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: Reclamação contra iServices (Vila Nova de Gaia) – Incumprimento de Garantia de Reparação e Exigênc
Venho por este meio solicitar o vosso apoio e intervenção relativamente a um processo de reparação de um drone da marca DJI, efetuado na loja iServices (iServices, Lda), sita na Praceta de Henrique Moreira 244, em Vila Nova de Gaia. Exposição dos Factos: 1. Reparação Original: No dia 25/08/2025, desloquei-me à referida loja para reparar um drone que apresentava problemas de conexão com o telecomando. O serviço foi orçamentado e pago por mim no valor total de 149,95€ (conforme Fatura/Recibo nº FRAB 34986 e orçamento Ort 4152), tendo-me sido garantida a reparação total do equipamento. 2. Persistência da Avaria: Após levantar o equipamento, na primeira utilização, verifiquei que o drone mantinha exatamente a mesma avaria (falha de conexão), o que acabou por comprometer a estabilidade do voo e provocar a degradação física do aparelho. 3. Acionamento da Garantia: Dentro do prazo legal de garantia de reparação (90 dias), entrei em contacto com a iServices para que o problema fosse resolvido sem custos adicionais. 4. Exigência Abusiva: A loja recusa-se a avançar com a reparação ao abrigo da garantia sem que eu forneça os "ficheiros de dados de voo". Acontece que o telemóvel onde esses dados estavam registados avariou, tornando impossível a sua recuperação. 5. Falta de Base Legal/Contratual: Analisando as condições de garantia fornecidas pela iServices, em momento algum é mencionada a obrigatoriedade de apresentação de logs de voo como condição sine qua non para a validade da garantia de reparação. 6. Nova Cobrança Indevida: Em vez de assumir a responsabilidade pelo serviço mal executado anteriormente, a loja enviou um novo orçamento (nº ORCT 4931) no valor de 95,00€ para uma nova intervenção. Fundamentação: Considero esta situação inadmissível. O serviço inicial de 149,95€ não foi corretamente executado, e a empresa está a tentar eximir-se das suas responsabilidades através de uma exigência técnica que não foi previamente comunicada nem consta do contrato de prestação de serviços. Nos termos da legislação em vigor, o prestador de serviços é responsável pela qualidade da reparação efetuada. Pretensão: Solicito, por isso, a vossa mediação para que a iServices proceda à reparação integral e gratuita do drone (incluindo os danos resultantes da falha de conexão não resolvida), ao abrigo da garantia de 90 dias do serviço prestado em agosto de 2025, sem qualquer custo adicional. Junto envio em anexo a cópia da folha de reclamação oficial, faturas e orçamentos mencionados. Fico a aguardar a vossa resposta e agradeço antecipadamente a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Liliana Alexandra Vasconcelos Santos Lourenço
Reclamação – computador portátil com avarias sucessivas e assistência sem resolução
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Worten, relativamente a um computador portátil adquirido em novembro de 2025, que tem apresentado avarias sucessivas desde a compra, sem que a situação tenha sido resolvida de forma definitiva. O equipamento já foi sujeito a três intervenções técnicas: 1.ª reparação (23/02 a 11/03): substituição de massa térmica e intervenção na BIOS; Poucos dias depois, o equipamento voltou a avariar; 2.ª reparação (concluída em 28/03): substituição de massa térmica, ventilador e motherboard; Após esta reparação, o portátil voltou novamente a apresentar falhas graves, incluindo bloqueios, ecrã preto e erro de ventilador diagnosticado pela App My Asus, que sugeria a intervenção dos serviços de assistência técnica. O equipamento falhou inclusivamente em contexto profissional. Sou docente e dependo diariamente do computador para preparar aulas, avaliações e desempenhar funções relacionadas com a minha atividade. Perante a repetição das avarias, o portátil foi entregue novamente para assistência em 15 de abril de 2026 (3.ª intervenção). No entanto, passadas várias semanas, continuo sem qualquer resolução concreta nem previsão de entrega. Aliás, realizei contacto telefónico no dia 29 de abril, encaminharam internamente e disseram que ligariam dentro de 1 a 2 dias úteis, promessa que não foi cumprida. O processo da última reparação deu entrada no dia 15. No contacto estabelecido no dia 29 de abril informaram que as condições das reparações tinham mudado na semana anterior e que sempre que um equipamento avariasse teria de ir para a marca, situação que referi não aceitar, pois é inadmissível ouvir a confirmação que, se avariasse 20 vezes, teria de ir sempre para a marca. Como se não bastasse, a mudança na política ocorreu depois da entrado do processo, algo que contesto. Desde o dia 17 de abril, o estado do processo mantém-se apenas como “em transporte para o centro técnico”, sem informação clara ou transparente sobre a situação real do equipamento. Neste momento: - o equipamento já sofreu múltiplas reparações sem sucesso; - continua indisponível há várias semanas; - não existe prazo concreto para resolução; - a situação causa prejuízo direto na minha atividade profissional. Perdi totalmente a confiança no equipamento e no processo de assistência prestado pela Worten. Assim, solicito a intervenção da DECO PROteste para defesa dos meus direitos enquanto consumidora, considerando que, após sucessivas tentativas de reparação sem resolução definitiva, tenho direito a uma solução adequada, nomeadamente à substituição do equipamento ou ao reembolso do valor pago, conforme previsto na legislação aplicável à garantia dos bens de consumo. Aguardo informações.
