Reclamações públicas

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E. C.
05/10/2026

Cancelamento de Conta com SMS Não Identificada pelo Banco

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente ao bloqueio/cancelamento do meu cartão bancário associado à minha conta no Banco CTT, bem como solicitar a análise dos prejuízos sofridos em consequência dessa situação. Em data anterior ao bloqueio (15 de Maio de 2026), recebi mensagens SMS alegadamente relacionadas com uma possível transferência suspeita e com a necessidade de resposta por parte do cliente se Era ou Não Minha Transferência, para evitar o bloqueio ou cancelamento do cartão. Mensagem Enviada: "Banco CTT, o cartao terminado em 0345 foi bloqueado por suspeita de fraude. Confirme a Compra: a 2026-05-15 21:16:18 em ....... .com, 90.99. Responda SIM, se efetuou a compra. Responda NAO, se nao efetuou esta compra." Contudo, essas mensagens não eram apresentadas através de um remetente claramente identificado como Banco CTT, surgindo apenas associadas a um número de telemóvel comum, sem elementos que permitissem confirmar, de forma imediata e inequívoca, a sua autenticidade. Atendendo ao crescente número de tentativas de fraude bancária através de SMS ("smishing"), amplamente divulgadas pelas instituições financeiras e pelas entidades reguladoras, considerei prudentemente que tais mensagens poderiam constituir uma tentativa de burla, motivo pelo qual não lhes atribuí credibilidade nem procedi a qualquer resposta. Posteriormente, fui confrontado com o efetivo bloqueio/cancelamento do meu cartão bancário no multibanco, situação que apenas viria a ser confirmada presencialmente junto do balcão do Banco CTT de Santa Maria da Feira, onde me foi igualmente confirmado que as referidas mensagens estavam relacionadas com procedimentos internos do banco. Entendo que uma comunicação susceptível de originar uma medida tão gravosa para o cliente deveria ter sido efectuada através de canais de comunicação claramente identificáveis, seguros e inequívocos, por forma a evitar que mensagens legítimas sejam confundidas com tentativas de fraude. Em consequência directa desta situação, sofri diversos prejuízos e constrangimentos, designadamente: - Impossibilidade de utilização normal do cartão bancário, durante bastante tempo; - Falha de pagamentos automáticos previamente programados; - Necessidade de recorrer a meios alternativos de pagamento e/ou em datas posteriores com custos acrescidos; - Perca de possibilidade de comprar de diverso material que precisava que encontrei em promoção; - Perda de tempo e deslocação presencial ao balcão para resolução do problema (Sou da Figueira da Foz mas criei conta no Banco CTT em Santa Maria da Feira quando lá estive a trabalhar); - Perturbação da gestão corrente das minhas obrigações financeiras; - Perca de Confiança de entidades e pessoas que durante esse problema não receberam os pagamentos nas datas acordadas comigo; - Descredibilidade no meu local de trabalho, porque quem acredita que um banco envia uma sms de telemóvel de número normal e sem estar identificado a informar que me vão cancelar o cartão caso não responda à mensagem e depois não me dariam nem enviariam o meu PIN do cartão novo e que por isso teria de sair a meio do trabalho para resolver a situação; - Tendo um dos números de telemóvel ficado desligado e quase cancelado por falta de pagamento, devido ao problema sucedido. Tendo de pagar mais pela mensalidade para o voltar a utilizar. Acresce que, apesar de já ter sido solicitado um novo cartão e novo código PIN, recebi o cartão mas com a indicação de utilização do código PIN recebido presencialmente no Banco CTT de Santa Maria da Feira, algo que não aconteceu quando pedi o novo Cartão, mantendo-se os inconvenientes decorrentes desta situação. Tive de uma vez mais me deslocar com urgência ao Banco CTT, neste caso da Figueira da Foz para me darem o PIN, que já mo deviam ter dado, tendo de sair a meio do trabalho para o fazer. Face ao exposto, solicito: - A abertura de processo interno de análise da ocorrência; - O esclarecimento formal dos procedimentos adotados pelo Banco CTT neste caso concreto; - A avaliação da adequação dos meios de comunicação utilizados; - O ressarcimento dos prejuízos comprovadamente sofridos em consequência desta situação; - Comprovativo do acontecido para eu enviar às entidades que fiquei em falta e/ou atraso de pagamento. Devido à perca de minha credibilidade; - Resposta escrita à presente reclamação e de todo o processo realizado desta situação, o mais breve possível, se possível por email e por carta. Reservo-me ainda o direito de apresentar a situação no livro de reclamações físico e virtual e às entidades competentes, incluindo o Banco de Portugal e demais mecanismos de resolução de litígios aplicáveis, porque o Banco CTT não chegou a responder à minha queixa que realizei por email. Envio em Anexo os PrintScreans das Mensagens recebidas por mim. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
A. P.
03/10/2026

