Reclamações públicas

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Venda de produto usado como novo e recusa de resolução adequada

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação ocorrida na loja Auchan Almada Fórum, que considero grave enquanto consumidora, tanto pela venda de um produto manifestamente não conforme como pela forma como fui tratada quando procurei resolver o problema. No dia 23 de junho de 2026 adquiri naquela loja um aquário vendido e faturado como produto novo. Ao abrir a embalagem, verifiquei que o artigo apresentava sinais evidentes de utilização anterior, encontrando-se enferrujado, incompleto e com claros sinais de desgaste, incompatíveis com um produto novo. Não se tratava de uma pequena imperfeição estética, mas de um artigo usado, degradado e incompleto, vendido como se fosse novo. Desloquei-me à loja para solicitar a substituição do produto ou, em alternativa, a devolução do valor pago. No entanto, em vez de existir uma análise séria da situação, o colaborador limitou-se a afirmar repetidamente que "a loja não vende produtos naquele estado". Quando questionei como explicavam que um artigo usado, incompleto e enferrujado tivesse sido vendido e faturado como novo, não obtive qualquer explicação concreta. Pelo contrário, foi-me transmitido que seria eu a explicar como aquela situação teria acontecido. Considero esta posição totalmente inadequada. O consumidor não tem acesso ao controlo de stock, aos procedimentos internos de devolução, à reposição de produtos, aos sistemas de videovigilância ou aos mecanismos de controlo de qualidade da empresa. A responsabilidade de apurar como um produto usado entrou novamente no circuito de venda pertence exclusivamente à Auchan. O momento mais grave ocorreu quando foi colocada em causa a credibilidade da minha versão dos factos antes de qualquer averiguação interna. Em nenhum momento me foi apresentada uma explicação plausível para o sucedido, nem me foi comunicado que a loja iria verificar os seus procedimentos internos, consultar registos ou investigar a origem daquela ocorrência. Em vez de investigar primeiro e retirar conclusões depois, optou-se por colocar em causa a palavra da cliente. Também considero relevante referir que nunca me foram solicitadas fotografias ou qualquer outro elemento adicional de prova. A fatura estava disponível e o próprio produto encontrava-se fisicamente na loja, mas a postura adotada foi de rejeição imediata da reclamação, e não de averiguação dos factos. Esta situação deixou-me numa posição inadmissível: adquiri um produto novo, recebi um produto usado, incompleto e enferrujado e, quando procurei exercer os meus direitos, fui tratada como se a situação suspeita fosse eu e não o artigo vendido. Entendo que uma empresa da dimensão da Auchan deve possuir mecanismos internos capazes de controlar devoluções, verificar o estado dos artigos antes de serem colocados novamente à venda, assegurar a conformidade dos bens comercializados e responder de forma adequada a uma reclamação legítima. Uma empresa pode cometer erros. O que considero inaceitável é que, perante uma falha desta natureza, a primeira resposta seja negar a possibilidade de erro interno e colocar em causa a honestidade do consumidor antes de qualquer investigação. Já apresentei reclamação através dos meios oficiais, juntando fotografias do produto e o comprovativo de compra. Solicito agora o apoio da DECO para que esta situação seja devidamente acompanhada e para que me sejam indicados os meios mais adequados para a defesa dos meus direitos. Pretendo: 1. A substituição do aquário por um artigo novo, completo e em perfeitas condições ou, em alternativa, a devolução integral do valor pago. 2. Que seja apurada a forma como um produto usado, incompleto e enferrujado foi vendido como novo. 3. Que seja analisada a atuação da loja no tratamento desta reclamação, nomeadamente pela forma como a minha palavra foi colocada em causa antes de qualquer averiguação. Junto a esta reclamação a fatura e as fotografias que demonstram o estado em que o produto foi encontrado. Agradeço a atenção dispensada e solicito a vossa orientação relativamente aos próximos passos.

Em curso
D. C.
29/06/2026

Devolução dentro da garantia

Eu realizei uma compra no site da cecotec no dia 20/04/2026 de uma vara magica. Após receber o produto foi notado uma má qualidade e mal desempenho do produto, e diante disso solicitei a devolução dentro do prazo de até 14 dias para devolução. Estourar ate a data de hoje sem nenhum retorno do meu caso. Enviei diversos emails e só recebi um emial informando que iam contatar a transportadora para retirar o produto no meu endereço. Ja se passou dois que ainda nao foi resolvido e não responderam mais meus emails. Uma empresa péssima, que não cumpre os termos e trata os clientes de forma péssima, onde é impossível contatar por telefone ou por emails. Nao oferece nenhum suporte depois que realizamos a compra de algum produto de sua marca. Uma serviço péssimo e de roubo. Nunca mais irei comprar nada nessa loja e entrarei com um processo.