Incumprimento de garantia
Boa tarde, No dia 25 de março solicitei o reembolso de um martelo elétrico adquirido na Lidl, ao abrigo da garantia, e até à presente data continuo sem qualquer resolução. Já decorreu um prazo superior ao razoável para tratamento da situação, pelo que venho por este meio exigir o reembolso imediato do valor pago. Caso não haja resposta e resolução no prazo de 5 dias úteis, irei apresentar reclamação no Livro de Reclamações e junto das entidades competentes. Dados do cliente: Cleber Alves Antunes Contribuinte: 311596487 Telemóvel: 912 369 113 Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos.
Água no farol esquerdo traseiro DS7
Exmos. Senhores, Adquiri um DS7 crossback (AH-56-UI) do ano de 2021. O farol esquerdo traseiro está cheio de água. Sei que a DS já assumiu esta reparação a imensos clientes, dado tratar-se de um "problema crónico" destes modelos. Assim, solicito a vossa melhor atenção para o assunto, esperando ser contactado por vocês. Caso não me resolvam a situação nos próximos dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Falta de resolução de avaria em máquina de lavar
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma máquina de lavar adquirida neste estabelecimento. No dia 20 de março, ao colocar a máquina a funcionar, verifiquei que algo não estava correto. Contactei a JOM, tal como já tinha feito anteriormente pela mesma avaria. O técnico deslocou-se à minha residência e informou que a máquina não apresentava qualquer problema, chegando mesmo a dar a entender que eu não tinha conhecimento sobre a situação. No entanto, importa referir que esta máquina já foi intervencionada três vezes pela mesma avaria. Posteriormente, foi acionada a garantia, tendo o processo demorado cerca de 15 dias. Durante esse período, voltei a contactar o apoio e fui informado de que estavam à espera de uma peça. A máquina encontra-se em Espanha, situação que foi tratada pela própria loja. Ainda assim, foi-me sempre indicado que deveria fornecer uma morada em Portugal para efeitos de gestão, apesar de terem conhecimento do local onde a máquina deveria ser entregue. Após os referidos 15 dias, fui contactado para agendar a reparação de uma máquina que, embora adquirida neste estabelecimento, não correspondia àquela para a qual eu tinha solicitado a assistência. Voltei a entrar em contacto, tendo sido aberta uma nova garantia. Passado cerca de um mês, e após novo contacto da minha parte, fui informado de que a marca Candy tinha encerrado o processo, alegando não ser possível realizar a reparação em Espanha — informação essa que apenas obtive por iniciativa própria. Até à presente data, 6 de maio, continuo sem qualquer resolução, sem máquina e sem um esclarecimento adequado. Face ao exposto, solicito uma resolução urgente desta situação, seja através da reparação definitiva, substituição do equipamento ou devolução do valor pago. Com os melhores cumprimentos,
Viatura adquirida com defeito e ausência de suporte ou garantia
Viatura adquirida com defeito preexistente e múltiplas promessas não cumpridas Empresa: Matrizauto Viatura: Renault Clio V, matrícula AZ-03-XV Data de aquisição: 12/06/2025 Quilometragem na compra: 52.000 km Quilometragem atual: 82.000 km Desde o início do processo de compra, a experiência foi marcada por falta de transparência e incumprimento de promessas: — A viatura inicialmente acordada foi substituída por outra com maior quilometragem, sem apresentação de alternativa equivalente — Após assinar o contrato, fiquei mais de uma semana sem a viatura. Quando manifestei intenção de cancelar, o carro ficou disponivel de imediato — Foi prometida