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Produto voltou de reparo com outro defeito e agora dizem perder a garantia
Olá, Indo para o trabalho pela manhã no dia 30 de maio, minha scooter kqi3pro ficou com o acelerador preso, fazendo com que aparecesse um código de erro 03 e ela ficou inutilizável, tentei primeiro a assistência pelo método que a própria NIU diz no website deles onde não tive resposta. No dia 12 de junho descobri que a TAMET faz os reparos aqui e os contactei pelo e-mail descrevendo o problema. Eles me responderam e buscaram a trotinete no dia 18 de junho. A trotinete foi para reparo e me devolveram no dia 03 de julho. Fui testá-la no dia 05 de julho e correu tudo bem, no dia a seguir pela manhã indo para o trabalho, ela apareceu outro código de erro 88. Questionei a empresa via e-mail devido ao tempo que a trotinete teve lá e voltou com mais um erro, a senhora que me atendeu questionou o técnico sobre esse código e ela me respondeu via e-mail dizendo que o mesmo não tinha conhecimento desse código de erro, enviei a explicação dada pela NIU e então agendaram outra recolha, no dia 16 de julho e agora dia 22 de julho me mandam um orçamento no valor de 474,89 para substituição da placa controladora e bateria e a dizer que o equipamento perdeu a garantia por vestígio de líquidos. Porém o primeiro detalhe é que vivo na região do Algarve onde raramente chove e nos poucos dias de chuva sempre optei ir por outros meios ao trabalho, segundo é que esse equipamento custou 650,00 ou seja, estão cobrando quase o valor de uma nova, terceiro que o erro apareceu após eles terem me enviado com o reparo do acelerador, o que me parece bem suspeito. Fora que pesquisando vi vários casos que esse erro tem aparecido em várias scooter novas e até seminovas( meu caso já que a comprei em novembro do ano passado). Não indico a compra desse produto a ninguém, não tem assistência técnica e os equipamentos são bem fracos, só o gasto que já tive em uber e outros meios de transporte nesse período e ainda estão a tentar fazer isso como devem fazer com todos problemas que não conseguem resolver.
Recusam a adimitir que o equipamento apresenta defeito
Exmos. Senhores, Em 12/07/2024 adquiri um Ecra Iphone 12 pro max por 127,90 . Sucede que este apresenta defeito: Problemas no toque do equipamento , e por vezes o ecra ativa-se sozinho Comuniquei-vos de imediato o problema, em 23/07/2024 , para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Empresa fraca que não respeita a garantia!
Exmos. Senhores, Comprei um sofá no dia 25 Novembro de 2023 e que foi entregue, à 2 meses, tirei os plásticos do sofá e reparei que num dos cantos estava roto. Contactei o apoio ao cliente da Feira dos Sofás, expondo o caso e enviando fotografias do dano. Onde me responderam que se recusam a solucionar o dano, isto numa troca ou reparo do mesmo. Não esquecer que o sofá ainda se encontra na garantia onde a feira dos sofás se recusa a respeitar a mesma ignorando completamente a lei do consumidor, não esquecer também que durante os 4 meses que esteve no armazém à espera para ser entegue onde poderá ter sido mal tratado e danificado. Cumprimentos.