Em curso
B. E.
29/06/2026

7 meses sem solução – colchão já foi 3 vezes para assistência e problema continua sem resolução

Venho expor a minha insatisfação com o serviço pós-venda desta empresa e alertar futuros consumidores para a dificuldade que enfrentei na resolução de um problema que já dura há 7 meses. Após pouco tempo de utilização, o colchão começou a apresentar defeitos visíveis, com cedência da espuma e perda significativa do conforto esperado para um produto deste valor. Desde então, o colchão já foi encaminhado três vezes para assistência técnica e, mesmo após várias intervenções, o problema continua sem resolução definitiva. Durante este processo: Houve sucessivos atrasos e longos períodos de espera; Faltaram previsões concretas e comunicação transparente; Foi necessário insistir constantemente para obter respostas; Foram dadas justificativas difíceis de aceitar, incluindo a indicação de que o problema estaria relacionado com a forma normal de utilização do colchão. Ao longo destes 7 meses, ficámos sem conseguir usufruir normalmente do produto adquirido, passando por recolhas, devoluções e novas assistências sem uma solução efetiva. Faço questão de reconhecer que o gerente Heranes e a equipa da loja Casa do Sono de Setúbal demonstraram disponibilidade e educação no atendimento. No entanto, isso não altera o facto de que o processo de pós-venda e assistência técnica falhou em resolver o problema até hoje. Neste momento, o objetivo desta reclamação é simples: Resolução definitiva do caso; Substituição do colchão por um produto novo, caso o defeito persista; Uma resposta concreta e um prazo real para encerramento do processo. Sete meses para resolver um problema num colchão é um prazo que considero totalmente desproporcional e incompatível com o nível de serviço esperado. Deixo este relato para que outros consumidores tenham em consideração não apenas o atendimento na venda, mas também a qualidade do acompanhamento no pós-venda.

Em curso

Reclamação formal — incumprimento da garantia e exigência indevida de pagamento

No dia 26 de fevereiro desloquei-me à loja Rádio Popular do Estoril para comunicar a avaria de um forno BEKO adquirido neste estabelecimento e acionar a garantia. Fui informado de que teria de tratar diretamente da situação com a marca BEKO. Na sequência dessa indicação, contactei a BEKO no dia 28 de fevereiro, tendo sido iniciado um processo de assistência técnica. Apesar de diversas intervenções, contactos e sucessivos atrasos, a avaria nunca foi reparada. O processo prolongou-se por vários meses, ultrapassando largamente o prazo legal para a reposição da conformidade do bem ao abrigo da garantia, tendo o forno permanecido inoperacional durante todo esse período. Após uma reclamação formal apresentada à BEKO, fui informado de que a reparação não seria possível e que seria autorizada a substituição do equipamento através da Rádio Popular. No entanto, o processo continuou a sofrer atrasos, obrigando-me a efetuar várias deslocações à loja devido à falta de comunicação entre a marca e o vendedor. No dia 12 de junho fui informado na loja de que o modelo originalmente adquirido já se encontrava descontinuado e que seria substituído pelo modelo sucessor, com características equivalentes. Contudo, no dia 15 de junho fui contactado pela Rádio Popular a informar que teria de pagar cerca de 50 euros pela diferença de preço entre o modelo antigo e o novo. Considero esta situação inaceitável, uma vez que a substituição do equipamento decorre da garantia legal, após a impossibilidade de reparação dentro do prazo legal, não podendo ser exigido ao consumidor qualquer pagamento adicional pelo facto de o modelo original ter sido descontinuado. Apresento esta reclamação por considerar que o processo de garantia foi conduzido com sucessivos atrasos, ultrapassando largamente o prazo legal de resolução, e por me ter sido exigido um pagamento adicional para a substituição do equipamento ao abrigo da garantia, situação que considero contrária aos direitos do consumidor.