Assunto: Incumprimento de Campanha, Falha de Serviço e Cobranças Indevidas

Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra o Millennium BCP relativa à campanha de domiciliação de ordenado/oferta de equipamento, iniciada a 09/09/2026. Abri conta unicamente por esta campanha e cumpri todos os requisitos em 30 dias: Abertura de conta concluída após validações digitais, com indicação expressa da campanha; Cartão de crédito aprovado após reiteradas falhas digitais e falta de apoio do suporte telefónico; Domiciliação de vencimento superior a 1.200,00 €, devidamente creditado e validado. No passo final (escolha do iPhone e plano de pagamento), após aceitação de contratos, o sistema bloqueou na autenticação por SMS com erro da plataforma ("não podemos seguir com o pedido, tente mais tarde"). De seguida, o pedido foi dado como recusado sem qualquer fundamentação, apesar do cumprimento escrupuloso de todas as condições. Esta conduta viola a boa-fé negocial e o dever de transparência (DL n.º 133/2009). Durante o processo, foram ainda debitadas comissões de manutenção, encargos de cartão e Imposto do Selo. Face ao exposto, solicito: O cumprimento das condições anunciadas, com a conclusão do pedido do equipamento; OU, em alternativa: O encerramento imediato da conta e do cartão de crédito sem custos nem penalizações; O reembolso integral de todas as comissões, encargos de cartão e Imposto do Selo cobrados. Com os melhores cumprimentos, Anderson Bueno NIF: 311562876 IBAN: PT50 0033 0000 45854862672 05 N.º de Conta: 45854862672

Em curso
A. P.
03/10/2026

Fake campanha iphone

Exmos. Senhores, Relatando que Todo processo durou cerca de 30 dias, para simplismente após todos requisitos cumpridos, ser negado o Perdido. Ja começou com a dificuldade de abrir a conta, aceitam um doc nao aveita outro, ok, agendado video chamada, Tudo ok, informado que estava abrindo a conta Pela campanha, a analise ja devia começar Ali, mas ok. Perdido do cartao de credito, outro drama, varias tentativas, chegava no final, havia msg pra ligar para Numero X, ligava e nenhum atendente sabia sobre a campanha ou dar suporte, todos sem exceção pediam para ir ai balcao. 5 a 6 dias tentando ate que foi aprovado, 1 requisito da campanha concluido, ainda sem analise, proximo passo passar a receber ordenado acima de 1200 nessa mesma conta ordem, era dia 9, ai aguardar ate inicio do mes ate esse Perdido ser validando, ok 2 requisito e ultimo, concluido. Agora vai a escolhamdo iphone e Plano de pagamento, passar por tudo, leitura e aceite de termos, contratos, confirmações, ultimo passo, confirmar por sms, pronto trava, nao podemos seguir com pedido tentei mais tarde. Foi aprovado em Tudo, mas parou no erro do Sistema, ou hora chega no final e fala que foi feita analise e não foi aprovado, oi ? Nao foi aprovado, se cumpre os requisitos desde a abertura da conta? É um teste de resistencia isso ? Sem contar que nesse meio tempo ja cobrou taxa disso, taxa daqui, imposto de selo disso e daquilo. Ou seja, clinte nao esta satisfeito por cumprir os requisitos da campanha e nao ter sido aprovado, pode cancelar a conta e seguir a vida, ja tiramos uns euros dele. É uma loteria, pois desde o inicio esta sendo avaliando, mas como nao colocou euros la ainda, nada falam, agora cada etapa tem que aceitar termos e contratos onde Tudo é cobrado, independence, independente de ter os requisitos implicito na campanha, tem requisitos ocultos que so Vai descobrir ou não quando é tarde. Zero respeito com cliente. Cumprimentos.

