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Bagagem-de-Cabine Despachada para o Porão Momentos Antes Do Embarque
Venho por este meio reportar uma falha grave na prestação de serviço por parte da equipa de assistência em escala e de cabine do voo TP1361, operado no dia 14/05/2026, com partida de Londres (Heathrow) em direção a Lisboa às 16:35 (hora local). A presente reclamação incide sobre a obrigatoriedade imposta pelos agentes da TAP, na zona de embarque, de despachar algumas bagagens de cabine para o porão, sob a pressão de os passageiros não serem autorizados a embarcar caso não acedessem a tal requisito — pedido este realizado apenas na última meia hora antes do embarque. Os critérios de seleção não foram transparentes, o que levanta questões sobre a existência de privilégios injustificados, contrariando o benefício generalizado dos passageiros de classe económica poderem transportar a sua bagagem de mão na cabine. Baseio esta reclamação nos seguintes quatro pontos: 1. Falta de transparência no ato da compra: Deveria ser explícito, no momento da aquisição do bilhete, que o transporte da bagagem de mão na cabine não é garantido para todos os passageiros de classe económica. Se este benefício é exclusivo de outras classes, tal deve ser comunicado de forma inequívoca desde o início. 2. Falta de comunicação atempada: A informação de que as bagagens deverão ser despachadas deveria ser enviada antecipadamente (via SMS ou e-mail). A comunicação tardia gera situações de falta de civismo, em que passageiros, para evitarem a futura espera no carrossel de malas, acabam por remover as etiquetas de despacho ou procurar favores junto de outros passageiros beneficiados por critérios desconhecidos. 3. Ausência de justificação fundamentada: A razão para esta alteração de expectativas deve ser clara. Se a razão é evitar mais atrasos e/ou a perda dos slots aeroportuários, tal deve ser assumido pela equipa com o devido pedido de desculpas. No caso deste voo, após o embarque, verificou-se que a cabine tinha espaço suficiente para acomodar mais bagagens, conforme demonstram as imagens em anexo. 4. Recorrência do incidente: O volume de queixas semelhantes em plataformas públicas (como o Portal da Queixa) demonstra que esta situação não é uma exceção, mas sim uma prática recorrente da companhia para com os seus clientes. Face ao exposto, aguardo um esclarecimento sobre os critérios utilizados e sobre as medidas que a companhia pretende tomar para mitigar estes transtornos no futuro. Atentamente,
Cobrança Indevida sob Coação, Retenção de Documentos e Práticas Abusivas no Embarque – Voo FR 184
Eu, Ana Cristina da Cruz Domingues Constantino, na qualidade de passageira do voo FR 184, com partida do Aeroporto de Agadir (Porta 1) às 20h50 do passado dia 3 de maio, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair, reportando factos graves ocorridos durante o embarque, relativos à reserva PNR S2Q7GW, que me envolveram a mim e à minha filha, Maria José de Aragão eCruz Domingues Constantino. Durante o procedimento de embarque, foi-nos exigido um pagamento adicional de cerca de 150 € (aprox. 75 € por passageira), sob o pretexto de que as nossas malas de cabine excediam as dimensões permitidas. Esta justificação é falsa; dispomos de prova fotográfica e testemunhos presenciais que confirmam que as malas cabiam integralmente no medidor oficial da Ryanair, facto inclusivamente reconhecido por um dos agentes presentes. Inadmissivelmente, os agentes de escala retiveram os nossos cartões de embarque e passaportes, utilizando estes documentos como meio de pressão para nos obrigar ao pagamento. Fomos colocadas perante um constrangimento económico e psicológico ilegítimo, sendo o pagamento realizado sob coação. Mais se informa que foi recusado o pagamento em numerário e, após o pagamento por cartão, as malas foram enviadas para o porão sem que nos fosse permitido salvaguardar bens de valor, documentos e equipamentos. Adicionalmente, ao contestar a cobrança, fui alvo de ameaças de detenção e impedimento de viajar. A postura dos agentes foi agressiva e humilhante, culminando numa ingerência abusiva na minha vida privada ao exigirem a inspeção de conteúdos no meu telemóvel. Estes factos configuram uma violação grave do contrato de transporte, práticas comerciais abusivas e ofensas aos direitos de personalidade e integridade moral, violando, entre outros: - O dever de boa-fé e o regime de responsabilidade contratual (Art. 762.º, 798.º e segs. do Código Civil); - O direito à restituição por enriquecimento sem causa (Art. 473.º do Código Civil); - A Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96); - A jurisprudência do TJUE relativa à bagagem de mão como elemento necessário do transporte. Face ao exposto, já solicitei à Ryanair e às autoridades policiais locais: 1. O reembolso integral e imediato dos valores cobrados indevidamente; 2. O pagamento de indemnização por danos não patrimoniais (ansiedade, humilhação pública e perturbação emocional); 3. A identificação da empresa de handling e dos agentes envolvidos ; 4. A preservação imediata de todos os elementos de prova (CCTV, registos de embarque, etc.); 5. A confirmação da abertura de uma investigação para apuramento dos factos aqui denunciados. Até ao momento não obtive quaisquer respostas, pelo que, considerando as vossas atribuições, apresento para os devidos e legais efeitos a presente reclamação.
