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Encerramento de contrato
Exmos. Senhores, Nota importante: o resumo aqui descrito está gravado nos diversos contatos telefônicos realizado junto ao atendimento ao cliente da Lisboagás e em SMS recebidos no telemóvel. No dia 07.07.25 solicitei o cancelamento do contrato de gás junto a empresa Goldenenergy e informei a leitura do medidor, conforme procedimento informado. No dia 30.07.25, o técnico da LisboaGas (Sr. Flavio Virtuoso Emp SOLUCAOMOVE) esteve na morada e efetuou a retirada do contador/medidor (CUI PT1605000008478723GF), porém não deixou nenhum relatório de atendimento e muito menos o enviou por e-mail. A confirmação desta visita e retirada do medidor está gravada no contato telefonico que realizei junto ao atendimento da LisboaGas, que solicitou-me aguardar o e-mail do relatório técnico. No dia 14.08, em novo contato com a Lisboagás (caso no. 176333) solictei o envio do relatório de atendimento técnico realizado no dia 30.07.25, porém fui informado que a LisboaGas ainda não tinha recebido da empresa contratada o tal relatório de atendimento técnico. Ou seja, devido à um processo ineficiente e/ou incompetência de gestão, o cliente (consumidor) fica a mercê de receber faturas de serviços não mais prestados e é o único a ser penalizado, não havendo coimas ao comercializador (Goldenergy) e disitribuidor (Lisboagás). Espero que na esfera judicial algum ressarcimento seja possível (LEI no. 24/96, de 31 de julho).
Encerramento contrato gás
Exmos. Senhores, Nota importante: o resumo aqui descrito está gravado nos diversos contatos telefônicos realizados junto ao atendimento ao cliente da Goldenergy e em SMS recebidos no telemóvel. No dia 07.07.25 solicitei o cancelamento do contrato no. G2298081, de energia e gás. O cancelamento da parte de energia ocorreu sem maiores problemas, estando o mesmo encerrado. O contrato do gás é que ainda não ocorreu e a Goldenergy ainda emitiu fatura de consumo! No dia 30.07.25, o técnico da LisboaGás (Sr. Flavio Virtuoso - Emp SOLUCAOMOVE) esteve na morada e efetuou a retirada do contador/medidor (CUI PT1605000008478723GF), porém não deixou nenhum relatório de atendimento e muito menos o enviou por e-mail. A confirmação desta visita e retirada do medidor está gravada no contato telefônico que realizei junto ao atendimento ao cliente da LisboaGas, no mesmo dia, que solicitou-me aguardar o e-mail do relatório técnico. Após vários contatos com a Goldenergy, sou informado que nada podem fazer enquanto a confirmação do encerramento do referido contrato pela LisboaGas não for feita, e que até lá, continuarão emitindo as faturas. No último contato (14.08.25) me pediram para EU entrar em contato com a LisboaGas e solicitar o tal relatório de atendimento técnico, ou seja, um absurdo, pois não contratei a LisboaGas e sim a Goldenenergy que deveria ser a responsável por todo o processo. Até o momento não há nenhuma perspectiva de solução visto que a Goldenenergy atribui à Lisboagás a resposabilidade de confirmar o encerramento do contrato. Espero que na esfera judicial algum ressarcimento seja possível (LEI no. 24/96, de 31 de julho).
Solicitação não canceleda. Estou há mais de 15 dias sem gás em casa!
Exmos. Senhores, Solicitei a instalação de gás natural em minha morada, através da EDP Comercial, com primeiro agendamento de instalação para 01/08. - Em 01/08 apenas um dos dois técnicos NECESSÁRIOS para instalação estava presente. Foi reagendado o pedido para 04/08 - Em 04/08, também não houve competência e novamente apenas um dos técnicos esteve presente Em 04/08 denunciei o contrato n.º 8173944962, para a solicitação de prestação de gás natural. Sucede que até hoje, passados que são 10 dias, a solicitação ainda se encontra ativa, apesar do prazo de 48 horas previamente estabelecido para executarem o meu pedido. Prazo este que foi solicitado, pela EDP, uma terceira vez, totalizando mais de 144 horas em aguardo da resolução da solicitação. Assim, eu continuo sem poder seguir com minha rotina de higiene e alimentação de forma devida em casa. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia da solicitação de contrato celebrado Cumprimentos.
