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COBRANÇA INDEVIDA, CLIENTE NOWO 13464965
EM 16-07-2026 FIZ O CANCELAMENTO DO MEU CONTRATO COM A NOWO E NO MESMO DIA ATIVEI O CONTRATO COM A DIGI. AO FAZER O CANCELAMENTO DO CONTRATO COM A NOWO NA PLATAFORMA DA NOWO APOS FAZER O REGISTO NA MESMA E FAZER TUDO COMO ME FOI INDICADO PELO APOIO TELEFONICO DA NOWO, NO FINAL DE SUBMETER O CANCELAMENTO, APARECE UMA MENSAGEM A DIZER QUE O CANCELAMENTO SÓ SERÁ EFECTICO A 16-08-206, QUESTIONEI O APOIO TELEFONICO DA NOWO QUE ME CONFIRMOU ISSO MESMO, APESAR DE JÁ NÃO TER O SERVIÇO DESDE O DIA DE HOJE, 16-7-2026, VOU PAGAR MAIS UM MES DE SERVIÇO QUE NÃO TENHO UMA VEZ QUE JÁ NÃO ESTA ACECIVEL E FOI DEVIDAMENTE CANCELADO NA MESMA PLATAFORMA DA NOWO. VENHO POR ESTE MEIO RECLAMAR ESTE ABUSO, NADA JUSTIFICA A COBRANÇA DE MAIS UM MES DE UM SERVIÇO QUE ESTÁ CANCELADO, NÃO EXISTE DESDE HOJE E JÁ ESTOU A PAGAR PARA OUTRA OPERADODORA . OBRIGADA PELA ATENÇÃO, AGUARDO O VOSSO MELHOR FEEDBACK. NA ESPERANÇA DE QUE TAL COBRANÇA NÃO SE VENHA A CONCRETIZAR. ATENTAMENTE, ANITA PIRES.
Processo de reparação de televisor Samsung e incumprimento por parte da Samsung e Mavideo
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um processo de reparação do meu televisor Samsung LCD de 55 polegadas, cuja gestão tem sido efetuada pela empresa Mavideo, por indicação da Samsung, e que considero estar a ser conduzido de forma manifestamente lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. O equipamento foi adquirido em 25 de abril de 2021 e a avaria ocorreu em 16 de maio de 2026, já fora do período de garantia. No dia 18 de maio de 2026 contactei a Samsung, que me encaminhou para a Mavideo. Nesse mesmo dia entrei em contacto com a Mavideo, tendo sido agendada a recolha do equipamento para o dia 21 de maio de 2026. No entanto, permaneci toda a tarde à espera da recolha e ninguém compareceu. Apenas no dia 26 de maio de 2026 o equipamento foi finalmente levantado. Paguei o montante de 57,81 € referente ao transporte, tendo-me sido informado que esse valor seria deduzido ao custo da reparação. Após cerca de cinco dias sem qualquer contacto por parte da Mavideo, fui eu quem teve de contactar a empresa para obter informações sobre o estado do processo. Apenas no dia seguinte fui informado da origem da avaria e do respetivo orçamento, o qual aceitei de imediato. Foi-me comunicado que a reparação demoraria entre 8 e 10 dias úteis, podendo existir um pequeno atraso devido a um feriado. Aceitei essa justificação e aguardei. Decorridos cerca de 15 a 17 dias, sem qualquer atualização, voltei a contactar a Mavideo. Para minha surpresa, fui informado de que era necessária a fatura de compra porque, alegadamente, a Samsung não dispunha da peça necessária para a reparação. Caso eu não tivesse tomado a iniciativa de contactar a empresa, continuaria sem qualquer informação sobre o estado do processo. Enviei de imediato a fatura por e-mail e falei telefonicamente com a gerente, Sr.ª Sara, que me informou que a Samsung teria de dar uma resposta no prazo de 8 a 10 dias. Contudo, no dia 24 de junho de 2026 contactei diretamente a Samsung, tendo sido informado pelo apoio técnico de que existia efetivamente um processo aberto, mas que não existia qualquer registo de pedido da peça necessária para a reparação, tendo inclusivamente sido questionado se já me tinha sido apresentado algum orçamento. Perante estas informações contraditórias entre a Samsung e a Mavideo, fiquei sem saber qual das entidades estava efetivamente a prestar informação verdadeira. No dia 25 de junho de 2026 solicitei esclarecimentos, por escrito, tanto à Samsung como à Mavideo. A Mavideo nunca respondeu ao meu e-mail, ignorando completamente o meu pedido de esclarecimentos. A Samsung respondeu e tentou apresentar uma solução, informando que a minha televisão já não tinha reparação possível