR intervém é logo no início, por via de um pedido de declaração ao banco dirigida à Entidade Gestora do PPR, com os valores e dados para pagamento. Todos os pedidos referidos têm prazos, que foram escrupulosamente cumpridos por mim nos meses de março e abril. Com efeito, remeti sempre à seguradora a referida declaração assinada pela CGD com a antecedência mínima de 15 dias relativamente à data do vencimento da prestação. O mesmo não se pode dizer da CGD, que, desde logo, não cumpriu o prazo máximo de 5 dias contados da data de entrega do pedido de declaração, tendo-me devolvido a declaração assinada sempre com atraso.Depois, e é aqui que reside a gravidade da situação, após pagamento da prestação comprovado pela seguradora, com o dinheiro do meu PPR, a CGD debitou-me o valor no dia do vencimento da prestação, 16 de março.Esta situação deixou-me perplexa, uma vez que não coloquei a possibilidade de não haver comunicação entre a seguradora e o banco, e que numa operação cujo propósito é aliviar os meus encargos mensais, tenha sido retirado do meu património o montante da prestação em dobro.A partir daqui teve início um penoso processo de contacto com a CGD, quem for cliente do banco saberá que é um processo arcaico e moroso. Neste processo, falei com trabalhadores que não estavam minimamente a par dos trâmites do processo de resgate do PPR para pagamento da prestação da casa. Isto é grave, tendo havido inclusivamente uma trabalhadora que afirmou com toda a certeza e propriedade que a transferência do PPR não era feita diretamente para o banco, mas para a conta do/a cliente, pelo que era impossível que o valor do PPR me tivesse sido retirado em dobro.Entre a cobrança indevida da prestação e a restituição do valor na conta, teve uma passaram-se 6 dias. Para mim, 1 dia já seria demasiado. O dinheiro foi debitado no dia 16, e só a 22 me foi novamente creditado na conta. Mas o pior estava por vir.Este é um processo que tem de ser repetido todos os meses, pelo que em abril voltei a pedir a declaração à CGD, e novamente, quando a recebi assinada pela CGD, remeti-a à Lusitania Vida com mais de 15 dias de antecedência. Para minha total e absoluta incredulidade, a prestação foi-me novamente debitada pela CGD, desta vez a 17 de abril (porque dia 16 foi fim de semana). Isto resultou em novo pesadelo de contactos com o banco, cuja conduta tem sido absolutamente lamentável neste processo.Resultado: hoje, dia 2 de maio, 15 dias volvidos desde o débito da prestação na minha conta, o dinheiro não me foi ainda devolvido. Isto é inaceitável, pelo que não me resta alternativa a apresentar uma reclamação em todas as plataformas disponíveis para o efeito.Numa fase de particulares dificuldades e privações, ironicamente concomitante com a apresentação de lucros recorde por parte das entidades bancárias, este tipo de situações são desumanas e reveladoras de uma absoluta incompetência da CGD para a gestão destes processos. Continuo, assim, a aguardar a restituição do valor indevidamente cobrado no passado dia 17 de abril. E que esta tenha sido a última vez que isto acontece, porque irei continuar a pedir o resgate nos próximos meses.
Pagamento indevido
Venho por este meio comunicar vossas Exas que, após verificação dos movimentos da minha conta bancária, notei que estou a fazer um pagamento mensal desde Junho do ano passado cuja descrição apresenta a página www.budgetscoop.com, que pelas minhas contas totaliza já o valor de 901,45€, sem que eu tenha qualquer registo feito nessa página. Gostaria de saber como é possível este tipo de coisas acontecerem e gostaria de receber o meu dinheiro de volta.
Adesão ao cartão
Venho, por este meio, comunicar minha reclamação, que na data 29/04/2023 as 18:17 minha ESPOSA foi impedida de adquirir o cartão do supermercado Auchan Fórum Algarve pelo motivo de não aceitarem a residência da CPLP, sendo que dia 27/04/2023 outro funcionário efetuou a minha adesão com sucesso com a residência da CPLP e recebi o meu cartão provisório.A informação passada pela funcionária, que não estão mais aceitando a residência mas não sabem o motivo, culparam o banco Oney. Aguardo solução!Lais Sech de Souza Leandro E-mail laissech17@gmail.comTEL: 920280776
Não efetuaram o reembolso
Venho por este site , tentar solucionar meu problema, tenho um plafounf de 1500 mais, a empresa autorizou duas compras de 917 euros que nao foram realizadas, com um cartão mb net de 1000 euros, ja tentei varias formas de resolver isso , e estao me cobrando a parcela de 150 euros , Peço ajuda da justiça , para resolver isso
Tentativa de pagamento
Estou a tentar pagar o meu cartão universo há mais de 3 semanas, em todas as vezes que liguei (foram muitas), eles afirmam que a referência está certa sendo que o banco diz inválida.Tentei pagar na app do banco, no multibanco, payshop, enviei o dinheiro por iban e voltou, de outras contas bancárias, fui até o centro comercial do Colombo para pagar que foi me informado, eles não aceitam pagamento e me mandaram falar com a linha de apoio e até agora nada de resolver o meu problema, tendo em conta que já mandei e-mail ao incumprimento com o print de referência errada de pagamento. Recebi uma mensagem no meu telemóvel que foi para o departamento de contencioso de uma coisa que quero pagar e estou a tentar a 3 semanas moro no estrangeiro então até para resolver a situação quando sair de Portugal ficará mais difícil. E veio a fatura do cartão e não tem débito em conta programado, se não consigo fazer o pagamento de 45 euros com vocês como irei pagar a próxima fatura de 108 só irá acumular.
