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Avaria equipamento com menos de 1 mês
Venho por este meio apresentar denúncia relativamente à situação ocorrida com um equipamento adquirido na loja NOS do Fórum Castelo Branco. No dia 27/04/2026 adquiri um iPhone 17 Pro Max, tendo recebido o equipamento no dia 30/04/2026. No entanto, após apenas poucos dias de utilização, durante a madrugada de 05/05 para 06/05, o equipamento entrou inesperadamente em modo de recuperação, ficando com ecrã preto, a ligar e desligar constantemente, sem possibilidade de desligar, reiniciar ou efetuar qualquer procedimento normal de utilização. Dirigi-me à loja NOS no dia seguinte, tendo o equipamento sido enviado para garantia, deixando-me sem telemóvel e sem qualquer equipamento de substituição temporário. O equipamento regressou no dia 14/05/2026 com indicação de que teria sido efetuada uma atualização de software e que o mesmo se encontrava em conformidade. Contudo, no dia 21/05/2026, exatamente uma semana após o levantamento do equipamento, o telemóvel apresentou novamente o mesmo defeito, entrando outra vez em modo de recuperação, com os mesmos sintomas anteriormente descritos. O equipamento foi novamente enviado para garantia, encontrando-se assim pela segunda vez em assistência técnica em menos de um mês após a compra. Considero esta situação extremamente grave e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, tendo em conta: * a repetição do mesmo defeito após reparação; * o reduzido tempo de utilização efetiva do equipamento; * o facto de começar a pagar este mês prestações mensais de um equipamento que praticamente não tenho conseguido utilizar; * a ausência de uma solução definitiva adequada; * e a inexistência de equipamento de substituição temporário. Perdi totalmente a confiança no equipamento adquirido, considerando que existe uma clara falta de conformidade do bem, nos termos da legislação de defesa do consumidor e garantias aplicáveis. Solicito assim a análise desta situação e a devida intervenção relativamente ao cumprimento dos direitos do consumidor. Espero assim que me façam a troca por um novo equipamento.
Assédio telefónico
Cada vez que me ligarem, vou apresentar uma nova reclamação. Num espaço de apenas 24 horas, recebi 4 chamadas vossas. Isto já ultrapassou completamente todos os limites do aceitável. O sistema de vendas da MEO é completamente absurdo. Já não sou cliente há anos, e nem era cliente direta, o contrato era da minha avó, mas continuo a receber chamadas CONSTANTEMENTE. Ligam-me praticamente todas as semanas, muitas vezes em horários ridículos, incluindo às 21h da noite. Houve inclusive um dia em que recebi 3 chamadas seguidas no espaço de pouco tempo. Isto já ultrapassa o aceitável. Não é marketing, é assédio telefónico. O mais inacreditável é que, mesmo depois de demonstrar claramente que não tenho interesse, continuo a ser contactada. E ainda tenho eu de perder tempo a pedir para removerem o meu número da base de dados? Isto devia ser automático após a primeira recusa. Outro ponto extremamente questionável é o facto de ligarem constantemente de números diferentes, o que torna praticamente impossível bloquear os contactos. Não percebo como este tipo de prática ainda é legal em Portugal. Vou continuar a apresentar reclamações em todos os portais possíveis até o meu número ser removido definitivamente das vossas listas.
Garantia
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente ao Samsung Galaxy Z Fold7 512GB adquirido na Vodafone em 21/07/2025, associado à ordem de reparação OR260010432. O equipamento foi recusado em garantia devido à alegada presença de humidade/oxidação interna, tendo sido apresentado um orçamento de reparação de 1.604,28 €. Não concordo com esta decisão. O Samsung Galaxy Z Fold7 é comercializado e publicitado com certificação IP48 de resistência à água, sendo referido pela própria Samsung que o equipamento suporta imersão até 1,5 metros durante 30 minutos em água doce. Esta característica constituiu um fator relevante na decisão de compra de um equipamento premium desta gama. O equipamento não sofreu qualquer queda, impacto, abertura ou utilização abusiva. Apenas esteve sujeito a contacto moderado com água, dentro da utilização razoavelmente expectável para um equipamento anunciado como resistente à água. O simples facto de existir humidade interna não pode excluir automaticamente a garantia sem demonstração concreta da causa da falha, do ponto de entrada da água ou da inexistência de defeito de fabrico/falha de vedação. Considero existir forte possibilidade de defeito de fabrico ou falha estrutural de estanquidade do equipamento, uma vez que não é normal um equipamento premium com certificação IP48 sofrer danos totais por contacto moderado com água. Solicito: reapreciação integral do processo; relatório técnico detalhado; reconsideração da exclusão de garantia; reparação integral ou substituição do equipamento. Cumprimentos.