e propondo o fornecimento de um televisor novo. No entanto, para beneficiar dessa solução, exigia que eu suportasse o valor do orçamento da reparação inicialmente aceite. Perante essa proposta, sugeri a atribuição de outro modelo de televisor, uma vez que iria suportar o custo da reparação que afinal não seria efetuada. A Samsung recusou essa possibilidade, informando que apenas poderia atribuir um equipamento correspondente ao valor depreciado da minha televisão. Acresce que também recusou devolver os 57,81 € pagos pelo transporte. Nessas condições, recusei inicialmente a proposta. Posteriormente, já completamente desgastado por toda esta situação e pretendendo apenas colocar um fim ao processo, comuniquei que aceitava o modelo inicialmente proposto pela Samsung. No entanto, apenas um dia depois fui informado de que, devido ao tempo que alegadamente demorei a aceitar a proposta, esse modelo já não existia em stock, pelo que a única alternativa seria receber o valor depreciado do equipamento. Além disso, a Samsung exigia que assinasse um documento onde declarava nada mais ter a reclamar relativamente ao processo, ficando ainda a minha televisão na posse da empresa, sem qualquer devolução do equipamento e sem restituição dos 57,81 € pagos pelo transporte. Naturalmente, recusei essas condições, por as considerar manifestamente injustas e prejudiciais aos meus direitos. Solicitei então a devolução da minha televisão. A Samsung informou-me que iria contactar a Mavideo para que esta procedesse ao agendamento da entrega do equipamento. Até à presente data, não fui contactado pela Mavideo, não obtive qualquer resposta ao e-mail que enviei a solicitar esclarecimentos, não recebi resposta à reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico e continuo sem qualquer indicação sobre quando me será devolvida a televisão. Em resumo: Estou privado do meu televisor desde 16 de maio de 2026; Paguei 57,81 € pelo transporte do equipamento; Aceitei um orçamento de reparação que nunca chegou a ser executado; Nunca fui informado espontaneamente sobre o estado do processo, tendo sido sempre eu a contactar as empresas; Recebi informações contraditórias entre a Samsung e a Mavideo; Foi-me apresentada uma proposta que implicava suportar custos de uma reparação não realizada, perder a posse da minha televisão, abdicar do direito de reclamar e não ser reembolsado do valor pago pelo transporte; A Mavideo nunca respondeu aos meus pedidos escritos de esclarecimento nem à reclamação apresentada no Livro de Reclamações; Continuo sem o equipamento e sem qualquer solução definitiva. Considero esta situação absolutamente inaceitável, revelando falta de informação ao consumidor, ausência de comunicação, incumprimento dos deveres de assistência e uma gestão do processo totalmente desorganizada. Assim, solicito o apoio da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente para que sejam esclarecidas as responsabilidades da Samsung e da Mavideo, seja promovida uma resolução definitiva deste processo e sejam avaliados os meus direitos relativamente aos prejuízos sofridos, incluindo a devolução dos valores pagos e a eventual responsabilidade das entidades envolvidas pelos sucessivos incumprimentos. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Nuno Filipe Martins Silva Rua Vista Alegre 64 1º traseiras 933425050 nuno.f.m.silva@gmail.com
Prática reiterada de evitar que os clientes cancelem e fiquem ledadks