uma oferta de 300€ no âmbito de campanha promocional, cancelada unilateralmente no momento da entrega — Foi garantida viatura de substituição gratuita em caso de avaria. Quando solicitada, foi exigida caução à rent a car, sem qualquer aviso prévio Problemas técnicos desde a primeira semana: — Falha total no sistema GPL, reparada ao abrigo da garantia da marca (existe ordem de serviço e fatura) — Vibrações no pedal da embraiagem, reportadas de imediato e desvalorizadas como normais pelos serviços da Matrizauto e da Renault Situação atual: Com menos de 30.000 km percorridos desde a aquisição, a embraiagem encontra-se em fim de vida — desgaste manifestamente anormal. O defeito foi reportado antes de qualquer utilização em contexto TVDE, que foi pontual e inferior a um mês. Respostas obtidas: — Garantia comercial WTW NSA: recusa de cobertura alegando peça de desgaste e inspeção TVDE de 16/02/2026 — Matrizauto: recusa de comparticipação, remetendo para a garantia — Visita presencial: cerca de uma hora de espera sem atendimento efetivo, seguida de recusa sem proposta — Recramação formal por email enviada a 24/04/2026: sem resposta no prazo de 10 dias úteis Base legal invocada: Decreto-Lei n.º 84/2021 — conformidade dos bens e responsabilidade do vendedor. Pedido: comparticipação total ou parcial na reparação da embraiagem.
Recusa de garantia
Exmos. Senhores, Em novembro de 2024, adquiri a esta empresa uma viatura ligeira de passageiros pelo valor de 12.000€. Desde o primeiro dia após a aquisição, a viatura apresentou problemas mecânicos, os quais foram prontamente comunicados à empresa. Numa fase inicial, foi-me indicado que a situação teria sido resolvida; contudo, tal não se verificou. Desde então, a viatura tem apresentado avarias recorrentes, tendo permanecido inúmeras vezes inoperacional. Apesar de ter recorrido inicialmente à oficina da empresa, apenas por duas ocasiões foi possível a receção da viatura para reparação. Em ambas as situações, o veículo foi devolvido como “reparado”, porém, poucos dias após o levantamento, os mesmos problemas voltaram a manifestar-se. Perante a repetição das avarias e a indisponibilidade da empresa para proceder a novas intervenções em tempo útil, fui forçado a recorrer a uma oficina externa. Nessa sequência, foi-me comunicado por profissionais do setor que as intervenções anteriormente realizadas pela empresa consistiram em soluções temporárias (“remendos”), não tendo sido efetuadas reparações eficazes e definitivas. Importa salientar que todas as despesas suportadas com reparações ocorreram dentro do período de garantia legal. Face ao exposto, solicitei à empresa o reembolso dos valores despendidos com reparações necessárias, decorrentes de problemas que não foram devidamente resolvidos pela mesma durante o período de garantia. No entanto, a empresa recusou assumir qualquer responsabilidade ou troca do veículo defeituoso. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o vendedor é responsável por qualquer falta de conformidade que exista à data da entrega do bem, presumindo-se que os defeitos manifestados durante o período de garantia já existiam nessa data. Acresce que o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, sem encargos, nomeadamente através de reparação adequada e eficaz. A situação descrita evidencia que: - A viatura foi entregue com defeitos; - As reparações efetuadas não foram eficazes nem definitivas; - Não foi assegurado o cumprimento das obrigações legais durante o período de garantia. Tal comportamento revela uma clara violação dos direitos do consumidor, bem como falta de profissionalismo e diligência por parte da empresa.
