Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. P.
02/12/2025

Recusa da activação da garantia legal de bem com dano oculto

Venho apresentar reclamação contra a Castro Electrónica, relativa à recusa injustificada de activação da garantia legalde um frigorífico combinado RB34C600CWW da marca Samsung, adquirido a 1 de Outubro de 2025, que apresenta um dano oculto. As prateleiras do frigorífico estão encaixadas na parte detrás e a mesma apresenta-se partida em vários pontos, sendo vísivel a espuma interna do equipamento. Após avaliação técnica oficial, a própria Samsung Portugal classificou o problema como "dano oculto", o que, nos termosdo Decreto-Lei n.º 84/2021, corresponde a uma falta de conformidade existente à data da entrega (art.º 18.º). Apesar disso, a loja recusa assumir a garantia alegando ser "apenas revendedora" e afirmando que segue a decisão damarca. Esta justificação é ilegal, uma vez que:- A responsabilidade pela garantia é sempre do vendedor (art.º 10.º, n.º 1). - A existência de um dano oculto presume-se como falta de conformidade de origem (art.º 18.º). - O consumidor tem dois meses após a deteção para comunicar a falta de conformidade (art.º 20.º, n.º 2). - Procedimentos internos da marca (como o prazo de 30 dias referido pela Samsung) não se sobrepõem à legislaçãonacional. Solicitei à loja uma recusa formal fundamentada, incluindo a base legal da decisão, pedido ao qual não obtive resposta até à data. Nas comunicações prévias, limitaram-se a responder que "mantêm a informação dada anteriormente", sem qualquer fundamento. Pretendo que a loja cumpra com as obrigações legais decorrentes do DL 84/2021 e proceda à resolução da falta deconformidade, através de uma das soluções previstas no art.º 13.º (reparação, substituição, redução adequada do preço ou reembolso). Solicito ainda que esta reclamação seja analisada e que a entidade competente adopte as medidas adequadas paragarantir o cumprimento da lei. Em anexo, remeto: - Comunicação da Samsung confirmando "dano oculto"; - Trocas de e-mails com a loja; - Comprovativo de compra.

Encerrada
J. D.
02/12/2025

Negado Garantia e cobrado desloacão

Boa Tarde, Foi negado assistência ao meu termoacumulador CTR80RS/E Candy , e cobrado 35€ de deslocação do técnico porque falta casquilhos eletrolíticos. Na compra do termoacumulador nunca recebi tais casquilhos e nem no manual de instalação que segue em anexo não encontro qualquer menção nem obrigatoriedade dos mesmos. Como pode ver no manual em anexo não está nada a dizer que é para colocar

Encerrada
N. R.
02/12/2025

Fui enganado e não consigo devolver

Efetuei uma compra na plataforma, como já fiz tantas vezes, sempre sem problema (assim como vendas). Acontece que desta vez o vendedor tentou enganar-me ao enviar um produto que nada tinha haver com o que comprei. Inclusive, dentro da respetiva caixa e alegou que se enganou (o que duvido). Acho estranho confundir um relógio com um carregador e ainda mais ao colocar o carregador dentro da caixa do relógio e selar a mesma. Posto isto, evidenciei o problema e pedi reembolso total ao que, sendo que à primeira vista ia funcionar devidamente. Para começar mal, a Vinted disse que tinha de pagar os portes de envio de devolução de 6 euros e qualquer coisa. Ou seja, tentam me enganar e ainda vou sair prejudicado, independentemente de não ter culpa nenhuma. Depois, dão me um prazo (01.12.2025) para realizar a devolução e, por falta de oportunidade, apenas no próprio dia ia conseguir realmente efetuar a devolução. Qual é o meu espanto, quando recebo uma notificação a dizer que o processo foi fechado e já não podia devolver nada. Nem havia sequer outra opção. Isto, quando no chat com o vendedor, tinha uma mensagem bem clara do sistema a dizer que até dia 01.12.2025, podia realizar a devolução. Posto isto, o vendedor recebeu o dinheiro e pronto. Estão literalmente a beneficiar alguém que realizou um ato ilegal propositadamente. Por fim, o apoio ao cliente funciona de forma péssima e não ajuda em rigorosamente nada. Aliás, nem sequer funciona, porque parece que nem ler corretamente os pedidos de ajuda sabem. Mencionam sempre dos termos e condições e aparentemente nunca analisam caso a caso, quando claramente recebi uma informação errada da parte deles relativamente ao prazo que tinha. Eu, um utilizador assíduo com múltiplas avaliações positivas, é como se fosse só mais um. Afinal de contas, as avaliações servem para quê, além de transmitir confiança aos outros utilizadores. Isto é claramente um incentivo a este tipo de esquemas por parte da plataforma. Da minha parte, claramente vão perder um utilizador para as outras plataformas idênticas como Wallapop, mas isso não os parece afetar. Não faz sentido e agradecia, pelo menos, feedback em condições.

