Reclamações públicas

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R. D.
21/04/2026
EEM

Contagem Horas de PONTA -> ERRADA

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato a que corresponde o meu número de cliente, comunico que os vossos serviços procederam à programação do meu recente serviço da tarifa tri-horária, de forma completamente errada. Neste momento, e desconhecendo a forma como o fizeram e sem que justifiquem a respetiva contabilização até então, solicito o restabelecimento imediato e correto dos parâmetros da tarifa tri-horária de acordo com a vossa tabela -> "Tarifas de Venda a Clientes Finais na Região Autónoma da Madeira em 2026", bem como a explicação de como vão proceder para a contagem das horas de ponta, na minha próxima fatura, reservo-me o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Prestação de serviços incorreta; pagamento de serviços não cumpridos

13 de abril de 2026 Exmos. Senhores responsáveis pela empresa Eco-upp, O meu nome é Angelina Maria Marques Fontes e venho, por este meio, apresentar uma reclamação pelos Vossos serviços prestados. Exijo a devolução do pagamento que fiz por um equipamento que ainda não foi instalado, e que espero há mais de quatro meses, bem como a devolução da quantia paga por uma manutenção que não foi corretamente realizada pela Vossa empresa. Na semana imediatamente anterior a 4 de julho de 2025, ligaram-me das Vossas instalações, sitas na Praceta José Régio F, 2695-053 Bobadela, para confirmar a manutenção anual ao painel solar para aquecimento de água que tenho em minha casa. Ficou então marcada a visita e manutenção para o dia 4 julho de 2025 às catorze horas. Os técnicos chegaram pouco antes das duas da tarde. Pelo relato que fizeram, mudaram duas peças no equipamento. O técnico afirmou ter feito a manutenção na íntegra, mesmo com vespas a voar junto do painel que, segundo o próprio, teriam de ser retiradas de lá, caso contrário não fariam mais nenhuma manutenção no local. O técnico responsável assina Rafael ou Manuel P. (a cópia do relatório que me foi entregue é de difícil leitura) e o técnico ajudante dá pelo nome de Guilherme Santos. O pagamento foi imediatamente feito por mim no local: 377,75€ (trezentos e setenta e sete euros e setenta e cinco cêntimos). Conforme pedido pelos técnicos, liguei poucos dias depois para a proteção civil de Torres Vedras, para que fosse verificado se havia algum ninho de vespas no telhado, uma vez que havia um enxame que atrapalhava o trabalho dos técnicos aquando da manutenção do equipamento de aquecimento de água. A proteção civil exigiu fotografias. Como nenhum dos dois técnicos tirou nenhuma fotografia e como me é impossível subir ao telhado para o fazer, disse que não tinha, mas assegurei que os senhores dos painéis tinham garantido que estavam lá vespas. Apesar de ser contra a prática do trabalho da proteção civil, dirigiram-se ao local mesmo sem fotografias. Subiram ao telhado e afirmaram perentoriamente que não existia nenhum ninho lá em cima e que não viram nenhumas vespas, acrescentando ainda que, da próxima vez, apenas viriam a minha casa caso houvesse provas fotográficas da presença de vespas. A isto acresce ainda um outro facto mais grave. Após a manutenção realizada em julho pelos Vossos técnicos, a água não aquecia totalmente, nem com energia solar, nem com energia elétrica. Estava apenas tépida, quase fria. Eu tive várias vezes de me dirigir a casa do meu filho, no Turcifal, para tomar banho. Quando não me podia deslocar, aquecia água em panelas para lavar a louça e garantir a minha higiene diária, uma vez que o painel não estava a funcionar corretamente, nem sequer com o disjuntor ligado à eletricidade, como costumo fazer nos dias de inverno sempre que não há sol. Deste modo, uma vez que o problema se arrastou durante meses, fui obrigada a requerer nova manutenção. Percebeu-se, então, que os técnicos abandonaram o local da primeira vez que cá estiveram e deixaram a torneira do glicol fechada, o que fez com que a água não aquecesse. Assim, em novembro de 2025, apresentei-vos uma reclamação via telefone, pelo facto de a água nunca mais ter ficado quente. No dia 27 do mesmo mês, confirmaram por mensagem que, no prazo de vinte e quatro horas, entrariam em contacto