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Avaria internet fixa por mais de 37 dias
Boa noite. Hoje recebi uma carta da MEO informando que a cessação do meu contrato gera um montante de 396,39€. Visto que estou sem serviços até hoje, e totalizando 37 dias, 37 dias E AINDA QUEREM QUE EU PAGUE MULTA? ISSO É UMA VERGONHA... Isso é inadmissível, uma falta de respeito com os direitos do consumidor. Está na lei e eu posso cessar o contrato sem QUALQUER CUSTO PARA MIM! ONDE ESTÁ A ANACOM PARA VER ESSE TIPO DE ABUSO AO CONSUMIDOR???????
Encomenda não recebida
Não entregaram a encomenda, ligaram praticamente no horario de fecho dos CTT e não falaram para não fazerem a entrega! Já aconteceu mais vezes e possivelmente irão continuar. Péssimo serviço e atendimento.
Falta de Serviço e Desrespeito pelo Prazo de Atendimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu profundo descontentamento relativamente à situação que tenho enfrentado com o serviço de telecomunicações da Nowo. Na semana passada (quinta-feira dia 6 de Novembro) , fiquei sem serviço e, após o contacto telefónico com o atendimento, fui informado de que um técnico só estaria disponível para atendimento na próxima terça-feira. É inadmissível que um cliente fique sem serviço durante tantos dias, sem qualquer solução imediata. No sábado foi enviado um técnico que reportou ser uma avaria do exterior, não sendo possível solucionar o problema. Até agora não temos qualquer outra resposta ou previsão de quando o problema estará solucionado, e já foi inclusive dito por outros técnicos em outras ocasiões reportadas que o problema está no exterior. Isto nada mais é que uma empresa ignorar deliberadamente um problema que enfrentamos há meses! Esta é já a segunda reclamação que faço, o problema continua sem resolução mas a fatura aparece sempre para pagar. Se, numa terceira ocorrência, e se a situação não for devidamente resolvida e o mais rapidamente possível, reservo-me o direito de rescindir o contrato por justa causa. Aguardo uma resposta urgente e uma solução imediata para esta situação.
Incumprimento Reiterado do Serviço de Entrega e Registos Falsos de Tentativa de Entrega
Não é a primeira vez que o estafeta regista “Não foi possível realizar a entrega: destinatário ausente”, apesar de eu me encontrar em casa durante todo o dia. Não houve qualquer tentativa de contacto telefónico e, em vez de proceder à entrega, limita-se a inserir essa indicação no sistema e a encaminhar a encomenda para o ServicePoint mais próximo. Na presente ocorrência, o estafeta chegou inclusive a alegar que o ServicePoint não se encontrava disponível, o que se revela manifestamente infundado. A própria informação do sistema confirma a inconsistência: um minuto após ter assinalado “destinatário ausente”, registou igualmente a impossibilidade de entrega no ServicePoint. Tais registos contraditórios evidenciam a prática de actualização artificial dos estados de entrega, com o objectivo claro de salvaguardar indicadores internos, em detrimento do cumprimento efectivo do serviço contratado. Esta conduta prejudica o cliente, viola as expectativas legítimas de prestação e pode configurar incumprimento contratual.
Assistência Técnica
Exmos Senhores, Há cerca de 2 meses a minha instalação solar instalada pela Galp Solar deixou de fornecer energia para a minha habitação por motivo o inversor se ter avariado e segundo a Galp por corte de energia elétrica. Desde essa altuar que estou à espera que a Galp me envie a data em que esta reparação ja efetuada mas sem sucesso. Já telefonei várias vezes para o apoio ao cliente (hoje incluído), á enviei email e a resposta que tenho da parte da Galp é de que oportunamente será efetuado o orçamento e enviado para mim. Faço notar de que eu solicitei à Galp que me enviasse por escrito de que o inversor se tinha avariado por motivo do corte de energia elétrica para eu poder reclamar junto da E-redes. Penso que esta não é a forma de tratar um cliente a não ser que haja algo que a Galp não queira partilhar, mas para uma Empresa que está constantemente a telefonar para propor a aquisição de painéis solares se este é o serviço pós-venda que depois oferecem tenho a dizer que deixa muito a desejar. Agradecia que me ilucidassem o que posso fazer ou Deco possa fazer para resolver este assunto. Obrigado, cumprimentos
Atraso injustificado na ligação ao gás natural após pagamento
Paguei o valor total de 1.051,86€ no dia 21/09/2025 à Medigás para a ligação ao gás natural no imóvel em Rua Ataíde Oliveira 136, 8000-219 Faro. Enviei o comprovativo de pagamento quatro vezes e realizei três contactos formais por e-mail, entre 21/09 e 09/11, sem qualquer resposta, confirmação ou previsão de execução. Esta situação constitui: - Incumprimento contratual (art. 9.º da Lei 24/96) - Violação do dever de informação (art. 8.º da Lei 24/96) - Falha na prestação de serviço público essencial. Peço mediação e intervenção urgente. Adicionalmente, desloquei-me pessoalmente ao escritório da Medigás em Faro para solicitar esclarecimentos, porém os colaboradores não apresentaram qualquer informação, explicação ou assistência relativamente à execução do serviço já pago. Esta falta de resposta e ausência de cumprimento configuram uma violação grave da Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), do dever de prestação de serviços públicos essenciais e das normas regulatórias do setor energético. A ligação ao gás natural é indispensável para o funcionamento legal do meu estabelecimento comercial, e o atraso injustificado por parte da Medigás está a causar prejuízos económicos reais e a impedir a abertura e operação normal da atividade. Caso a situação não seja resolvida em prazo legal, avançarei com pedido de indemnização por danos e requerimento formal de fiscalização e sanções junto das entidades reguladoras competentes. Solicito resposta formal e um plano de execução com prazo definido, com carácter urgente. Em anexo, apresento os comprovativos relevantes para suporte da presente reclamação, nomeadamente: - Comprovativo da transferência bancária referente ao pagamento integral do serviço; - Cópia do orçamento e condições contratuais fornecidas pela Medigás; - Registo das comunicações por e-mail realizadas entre 21/09 e a presente data, demonstrando as tentativas formais de contacto sem qualquer resposta. Todos estes documentos comprovam o cumprimento das minhas obrigações e a ausência de resposta e execução por parte da Medigás.
