Reclamações públicas

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A. N.
27/02/2019

Cirurgia da minha filha bebé adiada pela segunda vez

Venho por este meio vos contactar, devido ao que está a acontecer com a minha filha bebé com 11 meses de nome Yolanda. Em 16 de Março de 2018, dei á luz a minha bebé no Hospital de Portimão.No ultimo dia de internamento, a pediatra passou pelo nosso quarto, esteve a observar a bebé e diagnosticou displasia da anca nos dois lados. Assim sendo encaminhou-me para o Hospital D. Estefânia, para o Dr. Francisco Santanna, onde o DR. pediu radiografias e constatou que realmente ela tinha esse problema na anca dos dois lados. Entretanto a minha filha usou o aparelho de Pavlik aproximadamente1 mês para tentar corrigir, o lado esquerdo foi ao sítio( pelo que viram nas radiografias) mas o lado direito continuou deslocado.Entretanto o doutor disse que a única solução era a operação, que entretanto ficou marcada para 4 de Julho de 2018. Anteriormente tinha recebido uma carta em meados de Maio a informar que a minha filha estava inscrita para cirurgia e que iriam operar num tempode espera máximo de 60 dias. Essa cirurgia foi adiada sem nenhuma explicação para connosco( pais da Yolanda) .Após várias tentativas para saber quando a minha filha iria ser operada, vários telefonemas ( visto que somos do Algarve e não podemos nos deslocar diretamente ao hospital) , ninguém tinha informações sobre datas, simplesmente me diziam que têm muitas crianças em lista de espera. Nos meios de Dezembro de 2018 recebo uma carta do Hospital D. Estefânia a informar que a minha filha tinha consulta marcada para 29 de Janeiro de 2019 pelas 16H30.Nesse dia da consulta, o Dr. Delfin Tavares ( responsável pelo serviço de ortopedia) pediu para fazer outro raio X para confirmar o diagnóstico.Informou me que a minha filha tinha operação agendada para dia 27 de Fevereiro de 2019 pelas 08H30.Entretanto marcou a consulta de anestesia e pré-operatório para dia 15 de Fevereiro mas foi adiada para dia 22 de Fevereiro derivado á greve da função publica .Na consulta de pré-operatório de dia 22 foi-nos dito que em principio poderia não ser operada logo de manhã pelas 08H30 mas que seria no mesmo dia mais tarde, mas que depois confirmavam. Ficamos então a aguardar um telefonema por parte do Hospital a confirmar a hora, quando ontem ( Terça-feira, 26 Fevereiro 2019) me ligam pelas 16H a informar que a minha filha não irá ser operada hoje porque têm uma doente que está internada e precisa de ser operada. Isto tudo para dizer que a minha filha está quase há um ano á espera desta cirurgia, ela não pode ir para o chão brincar porque ao fazer movimentos com a perna, o osso desloca-se e causa-lhe dor, visto que ela chora, ela não consegue gatinhar, e quanto mais tarde a bebé ser operada mais influencia terá na vida dela, visto que o Dr. Francisco Santanna nos disse que se ela não for operada ficará a coxear. É uma vergonha o que estão a fazer com a minha filha, não têm respeito pelos doentes, não se importam basicamente.Eu não tenho nada a ver com os outros doentes, eu quero é que a minha filha seja operada na data que foi estipulada, coisa que não aconteceu, sendo que ela também necessita de cirurgia urgente. Nós somos do Algarve, o que causa a situação pior porque é o dinheiro que estamos a gastar com viagens onde a bebé já poderia ter sido operada anteriormente e era escusado tantas deslocações sem nexo, visto terem adiado novamente a cirurgia. Quero uma resposta com a nova data de cirurgia o mais breve possível, caso contrário sou obrigada a entrar com outros meios. Paciente: Yolanda Filipa Neves Soares.Data de Nascimento : 16-03-2018Lagoa, Algarve.Cumprimentos, Andreia Neves ( mãe da Yolanda) Lagoa, Algarve.

