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Encomenda com defeito
Exmos. Senhores, Em 15/12/2025 adquiri através de uma encomenda online no vosso site oficial www.guess.eu um fio "heart necklace" por 135€. A referência da encomenda é GEO8356491. Em 22/12/2025 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: Ao retirar o colar verificámos que o mesmo tinha uma argola de ligação partida . Comuniquei-vos de imediato o problema, em 29/12/2025 ,tendo falado via telefone para a linha Customer Service com o Sr Richard, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação através da Guess referindo ainda que poderia ficar com o fio e me reembolsariam como compensação em 20% do valor. Perante essa resposta, em 2025/12/29 comuniquei-vos que não aceitava compensações pois o fio assim não me serviria de nada e que queria então a devolução do valor pago, e que esta tivesse lugar com a maior brevidade dado a minha insatisfação e perante o dano que me causaram por não ser possível dar o presente a quem se destinava. Ora,até à data não me foi devolvido o dinheiro, e também não houve qualquer comunicação da vossa parte ou indicação de como proceder à devolução do fio e quando iriam proceder ao reembolso o que não é admissível. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Atentamente P A
Substituição do produto com devolução do vale promoção
Exmos. Senhores, No dia 15/11/2025 comprei uma máquina de lavar roupa, em promoção, na loja da Worten de Mem Martins pelo preço de 319,99 €. Pela compra ofereceram-me um vale de 32,00 €. A máquina de lavar roupa começou a funcionar mal passados alguns dias, pelo que apresentei uma reclamação à Worten, tendo dito aquela loja que me trocaria a máquina por outra nova. Dirigi-me à loja no dia 21/01/2026, tendo sido informado que teria de restituir o valor do vale de 32,00 € que me foi oferecido e ainda acrescentaram o valor de 9,99 pelo transporte, ou seja, tive de repor o total de 41,99 €. A questão que eu coloco é a seguinte: A devolução do valor referido e, ainda o pagamento do transporte, são exigência legais, com a garantia em vigor ? Apresento os meus cumprimentos. Augusto Pontes
Garantia recusada
Exmos. Senhores, No dia 01/12/2025 adquiri um Tenis CHUCK TAYLOR ALL STAR EVA LIFT com a referência 36/CN4TN00770554/A09259C|055. Comuniquei o problema no dia 20/12/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que "não foi identificado nenhum defeito de material ou de fabrico, não podendo portanto ser ativada a garantia da marca”. Após essa resposta, foram trocadas várias mensagens adicionais, sem que o problema fosse resolvido. Nesse seguimento, solicitei expressamente o relatório da análise técnica que fundamentasse a conclusão de alegada má utilização, ou qualquer outro documento que sustentasse essa decisão. Contudo, tal pedido foi recusado, não me tendo sido facultado qualquer relatório ou prova da análise efetuada. Desde logo, é visível e notório que os danos são inevitavelmente consequência de defeito de fabrico e/ou material. De forma alguma, pode ser afirmado que o defeito é consequência de má utilização ou exposição a fatores não apropriados, porque de uma má utilização nunca o artigo se desfazia da forma perfeita em linha. Estamos a falar de um artigo que foi comprado cerca de 2 semanas antes de ser levado para a garantia, apenas com 2 utilizações, tendo o defeito começado a surgir logo na primeira utilização. Sou consumidora desta marca há vários anos e jamais me aconteceu isto, mesmo implicando anos de utilização de diversos artigos. Venho, assim, solicitar o apoio da DECO no sentido de me esclarecer quanto aos meus direitos enquanto consumidora e, se possível, intervir junto da empresa para a reposição da legalidade, nomeadamente através da reparação, substituição ou reembolso do valor pago. Cumprimentos.
