Reclamações públicas
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Alteração Indevida do Local de Entrega das Encomendas da INPOST
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de entrega das minhas encomendas destinadas ao ponto INPOST de Miranda do Douro. Sempre que o referido ponto de recolha se encontra temporariamente encerrado, nomeadamente por motivo de férias, as minhas encomendas são encaminhadas para o ponto INPOST de Mogadouro, sem qualquer aviso prévio ou solicitação da minha parte. Esta situação é manifestamente inaceitável. Ao pagar os portes de envio, espero que a entrega seja efetuada no local selecionado ou, caso tal não seja possível, num ponto de recolha alternativo razoavelmente próximo, como, por exemplo, Vimioso. Obrigar-me a percorrer cerca de 50 km (aproximadamente 45 minutos de viagem) para levantar uma encomenda representa um transtorno significativo e um custo adicional que não me compete suportar. Esta é já a quarta vez que recebo uma comunicação para levantar as minhas encomendas em Mogadouro, o que demonstra que não se trata de uma situação pontual, mas sim de uma prática recorrente que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Assim, solicito que as seguintes encomendas, identificadas pelos códigos 185185, 936963, 611973 e 918879, sejam transferidas para o ponto INPOST de Miranda do Douro ou, em alternativa, para outro ponto de recolha mais próximo da minha residência. Agradeço que esta situação seja resolvida, caso contrário, verei os meus direitos pelos meios legalmente previstos, incluindo a apresentação de reclamação junto das entidades competentes e o recurso às vias judiciais, se necessário. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva para este problema. Com os melhores cumprimentos, Susana Ventura MAchado
Burla
A Medicare é uma empresa que burla os clientes por telefone. Não tem acordos com ninguém que diz ter. Os profissionais de saúde que foram indicados pela Medicare recusam - se a aceitar os acordos. Foi fazer um exame ao hospital privado de Viana do Castelo, tendo telefonado antes para a medicare como me disseram para fazer, que me encaminhou, e na hora do exame o médico recusou - se a aceitar o plano desta gente, alegando que são falsos e maus pagadores. Exijo o termo imediato do contrato por justa causa.
Informação Enganosa sobre Instalações do Hotel
Venho apresentar novamente a minha reclamação relativamente a uma reserva efetuada através da plataforma eDreams. Antes de efetuar a reserva, consultei atentamente a página do hotel apresentada no website da eDreams. Entre as comodidades anunciadas encontravam-se piscina interior, piscina aquecida, sauna e spa. Estas instalações foram um fator determinante na minha decisão de reservar este hotel, uma vez que procurava especificamente um alojamento que oferecesse este tipo de serviços de bem-estar durante a minha estadia. Com base nas informações fornecidas pela eDreams, concluí a reserva acreditando que teria acesso a essas instalações. No entanto, durante a estadia, verifiquei que nenhuma dessas comodidades existia. Perante esta situação, contactei a receção e a gerência do hotel para obter esclarecimentos. Foi-me então informado que o hotel não dispõe de piscina interior, piscina aquecida, sauna ou spa. Para minha surpresa, a gerência informou ainda que estas instalações não foram encerradas recentemente nem se encontravam temporariamente indisponíveis. Pelo contrário, foi-me confirmado que tais instalações não existem no hotel há mais de 10 anos. Posteriormente, solicitei uma confirmação por escrito, que me foi fornecida pela administração do hotel. Após obter esta confirmação, entrei em contacto com a eDreams para reportar a situação, explicando que as informações apresentadas na plataforma eram incorretas e que tinham influenciado diretamente a minha decisão de compra. Durante as comunicações que se seguiram, a eDreams procurou atribuir a responsabilidade exclusivamente ao hotel, alegando que as informações disponibilizadas na plataforma seriam fornecidas pelo próprio alojamento. Não concordo com esta posição. A minha reserva foi efetuada através da plataforma da eDreams e a decisão de compra foi tomada com base nas informações apresentadas pela vossa empresa no momento da reserva. Enquanto intermediário que promove, apresenta e comercializa o alojamento aos consumidores, a eDreams tem a responsabilidade de garantir que as informações disponibilizadas são corretas, atualizadas e não induzem os clientes em erro. Neste caso, estamos perante informações manifestamente incorretas que permaneceram publicadas durante muitos anos. Não se trata de uma alteração recente das instalações do hotel nem de um encerramento temporário. Segundo confirmação da própria gerência, as comodidades anunciadas não existem há mais de uma década. Se a informação correta tivesse sido apresentada no momento da reserva, eu não teria escolhido este hotel e teria optado por outra alternativa que efetivamente disponibilizasse os serviços anunciados. Apesar de já ter exposto estes factos anteriormente e de ter fornecido evidências claras da situação, continuo sem receber uma resposta satisfatória relativamente à responsabilidade da eDreams nem qualquer proposta de compensação pelos prejuízos causados. Para facilitar