Dívida prescrita
Exmos. Senhores, Após ter sido interpelado(a) de forma abusiva nos últimos meses para proceder ao pagamento da dívida, no valor 35,37€, constatei que se encontram faturados consumos efetuados há mais de 6 meses. Como tal, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no Artigo 10.° da Lei da Prescrição e Caducidade. Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento do valor supra referido, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais. Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos, no prazo máximo de 8 dias. Com os melhores cumprimentos, Inês Sousa
Comissões de manutenção
Venho, por este meio, apresentar a V. Exas a minha reclamação sobre aplicação da comissão mensal de manutenção da conta, aplicada este ano, depois de 50 anos sem esta comissão, um dos motivos porque permanecia como cliente do banco, as alternativas que me apresentaram ao balcão para baixar a dita comissão serem desinteressantes, parcas e não atrativas. A unilateridade de negócio existente no presente é de má fé e sem consideração pelos valores iniciais da instituição bancária que era o Montepio Geral
Erro morada do contrato de arrendamento
No passado 08/03/2023, procedi à reserva de arrendamento do imovel, cuja referência da 2Easy era 21641/107, tendo para tal liquidado 800€. Com base na reserva abri a minha empresa, tendo colocado como sede a morada que constava da mesma - Travessa da Mãe de Água, nº58, Loja B, (SEM CÓDIGO POSTAL) Amadora (anexo).Posteriormente verifiquei que o imovel tinha o nº de porta 9-D e informei a D.Fátima Quintas, tendo no dia 27/03/2023 celebrado o contrato de arrendamento (anexo).Na conservatória, aquando a retificação da sede, verifico que a morada do contrato é Travessa da Mãe de Água, nº9 R/c Loja B , 2650-432 Amadora e no certificado energético consta Travessa Mãe de Água, nº9 Loja D, 2700-542 Amadora (anexo).Para corrigir os erros da vossa parte, tive de solicitar o Certificado de Admissibilidade, tendo pago 150€, informei a D. Fátima, que apesar de relutante e sem qualquer pedido de desculpa, transferiu o valor para a minha conta. Contudo, foi ainda necessário a minha contabilista elaborar e apresentar 1 ata de correção da sede e dirigir-se novamente à conservatória para solicitar a devida retificação, tendo liquidado 200€ (anexo) e ainda solicitar novos códigos de acesso à Segurança Social e Finanças, dados os iniciais terem sido enviados para a morada inexistente que constava do vosso contrato de reserva de arrendamento.Assim, venho solicitar que o valor de 200€, referente à regularização da morada da sede da empresa me seja reembolsado para o IBAN que remeto em anexo, o mais célere possível.
Acess ao homebanking
Preciso de aceder à minha conta pelo home banking. O assunto é sério, pois tenho cartão novo e vão ter dificuldades quando tentarem ir buscar dinheiro para pagamento dos últimos movimentos. O problema é que não deixam. Tem que ser ter APP. Ora o meu tlm é dos antigos, não tenho nem quero ter apps (sou obrigada a isso ? Onde está essa legislação ?). E agora ? Como faço ?
Cartões Bloqueados
Recebi uma mensagem esta manhã do Activo Bank a informar-me que havia uma transação não reconhecida e que ja tinha sido contatado sem sucesso e que o meu cartão estava bloqueado. Eu nunca fui contatado pelo banco sobre qualquer transação. Demorei meio dia para conseguir falar com alguém pois o numero que pediam para eu ligar nas mensagens era de outro banco que não tinha os meus detalhes!! Quando finalmente consegui falar com alguém do ActivoBank para rever a transação que bloqueou o cartão esta ainda não está visível. E como é fim de semana e feriado, só lá para 3a feira é que podemos ver. Até lá não posso usar cartão nenhum. Como esta é a única conta que tenho estou sem poder fazer nada. Pior ainda, vou viajar na segunda feira e nem um Uber para o aeroporto posso apanhar. Este banco deixa-me completamente pendurado sem acesso ao meu dinheiro! Não tenho acesso ao meu dinheiro sem ter uma razão clara - apenas dizem que ha uma transação suspeita, mas não mostram essa transação e não me dão oportunidade de a rever. Simplesmente bloqueiam os meus cartões durante dias causando imenso transtorno. Com certeza isto não é legal. Um banco não pode impedir-me de ter acesso ao meu dinheiro durante tanto tempo.Obrigado pelo vosso parecer.
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