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Bagagem alegadamente fora de medida
Exmos Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento que me foi dado no aeroporto de Málaga aquando do embarque num voo da Ryanair com destino ao Porto, bem como relativamente à cobrança de 50€ associada à alegada desconformidade da minha bagagem de cabine. No momento do controlo da bagagem, fui informado por uma funcionária de que a minha mala excedia as dimensões permitidas. Discordei da avaliação e foi-me pedido que colocasse a mala no medidor existente junto à porta de embarque. Conforme se comprova pela fotografia tirada no momento, a mala entrou efetivamente no compartimento destinado à verificação das medidas. Apesar disso, a funcionária insistiu que “considerava” que a mala estaria ligeiramente fora das dimensões permitidas e informou-me de forma perentória que teria de pagar imediatamente 50€, sob pena de não me ser permitido embarcar no voo. Perante esta situação, manifestei claramente a minha discordância e solicitei implicitamente que a situação fosse revista ou analisada por um superior, uma vez que não aceitava a decisão tomada apenas com base numa apreciação subjetiva, sobretudo quando a mala se encontrava dentro do medidor disponibilizado pela própria companhia. Contudo, o ambiente criado pela funcionária foi intimidatório, conflituoso e arrogante, gerando enorme pressão emocional. A minha esposa ficou extremamente nervosa e aterrorizada com a possibilidade de sermos impedidos de embarcar e, perante a ameaça de não podermos viajar, acabou por efetuar o pagamento dos 150€ de imediato, apenas para evitar maiores problemas porque a funcionária tembem dizia que mais 2 malas de familiares também excediam as dimensões sem as verificar. Acresce que realizei a viagem Porto–Málaga com exatamente a mesma mala e sem qualquer problema ou observação por parte da Ryanair no aeroporto de partida, o que reforça a inconsistência da decisão tomada em Málaga. Assim, venho solicitar: A reapreciação desta situação; O reembolso do valor de 50€ cobrado indevidamente na minha mala; O esclarecimento sobre os critérios aplicados naquele embarque; A análise do comportamento da funcionária envolvida, tendo em conta a postura intimidatória e desadequada adotada perante os passageiros; O envio da respetiva fatura/comprovativo fiscal do pagamento efetuado. Anexo à presente reclamação a fotografia tirada no momento da verificação da bagagem, onde é visível que a mala se encontrava colocada dentro do medidor disponibilizado pela companhia.
impedidos de embarcar para o UK
Exmos Sr/a, A 7 de março do corrente ano, eu e a minha esposa tínhamos voo de Lisboa para Dubrovnik (Croácia) com escala em Manchester. Para o efeito, tínhamos em nossa posse o passaporte, cartão de cidadão e e-mail a confirmar o ETA, todos os documentos válidos para ambos os passageiros. No entanto, na porta de embarque a hospedeira exigiu documento do ETA com fotografia através da aplicação UKETA, não sendo suficiente o e-mail apresentado como comprovativo de termos efetuado o ETA. Na impossibilidade de aceder à aplicação a um documento com fotografia, a hospedeira impediu o nosso embarque, tendo informado que não tinha forma de verificar se o ETA estaria associado ao passaporte, o que impossibilitou a nossa chegada ao destino – Dubrovnik. Espanto nosso, quando descobrimos que outros colegas de trabalho embarcaram noutros voos com apenas o e-mail a confirmar a validade do ETA, tal como nós tinhamos. Além de termos de comprar novo bilhete aéreo para o destino (comprovativo em anexo 2ªViagemLX_Croacia) e de todo o transtorno causado, com despesas em transportes terrestres e estadia em Madrid (comprovativos em anexo), perdeu-se um dia e meio de trabalho.
