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Segurança mal educada
Exmos senhores, no dia 06-02-2026 dirigi me ao centro de saúde Cruz de Malta para acompanhar a minha filha numa consulta médica, quando lá chegámos o centro de saúde estava em obras bastante po, barulho, trabalhadores a passarem com coisas de um lado para o outro tudo cheio de lixo, o pó estava ser incomodativo tinha várias pessoas de várias idades que até colocavam lenços, cachecóis a tapar a boca e o nariz, minha filha está grávida e não estava a se sentir bem ali com tanto pó eu abri a porta para entrar, entretanto vêm uma segurança com uma falta de educação tremenda fechar a porta na qual eu disse que não fechava porta pois o pó estava a incomodar e a minha filha não se estava a sentir bem qual não foi o meu espanto que a dita senhora diz que pegue numa cadeira e se sente fora do centro de saúde, pois a senhora estava com frio tendo o ar condicionado ligado com temperatura alta e um pó intenso lá dentro levo uma resposta dessa dita senhora super arrogante sem maneiras de estar num cargo daqueles, pois de todas as vezes que lá tenho ido essa senhora está sentada ao telemóvel já assisti mais do que uma vez pessoas que não conseguem tirar as senhas e essa senhora nem se dá ao trabalho de ajudar têm as pessoas que estão na sala de espera lá ir ajudar, a senhora se não é capaz ter uma maneira educada de falar com as pessoas não serve para estar num sítio desses para lá estar ao telemóvel todo dia sem educação que dê o lugar a outra pessoa educada e que se digne ajudar as pessoas quando precisam e dias maus todos temos mas têm que ter educação coisa que a dita senhora não tem nem um bom dia, nem uma boa tarde é capaz de dar as pessoas.
Abordagem(malcriada)na angariação de novos clientes novos cliente
Ex .mo Sr.DIRECTOR DE RECRUTAMENTO de PESSOAS para a angariação de novos clientes No dia 6 do corrente mês (fevereiro) fui abordada, pelas 18.00, por um senhor(com o nº de TM -930 565 907) que se identificou como operador da Endesa e explicitou os valores praticados pela vossa empresa quer a nível de luz quer a nível de gás. Insistindo de forma agressiva que eu procurasse a factura a fim de compararmos valores e eu negando-me a fazê-lo pois não era a altura certa, afirmou categoricamente: « A sr.ª é mesmo BURRA, pois estou a apresentar as melhores condições e não quer.» Ripostei que ia pôr-lhe um processo por ser tão malcriado e insultuoso. Gostaria de processar a empresa Endesa por ter colaboradores com tão baixo nível de educação na abordagem de novos clientes. Com os meus cumprimentos Paula C.
venda enganosa da meo
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação grave de venda enganosa por parte de um representante da MEO, que resultou num contrato que não corresponde ao que me foi garantido no momento da adesão. 1. Engano inicial relacionado com o tablet O processo começou com uma situação de venda enganosa relacionada com um tablet. O vendedor omitiu que a adesão obrigava ao débito direto, apesar de eu ter afirmado claramente que não queria débito direto. O vendedor aceitou avançar mesmo assim, apenas para concretizar a venda. Reclamei e essa situação acabou por ser resolvida, mas demonstra já um padrão de falta de transparência. 2. Novas informações falsas descobertas posteriormente Hoje, numa chamada com a MEO, fui informada de algo ainda mais grave: deixei de ter internet limitada, apesar de o vendedor me ter garantido que manteria exatamente as mesmas condições, incluindo a internet limitada para mim e para a minha filha. Neste momento, tenho apenas 200 MB de internet, o que é manifestamente insuficiente e muito pior do que tinha antes. Além disso, chamadas de WhatsApp estão a ser cobradas, algo que nunca aconteceu no meu serviço anterior. Isto coloca-me numa situação de total incerteza sobre o valor da próxima fatura, pois estou sujeita a custos adicionais que nunca me foram comunicados. 3. Situação atual: estou pior do que antes O vendedor garantiu que manteria as mesmas condições, mas isso não corresponde à realidade. Estou a pagar por um serviço inferior ao que tinha e sujeito a custos adicionais imprevisíveis. Isto é inaceitável e configura uma prática comercial desleal. 4. Tentativa da MEO de imputar culpa ao consumidor Quando reclamei, a MEO tentou justificar-se dizendo que enviou o contrato e que eu deveria tê-lo lido. Reconheço que não o li em detalhe, mas isso não elimina a responsabilidade da empresa. Os consumidores confiam na informação prestada pelos profissionais que representam a empresa. Não é aceitável que a responsabilidade seja transferida para o consumidor, como se fosse obrigatório ler todas as letras pequenas para não ser enganado. Os funcionários da MEO têm o dever de prestar informações verdadeiras, completas e transparentes. A assinatura de um contrato não legitima práticas enganosas nem invalida o direito do consumidor a ver reposta a verdade contratual. 