Encerrada
R. C.
01/12/2025

Recusa de garantia de produto c/ defeito de fabrico

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa à recusa de atendimento ao abrigo da garantia legal por parte da empresa Kave Home, relativamente ao produto Lavabo de encimera Delina em terraço branco 40 x 45 cm, SKU: AB0145PR33, adquirido na encomenda PT12197632, entregue em 20/08/2025. O produto só pôde ser aberto e instalado recentemente devido a obras em curso. Ao proceder à sua instalação, verifiquei que os vértices do lavatório estavam lascados, claramente resultando de um defeito de fabrico. A caixa manteve-se intacta desde a entrega, demonstrando que o dano não decorreu de manuseamento inadequado ou transporte. Após a deteção do defeito, comuniquei imediatamente à Kave Home, solicitando a ativação da garantia legal de dois anos prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula a conformidade de bens de consumo. A empresa respondeu recusando a incidência, alegando que já teriam decorrido 101 dias desde a entrega e invocando um prazo de 14 dias, aplicável apenas a danos de transporte ou defeitos evidentes no momento da entrega. Reforcei, em comunicação subsequente, que se tratava de um defeito de fabrico comunicado de imediato após a sua deteção, mas a empresa manteve a recusa, reiterando a aplicação indevida do prazo de 14 dias. Considero que esta recusa configura incumprimento da obrigação legal de garantir a conformidade do produto, prática que limita indevidamente os direitos do consumidor. A lei estabelece que o consumidor deve comunicar a desconformidade dentro de dois meses após a deteção do defeito, o que foi cumprido no presente caso. Diante do exposto, solicito à DECO que intervenha para garantir o cumprimento da garantia legal obrigatória, junto da empresa Kave Home, e para assegurar que sejam adotadas as medidas adequadas, nomeadamente a substituição do produto ou outra solução prevista na legislação aplicável. Anexo a esta queixa todas as comunicações trocadas com a empresa, bem como fotografias do produto e da embalagem intacta. Agradeço desde já a atenção e aguardo um retorno com orientação sobre os passos a seguir. Com os melhores cumprimentos, Raquel Colaço

Encerrada
J. A.
29/11/2025

Produto na garantia não consertado e sem reembolso

Eu comprei um sofá na conforama corroios em outubro de 2024. Sempre tive uma dificuldade em abrir o sofá e por muitas vezes ele fechava sozinho. Em julho desse ano eu contactei o suporte e me pediram fotos. Eu enviei as fotos e disseram que nao seria suficiente. Sendo assim, agendaram para um tecnico ir em casa. Da primeira vez desmarcaram, e depois o tecnico apareceu. O tecnico constatou e confirmou ser um defeito de fabrica porque uma peça de sustentação veio menor do que deveria. O tecnico tirou as fotos e medidas e disse que entrariam em contato comigo. Ninguem entrou em contato entao liguei para a loja. Apenas 5 dias depois (no dia 7 de setembro) me informaram que aguardavam a peça chegar e que entrariam em contato para agendar a visita do tecnico para conserto. Desde esse dia, não recebi mais nenhum contato da empresa, e eu passei a ligar insistentemente, até que no dia 21 de setembro, disseram que o fornecedor precisaria de mais fotos, sendo necessaria uma nova visita do tecnico. Isso nao fez sentido porque se estavam apenas aguardando a peça chegar, porque agora precisariam de mais fotos e uma nova visita? Solicitei devolver o produto porque já estou 4 meses sem poder utilizar propriamente o sofá, e pedi o reembolso do valor. A loja da conforama esta a negar pois dizem que pela politica da empresa, só aceitam devoluções dentro de 14 dias com o produto embalado. No entanto, se é um defeito de fabrica de uma peça deles e quem montou foi um tecnico deles e que nao informou do defeito, como eu poderia saber e devolver antes? Fui informado no dia 27 de outubro que o fornecedor enviaria peças para o conserto do sofá, e até agora nada. NÃO COMPREM COM A CONFORAMA!

