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Faturação indevida
Exmo Senhores Em 02ABR, efetuei no vosso portal de cliente a seguinte reclamação, que passo a reescrever "Recebi o Documento fatura DR2601954182 de 31/03/2026, com o valor 4,86€ respeitante Faturação a termo potência contratada de 28/01/2026 a 19/02/2026. Tal iten consta já faturado no documento fatura DR2601065341 de 21/02/2026, com data de faturação Potência Contratada 3,45 kVA de 22/01/2026 a 19/02/2026. pelo que só pode ser erro de faturação da vossa parte. Solicito o não débito enviado na vossa fatura. Caso, não seja resolvido atempadamente, irei encaminhar para a DECO a minha reclamação e entidades ao meu dispor. Aguardo uma resposta". Até a presente data não recebi nenhuma resposta ou contacto da vossa parte, sobre a questão em apreço. Anexo faturas e comprovativo de receção da minha reclamação
Falta de competência e organização
Boa tarde Exmos senhores. Deixo aqui meu registro de reclamação acerca da empresa mencionada, onde um plano de pouco mais de 30€ mensais, se tornou em uma única fatura de mais de 53€ e quando entrei em contacto para esclarecimento, o atendente nem ao menos soube me informar do que se tratava, um descaso total com os clientes! Espero que a MEO Portugal tome alguma atitude diante do exposto e deixe de agir desta forma, pois isto não está correto!
Falta de organização/irresponsabilidade
Boa tarde Exmos. Segue minha reclamação acerca de uma fatura da mencionada companhia telefônica, onde um plano de pouco mais de 15€ se transformou numa única fatura de mais de 95€, um descaso total e falta de organização e transparência para com o cliente. Ao tentar verificar do que se trata a cobrança, são mais audaciosos colocando a descrição da fatura como " complemento de serviço ", mas o que tenho eu a ver com algum tipo de complemento de serviço ? Se tem que complementar algo no serviço péssimo que oferecem, tais cobranças não devem ser repassadas aos clientes que firmaram um plano num valor fixo, quero apenas aquilo que me é disponibilizado por direito, pois pago para obter tal serviço que é suspenso sem qualquer tipo de aviso e quando entro na aplicação My vodafone, me deparo com tal discrepância. Espero que a Vodafone Portugal tome alguma atitude diante do exposto!
Débito direto não autorizado
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar a existência de débitos diretos na minha conta bancária, iniciados em 2fevereiro de 2022, (8,99 por mês) por uma entidade que não reconheço e à qual nunca concedi qualquer autorização. Solicito: O cancelamento imediato do débito direto O bloqueio de futuras cobranças dessa entidade O reembolso de todos os valores indevidamente debitados Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Não reembolsam o dinheiro
Efectuei uma encomenda na Amazon que teria entrega para dia 6 de abril e que nunca chegou. Liguei para lá, enviei e-mail, falei com 1001 pessoas e nem sequer atendimento em português têm, o que eu acho ridículo sendo que prestam serviços a Portugal. Estão sempre a empurrar com a barriga, a dizer para esperar 24h, que vão mandar e-mail e ainda pedem documento de identificação para resolver o problema senão, não o fazem. O que nem sequer é legal. São 31€ retidos que se recusam a devolver-me!!! A minha mãe também efectuou uma outra encomenda antes, do mesmo perfil, no valor de 40€ e essa encomenda era para vir para casa e foi deixada num ponto de recolha sem qualquer justificação. Quando se ligou para lá a questionar isso, disseram que iriam contactar com a transportadora para irem buscar o artigo e deixar na morada correta e até agora nada, e também não devolvem esse dinheiro. Para além de extremamente mal educados, ainda se fazem de desentendidos ao dizer que não percebem o português. Esta situação tem que ser resolvida para ontem.
