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Reclamação contra a Impress – Tratamento ortodôntico prolongado e com falhas nos alinhadores
Exmos. Senhores, O meu nome é Patrícia Ferreira, residente em Alcácer do Sal, e venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Impress, responsável pelo meu tratamento com alinhadores dentários invisíveis. Em 2023, contratei um plano de tratamento com duração estimada de 6 meses, com o objetivo de corrigir a posição dos dentes através do uso de alinhadores invisíveis, tendo pago o valor total de 3.000€. No entanto, o tratamento já ultrapassou 1 ano, sem que tenha sido concluído ou demonstrado um progresso satisfatório. Para além do atraso injustificado, tenho enfrentado múltiplos problemas com os alinhadores fornecidos. Atualmente: Não me foi entregue um novo alinhador inferior número 6, por mais que o tivesse solicitado inúmeras vezes. O alinhador inferior número 5 encontra-se danificado, não encaixa corretamente e causa dor na língua e lábios. Fui aconselhada a prosseguir para o alinhador número 5, mas como o mesmo está inutilizável, tive de passar diretamente para o número 7, o que considero impróprio e desajustado ao plano e sendo que paguei pelo produto, exigi a sua substituição, a qual não foi feita. Esta situação foi reportada presencialmente em consulta, mas a única resposta que recebo por parte da equipa médica é para "usar e depois logo se vê". Esta resposta banaliza a minha preocupação, ignora o contrato estabelecido e desrespeita o investimento que fiz. Sinto-me prejudicada e desamparada por parte da Impress, visto que tenho manifestado desagrado e solicitado soluções desde as primeiras fases do tratamento — sem qualquer ação eficaz por parte da empresa. O serviço prestado não está em conformidade com as condições inicialmente contratadas. Assim, solicito o apoio da DECO na mediação deste conflito e, se necessário, no encaminhamento para os meios legais adequados, ao abrigo do Artigo 4.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), que assegura ao consumidor o direito à substituição, reparação ou devolução do montante pago, sempre que o produto ou serviço fornecido apresentar defeitos ou não corresponder ao acordado. Agradeço a vossa atenção e colaboração. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Ferreira
Fraude e Assédio
Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar queixa contra o ginásio Fitness Up, relativamente à contratação de um serviço de Personal Trainer, em fevereiro de 2025. Na altura, duas pessoas da equipa comercial apresentaram-me um plano de acompanhamento com Personal Trainer, garantindo que teria um custo total de 220€ por 7 quinzenas – sendo este o plano mais curto e acessível. Confiei nessa informação e, com base nela, aceitei o serviço e paguei 220€, por cartão de crédito, via débito direto. Ao fim de cerca de um mês, apercebi-me que a informação prestada era falsa e que os valores a pagar seriam bastante superiores ao acordado verbalmente. Foi neste momento que me senti enganada e procurei o reembolso pelo valor extra debitado, ao qual me foi negado, mas fui ao banco e consegui reverter a transação com sucesso. Importa referir que, apesar de inúmeros pedidos, só me foi facultado o contrato quase dois meses depois, após muita insistência. Ou seja, foi-me negado o acesso ao contrato durante os 14 dias legais de livre resolução, o que, por si só, constitui uma grave infração. Em vez de assumirem o erro ou proporem uma solução justa, a única resposta do ginásio foi a exigência de pagamento, sem qualquer abertura para diálogo ou entendimento. Cancelado o débito direto, no próprio dia que percebi o erro, deixei de usufruir do serviço. Ainda assim, continuaram os contactos constantes por telefone e MBWay, alegando uma dívida que já ultrapassa os 600€, valor completamente desproporcional. É importante referir que a única quantia adicional à qual me mostrei disponível para pagar foi a taxa de cancelamento. No entanto, essa opção foi ignorada. O ginásio optou por empurrar a responsabilidade para mim, culpabilizando-me, apesar de ter sido a própria equipa a fornecer dados falsos e contraditórios no momento da adesão, nisso, forçando a acumulação do valor e aumento das ameaças. Negar a realidade do que aconteceu e refugiar-se num contrato que só me foi enviado quase dois meses depois, não apaga o facto de que houve má-fé, ausência de ética e um total desprezo pela verdade. Se não conseguem garantir uma conduta honesta e transparente, não deveriam trabalhar com o público. Já tentei resolver esta situação pessoalmente, em contacto com o apoio ao cliente, 2 queixas no portal da queixa e no livro de reclamações eletrônico. Solicito, assim, a vossa intervenção para análise desta situação e responsabilização da entidade pelos seguintes pontos: -Venda enganosa com base em falsas informações verbais; -Recusa em facultar o contrato dentro do prazo legal dos 14 dias; -Falta de abertura para resolução justa e proporcional ao serviço prestado; -Práticas de cobrança abusivas e assédio por contacto contínuo; -Usar números pessoais para me contactarem, -Postura desonesta e desresponsabilizadora por parte do ginásio. Anexo os comprovativos de pagamento, registos de comunicação e restantes documentos que sustentam esta queixa. Agradeço desde já a vossa atenção. Cumprimentos.
