Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
T. F.
30/03/2026

Conta restrita

Havia uma conta Skrill a muito tempo e tentei fazer uma transferência e a transferência não foi aceite e a minha conta foi restrita e não consigo falar com o apoio cliente e ficou assim desde o dia 14/03/2026. Dizem que é para entrar em contato com o apoio cliente mas quer anda a responder é o bot que é faz nada

Encerrada
P. N.
30/03/2026
Portal Cambio

Não devolução dos fundos

Caros Senhores, bom dia. O meu nome é Pedro Miguel Gil Natário, portador do cartão de cidadão 11471429 0ZX1, e numero fiscal (NIF) 212803263 Venho por este meio comunicar um esquema de burla do qual estou a ser vitima. No mês de fevereiro fui contactado por uma pessoa de nome Amália Fernandes, fazendo-se passar por uma corretora que trabalha em Inglaterra, e com escritórios em portugal, sendo o nome da corretora "Portal-Cambio.com", associada a um grupo de nome "nolman-group". Durante estes últimos dois meses, fiz 5 transferências para contas bancárias do reino unido, das quais tenho os comprovativos bancários, e os investimentos foram feitos gerando um aparente lucro. Acontece que agora, quando pedi o levantamento do capital, começaram os problemas. A corretora, através de uma pessoa do departamento financeiro, identificando-se como, Henrique Carrizo Ferrari, indicou que o levantamento teria de ser através da plataforma Binance, e não podia ser depositado na minha conta bancaria em Portugal, e para fazer esse levantamento teria de depositar 0,23 bitcoin, para fazer o link entre a carteira da empresa e a minha carteira da Binance. Após essa conversa, fiz uma transferência da minha carteira da Binance no valor de 0,23 para a carteira da corretora, conforme o que tinha sido indicado, porem após a transferência efetuada, recebi um telefonema e uma mensagem, informando que o valor nao foi o correto, após as taxas de transferência da Binance, o valor transferido foi 0.229999, e teria de ser exato para poder ativar o mecanismo de reenvio do capital para a minha carteira. Neste momento encontro-me sem alternativas para recuperar o capital investido, sendo que o "financeiro com quem falei, de nome Henrique Carrizo Ferrari" continua a insistir para eu fazer um novo depósito de 0.23 bitcoin através da plataforma Binance, de modo a recuperar todo o capital investido. Esta plataforma, Portal-Cambio.com, ao não depositar o meu capital na minha conta pessoal, nao me esta a deixar cumprir com os deveres pessoais, que é pagar os impostos que devo pagar sobre o lucro que tive, e a mesma corretora, está num esquema de fuga aos impostos, quer em Inglaterra, e em Portugal. Possuo todos os documentos das transferência efetuadas para as contas do reino unido, notas de lançamento do Millenium BCP, e a troca de e-mails que foi realizada, entre mim e os vários elementos da plataforma "Portal-Cambio", e ainda mensagens de whatsapp que troquei nos últimos dois dias com o suposto financeiro da mesma companhia. Após varias tentativas para adquirir a morada dos escritórios da empresa em Lisboa, foi-me recusado o envio da mesma, alegando questões de segurança, porem após muita insistência foi-me enviado por Email o endereço da empresa em Inglaterra, "63-64 Albert Embankment, London SE1 7TJ, Reino Unido. Após realizar uma pesquisa na internet, verifiquei que, na morada que me foi fornecida pela corretora, 63-64 Albert Embankment, London SE1 7TJ, Reino Unido", não consta nenhuma empresa a com esta designação a laborar na mesma morada. Questiono se é possível, haver uma intervenção das autoridades, de modo a que esta empresa seja responsabilizada, pela fraude e pela evasão fiscal que tentou praticar e pratica com os seus supostos clientes, tentando recuperar o capital investido, por forma a pagar os impostos que são devidos. Com os melhores cumprimentos Pedro Natário

