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Fidelização associada a Voucher MEO
Exmos. Srs. Espero que se encontrem bem. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao processo de ativação do voucher de 70€ disponibilizado pela MEO. Contactei a linha de apoio ao cliente para esclarecer como poderia utilizar o referido voucher. Fui informada de que bastaria proceder à sua ativação através da APP MEO. Segui exatamente as instruções fornecidas e, ao iniciar a ativação, surgiu uma janela para aceitar as condições do voucher e a política de privacidade. Contudo, em nenhum momento fui informada, de forma clara, destacada e transparente, de que a simples aceitação destas condições implicaria uma nova fidelização por mais 24 meses. Esta consequência não foi mencionada na chamada, nem estava visível de forma inequívoca no processo de ativação. Embora reconheça a importância de ler as condições contratuais, é igualmente verdade que estas se encontravam em várias páginas de texto extenso e em letra reduzida, o que não cumpre o dever de informação clara e compreensível previsto na legislação aplicável, nomeadamente: Lei das Comunicações Eletrónicas, que exige transparência e comunicação prévia de qualquer alteração contratual relevante. Princípio da boa-fé, que proíbe práticas suscetíveis de induzir o consumidor em erro. Proibição de práticas comerciais enganosas, quando uma oferta aparentemente benéfica (como um “voucher presente”) esconde consequências contratuais relevantes. A forma como este processo foi conduzido configura, na prática, uma adesão forçada a nova fidelização, sem informação adequada e sem consentimento esclarecido, o que considero uma atuação de má-fé comercial. Assim, solicito a anulação imediata da fidelização associada ao voucher, mantendo-se o meu contrato nas condições anteriores, sem qualquer penalização ou alteração do período contratual. Com os melhores cumprimentos, Tatiana
Atendimento inadequado e mau serviço prestado
Sou cliente regular do cinema City Alvalade desde que abriu. Tenho verificado, contudo, que o atendimento e o serviço prestado se tem vindo a degradar ultimamente. Hoje, dia 25 de junho de 2026, depois de ter adquirido o bilhete para a sessão das 13.15h, constato que o ar condicionado da sala 2 não estava a funcionar, estando a mesma quentíssima. Saí e dirigi-me ao funcionário da bilheteira, pedindo-lhe que ligassem o ar condicionado. O funcionário reagiu mal e informou-me que o ar condicionado estava ligado, que era mesmo assim. Voltei para a sala e aguardei cerca de 10 minutos; a sala mantinha-se um forno e o ar condicionado continuava sem funcionar. Abri a porta da sala e novamente me dirigi ao funcionário que, aos gritos, me disse que tinha de fechar a porta, que o ar condicionado estava a funcionar e que tinha ir para dentro da sala. Considerando que já tinha sido suficientemente destratada, pedi a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. O funcionário continuou aos gritos, chamando-me de mentirosa, tendo-me até mandado calar. A situação só se acalmou quando a gerente interveio e o mandou afastar-se. Eu sei que é prática recorrente os cinemas não ligarem o ar condicionado quando há poucos espectadores; já tinha verificado esta prática neste cinema algumas vezes. Mas não aceito que me tomem por tolinha e me tentem convencer de que o ar condicionado está ligado, quando não está; não aceito que me falem aos gritos, quando apresento uma reclamação justa, ou que me mandem calar como se fosse uma criança. Enquanto cinéfila, lamento esta situação; mas é inaceitável frequentar um cinema e pretender ver um filme confortavelmente, para o que se paga o bilhete, e ser tratada sem respeito. Mais vale ficar em casa!