5. Pedido de correção imediata ou cancelamento sem penalização Assim, solicito que a DECO intervenha para que a MEO: - Corrija imediatamente o contrato, aplicando exatamente as condições que foram garantidas pelo vendedor; ou, em alternativa, - Proceda ao cancelamento do serviço sem qualquer penalização, com recolha de todos os equipamentos instalados. Adicionalmente, solicito que a MEO seja obrigada a: - Emitir resposta por escrito, clara e fundamentada. - Reconhecer a falha na informação prestada pelo seu representante. - Garantir que não serão cobrados quaisquer valores adicionais ou penalizações decorrentes desta situação criada pela própria empresa. Agradeço à DECO o apoio na defesa dos direitos do consumidor e na reposição da legalidade nesta situação.
Preço errado | Devolução não aceita
Boa tarde! Efetuei uma compra na Douglas do Colombo no dia 05/02 de um óleo da loreal Paris de 90ml onde o valor na prateleira era de 25€, chegando em casa fui conferir os talões e verifiquei que cobraram 44,99 pelo óleo, pensei aconteceu algum erro, mas tudo vem ou devolver o artigo. No dia de hoje 06/02 fui novamente na loja devolver o artigo, para o meu espanto fui informada que a loja não aceitava devolução do artigo apenas trocas, mesmo o artigo estando totalmente lacrado e intacto, fiquei abismada pois a loja está induzindo o cliente ao erro, estou muito chateada com a situação mas dê qualquer forma fui da uma volta pela loja para vericar se tinha alguma que me interessava para então efetuar uma troca, fui novamente na secção de loreal e para o meu espanto o preço estava lá ainda de 25€ no óleo da loreal de 90ml, chamei um colaborador para questionar o preço do produto o mesmo leu a etiqueta que falou que era 25€ eu questionei se ele tinha certeza, ele foi então bater o produto ao caixa para verificar o valor e confirmou que era então 44,99€ informei que a placa com o valor está induzindo o cliente ao erro, mas nada mudou e não resolveram meu problema. Visto toda a situação que passei pessoa que verifiquem a situação e desejo poder devolver o produto e ter meu reembolso total. É uma loja que perdeu meu respeito e não indico pra ninguém, além de efetuarem propaganda enganosa, induzem o cliente ao erro. Não aceito não devolver o produto. Obs: o preço médio do artigo é 35 euros. Att, Kethellyn Monteiro
Perda total do veiculo
Exms Senhores, Venho por este meio solicitar ajuda apara a situação exposta. A minha mae, Maria da Natividade de Matos Henriques, teve um acidente automovel a dia 02/12/2025. Acionámos o seguro do veiculo – seguro contra todos os riscos – Caravela Seguros – para peritagem do veiculo – matricula 84-XZ-51, que foi realizada e o mesmo foi dado como perda total. O veiculo em questão é um Critroen C1 1.0 VTI FEEL, cujo o valor médio comercial, é de cerca de €10.500,00. Como resposta da seguradora, a mesma indica que o valor do seguro imediatamente antes do seguro é de €4.615,05, a descontar o valor do veiculo como salvado, no valor de €1.719.00- avaliado pela empresa SOLVE, mais o valor da franquia. Qual o meu espanto, dado que tinha conhecimento do valor comercial do veiculo, quando me deparo que o veiculo foi avaliado a baixo valor. O contrato com a seguradora foi efetuado 06/08/2021, com um pagamento de €284,36, em que a avaliação do veiculo era de €9.000,00, contrato esse feito por um intermediário. Ate então, a minha mãe, através do intermediário, foi liquidando as anuidades, sendo que a ultima foi em 08/2025, sem ter conhecimento que o valor do veiculo assegurado tinha decréscimos acentuados. Ou que não correspondia à realidade. Já coloquei a questão à seguradora, como é que o valor do veiculo desde 06/08/2021 ate à anuidade de 2025/2026, tem um decréscimo de %51.278 A seguradora não me informa, coloca em causa, não haver reclamações no período vigente do contrato e só haver reclamações após o acidente. Tendo os contratos sidos efetuados por um intermediário, sendo os seus atos da responsabilidade da segurada, contratos esses apresentados à minha que prontamente liquidou as anuidades, julgando a mesma, por desconhecimento do trabalho desse mesmo intermediário, que estava a pagar a anuidade com um valor justo para a avaliação do veiculo. Segundo a seguradora, o decréscimo por anuidade, não chega sequer a%1, encontra-se correto. Os valores pela minhas contas não estão corretos. Julgo que a minha mãe foi levada ao engano, ao liquidar os valores apresentados, sem sequer ter sido informada dos valores a que o veiculo esta a ser avaliado. A seguradora não responde as minhas questões e está a atrasar um processo por conveniência. A vossa atenção. Sandra Luís
Suspeita de burla de venda de vouchers sem prestação de serviço.