Encerrada
G. D.
25/03/2026

Gisele cristine de souza

Em dezembro de 2024, notei que haviam sido feitas movimentações irregulares, ao me dirigir a sucursal do banco Millennium, fui surpreendida a descobrir que as retiradas haviam sido feitas pelo meu ex marido que era o segundo titular da conta, a pesar de estarmos separados. Fui a psp, registrei uma ocorrência na qual apresentei ao banco com o pedido que a conta fosse encerrada, o que me foi negado, devido ao crédito habitação estar vinculado a conta, mesmo apresentando um documento legal, constando a informação que o imóvel na partilha de bens após o divórcio, ficou sobre minha responsabilidade assim como o financiamento, pediram que eu reunisse as devidas condições para que o crédito fosse aprovado apenas e meu nome. Nesse período deixei a conta a zeros, para que não fosse desviada nenhuma quantia pela segundo titular, o que gera uma péssima impressão ao banco e juros, já que eu deixava a conta negativa para que pudesse transferir o valor exato a conta. No dia 16 de abril de 2025 regressei ao banco com todos os documentos solicitados, IRS, nota de liquidação, 18 recibos, documento de identificação entre outros, me foi dado a informação que o processo ia ser avaliado e que em uma semana no máximo iriam entrar em contato comigo para regressar ao banco, passou duas semanas sem qualquer retorno, regressei ao banco, onde me foi informado que o funcionário que fez o meu atendimento estava de férias e pediram para eu regressar na semana seguinte, assim o fiz, e para minha surpresa e total desagrado, não havia nenhuma resposta a ser dada, pediram para eu aguardar que não era necessário regressar ao banco que iriam me ligar assim que tivesse saído o retorno, passaram semanas, meses e nenhuma repostas, no dia 18 de julho de 2025 regresso ao banco e sem qualquer resposta, nem positiva e nem negativa, o funcionário me pede desculpas e diz que vai voltar a pedir análise do processo e me pergunta se naqueles meses eu teria mais recibos, na qual enviei todos, mais uma vez após semanas, meses, não tive qualquer retorno, no dia 09 de março de 2026 regresso ao banco Millennium e sem qualquer retorno, mais uma vez um pedido de desculpas, retornei a anexar todos os documentos, para além dos recibos verdes, recibos de vencimento, e mais uma vez me foi dado o prazo de uma semana para uma reposta, que não era necessário regressar ao banco, esperei pela resposta que me nunca chegou. Dito isto regresso ao banco hoje para apresentar minha reclamação formal e informar que medidas legais estão sendo tomadas, uma vez que todos os meus esforços forma em vão, acumulando prejuízos financeiros e psicológicos. Lamentável toda situação. Gisele cristine de Souza Número da conta - 455 995 465 47

Encerrada
D. S.
23/03/2026

Reclamação – Domestic & General | Falta de Resolução e Cobranças Indevidas

Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Domestic & General, devido ao péssimo serviço prestado e à ausência de resolução de um problema que se arrasta desde janeiro. O meu equipamento deu entrada para reparação no dia 28 de janeiro e, até à presente data, a situação continua sem qualquer resolução definitiva. Importa referir que o equipamento já me foi enviado por duas vezes sem estar em devidas condições de funcionamento, evidenciando falhas graves no processo de reparação. Atualmente, encontro-me há cerca de duas semanas à espera que o departamento competente e o serviço técnico apresentem uma conclusão definitiva, sem qualquer resposta ou esclarecimento, o que considero inaceitável. Esta situação tem causado sérios transtornos no meu dia a dia, uma vez que me encontro sem telemóvel funcional, sendo obrigada a recorrer constantemente a equipamentos emprestados. Adicionalmente, foram-me cobradas duas mensalidades da apólice sem que tenha usufruído do serviço durante esse período, o que considero indevido e injusto. Acresce ainda o facto de a empresa não disponibilizar livro de reclamações, o que levanta dúvidas quanto ao cumprimento das suas obrigações legais. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de: Garantir a resolução imediata e definitiva da situação; Assegurar o reembolso das mensalidades cobradas indevidamente; Obter a atribuição de um voucher no valor do equipamento segurado, como forma de compensação pelos prejuízos causados. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e aguardo o vosso apoio na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Daniela Santos Apólice :AD40104724