Exmo.(a) Senhor(a), Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido conduzido o processo de cancelamento da minha inscrição no Fitness UP, considerando que o mesmo tem sido marcado por informações contraditórias, atrasos injustificados nas respostas e uma gestão que me tem causado prejuízo financeiro. Quando manifestei a intenção de cancelar a minha inscrição, desloquei-me presencialmente ao clube para o efeito. No entanto, fui informado de que o cancelamento não poderia ser efetuado presencialmente. Foi-me indicado que teria de o fazer por via telefónica. Ao contactar telefonicamente o Fitness UP, fiquei informado de que esse canal apenas se destinava à realização de novas inscrições, não sendo possível proceder ao cancelamento da minha adesão. Perante esta situação, fui obrigado a recorrer ao contacto por e-mail para formalizar o pedido de cancelamento. A resposta ao meu e-mail foi prestada apenas mais tarde, já numa fase em que, devido ao atraso na resposta, acabou por ser gerada a cobrança da quinzena seguinte, situação que considero inteiramente alheia à minha vontade, uma vez que manifestei a intenção de cancelar a inscrição atempadamente. Nessa resposta foi-me ainda comunicado que teria de pagar uma penalização de 50,00 € referente à rescisão contratual. Não obstante, procedi à entrega da minuta de rescisão contratual preenchida e paguei a quinzena em causa, explicando que a informação que em tinha sido dada seria a de que estaria isento do pagamento de tal cláusula penal. Perante essa informação, contactei diretamente os colaboradores dos clubes Fitness UP de Almirante Reis e de Picoas, os quais me garantiram, de forma clara, que essa penalização não era devida, uma vez que já havia cumprido o período de fidelização contratualmente previsto. Informaram-me igualmente de que nada teria de pagar para cancelar a inscrição. Transmiti essa informação por e-mail ao responsável pelo tratamento do meu processo (tal como referido acima aquando da entrega da minuta preenchida), aguardando novamente uma resposta. Contudo, voltou a decorrer um período de tempo significativo até obter qualquer esclarecimento. Quando finalmente responderam, limitaram-se a informar que, após análise da situação, entendiam que continuava a ser devido o pagamento dos 50,00 € e, adicionalmente, que teria igualmente de suportar o pagamento de mais uma quinzena. Esta forma de atuação cria a legítima perceção de que cada atraso nas respostas acaba por originar novas cobranças de forma deliberada, prolongando artificialmente o processo de cancelamento e obrigando o cliente a suportar sucessivos períodos de pagamento que poderiam ter sido evitados caso o pedido tivesse sido tratado com a diligência exigível. Face às informações contraditórias recebidas, voltei a contactar os colaboradores do Fitness UP de Almirante Reis, que voltaram a confirmar que não existe qualquer quantia em dívida relativa à rescisão, reiterando que não tenho de pagar os 50,00 €, nem qualquer outro valor associado à fidelização, tendo inclusivamente enviado um comprovativo em suporte fotográfico demonstrando que sou cliente há tempo suficiente para que qualquer período de fidelização já se encontre integralmente cumprido. Considero inaceitável que diferentes representantes da mesma empresa forneçam informações completamente contraditórias relativamente aos direitos e obrigações do cliente, obrigando-me a sucessivos e difíceis contactos e prolongando um processo que deveria ser simples e célere. Assim, solicito: O cancelamento da minha inscrição com efeitos reportados à data em que manifestei, pela primeira vez, a minha vontade de rescindir o contrato; A anulação da cobrança da penalização de 50,00 €, por não existir fundamento para a sua exigência; A anulação das quinzenas cobradas ou faturadas exclusivamente em consequência dos atrasos na resposta ao meu pedido de cancelamento; Um esclarecimento formal sobre as informações contraditórias prestadas pelos diferentes colaboradores do Fitness UP e sobre os procedimentos internos adotados para o cancelamento de inscrições. Espero que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes para defesa dos direitos do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Leonardo Santos
Cancelamento de uma Pré-inscrição.