Extravio de bagagem
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar o vosso apoio relativamente a um caso de extravio de bagagem ocorrido num serviço prestado pela empresa Rede Expressos. No dia 02/04/2026, realizei uma viagem entre Sete Rios e Portalegre, durante a qual transportava uma mala no porão do autocarro, conforme procedimento habitual imposto pela transportadora. À chegada ao destino, a referida bagagem não foi entregue, tendo sido indevidamente retirada por terceiros, situação que demonstra uma clara falha nos mecanismos de controlo e segurança da empresa. Importa salientar que: A empresa não assegura qualquer sistema eficaz de verificação ou controlo na entrega das bagagens; A recolha das malas é feita livremente, sem confirmação da titularidade; Os passageiros não têm alternativa viável para transportar consigo todos os seus bens pessoais. Apesar destes factos, a Rede Expressos recusou qualquer responsabilidade, alegando a ausência de identificação da bagagem. No entanto, tal argumento não afasta o dever de vigilância e guarda que recai sobre a transportadora, nem elimina a sua responsabilidade por falhas no serviço prestado. Considero, assim, que houve incumprimento das obrigações contratuais e violação dos direitos do consumidor, resultando em prejuízos materiais que estimo em aproximadamente 300€. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de: Avaliar a responsabilidade da transportadora à luz da legislação aplicável; Apoiar na obtenção da devida indemnização pelos danos sofridos; Indicar os meios legais ao meu dispor para defesa dos meus direitos. Anexo cópia dos documentos relevantes, incluindo bilhete de viagem, comunicações com a empresa e lista dos bens perdidos. Comunicações com a empresa: https://portaldaqueixa.com/brands/rne-rede-nacional-de-expressos-lda/complaints/rede-expressos-bagagem-perdida-durante-a-viagem-153093426 Lista de bens perdidos: Mala de viagem (60€); Roupa de marca, que inclui calças, camisas e um colete (120€); Ténis desportivos (20€); Roupa interior, várias peças (20€); Toalhas de banho (10€); Lancheira e tupperwares (30€). Sem outro assunto de momento, aguardo o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Afonso Silva 935078096 afonso.miranda.santos.silva@gmail.com
Bagagem não permitida baseado no humor do motorista
No dia 28 de abril às 15 e 50, autocarro que segue para o Porto com a minha entrada na Guarda, tento embarcar com o meu saco que alberga um instrumento musical, com o qual viajo à 20 anos com a Rede de expressos e o motorista dizme que não posso levar comigo, junto anexo fotos de mochilas cujo conteúdo desconheço mas pode pesar 20kg ao contrário do meu saco (1.7kg) e que alegremente o condutor permitiu. O meu instrumento é crucial para mim e custa 3.000e, difícil de adquirir outro se algo se danifica. Levo 20 anos a viajar com esta companhia e é a primeira vez que tal sucede. É triste e além de retirar confiança na empresa e nos seus profissionais, aquire uma noção arbitrária dos valores desta empresa. Saliento que o motorista em questão não é o que fez o trajecto Guarda - Porto - Guimarães mas o que anteriormente fez o percurso que acabou o turno na estação da Guarda. Como podem ver nas fotos, os critérios são arbitrários....
