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Valores em divida e instituição não sabe explicar de onde vêm
Bom dia Venho por esse meio fazer queixa da Instituição Universo. Sou Olga Chernyshova com NIF-239732278. Sou cliente da Universo ha mais de 2 anos durante esse tempo não tive nenhum problema com eles, mas desde mês Maio de 2025 isso tudo mudou. No dia 8 de maio de 2025 realizei uma compra no valor de 289,99€ na Auchan Faro que foi uma maquina de secar roupa, a compra foi dividida em 6x com juros. A primeira mensalidade foi no dia 6 de junho de 2025 no valor de 50,99€ incluino juros nesse valo. Dia 10 de junho de 2025 eu realizei o pagamento do valor total que faltava da maquina de secar roupa que foi 239€, liguei para a linha de apoio Universo e falei com assistente que esse valor que foi paga é relativo a compra da Auchan Faro. A assistente confirmou o pagamento total da divida e disse que o mes que vem ja não vai ser cobrada a mensalidade relativa a essa compra. No mês seguinte recebi o extrato com o valor de 50.99€ para pagar de novo. Liguei para a linha e ninguem me soube explicar pelo qual motivo estão a cobrar a mensalidade. Eles disseram que iam passar o caso para equipa suporte de Universo e dentro de 48 a 72 horas eu ia obter a resposta, mas ate hoje não tive nenhuma resposta pela parte da equipa e o valor cobtinua a ser cobrado todos os meses. A partir daqui comecam os problemas. Depois que realizei o pagamento comecaram parecer valores para pagar que Instituição não sabe explicar de onde vêm. O primeiro valor que apareceu foi de 92,76€ liguei para linha apoio e ninguem sou e explicar de onde apareceu esse valor, unica coisa que me foi dita é se não pagar esse valor o caso vai para o Banco Portugal. Disseram se isso for para o banco Portugal quando eu quiser pegar algum credito de habitação ou outro qualquer ja não vou conseguir. Eles todos os meses retiram dinheiro pelo debito direto exato como mandam no extrato . Comecei tambem a receber mensagens de ameaca da instituição. Eu realizei o pagamento desse valor (92,76€) mas sem saber de onde vem esse incumprimento. Na linha de apoio me disseram que esse valor era unico que eu tinha em divida, mas depois de realizar o pagamento apareceu outra divida de 89,05€ e eles não souberam me explicar de onde vinha apenas me ameaçaram com Banco Portugal de novo. Eu não realizei o pagamento desses 89,05€ poruqe ninguem explica de onde vem. Ja mandei email para clientesrecuoerao@universo.pt e não obtive nenhuma resposta ate hoje. Anexo os extratos do mes de maio, junho e julho. Os debitos diretos que forom retirados exatos valores do extrato da instituição todos os meses e anexo o comprovativo do pagamento da maquina e da divida de 92,76€ E tambem a mensagem que foi enviada pela instituição. Obrigada Cumprimentos
Reclamação por incumprimento contratual – Atraso de pagamento a freelancer
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a empresa Triple S, com a qual mantive uma relação de prestação de serviços na qualidade de trabalhador freelancer. Foi acordado verbalmente que o pagamento relativo ao trabalho por mim executado seria efetuado até ao dia 15 de agosto , o que até à data de hoje, [18 de agosto de 2025], ainda não ocorreu. Apesar de diversas tentativas de contacto e cobrança informal, a empresa continua a não regularizar a situação, o que configura uma violação clara do acordo estabelecido e está a causar-me prejuízos financeiros. Informo que possuo provas da prestação do serviço e do acordo verbal, incluindo [mencione: trocas de e-mails, mensagens, faturas enviadas, etc.], que comprovam a relação contratual e o incumprimento por parte da empresa. Desta forma, solicito a intervenção da DECO no sentido de mediar a situação e garantir o cumprimento das obrigações legais por parte da entidade em questão. Agradeço desde já toda a atenção e aguardo um contacto breve com os próximos passos. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança
Exmos.senhores, venho por este meio informar que me foi cobrado um valor de 5,99€ sem eu ter feito qualquer tipo de ativação ou ter carregado em algum link. Peço que esta situação seja resolvida. Sinceramente não sei há quanto tempo esta situação se arrasta. Mas detetei-a neste mês e não quero mais nenhuma cobrança. Grata pela atenção dispensada.
Dívida inexistente registada em meu nome
Verifiquei, através da consulta à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, que existe um registo de dívida em meu nome associada à empresa Hefesto – Sociedade de Titularização de Créditos, SA. No entanto, não reconheço esta dívida, nunca assinei qualquer contrato nem fui contactada por esta entidade. Trata-se, portanto, de um registo incorreto que pode prejudicar a minha situação financeira. Solicito ao Banco de Portugal: 1. A análise e correção desta informação indevida. 2. O esclarecimento sobre a origem deste registo. 3. Garantia de que o meu histórico de crédito não será afetado por uma dívida inexistente.