a análise do caso, envio novamente em anexo: • Captura de ecrã da página da eDreams onde constam as instalações anunciadas, incluindo piscina interior, piscina aquecida, sauna e spa; • Documento emitido pela gerência do hotel confirmando que essas instalações não existem e que não existem há mais de 10 anos. Considero que fui induzido em erro por informações incorretas apresentadas durante o processo de reserva e que esta situação afetou materialmente a minha decisão de compra e a qualidade da estadia contratada. Solicito, por isso, uma revisão completa desta reclamação por parte da equipa responsável e uma proposta de compensação adequada ao impacto causado por esta informação enganosa. Espero receber uma resposta concreta e definitiva, incluindo a posição da eDreams relativamente à compensação solicitada, uma vez que até ao momento a questão continua sem resolução. Agradeço uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Felipe Figueiredo
eDreams Prime- Reembolso
Venho apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente à cobrança da subscrição Prime no valor de 89,99 €, por considerar que a forma como esta subscrição é apresentada durante o processo de compra e os respetivos Termos e Condições são pouco claros e induzem o consumidor em erro quanto aos seus direitos. A situação teve origem quando adquiri um bilhete de avião para Londres através da plataforma eDreams. Durante o processo de compra, a subscrição Prime é apresentada de forma integrada na aquisição da viagem, sendo extremamente fácil que o consumidor, por um simples momento de menor atenção, acabe por aderir ao serviço sem ter plena consciência de que está a celebrar uma subscrição com renovação automática e futura cobrança de uma anuidade de 89,99 €. No meu caso, nunca tive intenção de subscrever o serviço Prime. O meu único objetivo era adquirir o bilhete de avião. A adesão ao Prime surgiu inserida no processo de compra da viagem, numa apresentação que considero pouco transparente e suscetível de induzir o consumidor em erro. Após o período experimental gratuito, a eDreams debitou automaticamente da minha conta bancária o montante de 89,99 € (no dia 30/06). Assim que tive conhecimento da cobrança, no próprio dia, solicitei de imediato o cancelamento da subscrição e o respetivo reembolso, uma vez que não pretendia usufruir do serviço pago nem beneficiar de qualquer vantagem associada ao Prime. A eDreams recusou o meu pedido, alegando que o período de retratação decorre durante o período experimental gratuito. Contudo, essa interpretação não resulta de forma clara dos próprios Termos e Condições da empresa. Na resposta que enviei à eDreams demonstrei que os seus Termos e Condições distinguem expressamente o "Período Experimental" do "Prazo Prime", referindo inclusivamente que a Taxa Prime apenas é cobrada quando termina o período experimental. Demonstrei ainda que os mesmos Termos preveem o reembolso da Taxa Prime no âmbito do direito de retratação, o que cria objetivamente a expectativa de que esse direito pode ser exercido após a cobrança da taxa. Invoquei igualmente a Lei de Defesa do Consumidor e o Regime das Cláusulas Contratuais Gerais, designadamente o dever de informação clara, completa e transparente e o princípio de que qualquer dúvida na interpretação de cláusulas contratuais gerais deve ser resolvida a favor do consumidor. Apesar disso, a eDreams nunca respondeu aos argumentos concretos que apresentei. Limitou-se a repetir a mesma posição inicial, sem esclarecer a evidente ambiguidade existente nos seus próprios Termos e Condições. Mais grave ainda, no último email recebido, a colaboradora Ana comunicou que aquela constituía a posição final da empresa e informou expressamente que a eDreams deixaria de responder a qualquer correspondência adicional sobre este assunto. Considero esta atitude reveladora de uma manifesta falta de apoio ao cliente, de disponibilidade para esclarecer dúvidas legítimas e de respeito pelos direitos dos consumidores. Entendo que, se os Termos e Condições fossem verdadeiramente claros e inequívocos, a eDreams não teria qualquer dificuldade em responder aos argumentos jurídicos apresentados e esclarecer as dúvidas suscitadas. Em vez disso, optou por encerrar unilateralmente o processo e recusar qualquer esclarecimento adicional, o que apenas reforça a convicção de que as condições contratuais não são suficientemente transparentes. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste para que seja analisada a legalidade da forma como a subscrição Prime é apresentada durante o processo de compra de viagens, bem como a clareza dos respetivos Termos e Condições e a conformidade desta prática com a legislação portuguesa de defesa do consumidor. Solicito ainda que a eDreams seja instada a proceder ao reembolso da quantia de 89,99 €, uma vez que manifestei imediatamente a minha vontade de cancelar a subscrição após a cobrança, nunca tendo tido intenção de contratar este serviço nem de usufruir das respetivas vantagens. Considero esta atitude da eDreams completamente incorreta e oposta ao que é previsto na lei portuguesa atual. Anexo toda a troca de correspondência mantida com a eDreams, da qual resulta evidente que os argumentos apresentados nunca foram verdadeiramente apreciados nem respondidos.