Resolvida
V. A.
28/11/2025

Defeito de fabrico, prejuízos graves e falta de resposta – Renault Megane BL-80-

Venho apresentar reclamação formal contra a Renault Portugal e Carby Faro (Grupo JAP), devido ao impacto extremamente grave que um defeito de fabrico causou na minha vida profissional, financeira e familiar. Factos principais: 1. A minha viatura Renault Megane IV Break (BL-80-VT) esteve imobilizada de 25/09/2025 até 17/11/2025 (53 dias), devido a defeito de fabrico reconhecido pela marca (recall interno / substituição da caixa de velocidades). 2. Durante esse período, fiquei totalmente impossibilitado de trabalhar como motorista TVDE, sendo esta a minha única fonte de rendimento. 3. A minha esposa encontra-se grávida de 8 meses e dependemos exclusivamente do meu trabalho para sustento familiar. 4. A Renault comunicou que a viatura estava pronta no dia 04/11, porém eu não tinha condições financeiras para pagar o seguro, porque estava há quase dois meses sem rendimentos por culpa do defeito. Fui obrigado a pedir dinheiro emprestado para conseguir levantar a viatura apenas no dia 17/11. 5. Após levantar o veículo, surgiu uma nova avaria elétrica crítica (“STOP – Panne électrique – DANGER”), demonstrando que a reparação não foi totalmente resolvida. 6. O banco está a exigir prestações que deixei de pagar por causa da imobilização prolongada do veículo. 7. A Renault e a Carby Faro não respondem às minhas comunicações desde 06/11, apesar de vários pedidos e um ultimato formal enviado a 26/11. Prejuízos concretos: perda total de rendimentos por 53 dias; impossibilidade de pagar o seguro; necessidade de pedir dinheiro emprestado; atraso forçado no levantamento do veículo; pressão do banco e risco de incumprimento; instabilidade familiar; esposa grávida totalmente dependente da minha atividade profissional; nova avaria após suposta reparação “completa”. Isto viola: Decreto-Lei 67/2003 – Garantia de bens de consumo Lei 24/96 – Lei de Defesa do Consumidor Art. 12.º – responsabilidade por prejuízos causados Art. 4.º – direito à qualidade e segurança Art. 8.º – direito à informação e resposta adequada Solicito intervenção urgente para que a Renault seja responsabilizada e proceda ao ressarcimento dos prejuízos comprovados.

Encerrada
P. C.
26/11/2025

Reparação não concluída

No dia 15/03/2024, dirigi-me à C. Santos VP Cascais para me queixar de uma anomalia no meu veículo, um smart fortwo coupé mhd pois não desenvolvia e patinava ao tentar engrenar as mudanças. Após diagnóstico feito pela oficina sugeriram a substituição da embraiagem e todos os componentes que a mesma envolve. Segui com a reparação no dia 28/03/2024 onde me foram cobrados 2627.55 euros. Ao fim de algum tempo, começaram a surgir problemas ligados à reparação feita onde o carro não engrenava a marcha atrás e a primeira mudança. Fiz reclamação na mesma oficina e no dia 17/09/2024 o carro foi visto e disseram-me que estaria o problema resolvido. A partir daí, o carro começou a fazer barulhos que antes não fazia e, no dia 12/12/2024 o meu veículo voltou a estar na oficina para resolver esse problema. Mais uma vez, garantiram-me que o problema estava resolvido. No dia 28/04/2025 voltei a deixar a viatura na oficina C. Santos VP Cascais com a mesma queixa. Ao levantar o veículo, foi-me garantido, uma vez mais, que o problema estaria resolvido sendo que me diziam sempre que fizeram nova codificação/programação/calibragem. O problema continuou a persistir e voltei a reclamar para a mesma oficina onde me sugeriram que me dirigisse à oficina C. Santos VP do Campo Pequeno para o veículo ser visto por outra equipa. No dia 27/10/2025, deixei o meu veículo nessa oficina e, no final do dia, pude levantá-lo e pediram-me que nos dias a seguir a essa reparação ligasse para dar o feedback. O problema não ficou resolvido e dei essa mesma indicação para a oficina do Campo Pequeno onde agendaram nova visita à C. Santos VP Cascais para, uma vez mais, o carro ser visto e reparado. Durante este tempo de tentativas de reparação, dias de faltas no meu trabalho, despesas em portagens, gasolina e tempo perdido, sinto-me completamente desagradada e desiludida com esta oficina na qual sou cliente há alguns anos, onde sempre fiz todas as revisões e manutenções necessárias. É com um sentimento agora de desconfiança, devido às garantias constantes que me têm dado de que tudo está resolvido e depois não está, que manifesto este meu profundo desagrado. Sinto-me lesada por um erro ou falha da oficina, e que eu em nada contribui para que tal acontecesse, pois nunca me foi oferecida qualquer tipo de ajuda para as deslocações que fiz e o tempo perdido que me impossibilitou até de ir trabalhar e ainda, nesta última vez que fui buscar o carro, estavam prontos para me cobrar 61 euros que, sobre protesto meu, anularam de imediato essa cobrança. No dia 20/11/2025, dirigi-me novamente à oficina para informar que o carro continuava a fazer o barulho que até então me tenho vindo a queixar e pedi para falar com o responsável pela oficina ao que me informaram que estava ausente. Veio falar comigo um colaborador que, segundo ele foi o que das últimas vezes acompanhou o meu carro na oficina, ao que me disse que não poderia fazer ou decidir nada sem o consentimento do engenheiro responsável. Depois de voltar a explicar o problema, o senhor pediu-me para nos dirigirmos ao carro para poder ouvir o barulho e verificou que o mesmo ainda persistia. Pediu-me para aguardar até ao dia seguinte, dia 21/11/2025 para me dar uma resposta. Ligou-me nesse dia ao final do dia dizendo que não tinha ainda conseguido falar com o engenheiro responsável pessoalmente e que eu aguardasse no máximo até à segunda-feira seguinte. No dia 24/11/2025, aguardei o contacto, mas não me disseram nada. Ligaram-me no dia seguinte de manhã e disseram-me que o engenheiro decidiu que não iriam mais tentar reparar o carro e que qualquer reparação que eu quisesse fazer a partir deste momento ficaria ao meu encargo, sendo que a garantia só terminará em março de 2026, altura em que perfaz os 2 anos após a primeira intervenção. É com enorme desilusão com a marca que me pergunto onde está o respeito pelos clientes e como é possível darem-me uma resposta destas quando sou cliente assídua da marca e o problema surgiu por uma reparação que me fizeram e que agora não querem assumir. Fico a aguardar que essa entidade faça com que o executante do serviço reveja toda a situação e repare, de uma vez por todas, o meu veículo.