Em curso
P. C.
29/06/2026
Stand jasma

Quadro da bicicleta com pintura danificada

Exmos. Senhores, Em 06/03/2026 adquiri uma bicicleta Scot Spark RC team Issue por 4904,72€. A referência da encomenda é FA.JB7276. Em 06/03/2026 recebi o vosso produto, mas sucede que este não apresentava defeito: Após a primeira volta com a bicicleta começou a ficar com faltas de tinta, sendo uma bicicleta de BTT não é muito normal que tal aconteça e mais que a primeira volta quase não entrei no campo. Comuniquei-vos de imediato o problema a loja que vendeu, em 21/03/2026, para que procedessem à reparação. Recebi como resposta que era dificil ser coberto pela garantia, porque era preciso forrar o quadro da bicicleta, contudo, mantém-se o mesmo defeito, o que comuniquei de imediato. Entregar me uma parte da bicileta que ainda nem levantei da loja, mas a parte mais danificada exigem pagamento de 202€ mais iva, isso não é normal. Espero que me entregue a parte traseira da bicileta inclusive ja comprei um kit de proteção de quase 200€ para poder forrar a bicicleta assim que tiver um quadro novo ). Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. A loja tem sido impecavel comigo, o importador que não responde nem a loja nem aos meus emails, inclusive ja envei emails para Scot Suiça e Alemanha e França Cumprimentos.

Em curso
A. S.
28/06/2026

Reclamação de Garantia – Sofá Elétrico Reclinável – Ref. 6312526700277712

Exmos. Senhores, Em 24 de setembro de 2025 adquiri um sofá elétrico reclinável por 678,00€. A referência da encomenda é 6312526700277712. Sucede que este apresenta defeito: com menos de 9 meses de uso, surgiram rasgos no tecido de estofamento, simétricos e idênticos nos dois lugares de sentar, localizados precisamente na linha de dobra do mecanismo elétrico de reclinação — ou seja, no ponto onde o tecido é submetido a tensão mecânica repetida pelo movimento do próprio produto. Este padrão de dano é incompatível com desgaste normal de utilização e constitui um defeito de conformidade nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. Comuniquei o problema em 10 de junho de 2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso

maquina de cafe c/ defeito Direito de rejeição recusado

Exmos. Senhores da DECO, Solicito o vosso urgente apoio jurídico relativamente à reclamação nº ROR00000000045616524, submetida contra o Auchan (Loja da Maia), pois encontro-me num impasse desgastante há um mês. Sou simpatizante da vossa organização. Adquiri uma máquina de café Delonghi por 379,89€ que avariou logo no 1.º dia de utilização (bloqueio do infusor e estalos). Desloquei-me à loja a 27/05/2026 (3 dias após a compra) para entregar o bem e acionar formalmente o meu Direito de Rejeição (Art.º 16.º do DL 84/2021), exigindo o reembolso do dinheiro. A própria loja registou o processo como "DOA" (Dead on Arrival) na Ordem de Reparação nº 77778026. O Auchan recusa-se a devolver o dinheiro e enviou-me a seguinte resposta: "Não nos é possível aceder à sua solicitação de devolução... o relatório enviado pela assistência técnica menciona 'sem avaria – Afinação do moinho'. As equipas das Lojas Auchan não têm conhecimentos técnicos para poder avaliar anomalias... o equipamento encontra-se disponível para levantamento." Em resposta ao Auchan, recusei firmemente e enviei-lhes a seguinte mensagem: "Exijo a devolução do meu dinheiro. Se a máquina com 3 dias de uso já precisou de intervenção técnica e afinação no moinho porque este estava encravado, é evidente que o produto me foi vendido com defeito. Não aceito um produto reparado quando tenho direito por lei à rejeição e ao reembolso." Perante isto, necessito do vosso apoio para esclarecer: 1. Tenho ou não direito legal a esta reclamação e ao reembolso do meu dinheiro? 2. Devo manter a minha posição de NÃO ir buscar a máquina à loja para salvaguardar o meu direito, ou sou obrigada a levantá-la? E solicito nova garantia? Agradeço a vossa rápida atuação junto do operador económico para fazer cumprir a lei. Melhores cumprimentos, Eunice silva

Em curso
D. C.
27/06/2026

Recusa do Direito de Rejeição - Trotinete com avaria em 11 dias

Avariou uma trotinete Xiaomi com apenas 11 dias de uso (Erros 44/45 na bateria/BMS). Exigi o meu Direito de Rejeição (Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021) na loja da Worten de Leiria e ativei o Livro de Reclamações. A Worten ignorou a minha recusa, enviou o produto para a marca à força e tentou fechar abusivamente as queixas como 'resolvidas'. Exijo o reembolso imediato do valor e não aceito o produto reparado."