Obstrução de devolução
A Joom dificultou uma devolução legítima e acabou por me culpar pelo prazo ter terminado. Comprei umas sapatilhas na Joom por 80 €. O artigo vinha marcado como tamanho 43, mas notava-se que era muito maior do que o esperado. No dia 31 de maio de 2026, ainda dentro do prazo legal de 14 dias, contactei a empresa e deixei claro que pretendia devolver o produto e ser reembolsado. Pedi várias vezes a morada autorizada e instruções para fazer a devolução, mas a Joom nunca as forneceu. Em vez de tratar o caso como uma devolução normal, o assunto foi classificado como “reclamação de qualidade” e pediram-me fotografias, medições e vídeos do produto. Colaborei e enviei tudo o que solicitaram, apesar de saber que o direito de livre resolução não depende de qualquer defeito ou problema de qualidade. Passadas semanas de atrasos, a Joom afirmou que eu nunca tinha pedido a devolução e que deveria ter enviado o produto até ao dia 14 de junho. Isto não faz qualquer sentido. Os próprios procedimentos da Joom obrigam o cliente a contactar o apoio ao cliente para obter ou confirmar a morada antes de fazer a devolução. A empresa recusou-se a fornecer essa morada, tornou impossível devolvê-las dentro do prazo e, no fim, tentou responsabilizar-me. As sapatilhas continuam sem uso e prontas para devolução. Nunca me recusei a enviá-las. Foi a Joom que não forneceu as informações indispensáveis para o fazer. Não considero isto apenas um erro de atendimento ao cliente. Foi um processo injusto, contraditório e extremamente desgastante, que parece desenhado para desmotivar o consumidor e o levar a desistir. Apresentarei o caso ao Centro Europeu do Consumidor e à autoridade de defesa do consumidor competente na Letónia. Com base nesta experiência, aconselho qualquer consumidor a não confiar na política de devoluções divulgada pela Joom. Uma devolução supostamente simples transformou-se em semanas de obstáculos, mensagens contraditórias e tentativas de negar tudo o que está claramente documentado.
Impossibilidade de utilização de cupão de desconto BP
Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida no dia 03/06/2026, nas bombas de combustível BP pertencentes ao Pingo Doce Lousada — Cristelo. Nessa data, desloquei-me propositadamente àquele posto de abastecimento com o objetivo específico de abastecer o meu veículo utilizando o cupão de desconto de 15€ na BP, cuja validade estava limitada ao período de 03/06/2026 a 07/06/2026. Após me ter deslocado expressamente para esse fim e de ter aguardado o tempo necessário na fila para aceder ao posto de abastecimento, deparei-me com avisos colocados em todos os postos de abastecimento, correspondentes a folhas A4 impressas, informando que não seria possível descontar o vale de desconto. As fotografias que seguem em anexo ilustram a situação descrita. Considero esta situação inadmissível, uma vez que a janela temporal definida para utilização do cupão era já, por si só, bastante restrita. Além disso, não tinha qualquer obrigação de me deslocar novamente ao posto por motivo de uma falha que não me é imputável, nem tive oportunidade de o fazer. Acresce que, nesse mesmo dia, acabei por abastecer efetivamente o meu veículo, pelo que, mesmo que tivesse posteriormente disponibilidade para regressar àquelas que ou a outras bombas de combustível, não teria necessidade de voltar a abastecer num período tão curto de tempo. Assim, fiquei impossibilitada de usufruir de um benefício válido e legitimamente atribuído ao meu cartão Poupa Mais, por uma falha apenas imputável ao Pingo Doce e/ou ao seu parceiro BP. Face ao exposto, solicito uma resolução justa e célere para esta situação, que considero dever passar, no mínimo, pela atribuição de um novo vale de desconto de valor equivalente ao cupão perdido, isto é, 15€, em condições que me permitam utilizá-lo efetivamente. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos.
encomenda nao recebida
Em maio efetuei uma compra de um calendário papal a Editora Sagrado através da Hotmart e até hoje não recebi e encomenda e não respondem a mails.