para agendar a visita. Não o fizeram. A visita realizou-se apenas no dia 10 de dezembro de 2025, mesmo sabendo que havia uma pessoa em casa, com praticamente setenta anos, sem água quente para a sua higiene pessoal durante aqueles dias frios que já se faziam sentir. Foram os mesmos técnicos que cá estiveram em julho que voltaram a minha casa novamente em dezembro. Subiram até ao painel sem levar ferramentas e aí permaneceram no máximo dez minutos. Disseram para ligar o disjuntor. Garanti que o disjuntor estava ligado, como sempre esteve desde que eles cá vieram, e ainda assim a água não aquecia. Acontece que, depois de terem subido, a água começou a aquecer. O técnico responsável afirmou que “abriu a torneira do glicol, que tinha ficado fechada”, e que “agora o circuito funcionava como um termóstato”. Disse-me que teria de substituir o depósito da água porque o mesmo “se encontrava roto” e que, caso quisesse, eles fariam a respetiva substituição o quanto antes e assim que o tempo o permitisse. Para isso, teria de deixar pago metade do valor do depósito: 656,12 € (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos). Assim o fiz, esperando que o mau tempo passasse para que logo o depósito novo fosse colocado no telhado. No relatório de manutenção cuja cópia ficou comigo, o técnico responsável escreveu o seguinte: “depósito com circuito primário roto; valor depósito 1690€ (mil seiscentos e noventa euros) já com IVA”; “acresce valor de glicol de 9,8€ (nove euros e oitenta cêntimos)”; no total a soma perfazia “1312,25€ (mil trezentos e doze euros e vinte e cinco cêntimos)”, pois foram “retirados 377,75€ (trezentos e setenta e sete cêntimos e setenta e cinco cêntimos) da manutenção”. Foram pagos por mim, no local, 656,12€ (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos) para instalação de um novo depósito. Desde o dia 10 de dezembro até hoje, 13 de abril, o depósito não foi entregue nem colocado. Já foram feitas várias tentativas de contacto. Quando atendem, o que é raro, respondem que na semana seguinte o serviço será terminado. Não foi. Como, entretanto, deixaram de responder às chamadas que faço do meu telemóvel, pedi ao meu filho, Diogo Alexandre Marques Fontes Bento, que lhes ligasse. Disseram-lhe, há cerca de quinze dias, que na verdade não tinham o depósito e que ainda o tinham de encomendar, informação essa que nunca me foi dada. Passaram mais de quatro meses. O depósito não foi entregue nem colocado e o serviço de manutenção não foi devidamente prestado nem concluído até à data de hoje. Pretende-se, consequentemente, a devolução do serviço de manutenção que foi mal feito, bem como o adiantamento dado por mim pelo painel, anulando-se o serviço solicitado. Posto isto, pretende-se o reembolso dos seguintes valores: 377,75€ (trezentos e setenta e sete cêntimos e setenta e cinco cêntimos) da manutenção que não foi bem prestada e que permanece inconcluída; 656,12€ (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos) pela instalação de um novo depósito, uma vez que a espera ultrapassa os quatro meses e o serviço não foi realizado. Aguardamos a devolução do valor no prazo de uma semana para o meu IBAN. Por último, importa ainda acrescentar que o caso já foi comunicado à DECO. Sem mais, Angelina Fontes

Encerrada
V. B.
15/04/2026

Sem luz há mais de 40h

No dia 13/04/2026, às 20h00, ocorreu uma avaria assumida pela E-Redes após o meu contacto para a linha de avarias. Desde então, a situação mantém-se e apesar das dezenas de chamadas para a linha de apoio, parece que andam a brincar, dado que ou alteram a previsão de resolução de hora a hora ou simplesmente não têm estimativa para reposição os serviços. Na linha de apoio só sabem informar que o piquete foi enviado (desde dia 13 às 20h15) e até agora nada. Ontem (14/04) esteve 1 técnico na rua, mas como foi chamado para resolver a situação no prédio em frente recusou-se a verificar o que se passa. Já apresentei reclamação diretamente à E-Redes, em 13, 14 e 15/04/2026, através das várias chamadas e do livro de reclamações online. Até à data, não obtive qualquer resposta, previsão real de resolução, explicação do que se passa, nem assumem os prejuízos/danos morais causados. A verdade é que estou sem eletricidade em casa há mais de 40h.