Resolvida

Condições indignas das instalações do Centro de Saúde

No dia 11 de Fevereiro dirigi-me à Unidade de Saúde Familiar da Ramada para solicitar baixa médica por me encontrar gravemente doente e fui informada pela funcionária que o facto de não ter médico de família atribuído, teria que me dirigir ao Centro de Saúde de Odivelas, extensão UCSP Odivelas (antigo CATUS). Quando cheguei ao local, fiquei chocada com as condições do espaço. Um buraco pequeno, mal arejado, com poucas cadeiras, com cerca de 50 pessoas amontoadas, apertadas e a respirarem umas em cima das outras. Um local perfeito, para sair ainda mais doente, digno de terceiro mundo. Pelo facto do buraco estar completamente lotado, tive que ficar uma hora e meia na rua, de pé, ao frio, a aguardar que chamassem a minha senha. Tive a sorte, no meio daquele caos, quando a funcionária da receção chamou a minha senha, ter percebido a gravidade do meu estado de saúde e ter sido atendida pelo médico. Neste dia fiquei a perceber que para além de não ter direito, até ao momento, a um medico de família, ainda sou tratada como uma cidadã de segunda, sendo atirada para um local bem mais longe da minha zona de residência (a minha Freguesia é a Ramada) e sem quaisquer condições de segurança e de dignidade para uma pessoa doente. Apresentei reclamação no site da Direção Geral de Saúde e expus também esta situação por e-mail à Câmara Municipal de Odivelas.

Encerrada
A. C.
02/02/2019

Rastreio auditivo

Fui abordada telefonicamente no dia 01/02/19 para comparecer juntamente com o meu companheiro a um rastreio auditivo para maiores de 50 anos no centro da aldeia de Nª Srª de Machede (Évora), onde resido. Logo de início perguntei se era uma empresa, mas a funcionária habilmente me levou a crer que se tratava de um rastreio nacional para o SNS, com o apoio da Junta de Freguesia, similar aos que se fazem para o cancro da mama, diabetes, etc, acrescentando que o resultado do rastreio seria para entregar ao médico de família. Nunca mencionaram o nome de qualquer empresa. Acreditei e esta manhã (02/02/19) lá nos dirigimos à hora acordada. Imediatamente percebi que se tratava de uma empresa e que a ação se destinava a tentar vender aparelhos auditivos. Telefonei ao Presidente da Junta, que me confirmou ter dado autorização à referida empresa (que mal conhecia) para a sua acção de promoção junto às instalações da Junta, mas que não fazia ideia da forma como angariavam os potenciais clientes, ficando também ele indignado depois de eu lhe ter relatado o processo «manhoso» como encaminham as pessoas. Estou absolutamente indignada com esta prática, mais ainda depois de encontrar na Internet mais relatos de ações fraudulentas junto sobretudo de idosos por parte desta empresa. Senti-me enganada e confrontei-os enervada, tendo eles reagido de forma agressiva, revelando nas suas palavras mau carácter e o discurso típico de quem tenta «virar o bico ao prego» e fazer-me passar a mim por malcriada.