Incompetência
Venho desta forma demonstrar a minha insatisfação para com o serviço prestado por esta unidade de saúde, a minha mulher tem um problema grave na mão, o qual a medica de familia lhe marcou uma consulta nesta unidade de saúde, revlcebemos.uma carta com a marcação para o dia 01/07 ás 9h50 e sem mais informação essa mesma consulta foi antecipada pela unidade sem qualquer contato para nos informar da alteração, hoje no balcao de atendimento disseram que enviaram email e sms mas nós não recebemos qualquer informação acerca dessa alteração, é triste a maneira como o nosso servico de saude brinca com a saude das pessoas contribuintes do nosso País! Disseram que enviaram o dito email mas nao conseguiram mostrar o comprovativo de envio do mesmo para provar tal envio, o certo é que a minha esposa ficou sem a consulta e para remarcar tem de voltar a solicitar à medica de familia, acho uma enorme falta de respeito
Cobrança indevida
No dia 12/02/2026 solicitei por e-mail a não renovação de uma apólice e, embora tenha recebido a confirmação de que o meu pedido seria tratado, continuam a fazer o débito da mesma.
Impress - falta de profissionalismo e seriedade
No dia 23 de Junho de 2026 marquei uma consulta de avaliação com a Impress, no sentido de fazer alinhamento dentário com alinhadores invisíveis Nessa mesma manhã desloquei-me à clínica da Impress em Arroios, local onde captaram imagens da minha estrutura dentária, ainda antes de falar com a dentista responsável, entregaram-me um ipad com uns documentos que deveria assinar. Assinei sem dar a devida leitura já que me encontrava a espera. Ninguém explicou o que era, nem o motivo pelo qual deveria assinar. Mais tarde falei com a pessoa identificado como dentista, e com ela partilhei o que pretendia mudar. Foi uma consulta curta, e bastante superficial de poucos minutos. Ao fim desses poucos minutos a "médica" disse que iria falar com a agente comercial para que ver que plano seria o mais adequado para mim. Aguardei e fui chamada. Ao falar com a responsável pelos planos de tratamentos e orçamentos ela indicou o que seria. Meu plano que na totalidade seria por volta de 3200 euros. Mas que se eu assinasse naquele momento poderia ter um desconto. E ainda havia a possibilidade de fazer o pagamento em 12x a partir de uma cedência de factura, onde o desconto seria de 700 euros. Portanto o tratamento ficaria por 2500. No entanto estas condições só seriam possíveis se eu assinasse naquele preciso momento. Resolvi aceitar. Para verificar se podia ter esse processo com a cofidis a fim de ter o maior desconto possível apresentado, teia de fazer uma inscrição para ver se seria "elegível pela cofidis", disse a pessoa que me atendeu. Ao colocar os meus dados na plataforma indicada da cofidis, em certo momento, solicita os dados do cartão. Ao que pergunto mas já estão a pedir os dados do cartão?" e tive como resposta " se já estão a pedir os dados do cartão é porque foi aceite" (vejo agora com distância que isto já era um esquema organizado pela impress, que todas as pessoas serão elegíveis pela cofidis para esta dita factura).terminei este processo e vim embora. Dentro deste plafond de desconto tinha uma higiene oral incluída que acabei por efectuar nessa mesma tarde. Ao voltar para este efeito nessa tarde, perguntei quando seria a consulta com a médica dentista para falar detalhadamente sobre todo o processo. Esta pergunta foi aceite com estranheza pelos técnicos que realizaram a higiene oral, pois afinal já o processo estava a andar. Senti-me insegura, pedi para falar com a médica dentista que também manifestou estranheza de que querer saber mais detalhadamente como todo o processo iria ser e também que eu tivesse perguntas. Pelo desenrolar da situação e por tudo o que observei nesta clinica neste dia, fiquei insegura e fui pesquisar na net se havia reclamações sobre esta clínica, e confirmei as minhas suspeitas de que não se trata de uma clínica que respeita os seus pacientes nem os direitos das pessoas que ali procuram ajuda. Por perceber ao ler estas reclamações em várias plataforma que o seu modus operandi não será o mais adequado, enviei uma carta registada a cofidis e uma cópia a Impress.a pedir a rescisão do contrato, protegida pelos artigos 17º e 18º Em resposta a essa carta recebi um e.mail da Cofidis a indicar que por não ser um contrato, mas sim uma cedência de factura, indicando que não há por esse motivo qualquer prazo de revogação. e que a revogação terá de ser feita junto da impress. Em resposta ao meu pedido de revogação de contrato, que o mesmo não é possível. Fica bastante clara a estratégia aqui montada (pelos documentos que fazem assinar sem tempo para ler, bem como, de apresentara possibilidade de desconto se fechar o contrato naquele dia, e o esquema montado com a cofidis pay). é clara falta de seriedade por parte desta clínica, que não tem qualquer interesse na saúde e acompanhamento dos seus clientes, mas apenas no seu dinheiro.