Encerrada
C. F.
14/04/2026

Redução de potência com pagamento em dia

Exmos senhores venho por este meio reclamar e exigir uma indemnização, pois fiz o pagamento dentro do prazo indicado para não ter redução de energia e mesmo assim procederam à redução, com isso perdi muitos clientes pois é um espaço comercial e fiquei sem energia para trabalhar, envio o comprovativo do pagamento. Fui informada de que o banco não deu indicação do pagamento por ser durante o fim de semana, então arranjem forma de não prejudicar clientes por não terem indicação do pagamento, não é correto ser prejudicada com as faturas pagas. CPE (Código Ponto Entrega) PT 0002 0000 0353 3991 EK Cumprimentos Carla Fialho

Encerrada

Não despejam os contentores do lixo

Moro numa rua onde a maior parte das pessoas é idosa , temos apenas 1 contentor do lixo que demoram semanas a ser despejado aqui na travessa do mirante , o mesmo está a duas semanas cheio de lixo no contentor no chão e tem monos a volta também tendo assim eu que me deslocar e dar a volta a rua ate um contentor mais próximo que é despejado todos os dias , se levam o lixo da avenida Portela e o de frente ao hotel da arangues porque não despejam este que é na rua de trás ? Ah idosos que não tem capacidade nem saúde para fazer o mesmo vendo se assim obrigados a deixar ali no chão não tem lógica nenhuma , já andam ali ratos é um risco para a saúde pública peço por favor que façam algo , que o despejo de lixo seja feito todos os dias como nos outros lados , obrigada.

Resolvida
R. V.
08/04/2026

incumprimento no fornecimento

Ao fim de 9 dias sem energia elétrica, com várias promessas de que viria uma equipa reparar a avaria, tendo cumprido todas as exigências feitas pela empresa (obrigatoriedade de estar alguém em casa na data e hora marcados), finalmente lá foi reparada. Ao enviar um pedido de indemnização, obtenho como resposta que a avaria se deveu a tempestade e que não iriam proceder a qualquer pagamento de indemnização. Acontece que esta minha privação de energia não foi devido a nenhuma tempestade, poi a situação já é recorrente, já foi a segunda ou terceira vez que o mesmo problema acontece. Triste esta situação, se não estou em casa quando a equipa se desloca, tenho de indemnizar empresa em €20 por cada deslocação, neste caso foi-me prometido por mais de 10 vezes e sempre houve alguém em casa, umas vezes eu, outras vezes tive de recorrer a vizinhos e familiares e agora não tenho direto a qualquer tipo de indemnização, nem pelos alimentos perdidos devido a esses 9 dias de privação de energia elétrica.

Encerrada
A. P.
07/04/2026

Assitência com garantia

Ex. mos Senhores Venho por este meio apresentar reclamação da empresa Vulcano, pelo facto de ter adquirido um equipamento "Esquentador Vulcano Senc.Vent. WTD 11 B/P", e o referido equipamento começar a dar problemas durante a garantia, e nessa altura ter sido reparado com garantia, mas o equipamento continua repetidamente a dar problemas e a empresa Vulcano, não tem assumido o valor das reparações subsequentes. Segundo os técnicos que se deslocaram ao local, o problema identificado, é recorrente neste modelo, pelo que presumo seja um defeito de origem. Depois de vários emails enviados para a empresa, nunca obtive uma resposta favorável para assumir o valor das facturas de assitência, sendo obrigado a pagar essas facturas , para que a empresa que presta assitência se deslocasse novamente ao local para reoslver novo problema.