No dia 22/06, recebi uma chamada do Sr. Mateus Machado, colaborador da FitnessUP, com uma oferta promocional de 3 meses com mensalidade a 0€, mediante o pagamento de apenas 1€ no ato da assinatura do contrato, na unidade de Viana do Castelo. Recebi posteriormente 2 emails com as informações necessárias para a inscrição. No entanto, por o deslocamento até à unidade se revelar demasiado extenso e por, nessa altura, estar sem viatura, decidi não avançar com a inscrição. Ainda no mesmo dia, solicitei por email o cancelamento da minha pré-inscrição, conforme o próprio Sr. Mateus Machado me havia informado, por telefone, que eu poderia cancelar a qualquer momento. No dia 29/06, recebi confirmação por email da FitnessUP de que "o cancelamento da sua adesão já se encontra devidamente validado." Apesar desta confirmação por escrito, no dia 03/07 recebi um SMS da FitnessUP a informar que existia uma cobrança em atraso no valor de 7,50€, solicitando o pagamento através de referência Multibanco. Reenviei nesse mesmo dia um novo email à empresa, relembrando que havia solicitado o cancelamento antes mesmo de assinar qualquer contrato e que já tinha recebido confirmação desse cancelamento, pedindo novamente que não houvesse qualquer cobrança associada a este processo. Até ao momento, aguardo resposta. Face ao exposto, venho por este meio: Solicitar, mais uma vez, a confirmação por escrito do cancelamento da minha pré-inscrição/adesão junto da FitnessUP; Exigir que não me seja feita qualquer cobrança, presente ou futura, referente a um serviço que nunca cheguei a utilizar e que nunca cheguei a contratar formalmente (não assinei qualquer contrato); Solicitar que a empresa cesse de imediato o envio de SMS de cobrança relativos a este processo; Solicitar que a empresa não volte a contactar-me, por telefone ou qualquer outro meio, a oferecer produtos ou serviços da FitnessUP. Tenho toda a documentação (emails e SMS) que comprova esta sequência de eventos e o facto de a empresa já ter validado por escrito o cancelamento da minha adesão antes de me enviar a notificação de cobrança.
Incumprimento de Agendamentos e Falha na Reinstalação de Serviço
No dia 20/06, recebi uma proposta de retenção de cliente por parte da MEO. Após chegar a acordo, aceitei a proposta e informei da necessidade de proceder à reinstalação do serviço na minha morada, uma vez que já tinha contratado outra operadora de fibra, cujo serviço já se encontrava instalado. Assim, os serviços da MEO estavam, para mim, desativados, sendo necessário proceder à sua reativação. Foi então agendada uma visita técnica para o dia 23/06, a qual não se realizou. Posteriormente, foram efetuados novos agendamentos para os dias 25, 27 e 30 de junho, mas em nenhuma dessas datas houve comparência do técnico. Em todas as situações, entrei em contacto com a MEO, que não apresentou qualquer solução eficaz para o problema. No dia 30/06, após novo contacto com o apoio ao cliente, foi-me indicado que seria contactado no prazo de dois dias para resolução da situação, o que não aconteceu. Hoje, voltei a entrar em contacto e foi-me garantido que o técnico entraria em contacto ainda durante a manhã para proceder à instalação, o que, mais uma vez, não se verificou. Encontro-me, assim, desde o dia 20/06 sem acesso aos serviços, os quais continuam a ser faturados. Para além disso, tenho vindo a reorganizar os meus compromissos pessoais e profissionais para aguardar por visitas técnicas que não se concretizam, sem qualquer aviso prévio de ausência. Importa ainda referir que mantenho um contrato ativo com outra operadora, que pretendia cancelar após a reinstalação do serviço da MEO, de forma a evitar penalizações. Contudo, devido aos sucessivos atrasos por parte da MEO, o prazo de 14 dias para cancelamento sem custos já foi ultrapassado, obrigando-me agora a suportar uma penalização caso pretenda rescindir esse contrato. Desta forma, solicito a resolução urgente desta situação, nomeadamente: * A instalação imediata e restabelecimento dos serviços da MEO; * A disponibilização de uma solução que me permita cancelar o contrato com a outra operadora sem prejuízo financeiro, tendo em conta o incumprimento reiterado por parte da MEO relativamente aos agendamentos e ao apoio ao cliente. Aguardo uma resposta célere e a resolução definitiva deste problema.
obrança indevida de penalização por cessação de contrato devido a mudança de residência
No dia de hoje solicitei o cancelamento do meu contrato de serviços de televisão, internet e telemóvel da MEO, em virtude de mudança de residência. Nos termos do artigo 133.º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 16/2022 (Lei das Comunicações Eletrónicas), o consumidor tem o direito de cessar o contrato sem qualquer penalização quando, na nova morada, o operador não consegue assegurar a prestação do serviço contratado ou disponibilizar um serviço equivalente em características e preço. Na nova morada, a MEO não dispõe de cobertura de fibra ótica e, adicionalmente, nem sequer existe cobertura de rede móvel da operadora. Como alternativa, foi-me proposto um serviço de internet por satélite, solução que não pode ser considerada equivalente ao serviço originalmente contratado, quer pelas suas características técnicas, quer pela qualidade, desempenho e experiência de utilização. Por não aceitar essa alternativa, fui informado de que teria de pagar uma penalização de aproximadamente 320 euros por incumprimento do período de fidelização. No momento do pedido de cancelamento apresentei igualmente reclamação telefónica, tendo sido informado de que a penalização se mantinha por a MEO considerar que tinha apresentado uma solução alternativa. No entanto, entendo que essa solução não cumpre os requisitos legais de equivalência previstos na Lei das Comunicações Eletrónicas, pelo que a cobrança da penalização é indevida. Assim, solicito que seja reconhecido o meu direito à cessação do contrato sem quaisquer encargos, anulando-se a penalização aplicada, por inexistência de um serviço equivalente ao contratado na nova morada.