Um veículo que não é reparado há mais de 4 meses
Marca: Peugeot Modelo: 2019 Data de Compra: Julho 2023 Preço de Compra: 20.000 euros Detalhes da Reclamação: O veículo está registado em nome do meu marido Oren, cuja matrícula é 314055304 Descrição do Problema: Comprámos um veículo Peugeot de 2019 na Matrizauto em julho de 2023. Quando comprámos o veículo, foi-nos dito que havia uma garantia de um ano e meio no veículo. Quando comprámos o veículo, fomos à oficina em coordenação com a Matrizauto para entender quando a manutenção periódica deveria ser realizada e foi-nos dito que deveria ser feita após um ano da compra ou em maio. Em março, para nossa surpresa, ficámos presos com o carro. Encomendámos um reboque para a oficina e falámos com a Matrizauto. Durante um mês inteiro, perseguimos a Matrizauto para assumir a responsabilidade pelo reparo, especificamente a correia dentada (que se revelou ser um problema conhecido com este modelo Peugeot). Apenas após uma carta escrita por um advogado, eles concordaram em corrigir. Depois de mais um mês na oficina, o carro ainda não tinha sido consertado. Fomos à oficina e, para nossa surpresa, a empresa de garantia da MATRIZAUTO chamada NSA enviou uma cabeça de motor Citroën em vez de uma Peugeot, para economizar custos porque era o que tinham em stock, conforme nos foi dito pela oficina. Desde então, começou uma jornada de substituição de peças que durou três meses. Cada vez que substituem uma peça, descobrem que outra peça não encaixa. Eles estão realmente a tentar montar um quebra-cabeças no nosso motor. Perguntamos se é mesmo legal colocar uma cabeça de motor Citroën num carro Peugeot e acreditamos que isso afetará tanto a continuação da viagem como quando quisermos vender o carro. Até agora, em julho, mais de quatro meses depois, ainda estamos sem carro. Como este é o nosso único veículo, temos de alugar carros, usar Uber e os custos são exorbitantes. Resolução Desejada: Reparação imediata do veículo com peças corretas da Peugeot. Compensação pelos custos adicionais incorridos devido ao aluguer de carros e ao uso do Uber. Garantia de que o veículo será restaurado à sua condição original sem peças incompatíveis. Comentários Adicionais: A empresa não promove o processo e, em geral, ninguém parece importar-se. Quando comprámos o veículo, prometeram que, como é uma grande empresa, haveria uma "mãe e um pai" para assumir a responsabilidade. Isto claramente não foi o caso. Esperamos que este assunto seja resolvido prontamente. Agradecemos a sua atenção a esta questão séria.
Garantia Recusada para Fones
Exmos. Senhores, Bom dia. Gostaria de recorrer ao meu direito de acionar e usufruir da garantia do produto que comprei. No dia 8 de abril comprei, através do portal de vendas online da FNAC, o artigo "Auscultadores Bluetooth JBL Tune 510 | Rosa ( Auscultadores Hi Fi )", número da encomenda 1PBFT3PPM71RY. Fui utilizar o mesmo normalmente, e ao colocá-lo na minha cabeça, sem fazer nenhuma força extra ou forçar demais o objeto, o arco se partiu (e posso afirmar que tenho um tamanho de cabeça dentro da normalidade). Posso afirmar que o produto veio de fábrica com alguma fragilidade ou rachadura na parte do arco que se partiu, porque possuo um outro fone preto da JBL idêntico a esse, porém com fio, que já uso há mais de um ano, sem nenhum problema ou defeito. Contactei o setor responsável na FNAC, que me disse que nada poderiam fazer e que a responsabilidade deveria ser inteira da empresa parceira. Então, através do portal da FNAC, contactei a equipe de apoio da empresa parceira (Digital Depot - https://www.digitaldepot.co.za/) para me orientar sobre como acionar a garantia, e recebi uma resposta negativa do fornecedor, que alega que o produto se partiu por atos de mau-uso do mesmo, mesmo que eu tenha afirmado que não foi o que ocorreu. Independente disso tudo, pelo que pesquisei, por lei, aqui em Portugal “O comprador não precisa de provar que o defeito já existia no momento da entrega do artigo. Para acionar a garantia, basta apresentar o talão de compra (fatura). Mas há algumas exceções. No caso de bens móveis (novos e recondicionados), se o defeito se manifestar no terceiro ano de garantia, o consumidor tem de provar que aquele já existia à data da compra. No caso de bens usados, a presunção de conformidade também é de dois anos. Contudo, caso a garantia tenha sido reduzida por acordo entre as partes para 18 meses, a presunção é de um ano (ou seja, findo o primeiro ano, o consumidor tem de provar que o defeito já existia). Tratando-se de bens com elementos digitais, a presunção de falta de conformidade é, por norma, de dois anos.” (informação retirada do site da Deco Proteste). Logo, como a compra do fone foi realizada em 09 de abril de 2024, o produto ainda se encontra, pela lei, dentro do período de garantia ao qual não é obrigatória a comprovação que o defeito já existia no momento da entrega do artigo - por mais que eu esteja afirmando que o mesmo tenha, sim, ocorrido. Outra informação retirada do site da Deco Proteste: “Responsabilidade por produtos defeituosos: Se, durante o período de garantia legal, o produto vendido se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou não funcionar como publicitado, o vendedor é responsável. Em alguns países, essa responsabilidade também pode recair sobre o fabricante ou importador.” Além disso, acabamos por nos encontrar em um impasse no qual temos como critérios de análise a minha palavra, como cliente, contra um protocolo padrão praticado pelo fornecedor baseado em uma "impressão". Nesses casos, até onde sei, a verdade alegada pelo cliente deve prevalecer e ser respeitada. Se for necessário, envio fotos do produto partido. Ainda estou no aguardo de novas orientações por parte da DIGITAL DEPOT, que me ofereceu um reembolso parcial de 40% (ou seja, 15,60), porém não aceitei, afim de recorrer a decisão negativa e ter meus direitos, como consumidor, respeitados. Cumprimentos.