Cronologia completa do litígio com a Leroy Merlin
Em setembro de 2025 adquiri um sistema de ar condicionado reversível na Leroy Merlin. A compra incluía igualmente o serviço de instalação, realizado por prestadores de serviços mandatados pela própria Leroy Merlin. Antes da instalação, estava prevista uma visita técnica para verificar a viabilidade da instalação e avaliar as necessidades técnicas do local. No entanto, essa visita nunca aconteceu. Em vez disso, os instaladores chegaram diretamente com o equipamento e procederam imediatamente à instalação, sem qualquer estudo prévio. Não sendo profissional da área, confiei totalmente nas recomendações dos técnicos. Alguns meses depois surgiram danos significativos na divisão situada por baixo da instalação do ar condicionado: infiltrações de água, teto gravemente danificado, humidade, bolor e danos na parede. Os técnicos da Leroy Merlin deslocaram-se ao local para verificar os danos e indicaram que faltava uma ligação que permitisse a correta drenagem dos condensados para um ponto de escoamento. Contactaram imediatamente o respetivo responsável por videochamada para lhe mostrarem os danos e informaram-me de que tanto o teto como a parede seriam reparados. Alguns dias mais tarde, a Leroy Merlin alterou completamente a sua posição e informou-me de que apenas repararia o teto, alegando que a drenagem dos condensados era da minha responsabilidade. Não concordo com esta posição, uma vez que competia aos profissionais da Leroy Merlin aconselhar-me corretamente antes da instalação e informar-me de todas as necessidades técnicas. Para resolver esta situação, solicitei a deslocação da unidade exterior. Inicialmente foi-me apresentado um orçamento de 150 €, incluindo mão de obra, deslocação e material. Após contestação da minha parte, esse valor foi reduzido para 70 €, correspondente apenas ao material. Durante essa intervenção, as reparações prometidas nunca foram corretamente concluídas. Apenas foi substituída uma placa do teto, sem qualquer acabamento, e a parede nunca foi reparada. Os próprios técnicos informaram-me de que não tinham formação para realizar esses trabalhos e que tinham recebido instruções para não os executar. Antes desta intervenção, o ar condicionado funcionava perfeitamente. Após a deslocação da unidade exterior, deixou completamente de produzir frio. Contactei imediatamente a Leroy Merlin. Foram-me marcadas várias intervenções que acabaram sucessivamente por ser adiadas ou canceladas. Depois de confirmar uma intervenção prevista para uma segunda-feira de manhã, ninguém compareceu. Posteriormente foi-me dito que alguém iria durante a tarde e, mais tarde, antes das 16 horas. Mais uma vez, ninguém apareceu. Apesar das várias chamadas e mensagens efetuadas, nenhuma intervenção foi realizada. Perante esta situação, e tendo em conta que o equipamento continuava dentro do período de garantia, fui obrigada a recorrer a um profissional independente. Esse profissional constatou uma fuga no circuito frigorífico, que teve de ser reparada, bem como várias anomalias na instalação, nomeadamente o posicionamento incorreto da unidade exterior. Desta intervenção resultou uma fatura que a Leroy Merlin continua a recusar reembolsar. Posteriormente surgiu ainda um novo problema: a unidade interior passou a verter água para o interior da minha habitação. Esta fuga nunca existiu antes da intervenção realizada pela Leroy Merlin. Quando comuniquei esta situação, foi-me respondido que a Leroy Merlin já não interviria por ter recorrido a um profissional independente, quando esse profissional apenas reparou a fuga do circuito frigorífico e nunca efetuou qualquer intervenção na unidade interior. Há várias semanas que a Leroy Merlin deixou de responder aos meus e-mails, apesar das inúmeras tentativas de contacto. Atualmente: * as reparações do teto e da parede continuam por concluir; * o ar condicionado continua sem funcionar corretamente; * mantém-se uma fuga de água na unidade interior; * a fatura do profissional independente nunca foi reembolsada; * o meu pedido de indemnização no valor de 300 € permanece sem qualquer resposta. Junto à presente reclamação toda a documentação comprovativa, incluindo faturas, fotografias, vídeos, e-mails e mensagens trocadas. Solicito a vossa intervenção para que a Leroy Merlin seja instada a: * repor a instalação em conformidade; * reparar definitivamente o ar condicionado; * reparar integralmente os danos causados na minha habitação; * reembolsar a fatura do profissional independente; * indemnizar-me pelos prejuízos sofridos; * cumprir integralmente as suas obrigações legais e contratuais decorrentes da garantia do equipamento.
