Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
A viatura Peugeot matricula 99-XF-00 está em oficina para resolverem o problema da luz do motor
Exm.(s) Sr.(s) Mais uma vez, venho junto de V. Exº(s) reclamar a situação referente à avaria da luz do motor da minha viatura Peugeot Matricula 99-XF-00 , em que desde o dia 05/03/2026 até à presente data (dia: 05/08/2026 ) continua com problemas, encontrando-se ultimamente em vossa oficina desde o dia 25/05/2026. Já paguei a essa oficina em reparações nos valores de: = 2.857,00€ + 1.111,00€ + 5557,00€ + 416,00€ E continuo sem carro arranjado, e esperando a conclusão da reparação da respetiva viatura, no mais breve possivel de tempo. Jacinto Cardoso
Impossibilidade de devolução de produto danificado
Boa tarde Exmos. Srs., Venho por este meio demonstrar o meu desagrado e má experiencia que tive com o vosso serviço. Fiz uma lista de prendas para o babyshower em que me foram entregue diversos itens (produtos do vosso site), sendo que uma banheira de bebé chegou danificada, com uma grande rachadela na plataforma principal. Tentei fazer a devolução do produto, criando uma etiqueta de devolução com os seguintes dados: ID de devolução Amazon: DycMfPJjRRMA ID do pedido: 407-9996052-4031502 Visto que não consegui fazer o envio, comuniquei diretamento com o vendedor marketplace, a empresa Griferia PRO, tendo a mesma exigido que fosse eu a arcar com os custos de envio para o local da empresa, bem como suportar os custo de criar nova etiqueta de devolução. Sabendo que para devolver um produto danificado, o cliente não tem dever legal de suportar qualquer custo, pretendo denunciar esta situação que me encontro. GriferiaPRO não me arranjou qualquer solução num prazo de 48 horas, bem como exige algo que não é legal a um cliente. Pretendo que seja ativada a Garantia de A a Z e resolver esta presente situação. Declaro que pretendo efetuar uma reclamação para com a Griferia pro por falta de resposta, bem como no vosso serviço pela má experiencia e falta de opções de contacto diretos com um colaborador, seja por chat ou chamada, colocando-me como unica opção um centro de ajudas que não me deu qualquer tipo de resposta. Aguardo Resposta para solucionar isto o quanto antes. Cumprimentos, Pedro Duarte
Evillive - Cancelamento de Megadeth
Exmos senhores, Venho por este meio solicitar o reembolso parcial do valor correspondente aos dois bilhetes adquiridos para o Festival Evillive, em virtude do cancelamento, à última hora, da atuação da banda Megadeth, um dos cabeças de cartaz do festival e um dos principais motivos que justificaram a aquisição dos bilhetes. Embora os restantes concertos tenham decorrido conforme previsto e tenham sido assistidos, o cancelamento de um dos artistas principais representou uma alteração substancial ao programa anunciado, prejudicando de forma significativa a experiência e as expectativas legítimas criadas no momento da compra. De acordo com a informação divulgada pela DECO e com o regime aplicável aos espetáculos de natureza artística, quando ocorre a substituição ou cancelamento de um dos artistas principais, o consumidor pode apresentar reclamação fundamentada junto do promotor e solicitar a restituição do valor correspondente, por se verificar uma alteração relevante ao programa inicialmente anunciado. Assim, solicito que seja efetuado o reembolso parcial do valor pago pelos dois bilhetes, em montante que considerem proporcional à supressão de um dos cabeças de cartaz, bem como da parte correspondente das comissões cobradas, caso aplicável. Agradeço que me informem, por escrito, da decisão relativamente ao presente pedido no prazo legalmente aplicável. Caso o pedido seja recusado, agradeço igualmente a respetiva fundamentação, reservando-me o direito de apresentar reclamação junto da Inspeção-Geral das Atividades Culturais.
Problemas com devolução
Boa tarde Entrei na loja online (DianaLisboa) e fiz a escolha do vestido, contudo antes do pagamento foi adicionado o mesmo vestido mas com valor com desconto e não é dada oportunidade de o eliminar sendo logo direcionado para o decorrer do pagamento. Além disso paguei para receber mais rápido (o que não se concretizou). Quando me apercebo que não consigo eliminar o vestido pretendido, envio imediatamente email a solicitar o cancelamento. Passado 3 dias respondem a dizer que posso devolver quando chegar a minha encomenda. Assim que recebi o artigo encomendado verifiquei que não corresponde ao pretendido, tecido de má qualidade bem como não corresponde a cor. Nesta sequência enviei um email, conforme indicam, a solicitar a devolução do artigo. Até ao momento não tive qualquer resposta, faz hoje 8 dias após receção (29/7).