Práticas abusivas na venda de serviços. Abuso e má fé de clientes
Assunto: Práticas comerciais abusivas, engano a cliente idosa, dupla faturação e recusa de rescisão por justa causa - NIF 119998572 Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma queixa contra a NOS, em representação da minha mãe, cliente n.º C663183601. A minha mãe, uma pessoa idosa e vulnerável, foi induzida de forma enganadora por agentes comerciais a celebrar um novo contrato. Ao aperceber-se da situação e ao solicitar o cancelamento para regressar às condições originais, a operadora ativou um terceiro contrato sem o seu consentimento esclarecido. Atualmente, estão a ser cobradas faturas referentes a dois contratos em simultâneo para o mesmo serviço e morada. Para agravar a situação, o apoio ao cliente indicou que a única solução para resolver a dupla faturação seria a celebração de mais um contrato. É evidente o aproveitamento da vulnerabilidade da cliente para a geração de comissões, num total desrespeito pela boa-fé contratual. Informo ainda que já tomámos as devidas diligências para cessar o contrato por justa causa numa loja física da NOS. Nessa ocasião, os funcionários recusaram-se a dar-me um comprovativo de entrega do documento de rescisão, o que me levou a apresentar imediatamente queixa no Livro de Reclamações da loja, detalhando toda esta situação. Apesar de tudo isto, a operadora continua a ignorar a nossa vontade e envia sucessivos e-mails a exigir o pagamento de penalizações por incumprimento do período de fidelização. Dado o exposto, e perante a quebra de confiança e falha na resolução do problema por parte da NOS, solicito intervenção para garantir: O cancelamento imediato de todos os serviços e contratos ativos associados, validando a rescisão por justa causa, sem qualquer penalização de fidelização. A anulação de todas as faturas emitidas em duplicado e a extinção de qualquer dívida reclamada. Fico a aguardar a vossa análise e intervenção urgente neste caso. Com os melhores cumprimentos, Inês Sousa
cancelamento de contrato
exmos senhores. pedi o cancelamento dos serviços da nos telecomunicações na altura foi.me dito que teria de esperar mais um mês. em seguida recebi o SMS a confirmar o cancelamento do serviço que seria feito no dia 16-05-2026. não só não o fizeram como continham a mandar facturas. não tenho fidelização. estou a ser obrigado a pagar por um serviço que não tenho.
NÃO RESPOSTA A PEDIDO DE CANCELAMENTO VIA EMAIL
No dia 28.05.2026, desloquei-me ao clube para formalizar o cancelamento do meu contrato, cumprindo o pré-aviso legal de 10 dias úteis. Já cumpri o meu período cronológico de fidelização, tendo sido pago 52 semanas. O clube recusa-se a efetivar o cancelamento, exigindo o pagamento indevido de mais 3 prestações sob o argumento de que as semanas com desconto não contam para a fidelização, informação da qual nunca me foi prestada a não ser no momento em que solicitei o cancelamento dom plano. Esta posição assenta numa contradição intolerável e de manifesta má-fé. O clube procedeu recentemente à cobrança da taxa de renovação anual (seguro/inscrição). Ora, a cobrança de uma taxa de natureza estritamente anual prova, por si só, que o contrato cumpriu o seu ciclo de 52 semanas e que o período de fidelização inicial se encontra integralmente esgotado cronologicamente. O operador não pode, para seu benefício financeiro, considerar que o contrato já tem um ano (para cobrar a renovação do seguro) e, simultaneamente, alegar que não tem um ano (para reter o consumidor na fidelização).Esta prática viola o princípio da boa-fé contratual, a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), em concreto o direito à informação e o direito à proteção dos interesses económicos e o regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), configurando um abuso de direito. Requeiro o cancelamento imediato e definitivo do contrato, com efeitos à data de término do pré-aviso, bem como a anulação de qualquer faturação subsequente emitida em meu nome.
