Reclamações públicas
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Recusa de garantia
Sou consumidor residente em Lisboa e adquiri, para uso particular, uma banheira de hidromassagem Spa AS-0031A à Web da Hidromassagem, conforme fatura PT-2024-2195, de 22/04/2024. Recentemente e apenas após apenas pouco mais de um ano de utilização, após algumas horas de aquecimento, o equipamento fez disparar o diferencial da instalação elétrica. Desde então, sempre que tento ligar o circuito do jacuzzi, o diferencial dispara imediatamente, impedindo a utilização do equipamento e o acesso ao respetivo display. Solicitei assistência ao vendedor ao abrigo da garantia. Enviei a fatura e o vídeo pedidos e efetuei vários contactos por email e telefone O vendedor afirmou repetidamente que embora o equipamento ainda esteja claramente dentro da garantia, esta cobre exclusivamente peças, excluindo a deslocação e a mão de obra de um técnico. Indicou que a assistência é prestada online e que, caso seja necessária intervenção presencial, devo contratar e pagar um profissional. Contesto a exclusão genérica dos custos necessários à reparação de um defeito abrangido pela garantia legal, que vai claramente contra a legislação em vigor a nível nacional e europeu. Não aceito igualmente que a assistência fique dependente de eu próprio executar esse diagnóstico elétrico interno. Disponibilizo o equipamento para avaliação por um profissional habilitado e mantenho a disponibilidade para colaborar com informações e acesso ao local. Até ao momento, não foi apresentada uma solução que assegure o diagnóstico e a reparação sem a imposição prévia de custos de intervenção técnica a meu cargo. O equipamento continua inutilizável. Existe ainda uma questão de identificação do vendedor que levanta suspeitas em relação à sua seriedade: a fatura apresenta o nome comercial Web da Hidromassagem e a morada Rua do Grés, 2, 8375-009 São Bartolomeu de Messines, Silves, Portugal, mas indica o número fiscal espanhol ESB10460491, associado à WEB DEL HIDROMASAJE, S.L. Não afirmo que esta combinação constitua, por si só, uma irregularidade fiscal, mas levanta suspeiras sobre a seriedade e idoneidade desta empresa, e o mesmo foi reportado às autoridades competentes. Ainda mais, não consegui localizar o fornecedor no Livro de Reclamações Eletrónico, nem me foi fornecido pela empresa. Por todos estes motivos, iniciei os seguintes procedimentos: - No portal do livro de reclamações, deixei pedido de identificação da empresa e se são ou não obrigados a apresenta-lo no ambito da sua atividade. - Na ASAE, pedi esclarecimento em relação à situação fiscar da empresa, nomeadamente no que diz respeito à irregularidade descrita acima. - No CEC (centro europeu do consumidor) e no CACCL (Centro de Arbitragem de conflitos de consumo de Lisboa), queixa quanto ao não cumprimento das condições da garantia. - Portal da Queixa da Deco Proteste, reclamação que fica publica quanto a esta situação e que pode contar com apoio juridico proprio. - Iniciar publicação desta situação nas redes sociais, incluindo paginas do google e facebook da empresa, se exisitirem
Artigo com defeito (catalisador seco) - Casa Peixoto
Exmos. Senhores, No dia 28/08/2026, comprei na Casa Peixoto (online) o artigo KIT Reparação p/ base chuveiro Pietra Branca (Ref. 7364284). Ao preparar-me para a sua utilização, notei que o frasco do catalisador estava completamente seco, o que impede o uso do kit. O artigo nunca foi aberto e esteve sempre bem guardado num local fresco e escuro. Trata-se, por isso, de um defeito do próprio produto. Como a empresa não respondeu aos meus contactos, sou obrigado a comprar um novo produto noutro local para não atrasar a obra e a registar esta queixa na DECO. Solicito a substituição do kit com defeito ou o reembolso do valor pago. Melhores cumprimentos, Orlando Martins Encomenda ref. MJHYNNLRO 51242
Avaria Recorrente e Risco de Segurança