Acidente ocorrido sem 13 de abril de 2026, sem resoluçõa
Dia 13 de Março de 2026, quando fazia uma viagem no Metromondego fui vítima de um acidente, que considero ter sido violento, dada o forma como fui projetada. Sofri dois embates: o primeiro, na posição de sentada, que atingiu o barco esquerdo e o lado esquerdo da cara; o segundo com forte pancada nas costas. As imagens do acidente, segundo informação do condutor, estão gravadas, quer internamente quer externamente. Não permiti que me levantassem até à chegada do INEM por receio de uma lesão na coluna, o que, felizmente, não se confirmou. Contudo, as dores nas costas, na presente data, ainda são muito incómodas. Fui atendida no Hospital da Universidade de Coimbra, cujo relatório anexo. Foi requerido o envio do relatório do INEM. Parece que o metro travou para evitar o embate com uma viatura. Volvidos quase 3 meses da ocorrência, a empresa Metromondego demitiu-se pura e simplesmente de qualquer iniciativa. Entretanto, tive de suportar todos os custos dos medicamentos, médicos e exames médicos. o CHUC aguarda o envio da informação. Pedi cópia da participação do acidente e da participação à PSP. Em relação a estes pedidos o silêncio é total. Em deslocação à PSP da Casa Branca , fui informadq de que não houve intervenção do Polícia e de que, como não houve embate com a outra viatura, o acidente é considerado queda e a responsabilidade é do metro momdego A negligência do Metromondego é notória e incompreensível. A resposta dada até ao momento pela empresa foi feita na sequência da apresentaçaõ de uma queixa no Livro de Reclamações. Resposta esta perfeitamente "cozinhada" numa tentativa frustada de se justificarem.
Recusa de aplicação do Direito de Rejeição (Decreto-Lei n.º 84/2021).
Exmos. Senhores, Descrição: Adquiri o produto no dia 22/06/2026 (Fatura n.º20260575602/012484). O artigo manifestou uma avaria logo após a primeira utilização. Estando dentro do prazo legal de 30 dias após a compra, desloquei-me à loja Leroy Merlin das Caldas da Rainha no dia 30/06/2026 para exercer o meu "Direito de Rejeição" previsto no Artigo 15.º do DL n.º 84/2021, exigindo a substituição imediata ou o reembolso. A loja recusou e pretende forçar o envio para reparação contra a minha vontade, o que viola frontalmente a legislação de defesa do consumidor em vigor. Exijo a resolução imediata do contrato através do reembolso do valor pago. Cumprimentos.
Publicidade enganosa e recusa de cancelamento de contrato por justa causa
Exmos. Srs., Venho apresentar reclamação formal contra a MED&CR - Serviços de Gestão de Cartões de Saúde (Medicare) e exigir a rescisão imediata, por justa causa, do plano de saúde conjunto em meu nome e do da minha esposa, contrato 51100081887, por publicidade enganosa e incumprimento contratual. Na adesão, foi-nos garantido acesso a descontos e tratamentos gratuitos na clínica "Espaço Saúde" na Covilhã. Contudo, na primeira visita, a clínica informou não ter qualquer acordo ativo com a Medicare. Procurámos a clínica "Santa Zita" na Covilhã, que exibe o logótipo da Medicare no site. Na consulta, ao questionar a gerente sobre os benefícios, fomos publicamente humilhados. A gerência afirmou que "a Medicare engana as pessoas, nada é grátis e tem de pagar aos dentistas", negando-nos uma simples limpeza dentária (ato contratualizado como gratuito). Sentimo-nos lesados por pagar um serviço cuja rede médica recusa prestar assistência ou reconhecer o contrato. Contactei a Medicare para o cancelamento imediato, mas a empresa recusa e insiste numa fidelização de 12 meses. Fomos contactados três vezes em tom intimidatório, com ameaças de cobranças extra se pararmos os pagamentos. Não toleramos este assédio. O incumprimento das condições anula qualquer fidelização, pois a Medicare não cumpre o acordo (Art. 428.º do Código Civil - Exceção de não cumprimento). Exijo: O cancelamento imediato do plano, sem penalizações ou cobranças extra; Confirmação escrita da rescisão; Eliminação dos dados bancários do sistema. A queixa segue com conhecimento das entidades reguladoras. Cumprimentos, Renato Coito
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