Em curso
F. M.
02/10/2026

Encomenda não recebida

Exmos. senhores, No dia 30 de setembro de 2026 efetuei um pagamento por Mbway para adquirir dois artigos online. O pagamento foi processado através da vossa empresa. Até ao momento, a Loja Fashion Outlet não enviou o artigo e não atende as chamadas, nem o e-mail está a funcionar. Sinto-me extremamente frustrada, pois parece-me que o sistema de pagamentos está a ser utilizado de forma injusta para os consumidores e não há qualquer apoio ou controlo por parte do intermediário financeiro a vossa empresa. Solicito o reembolso do valor pago.

Em curso
J. S.
30/09/2026

Conta bloqueada

Telefonei porque o o cartão físico de refeição ficou bloqueado, por tentativas de PIN errado, disseram que estava resolvido e que já poderia usar, mas que a app do telemóvel tinha de ser visto por um técnico (que barbaridade, podia estar a usar outro telemóvel e bloqueiam isto tudo!?), quando vou a usar o cartão físico continua sem funcionar, ou seja não consigo usar a app nem o cartão, ao telefonar para resolver o assunto sigo as instruções mas ao carregar no 1 para consentir a gravação da chamada os números do Millennium bcp não detetam e a chamada vai abaixo a dizer que tenho de aceitar (outra barbaridade), agora tenho o serviço completamente bloqueado, nesta conta maravilha que não deixa levantar dinheiro, simplesmente queria isto desbloqueado de uma só vez se faz favor.

Em curso
J. N.
30/09/2026

Sinistro Automóvel

Exmos. Senhores, No dia 24/08/2026, circulava com a minha viatura na numa autoestrada (entrada da A1, sentido N/S), dentro dos limites de velocidade aplicáveis àquela zona, quando, ao passar por uma zona que apresentava uma lomba/desnível do piso, situada numa curva, perdi o controlo da viatura, entrando em despiste e vindo posteriormente a colidir com o separador lateral. Saliento que nesse dia o piso não estava escorregadio, a visibilidade era boa e estava sol. Na sequência do acidente, foram recolhidos diversos elementos que considero relevantes para o apuramento das responsabilidades, nomeadamente registos fotográficos das condições do local e do próprio acidente. Estes elementos foram oportunamente disponibilizados à seguradora. Preenchi e enviei o documento para apresentar reclamação à brisa e até ao momento, não obtive nenhuma resposta. Foi igualmente elaborado um auto pela GNR, tendo eu fornecido à seguradora o respetivo número, precisamente para que o mesmo pudesse ser consultado e considerado na análise do processo. No entanto, fui informada de que a responsabilidade pelo acidente me foi atribuída, sem que, tanto quanto me foi possível verificar, tivesse sido realizada uma análise integral de todos os elementos disponíveis. Pedi o relatório do sinistro e em que é que se basearam para me atribuir a culpa e até hoje continuo à espera de uma resposta válida, com todo o desenrolar do processo. Entretanto a seguradora deixou de me responder aos emails. Não estou à espera da reparação dos danos do meu automóvel, uma vez que, o meu seguro é apenas contra "terceiros", mas quero ser ilibada de uma culpa, que sei que não tenho. Em quase 20 anos de carta é o primeiro sinistro com "culpa". Com os melhores cumprimentos, Joana Nunes