Em curso
I. C.
26/06/2026

Garantia recusada sem explicação

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como foi tratado o meu pedido de garantia de um par de sapatilhas Adidas, adquirido por cerca de 120 €. Ao fim de apenas quatro meses de utilização, as sapatilhas começaram a abrir no interior, tratando-se claramente de um defeito prematuro. Saliento que não são utilizadas diariamente e que possuo exatamente o mesmo modelo noutra cor, o qual tem uma utilização ainda mais intensiva e nunca apresentou qualquer problema. Isto reforça a convicção de que se trata de um defeito de fabrico e não de desgaste por utilização. Após contactar o apoio ao cliente, foi-me solicitado o envio das sapatilhas para análise. Em momento algum solicitei a devolução do valor pago; pretendia apenas que fossem reparadas ou substituídas por um par igual, ao abrigo da garantia. Após quase 2 semanas sem as sapatilhas, recebi um e-mail a informar que as mesmas não reuniam as condições para a reclamação ser aceite, sem qualquer explicação concreta ou prova que fundamentasse essa decisão. Nisto tudo passou praticamente um mês. Durante uma chamada telefónica, foi-me indicado que as sapatilhas se encontravam sujas. Solicitei expressamente que me fossem enviadas fotografias que comprovassem essa alegação e pedi ainda que fosse registada uma reclamação sobre a forma como o processo estava a ser conduzido. Nenhum destes pedidos foi satisfeito. Quando finalmente recebi as sapatilhas de volta, verifiquei que: * Foram devolvidas sem o saco de proteção que as enviei ; * Vinham com uma etiqueta colada na sola, contendo apenas uma seta a apontar para um local sem qualquer explicação; * Não foi anexado qualquer relatório técnico, fotografia ou fundamentação que justificasse a recusa da garantia. Tenho fotografias do estado em que recebi as sapatilhas, as quais demonstram o descrito acima. Considero inaceitável que um produto desta gama de preço apresente um defeito tão grave em apenas quatro meses de utilização e que o processo de garantia seja tratado com tão pouca transparência e respeito pelo consumidor. Pretendo que esta situação seja reavaliada e que me seja apresentada uma justificação técnica devidamente fundamentada para a recusa da garantia. Caso se confirme a existência de um defeito de fabrico, solicito que seja cumprida a garantia legal através da reparação ou substituição do produto. Lamento ainda o tempo excessivo de resolução, a falta de comunicação, a ausência de provas que sustentem a decisão tomada e a devolução do produto em condições diferentes das que foi enviado.

Resolvida
G. A.
26/06/2026

Garantia das obras

Venho por este meio apresentar reclamação contra a Loja do Condomínio – Queluz/Monte Abraão – pela falta de transparência e pela deficiente gestão do condomínio. Desde que adquiri a minha fração na Rua Pedro Nunes n.º 6, solicitei repetidamente acesso a atas, contratos, contas e documentação relativa a obras, sem que esses documentos me fossem disponibilizados ou sem qualquer justificação adequada, impedindo o exercício do meu direito à informação enquanto condómino. Acresce que foram realizadas obras de reabilitação das fachadas e cobertura, cujos trabalhos, segundo um relatório de peritagem técnica independente, apresentam diversas deficiências, tendo sido identificadas infiltrações, problemas de impermeabilização, telhas partidas e outras patologias em várias frações, apesar de constarem do orçamento trabalhos como a substituição de telhas partidas e outros serviços de reparação. Considero igualmente preocupante que tenham sido efetuados pagamentos por trabalhos cuja execução é hoje posta em causa pelos resultados observados e pela peritagem técnica, sem que, até ao momento, exista uma resposta eficaz da administração do condomínio para exigir a reparação dos defeitos à empresa executante, Del Rope / Vanderson de Jesus Unipessoal Lda., apesar de os problemas continuarem a agravar-se. A atual situação expõe os moradores a infiltrações, humidades e bolores, colocando potencialmente em risco a saúde das pessoas e causando danos no seu património.

Em curso

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