Defeito de fabrico – consumo excessivo de óleo | Falta de resolução ao abrigo da garantia alargada
Entidade reclamada: Peugeot Portugal / Stellantis Assunto: Defeito de fabrico – consumo excessivo de óleo | Falta de resolução ao abrigo da garantia alargada Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à minha viatura Peugeot 2008 1.2 PureTech Active, matrícula AF-74-OL, adquirida em fevereiro de 2022. A viatura apresenta, de forma persistente, consumo anormal de óleo, falhas no arranque e perdas de potência em autoestrada, problemas amplamente conhecidos e associados aos motores 1.2 PureTech. Importa salientar que: Todas as revisões e manutenções foram realizadas na rede oficial da Peugeot, cumprindo integralmente os requisitos do fabricante; O problema foi confirmado por reparador autorizado, que indicou tratar-se de um caso enquadrável na extensão de garantia (10 anos ou 175.000 km); A viatura encontra-se dentro desses parâmetros; Apesar da realização de testes e de revisões recentes, incluindo uma há cerca de 2.000 km, a luz de falta de óleo voltou a acender, comprovando a persistência do defeito. Desde março de 2025 tenho vindo a contactar a marca, tendo sido atribuídos vários números de processo (nomeadamente 03354524, entre outros posteriormente considerados “duplicados”), sem que até à data tenha sido apresentada qualquer solução concreta. As respostas recebidas limitam-se a indicar que o processo se encontra “em análise”, sendo posteriormente encerrados os contactos sem resolução, o que demonstra uma clara falta de acompanhamento efetivo e consideração pelo consumidor. Adicionalmente, foi-me comunicado que um pedido de substituição de motor terá sido indeferido devido a um alegado “outro processo aberto”, situação que desconheço totalmente e que nunca me foi devidamente esclarecida. Neste contexto, considero que: Está em causa um defeito de fabrico reconhecido; A viatura cumpre todos os critérios para intervenção ao abrigo da garantia alargada; Existe uma falha grave por parte da marca na resolução do problema e no acompanhamento do processo. Face ao exposto, solicito: A reapreciação imediata do processo; A substituição do motor ao abrigo da garantia alargada, ou solução equivalente definitiva; A apresentação de um prazo concreto e vinculativo para a resolução da situação. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de recorrer a outras vias legais para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Liliana Nogueira Pereira
Exercício de direitos ao abrigo da garantia legal – recusa indevida
Adquiri um televisor Samsung OLED 55” (modelo S90) na Darty, em 29/03/2026 o qual apresentou uma avaria grave com menos de 30 dias de utilização. A avaria foi confirmada por técnico ao domicílio, tratando-se de um componente essencial ao funcionamento do equipamento, pelo que é incompatível com o estado expectável de um bem novo. Apesar de várias tentativas de resolução — incluindo contactos por email e várias deslocações presenciais à loja de Braga — a Darty não apresentou qualquer solução concreta, limitando-se a remeter a situação para a Samsung. Adicionalmente, recusou a substituição ou devolução do equipamento com base na ausência de embalagem original. Por sua vez, a Samsung tem vindo a insistir exclusivamente na via da reparação, não viabilizando uma solução de substituição ou resolução do contrato. Foi já apresentada reclamação no Livro de Reclamações, que foi recusada pela Samsung. Aguarda-se resposta por parte de Darty. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, tratando-se de uma falta de conformidade manifestada num prazo inferior a 30 dias após a compra e sendo a avaria de natureza relevante, o consumidor tem direito à reposição da conformidade, podendo exigir a substituição do bem ou a resolução do contrato. A exigência de embalagem original não tem fundamento legal para limitar estes direitos. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO Proteste junto das entidades envolvidas, no sentido de ser assegurada uma solução adequada, designadamente: - Substituição do equipamento por um novo; ou, em alternativa, - Resolução do contrato com devolução do valor pago. Solicito igualmente apoio na condução do processo, nomeadamente quanto à eventual necessidade de recurso a arbitragem de consumo.
garantia recusada
O meu veículo Peugeot 2008 Allure 1.2 PureTech 130 cv, ano 2020, sofreu avaria grave relacionada com desgaste prematuro da correia de distribuição, defeito de fabrico amplamente reconhecido pelo grupo Stellantis. A reparação foi realizada no ano de 2026, no valor de 1 103,64 €, tendo sido integralmente suportada por mim enquanto consumidor. Ao solicitar reembolso, a Stellantis recusou o pedido com base na ultima manutenção não ter sido efetuada na marca mas ainda assim ser uma revisão oficial e a revisão foi efetuada. Considero esta recusa lesiva dos meus direitos enquanto consumidor, uma vez que o defeito é reconhecido pela marca e não pode ser imputado a desgaste normal ou má utilização.
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