Rescisão de contrato por justa causa
Dados do Reclamante e do Contrato: Nome do Titular: Nicolas Cárdenas Cendales NIF: 312640196 Número de Contrato MEO: 142 444 34 47 Assunto: Rescisão de contrato por justa causa (incumprimento contratual e falta de cobertura por parte da MEO) e contestação de penalização por fidelização. Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico e intervenção junto do operador MEO (Altice Portugal), devido a uma situação de manifesto incumprimento contratual e recusa ilegal de cancelamento de serviço por parte da referida operadora. O relato dos factos é o seguinte: No dia 11 de junho de 2026, contactei a MEO para solicitar a alteração de morada do meu serviço para a Rua do Bom Nome, nº 55, 4770-524. Na altura, foi-me garantida a viabilidade técnica e agendada a instalação para o dia 19 de junho de 2026, entre as 08h00 e as 10h00. Em momento algum fui informado de qualquer falta de cobertura. Aceitei o prazo, ficando privado de internet (essencial para o meu trabalho a partir de casa) durante esse período. No dia 19 de junho de 2026, recebi um SMS de manhã a confirmar que o técnico estava a caminho. Contudo, cerca de uma hora depois, recebi um novo SMS informando, de forma vaga, que não seria possível realizar a instalação e que deveria contactar o apoio ao cliente. Ao ligar para a MEO nesse mesmo dia, fui informado de que a instalação falhou porque a operadora não tem cobertura de fibra ativa na nova morada, sendo necessária a instalação de um poste na via pública. Foi-me dada como data limite o dia de hoje, sexta-feira, 26 de junho de 2026, para a resolução do problema. Demonstrando boa-fé, decidi aguardar pelo prazo limite dado pela MEO. No entanto, até ao dia de hoje (26 de junho), não fui contactado, não recebi qualquer atualização e ninguém se deslocou ao local para proceder à instalação do poste ou do serviço. Sendo a internet uma ferramenta indispensável para a minha atividade profissional, e face ao total incumprimento dos prazos por parte da MEO, vi-me obrigado a contratar os serviços de outro operador (Vodafone) para garantir o acesso à rede. Mais informo que, no dia de hoje (26 de junho de 2026), já foi efetuada com sucesso a portabilidade dos dois números de telemóvel associados ao contrato, pelo que atualmente já não usufruo de qualquer serviço da MEO. Ao contactar a linha de apoio da MEO para formalizar o cancelamento do contrato por este motivo (falta de prestação de serviço), a operadora recusou fazer o procedimento por telefone, exigindo a deslocação a uma loja, o envio de uma carta ou submissão na app. Além disso, informaram-me de que teria de pagar a fatura atual, a fatura do próximo mês (alegando um aviso prévio de 30 dias) e, de forma abusiva, uma penalização por quebra de fidelização no valor de 105€ (visto que o contrato vigorava até abril de 2027). Considerações Legais: Perante o exposto, a rescisão do contrato decorre estritamente da incapacidade da MEO em fornecer o serviço contratado na nova morada e do incumprimento do prazo por ela estabelecido para a ativação (26 de junho). Segundo as diretrizes da ANACOM e a legislação de defesa do consumidor, a impossibilidade de assegurar a prestação do serviço contratado por motivos imputáveis ao operador constitui justa causa para a resolução do contrato, isentando o consumidor de qualquer encargo com a indemnização por incumprimento do período de fidelização (Artigo 437.º do Código Civil - alteração anormal das circunstâncias). Deste modo, solicito a mediação da DECO PROTESTE para exigir junto da MEO: O cancelamento imediato e definitivo do contrato com efeitos retroativos à data de hoje, 26 de junho de 2026 (data limite incumprida pelo operador e data em que se concretizou a portabilidade dos telemóveis). A anulação de qualquer cobrança a título de penalização por fidelização (os referidos 105€). A retificação e/ou anulação de faturas relativas a períodos em que o serviço não foi — nem pôde ser — prestado na nova morada. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos
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