Encomenda não entregue novamente
Exmos. Senhores, Olá boa tarde , a MRW não entregou minha encomenda novamente, estive o dia todo em casa aguardando e não me ligarão e nem tocaram a campainha ,eu gostaria de saber se eles poderiam deixar em um cacifo ou em algum lugar próximo que eu possa retirar.número da encomenda 2002773428
Burla edreams
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar da edreams visto que por via telefónica não assumem qualquer tipo de responsabilidade. A 03/04/2024 foi realizada a compra de um bilhete, onde foi subscrito um suposto plano prime ao qual cobraram uma subscrição de €89.99. Nao efetuei qualquer tipo de subscrição. Em contacto com a linha garantiram o cancelamento do mesmo, para minha surpresa este ano voltam a debitar o valor da minha conta sem autorização. Pretendo reembolso total dos 2 débitos que realizaram sem o meu consentimento, senão serei obrigada a seguir por vias judiciais Cumprimentos.
REEMBOLSO
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº (S964767682). Face ao problema detetado, (COBRANÇA INDEVIDA), solicito o reembolso da quantia em causa. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança Injusta e não a pontos no meu presente
Exmos. Senhores, Ouve 4 vezes a mesma cobrança de 8,60 em minha conta. da minha assinatura DECO PRO teste Uma cobrança foi realizada dia 1 de Abril de 2025 : Débito Direto-Deco Proteste Ed-100001177738 Duas Cobranças no mesmo dia 9 Abril de 2025: 1º Débito Direto-Deco Proteste Ed-100001177738 / 2º Débito Direto-Deco Proteste Ed-100001177738 Uma Cobrança dia 03/ Março de 2025: Descritivo do movimento Débito Direto-Deco Proteste Ed-100001177738 O que eu não percebo, que minha subscrição inicial dizia que dois meses iria ser de 2 euros em cada mês e minha subscrição começou em janeiro de 2025. E esses dois meses a 2 Euros eu não tive de promoção. Consequentemente também, Meus pontos de Presente nunca entrou na plataforma meu presente. Gostaria de mais esclarecimentos sobre isso. Cumprimentos.
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Em 28/03/2025 comprei-vos, através do vosso site, um smartphone marca google pixel 9 pro xl por 879,78€ . a referência da encomenda é 630554584 Em 04/04/25, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato e cancelei a encomenda, ainda sem ter recebido o artigo. Hoje, dia 16/04, ainda não recebi o respetivo reembolso. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Falta de Resposta
Exmos. Senhores, Bom dia, seis semanas passaram e continuo à espera de uma resposta à minha reclamação de 5 de março de 2025 (reclamação nº CAS-229560-P9J7Z0). No dia 4 de março fiquei retido no aeroporto das lajes – Ilha Terceira, uma vez que o meu voo atrasou 5 horas e 15 minutos. A falta de informação nesse mesmo dia, também ficou muito vincada. Acho esta situação inaceitável, solicitando a resposta com urgência e o processamento da indemnização que me cabe, de acordo com o regulamento (CE) N.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho.
Bilhete não recebido
Exmos. Srs., Envio esta reclamação relativamente a um bilhete Coimbra - Porto (Aeroporto) para 22-11-2014 que adquiri através do site a 21-11-2024 ((ID transação 21C987096M619405T - comprovativo em anexo). Acontece que introduzi incorretamente o meu e-mail pelo que não recebi o bilhete ou a fatura como suposto. Contudo, o motivo da minha reclamação é facto de não ter sido possível descarregar o bilhete para o meu dispositivo através do site quando selecionei a opção "Descarregar" no fim do processo de compra, no fim do processo de compra, devido a um erro informático. Uma vez que nunca recebi o bilhete também não dispunha do nr de reserva necessário para obter o bilhete no quiosque. Assim, vi-me obrigada a adquirir novo bilhete, a um valor superior, para o mesmo itinerário no mesmo horário. Apresentei reclamação a solicitar o reembolso do valor do 2.º bilhete adquirido (13,70€) junto da Rede Expressos, que ignorou o meu caso , respondendo apenas com informações genéricas. De momento, encontro-me a aguardar resposta ao ao meu útimo e-mail.
Urgente: Bloqueio injustifcado de conta bancaria pessoal e empresarial
Exmo(a). Senhor(a), Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o Novo Banco, devido a uma série de condutas que considero gravemente abusivas e lesivas dos meus direitos como cliente bancário em Portugal. Resumo dos factos: No dia 13 de abril de 2025, efetuei uma transferência no valor de 4.000€ do Millennium BCP para a minha conta no Novo Banco. O valor foi debitado corretamente, mas até à data não foi creditado na conta de destino. Desde então, a conta encontra-se bloqueada, impedindo-me de aceder aos meus próprios fundos, apesar de ter enviado todos os documentos solicitados. No dia 16 de abril, venceu um depósito a prazo, que o banco recusou-se a pagar, sem justificação válida. O banco exigiu traduções certificadas e apostiladas, embora eu resida legalmente em Portugal há mais de 6 anos e tenha atividade económica registrada desde 2020. Já enviei vários emails e tentei entrar em contacto diversas vezes, sem qualquer resposta até hoje. No dia 12 de abril, registrei uma reclamação oficial no Livro de Reclamações eletrónico, sem qualquer resposta até ao momento. Devido ao bloqueio da conta, estou a enfrentar dificuldades sérias para pagar salários dos meus funcionários e outras despesas operacionais essenciais relacionadas com o meu negócio. Considero estas práticas inadmissíveis por parte de uma instituição regulada. Solicito uma intervenção imediata do Banco de Portugal para: 1. Desbloqueio imediato da conta; 2. Regularização da transferência de 4.000€; 3. Pagamento do depósito a prazo vencido; 4. Explicação formal sobre o bloqueio da conta; 5. Garantia de que situações semelhantes não se repitam. Agradeço a atenção e aguardo com urgência a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos,
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