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Atraso na renovação 2026 e falta de decisão na revisão 2025 – Apoio Extraordinário à Renda
Exmos. Senhores, O meu processo referente ao Apoio Extraordinário à Renda para 2026 encontra-se no Portal Consulta Cidadão como “Validado” e “Elegível”, com início previsto em janeiro de 2026, permanecendo contudo “Em Processamento” sem qualquer pagamento até à presente data. Paralelamente, o processo de reclamação relativo a 2025 (REC611668218) encontra-se “Em Revisão” desde agosto de 2025, sem decisão e sem regularização dos retroativos devidos. Esta situação constitui atraso administrativo prolongado num apoio social essencial, afetando diretamente o meu direito à habitação. Recordo que já se encontra instaurada ação administrativa contra o IHRU e o ISS no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto. Requeiro: Decisão formal imediata sobre a revisão 2025; Regularização dos retroativos em dívida; Informação concreta sobre a data de pagamento do apoio 2026. Solicito resposta escrita nos termos legais.
sinistro automóvel
Boa tarde! No passado dia 12 de fevereiro , pelas 23- 23h30 min circulava na VCI, Porto, quando ouvi um barulho no carro e o painel do carro deu sinal . Parei e vi que tinha tido um furo . O meu filho ligou para a assistencia em viagem , que informou o tempo de espera seria para cima de uma hora . Decidimos mudar o pneu no local . Adicionei o seguro contra todos os riscos , que inclui pneus e levei o carro à oficina . O pneu, em causa, tinha 2 cortes. Depois do envio das fotos solicitadas , e após uma semana a trocar mails ,e mais fotos , recebi que após reanalisado o pedido continuaram com a justificação que nao havia "foto onde se verifique o pneu vazio ou onde se consiga confirmar a existencia de furo ou rebentamento". De acordo com o artigo 1 -Definições, da cobertura facultativa de pneu entende-se por sinistro:furo ou rebentamento do pneu ocorrido de forma totalmente imprevisível e acidental.» Tenho mais fotos.Houve recusa do pagamento.Grata pela v/disponibilidade . Cumprimentos Ana maria Duarte Alves
WISE encerra a minha conta e retem fundos e extratos
Para : Wise Europe SA Rue du Trône 100, 3rd floor Brussels 1050 Belgium Exmos. Senhores, Decidiram encerrar a minha conta multi-moedas por motivos que não revelam, mas desde 04/02/2026 que demoram a devolver a totalidade dos valores que me pertencem e estão retidos. Justificam o atraso no reembolso, primeiro porque não trabalham com o Banco Revolut, depois porque houve problemas com a transferência para a conta Bankinter que também vos forneci. Solicitaram nova conta e foi-vos facultada uma terceira conta bancária minha no banco BEST. Assim foi com surpresa, que verifico que no dia 17/02/2026, a minha conta no Bankinter foi creditada no valor de EUR 1790,73, sem qualquer aviso de transferência ou detalhe da V/ parte. Agradeço o valor enviado, mas ainda há valores para regularizar. Agradeço que o contra valor em Euros dos USD 672,32 ainda em V/ poder, me sejam devolvidos com a maior brevidade, assim como os extratos finais das minhas contas nos V/ registos com os valores de encerramento. De V/ Exas. Atentamente, J R
Telemóvel Substituição
Exmos. Senhores, Tenho um seguro, que o iniciei na WORTEN, por uma compra que fiz lá de um Iphone 17 pro. Entretanto, o meu Iphone estragou e na Worten não me deram um telefone de substituição. Liguei ao seguro (que pago mensalmente) para pedir um e disseram que não tenho direito. Como faço, não tendo um telefone extra para me comunicar durante o tempo que não o terei? Trabalho com necessidade de estar contactável e não faz sentido nenhum contratanto um seguro, que não é barato não ter direito a isto. Fico sem palavras realmente, e sem saber o que fazer. Para além de que tenho os meus cartões virtuias sem os poder usar. Agradeço a resposta, Uxue
Recusa de indemnização adequada por cadeira auto de bebé após acidente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente à atuação da seguradora Tranquilidade – Companhia de Seguros, S.A., no âmbito da regularização de um sinistro automóvel do qual o seu segurado foi responsável. Na sequência do acidente, ficou comprometida uma cadeira auto de bebé (Sistema de Retenção Infantil) que se encontrava instalada no meu veículo. De acordo com as orientações técnicas do fabricante e do representante autorizado da marca em Portugal, qualquer cadeira auto envolvida num acidente rodoviário deve ser obrigatoriamente substituída, independentemente da gravidade do embate ou da existência de danos visíveis, por inexistir método fiável que permita garantir a integridade estrutural interna após impacto. Essa orientação foi formalmente comunicada à seguradora através de declaração técnica emitida pelo representante da marca, bem como mediante apresentação da fatura de aquisição da cadeira. Apesar disso, a Tranquilidade: • recusou a reposição integral do dano; • exigiu de forma reiterada uma avaliação técnica individual da cadeira, documento que não é tecnicamente possível nem emitido para este tipo de equipamento, precisamente por razões de segurança; • apresentou sucessivas propostas parciais (200 €, 300 € e, por fim, 450 €), todas insuficientes para permitir a aquisição de uma cadeira nova equivalente. A seguradora mantém a sua posição, afirmando que não pagará valor superior a 450 €, aplicando critérios de desvalorização comercial a um equipamento que não pode ser equiparado a um bem comum, por se tratar de um dispositivo de segurança infantil. Esta atuação contraria o princípio da reconstituição natural do dano, previsto no artigo 562.º do Código Civil, uma vez que, se o acidente não tivesse ocorrido, a cadeira continuaria a ser utilizada. A necessidade de substituição resulta exclusivamente do sinistro, não existindo qualquer enriquecimento da minha parte. Entendo que a posição da seguradora: • é tecnicamente infundada; • é juridicamente incorreta; • e coloca em causa a segurança de uma criança, ao tratar um Sistema de Retenção Infantil como um bem sujeito a simples depreciação económica. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste para: • analisar a legalidade da atuação da seguradora; • intervir junto da entidade reclamada; • e promover a correta regularização do sinistro, assegurando uma indemnização compatível com a natureza do bem danificado e com a legislação aplicável. Cumprimentos.