Recusa de Reembolso Após Abandono de Alojamento por Razões de Segurança
Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Booking.com B.V., relativamente à reserva 5028211660, referente ao alojamento D53 Apartments, em Budapeste, Hungria, com estadia prevista de 31 de maio a 4 de junho de 2026. A reserva foi efetuada para fins profissionais. Na noite de 31 de maio de 2026, aquando da chegada ao alojamento por volta das 23h30 (voo W6 2372), foram encontrados dois avisos afixados no edifício, em húngaro e em inglês, alertando os residentes para a recorrente presença de assaltantes no interior do prédio e para a necessidade de garantir o fecho correto da porta de entrada. Existe registo fotográfico destes avisos. Ao aceder ao apartamento, verificou-se que a caixa de segurança onde se encontravam as chaves não havia sido reposta, o código fornecido pelo proprietário via WhatsApp estava visível e as chaves estavam acessíveis a qualquer pessoa. Combinado com os avisos de segurança já encontrados, esta situação constituiu um risco real e imediato para a nossa segurança física. O apartamento apresentava ainda condições de higiene inaceitáveis e não correspondia às fotografias publicadas na plataforma. Contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente da Booking.com, que não ofereceu qualquer solução eficaz, não foi autorizado realojamento, reembolso, nem qualquer intervenção imediata. Perante a impossibilidade de permanecer em segurança no alojamento, fui obrigado a abandoná-lo cerca da 01h00, recorrendo a alojamento alternativo, para os quais possuo faturas comprovativos. Como o contacto imediato com o apoio ao cliente da Booking.com na noite de 31 de maio de 2026, não teve resolução, foi submetida uma queixa formal por escrito à Booking.com, solicitando reembolso integral, a empresa reconheceu a queixa e afirmou que interviria caso o estabelecimento não respondesse no prazo de 5 dias úteis. Findo esse prazo sem qualquer resposta, enviei um seguimento formal, sem resposta da Booking.com durante vários dias. Apenas após ser notificada da apresentação de queixa junto do Centro Europeu do Consumidor (Portugal) é que a Booking.com respondeu, oferecendo um "gesto de boa vontade" de €51,60 em créditos na plataforma, valor que representa aproximadamente um quinto do total da reserva, não constitui um reembolso monetário. A oferta foi formalmente rejeitada, tendo sido solicitada revisão interna adicional. A Booking.com aceitou submeter o caso a nova análise, mas até à data não foi emitido qualquer reembolso nem recebida qualquer resposta conclusiva. Importa ainda destacar que uma comunicação da Booking.com contém uma contradição direta e irreconciliável: afirma simultaneamente que o estabelecimento não respondeu à queixa e que o estabelecimento recusou aceitar a reclamação. Estas duas afirmações são mutuamente exclusivas e nunca foram esclarecidas. Desta forma, estou a solicitar apenas o reembolso integral do valor da reserva 5028211660 para o método de pagamento original Encontra-se atualmente em curso uma queixa formal junto do Centro Europeu do Consumidor (Portugal), tendo sido submetida toda a documentação relevante, incluindo fotografias, correspondência com a Booking.com e faturas de alojamento alternativo.
Problema com acesso a conta Impossibilidade de devolução e falta de assistência ao consumidor
Reclamação – SHEIN Assunto: Impossibilidade de devolução e falta de assistência ao consumidor Venho apresentar reclamação contra a SHEIN devido à ausência de resolução de um problema relacionado com a devolução de artigos adquiridos na plataforma. Após receber a encomenda, pretendi exercer o meu direito de devolução dentro do prazo previsto. No entanto, verifiquei que a minha conta na SHEIN ficou associada a um endereço de e-mail incorreto, ao qual não tenho acesso. Por esse motivo, fiquei impossibilitada de consultar o histórico das encomendas, aceder ao processo de devolução ou alterar os dados da conta. Contactei repetidamente o serviço de apoio ao cliente da SHEIN, explicando detalhadamente a situação. Apesar de vários contactos, recebi apenas respostas automáticas ou genéricas, sem qualquer solução efetiva. Foi posteriormente disponibilizada uma etiqueta de devolução. Contudo, quando me dirigi aos CTT para efetuar o envio, fui informada de que essa etiqueta já constava como utilizada, tendo sido recusada, impossibilitando a devolução dos artigos. Voltei a contactar a SHEIN, informando que: * a conta está associada a um e-mail incorreto; * não consigo aceder ao histórico da encomenda; * possuo os artigos e respetivos códigos de barras; * a etiqueta fornecida foi recusada pelos CTT por já constar como utilizada. Mesmo assim, a empresa continuou a responder com mensagens padronizadas, solicitando “proof” sem indicar concretamente que documento ou informação pretendia, apesar de toda a documentação e explicações já fornecidas. Além disso, tentei apresentar esta reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, mas a entidade responsável pela SHEIN não se encontra disponível para seleção na plataforma, impedindo a utilização desse canal oficial de reclamação. Considero que a atuação da empresa viola os direitos do consumidor, uma vez que não disponibilizou um meio válido para exercer o direito de devolução nem prestou assistência adequada para resolver um problema criado pela própria gestão da conta. Solicito que a SHEIN: * corrija a situação da conta associada ao endereço de e-mail incorreto ou disponibilize uma alternativa que permita identificar a encomenda; * disponibilize uma nova etiqueta de devolução válida ou outro método de devolução; * aceite a devolução dos artigos e proceda ao respetivo reembolso; * cesse o envio de respostas automáticas e apresente uma solução concreta para o caso. Em anexo seguem as comunicações efetuadas com a empresa e demais elementos comprovativos da situação.