Pedido de Cancelamento de Serviço
Venho por este meio expor a seguinte situação: No passado dia 26/06, pelas 11h00, solicitei o cancelamento do serviço de gás. O colaborador que me atendeu informou que o desligamento seria efetuado no dia 01/07, entre as 10h30 e as 13h00. Nesse dia, permaneci em casa durante toda a manhã, mas ninguém apareceu. Liguei para os vossos serviços pelas 12h30 para verificar se havia algum problema e fui informado de que não havia nada agendado para esse dia e que deveria ter recebido uma mensagem de confirmação do cancelamento. Na semana seguinte, não tendo recebido nenhuma confirmação, voltei a ligar no dia 08/07, às 18h22, para questionar se já havia alguma data agendada. Fui informado novamente que o desligamento estava marcado para o dia 09/07, entre as 08h00 e as 10h00. Mais uma vez, permaneci em casa à espera dos técnicos, mas ninguém apareceu. No final do dia, liguei novamente e fui informado pela terceira vez que deveria receber uma confirmação via SMS com a data e hora do desligamento do gás. Sem essa mensagem, o serviço não estaria agendado nem seria efetuado. Passado mais de um mês, ainda não tenho o serviço de gás cancelado, e ainda estou a receber faturas a debitarem consumo e aluguer do contador. Voltei a contactar a EDP no dia 07/08, e fui novamente informado que o gás seria cortado no dia seguinte, 08/07, entre as 10h e as 12h, fiquei mais uma manhã em casa, (pela 4ª vez) e de novo ninguém apareceu. Mais uma vez contatei os serviços que me informaram que a data tinha sido mais uma vez alterada, sem qualquer aviso prévio, desta vez foi alterada para 12/08 das 08h às 10h. Já apresentei duas reclamações à EDP, uma online no livro de reclamações com o nº ROR00000000045317889 e uma por telefone à EDP, à qual foi atribuído o nº 8174070297. Resumindo, desde o dia 26/06, (já passaram 45 dias) que estou à espera de que um simples pedido de cancelamento de gás seja efetuado. Já perdi quatro manhãs de trabalho sem que este pedido seja realizado. Assim como eles cobram se não estiver ninguém em casa para executarem o pedido, acho que tenho direito de exigir uma compensação pelas quatro manhãs de trabalho perdidas por esta situação. Solicito a vossa ajuda com a finalidade de ver esta situação resolvida o mais breve possível.
Não me deixam encerrar o serviço
Exmos. Senhores, Em 25.05.2024 denunciei o contrato da Gold Energy n.ºCG1831501 por mudança de morada. O fornecimento de luz foi interrompido mas o serviço de gás ainda se encontra ativo, embora o prazo estabelecido para a execução do pedido já tenha sido ultrapassado por mais de 365 dias. A justificação por parte da Goldenergy foi que o fornecedor do serviço (Floene) não conseguia aceder ao contador (que se encontra dentro da casa) e após várias visitas sem sucesso e sob ameaça de mais penalizações, tive de aceder a reativar o serviço em regime de 'casa vazia'. No total, já paguei 40€ em penalizações e mais de 8€ em faturas mensais por um serviço que não estou a usar, numa casa onde não moro há mais de um ano. O senhorio não responde às minhas mensagens (portanto não acede a deixar os operarios desligar o contador de gas) e eu tive de assumir toda a responsabilidade. Exigo a denuncia efetiva do contrato, a devolução dos valores pagos a mais até agora (incluindo as penalizações) e que não me possa ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão mesmo que o fornecedor de gás não consiga aceder ao contador, pois esta possibilidade é totalmente alheia a mim. Com os melhores cumprimentos.