Contrato celebrado sem consentimento e incumprimento de proposta comercial aceite
Era cliente MEO há vários anos. Após iniciar portabilidade para a Vodafone, fui contactada pelo Departamento de Portabilidades da MEO em 13/05/2026, com proposta de retenção: pacote M4 por 44,99EUR/mês. Aceitei de boa fé e realizei portabilidade para a MEO, tanto para o meu número como para o do meu marido (que estava na NOS). A minha portabilidade foi concluída a 15/05/2026 e a do meu marido apenas a 18/05/2026, com três dias de atraso por instruções erradas dos serviços da MEO. Desde 14/05/2026 nunca recebi as condições contratuais acordadas nem qualquer confirmação de ativação da proposta, o que impediu o agendamento da instalação. Fui colocada num pré-pago de apenas 1GB, quando o meu plano anterior era de 100GB por 22EUR/mês, ficando sem dados durante vários dias. Realizei inúmeras chamadas pagas a vários números da MEO, sendo sistematicamente reencaminhada entre departamentos sem qualquer resolução. Vários atendentes chegaram a negar a existência da proposta M4 a 44,99EUR/mês, causando fundado receio de burla. Submeti reclamação no Livro de Reclamações (referência ROR0000000045602323). A MEO respondeu afirmando não encontrar serviços associados ao meu NIF, o que é inaceitável dado que tenho número MEO ativo e as portabilidades foram efetuadas pela própria MEO. Submeti reclamações adicionais no Livro de Reclamações em 21/05/2026. Hoje, 21/05/2026, ao contactar novamente a MEO com o objetivo de resolver a questão da instalação do meu serviço de retenção M4 por 44,99EUR/mês, uma atendente realizou um pedido de contrato M3 pelo valor de 53,49EUR/mês SEM O MEU CONHECIMENTO E SEM O MEU CONSENTIMENTO. Só tomei conhecimento deste facto quando fui transferida para outro departamento. Ou seja, foi celebrado um contrato diferente do que aceitei, por um valor superior e por um pacote inferior, sem qualquer autorização da minha parte. Esta situação configura: violação grave dos direitos do consumidor; celebração de contrato sem consentimento; prática comercial desleal; e falha reiterada no dever de informação. Tenho como prova os registos de todas as chamadas efetuadas desde 14/05/2026 e as reclamações submetidas no Livro de Reclamações. Solicito a intervenção da DECO para obrigar a MEO a: ativar as condições acordadas em 13/05/2026 (pacote M4, 44,99EUR/mês); cancelar o contrato M3 celebrado sem o meu consentimento hoje; reembolsar qualquer valor cobrado indevidamente; compensar os prejuízos causados desde 13/05/2026.
Reclamação – DAZN (subscrição e fidelização não claramente informada)
No dia 13/01/2026, subscrevi um serviço da DAZN ao abrigo de uma promoção que anunciava o pagamento de 8,99€ mensais durante 4 meses. No momento da subscrição, não me foi claramente indicado que estaria sujeito a um período de fidelização de 12 meses. A informação sobre essa obrigação contratual não era evidente nem suficientemente destacada no processo de adesão, tendo-me sido apresentada apenas a condição promocional do valor mensal reduzido. Posteriormente, ao tentar proceder ao cancelamento da subscrição, fui informado pela DAZN de que estaria vinculado a um período de fidelização de 12 meses, pelo que não seria possível o cancelamento antes de dezembro de 2026. Perante esta situação, contactei o apoio ao cliente através do assistente no site e também por email para o DAZN Customer Service, tendo recebido a confirmação de que estou fidelizado e de que o cancelamento não será aceite antes do término do período referido. Contudo, considero que esta condição não foi devidamente comunicada de forma clara e transparente no momento da contratação, o que comprometeu a minha decisão enquanto consumidor. Assim, solicito: A análise da legalidade da cláusula de fidelização aplicada; O cancelamento da subscrição sem penalização; E, caso aplicável, a devolução de valores cobrados após o pedido de cancelamento.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores Venho, por este meio, solicitar o vosso apoio enquanto entidade de defesa do consumidor, relativamente a uma situação de atraso injustificado na entrega de uma encomenda pelos CTT – Correios de Portugal. A encomenda em causa, com o número de rastreio LR284099461NL, foi enviada no dia 4 de abril de 2026 e chegou a Lisboa no dia 20 de abril de 2026. Desde essa data, encontra-se retida no centro operacional CTT, sem qualquer evolução no estado de entrega, nem comunicação proativa por parte da empresa. Tem já um mês de atraso no qual demoraria 3 a 4 dias e ninguém deste serviço informa o porquê deste atraso todo solicito a resolução deste problema