Em curso
V. S.
30/09/2026

DENÚNCIA DE FRAUDE / BURLA ONLINE

Exmos. Srs. da PPRO Payment Services S.A., Venho por este meio denunciar uma situação de burla informática e fraude comercial e solicitar a vossa imediata intervenção e retenção de fundos. No passado dia 17 de setembro de 2026, efetuei um pagamento por referência Multibanco no valor de €27,90 euros, utilizando a vossa Entidade 45648 e a Referência 365736539 (comprovativo anexo a este email). Este pagamento destinava-se à aquisição de um bem/serviço no website comercial BomSaldo (bomsaldo.pt, explorado por Frederico Leandro de Oliveira). No entanto, após a receção do pagamento, a referida empresa cortou todos os canais de comunicação, não entregou o produto e verifica-se tratar-se de um esquema de burla online que já afeta dezenas de outros consumidores em Portugal. Em anexo o email com o pedido e os emails enviados à BomSaldo sem resposta. Sendo a PPRO a entidade financeira intermediária que processou e canalizou este pagamento, solicito que: Procedam ao bloqueio/congelamento cautelar destes fundos na conta do destinatário fraudulento, caso ainda se encontrem no vosso sistema. Me informem sobre a possibilidade de devolução ou estorno do valor por motivos de burla comprovada. Colaborem ativamente com as autoridades policiais portuguesas na disponibilização dos dados de identificação do titular da conta de destino associada a esta referência. A queixa-crime junto das autoridades portuguesas já se encontra em vias de formalização (em anexo). Aguardo uma resposta célere com a vossa tomada de posição. Melhores cumprimentos, Vasco Nuno Ribeiro dos Santos Contacto Telefónico: +351 966790250

Em curso
R. D.
29/09/2026

Ameaça por email

Pedido de apoio / exposição – Cobrança de dívida contestada pela Intrum Portugal Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de cobrança de dívida que considero estar a ser conduzida de forma inadequada pela Intrum Portugal. A situação diz respeito à referência E25932287 / conta 1040207, relacionada com uma alegada dívida inicialmente comunicada no valor de 95,70 €, entretanto apresentada numa comunicação mais recente como 95,91 €. Desde que fui contactado pela Intrum, solicitei por escrito a documentação que permitisse verificar a origem e exigibilidade do montante, nomeadamente: contrato e condições aplicáveis; fundamento contratual da cobrança; discriminação do valor; período a que respeita; documentação comprovativa da origem e exigibilidade da alegada dívida. Até hoje não recebi qualquer desses documentos nem uma resposta substantiva à minha contestação. Apesar disso, a Intrum continuou a enviar SMS/comunicações de cobrança e chegou inclusivamente a contactar-me telefonicamente, sem posteriormente responder por escrito à contestação ou disponibilizar a documentação solicitada. No dia 29/09/2026, recebi nova comunicação na qual a Intrum afirma que, caso o valor de 95,91 € não seja pago no prazo de 2 dias, dará por concluída a gestão extrajudicial e poderá recorrer a meios legais e judiciais, referindo inclusivamente a possibilidade de penhora de salário e/ou bens. Isto ocorre apesar de a alegada dívida se encontrar formalmente contestada e apesar de a Intrum não ter apresentado, até ao momento, os elementos documentais que solicitei. Pretendo, por isso, saber: Se a atuação descrita é compatível com as regras aplicáveis à cobrança de créditos quando o consumidor contesta formalmente a origem e exigibilidade do montante; Que direitos tenho perante a Intrum nesta situação; Que diligências devo tomar para salvaguardar a minha posição; Se consideram adequado apresentar reclamação junto de outras entidades competentes. Anexo as comunicações recebidas e a minha correspondência anterior, para análise. Agradeço a vossa orientação relativamente aos próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Ruben Dias Referência Intrum: E25932287 Conta: 1040207