Não me deixam encerrar o serviço
Exmos. Senhores, Em 25.05.2024 denunciei o contrato n.ºCG1831501 por mudança de morada. O fornecimento de luz foi interrompido mas o serviço de gás ainda se encontra ativo, embora o prazo estabelecido para a execução do pedido já tenha sido ultrapassado por mais de 365 dias. A justificação por parte da Goldenergy foi que o fornecedor do serviço (Floene) não conseguia aceder ao contador (que se encontra dentro da casa) e após várias visitas sem sucesso e sob ameaça de mais penalizações, tive de aceder a reativar o serviço em regime de 'casa vazia'. No total, já paguei 40€ em penalizações e mais de 8€ em faturas mensais por um serviço que não estou a usar, numa casa onde não moro há mais de um ano. O senhorio não responde às minhas mensagens (portanto não acede a deixar os operarios desligar o contador de gas) e eu tive de assumir toda a responsabilidade. Exigo a denuncia efetiva do contrato, a devolução dos valores pagos a mais até agora (incluindo as penalizações) e que não me possa ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão mesmo que o fornecedor de gás não consiga aceder ao contador, pois esta possibilidade é totalmente alheia a mim. Com os melhores cumprimentos.
Cessação indevida do contrato de gás
Era cliente da Endesa há aproximadamente oito anos e, recentemente, aquando da mudança de residência, procedi à cessação do contrato relativo à morada anterior, celebrando um novo contrato para a morada atual em 11/06/2025. No seguimento deste novo contrato, no dia 27/06/2025, uma equipa técnica e um inspetor de gás que vieram através da Endesa procederam à vistoria de instalação do gás, tendo confirmado a sua conformidade e ativado o serviço de forma regular. Para minha surpresa, no dia 21/07/2025 fui informada por mensagem de que o meu contrato de gás havia sido cessado. Contactei os serviços telefónicos de apoio ao cliente, tendo-me sido comunicado que tal se deveu ao facto de não ter atendido à chamada de confirmação do agendamento técnico. Esta justificação é inadmissível e incorreta, considerando que: Não sou eu (cliente) quem tem de comunicar, e sim a entidade inspetora. Não existe qualquer solicitação da minha parte para cessação do contrato; O fornecimento de gás já se encontrava ativo e validado pela vossa própria equipa técnica; A Endesa dispõe de outros meios oficiais de contacto (e-mail, SMS, área de cliente), que poderiam e deveriam ter sido utilizados para qualquer confirmação adicional. Face à gravidade desta situação, e depois de várias tentativas em resolver, e após falar com várias pessoas diferentes e explicar a situação, foi-me dito que, teria de realizar um novo contrato, pois aquele tinha sido cessado e não havia maneira de reativar. Considero isso inadmissível uma vez que não fui eu quem solicitou nem faltei com nada. Da minha parte enquanto cliente sinto-me lesada e prejudicada com esta situação, e por isso mudei de comercializadora após diversas tentativas em resolver e tendo recebido email com vossa justificação sem fundamento. Irei apresentar queixa à ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) e ao Provedor do Cliente, bem como de ponderar outras vias legais ao meu dispor. Aguardo resposta célere e resolução definitiva deste problema, evitando assim novos constrangimentos que afetam diretamente o fornecimento de um serviço essencial. Com os melhores cumprimentos, Marília Tuler Pinheiro
Falta de palavra e atitudes enganosas
Aderi a iberdrola Comprei paineis solares Fizeram mal a instalação mal Danificaram a tela do telhado Agora Mandam facturas por estimativa Onde a Eredes diz que as leituras do meu contador são enviadas normalmente... Estou a pagar os paineis Não estou a usufruir deles Ainda por cima estão a gerar e energia Mas vai para a rede. O tecnico é uma empresa contratada Pela iberdrola Disse-me que o problema estava no medidor e que numa semana Seria alterado Isso foi no dia 7 do mês passado E vejo uma falta de honestidade, crediblidade Onde estou a pagar...uma coisa que nem estou a usufruir... Sinto-me burlado
Atraso na receção de pedido de cancelamento de fornecimento de gás | CUI nº PT16050000008368780PG