Decisão arbitrária da Meo de bloquear o acesso a programas de email IMAP/POP
Exmos. Senhores, Sou utilizador de uma conta de email cujo domínio é @sapo.pt, há décadas. Fui confrontado com uma comunicação do Sapo Mail dizendo que iam fechar o acesso a programas de email IMAP/POP que permitem a transferência para caixas de correio como o Outlook, a não ser que faça uma subscrição para a versão Premium, que é paga. Quem nos pode defender, a nós, clientes de longa data, mas não só, contra esta postura arbitrária da Meo e impedir tal procedimento? Que organismo público pode contrariar a decisão da Meo que nos impede de um dia para o outro de utilizar uma ferramenta tão essencial no nosso dia a dia para comunicar facilmente a nível particular como oficial com qualquer entidade, remetendo-nos para soluções arcaicas, ao termos de fazer mais procedimentos e esbarrarmos num software nada apelativo e com menos recursos face ao que usamos atualmente? Quem pode impedir este autêntico "racket" dos tempos modernos? Obrigado pela vossa ajuda. Com os melhores cumprimentos, José Ribeiro
Equipamento não funciona
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Boa tarde me compraram um telemóvel de oferta , novo na caixa nas instalações da NÓS , abri a caixa tentei ligar o telemóvel e ele não funciona , fui até a nós , expliquei o que aconteceu, não quiseram trocar o equipamento nem fazer a devolução, simplesmente disseram que tem que mandar para a reparação, ou seja para eu a seguir usar um telemóvel novo/reparado, que não faz sentido nenhum além disso existe uma lei em Portugal que eles são mesmo obrigados Em Portugal, a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e o Decreto-Lei n.º 84/2021
Bloqueio indevido de uma conta no instagram
Exmos. Senhores da DECO PRO teste, peço que interceda junto à META, qie bloqueou minha conta no instagram, acontece que é uma conta profissional e não conseguir o acesso tem me causado transtornos. Precisei formatar meu telemóvel e quando vou entrar na minha conta, o instagram envia um código para um número que já não existe e não me dá outra hipótese de verificação. Conta: suelenregooficial Agradeço a ajuda Cumprimentos Suelen Rego Barbosa
Devolvi um TV. Stick. Onde está o meu dinheiro?
Estou à espera desde Março do reembolso de um TV Stick novo comprado no dia 24/03/26 num quiosque UZO e que fui devolver no dia seguinte no mesmo lugar onde o comprei, e que se recusaram a reembolsar-me. Teve que ir por remessa livre e deram-me a morada com o código postal errado ( papel com a morada errada que me deram em anexo) a encomenda andou à deriva até voltar para minha casa sem justificação. Tive que falar com os CTT, andar a pesquisar a morada correta e voltar aos Ctt para enviar de novo o TV Stick que e chegou em Abril à UZO Meo. Enviaram-me uma nota de credito dia 22 de Abril e até hoje dinheiro, nem Vê-lo. Cada vez que ligo, dizem-me que está em processamento e nunca sabem a data de reembolso. Resposta é sempre a mesma - está em análise?Mas em análise o quê? o aparelho nunca foi usado nem a caixa aberta. Não têm brio nem seriedade nenhuma. A data que ponho da ocorrência é a data que comprei fui à loja devolver o stick TV o stick e se recusaram a reembolsar-me. (Dia seguinte à compra). Na minha opinião, deveriam ser obrigados por lei a reembolsar onde foi comprado. Tem máquina multibanco, vendem, aceitam o dinheiro mas não o podem devolver como qualquer outra loja? Porquê? Que privilégios têm em relação outras empresas? Obrigam a remessa livre e dão a morada com erros? O cliente tem de se deslocar aos CTT, comprar um envelope, preencher documentos para a remessa livre e ainda por cima com uma morada errada? Têm o aparelho e o meu dinheiro. Quanto tempo tem de passar e não pagarem até ser considerado uma burla?
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