VEÍCULO COM DEFEITO OCULTO
Exmos. Senhores, Em 29 DE JULHO DE 2023 adquiri um veículo revisado FIAT LINEA 2009 por (3,900 - três mil e novecentos). Sucede que este apresenta defeito oculto : QUEBRA DO COMANDO DE VALCULA E ROMPIMENTO DA CORRENTE. Comuniquei-vos de imediato o problema, em (15 de abril de 2024), para que atuassem em conformidade. Recebi como resposta que a loja não nos deixaria na mão. Enviamos o orçamento e foi dito que pagaria metade do reparo. Quando mandei a nota do serviço, disse que não iria pagar. Como não cumpriu o acordo inicial, quero o reembolso integral do reparo (valor de $ 1.297,39 - um mil duzentos e noventa e sete euros e trinta e nove centavos). Cumpre informar que como STAND a garantia legal MÍNIMA deve ser de 12 (doze) meses. Dessa forma o carro estava em garantia ainda. Além disso, mesmo que não houvesse mais a garantia o defeito apresentado é um evidente VÍCIO OCULTO - DEFEITO OCULTO, uma vez que a ROTTA 7 vendeu o veículo como TOTALMENTE REVISADO e evidentemente não foi. O defeito apresentado não tinha como ser verificado pelo cliente. Caso não me resolvam a situação nos próximos (5 cinco) dias, considerarei o contrato como NÃO cumprido da vossa parte. Os orçamentos e comprovativos de pagamento já foram enviados ao responsável da ROTTA 7 quando havia prometido pagar metade do reparo. OBS: O stand NÃO entregou um manual de garantia conforme determina a lei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Enrico Badan Orsatti
Shamir Optical - Lentes shamir de 674€ com de 15 dias inacreditavelmente danificadas
Ex Srs Em 24/5/2024 dirigi-me á BRANCÓTICA onde comprei uns óculos com lentes da marca Shamir . Os óculos foram-me entregues no dia 01/6/2024 adquiri um ( par de lentes progressivos) I-NOVA 1.67 SUPER HMC+ /PRECALL (L FREEF) ) pelo preço de 674€ . Sucede que estas lentes apresentaram defeito: Por incrível que pareça, ao começar a utilizar os óculos, comecei a notar que uma das lentes, a esquerda, estava com riscos ou algo semelhante , mas somente se notava numa certa posição ao reflexo de uma luz forte, tipo uma lanterna do telemóvel, entretanto fui logo também observar mais cuidadosamente a outra lente a direita , e, para espanto meu a mesma também estava com um defeito , esta tinha um ponto branco ou uma mancha branca o qual tentei limpar com o spray limpeza que vendem na loja , mas o mesmo não saiu , ou seja, eu não sou nenhum técnico ótica mas para mim , como utilizo óculos há cerca de 40 anos e nunca tal me aconteceu com outras lentes,, estas lentes vieram com defeito ou danificadas na construção ou quando aplicaram as mesmas na armação. No dia 14/6/2025, dirigi-me á BRANCÓTICA onde comprei os óculos reclamei e enviaram para a analise ao fornecedor, ou seja, á Shamir. Fiquei sem os óculos quase 1 mês sem qualquer explicação da Shamir para comigo e para com a loja em causa . No dia 11/6/2024 finalmente os meus óculos estavam de novo prontos . Mas, para meu espanto, e inacreditavelmente a Shamir ao que parece reparou somente a lente esquerda e quanto á lente direita …enviaram um relatório numa carta a dizer , que as lentes rigorosamente analisadas não apresentam qualquer anomalia e o padrão de dano revela que as lentes foram expostas a uma fonte de calor ou pressão na prevista numa utilização adequada Conclusão, eu é que sou burro e estraguei umas lentes que me custaram 674€ em menos de 14 dias e que estas lentes são somente para olhar para um telemóvel ou computador , não se pode fazer