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Negam a dar valores de atos médicos
Uma porcaria, ninguém dá preços, estão á espera que a gente vá, marque consulta, faça o ato e só depois sabemos valores. Isto acontece tanto telefónicamente como presencialmente. As atendentes da receção não dão preços de coisa nenhuma, e ainda nos tratam com desdém!! Muito sinceramente estou a ponderar em fazer queixa formal ás atividades económicas devido á falta de transparência desta entidade. No primeiro caso fui pedir presencialmente preços convencionados do seguro da deco e as recepcionistas recusaram-se a me dar os valores convencionados, a consultar, seja o que for, querem que marque e depois espere ser faturada conforme lhes dá na mona. Hoje liguei por conta da medicare, e mais uma vez se recusaram a me dar valores, disseram que não tinham acesso, só indo presencialmente ou falando com a seguradora. Falei com a medicare que me disse que tenho de marcar check up para saber valores. DESCULPE????? ESTÃO A GOZAR COMIGO, DE CERTEZINHA.
Retirar pessoa do meu contrato
Venho por este meio apresentar reclamação contra a Vodafone relativamente ao meu contrato n.º 314884166, associado ao meu NIF [249973065]. O contrato inclui um número utilizado pelo Sr. Fábio Araújo Neto, NIF 259865478. Pretendo que a faturação deste número passe a ser emitida em nome do referido titular, mantendo o meu contrato e restantes números inalterados. Já contactei o Apoio ao Cliente, mas apenas me foi apresentada a opção de: • Abrir um novo contrato em nome do Sr. Fábio, ou • Rescindir o meu contrato com penalização. Considero esta solução injusta, uma vez que não sou eu a utilizar o número em questão e não devo assumir custos ou penalizações por serviços que não me beneficiam. Solicito que a Vodafone proceda à alteração da faturação do número para o NIF do Sr. Fábio e confirme por escrito quais os documentos necessários para tal, garantindo que qualquer penalização resultante fique a cargo do novo titular. Aguardo resposta por escrito e resolução adequada da situação. Com os melhores cumprimentos,
serviço não prestado e processo de cobrança ilegal
Esta é a reclamação que enviei à Meo, mas até agora não recebi qualquer justificação, apenas a informação de que isto é legal e que tenho de pagar : Reclamação Assunto: Cobranças indevidas, falta de prestação de serviços e processo de cobrança injustificado Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar formalmente uma reclamação relativamente à conduta da MEO no âmbito do meu contrato de prestação de serviços. Apesar de ter celebrado um contrato com a MEO, o serviço contratado nunca foi devidamente fornecido. A ligação nunca funcionou e, apesar de ter comunicado o problema de imediato, nunca foi enviado um técnico para o resolver. Em outras palavras: a MEO não cumpriu a prestação do serviço contratualizada. Ainda assim, foram-me cobrados: • 140 € por serviços que nunca foram prestados nem utilizados; • Uma taxa de cessação antecipada no valor de 399 €, embora a rescisão tenha ocorrido exclusivamente devido à incapacidade da MEO em fornecer o serviço contratado. Após mais de 1,5 anos, fui agora contactado pela empresa de cobranças Intrum, que alega que devo um montante de 200,93 €. Esta situação é inaceitável e constitui uma prática abusiva e injusta, dado que as cobranças se baseiam num serviço nunca prestado. Face ao exposto, solicito: 1. A anulação imediata de todas as cobranças relacionadas com este contrato, incluindo os 140 € e a taxa de cessação antecipada de 399 €; 2. A cessação de todas as ações de cobrança através da Intrum ou de qualquer outra entidade; 3. Uma confirmação escrita por parte da MEO de que não existe qualquer dívida pendente em meu nome relativamente a este assunto. Esta situação causou-me um stress e incómodos consideráveis. Reservo-me o direito de encaminhar esta reclamação para a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), bem como de a registar no Livro de Reclamações, para que seja assegurada a devida supervisão regulatória. Agradeço uma resposta por escrito a esta reclamação dentro dos prazos legalmente estabelecidos.
Erro contagens da luz
Bom dia, ao fim de quase 2 anos, a e redes substituiram o contador e começou a contar a luz produzida pelos painéis como deve ser. Solicito o reembolso pelo engano. Grata!