Encerrada

Ma prestação de serviços

Venho por este meio solicitar a vossa intervenção relativamente à minha experiência com a instituição de pagamento Nickel, devido a uma sucessiva má prestação de serviços, falta de profissionalismo e obstrução sistemática à resolução dos meus problemas enquanto cliente. Exposição dos Factos: Dificuldade de Contacto e Desonestidade: Sempre que contacto a linha de apoio ao cliente, sou alvo de um "jogo de empurra". Os operadores não se identificam corretamente e demonstram uma pressa evidente em terminar a chamada, sem qualquer intenção de resolver a questão apresentada. Exigências Burocráticas Excessivas: Para qualquer diligência, são solicitados inúmeros documentos para provar a titularidade da conta. No entanto, mesmo após o envio em conformidade de toda a documentação exigida, a Nickel alega novas desculpas ou solicita documentos adicionais, criando um ciclo infinito de burocracia sem fim à vista. Conduta e Postura dos Colaboradores: Os funcionários têm sido grosseiros, impacientes e demonstram uma total falta de formação no atendimento ao público. É percetível o desinteresse em prestar auxílio, priorizando o encerramento da chamada em detrimento da ajuda ao cliente. Prejuízo ao Consumidor: Esta postura impede-me de gerir a minha conta e os meus fundos de forma digna e eficiente, causando transtornos pessoais e financeiros.

Encerrada

Ma prestação de serviços

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a instituição bancária [nivkel] devido à sucessiva má prática no atendimento ao cliente e a problemas operacionais graves que têm condicionado o acesso aos meus fundos. Os motivos da minha queixa baseiam-se nos seguintes pontos: Bloqueios Injustificados: A minha conta tem sido bloqueada de forma recorrente, sem qualquer aviso prévio ou fundamentação válida, impedindo-me de movimentar o meu próprio dinheiro e causando transtornos na gestão da minha vida financeira. Atendimento Deficiente e Hostil: Ao contactar a linha de apoio ao cliente, deparo-me frequentemente com assistentes ríspidos e mal-educados. Em vez de focarem a chamada na resolução do problema, os comerciais adotam uma postura defensiva e pouco colaborativa Obstrução de Resolução (Má-fé no horário de fecho): Num episódio recente, contactei o apoio a escassos minutos do encerramento. Fui mantido em linha com táticas de demora propositadas (manobras de "enrolar") até que o horário de expediente terminasse. Assim que o relógio bateu a hora de fecho, informaram-me que o serviço já não estava disponível, recusando-se a transferir a chamada para a área técnica que poderia resolver o meu bloqueio. Esta é uma prática recorrente e demonstra uma total falta de respeito pelo consumidor.

Encerrada
R. G.
21/03/2026

Transferência MBWay PENDENTE

Bom dia. Ontem, às 17:34, fiz uma transferência por MBWay no banco REVOLUT e até agora a operação consta como PENDENTE, sendo que o dinheiro já saiu da minha conta. Estou em contato desde ontem com banco que me orientou a aguardar 7 dias para uma operação que é INSTANTÂNEA. Em contato com MBWay, eles me orientaram a cancelar a operação, já que deveria ter sido feita de forma automática. Entretanto, o banco REVOLUT não me permite mais cancelar. Estou passando por constrangimento com estabelecimento que está aguardado o pagamento pelo serviço. Não sei mais como resolver esse problema. Já faz 19 horas e não tive nenhuma solução. Um absurdo o que estou passando, me sinto como se estivesse enganando o estabelecimento, que não tem culpa e está sendo prejudicado !!!

Encerrada
L. E.
20/03/2026

Sem acesso a conta

Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº (introduzir número de contrato) e foi-me cobrada uma comissão indevida por reembolso antecipado nos termos do Artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 133/2009. Sendo que já reclamei junto dos vossos serviços e a situação permanece inalterada, solicito a vossa resposta com a maior brevidade. Cumprimentos.