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à minha Honda CB650R, matricula BV-54-SN, adquirida na Wingmotor a 11 de agosto de 2025, a qual se encontra abrangida pelo regime legal de garantia de conformidade previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Nos termos do artigo 12.º, n.º 1, do referido diploma, o profissional é responsável por qualquer falta de conformidade que se manifeste no prazo de três anos a contar da entrega do bem. Acresce que, nos termos do artigo 13.º, n.º 1, a falta de conformidade que se manifeste nos primeiros dois anos presume-se existente à data da entrega, salvo as exceções legalmente previstas. Desde a aquisição, que o veículo tem apresentado anomalias recorrentes, nomeadamente o acendimento da respetiva luz de avaria durante a circulação. Na sequência da primeira ocorrência, a mota foi entregue nas instalações da Wingmotor, tendo sido realizada uma intervenção. Nessa ocasião, foi-me transmitido que a anomalia estaria relacionada com o abastecimento excessivo do depósito de combustível, tendo-me sido recomendado que não o enchesse até ao limite. Contudo, a intervenção realizada não resolveu de forma definitiva a anomalia, que voltou posteriormente a manifestar-se e, entretanto, assumiu uma gravidade significativamente superior, conforme resulta do seguinte histórico: - Junho de 2026: Durante uma viagem em autoestrada, a luz de avaria do motor começou a piscar, acompanhada de uma perda súbita e significativa de potência, o que provocou uma redução brusca e involuntária de velocidade, sem qualquer intervenção da minha parte, colocando em risco a minha segurança e a dos restantes utilizadores da via. Perante esta situação, fui obrigado a encostar. - Julho de 2026: Durante nova deslocação, ocorreu novamente uma situação semelhante, com a luz do motor a piscar e uma perda acentuada de potência. Quando encostei e desliguei o motor, voltei a ligar a motocicleta que parecia estar-se a "engasgar”, tendo perdido toda a potência. - Setembro de 2026: Durante outra deslocação, a luz de avaria voltou a acender-se. Após uma passagem por uma oficina Honda em Vila Pouca de Aguiar, foi-me indicado que este modelo específico, tinha este problema crónico, mas eventualmente a indicação desapareceu temporariamente, voltando a surgir durante a viagem de regresso. Importa salientar que a perda inesperada de potência durante a circulação, particularmente em autoestrada, representa um risco significativo para a minha segurança e para a dos restantes utilizadores da via. Mais se esclarece que todas as intervenções de manutenção da motocicleta têm sido realizadas na rede oficial Honda, cumprindo os procedimentos e os intervalos de manutenção previstos pelo fabricante, não tendo sido efetuadas intervenções ou alterações que possam justificar ou explicar as anomalias descritas. Face ao exposto, considero estar perante uma situação de falta de conformidade abrangida pelo Decreto-Lei n.º 84/2021. Nos termos do seu artigo 15.º, n.º 1, em caso de falta de conformidade, o consumidor dispõe, designadamente, do direito à reposição da conformidade através da reparação ou substituição do bem, bem como, verificadas as condições legalmente previstas, do direito à redução proporcional do preço ou à resolução do contrato. Considerando que o veículo foi adquirido há pouco mais de um ano, que já foram realizadas duas intervenções relativamente à anomalia da luz do motor e que esta continua a manifestar-se, inclusivamente com consequências para a segurança da condução, considero que a situação ultrapassa aquilo que seria razoavelmente expectável de uma mota nova. Face à gravidade e recorrência das anomalias, bem como à perda de confiança na fiabilidade e segurança da motocicleta, pretendia solicitar formalmente a sua substituição por uma unidade nova, equivalente e isenta de defeitos. Considero que esta solução é a mais adequada, tendo em conta o histórico apresentado, a intervenção anteriormente realizada e os riscos associados à utilização do veículo. Reservo-me, naturalmente, o direito de exercer os demais direitos que me são conferidos pelo Decreto-Lei n.º 84/2021 e pela restante legislação aplicável, caso a situação não seja solucionada de forma adequada. Segue, em anexo, o documento digital obtido diretamente do portal oficial da Honda, no qual consta o histórico completo das revisões efetuadas na rede oficial da marca.