Negligência
Continuo com o mesmo problema com a generali. Conferi meus documentos do seguro, antes mesmo de registar a primeira reclamação e, em minhas condições gerais, particulares e apólice vos informo que a cláusula que a generali citou (rede bem estar) só se aplica "quando prevista nas condiçoes particulares", entretanto nas condiçoes particulares não há qualquer menç$ao/informação que coloque a Terapia da Fala na rede bem estar, muito menos que preveja preços diferenciados para esta rede. Logo, não há base contratual para cobrar os 27,50€ por sessão: o que consta na apólice é Terapia da Fala 16€ sessão em Rede, e é o que deve ser aplicado. O facto de que a generali e a advancecare terem reconhecido o erro e reembolsado apenas algumas sessões, não corrige o incumprimento enquanto o tratamento continua e eu estou a ter de pagar um valor superior ao que consta em minha apólice, ou seja, continuo a ser prejudicada. Mediante a isto e a vossa resposta à essa situação, peço que me enviem com referência expressa, o nª de cláusula e página onde consta nas minhas Condições Particulares que a Terapia da Fala integra a rede bem estar ou que a rede beme star aplica valores diferentes dos constantes em apólice. Inclusive ao pesquisar no site da advancecare dentro da rede global, a terapia da fala aparece normalmente e tenho como provar. Como tal indicação não existe em meu contrato, solicito que procedam o reembolso integral da diferença indevidamente cobrada de todas as sessões de Terapia da Fala ao valor contratual de 16€ a sessão, pois o tratamento ainda não acabou. A generali enquanto seguradora, é legalmente responsável pelo cumprimento integral da apólice (DL nª72/2008 art 18ª e 24ª)e n$ao pode transferir para o consumidor as consequeências de lapsos ou classificaçoes internas da gestora da rede. A recusa em garantir as comparticipações futuras, quando o erro já foi reconhecido, constitui incumprimento contratual e prática lesiva para o consumidor (Lei 24/96, art 6ª e 8ª).
Faturação individa
No dia 29 de agosto, recebi uma fatura (Fatura D25C01/112807) para pagamento no valor de 253,81€, o qual já foi liquidado - em anexo. Hoje recebo uma nova fatura (D25C01/131772) referente ao mesmo serviço para pagamento no valor de 243,5€. A nova fatura inclui parcelas que já foram pagas na primeira fatura. Aguardo esclarecimentos, porque não vou pagar esta nova fatura - não entendo o sentido desta nova fatura a 2 de outubro quando o serviço de Urgências prestado foi a 18 de agosto. Informo hoje ter avançado com uma exposição no Livro de Reclamações. Cumprimentos, João Paiva Carvalho 961 256 526
Abanca cobrando taxa indevida e agindo de má fé com um cliente de baixa médica
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra o Banco Eurobic Abanca por ter procedido ao débito proporcional (278,56€) de um valor referente à "Campanha Domiciliação de Ordenado" (Cláusula 6ª, b)). O Banco alega incumprimento contratual por o crédito mensal ter sido inferior a 850€. Contudo, o Cliente encontra-se em baixa médica certificada pela Segurança Social há 3 (três) meses, recebendo apenas o Subsídio de Doença. Argumento que o débito é indevido porque: O incumprimento deve-se a Força Maior (doença grave), não a má-fé ou escolha do Cliente. A penalização viola a Boa-fé Contratual e a Lei de Defesa do Consumidor, pois o Banco penaliza o Cliente por uma situação de proteção social. Já contestei formalmente o débito junto do Banco e, devido à minha urgência financeira causada pela condição médica, solicito a vossa intervenção imediata para mediar o estorno do valor indevidamente cobrado. Anexos: Cópia do Contrato, Comprovativo da Baixa Médica (CIT) e Comprovativo do Débito. Com os melhores cumprimentos, Jorge Augusto Rocha Ferreira da Silva
Alteração valor da fatura sem aviso prévio