Em curso

Reclamação: Nº de Apólice 0006440381 Nº de Sinistro 0030459755

Exmos. Senhores, Venho, uma vez mais, reclamar relativamente à regularização do meu processo de sinistro, uma vez que, após análise do pagamento efetuado pela Companhia, verifico que foi considerado apenas o valor base do orçamento apresentado, não tendo sido pago o IVA à taxa legal em vigor. O orçamento apresentado pela empresa HAKA contempla o valor dos trabalhos necessários à reparação dos danos e encontra-se devidamente documentado e na posse da Companhia. No entanto, o pagamento efetuado não contempla o respetivo IVA legalmente aplicável. Esta situação é inadmissível, uma vez que o valor que me foi regularizado não corresponde ao custo efetivo dos trabalhos que terão de ser realizados. Não aceito que o pagamento do IVA seja transferido para mim, nem que tenha de suportar, com recursos próprios, um encargo que integra o custo efetivo da reparação. Assim, exijo a regularização imediata do valor correspondente ao IVA à taxa legal em vigor, acrescendo esse montante ao valor já pago pela Companhia, de forma a que seja integralmente assegurado o custo dos trabalhos constantes do orçamento apresentado. Solicito igualmente que me seja enviado o detalhe da regularização efetuada, identificando expressamente o valor base considerado, a taxa de IVA aplicada e o montante de IVA pago, permitindo confirmar a correção do cálculo. Recordo que este processo tem sido sucessivamente objeto de pagamentos incompletos e de valores que permanecem por regularizar, apesar de toda a documentação ter sido atempadamente enviada e comprovada. Não considero o processo integralmente regularizado enquanto permanecer por pagar qualquer parcela do custo efetivo dos trabalhos devidamente orçamentados e documentados. Aguardo, por isso, a regularização do IVA em falta com caráter de urgência, bem como a confirmação por escrito da data em que será efetuado o respetivo pagamento. Com os melhores cumprimentos, Joana Figueira

Em curso
H. V.
28/09/2026

Cobranças não autorizadas pela JobLeads – 419,40 €

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação de cobranças que considero não autorizadas efetuadas pela empresa JobLeads GmbH. No dia 23/04/2026, utilizei a plataforma JobLeads e autorizei expressamente um único pagamento no valor de 2,99 €. Não autorizei a contratação de uma subscrição Premium nem autorizei a realização de pagamentos recorrentes de 69,90 €. Apesar disso, foram posteriormente efetuadas as seguintes cobranças: 07/05/2026 – 69,90 € – Fatura n.º 3802916 04/06/2026 – 69,90 € – Fatura n.º 3935328 02/07/2026 – 69,90 € – Fatura n.º 4072768 30/07/2026 – 69,90 € – Fatura n.º 4208315 27/08/2026 – 69,90 € – Fatura n.º 4364915 24/09/2026 – 69,90 € Total das cobranças contestadas: 419,40 €. Reitero que o único pagamento que reconheço e autorizei foi o de 2,99 €, efetuado em 23/04/2026. Apesar disso, foram posteriormente efetuadas as referidas cobranças, sendo que só ontem me dei conta destes pagamentos, que reputo de FRAUDULENTOS. Não dei consentimento consciente para a contratação de um serviço Premium com renovação automática, nem autorizei qualquer dos seis pagamentos posteriores de 69,90 €, sendo que NUNCA UTILIZEI ESTE SERVIÇO NESTE PERÍODO. Já apresentei uma reclamação formal diretamente à JobLeads e à Caixa Gera de Depósitos, solicitando: o cancelamento de qualquer subscrição Premium associada à minha conta; o reembolso integral dos 419,40 €; a confirmação de que não serão efetuadas novas cobranças; e a apresentação da informação e do consentimento que, segundo a empresa, justificariam a conversão do pagamento inicial de 2,99 € numa subscrição recorrente de 69,90 €. A situação encontra-se igualmente a ser contestada junto da minha entidade bancária, por se tratar de operações que não reconheço como autorizadas. Solicito à DECO PROteste que analise esta situação e me informe sobre os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente relativamente: À validade da alegada contratação de uma subscrição Premium; À transparência da informação apresentada no momento do pagamento inicial de 2,99 €; À validade das cobranças recorrentes de 69,90 €; Ao direito ao reembolso dos valores cobrados; À possibilidade de exigir a cessação definitiva de novas cobranças. Disponibilizo como prova os registos das faturas da JobLeads, os movimentos bancários correspondentes e a restante documentação relacionada com a utilização do serviço e com a reclamação apresentada à empresa. Solicito, em particular, o apoio da DECO PROteste na obtenção do reembolso dos 419,40 € cobrados após o pagamento inicial de 2,99 €. Com os melhores cumprimentos, Hugo Vaz de Oliveira

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