Bagagem perdida
Ex. Mos Senhores, Em primeiro lugar, informar de que o número que diz ser da fatura, é na verdade o número da minha reserva de autocarro, que efetuei com a Empresa "Flixbus". Efetuei uma viagem de autocarro com a Flixbus entre Paris e Bordéus, para depois, em Bordéus, apanhar outro para Lisboa, e o autocarro que fazia a ligação entre a cidade de Paris e a cidade de Bordéus, fez uma paragem numa estação de serviço, em plena autoestrada A10 em Potiers, e o motorista, disse para os passageiros, que tinham 30m para comer algo ou ir ao wc. Como o autocarro ficou fechado e sem ninguém no interior, deixei a minha mochila no meu assento de passageiro (3A), mesmo nas costas do motorista, assim como, um sobretudo e uma almofada de pescoço, dado que, a minha mala de 23kg, seguia no porão do autocarro e eu não tinha acesso à mesma. Saí do autocarro, e a primeira coisa que fui fazer, foi comprar uma sandes embalada e um ice tea, do qual tenho recibo. Nem sequer fui ao wc, fui só comprar uma garrafa de água, e quando saio para o exterior, em direção ao autocarro, o mesmo já havia partido, antes dos 30m concedidos, e com toda a minha bagagem no seu interior. Só fiquei com a roupa do corpo, a carteira e o telemóvel, nada mais. Fui pedir ajuda aos funcionários da estação de serviço, que só falavam francês, e eu inglês, dizendo-lhes que o meu autocarro havia partido sem mim. Ficaram extremamente chocados e admirados e não sabiam o que fazer, nem eu, que estava sozinho em França, não falava francês, e só pensava na minha bagagem e no outro autocarro que eu tinha marcado e pago para fazer o trajeto de Bordéus para Lisboa e que iria partir às 18:10h. Foi então que me sugeriram que fosse para a estação de comboios de Potiers e dali apanhasse um comboio para Bordéus. Chamaram um táxi, que me cobrou cerca de 67€, cheguei à estação de Potiers, e o TGV para Bordéus só tinha 1 lugar em 1ª classe, e paguei cerca de 80€ pelo bilhete, sendo que, a hora prevista de chegada do comboio a Bordéus seria às 17:45h, ou seja, 25m antes da partida do autocarro para Lisboa. Quando cheguei à estação de comboios de Bordéus, tive de apanhar outro táxi e pagar mais 15€ até à estação onde o autocarro para Lisboa se encontrava. Cheguei a essa estação (Saint Jean Paludate), e vi logo o autocarro que ia para Lisboa, mas não tive tempo, para ir procurar o outro autocarro que me havia abandonado na estação de serviço com a minha bagagem no interior, porque corria o risco de perder o último autocarro de regresso a Portugal. Ainda antes de chegar a Portugal, fiz logo uma participação no site da Flixbus, na área da bagagem e expliquei o que aconteceu. Quando cheguei a Lisboa na manhã do dia seguinte, fui ao balcão da Flixbus no Oriente, que apenas servem para vender bilhetes, e a funcionária, aconselhou-me a apresentar uma reclamação no Livro de Reclamações online, o que foi feito, depois de chegar a casa. Como resido em Vila Franca de Xira, tive ainda que apanhar um Uber para a minha casa, não tinha as chaves de casa para entrar, tive que saltar pela minha janela da cozinha, partindo o vidro da janela, e no interior da habitação, eu tinha outra cópia da chave. Desde a 2f dia 13/04, que supostamente ia trabalhar, que não fui, como é óbvio, tive de colocar um dia de férias, e desde então, tenho feito reclamações, atrás de reclamações, em todos os locais, e não tive ainda nenhuma resposta às minhas reclamações, nem um contacto da Flixbus, para dar uma explicação ou pedir desculpa pela atitude do motorista, e continuo sem saber onde está a minha bagagem e se a vou ter de volta, já que, tudo o que era mais importante e valioso, estava na mala e na mochila, que ficou num autocarro da Flixbus, que agora não pode dizer que não tem culpa ou responsabilidade pelo que aconteceu. Se dúvidas existirem, basta verem a hora de chegada do autocarro à estação de serviço de Potiers e a hora da partida, através das câmaras de vigilância e com os funcionários da estação. Não sei mais a quem recorrer, ainda mandei um email para o Consulado Português em Bordéus, que me aconselhou a fazer a reclamação no site da Flixbus (o que já estava feito à muito tempo) e que contactasse a polícia francesa. Eu contactei a polícia francesa, mas eles disseram que não podiam fazer nada, porque não tinha sido um roubo! Então alguém que foge com a nossa bagagem e nos deixa em terra é o quê? A minha mala de porão tem uma etiqueta com uma referência, e essa referência tem os meus dados (nome, morada, contato telefónico, email, etc.), bastava me contactar. O motorista quando chegou a Bordéus, não viu que a mochila atrás de si, se encontrava sozinha? Não viu que a mala de porão, estava sozinha, sem ser reclamada? Ou alguém se aproveitou desse facto, e ficou com a mochila e a minha mala?