Descumprimento Contratual
Exmo.(s) Senhor(es), Venho por este meio apresentar uma denúncia formal contra a entidade empregadora, relacionada com diversas irregularidades e incumprimentos das leis laborais em vigor em Portugal, que estão a ocorrer no posto de combustível onde presto serviço. Verificam-se as seguintes situações graves: são descontados indevidamente dos vencimentos dos trabalhadores valores relativos a fugas de clientes que abastecem e não pagam; os salários não são pagos na data indicada no contrato (último dia do mês) sempre atrasados, assim como a entrega dos recibos de vencimento; existem valores em falta respeitantes aos subsídios noturno e de rotatividade; e, por fim, os trabalhadores realizam horas extras ao sábado e ao domingo em jornadas de 9 horas consecutivas sem pausas, existindo igualmente valores em falta relativos a estas horas extras.Tenho provas e imagens comprovando as horas feitas e os valores em falta.
Devolução de Valor de Bilhetes Evil Live Festival
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao Evil Live Festival, porque os Megadeth cancelaram a sua atuação no dia 5 de julho. Assim que soube do cancelamento, decidi abandonar o recinto, já que tinha adquirido o bilhete especialmente para assistir a esta banda. Considero que, com esta alteração, o cartaz sofreu uma mudança relevante em relação ao que foi inicialmente anunciado. Solicito o reembolso do valor do bilhete, no total de 79 euros. Agradeço que me informem sobre os próximos passos para resolver esta situação.
Reembolso da pesquisa de avarias realizada pela Periplus, Lda.
Venho por este meio responder à v/ carta datada de 13 de julho de 2026, referente ao processo em epígrafe (apólice n.º 034.03.01.0400924/1, sinistro de danos por água ocorrido em 25/03/2026). Tomo conhecimento do teor dessa carta quanto à definição de responsabilidade. No entanto, a presente comunicação diz respeito a uma questão distinta e ainda não resolvida: o reembolso do custo da pesquisa não destrutiva de avarias realizada pela empresa Periplus, Lda., no âmbito deste mesmo processo. Essa pesquisa foi solicitada e indicada por V/ Perito, no seguimento da vistoria ao local, precisamente porque não foi possível identificar de imediato a origem da avaria. Nessa ocasião, fui informado pelo Perito de que deveria proceder ao pagamento direto da pesquisa à Periplus, e que esse valor me seria posteriormente reembolsado pela UNA Seguros. Cumprindo o que me foi indicado, procedi ao pagamento da fatura-recibo n.º FR A/8872, emitida pela Periplus, Lda. (NIF 504759060) em 06/05/2026, no valor total de 364,08 € (referente ao serviço "Pesquisa não destrutiva de Avarias", associado à referência Periplus P40023 e ao relatório de pesquisa datado de 12/05/2026). Note-se que foi o próprio Perito da UNA, com formação e experiência técnica na matéria, que não conseguiu identificar a origem da avaria através de uma simples inspeção visual, tendo sido necessário recorrer a uma empresa especializada e a técnicas específicas de deteção (obturação pneumática e corante traçador) para chegar a essa conclusão. Ora, se um técnico qualificado precisou destes meios para identificar o problema, não é razoável esperar que eu, enquanto leigo na matéria, tivesse condições para o detetar antecipadamente ou para saber que seria necessária qualquer intervenção de manutenção. Esta circunstância evidencia, a meu ver, uma incoerência na fundamentação usada para recusar o acionamento das garantias da apólice, e reforça, por maioria de razão, a legitimidade do pedido de reembolso do custo da pesquisa que permitiu, precisamente, esclarecer uma situação que a própria UNA não conseguiu diagnosticar sem recurso a esse serviço. Até à data, o reembolso deste valor não foi efetuado, apesar de terem alertado a UNA Seguros para esta situação por e-mail desde o dia 23 de junho de 2026, sem que tenha sido dada resposta ou seguimento ao pedido. Face ao exposto, venho solicitar que a UNA Seguros proceda, com a maior brevidade possível, ao reembolso dos 364,08 € referentes à pesquisa realizada pela Periplus, montante que foi adiantado por mim a pedido expresso do V/ Perito, e cujo reembolso me foi assegurado por este. Reitero que este pedido é autónomo em relação à decisão sobre o acionamento das garantias da apólice, comunicada na v/ carta de 13/07/2026. Solicito ainda confirmação, por escrito, da receção deste pedido e um prazo previsível para a sua regularização. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,
Reclamação por Violação do Direito de Reencaminhamento (Regulamento CE 261/2004), Mau Atendimento e