Venho apresentar queixa por suspeita de burla contra a empresa Skydive Maia, relativa à venda de vouchers para saltos de paraquedas. O voucher foi adquirido em 2022. Desde então, tentei reiteradamente usufruir do serviço, tendo os agendamentos sido sempre cancelados pela empresa, sem posterior remarcação efetiva. Alegadamente estaria na lista de casos urgentes, o que nunca se verificou. Apesar de sucessivos contactos, nunca me foi prestado o serviço nem devolvido o valor pago. O pedido de reembolso foi recusado, a justificação dada foi de que o voucher foi comprado em promoção e por isso não podiam reembolsar, entretanto a empresa cessou atividade, existindo múltiplos relatos públicos de lesados na mesma situação. Considero ter sido induzida em erro, penalizada e sem qualquer contrapartida, motivo pelo qual apresento a presente queixa para efeitos de investigação criminal.
Troca ou reembolso do dinheiro
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar a compra de um par de sapatos de salto alto adquiridos na vossa loja pelo valor de 24,95€, os quais foram vendidos com defeitos evidentes (marcas de uso e manchas de tinta), apesar de comercializados como novos. No momento da compra não me foi permitido verificar o estado do artigo, uma vez que a caixa não foi aberta. Quando me apercebi dos defeitos, no dia em que necessitava de utilizar os sapatos para um evento profissional, dirigi-me à loja e foi-me recusada qualquer solução imediata de troca ou reembolso, causando-me transtornos profissionais. Foi-me indicado que a situação seria resolvida no prazo de cerca de duas semanas, prazo esse já ultrapassado, sem qualquer resposta ou resolução até à data. Entretanto, perdi a fatura da compra e solicitei uma 2.ª via, pedido que me foi recusado, apesar de a compra ter necessariamente registo nos vossos sistemas. Considero inaceitável que esta situação resulte na perda do valor pago por parte do consumidor, sem que este fique com o artigo, enquanto a empresa não assume responsabilidade por um produto defeituoso. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, solicito a resolução imediata da situação, através do reembolso do valor pago ou da substituição do artigo, à minha escolha. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Na ausência de resolução, recorrerei aos meios legais ao meu dispor.