outro tipo de uso ou usar em qualquer outro tipo de trabalho . Informo já os senhores da shamir que eu sempre usei marca Essilor e nunca, mas nunca, tive qualquer danos deste tipo numa lente ou até em lentes com vários anos. É inacreditável o que fazem a um cliente novo , não têm qualquer respeito para com a saúde da visão da minha pessoa , pois deixaram-me sem óculos quase um mês e não admitem que vendem lentes danificadas . Pergunto também será que as lentes também não foram foram expostas a uma fonte de calor ou pressão na prevista numa utilização adequada ao serem aplicadas na armação ? Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Pois pela lei que protege o consumidor eu tenho direito á anulação do negocio pela situação acontecer nos primeiros 15 ou 30 dias dias da venda vou pedir o total reembolso do valor das lentes. E já nem falo em cerca de 1 mês que estive sem os óculos, o qual neste tempo psicologicamente e visualmente fui também afetado. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Luis Neves
Garantia Recusada
Exmos. Senhores, Em (25/05/2023) adquiri um/uma (Colchão de espuma) por (220.00€). A referência da encomenda é (GOLD, tamanho 150x190). Sucede que este apresenta defeito: (Ao deitarmos, eu e minha esposa caímos para o meio do colchão). Comuniquei-vos de imediato o problema, em (02/04/24), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (5) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte, visto que desde abril deste ano estou tentando resolver o problema. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, pois já tentei resolver amigavelmente, entrei em contato com a loja e nada foi resolvido, eu e minha esposa estamos com dores no corpo devido ao problema do colchão, caso não resolvam tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Artigo com defeito
Exmos. Senhores, Em 04/05/2024 adquiri uma sapatilhas da Pepe Jeans, preço de 90,00 €. A referência do artigo 300-40009501. Sucede que este apresenta defeito: De rotura na parte da frente. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 25/06/2024,para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que para apresentar a reclamação deveria a me deslocar com o artigo, na loja da PROF, que foi comprada. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Baloiço com defeito
Exmos. Senhores, No dia 05-09-2023 adquiri no continente online um baloiço para jardim por 69,3 euros. A referência da encomenda é : 414170435_001. No dia 10-06-2024, ao utilizar o baloiço juntamente com a minha mulher e o meu filho de 5 anos, subitamente, o suporte de tecido da base rasgou em toda a sua extensão provocando a nossa queda e causando-nos alguns ferimentos ligeiros na região dorsal. O nosso peso total ronda os 165kg, muito aquém dos 260kg de peso máximo suportado pelo equipamento, tal como está anunciado no site do Continente online. Assim sendo, venho assim alertar para a falta de qualidade do produto, o que coloca em causa a segurança dos utilizadores e solicitar o ressarcimento do valor pago. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 10-06-2024, para que atuassem em conformidade. No dia 16-06-2024 recebi um email a solicitar o número da encomenda, ao qual respondi no dia seguinte. Foi ultrapassado um longo prazo sem que me tivessem devolvido o dinheiro, e também sem qualquer comunicação da vossa parte, o que não é admissível. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos,
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