Debito direto
Exmos senhores Tenho um débito direto mensal de 7,99€, ativo desde 1 JAN 2021 Já cancelei este débito no banco e volta a ficar ativo automaticamente. Já pedi esclarecimentos via mail suporteclientes@domesticandgeneral.com e nõo obtive qualquer resposta. Nunca me foi passada qualquer fatura por este serviço e nem sei do que se trata. Gostaria que: 1- Me enviem comprovativo deste contrato 2- Anulem imediatamente qualquer debito direto para a vossa empresa. Abusivo é dizer pouco, mesmo muito pouco
Cobro duplicado
Bom dia. Ontem liguei ao serviço para comunicar um cobro em duplicado o dia 04/08/2025. Também escrevi ao apoio ao cliente pelo mail de reclamações. Ainda não tive resposta é não devolveram o dinheiro cobrado indevidamente. Peço a devolução dos 16.32 euros. Obrigada
Assunto: Débitos indevidos sem conclusão de compra e ausência de reembolso
Assunto: Débitos indevidos sem conclusão de compra e ausência de reembolso Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da empresa Klarna Bank AB, na sequência de três débitos efetuados no meu cartão bancário, sem que nenhuma compra tenha sido concluída ou validada. No dia 21 de julho de 2025, pelas 19:21, tentei efetuar uma compra no valor de 15,95€ na loja Tradeinn, utilizando a aplicação da Klarna como método de pagamento. No entanto, após a autorização do pagamento, a aplicação apresentou um erro, informando que o valor seria cobrado e que eu poderia voltar à página inicial. A compra não foi finalizada, e não recebi qualquer confirmação ou número de encomenda. Ainda assim, o valor foi debitado da minha conta bancária e, até ao momento, não foi restituído. Situação idêntica ocorreu no dia 23 de julho de 2025, com duas novas tentativas de compra na mesma loja (Tradeinn), no valor de 27,65€ cada, às 14:43 e às 14:56, respetivamente. Ambas resultaram em erro após o débito, sem que tenha sido finalizada qualquer compra, mas os valores foram novamente retirados da minha conta. Contactei o apoio ao cliente da Klarna, que inicialmente me indicou um prazo de 7 dias úteis para devolução dos montantes cobrados. Posteriormente, esse prazo foi alterado para 14 dias corridos. No entanto, mesmo após o decurso desse período, fui informado de que teria de aguardar até ao dia 7 de agosto de 2025, sem qualquer fundamentação ou justificação formal para o novo adiamento. Trata-se de um total de 71,25€ cobrados indevidamente, sem prestação de qualquer serviço ou entrega de produto. Tendo em conta que os montantes foram debitados sem conclusão de compra, e que já se passaram mais de 14 dias, considero esta situação inaceitável e prejudicial enquanto consumidora. Face ao exposto, venho solicitar o apoio do Centro Europeu do Consumidor para: A obtenção do reembolso integral dos valores cobrados; Uma análise à conduta da Klarna neste processo, nomeadamente no que diz respeito ao prolongamento injustificado dos prazos de resolução; A mediação junto da empresa reclamada para que a situação seja resolvida com urgência. Fico ao dispor para fornecer comprovativos bancários, capturas de ecrã da aplicação, bem como o histórico de comunicações com a Klarna. Agradeço, desde já, a vossa atenção e colaboração. Com os melhores cumprimentos, [Seu nome completo] [Email e/ou telefone de contacto]
Reclamação sobre cobrança indevida de comissões "Quasi Cash" – Wizink
Ao analisar o extrato mais recente do meu cartão de crédito Wizink, verifiquei a cobrança de comissões identificadas como "Quasi Cash". De acordo com a última atualização do preçário, compreendo que tais comissões se aplicam a transações em casas de apostas, carregamentos de cartões pré-pagos, ordens de pagamento em plataformas de investimento financeiro ou não financeiro, e compras de moeda ou criptomoeda. No entanto, no meu caso específico, essas comissões foram cobradas em pagamentos comuns via MBWay para compras de bens e serviços que nada têm a ver com as categorias mencionadas no preçário. Exemplos concretos: Bolt: pagamento de serviço de transporte (mobilidade urbana); Klarna: compra parcelada de produto físico através de loja online parceira; Beliane: compra de mobiliário através de uma loja online em Portugal. Em nenhum destes casos houve qualquer transação de natureza especulativa, de transferência financeira ou ligada ao tipo de operação definida como “Quasi Cash” pelo banco. A cobrança dessas comissões, chegando em alguns casos a valores consideráveis, é injustificada e abusiva. Caso eu tivesse utilizado o cartão para os fins explicitamente indicados no preçário, compreenderia a cobrança. Mas cobrar comissões adicionais por compras legítimas de produtos e serviços é inaceitável e injustificável. Assim, exijo a devolução imediata dos valores cobrados indevidamente e a cessação desta prática lesiva aos consumidores.
Cobrança Indevida de Comissão Quasi Cash
Exmos. Senhores, Após análise do meu último extrato do cartão de crédito Wizink, verifiquei a cobrança de uma comissão identificada como “Quasi Cash”. De acordo com o vosso preçário, esta comissão aplica-se a operações de pagamento realizadas em estabelecimentos comerciais de apostas (designadamente, jogos, lotarias, casinos, fichas de jogo), carregamento de cartões pré-pagos, ordens de pagamento e/ou transações para plataformas de investimento financeiro e não financeiro, compra e venda de moeda estrangeira e criptomoeda. Contudo, a operação em questão foi efetuada através da aplicação MB Way, num contexto que não se enquadra nas categorias referidas no preçário. Assim, considero que a aplicação desta comissão foi indevida. Solicito, por este meio, a devolução integral dos valores cobrados, incluindo a comissão Quasi Cash e o respetivo imposto de selo. Mais informo que suspenderei o uso do cartão Wizink para pagamentos via MB Way até que esta situação esteja devidamente esclarecida e retificada. Aguardo uma resposta célere e a regularização da situação. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
Venho por este meio expressar o meu desagrado pelo contacto por parte desta empresa alegando uma dívida para com a Medicare que considero ilegal pois por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação nem tão pouco recebi em casa os cartões da medicare, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Assim exijo que considerem essa divida sem efeito
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