Multifunções não entregue depois de reparadapa
BOM DIA! Por motivo de avaria da multif Canon Pixma TS3550i foi esta entregue para reparação em Novembro de 25. Embora reparada a empresa não a entregou até hoje apesar de ter enviado uma mensagem a pedir a minha opinião sobre a qualidade da reparação efetuada.. Após 3 contatos telefónicos dado o lapso de tempo já decorrido continuo sem receber o aparelho de que, naturalmente, necessito e sem ser prestada informação concreta. Deverá, por isso, a multifunções ser-me entregue rapidamente pois já decorreram 2 meses desde o seu envio para reparação. Cordialmente Luis Carlos Varela
Prazo ultrapassado da garantia
No dia 18 de Dezembro foi entregue a minha placa gráfica pela transportadora para reparação ao abrigo da garantia legal, com o código RMA 48424. Ate a presente data já decorreram mais de 30 dias desde a entrega do equipamento, sem que me tenha sido apresentada qualquer solução. No dia 15 de Janeiro enviei igualmente uma mensagem através do site de suporte da loja, a qual não obteve qualquer resposta ate ao momento. Adicionalmente, contactei a loja por telefone no dia 19 de Janeiro as 10h30m, tendo-me sido apenas pedido para aguardar, sem qualquer previsão de resolução, substituição ou reembolso. Nos termos da legislação aplicável a garantia de bens de consumo em Portugal, a reparação deve ser efetuada num prazo razoável, que não deve exceder 30 dias. O incumprimento deste prazo obriga o vendedor a apresentar uma solução adequada ao consumidor, nomeadamente a substituição do bem, reembolso ou outra solução legalmente prevista. Assim, venho por este meio exigir uma resolução imediata da situação, com indicação clara da solução a aplicar, uma vez que o prazo legal já foi ultrapassado e as minhas tentativas de contacto não obtiveram resposta. Aguardo resposta urgente.
Babygrow com defeito
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO num conflito de consumo que mantenho com a loja La Jeunesse, situada no Spacio Shopping (Olivais), relativo a um babygrow da marca Mayoral, adquirido como oferta de nascimento em outubro de 2025, no valor aproximado de 30 €. O artigo foi utilizado uma única vez, aquando da primeira utilização pelo meu bebé recém-nascido, momento em que se verificou um rasgão na costura da perna, evidenciando defeito de fabrico, conforme confirmado verbalmente por uma funcionária de uma loja oficial da marca Mayoral. Devido ao meu estado de pós-parto e à distância da loja, apenas algumas semanas depois consegui deslocar-me à loja revendedora para reportar a situação. A loja recusou a substituição, invocando indevidamente a ultrapassagem do prazo de 30 dias, apesar de se tratar de um defeito abrangido pela garantia legal, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. Sem a minha autorização, a loja procedeu à reparação do babygrow, devolvendo-o com uma costura visivelmente diferente da original, caracterizando um simples remendo, o que considero inadequado para um artigo de recém-nascido e não conforme com a lei. A loja mantém a recusa em substituir o artigo por um novo ou devolver o valor pago. Já apresentei reclamações no Livro de Reclamações físico e eletrónico, encontrando-se o conflito em fase de encaminhamento para o Centro de Arbitragem. Solicito, assim, o apoio e enquadramento da DECO relativamente aos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente quanto à recusa da loja em cumprir a garantia legal e à entrega de um artigo reparado sem autorização e reparado com uma costura feita as três pancadas sujeito a abrir novamente futuramente. Com os melhores cumprimentos, Sara Simões
Garantia
Eu, Marco Carvalho, venho apresentar reclamação contra a empresa HOMMY CASA, relativa à compra online de mobília completa, efetuada em 30/04/2024, referente à encomenda nº 119655, a qual se encontra dentro do período de garantia (3 anos). Com menos de 1 ano desde a compra, a mobília começou a apresentar defeitos recorrentes, nomeadamente: Gavetas a descolar repetidamente, tendo sido necessário colar várias vezes e voltando a descolar; Cama a fazer ruído/ranger com utilização normal; Costas do roupeiro/guarda-vestidos a desmontarem-se, comprometendo a estabilidade e segurança do móvel. Contactei a empresa para acionar a garantia e foi enviada uma equipa técnica ao local, que apenas realizou verificação visual e registos fotográficos, não tendo efetuado qualquer reparação. E ainda me foi informado pela boca do próprio que a equipa técnica