Acusação falsa
12/10/2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a um problema com um kayak que adquiri na Decathlon de Viseu, localizada em Cabanões de Baixo, no dia 09/07/2024, durante as minhas férias em Portugal. O kayak foi utilizado apenas uma vez em 2024. Nessa altura, notei que algo não estava totalmente bem, pois parecia perder alguma pressão. No entanto, pensei que a situação pudesse ter sido causada por mim, nomeadamente por ter deixado sair algum ar quando retirei a mangueira após o enchimento. Como as minhas férias terminaram, regressei ao Reino Unido e não tive oportunidade de verificar melhor a situação. Quando regressei a Portugal em 2025, encontrei o kayak completamente sem ar. Voltei a enchê-lo e, nessa altura, apercebi-me de que tanto a prancha central como uma das partes laterais perdiam ar lentamente. Nunca me passou pela cabeça que me pudesse ter sido vendido um produto defeituoso ou que tivesse existido qualquer intervenção anterior no kayak. Por esse motivo, não suspeitei de qualquer defeito de fabrico nem fiz qualquer tentativa de reparação. Este ano, ao regressar novamente do Reino Unido, tentei utilizar o kayak e verifiquei que a perda de ar tinha aumentado significativamente. Perante esta situação, contactei a Decathlon de Viseu e entreguei o kayak na loja no dia 27/09/2026. No dia 29/09/2026 fui informado, através de email, de que tinha sido realizada uma investigação e de que, segundo a Decathlon, o local onde ocorre a fuga de ar não seria possível de reparar. Foi-me também comunicado que teriam sido encontrados vestígios de cola que, segundo a loja, não teria sido utilizada pela Decathlon, tendo por esse motivo a garantia sido anulada. Gostaria de deixar absolutamente claro que nunca efetuei qualquer tentativa de reparação do kayak, nem apliquei cola ou qualquer outro produto com o objetivo de reparar uma fuga. O único contacto que poderá explicar a existência de algum vestígio semelhante a cola está relacionado com uma situação completamente diferente: entre 2025 e 2026, mantive o kayak protegido com uma cobertura plástica para evitar sujidade e utilizei fita isoladora para prender essa cobertura às laterais do kayak essa fita foi utilizada apenas para segurar a cobertura exterior e não para reparar, vedar ou modificar o kayak. Por esse motivo, não considero justo que esses vestígios sejam utilizados para presumir que houve uma tentativa de reparação da minha parte e, consequentemente, para anular a garantia. É igualmente importante salientar que o kayak foi adquirido em 2024 e foi utilizado duas vezes. A perda de pressão foi inicialmente muito ligeira e apenas se tornou evidente com o passar do tempo. Não tive qualquer razão para suspeitar que o produto pudesse apresentar um defeito. Neste momento, encontro-me numa situação em que o próprio produto apresenta uma fuga de ar numa zona que, segundo a Decathlon, não pode ser reparada, mas, ao mesmo tempo, a loja recusa assumir a responsabilidade, recusando a reparação, a substituição ou o reembolso. Assim, venho respeitosamente solicitar a vossa intervenção e uma análise imparcial de todo o processo, tendo em consideração que: - o kayak foi adquirido em 09/07/2024; - foi utilizado muito poucas vezes; - nunca efetuei qualquer tentativa de reparação; - não apliquei cola para reparar qualquer fuga; - a fita isoladora foi utilizada exclusivamente para prender uma cobertura plástica de proteção; - a perda de ar foi progressiva e tornou-se mais evidente com o passar do tempo; - e o produto se encontra atualmente com uma fuga numa zona que a própria Decathlon considera impossível de reparar. Face ao exposto, agradeço que o caso seja novamente analisado e que seja encontrada uma solução adequada, nomeadamente a reparação, substituição do kayak por outro equivalente ou reembolso do valor pago, caso a reparação não seja tecnicamente possível. Agradeço desde já a vossa atenção e ajuda na resolução desta situação, pois considero muito injusto ficar sem solução depois de ter adquirido um produto de valor significativo e de ter utilizado o mesmo apenas em raras ocasiões. Fico a aguardar uma resposta e uma solução para este problema. Com os meus melhores cumprimentos, Jorge Brites
Reclamação formal — Computador HP com avarias recorrentes, cinco ocorrências e pedido de restituição