Encerrada

Uma divida sem fundamento

No dia 09/03/2018, realizei exames no Trofa Saúde Hospital em Braga Centro. No momento da marcação do exame, perguntei se tinham comparticipação com o estado ao que me responderam positivamente e entreguei a receita da minha médica de família e paguei no ato um total de 25,50€. Realizei os exames e estes foram-me enviados por correio eletrónico. Após receber uma e única carta a 20/07/2018 deste hospital com a ameaça de último aviso, referente a um pagamento em falta no valor de 135.00€, dirigi-me ao mesmo para o esclarecimento da origem desta divida. A funcionária da receção alegou que a colega que me tinha atendido não estava na manhã em que me dirigi lá, e que só ela me poderia esclarecer essa situação. Referiu também que eu não possuía qualquer fatura no meu registo de cliente. Como não obtive qualquer resposta por parte do hospital nesse mesmo dia, enviei um email para registar o meu pedido de esclarecimento para o endereço eletrónico que constava na carta. Não obtive resposta. A 18/12/2018 foi me enviada uma injunção com o mesmo valor de pagamento, mais os custos jurídicos no valor de 278.22€. No dia 02/01/2019 entrei em contacto telefónico com o hospital, e a senhora Joana Rodrigues indicou-me que teria havido um erro informático de cliente e se disponibilizou a ajudar a esclarecer o assunto.Enviei emails ao hospital e ao advogado, Dtor. Rio Aragão Gama, nome que vinha referido na injunção, expondo o assunto atrás escrito. Nunca obtive resposta de ambas as partes. No dia seguinte recebi uma chamada de uma Sra. Andreia, a funcionária que me atendeu no dia 09/03/2018, referindo que a divida que contraí seria por sua culpa, uma vez que se teria enganado na faturação, alegando que o Trofa Saúde Hospital em Braga não tem acordo com o SNS do Centro, apenas com o SNS do Norte, e a minha receita era de Viseu, logo não teria direito a essa mesma comparticipação. Contestei com a mesma, alegando que na altura perguntei se o hospital tinha comparticipação e que ela confirmou, aceitando a minha receita, e pedindo-me o valor referente á taxa do serviço nacional de saúde 25.25€. A funcionária disse que nada poderia fazer e eu respondi que não iria fazer qualquer tipo de pagamento.Realizei outro pedido, por correio eletrónico, para me ser esclarecido qual o fundamento da minha divida, sem obter qualquer resposta.No dia 04/01/2018 dirigi-me ao hospital para tentar falar com alguém da administração. Mais uma vez tive que expor todo assunto, visto que todos os meus emails estavam a ser redirecionados para a funcionária da receção e era ela que estava a tratar do meu caso. A mesma funcionária, Sra. Andreia, foi chamada ao piso da administração e la descreveu a situação que me contou ao telefone. Por sua vez a senhora da administração chamou a Dra. Carla, que disse que ia assumir o caso, alegando que o erro era de faturação, e que não me preocupasse que iriam retirar o assunto. Pedi que me fosse então enviado o ponto da situação por correio electrónico quando obtivessem uma resposta.No dia 14/01/2019 recebi uma chamada da mesma funcionária, Andreia, dizendo que estaria tudo tratado que a injunção tinha sido retirada, e que então só faltaria pagar a divida para com o hospital, os 135.00€. Mais uma vez disse que não iria fazer uma vez que a culpa desse erro não era meu. E a funcionária mais uma vez disse que nada poderia fazer.No dia 15/01/2018, uma vez mais dirigi-me ao hospital para falar com a administração. Falei diretamente com a Dra. Carla, que me disse nada saber sobre este telefonema porque afinal não estava nada resolvido. Apenas a injunção tinha sido retirada. Pedi para me formalizar isso por papel ou por correio electrónico, e ela disse não ter poder para o fazer, mas que ia pedir ao advogado para então me enviar o que solicitava, mas naquele momento, tinha muitos casos para resolver e o meu estaria em lista de espera. Dia 19/01/2019, continuo sem qualquer resposta de ambas as partes.

Encerrada
M. S.
27/12/2018

Reclamação de atendimento

No dia 24 de Dezembro de 2018 desloquei me ao hospital veterinário Alma veterinária com o meu gato de 5,5 meses que se encontrava prostrado e sem querer comer, foi-me dito que para ser visto teria de pagar 60€ efectuei o pagamento e aguardei, ao fim de 45 minutos fui chamada para verem o gato a médica examinou o e disse me que teria que lhe fazer um hemograma e que seriam mais 55 € aceitei pk queria salvar o gato quando vieram os resultados do exame a médica disse que o prognóstico não era bom e que o gato teria que ficar internado e que para isso teria de pagar no imediato 208€ dinheiro que não tinha ao que ela me disse que se não tinha esse dinheiro ela não podia fazer nada. Deu o contacto de outro hospital veterinário para eu tentar lá. Sai e foi me cobrado 61€ em vez dos 55€ que me dissera que era o valor do exame. Deixei 121€ nessa clínica para nada visto que não ajudaram o meu gato. 121€ que neste momento fazem a diferença entre a vida e a morte do animal no outro hospital visto que ele precisa de mais exames eventualmente uma transfusão de sangue que não posso pagar. Esta clínica veterinária só se interessa em ganhar dinheiro não se preocupa minimamente com os animais. Deveriam ter uma sinalética à porta a informar que é uma clínica para pessoas abastadas. O exame que me foi cobrado à 61€ nesta clínica. Tem o valor de 14,50€ no hospital onde tenho o meu gato internado a diferença do preço das consultas é 25€ de uma clínica para a outra. Quero que esta clínica seja responsabilizada pelo facto de não terem dado ajuda quando foi necessária. Vai perder se uma vida por causa da ganância.