Dívida
Exmos Senhores venho por este meio fazer a minha reclamação sobre os valores que me pedem. Portanto no ano passado falei com o meu gestor do banco para fazerem um acordo comigo para eu ir pagando mensalmente um valor ao qual foi negado pelo banco. Hoje liguei novamente para tentar fazer um novo acordo para poder pagar mensalmente ao qual o funcionário me disse que eu teria que pagar de entrada quase 2.000€ e depois ir pagando mensalmente mais de duzentos euros durante 10 anos. Isto é impossível porque vivo sozinho e não tenho os 2000€ para dar de entrada nem irei conseguir pagar duzentos e tais por mês porque depois não tenho para comer. Sempre tentei fazer acordo para poder pagar a dívida ao qual já foi recusado e agora pedem valores altíssimos. Quero regularizar a minha divida e fazer um acordo mas dentro das minhas possibilidades. Obrigado
Pedido de Reembolso por Danos Sucessivos e Falha Grave na Prestação de Serviço
Exmos. Senhores, Como titular da apólice nº AC4 0101282, utilizo esta plataforma para expor uma reclamação formal relativa ao processo de reparação do meu equipamento iPhone 13 (número de série: [350408424751015]), ao abrigo do seguro contratado com a empresa Domestic & General. Resumo dos Factos: Primeira Intervenção (04/11 a 19/11/2025): O equipamento foi entregue para reparação exclusiva da tampa traseira. Após a entrega, detetei imediatamente que o telemóvel apresentava um ruído interno (peça solta) e anomalias graves na vibração/Taptic Engine, defeitos que não existiam previamente. Segunda Intervenção (20/11 a 05/12/2025): O aparelho foi recolhido para correção dos danos causados pela própria seguradora. Após 15 dias de espera e falta de transparência na comunicação, o equipamento foi devolvido. Estado Atual: Embora a vibração tenha sido corrigida, o ecrã apresenta agora falhas graves de hardware (pixéis coloridos, faixas coloridas nas notificações e bloqueios de imagem), tornando o uso do equipamento inviável e instável. Após apresentar o pedido de reembolso à seguradora, a mesma pede que entregue o telemóvel para uma terceira intervenção. No entanto, entendo que o prestador de serviços tem o dever de entregar o bem nas condições de conformidade contratadas. A sucessão de erros técnicos (primeiro a vibração, agora o ecrã) demonstra uma manifesta incapacidade técnica do centro de reparação e uma quebra de confiança irreparável. A insistência da seguradora numa terceira tentativa de reparação é, neste contexto, abusiva. Não sou obrigada a sujeitar-me a um ciclo infinito de reparações deficientes que depreciam o valor do bem e causam transtorno pessoal e profissional. Pedido: Face ao exposto, e visto que o serviço de reparação danificou componentes estruturais do meu iPhone 13 (ecrã e sistema elétrico), rejeito uma nova tentativa de reparação. Solicito o reembolso do valor do equipamento (429,00 €) ou a substituição por um equipamento novo de características iguais ou superiores, conforme os meus direitos de proteção ao consumidor. Cumprimentos.