Companhia Aérea: SATA / Azores Airlines Dados do Voo: S4 183 Data do Voo: 13/07/2026 Trajeto: Porto - Terceira(Lajes) Código de Reserva (PNR): ZNDTBO Boa tarde, Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a transportadora aérea SATA, motivada por uma sucessão de falhas graves na prestação de serviço, omissão de deveres de informação e violação dos direitos dos passageiros. Os factos ocorreram conforme descrito de seguida: Alteração de Horário e Omissão de Alternativas: O voo acima devidamente identificado sofreu uma alteração de horário imposta pela companhia, que resultou num atraso de 90 minutos na chegada ao destino final. Violação do Direito de Reencaminhamento: À data e hora da viagem, existia um voo alternativo operado pela mesma companhia com partida mais cedo e com lugares disponíveis. Caso a SATA tivesse cumprido com as suas obrigações, teria sido possível chegar ao destino final com uma antecipação de 120 minutos face ao horário inicialmente previsto. Falta de Informação e Mau Atendimento: Os operadores de balcão omitiram deliberadamente o direito de opção dos passageiros, não tendo questionado em momento algum se existia interesse no reencaminhamento para o voo mais cedo. A postura dos assistentes foi caracterizada por um manifesto mau atendimento e falta de profissionalismo. Falha Operacional no Check-in: Adicionalmente, verificou-se um atraso injustificado na abertura do balcão de check-in, gerando tempos de espera desnecessários e demonstrando uma deficiente organização dos serviços de terra. Fundamentação Legal: A atuação da SATA configura uma violação direta do Artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, o qual estipula expressamente que, perante alterações ou cancelamentos, o passageiro tem o direito de escolher o reencaminhamento para o seu destino final "na primeira oportunidade" e em condições de transporte equivalentes. Ao omitir esta informação e reter os passageiros num voo mais tardio (havendo lugares vagos antes), a companhia causou um dano horário e uma perda de oportunidade totalmente evitáveis. Pedidos: Face ao exposto, solicito: Uma resposta e justificação formal por parte da SATA quanto à não disponibilização dos lugares vagos no voo mais cedo; Passados 15 dias úteis ainda não recebi qualquer resposta por parte da SATA; A assunção responsabilidades pelo mau atendimento prestado pelos vossos operadores; A auditoria aos procedimentos de abertura de check-in na data referida para que se evitem futuros atrasos aos passageiros. reclamações efetuadas no Livro de Reclamações da Loja do Aeroporto do Porto n.º: 35612109, 35612110, 35612111 e 35612112 no dia 13-07-2026 que à data de hoje, 05-08-2026 ainda não recebemos qualquer resposta.
Reclamação contra a Chave Nova – Mediação Imobiliária, Lda. por prestação de informações incorretas,
Venho apresentar reclamação contra a Chave Nova – Mediação Imobiliária, Lda., na sequência da forma como foi conduzido o processo de aquisição de um imóvel mediado por esta empresa e da atuação dos seus colaboradores, Emanuel Ferreira e Miguel Barrote. Importa esclarecer que esta reclamação não se prende com o contrato-promessa celebrado com o promotor nem com atrasos na construção da obra. O objeto da reclamação é exclusivamente a atuação da mediadora imobiliária, a informação que me foi transmitida durante todo o processo, as expectativas que legitimamente criou e os prejuízos financeiros que sofri por ter confiado nessas informações. Inicialmente foi-me transmitido que a escritura estaria prevista para agosto de 2026. Contudo, na assinatura do CPCV, os consultores Emanuel Ferreira e Miguel Barrote informaram-me presencialmente que existia uma "excelente notícia" e que a escritura ocorreria em junho de 2026. Foi com base nessa informação que reorganizei toda a minha situação habitacional. Na altura tinha disponível um apartamento para arrendamento por 800 € mensais, já com despesas incluídas. Porém, fui aconselhada pelos colaboradores da Chave Nova a não avançar com essa solução porque existiria uma parceria com a Nôma Living Rooms, alegadamente mais vantajosa e flexível, sendo-me dito que o processo seria acompanhado semana a semana e que dificilmente permaneceria muito tempo naquele alojamento. Foi igualmente referido que o consultor Miguel Barrote trataria de todo esse processo e que eu não teria de me preocupar. Nada disso correspondeu à realidade. Recebi apenas o contacto da Nôma Living Rooms e tratei sozinha de toda a reserva. Acabei por pagar 1.100 € mensais, uma caução que me tinham garantido não existir e fui obrigada a reservar meses completos, precisamente o