Encerrada
V. R.
26/11/2025

Garantia recusada

Exmos. Senhores, Em 4 de maio de 2024, adquiri dois bancos Onis (referência PT2_0009-BL-2) através da encomenda NCNQJDSPV, pelo valor total de 84,56 €. No entanto, venho informar que um dos bancos apresenta um defeito visível, nomeadamente fendas na zona do assento, que comprometem a sua utilização. Este problema foi prontamente comunicado à vossa empresa em 10 de novembro de 2025, mas a resposta que recebi indicou que a garantia não se aplicaria, alegando que o defeito seria relacionado com o uso do produto. Esta alegação é claramente indevida, uma vez que os bancos foram sempre utilizados de forma adequada, exclusivamente para o fim a que se destinam, ou seja, para sentar. Gostaria de salientar que a vossa resposta vai contra a legislação aplicável, que garante a proteção do consumidor em situações como esta. Assim sendo, exijo a substituição imediata do produto defeituoso. Caso tal não seja possível, solicito, alternativamente, a devolução integral do montante pago ou a reparação do artigo em questão. Na ausência de uma solução satisfatória por parte da vossa empresa nos próximos 7 dias úteis, considerarei o contrato como incumprido e tomarei as medidas necessárias para fazer valer os meus direitos. Aguardo a resolução urgente desta situação. Cumprimentos

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
T. A.
24/11/2025

Produto para reparação perdido

Comprei uma airfrier em novembro de 2024 e no início deste ano começou a dar alguns problemas a aquecer até que em Agosto deixou mesmo de funcionar. No site da cecotec portuguesa tentei várias vezes declarar uma incidência (04019532), sem efeito nenhum. Finalmente, no site espanhol consegui com que desse. Vinham recolher a encomenda a casa, mas não avisavam que aí vinham. Telefonei-lhes e enviei vários emails para então recolherem noutra casa onde havia sempre gente. Diziam que estava confirmado e vinham sempre ter à casa errada na mesma. Quando eu lhes pedia para falarem com a transportadora, diziam que era impossivel. Numa dessas tentativas de recolha, combinei com o próprio empregado da transportadora e resolvemos a questão já a finais de outubro. Agora, quando lhes telefono a perguntar onde está o produto, dizem que não têm ainda nenhuma previsão de arranjo, no entanto, se entrar na minha conta na cecotec, diz que está arranjada e entregue... Quando lhes digo isto eles dizem que vão falar com o supervisor (algo que nunca me deixaram a mim fazer, dizendo até que não há) e que até ao final do dia de 21/11 me dão uma resposta por mail. A resposta foi que me dariam uma resposta detalhada no dia 24/11. Hoje, dia 24, telefonei e não sabem de nada. Neste momento já só quero o meu dinheiro de volta e pronto. Quando tentei fazer reclamação no livro de reclamações, não se consegue encontrar a empresa. Isto é legal?

Encerrada
V. M.
24/11/2025

Fuga as responsabilidades/anulação de negócio

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504, 13405784, 13777500 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. A Santogal da sempre a mesma resposta, "através dos meios internos vamos resolver diretamente com o cliente", A resposta é sempre a mesma, contudo é mentira, eles não entram em contacto, muito menos resolvem, estão a fugir as responsabilidades. Eu pretendo a anulação do negócio. Pago todos os meses 100 euros a uma linha de crédito e nem a viatura tenho comigo. Sou gozado por e comerciais e responsáveis cada vez que vou a Santogal. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado Número de identificação fiscal (NIF): 244829420

Encerrada

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