Encomenda não foi entregue - cliente ausente
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à entrega da encomenda nº 1248516401, prevista para hoje. Pelas 14h18, recebi notificação a indicar “entrega falhada – cliente ausente”. Esta informação é falsa. Tanto eu como a minha esposa estivemos em casa durante todo o período de distribuição. O meu escritório tem janela direta para a porta de entrada do prédio e não houve qualquer tentativa de contacto: ninguém tocou à campainha; ninguém telefonou; ninguém se deslocou à porta do prédio. Contactei de imediato a GLS Lisboa, onde fui atendido pela colaboradora Vânia Pedro. Expus a situação e a resposta apresentada foi que deveria aguardar um QR code para levantar a encomenda numa loja parceira em São Pedro. Considero esta solução inaceitável, pelos seguintes motivos: A entrega foi solicitada e paga para morada domiciliária, onde estive presente a aguardar. O incumprimento não foi do cliente, mas sim do motorista, que registou incorretamente “cliente ausente”. Foi-me indicado que o registo poderá ter sido feito “por lapso”. Se assim foi, a solução lógica seria corrigir o erro e proceder à entrega em casa, e não transferir o ónus para o cliente. Foi-me ainda dito que, para nova tentativa de entrega domiciliária, a encomenda teria primeiro de ir para uma loja parceira, depois regressar ao armazém do Estoril e só posteriormente voltar a distribuição, sem qualquer previsão de prazo — o que na prática tenta forçar o cliente a deslocar-se. A colaboradora referiu não conseguir contactar diretamente a agência do Estoril nem o motorista, sugerindo inclusive que fosse eu, cliente, a tentar resolver a situação, o que considero totalmente inadequado. A abordagem e postura demonstradas foram tudo menos orientadas para a resolução. Em nenhum momento houve tentativa de escalamento interno, contacto com o motorista ou proposta concreta de correção célere de um erro que, alegadamente, partiu da vossa equipa. Registos incorretos de “cliente ausente” quando não houve tentativa de entrega são graves, prejudicam o cliente e colocam em causa a credibilidade do serviço prestado pela GLS. Assim, solicito: Reavaliação imediata da ocorrência e nova tentativa de entrega na morada correta, com caráter prioritário; Esclarecimento formal sobre o sucedido; Garantia de que situações semelhantes não se repetem. Informo ainda que apresentarei igualmente reclamação junto da empresa onde efetuei a compra, no sentido de evitar a utilização da GLS como transportadora, dado o impacto negativo que este tipo de ocorrência tem na confiança do cliente final. Aguardo uma resposta célere e a resolução desta situação com a urgência que se impõe. Com os melhores cumprimentos,
Enganada no Seguro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao processo de acionamento do seguro associado ao equipamento adquirido, bem como à interpretação que está a ser feita das respetivas condições contratuais. Nas Condições Gerais do seguro é referido que a Seguradora "suportará os custos de substituição por outro equipamento igual, OU caso este não se encontre disponível, por outro com caraterísticas técnicas semelhantes, tendo como valor de referência máximo o valor do Equipamento Segurado". Do ponto de vista da língua portuguesa, a redação adotada, e em particular a utilização de vírgulas e da conjunção alternativa, conduz à interpretação de que a limitação do "valor de referência máximo" se aplica ao segundo cenário. Esta ambiguidade resulta da forma como a cláusula foi redigida e apresentada, e não deve por isso ser imputada ao consumidor. Acresce ainda que, no momento da contratação do seguro, a informação transmitida pelo operador da loja foi determinante para a decisão de adesão, tendo me sido explicado, de forma clara, que em caso de sinistro o equipamento seria substituído por outro igual, desde que continuasse a ser comercializado e independentemente de eventuais variações de preço, sendo apenas equacionada a substituição por equipamento semelhante e tendo como referência o valor pago, no caso de o modelo deixar de existir no mercado. Ainda que reconheça que essa informação foi prestada verbalmente, é inegável que contribuiu para a formação de uma expetativa legítima quanto ao alcance da cobertura contratada, coerente com a leitura literal e gramaticalmente plausível da cláusula constante das Condições Gerais. Existe assim uma discrepância evidente entre a redação efetiva ao contrato, a informação comercial prestada no ato de venta e a interpretação restritiva agora da Seguradora. Não está em causa a obtenção de qualquer vantagem indevida, mas o cumprimento daquilo que, à luz da redação contratual e da informação prestada no momento da compra, foi me dito. Cumprimentos.
ENCERRAMENTO DA EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS SEM AVISO AOS CLIENTES COM VALES A AGUARDAR UTILIZAÇÃ
Adquirimos 4 vouchers para os saltos de paraquedas e fizemos a primeira marcação para dia 18/11/2023. Perto da data, recebi um email a dizer que não era possível realizar os saltos devido às condições climatéricas! Entretanto, reagendámos + 4 vezes, sempre por indisponibilidade da SKYDIVE, para as datas: 24/02/2024 / 20/10/2024 / 15/03/2025 e 12/07/2025. Acabo de saber que o Skydive da Maia está fechado permanentemente e não fui informada de que não teria, nem o salto, nem a devolução do dinheiro! Como é lógico, deveríamos ser estornados dos valores em questão, uma vez que nunca conseguimos efectuar os saltos por impossibilidade / indisponibilidade da empresa. Trata-se, portanto, de uma falta de respeito para com os clientes e de profissionalismo.
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