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida de bagagem efetuada no Aeroporto de Dublin, no voo FR652 da Ryanair, referência/boarding pass I36V9Q. No portão de embarque, fui instruído a medir a minha bagagem de cabine. Tratava-se exatamente da mesma mala de desporto que utilizei no voo de ida (Lisboa–Dublin), sem qualquer problema. A mala não estava cheia e poderia facilmente ser comprimida para cumprir as dimensões permitidas. No entanto, não me foi permitido ajustá-la nem colocá-la no medidor para comprovar a conformidade, tendo-me sido apenas indicado que era “oversized”. Quando questionei a situação e solicitei verificar corretamente o tamanho ou retirar itens se necessário, foi-me dito: “Sir, if you don’t pay now, you’re going to lose your flight”, num tom claramente coercivo. Como me encontrava entre os últimos passageiros a embarcar e me senti pressionado, acabei por ceder. Nesse momento, um funcionário retirou-me o cartão de crédito da mão e procedeu à cobrança de 60€ sem a minha aprovação ou confirmação explícita. Verifiquei ainda que outros passageiros com bagagens visivelmente maiores estavam a embarcar sem qualquer problema, o que levanta sérias dúvidas quanto à consistência e equidade na aplicação das regras. Após a cobrança, solicitei um recibo, o qual me foi recusado. Fui novamente abordado de forma intimidatória: “Sir, do you want to stay in Dublin?” Face ao exposto: Foi-me negada a possibilidade de comprovar o cumprimento das regras de bagagem; Fui sujeito a pressão/coerção sob ameaça de perder o voo; Foi-me cobrado o valor de 60€ sem autorização adequada; Foi-me recusado um comprovativo/recibo da transação; Solicito, assim, o reembolso integral do valor de 60€, bem como um esclarecimento formal sobre os procedimentos adotados no controlo de bagagem no portão de embarque. Caso a situação não seja resolvida com a devida brevidade, reservarei o direito de escalar a reclamação para as entidades competentes de defesa do consumidor e aviação. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Carona eduardo.carona@gmail.com
TAXA EXTRA DE BAGAGEM
No dia 03-12-2025, ao embarcar no voo FR689, da Companhia Rayanair, com origem em Viena-Austria e destino Madrid-Espanha, na companhia da minha esposa, ela foi surpreendida pela funcionária da porta de embarque, que a mandou esperar, enquanto eu transpunha a porta de embarque ficando logo ali á sua espera, a minha esposa levava uma mochila e um pequeno saco da seaside, com umas sapatilhas no seu interior. A funcionária disse-lhe que apenas podia levar a mochila e que pelo pequeno saco teria que pagar uma taxa. Tentei entregar á minha esposa a minha mochila para poder la colocar o pequeno saco, pois cabia lá perfeitamente, a funcionária de forma arrogante e arbitrária disse que não podia colocar o saco na mochila pois eu já tinha passado a porta de embarque, dizendo-lhe que tinha de pagar 60,00 € para levar o saco. Não me permitiu dar-lhe a mochila mas como a minha esposa não tinha meios de pagamento e que era eu que tinha o cartão bancário, já permitiu que lho desse, e o facto de ter passado a porta de embarque já não importava. sinto-me lesado e exijo a devolução do dinheiro que paguei pelo pequeno saco que cabia perfeitamente no interior da mochila. Efectuei logo que cheguei a Portugal a reclamação á companhia, mas até agora não obtive resposta.