Venho apresentar uma reclamação formal relativamente a um computador HP adquirido na Radio Popular em agosto de 2025, que apresentou uma avaria em junho de 2026, antes de completar um ano de utilização, e que permanece por resolver até à presente data. Em junho de 2026, o computador avariou pela primeira vez e foi encaminhado para reparação ao abrigo da garantia. Quando me foi devolvido, em julho, apresentava exatamente o mesmo problema. Voltei, por isso, a entregá-lo para reparação. Em agosto, o computador regressou novamente sem que a avaria tivesse sido resolvida, sendo necessário encaminhá-lo pela terceira vez para a assistência técnica. Em setembro, voltou a ser-me entregue com o mesmo problema, o que me obrigou a uma quarta entrega. Finalmente, em outubro de 2026, após uma quinta ocorrência da mesma avaria, o equipamento voltou da reparação sem que o problema tivesse sido solucionado. Ao longo destes meses, foram efetuadas sucessivas tentativas de reparação, sem qualquer resultado eficaz. O mesmo problema persiste desde junho, apesar das cinco ocorrências e das repetidas intervenções técnicas. É particularmente grave o facto de este computador constituir o meu principal instrumento de trabalho. Encontro-me privado de um equipamento essencial desde junho de 2026, sofrendo constrangimentos profissionais e prejuízos decorrentes de uma situação que se prolonga há vários meses. Nas duas últimas ocorrências, solicitei a devolução do valor pago pelo computador, uma vez que as reparações sucessivas se revelaram incapazes de resolver o problema. No entanto, esse pedido foi recusado pela HP. Enquanto entidade a quem adquiri o equipamento, a Radio Popular não pode ignorar o histórico de avarias e reparações infrutíferas, nem remeter indefinidamente o consumidor para novas intervenções técnicas sem uma solução efetiva. Face ao exposto, solicito formalmente à Radio Popular que intervenha na resolução desta situação e que proceda à resolução do contrato de compra e venda, com a restituição integral do valor pago pelo computador, tendo em conta a persistência da mesma avaria, as sucessivas tentativas de reparação sem sucesso e os graves constrangimentos que esta situação me tem causado. Não considero razoável nem aceitável continuar privado do meu principal equipamento de trabalho durante meses, sendo obrigado a repetir procedimentos de assistência técnica que não resolvem o problema e a suportar as consequências de uma avaria persistente num equipamento relativamente recente. Solicito que a Radio Popular analise o histórico completo das reparações, tome uma posição concreta e me apresente uma solução definitiva, em vez de permitir que esta situação continue a arrastar-se sem resposta adequada.
Garantias
Exmos. Senhores, Em julho de 2021 adquiri um aspirador Dyson V10 no valor de €369,00. No final do ano de 2023 (passados 2 anos e 4 meses) deixou de funcionar e iniciei conversações através do Whatsup para resolver o problema, uma vez que o aparelho ainda estava dentro da garantia. Em fevereiro de 2023 a Dyson deu-me uma peça totalmente nova, para substituir o motor (corpo principal e ciclone). Em setembro de 2026 o motor mostrou a mesma avaria (passados 2 anos e 7 meses). Iniciciei processo semelhante através do whatsup. As mesmas conversas com a IA as mesmas respostas iguais, mesmo com um agente humano, supostamente.... Em 29 de setembro a Dyson, por email informa que tenho de pagar €119 por uma motor novo e que esta peça já não está abrangida por qualquer garantia. Sucede contudo que o artigo voltou agora a avariar exatamente da mesma forma, por isso reservo-me também o direito de considerar esta durabilidade do equipamento suspeita, bem como a sua qualidade. Pedi explicações, em resposta ao email, fundamentadas sobre a garantia, ao abrigo do Dec. Lei nº 84/2021. Acabo de receber novo email da Dyson, feito pela IA, repetindo a mesma retórica e afirmando que "qualquer peça formecida ou comprada connosco tem um periodo de garantia de de 2 anos" e convidam-me novamente a pagar o valor de €119 pelo novo motor. Quem tem razão neste caso? Dyson não mais! Cumprimentos.
Artigo perdido após garantia
Exmos. Senhores, Em 04/01/2026 adquiri, um Telemóvel Samsung S23 Ultra por o preço de 599€. A referência da encomenda é 81794737. Em 12/01/2026 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: de tela danificada após uso com e com a garantia da empresa que me vendeu mandei. Comuniquei-vos de imediato o problema, no dia 07/09/2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Perante essa resposta, em 29/09/2026 comuniquei-vos que queria então que me trocassem o artigo por outro igual, e que esta substituição tivesse lugar em alguns dias pois deram garantia de devolução do produto entre 30 e 45 dias. Ora, este prazo já passou sem que me tivessem substituído o artigo defeituoso, e também sem qualquer comunicação da vossa parte, o que não é admissível. Exijo que procedam à substituição imediata do artigo defeituoso, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Com o problema de ter uma resposta da parte da empresa como se já tivesse entregue no centro operacional 4630 dos CTT em Marco de Canaveses no outro lado do país e houve uma ignorância do vendedor marketplace da Worten como da empresa onde houve provas como eram pra devolver ambos os artigos o antigo e o novo e pra todos os efeitos estão no jogo do empurra a encomenda da parte da empresa era a DU113006340PT dos CTT onde supostamente foram entregues a uma Cidália Maria Pinto no outro lado do país. Cumprimentos.