Resolvida

Reembolso de viagem não pago pela Fidelidade

Boa noite, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à recusa de reembolso por parte da Fidelidade – Sinistros, no âmbito de um seguro de viagem por mim e pelo meu companheiro. Tínhamos uma viagem para as Filipinas agendada para o dia 6 de fevereiro, adquirida através de uma agência de viagens com acordo com a Fidelidade. Contudo, fomos obrigados a cancelar a viagem, uma vez que o meu companheiro, Guilherme, foi internado com pneumonia antes da data de partida, ficando clinicamente impedido de viajar. Adicionalmente, sendo eu a única pessoa que coabita com o mesmo, tive necessidade de prestar assistência durante o período de doença, o que igualmente me impossibilitou de realizar a viagem. Assim, e de acordo com as condições do seguro (que junto em anexo), ambos temos direito ao respetivo reembolso. Importa esclarecer que a viagem foi paga por um amigo nosso que era um dos passageiros da viagem, José, que efetuou o pagamento junto da agência de viagens (atuando esta apenas como intermediária, sendo a responsabilidade do reembolso da seguradora). A fatura foi emitida em nome da empresa do José, enquanto o recibo foi emitido em nome individual. Foram entregues todos os documentos solicitados pela Fidelidade, nomeadamente: Comprovativo de internamento hospitalar; Bilhetes de viagem; Recibo de pagamento; Fatura; Comprovativo de IBAN do pagador. Ainda assim, a Fidelidade recusa proceder ao reembolso, alegando que existe uma incongruência entre o nome constante no recibo (José) e na fatura (empresa do José), exigindo a alteração da fatura para nome individual — o que não é uma solução viável. Salienta-se que: Tal exigência não consta de nenhuma cláusula das condições contratuais do seguro; O pagamento foi aceite pela própria entidade nos moldes apresentados; Foi inclusivamente proposta solução alternativa (comprovação de vínculo entre o José e a empresa), a qual foi indeferida sem fundamentação adequada. Do ponto de vista jurídico, cumpre referir que, nos termos do artigo 102.º, n.º 1 do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril), “o segurador deve pagar a prestação devida ao segurado ou ao beneficiário, conforme os casos”. Acresce que, tratando-se de um seguro de danos, é aplicável o princípio indemnizatório consagrado no artigo 128.º do mesmo diploma, segundo o qual a prestação do segurador está limitada ao dano efetivamente sofrido, até ao montante do capital seguro. Nestes termos, sendo eu e o meu companheiro os titulares do interesse seguro e os efetivos lesados, assiste-nos o direito ao reembolso, independentemente da entidade em nome da qual foi emitida a fatura, desde que se encontre comprovada a ocorrência do dano — o que foi amplamente demonstrado. Apesar das inúmeras tentativas de resolução através de contactos telefónicos e trocas de e-mails com a colaboradora Telma Caetano, que foi quem esteve com o nosso processo, a atuação da mesma tem-se revelado pouco colaborante e manifestamente insuficiente na análise do processo. As respostas prestadas têm sido sistematicamente padronizadas, sem qualquer esforço de apreciação concreta do caso nem apresentação de fundamentação legal ou contratual minimamente adequada. Face ao exposto, solicitamos a reapreciação urgente do processo e o cumprimento das obrigações contratuais por parte da Fidelidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Barros

Resolvida
D. S.
18/03/2026

ReclamaFalta de resolução, prejuízos e pedido de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar mais uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela vossa entidade, que considero profundamente insatisfatório e lesivo. Desde o dia 28 de janeiro que me encontro sem telemóvel, sendo que foi nessa mesma data que o equipamento deu entrada pela primeira vez na vossa seguradora, ao abrigo da apólice n.º AD40104724. Até à presente data, a situação mantém-se sem qualquer resolução. Acresce que, apesar de não ter tido qualquer possibilidade de usufruir do equipamento desde então, foram-me cobradas as mensalidades correspondentes aos meses de fevereiro e março, o que considero totalmente inadmissível e injustificado. Ao longo deste período, efetuei inúmeras reclamações e contactos com os vossos assistentes, sem que me tenha sido apresentada qualquer solução concreta, nem um acompanhamento minimamente adequado. Destaco ainda a falta de disponibilidade e empatia demonstrada no atendimento ao cliente. Esta situação está a causar prejuízos diretos no meu negócio, obrigando-me a recorrer constantemente a outros equipamentos, com consequente perda de dados e falhas na comunicação profissional. Face ao exposto, venho por este meio exigir: O reembolso integral das mensalidades cobradas indevidamente durante o período em que estive sem acesso ao equipamento; A atribuição de um voucher no valor do equipamento em questão, como forma de compensação pela ausência prolongada de resolução e pelos transtornos causados. Solicito uma resolução urgente e definitiva desta situação, bem como uma resposta no mais curto prazo possível.

Encerrada

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