contrário daquilo que me tinha sido apresentado. Posteriormente confirmei junto da própria Nôma Living Rooms que os valores praticados nunca foram os que me tinham sido indicados, que a caução sempre existiu e que as condições comunicadas pela Chave Nova não correspondiam à realidade. Ou seja, tomei decisões económicas importantes com base em informações incorretas prestadas pelos consultores da mediadora. Ao longo do processo existiram ainda sucessivas falhas de comunicação. Diversos e-mails ficaram sem resposta, várias chamadas não foram devolvidas e o acompanhamento prometido nunca existiu. Quando questionei porque motivo a escritura já não ocorreria em junho, foi-me inicialmente dito que essa informação tinha sido transmitida pela promotora. Contactei diretamente a promotora e fui informada de que nunca tinha comunicado qualquer previsão de escritura para junho à Chave Nova. A mesma informação foi posteriormente confirmada pelo responsável Joaquim Costa. Assim, a informação que me levou a tomar todas aquelas decisões nunca teve origem na promotora, apesar de essa ter sido a justificação apresentada pelos consultores. Quando confrontei os colaboradores com estas contradições fui tratada de forma desrespeitosa, tendo-me sido dirigidas expressões como "Isso é mentira", "Só quer arranjar culpados", "É uma criança que tem de crescer", "Quem é você na fila do pão?" e "Não tem educação", terminando inclusivamente uma das chamadas com o telefone desligado na minha cara. Apresentei posteriormente uma reclamação formal à administração da Chave Nova, descrevendo todos os factos e solicitando esclarecimentos. A única resposta que recebi foi enviada por uma advogada da empresa e limitou-se a afirmar que a Chave Nova não era parte do contrato celebrado com a Nôma Living Rooms. Contudo, essa nunca foi a minha reclamação. Nunca imputei à Chave Nova responsabilidades decorrentes desse contrato. O que sempre questionei foi a atuação dos seus colaboradores enquanto mediadores imobiliários, as informações concretas que me transmitiram, a confiança que criaram, a falta de acompanhamento e os prejuízos que resultaram diretamente dessas informações. A resposta da empresa nunca esclareceu porque me foi comunicada uma escritura para junho, nunca explicou a origem dessa informação, nunca respondeu relativamente às informações incorretas sobre a Nôma Living Rooms, nunca se pronunciou sobre os comportamentos dos seus colaboradores nem apresentou qualquer pedido de desculpas. Entendo que existiu uma clara violação dos deveres de informação, diligência, transparência e boa-fé que devem pautar a atividade de mediação imobiliária, induzindo-me em erro e levando-me a tomar decisões que me causaram prejuízos económicos. Já apresentei reclamação junto do IMPIC e publiquei igualmente uma avaliação pública relatando a experiência vivida. Venho agora solicitar a intervenção da DECO PROteste, por considerar que os meus direitos enquanto consumidora foram lesados e que a empresa nunca procurou resolver efetivamente a situação nem assumir responsabilidade pela atuação dos seus colaboradores.
Coima Empark e Porto
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma autuação que me foi aplicada numa zona de estacionamento gerida pela Empark, no Porto. Cheguei ao local aproximadamente às 10h28. Após estacionar, procurei um parquímetro nas imediações para efetuar o pagamento, não tendo encontrado nenhum de forma imediata. Em nenhum momento abandonei verdadeiramente a zona do veículo, pois estava precisamente a tentar regularizar a situação. Para minha surpresa, pelas 10h30 foi emitida uma multa, ou seja, cerca de dois minutos após a minha chegada. Considero que este intervalo é manifestamente insuficiente para permitir a um condutor localizar um parquímetro ou outra forma de pagamento, sobretudo quando este não se encontra visível nas proximidades. Apesar de já ter procedido ao pagamento do valor solicitado, por entender que não pretendia prolongar o processo, considero que a atuação foi desproporcionada e não refletiu um espírito de razoabilidade nem de boa-fé para com quem procurava cumprir as regras. Solicito, por isso, que este caso seja analisado e que a Empark reavalie os procedimentos adotados nestas situações, permitindo um período razoável para que os condutores possam regularizar o estacionamento antes de serem autuados. O meu objetivo com esta reclamação não é evitar responsabilidades, mas contribuir para que situações como esta sejam tratadas de forma mais equilibrada e justa. Com os melhores cumprimentos Luís Batalha
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