Cancelamento de voo, recusa de reencaminhamento e falta de reembolso
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à reserva KBGV8F3, referente ao voo EJU7681 Lisboa–Praga, previsto para 15 de maio de 2026, adquirido por €132,48. Em 20 de novembro de 2025 fui informado pela easyJet do cancelamento unilateral do referido voo, cerca de seis meses antes da data prevista da viagem. Embora reconheça que, por ter sido avisado com mais de 14 dias de antecedência, não existe direito à compensação prevista no artigo 7.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, tal circunstância não elimina os direitos previstos no artigo 8.º do mesmo Regulamento. Após o cancelamento, solicitei expressamente o meu reencaminhamento para o destino final na primeira oportunidade disponível, tendo inclusive identificado um voo alternativo operado pela TAP Air Portugal na mesma data. A easyJet recusou o pedido, alegando que, por o cancelamento ter ocorrido com mais de 15 dias de antecedência, não existiria obrigação de assegurar tal reencaminhamento. Esta resposta confunde claramente o regime da compensação financeira previsto no artigo 7.º com o direito ao reencaminhamento previsto no artigo 8.º. Posteriormente solicitei por diversas vezes que a easyJet identificasse a disposição legal que sustentaria essa interpretação do Regulamento, sem nunca obter resposta substantiva. Entretanto, apresentei a questão à ANAC, que confirmou que, mesmo quando o cancelamento é comunicado com mais de duas semanas de antecedência, o passageiro mantém o direito de optar entre reembolso ou reencaminhamento nos termos do artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Face à recusa da easyJet em assegurar o transporte alternativo solicitado, fui obrigado a adquirir uma nova viagem por meios próprios junto da TAP Air Portugal, através da reserva Y3IZHS, no valor de €227,63. Acresce que tinha igualmente uma reserva não reembolsável em Praga, efetuada antes do cancelamento do voo, no valor de €220,50, tendo organizado toda a viagem com base no transporte inicialmente contratado. Posteriormente, em março de 2026, solicitei o reembolso do valor pago à easyJet. Recebi confirmação da companhia de que o pedido seria processado no prazo de 7 dias, mas até à presente data não recebi qualquer pagamento nem qualquer esclarecimento relativamente ao protocolo 111141328. Assim, solicito: • O pagamento imediato do reembolso de €132,48 referente à reserva KBGV8F3; • A reapreciação da recusa de reencaminhamento e o reconhecimento da incorreta aplicação do Regulamento (CE) n.º 261/2004; • Uma proposta de compensação pelos prejuízos, transtornos e custos adicionais suportados em consequência da atuação da companhia; • Resposta formal ao protocolo 111141328, até agora ignorado. Na ausência de uma resolução adequada, reservo-me o direito de recorrer aos mecanismos de resolução alternativa de litígios e aos tribunais competentes para obtenção do ressarcimento integral dos prejuízos sofridos. Anexo os comprovativos da reserva original, do cancelamento do voo, das comunicações trocadas com a easyJet, da resposta da ANAC, do pedido de reembolso e da viagem alternativa adquirida. Com os melhores cumprimentos.
Bilhetes pagos e não reservados
Exmos. Senhores No dia 17 de maio comprei dois bilhetes com a Rede Expresso em com plano de pagamento em três vezes. A primeira prestação foi paga no dia da reserva e as outras duas ainda estão ativas paga pagar. Ao não receber os bilhetes e solicitá-los a Rede Expresso me foi informado que a reserva não foi feita e já entrei em contacto com a Rede Expresso para resolver a situação e até hoje não foi resolvida.
Cobrança indevida de combustível — valor impossível para o modelo do veículo
Aluguei um veículo na Goldcar Porto (reserva nº 29271788) e fui cobrada indevidamente em 127€ na minha caução. O veículo atribuído foi um Fiat Panda (BT84QC), com depósito de 35 litros. A Goldcar cobrou-me 73€ de combustível + 50€ de multa, alegando que devolvi o veículo sem o depósito cheio. O problema é simples: encher um depósito de 35 litros custa no máximo 61€ ao preço atual da gasolina em Portugal (~1,75€/litro). É fisicamente impossível cobrar 73€ de combustível neste veículo, independentemente do nível do depósito. Contactei a Goldcar por email duas vezes. Na primeira resposta citaram a política de combustível sem responder ao argumento. Na segunda, recusaram o reembolso afirmando que a cobrança estava correta, sem apresentar qualquer prova ou justificação para o valor. Exijo o reembolso dos 127€ cobrados indevidamente.
Voo cancelado
Exmos. Senhores, A 10 de maio de 2026 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo entre Faro e Tirana através dos voos FR6313 (Faro - Bruxelas (Charleroi)) e FR8236 (Bruxelas (Charleroi) - Tirana) a ter lugar no dia 03 de junho de 2026. Fiz igualmente uma reserva para voos de regresso FR8350 (Tirana - Milão (Bérgamo)) e FR5139 (Milão (Bérgamo) - Faro). Sucede que, a 2 de junho de 2026, isto é, menos que 2 semanas antes da data do voo, fui por vós informado o voo de ida FR6313 tinha sido cancelado, sem mais. Uma vez que fui impossibilitado de efetuar a viagem de ida, venho por isso exigir que me sejam devolvidos os 45,58€ que paguei pelos bilhetes de regresso, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Atraso na entrega da segunda via da licença de aprendizagem