Encerrada
J. S.
23/12/2018

Médico foi-se embora sem me consultar e sem me terem informado

O médico Dr. João Paulo Farias da especialidade de neurocirurgia na CUF das Descobertas foi-se embora deixando-me na sala à espera da consulta sem ninguém me informar de tal situação.Estive aproximadamente 1h30m à espera pela consulta. Apenas fui informado que o médico se tinha ido embora quando questionei as funcionárias acerca do motivo da demora.Ficou combinado que me devolveriam o valor que pagaria pelo parque de estacionamento da própria clínica, mas quando fiz o pedido por escrito, apenas me enviaram um e-mail com texto genérico lamentando a situação, em que esse texto serve de resposta a qualquer tipo de reclamação.Penso que deveriam ter mais respeito pelos pacientes.Posteriormente sou contactado telefonicamente para reagendarmos as duas consultas de pediatria que tinha com os meus dois filhos.Concluo que existe uma má gestão e organização da CUF, pelo que fico com bastante relutância em reagendar qualquer tipo de consulta.

Encerrada
A. C.
18/12/2018

Completa humilhação e falta de respeito

Por já ter tido anteriormente uma consulta no Hospital da Luz de Coimbra, enquanto ainda era Idealmed, e ter ficado bastante satisfeita, decidi marcar uma consulta de Otorrinolaringologia para hoje dia 18 de Dezembro para tratar um problema que já tenho há vários anos. Quando fui chamada para a consulta com o Dr. Rui Cortesão, mesmo antes de o mesmo me ouvir e perceber quais eram as minhas queixas, sentou-me na cadeira de observação, e após observar o meu nariz, garganta e ouvidos, que eram o problema, decidiu aspirar o ouvido direito. O técnico Renato Moreira (que nem pertence ao Hospital, tendo apenas vindo como acompanhante do médico) encontrava-se a registar no computador tudo o que médico dizia. Mesmo sem ninguém me perguntar, comecei a dizer o porquê da consulta, que sofria muito do ouvido esquerdo, e que após muita pesquisa achava ter a doença VPPB por os sintomas baterem todos certo. Mal digo o nome da doença (Vertigem Posicional Paroxística Benigna) o técnico Renato Moreira solta uma gargalhada estridente, não sei o motivo, se pronunciei mal ou qualquer outro motivo. Olhei de imediato para o técnico e o médico perguntou-me está tudo bem?. Considero que o técnico foi extremamente mal-educado, pois senti-me humilhada e constrangida, com vontade de me ir embora. De seguida, levam-me para uma sala para fazer mais exames e quando todos se ausentaram, conversei com a pessoa que me acompanhava e cheguei à conclusão que não podia dar continuidade àquilo e fui-me embora. Escrevi no livro de reclamações e paguei apenas 17€ pela observação e limpeza dos ouvidos, porque considerei que este trabalho foi, de facto, efetuado. Em relação à consulta (A consulta médica é o tempo em que o paciente está com o profissional num espaço determinado (o consultório ou o domicílio de quem sofre do problema de saúde), enquanto o doutor dá o seu parecer e recomenda os passos a seguir (receitando medicação, mandando fazer exames específicos, etc.)) considero que esta não foi feita e, portanto, não a paguei. O que aconteceu foi uma simples limpeza de ouvidos e foi isso que eu paguei. Passado umas horas, recebo um telefonema do Hospital da Luz de Coimbra com ameaças para que o valor da consulta seja pago e que se não for vai para contencioso pois o médico considera que houve consulta. Desejo ver esta situação resolvida e que haja respeito pelo utente que paga para ser bem atendido!