Encomenda não recebida - perdida? Sem soluções
Bom dia, Infelizmente vejo-me obrigado a comunicar a minha profunda insatisfação com o vosso serviço sob prejuízo pessoal. Efetuei o envio de 3 caixas dos Países Baixos no dia 30 do passado mês de Março do presente ano. Dois desses envios foram já entregues. O último alegadamente ocorreu uma tentativa de entrega na qual a qualidade do vosso serviço deixou a desejar por melhor. Estou a referir-me à encomenda com a guia de transporte: 05222069843193B Fui notificado, por email, às 17:55 do dia 7 de Março, que a encomenda seria entregue no mesmo dia entre as 15:30 e as 16:30 como podem ver na imagem abaixo: image.png Por coincidência, e não pela qualidade dos vossos serviços, eu encontrava-me em casa no hora da entrega anunciada. Da parte do vosso distribuidor não houve uma buzinadela, um toque à campainha ou um "nock-nock" no portão de casa... Eu não adivinho quando o vosso distribuidor chega. Procedimentos questionáveis. No entretanto efetuei já 5 (cinco!) chamadas para o vosso serviço de apoio e não obtive qualquer solução. Na última chamada, realizada hoje, foi-me solicitada um descrição do conteúdo da caixa?! Reparem, não do exterior da caixa, de alguma característica externa, mas do conteúdo?! Isto leva-me a concluir que: 1. Faz parte da vossa política abrir as encomendas e "bisbilhotar" o seu conteúdo. 2. A encomenda está perdida, extraviada, ou ainda pior, o espólio foi já dividido entre os vossos funcionários. Claro que nas chamadas telefónicas sou sempre informado que "a informação já foi passada ao armazém". Eu continuo com duplo prejuizo: - Paguei por um serviço que não se realizou. - Perdi um conjunto de objetos pessoais de valor não só financeiro, mas sobretudo de valor sentimental que não poderá ser ressarcido. Estou certo de que existem respostas procedimentais para estas situações. Tenho pena, enquanto cliente, que não existam soluções. Venho por último solicitar uma resposta a este e-mail que procure reparar a total perda de confiança da minha parte sobre vosso trabalho. Lamentavelmente, Rafael Monteiro.
Recusa no reembolso de bilhete
Exmos Senhores da empresa Flexibus. Acabei de ter uma situação completamente desnecessária. Estive uma hora a espera do autocarro,paguei a taxa de bagagem fora das dimensoes e no momento do embarque foi me recusado o mesmo o que fez com que ficasse preso em Lisboa (por ser do Algarve). Estao me a negar o reembolso do valor do bilhete. Gostaria de resolver esta situacao
Mala roubada
No dia 20/03 meus pais chegaram do Brasil e vieram para minha casa, juntamente com minha filha, no trajeto Lisboa - Evora - Beja. Colocaram as bagagens de mão (10kg) no porta bagagens e seguiram viagem. Minha filha disse que em Evora desceram a maioria dos passageiros. Quando chegam a beja as 13 hrs a mala de 10kg da minha mãe havia sido roubada e o motorista simplesmente disse que isso está acontecendo frequentemente e o mesmo disse também que ele abre o porta bagagens e vira-se de costas pois não tem como controlar e saber de quem é a bagagem. No Brasil o motorista da um ticket pro passageiro, fica com um e cola outro na mala, o passageiro só retira a bagagem se apresentar o ticket correspondente ao motorista. O motorista sem demonstrar qualquer tipo de reação, para ele era uma coisa normal o que estava acontecendo disse que eu não tinha o que fazer, pois quem pegou não iria devolver, pois não foi por engano, se fosse engano no destino final iria sobrar uma bagagem. Eu fui com meus pais a PSP, onde também não tem muito o que ser feito, registei a queixa, preenchi formulario no site da flixbus, publiquei no facebook, preenchi formulário no site do oriente em Lisboa e simplesmente ate hoje nenhuma resposta. Na mala havia todas as roupas da minha mãe, novas e usadas, prenda para meu filho que irá completar 1 aninho, prenda para minha filha e o principal, nossas certidões de nascimento apostilada que minha mãe pois na mala para não amassar, além do alto custo dos documentos, agora é mais tempo perdido para fazer outro e enviar para Portugal. Quero uma posição por parte da Flixbus pois não irei ficar neste prejuizo!
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