Avaria
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à máquina de secar roupa da marca AEG, modelo TR719G4PB, adquirida na Rádio Popular - Arrábida, Vila Nova de Gaia, no dia 24 de novembro de 2025. Desde a sua aquisição, o equipamento tem apresentado problemas recorrentes que consideramos inaceitáveis, tendo avariado pela primeira vez cerca de um mês e meio após a compra e voltado a avariar poucos meses depois, apesar da intervenção da assistência técnica. Em janeiro de 2026, a máquina apresentou uma avaria no motor, tendo sido recolhida pela empresa Mavegon no dia 2 de fevereiro de 2026. Após a substituição do motor, o equipamento apenas nos foi devolvido no dia 20 de abril de 2026, obrigando-nos a aguardar mais de dois meses pela sua reparação. Posteriormente, em agosto de 2026, a máquina voltou a avariar, tendo sido novamente recolhida em setembro para intervenção técnica. Nessa ocasião, foi-nos indicado que o problema estava relacionado com a polia. A máquina foi-nos devolvida no final de setembro de 2026. Para agravar a situação, o equipamento apresenta atualmente várias marcas e riscos, aparentemente provocados durante o transporte e manuseamento nas recolhas e entregas efetuadas para reparação, incluindo riscos no vidro da porta. Assim, para além de termos sido privados da utilização normal do equipamento durante períodos prolongados, temos agora uma máquina que apresenta danos que não correspondem às condições em que foi adquirida. Consideramos inaceitável que um equipamento adquirido novo tenha avariado tão pouco tempo após a compra, tenha necessitado de duas intervenções técnicas e nos tenha sido devolvido com danos visíveis. A sucessão destes acontecimentos compromete a nossa confiança na qualidade e fiabilidade do produto e na resolução do problema através de novas reparações. Face ao exposto, exigimos a substituição da máquina por um equipamento novo, do mesmo modelo ou equivalente, em perfeitas condições de funcionamento e sem quaisquer danos, sem custos adicionais para nós. Não consideramos aceitável continuar sujeitos a sucessivas reparações de um equipamento que apresentou problemas desde o início da sua utilização, sobretudo tendo em conta os transtornos causados e os danos verificados após as intervenções de assistência técnica e transporte. Este pedido é apresentado ao abrigo dos direitos que nos assistem enquanto consumidores, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, nomeadamente quanto aos direitos aplicáveis em caso de falta de conformidade do bem e à repetição de avarias após uma reparação. Solicitamos, assim, uma resposta formal por escrito e a indicação das diligências necessárias para proceder à substituição do equipamento. Solicitamos igualmente que a situação dos danos provocados durante o transporte seja devidamente considerada e resolvida. Esperamos que a Rádio Popular assuma as suas responsabilidades e apresente uma solução adequada, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor. Envio, em anexo, os comprovativos das informações infracitadas. Com os melhores cumprimentos, Bruno Amorim TM.:937508011 N.º de fatura: ES 0730A/376658
Opel Frontera - Caixa telemática sem solução
Venho por meio deste para expor uma situação que, desde a compra do meu veículo, um Opel Frontera, tem causado grande transtorno e que continua sem solução. Adquiri o veículo a 21/04, pago a pronto e desde o primeiro momento não consegui ativar os serviços conectados da Opel, até então não tinha o conhecimento que estava com avaria na caixa telemática. Cronologia 15/05: Abri o primeiro chamado no Customer Care (Case No. 03907110). 18/05: Recebi instruções e enviei fotografias da configuração do veículo, respondendo no mesmo dia. 26/05: O Customer Care pediu que a viatura fosse encaminhada com urgência para o pós-venda. 27/05: Contactei o pós-venda para saber quando poderia entregar o veículo. 28/05: O pós-venda confirmou a entrega para 30/06, às 08h30. Após 14 dias úteis, sem viatura de substituição: Abri novo chamado (Case No. 04260894) por causa da demora na reparação. 22/07: Só nesta data me foi disponibilizada uma viatura de substituição. 