Televisão Hisense 65 QLED A7
Exmos senhores, compramos um televisor marca Hisense 65 polegadas, na radio popular retail Sintra. Como mudamos de casa avisamos na hora da compra que a televisão só iria ser instalada e entregue quando fizesse mos a mudança. Disseram que não havia problema e até fizemos uma extensão de garantia de 5 anos. Não foi efetuado nem na entrega nem na compra qualquer tipo de verificação do equipamento. No dia da instalação do televisor mandamos vir um técnico para fazer a instalação do mesmo. Ao ligar a televisão, apareceu dois riscos, um horizontal e outro mais visível na diagonal, no próprio Led. Fomos ao estabelecimento comercial reclamar e a informação que nos deram foi para que nós fizéssemos reclamação Hisense, no qual fizemos mas a resposta foi que não assumiam que era um problema de defeito mas sim do transporte ou de onde veio. Resumindo , temos um televisor novo que andávamos a poupar para comprar á muito tempo, com duas linhas no ecrã e ninguém se responsabiliza, nem o estacionamento rádio popular nem a Hisense. A extensão do seguro não cobre arranjos. Não sei o que fazer . Obrigado a todos.
Reclamação Urgente. Falta de Diagnóstico, Imobilização de Viatura e Pedido de Viatura de Cortesia
Reclamação Urgente. Falta de Diagnóstico, Imobilização de Viatura e Pedido de Viatura de Cortesia Matrícula 94-XO-78 Venho por este meio formalizar uma reclamação extrema devido à contínua inação e falta de resposta por parte da oficina oficial SB Motors em Braga e da Hyundai Portugal, relativamente à viatura HYUNDAI KAUAI, com a matrícula 94-XO-78. O veículo foi rebocado para as instalações da SB MOTORS em Braga na passada segunda-feira, dia 15 de junho de 2026, encontrando-se na oficina há mais de 10 Dias. Até ao momento, nem sequer foi efetuado o diagnóstico ou a análise às falhas críticas que provocaram a quebra de ambas as transmissões dianteiras. Esta situação de inércia está a causar-me prejuízos incomportáveis e danos irreparáveis na minha rotina diária: Privação de Mobilidade: Encontro-me totalmente sem viatura própria, dependendo de boleias e de veículos emprestados por familiares para conseguir cumprir as minhas obrigações profissionais. Incumprimento de Prazos e Insegurança: É inaceitável que uma avaria de segurança desta magnitude num veículo de marca oficial seja tratada com este nível de desrespeito pelo cliente, mantendo o processo bloqueado sem qualquer justificação plausível. Tendo em conta que a viatura fez SEMPRE as assistências Revisões da marca na HUYNDAI a imobilização é da inteira responsabilidade SB MOTORS. Solicito urgentemente a cedência imediata de uma viatura de cortesia e substituição, com efeitos IMEDIATOS, para que possa retomar a minha atividade profissional enquanto decorre o processo de diagnóstico e a respetiva assunção de responsabilidades pela reparação das falhas críticas evidentes. Aguardo uma resposta em 48 HORAS e a disponibilização imediata da viatura de cortesia a fim de evitar passar este processo inaceitável para ser decidido pelas instancias jurídicas e defesa do consumidor. Se não obtiver resposta imediata efetuarei todas as diligencias com os nossos advogados para o seguinte passo e instaurar um processo à Hyundai.
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