não trabalhava directamente para para a hommy casa sendo uma equipa autónoma,no qual depois foi dito ao telefone o contrário Posteriormente, a empresa recusou o acionamento da garantia, alegando “mau uso” e “má montagem”, referindo ainda: Roupeiro: costas montadas no sentido invertido; Cama: ausência de pés de apoio; Cómoda: danos provocados por excesso de peso; Alegação de “excesso de humidade no local”. Contestação da recusa de garantia Não concordo com a recusa, porque: A montagem do mobiliário foi feita de acordo com as instruções fornecidas, não sendo aceitável imputar automaticamente ao consumidor a responsabilidade, ainda mais sem prova técnica objetiva. Relativamente à cama, os pés de apoio não foram entregues com a encomenda, e a indicação no site surge como sugestão, não sendo referido como item obrigatório, nem pode servir para excluir garantia. A alegação de “excesso de peso” e “humidade” não foi demonstrada com medições ou prova objetiva, e a utilização do mobiliário foi sempre normal. Assim, considero que se trata de defeitos do artigo e/ou falta de conformidade, dentro do prazo de garantia. Pretensão / Pedido Solicito a intervenção do Centro de Arbitragem para que a empresa seja responsabilizada a: ✅ efetuar a substituição do mobiliário por outro em conformidade, ou em alternativa, ✅ a resolução do contrato com devolução do valor pago, conforme aplicável
Incumprimento Pós-Venda
Em 2021 adquiri uma viatura KIA nova na JOP Porto. Após uns meses a mesma começou a apresentar alguns problemas. Depois de muito esforço ao longo destes 4 anos, os mesmo têm vindo a ser ultrapassados, mas com incumprimento. Faço um curto resumo: - barulho metálico no motor, não foi resolvido pela JOP, mas apenas desapareceu por ele - antena do carro estava estragada, foi uma luta para assumirem a garantia, pois indicavam que teria sido eu a danificar (com só uma utilização para a lavar do carro) - uma lâmpada fundiu, cobram a sua substituição, pois afirmaram que não tinha garantia (tinha 10 meses), após muito esforço devolveram o valor - problemas do vidro do lado do condutor, hoje o carro está na oficina, depois de muito esforço e imensas reclamações - problemas junto a saída do ar condicionado, também foi preciso muito para ter uma reparação Acontece que tudo isto obrigou a deslocações, acompanhar mecânicos em despistes de estrada, faltas ao emprego, privação de uso da viatura sem nenhuma compensação, para além de cobranças indevidas de material em garantia, outras tentativas de fazem o mesmo como o caso da antena. No entanto, a questão prende-se até hoje, porque nunca me foi entregue um único relatório de intervenção em garantia. Foi solicitado todas as vezes, um relatório com menção ao despiste feito, peças trocadas ou o que foi reparado, conclusão da análise feita, mas até hoje nada me foi entregue. Após muitas reclamações, tentaram uma vez entregar os ditos relatórios com informação falsa, por exemplo: - no barulho metálico no motor, nunca reparado na JOP, provavelmente o parafuso/pedra que o provocava caiu e o barulho desapareceu, mas não depois de sair da oficina. Nesses papeis dizia algo como: "Barulho metálico no motor - verificado - resolvido", o que é mentira, e pelo qual os rejeitei e pedi retificação. Espero por eles até hoje. Hoje na reparação do vidro rejeitei levantar o carro por falta de todos os relatórios. Aguardo solução.
Garantia recusada
Exmos srs Mediante a resposta que recebi, como se pode dizer que esse objeto veio do exterior e não do interior da máquina, se não desmontaram para ver qual o objeto que poderia provocar o dano visível na cuba? Poderá existir um objeto dentro da cuba solto que provocasse tal dano. Só aceito a vossa justificação vendo se de facto o objeto veio de fora. Sem mais Cumprimentos
Garantia não cumprida
Exmos. Senhores, Em 28/09/2024 adquiri, um/uma Maquina de lavar roupa por 329.90. A referência da encomenda. Sucede que este apresenta defeito: máquina não liga. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 28/10/2025, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se ainda avariado a mais de 60 dias sem reparação, eu estou a gastar em lavanderia pois não resolvem meu problema, disseram que iriam fazer troca do produto, isso já fez 2 semanas sem retorno eu continuo sendo lesada pois estou a ter que gastar em lavanderia sendo que meu produto está em garantia. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
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