Débito indevido
Domestic and General insurance estava debitando há quase um ano €5.99 de minha conta sem minha autorização. Vou consultar um advogado para resolver tal questão
Reclamação contra a E-Redes – cobrança por alegada apropriação indevida de energia sem prova técnica
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar apoio relativamente a uma situação com a E-Redes – Distribuição de Eletricidade, S.A., referente ao processo n.º FF0000288081, no qual me é exigido o pagamento do montante de 1.687,57 €, por alegada “apropriação indevida de energia”. Em 03/10/2025, a E-Redes realizou uma inspeção ao contador da minha instalação elétrica, tendo posteriormente comunicado a existência de uma alegada manipulação interna do contador e exigido o pagamento do referido valor. Contesto integralmente esta cobrança pelos seguintes motivos: O contador já se encontrava instalado no imóvel quando adquiri a habitação, em março de 2023; Possuo fotografia datada de 30/03/2023, enviada à própria E-Redes para efeitos de celebração do contrato, onde se verifica o mesmo contador e o mesmo número de série; Nessa data, o equipamento apresentava selo EDP, enquanto nas fotografias da inspeção efetuada em 03/10/2025 o selo já é E-Redes, o que demonstra que existiu pelo menos uma intervenção técnica intermédia, da qual nunca fui notificado; O contador encontra-se na via pública, acessível a terceiros, não estando sob o meu controlo exclusivo; A E-Redes não apresentou, até à presente data, qualquer relatório laboratorial da Labelec, apesar de o próprio auto de vistoria referir expressamente que o equipamento seria enviado para análise laboratorial; A empresa limita-se a afirmar que o valor é devido, sem responder de forma concreta aos vários pedidos de esclarecimento já apresentados, nomeadamente: data e motivo da intervenção intermédia no contador; identificação do técnico que alterou o selo; fundamento técnico da alegada manipulação interna; critério exato de cálculo do valor reclamado; relatório técnico/pericial da Labelec. Acresce que já foi apresentada reclamação formal e pedido de reapreciação, inclusive através de mandatária legal, sem que a E-Redes tenha dado resposta fundamentada aos pontos levantados, limitando-se a reiterar a cobrança. Entendo que está a ser exigido um valor elevado sem prova técnica conclusiva, sem contraditório efetivo e sem resposta aos factos relevantes apresentados, motivo pelo qual solicito o apoio da DECO Proteste para apreciação do caso e orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
Venho por este meio solicitar apoio na resolução de um litígio de consumo com a empresa CVMaker.pt ., relativamente a uma subscrição online que resultou numa cobrança que considero indevida. No momento da contratação, foi-me apresentado em destaque o valor de 1,99€, associado a “14 dias de acesso total”. No entanto, a informação relativa à renovação automática para um plano mensal de 19,99€ não foi apresentada de forma clara e visível no momento da decisão de pagamento, encontrando-se apenas numa zona inferior da página, acessível mediante scroll. Desta forma, as condições essenciais do contrato, nomeadamente a existência de uma subscrição com renovação automática e o respetivo valor, não foram comunicadas de forma suficientemente transparente antes da conclusão da compra, o que compromete o consentimento informado do consumidor. Adicionalmente, a empresa alega ter enviado um e-mail com essa informação após o pagamento. Contudo, essa prática não substitui o dever de informação pré-contratual, sendo que o consumidor pode não aceder a comunicações posteriores. No meu caso, tenho prova de que não abri esse e-mail. Assim que tive conhecimento da renovação automática, procedi imediatamente ao cancelamento da subscrição. Importa ainda referir que a utilização do serviço foi mínima, tendo acedido apenas duas vezes à plataforma. Apesar de ter exposto a situação várias vezes à empresa e de ter explicado que sou estudante e não tenho condições financeiras para suportar esta cobrança, o pedido de reembolso foi recusado de forma reiterada. Considero que a forma como a subscrição foi apresentada é suscetível de induzir o consumidor em erro, uma vez que a informação relevante não se encontrava devidamente destacada no momento do pagamento. Solicito, assim, a vossa intervenção no sentido de mediar este conflito e apoiar na obtenção de uma solução justa. Como se pode ver no documento em baixo, a informação que aparece no momento da compra é, apenas essa. Quando me foi retirado os 19,99€, fiquei completamente surpreendida, porque não tinha qualquer conhecimento disto e, eles próprios fazem para induzir o consumidor em erro, como já se viu em outras reclamações escritas neste momento sites.