Resolvida
I. R.
03/04/2026

Problema de baixa tensão

Exmos. Senhores, Eu, Igor André Freitas dos Reis, contribuinte n.º 252244591, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao fornecimento de energia elétrica na minha habitação. A minha residência, construída de raiz há cerca de 3 anos, é totalmente dependente de eletricidade, nomeadamente através de uma bomba de calor responsável pelo aquecimento de águas e do sistema de piso radiante. Desde o início da utilização da habitação, a bomba de calor tem apresentado avarias constantes. Durante o período de garantia, os técnicos procederam a diversas intervenções, reparando ou corrigindo os problemas identificados. No entanto, as avarias voltavam a surgir poucos dias após cada intervenção. Recentemente, um técnico identificou que a origem do problema estaria relacionada com a tensão elétrica. Posteriormente, um eletricista confirmou, através de medições no quadro elétrico, que a tensão fornecida à habitação se encontra em cerca de 190V, quando deveria situar-se aproximadamente nos 230V. Na sequência desta situação, solicitei a intervenção da E-Redes. No local, os técnicos informaram que já existiriam reclamações semelhantes por parte de vizinhos, o que demonstra tratar-se de um problema recorrente na zona. Esta situação está a causar-me prejuízos significativos, tanto a nível financeiro (devido a avarias recorrentes em equipamentos dispendiosos) como a nível de conforto e qualidade de vida, uma vez que me encontro frequentemente sem água quente e sem aquecimento. Importa ainda referir que, mesmo procedendo à reparação da bomba de calor, o problema persistirá enquanto a qualidade da energia fornecida não for corrigida, podendo provocar danos contínuos em componentes como a placa eletrónica, compressor, ventoinha e condensador, entre outros. Atualmente, encontro-me numa situação insustentável, sem condições para suportar novas reparações sabendo que estas voltarão a ser necessárias devido à deficiência no fornecimento elétrico. Assim, venho solicitar: - A resolução urgente do problema de fornecimento de energia, garantindo os níveis de tensão adequados; - A responsabilização da entidade fornecedora pelos danos causados nos equipamentos; - A avaliação de eventual indemnização pelos prejuízos já sofridos e pelo impacto causado. Agradeço a vossa intervenção no sentido de resolver esta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Igor André Freitas dos Reis NIF: 252244591 CEP: PT50 0002 0001 3383 1982 EE

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
N. R.
31/03/2026

Ligação a rede alteração ponto de Entrega

No início do mês de março uma equipa da E-REDES deslocou-se a minha habitação e alegando falta de segurança no ramal que alimenta o meu contador efetuou o corte de energia ficando sem corrente elétrica em casa. Tinha em curso um pedido de alteração de ponto de entrega subterraneo mas nao me foi autorizado pela junta de freguesia. Ora esse pedido foi cancelado no dia 18 apos vários telefonemas para o fazer. Foi aberto um novo pedido de ligação a rede no mesmo dia e hoje dia 31 foi-me enviado um email a dizer que foi cancelado pela e-redes por haver outro pedido em curso, pedido esse cancelado dia 18. Ora faz um mês que moro em casa com crianças e sem luz elétrica em pleno inverno. Até ao momento ja efectuei uns 20 telefonemas para a e-redes e nunca fui contactado com indicações a seguir. Tudo esta preparado para a ligação a rede como indicam as normas.