21/08: O veículo foi-me devolvido às 17h30 e, ao chegar a casa, o SOS a vermelho fixo voltou a surgir. 24/08: Informei ao pós-venda de que o problema persistia. A nova reparação ficou agendada apenas para o dia 07/09 devido às férias da equipa. 09/10: Foi me entregou o veículo e, no mesmo dia, o problema repetiu-se. Passaram-se meses de contactos, deslocações e esperas, agora vamos para a terceira intervenção e duas aberturas de chamado, e continuo com o mesmo defeito. Cada vez que o veículo me é devolvido, a confiança que depositei na marca diminui. Não é esta a experiência que se espera de uma compra desta dimensão. Ao abrigo dos direitos que assistem o consumidor, já propus a substituição do veículo por outro com as mesmas especificações ou a devolução do valor pago. Esta solução nunca me foi apresentada pela Opel, que insistiu em reparações que, como se vê, não resolveram o problema. Não devo ser prejudicado pela falta de qualidade do equipamento. Peço, assim, uma resposta formal à minha proposta, para que possamos chegar a uma solução definitiva. Com os melhores cumprimentos,
Recusa de cobertura de reparação por desgaste prematuro da correia de distribuição
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio na resolução de um conflito de consumo com a Peugeot Portugal, relativo à recusa de comparticipação nos custos de reparação da minha viatura Peugeot 2008, equipada com motor 1.2 PureTech. **Identificação e histórico da viatura:** * Primeira matrícula: 17/07/2020; * Quilometragem atual: aproximadamente 45.500 km; * Última revisão: 07/07/2025; * Revisão seguinte prevista: julho de 2026; * Número do processo Peugeot: 04752475. A viatura apresentou um problema relacionado com a correia de distribuição. Após a deteção da situação, iniciei contactos com a Peugeot, solicitando a análise da possibilidade de cobertura dos custos de reparação ao abrigo das medidas especiais anunciadas pela marca para determinados motores PureTech. A Peugeot solicitou os comprovativos de manutenção e o orçamento da oficina autorizada. Contudo, veio a recusar o pagamento dos custos de reparação. Importa esclarecer que a viatura foi objeto de manutenção regular, tendo as revisões sido realizadas anualmente. A manutenção prevista para julho de 2026 não foi efetuada devido a circunstâncias alheias à minha vontade: houve dificuldades de agendamento e, quando a viatura foi apresentada na oficina, foi detetado o problema, não tendo sido realizada qualquer intervenção de manutenção. Posteriormente, procurei obter diagnóstico e solução através da rede autorizada, tendo encontrado dificuldades na obtenção de uma marcação em tempo útil. Considero que estes factos, juntamente com a quilometragem reduzida da viatura e o histórico de manutenção, justificam uma apreciação individual e fundamentada da recusa. A Peugeot anuncia publicamente uma cobertura especial para determinados motores PureTech afetados pelo desgaste prematuro da correia de distribuição, até 10 anos ou 180.000 km, sujeita a condições de elegibilidade e manutenção. Solicito, por isso, que seja analisado se a minha viatura reúne os requisitos dessa cobertura e se a recusa apresentada pela marca está devidamente fundamentada. Face ao exposto, solicito: 1. O vosso apoio na apreciação da recusa da Peugeot Portugal; 2. A análise das condições de elegibilidade da viatura para a cobertura especial PureTech; 3. A avaliação da relevância das circunstâncias que impediram a realização da manutenção prevista para julho de 2026; 4. A mediação do conflito com a Peugeot, com vista à obtenção de uma solução que permita suportar, total ou substancialmente, os custos da reparação; 5. O esclarecimento dos meios de resolução de litígios adequados caso não seja possível alcançar um acordo. Encontro-me limitada na utilização da viatura devido à situação exposta, pelo que agradeço a vossa intervenção com a maior brevidade possível. Junto os comprovativos de manutenção, o orçamento da reparação, a correspondência trocada com a Peugeot e a comunicação de recusa. Com os melhores cumprimentos, Cátia Moreira
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