Boa tarde, Venho por este meio apresentar um reclamação relativamente à demora na entrega da segunda via da licença de aprendizagem de condução da categoria B. Vivemos na era do digital, onde todos os dados estão em formato digital. É inadmissível o tempo em que me encontro à espera da segunda via da licença de aprendizagem! Fui assaltada e fiquei sem a carteira, perdendo todos os meus documentos, incluindo a licença de condução. Por esse motivo, fui impedida de realizar o exame prático de condução que estava marcado para o dia seguinte. Entretanto, solicitei uma segunda via da licença de aprendizagem que ainda não chegou até ao momento. Encontro-me à espera à já longas semanas, sem qualquer previsão da chegada da mesma. Sem este documento não me é permitido requerer um novo exame prático de condução. Uma vez que a minha licença de condução expira dentro de 2 meses e o mesmo se aplica ao exame teórico de código, é inconcebível ficar impedida de tirar a carta de condução pela lentidão com que este assunto está a ser tratado. É absolutamente inadmissível tanta burocracia e tanta demora, quando todos os dados já constam no sistema informático! Peço a maior brevidade no envio da segunda via da licença de aprendizagem, para que possa marcar o exame prático, em tempo útil, com a maior rapidez. Cumprimentos, Mariana Lima
Recarga de Passe carris way
Venho por meio deste veículo demonstrar a minha insatisfação com os serviços da aplicação da carris way. Fiz a tentativa de carregamento como sempre faço mensalmente na data de hoje 01.06.2026. Foi debitado da minha conta bancária mas o meu passe não foi recarregado devido a instabilidade técnica na APP. Passei o dia a tentar entrar em contacto com o suporte mas, os mesmos não souberam prestar esclarecimentos e ao mesmo tempo apresentaram descaso com minha situação. O banco aguarda por parte da carris o cancelamento para que o dinheiro volte a estar em minha conta novamente. Na data de hoje tive de gastar 80 euros com passes por esse erro. Preciso de solução! 025 000174281 2022740348
Motorista não parou
Ex. Senhores No dia de hoje 01/06/2026 pelas 19 e 30, na localidade de Santana, Sesimbra, na paragem do jardim, estava á espera do autocarro com o número 3204 com destino a Azoia. Parou um autocarro de outra linha na paragem para apanhar dois passageiros, e o 3024 não esperou que o outro saísse da paragem e passou ao lado ignorando os passageiros, neste caso, eu e a minha filha. Ainda tentei que parasse ao lado mas ignorou me completamente, O autocarro em questão tem a matrícula AQ -58 VG da linha 3204 que tem como horário de partida de Sesimbra 19 e 25, Gostaria que o motorista que conduzia este autocarro, fosse chamado a razão e repreendido, pago todos os meses passe bem como a minha esposa, a minha filha tem passe gratuito, e acho que não mereço esta falta de respeito, ficamos quase mais uma hora a espera do próximo e último autocarro para a Azoia. Isto é inaceitável, é de uma falta de profissionalismo e civismo incrível. Sem outro assunto, obrigado pela atenção Jorge Rodrigues
Cobrança de valores acrescidos no último momento de check-ins, decorridos todos os prévios check-ins
1. Ao fazer o checkin do voo, online, para Barcelona 26 de março de 2026, de três passageiroso, o sistema da ryanair perante a escrita errada do nome de um passageiro dada a semelhança dos nomes (Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues - Nome a aparecer no bilhete Luís Rodrigues (pai) e Luís André Silva Pereira Rodrigues (filho). O nome que aparecia no bilhete era Luís Rodrigues, pelo que não permitiu fazer a devida correção muito antes da validação final do processo. No sistema, à medida que se avançava no registo do check-in, não era possível efetuar correções. O nome escrito ficava automaticamente gravado. Para solucionar este problema, interagi-se com o chat da Ryanair por meio de respostas fornecidas pela inteligência artificial. Tal obrigou o cliente a passar uma tarde a descortinar os processos para a resolução de um problema que não deveria existir; na escrita errada de um nome e/ou de um código, deveria haver a possibilidade de proceder à respetiva correção. Mas encontrámos a solução. 3. Como já tinham sido realizados, online, dois check-ins de dois passageiros, Elisabete Costa e Silva e Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues, e os documentos comprovativos continuavam ativos na APP da RYANAIR, procedemos à emissão do check-in Porto Barcelona apenas para o Luís André Silva Pereira Rodrigues. 4. Foi com estes comprovativos do check-in que entrámos no aeroporto, em anexo. 5. Contudo, já depois de estarmos em vias de entrar no acesso ao avião, isto é, no último controlo dos bilhetes e ainda que, pelo primeiro controlo via digital, tivéssemos entrado sem qualquer problema, fomos surpreendidos com o alerta de erro, sem margem de tempo para ponderar ou reclamar, implicando o pagamento de 55 euros cada um (110 no total). Atendendo ao facto do sistema de check-in ser deficitário como mencionado (nomeadamente, pelo facto de não se poder corrigir o nome e pelo facto de não haver uma notificação de que algo estivesse em falha, assim como pelo facto de termos entrado com o QR da aplicação sem qualquer anomalia, tendo sido, por fim expostos à situação inusitada e penalizante tanto ao nível pecuniário como moral, vimos, por este meio, solicitar o reembolso dos 110 euros que fomos obrigados a pagar, sob pena de, passados todos os trâmites, termos de regressar ao domicílio.
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