Reembolso não realizado
Venho por este meio demonstrar o meu mais profundo desagrado para com uma situação que já vem a arrastar-se há pelo menos três meses. No ano de 2024, em novembro, adquiri um telemóvel na Radio Popular e efetuei um seguro do mesmo em que tirariam por débito direto mensalmente o valor de 13.49€. A seguradora com a qual foi realizado o seguro é a Domestic and General. No entanto, no dia 8 de janeiro de 2025 decidi cancelar esse seguro e contactei a seguradora para que rescindisse esse mesmo contrato. Mandaram-me um formulário para digitalizar com o meu cartão de cidadão e assinatura para efetuar o cancelamento do mesmo, tendo eu ainda em minha posse esse mesmo e-mail que comprova a anulação. Posteriormente, voltei a adquirir outros produtos na mesma loja, criei de novo um seguro a mesma seguradora, Domestic and General, a mesma do seguro efetuado anteriormente. No entanto quando quis dar baixa desse mesmo seguro informam-me que o primeiro seguro ainda estava ativo e que todas as prestações tinham sido realizadas, 11 meses depois de ter feito o cancelamento do mesmo. Aqui até pode ter sido erro meu, por mesmo passando algum tempo, nunca ter dado conta de que esse debito era realizado, mas como a conta de onde a mensalidade era retirada não era a minha principal conta, visto que comprei casa e tive que criar outra conta no banco que se tornou a minha principal, tendo inclusive desativado essa mesma primeira conta, não tendo nenhum acesso à mesma. Na altura, disseram-me que iriam fazer o reembolso de todas as prestações que foram retiradas depois da secessão do contrato, contudo avisei logo de que se iriam fazer o reembolso para a conta que estava associada esta já não existia porque eu já a tinha desativada e disseram-me então que facultasse o novo IBAN. Assim o fiz e aguardei. Qual é o meu espanto quando recebo o e-mail a avisar de que a transferência tinha sido, de facto, realizada mas para o cartão desativado. Entrei em contacto com o apoio ao cliente da seguradora contei de novo a situação e disseram que iriam então de novo voltar a fazer a transferência. Contudo, o mesmo voltou a acontecer, a transferência foi sim realizada, mas para o cartão antigo. Entrei de novo em contacto, enviei inclusive o comprovativo do meu banco de que a minha conta tinha sido inativada e que eu não tive acesso a nenhuma transferência, é-me sempre garantido que iriam tomar conta da situação, mas o que é quase anedótico é que esta situação já se sucedeu mais de 4 vezes, entre varias ligações, e-mails e vários comprovativos em que insistem em fazer a devolução para uma conta que não existe. Tentei sempre ser paciente e cordial, mas ao fim de quase mais de três meses, como se diz e bem a paciência tem limites. o único contacto telefônico que existe dizem que não trabalham diretamente com o departamento financeiro e que não podem solucionar o problema, mas que a informação é passada. Quanto à troca de e-mails parece mesmo que ninguém se designa a ler convenientemente os meus e-mails que dizem explicitamente com documentos em anexo de que a transferência não pode ser realizada para um cartão que já não existe. Cheguei assim, ao meu limite e venho por este meio reclamar e demonstrar o meu descontentamento, em que não bastava continuarem a fazer débitos de um seguro que já tinha sido inativado, bem como quando deviam solucionar o problema, transformam esta situação nesta parábola em que que só mesmo contado porque ninguém acredita, como é que é possível uma situação se alastrar durante tanto tempo em que a solução era simplesmente compreenderem de que aquela conta já não existe e que a transferência tem que ser realizada para o novo IBAN já facultado. Aguardo desde o dia 23 de março por uma resposta desde a ultima vez que entrei em contacto com a seguradora e até hoje dia 12 de abril não foi feita nenhuma transação em entraram em contacto comigo. Espero que assim, tendo chegado ao limite e depois de várias vezes avisar de que iria de facto fazer a reclamação uma solução seja encontrada finalmente.
Pagamento indevido
Ex.mos senhores, A minha esposa (no nome de quem estava o contrato com a MEO - serviço: 1704423138) cancelou os vossos serviços a 09.02.2026. Acontece que não foram adicionados quaisquer custos referentes a fidelização uma vez que tinham passado já mais de dois anos de utilização do serviço. No entanto, após pagarmos tudo o que estava para trás, reclamam ainda o pagamento de 276,37 euros. Segundo os senhores, referente a uma assinatura extra adicional que eu fiz com o comando, com a SPORT TV (anual) e a BTV (também anual). Acontece que na nossa ótica essa cobrança é ilegal uma vez que esses dois contratos foram adicionados diretamente na TV há uns meses atrás, mas não foi com a MEO mas sim com a SPORT TV e a BTV. E sempre pagamos enquanto nos foi possivel ver os canais. Pergunto porque razão tenho agora que pagar esse montante referente ao restante do ano se agora sou cliente de outra operadora (onde pago a SPORT TV e a BTV) e já cessámos o contrato com vcs...então digam-me: como é que posso usufruir do vosso serviço se já não operam mais por cessação do contrato? Acho injusto e ilegal e também acho abusivo a forma como "ameaçam" intervir judicialmente. veja-se o teor da carta em anexo. Aguardo esclarecimentos e a ajuda da DECO da qual sou o sócio: 6751721-36. Com respeitosos cumprimentos, aguardo vosssa reação e reação dos serviçlos juridicos da DECO. Muito obrigado - Saul
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