Encerrada
J. L.
30/03/2026

Interrupção de energia indevida por parte da e-redes

Ex.mo(a) Sr.(a) No seguimento da interrupção do fornecimento de energia hoje na minha fração, venho pelo exposto citar os fundamentos tidos por conveniência abaixo mencionados. I- Supostamente, hoje dirigiu-se um técnico da vossa parte à minha morada para tentar aceder ao contador. Como o técnico não acedeu ao mesmo, porque eu estava ausente da minha fração a essa hora, foi-me interrompido o fornecimento de energia. Quando cheguei à minha fração e deparei-me com a falta de energia, liguei para os vossos serviços, para saber o que passava, foi quando a assistente do Call Center, me transmitiu que o corte se deveu ao facto do técnico não ter tido acesso ao meu contador. Ora, eu perguntei à assistente, qual o motivo da Empresa e-Redes, querer ter acesso ao contador, visto o contador ser digital e estar ligado remotamente aos servidores da Empresa !! Foi me comunicado, que o contador digital não está a transmitir a leitura ao fornecedor de energia. II – Pegando no ponto anterior. Eu nunca fui citado por carta registada e AR pela vossa Empresa, que precisavam de aceder ao contador porque o mesmo não estava a facultar a leitura à vossa Empresa. A única coisa que me foi transmitido por SMS, era o agendamento da deslocação de um técnico à minha fração para verificar o contador. Ora, ao receber tais SMS´s, sempre deduzi que a Empresa queria recolher a leitura, pois a mensagem nela contida não era objetiva. Se eu migrei para um contador digital que está incorporado com sistema de rede inteligente, logo a Empresa pode aceder à leitura, mudar a potencia contratada e interromper o fornecimento de energia sem ter que se deslocar à minha morada. Agora, se a vossa Empresa, fosse mais objetiva no conteúdo dos SMS´s, isto é: Se menciona-se, que o contador não está a transmitir a leitura à Empresa de distribuição por algum motivo e que gostariam de agendar um dia e hora para comigo para verificar o sucedido, eu tentaria encontrar o melhor dia e a melhor hora, para se agendar a visita. III – Perante a interrupção de energia e depois de falar com uma assistente, a mesma menciona, que a reposição de energia só pode ser feita no dia seguinte?? Isto é anti-natura e surreal! Primeiro: Porque a falha de comunicação aqui existente foi feita pela vossa Empresa, ao não ser objetiva, quanto à finalidade a ter sobre o contador e quais os motivos. Segundo: Foram rápidos na interrupção do corte de energia, que supostamente foi feito remotamente e depois para a repor demoram quase 24h? Terceiro: Com esse procedimento de interrupção de energia sem grande justa causa e depois retoma-la só no dia seguinte, não só está em causa o transtorno que isso causa em várias vertentes, como até a própria saúde de pessoas que dependam de energia elétrica em dispositivos para se restabelecer, como pessoas que estão ligadas a ventiladores domiciliários. IV – Perante o ponto anterior, considero este procedimento da vossa Empresa, um ato de má fé e de negligencia. Sabendo à partida o que este procedimento acarreta para o cliente, e mesmo assim colocam-se a pô-lo em pratica de forma a lesar o cliente. Pois se não quisessem lesar o cliente, eram objetivos no conteúdo das vossas comunicações em relação aos contadores e no caso de existir uma interrupção de energia da vossa parte, assim que o cliente liga-se a reportar a situação, a vossa Empresa disponibilizar logo um técnico para repor a energia no mesmo dia e num curto espaço de tempo. V – Pegando no ponto I desta reclamação. Para além da Assistente me transmitir, que tal interrupção se deveu ao facto do técnico não aceder ao contador na minha morada. A mesma transmitiu, que para repor a energia novamente, o serviço tem custos a crescidos? Ora, como o já frisado por mim, se existe responsabilidades na interrupção da energia na minha fração, essas responsabilidades vem da vossa Empresa, pelos factos acima narrados. Assim sendo, recuso me assumir qualquer custo adicional que tal reposição de energia venha acarretar. Pois, mais uma vez, considero que o erro foi vosso assumidamente. VI – Num futuro contacto da vossa Empresa para com os clientes, para uma respetiva visita a um contador, por um motivo de força maior. Deve a vossa Empresa ser objetiva com o assunto em questão e agendar uma hora precisa com o cliente e não dar um horário de visita das 9:00 às 17:00 por exemplo. Como devem calcular, as pessoas tem os seus compromissos, assim sendo não podem estar o dia todo no seu Imóvel à espera de um técnico. Por isso será necessário, esta colaboração da vossa parte para que exista uma melhor relação entre cliente e Empresa no futuro.

Encerrada

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