Conta fechada e montante retido
minha conta de utilizador “MartinhaGarcia” e impediu o levantamento do montante disponível, no valor aproximado de €2.128,30, alegando a existência de “contas duplicadas”. Contudo, nego tal situação, uma vez que sempre utilizei apenas uma conta e um único dispositivo pessoal (telemóvel). Importa referir que já realizei anteriormente vários depósitos e levantamentos com sucesso na plataforma, inclusive através de MB Way, sem nunca ter sido levantada qualquer suspeita ou irregularidade. Desde o bloqueio, tenho solicitado por diversas vezes que me sejam apresentadas provas técnicas concretas que fundamentem a alegação (endereços IP, dispositivos, datas e horas de acesso), mas a empresa limita-se a enviar respostas genéricas, sem qualquer fundamentação objetiva. Considero, assim, que a retenção do montante e o bloqueio da conta são indevidos e carecem de base factual e legal, pelo que solicito a intervenção da entidade competente para obtenção de esclarecimento formal e regularização da situação, com desbloqueio da conta e pagamento do valor devido.
Juros Devidos não pagos
Exmos Senhores Doutores, venho encaminhar, email infra, comprovativo da queixa que fiz no banco CTT. A situação refere-se à abertura uma conta de certificados de aforro, nos CTT de Vila Real de Santo António. Fiz um reforço de X€ no dia 22 /12/2025, por transferência bancária, para o IBAN dos CTT (ver anexo enviado para vossa excelências por email). Como nunca recebi um extrato, hoje dia 13/02/2026, dirigi-me ao CTT de Vila Real de Santo António, pedi extrato, mas o reforço do dia 22/12/2025 não vinha no extrato. Questionei sobre a omissão do movimento, foi-me dito que eu não tinha ido fazer a subscrição do depósito. Nunca fui informado que tinha que ir aos CTT subscrever. Venho reclamar porque me disseram que o depósito só conta a partir de hoje, dia 13 de fevereiro de 2026, ou seja, perdi os juros desde o dia 22 de dezembro de 2025. Penso que não faz sentido nenhum, porque o dinheiro entrou na conta dos CTT em dezembro, e tem estado a render na conta deles desde essa data. A funcionária disse-me, mas não se preocupe, você não é o único. Pois claro que não, é um modus operandi dos CTT, não informam os clientes, e ainda lhes atribuem a culpa. Não informam, que devem fazer a subscrição e deixam de pagar juros devidos, à data da transferência. Estou a reclamar, porque, quero receber os juros devidos, desde 22 de dezembro de 2025. Com os melhores cumprimentos. - Forwarded message --------- De: SITE_CTT NO REPLY [noreply.ctt@ctt.pt] Date: sexta, 13/02/2026 à(s) 11:59 Subject: Banco CTT : Formulário de Contacto To: O seu formulário de contacto foi enviado com sucesso. Iremos analisar a sua mensagem e em breve entraremos em contacto consigo. Obrigado. Copia do mail enviado: Data de Registo: 2026-02-13 11:59:32 Cliente: Sim Número de conta: Loja CTT: Não Aplicável Assunto: Reclamações Informação adicional: Abri uma conta de certif de aforro, nos CTT de Vila Real de Santo António,.Fiz reforço no dia 22 /12/25 X€ por transf bancária. Como não recebi extracto, hoje dia 13/02/26, dirigi-me ao CTT de VRSA, pedi extracto, mas o reforço do dia 22/12 não vinha no extracto. Nunca fui informado que tinha que vir subscrever. Venho reclamar pq disseram que o depósito so conta a partir de hoje.
Processo de Sinistro
Exmos. Senhores, Sinistro casa relativo a Fuga/Infiltração de Água, apólice MR50063357, com o número de Processo 26MR001518. Cujo gestor é Mariana Cândido. A 11 de janeiro de 2026 contatei a Fidelidade para comunicar a ocorrência de uma rotura na tubagem de abastecimento de água da minha habitação, localizada no quintal/patamar, imediatamente após o contador e a aproximadamente 1 metro de profundidade. A fuga não é visível à superfície devido ao pavimento em pedra, mas foi identificada pelo facto de o contador continuar a registar consumo mesmo com todas as torneiras e equipamentos fechados, e escutando ouve-se a água a sair pela rotura, o que confirma a existência de uma perda contínua de água no subsolo, tendo também aumentado muito a fatura de água. Alertei ainda para o facto de uma rotura subterrânea na canalização a vazar durante muito tempo poder fazer estragos na estrutura da casa. A gestora do processo nunca enviou perito e solicitou-me um parecer técnico para a origem da rotura, eu respondi que não tinha e nem a quem o solicitar, nem iria pagar um parecer técnico para uma reparação de 600€. Liguei para a linha de apoio ao cliente, que depois de explicar a situação e muita insistência disse que iria solicitar a peritagem. O seguro é o obrigatório do Crédito à habitação e este tipo de sinistros tem cobertura, e em 5 minutos qualquer perito constataria a verdade dos factos. Não voltei a ser contatado pela Gestora Mariana Cândido, o perito nunca apareceu e ontem recebi um SMS a informar que o processo tinha sido encerrado. Peço seriedade/idoneidade por parte da companhia de Seguros Fidelidade, pois não está a ser honesta. Atenciosamente, Edgar Faustino.
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