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à situação inadmissível que se arrasta com a FLOENE desde o passado dia 2 de julho, relacionada com o cancelamento do fornecimento de gás no local de consumo com o CUI nº PT16050000008368780PG, do qual sou proprietária. A minha antiga inquilina (NIF 270711864), a detentora do contrato de gás ativo neste local de consumo, comunicou nesse mesmo dia à Repsol a intenção de cancelar o contrato de fornecimento, informação que, segundo a Repsol, já foi devidamente remetida à FLOENE. No entanto, até à data de hoje, continuo sem qualquer confirmação por parte da FLOENE de que esse pedido foi recepcionado ou processado. Estou a realizar obras de renovação no imóvel e o empreiteiro encontra-se impedido de avançar com os trabalhos enquanto o fornecimento de gás não for cancelado. Estou sem cozinha e sem instalações sanitárias, a viver com três filhos menores em casa, e esta situação está a causar sérios constrangimentos à minha vida familiar e pessoal. Foi-me comunicado que existem problemas de sistema relacionados com uma transição interna da FLOENE. No entanto, esses problemas informáticos não podem, de forma alguma, justificar uma paralisação deste tipo, especialmente num serviço essencial como o fornecimento/cancelamento de gás. Tem de existir uma forma de contornar esta limitação técnica, nem que seja por via de um procedimento manual ou excecional. Acresce ainda a total falta de clareza e coerência na informação que me têm sido prestada: por telefone, indicam que o sistema estará operacional a 14 de julho, enquanto que, numa loja física, me indicaram o dia 17 de julho. Entretanto, o tempo passa, os prejuízos acumulam-se, e não posso continuar a adiar uma obra desta dimensão nem viver nestas condições por um mês inteiro. Apresentei ontem, dia 9 de julho, uma reclamação no Livro de Reclamações, na loja do cidadão de marvilla, mas volto a insistir por esta via numa resolução urgente do problema.
Resolução contrato
Exmos. Senhores, Em março de 2025, efetuei um acordo de fornecimento de energia com a empresa EDP Comercial. Nessa data, aquando da negociação e contratação, não me foi informado que existia uma cláusula de fidelização no contrato de fornecimento de energia. Acontece que em Maio de 2025, por me apresentarem uma proposta mais favorável, decidi resolver o contrato de fornecimento de energia com a EDP. Nesse mesmo mês, recepcionei uma fatura da EDP, no montante de 308,71€. Perplexo com tal valor, questionei a EDP, tendo-me sido informado via e-mail, que tal valor decorria de uma clausula de fidelização existente no contrato de fornecimento de energia. Nunca me foi informado que existia uma cláusula de fidelização. Desconheço inclusive, qual o período de fidelização, qual o período em falta para o término dessa fidelização, ou o montante a pagar caso resolve-se o contrato antecipadamente. Aliás, caso a EDP tivesse adotado um comportamento transparente, informando que existia uma clausula de fidelização, nunca teria procedido à resolução do contrato e alterado de empresa/entidade de fornecimento de energia. Assim, é completamente lamentável e de clara má-fé a atitude e postura adotada pela EDP Comercial, que nunca informou o consumidor da existência de uma cláusula de fidelização, quer aquando da celebração do contrato, como aquando da resolução do mesmo. Considero este comportamento absolutamente injustificável e inaceitável, demonstrando as práticas desleais praticadas pela empresa EDP, que viola o princípio jurídico da boa-fé, o qual deve estar presente desde as negociações contratuais à cessação contratual, omitindo, intencionalmente, as verdadeiras condições do contrato, violando grosseiramente o dever de informação previsto no artigo 8.º alínea h) da Lei do Consumidor. Neste sentido, registo uma reclamação contra a EDP no sentido de ficar registado aos comportamentos desleais e de má-fé para com o consumidor, solicitando ainda a restituição do valor da fatura paga, por violação do principio da informação. Cumprimentos.
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