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expressar formalmente a minha profunda insatisfação relativamente à alteração dos valores faturados nos meses de agosto e setembro, que passaram para o montante de 41,49€, sem que tal me tenha sido comunicado previamente. No final de junho, contactei os vossos serviços com o objetivo de solicitar a alteração de morada e instalação de nova BOX. Durante a chamada, foi-me claramente indicado que as condições contratuais se manteriam inalteradas, sendo o único custo adicional o pagamento de 50€ relativos à deslocação e instalação. Contudo, após análise das faturas seguintes, verifiquei com perplexidade que os valores mensais foram alterados, contrariando o que foi acordado. Quando expressei esta situação à MEO, as soluções apresentadas foram: Aguardar a audiência da gravação da chamada para eventual retificação do valor — o que, repito, não constitui solução, mas apenas uma correção de um erro cometido pela MEO, sem qualquer compensação para o cliente, prejudicando seriamente a relação de confiança estabelecida; Falar com o operador que poderia reduzir novamente o valor da mensalidade, mas implicando o início de um novo contrato com novo período de fidelização, o que considero totalmente inaceitável. Não pretendo prolongar qualquer vínculo contratual com uma empresa que altera os valores contratados sem qualquer aviso prévio. Foi-me posteriormente dada razão após análise da gravação da chamada, o que comprova que o valor cobrado estava incorreto. Como “compensação”, foi-me oferecida, a título excecional, uma mensalidade gratuita, o que considero manifestamente insuficiente, dado que a responsabilidade do erro foi da MEO. O mínimo exigível seria, além da devolução dos valores cobrados indevidamente, uma compensação adicional pela situação criada, tendo em conta que o valor do meu pacote atual já não é competitivo face à oferta de mercado. De forma ainda mais preocupante, após nova análise das minhas faturas, constatei que a mesma situação se verificou já no início do ano, com valores incorretamente faturados nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Isto revela um padrão de faturação incorreta, sistemático e lesivo para o cliente, que coloca seriamente em causa a transparência e seriedade da vossa atuação. Face ao exposto: Solicito a correção imediata de todos os valores faturados indevidamente; Solicito a devolução ou crédito em fatura dos montantes cobrados indevidamente nos meses em questão; Solicito uma compensação adicional pela falha contratual e pela quebra de confiança causada por estas sucessivas situações. Mais informo que, perante a recorrência destes incidentes e a falta de uma resposta verdadeiramente justa e adequada por parte da MEO, estou seriamente a considerar a rescisão do contrato e a mudança para outro operador, com ofertas mais competitivas e maior respeito pelo cliente. Aguardo resposta célere e eficaz à presente reclamação.
FRAUDE
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº 145 717 21 38. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas com o seguinte fundamento: Aderi a um serviço de internet movel para PC/Tablet em 10/05/2025 com o nº 965126924. Na fatura relativa ao mês de junho constava um valor de 9,969€ referente a consumos que desconheço. Em Liguei para o 16200 e não me sabendo dizer do que se tratava disseram que iriam emitir uma nota de credito desse valor e que iriam bloquear quaiquer subscrições. No entanto nos meses seguintes continuaram a debitar esses valores. FT A/847724675 de 14/ago/25 FT A/849767908 de 14/set/25 Todos os anos a MEO tenta roubar-me 9,969€ por mês no serviço de internet móvel que contrato para a minha casa de férias uma vez que nunca souberam dizer exatamente do que se trata. Desconheço a origem destes valores e por isso solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Desempregados, meu marido e eu, fomos pedir auxílio do Google para fazer um curriculum. Encontramos a empresa CV maker, o valor de 2€ por um currículo e razoável. Pois nos inscrevemos. Porém, o site só deixava fazer a inscrição se colocasse um cartão de crédito. Colocamos na confiança.. Isso, foi no dia 08/09.. mês passado, mais ou menos Depois de uns dias caiu uma cobrança de 20€ Hj dia 02/10, outra cobrança de 20€ Esse cartão tinha o limite de 180€ para fazermos o mercado do mês. Pois como menciono acima, estamos desempregados, eu sou uma mulher neuro divergente, autista, para achar um trabalho e muito mais difícil, e agora não temos mais o dinheiro para o mercado. Entrei em CTT com a empresa eles se negam a fazer a devolução dos valores cobrados, isso e ilegal e desumano, por gentileza gostaria de ter nosso 40 € de volta no cartão
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