Encerrada

Médis - Má informação e incompetência

A minha reclamação prende-se com a qualidade dos serviços da Médis para com a minha mulher, de cuja apólice de seguro eu sou titular.Dia 7/12/2018, na clínica CUF Cascais, tendo-lhe sido pedida uma endoscopia por parte da médica gastroenterologista, a minha mulher perguntou na recepção quais seriam os valores a pagar (com e sem anestesia).Apenas souberam dizer os valores de tabela, afirmando desconhecer qual seria a comparticipação da Médis e que tal informação só poderia ser dada pela seguradora. Ainda nesse dia, a minha mulher ligou para o número de apoio da seguradora, onde, de início, o operador não queria dar valores, com a desculpa de que «não sabia quais os preços praticados pela CUF Cascais».Após alguma insistência, lá adiantou que o valor máximo de uma endoscopia com anestesia seria de 180 euros, dos quais a minha mulher teria que pagar apenas 10% (o que daria uma quantia de 18 euros).O operador fez uma pausa para confirmar a questão da franquia e sublinhou que, como a franquia já estava paga, a minha mulher só teria que pagar 10% dos 180 euros.Dia 10/12/2018, a minha mulher foi fazer a endoscopia com anestesia, no valor de 180 euros, uma vez que tinha sido informada que só pagaria 10% dessa quantia. Caso assim não fosse, teria optado pela endoscopia sem anestesia (no valor de 70 euros).Feito o exame, a senhora da recepção informa a minha mulher de que terá que pagar um total de 318 euros, uma vez que o plafond tinha esgotado, acrescentando que só o valor da sedação era de 200 euros.De imediato, a minha mulher ligou de novo para os serviços da Médis, tendo obtido como única resposta: «apresente uma reclamação por e-mail».A nossa grande questão: por que razão não foi a minha mulher informada pelo operador telefónico de que já não tinha plafond?Estando ele na posse de todos os dados relativos ao seguro da minha mulher, tendo até confirmado a questão da franquia, como se justifica que não a tenha informado de imediato que ela teria que fazer o exame sem qualquer comparticipação por parte da Médis, uma vez que o plafond estava esgotado?Era da inteira responsabilidade da Médis informar a minha mulher relativamente a essa situação, pois se tal tivesse acontecido (como seria natural e expectável) ela teria optado por fazer a endoscopia sem anestesia, no valor de 70 euros, em vez de fazer um exame muito mais caro com sedação.Ao ligar-se para a linha de apoio da Médis, pode ouvir-se que «para sua segurança esta chamada será gravada».Sendo assim, basta escutar a gravação de todas as conversas envolvendo a minha mulher para se perceber que ela não foi informada convenientemente e de uma forma clara. Este facto originou uma despesa que apenas aconteceu por manifesta incompetência por parte da Médis.

Resolvida
A. C.
29/11/2018

Devolução Pagamento Consulta oftalmologia

No passado dia 28 de Novembro fui a uma consulta de oftalmologia para a minha filha Laura Amorim prestada pelo oftalmologista Miguel Del Rey Medina que não foi concluída devido a um comportamento agressivo e desadequado por parte do clínico.Apresentei queixa no livro de reclamações para a entidade reguladora da saúde e pedi a restituição do pagamento da consulta que neste estabelecimento de saúde se faz antes de prestado o serviço. O que também foi motivo de reclamação por minha parte.

Encerrada
B. C.
09/11/2018

problemas com a consulta

venho por este meio fazer uma queixa contra a Bel-Diagnostico e Dr. Fernando Galrão ( otorrinolaringologia) devido ao atraso numa consulta e desrespeito para com o paciente...ando a ser acompanhado pelo Dr. Galrão, pois tenho um furo no timpano, após um ano de varias consultas decidiu que tinha que ser operado, depois dos exames feitos era só marcar a cirurgia mas decidiu marcar uma consulta, quase 1 mês após os exames feitos, para o dia 7 de Novembro ás 17h...cheguei um pouco mais cedo, disseram-me logo que estava atrasado, que tinha 3 pessoas á frente, passado 45 mn entra uma quarta pessoa, ainda esperei um pouco pois podia ser algo rapido mas ás 18h ainda la estava...1 hora de espera e consulta nada, a falta de respeito pelos atrasos e ainda passar pessoas á frente ( calculo amiguinhos ) fiquei sem consulta e sem cirurgia, nao posso confiar num medico assim...

Encerrada

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