10 dias sem serviço
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações nif 17886650, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: sem serviços de televisão, Internet e telefone desdeodia31/10/2025. Cumprimentos.
Corte indevido de eletricidade e contrato de gás não autorizado
Ex.mos senhores, No dia 7 de novembro de 2025, o fornecimento de eletricidade na minha habitação foi cortado indevidamente pela Galp Energia, sem aviso prévio. Após contacto com a E-Redes, foi confirmado que o corte resultou de um erro da própria comercializadora, o que foi posteriormente reconhecido pela Galp. Para tentar resolver a situação rapidamente, aceitei celebrar um novo contrato de eletricidade, na esperança de que o fornecimento fosse restabelecido imediatamente. No entanto, foi também criado, sem o meu consentimento, um contrato de gás natural, algo que nunca solicitei nem autorizei, configurando uma prática abusiva e ilegal, em violação dos meus direitos enquanto consumidor. Desde o corte, já se passaram mais de 32 horas e o fornecimento continua interrompido, o que gerou prejuízos materiais e financeiros: • Perda total de alimentos refrigerados e risco de avaria do frigorífico; • Necessidade de despesas adicionais com alimentação e higiene fora de casa, tornando a habitação inabitável; • Falta ao trabalho para tratar da situação; • Desgaste psicológico e físico; • Risco para a saúde caso seja necessário utilizar equipamentos médicos elétricos. Durante este período, contactei diversas vezes o apoio da Galp e à noite contactei a E-Redes, sendo informado de que não existia qualquer pedido de reposição emitido pela Galp, demonstrando falta total de urgência e negligência grave por parte da empresa.
Entregue mal realizada
Boa noite Fiz uma encomenda na Temu em setembro e supostamente os ctt tentaram entregar no dia 10 outubro às 18h22 hora ao qual estava no meu trabalho Quando acabei o trabalho tinha uma chamada do senhor dos ctt a dizer que deixou a minha encomenda em cima do muro da minha casa sem minha autorização e assinou o papel com uma assinatura dizendo que eu o recebi O que é certo é que quando cheguei a casa não tinha nada no muro, uma vez que o muro é de acesso à rua… Já contactei a Temu e eles a única resposta que me dão é que a encomenda foi entregue na morada com sucesso quando na verdade foi deixada em cima do muro porque eu tinha um código para a receber e não foi nem recebida com código nem com contribuinte com nada porque efetivamente ninguém a recebeu Contactei os ctt disseram para contactar o remetente, já ando a contactar o remetente desde o dia 10 outubro e não obtenho qualquer resposta a não ser que foi entregue na morada certa… e os ctt agora não abrem reclamação porque já foi entregue há mais de 3 semanas, tempo que estou a tentar resolver a questão com a Temu e recebo sempre a mesma resposta São 150€ de encomenda que não sei onde está Não tenho o dinheiro nem a encomenda e quero isto resolvido pois não tenho culpa da incompetência de quem faz as entregas mal feitas !! Envio a anexo a assinatura falsa e a chamada perdida do vosso trabalhado incompetente
Cobrança não justificada
No passado dia 6 de Novembro, um técnico da E-redes ia efetuar um serviço no meu quadro elétrico, ao qual iria no período das 10h30-13h. Chegou às 10h35, tocou à campainha e passados 2 minutos foi embora, quando a minha namorada estava a abrir a porta do prédio. Justificou que ninguém estava em casa e vai ser cobrado uma taxa de 20 euros pela deslocação. Uma colaboradora da e-redes, ao lhe colocar a situação, diz que temos que abrir a porta assim que tocar à campainha, ao qual lhe justifiquei, que dois minutos é uma tolerância inadmissível, como que se gostassem de cobrar o dinheiro e dar a ausência só porque sim.
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