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Fraude e não resolução
Após vários emails, 1 telefonema sem resolução e um cancelamento não solicitado. Há mais de 15 dias que não me resolvem a situação nem me respondem. No passado dia 13 de Março fiz a reclamação no portal da queixa, ainda sem resposta também: Caros Senhores Venho ao vosso contacto por referência à reserva n.º 6117694384, no Hotel Prinsotel La Pineda, Cala Ratjada (Maiorca), para os dias 23 a 27 de agosto. Neste seguimento, gostaria de expor a V. Exas. o seguinte: 1. No dia 23 de fevereiro de 2026, fiz a reserva supra, através da plataforma Booking, nos exatos termos que constavam da plataforma. 2. Concretamente, agendei as datas (23 a 27 de agosto de 2026), reservei e procedi imediatamente ao pagamento do valor de € 226,00, tal como constava da plataforma. 3. Neste contexto, recebi o email de confirmação da reserva, com todas as condições acordadas: de 23 a 27 de agosto de 2026, em regime de meia pensão para dois adultos, pelo valor de € 226,00 - ver documento em anexo. 4. Com o email de confirmação, o contrato celebrado entre mim e V. Exas. tornou-se válido e eficaz, passando a vincular as partes. 5. Não obstante, no passado dia 12 de março de 2026, recebi um novo email a informar que "a acomodação cometeu um erro óbvio quando registrou a tarifa para a [minha] reserva (...)" e que poderia manter a minha reserva se concordasse com a tarifa correcta, i.e., € 3.589,27. 6. Ora, conforme é do vosso conhecimento, os contratos vinculam as partes e o seu cumprimento deve obedecer aos princípios da boa-fé. 7. No caso concreto, verifica-se um incumprimento contratual grave, como a flagrante violação do princípio da boa-fé. 8. Com efeito, eu atuei de acordo com os mais elementares princípios da boa-fé, reservei um hotel através de uma plataforma, que à partida, deveria ser fidedigna, como a Booking, com base nos termos e condições que estavam a oferecer, e cancelam-me a reserva, alegando que houve um erro óbvio no registo da tarifa. 9. Ora, se esse erro existiu, que não aceito, o mesmo não me é imputável, uma vez que o contrato se consumou nos termos acordados e confirmados pela Booking. 10. Como V. Exas. bem sabem, o fornecedor tem deveres de prestar informações claras, objetivas e adequadas, de forma a salvaguardar os interesses económicos do consumidor. 11. Publicitar uma oferta e, mais de 15 dias depois da reserva confirmada, contactar o consumidor a informá-lo de que houve "um erro óbvio" e que, para manter a reserva, deverá pagar mais de € 3.000,00, consubstancia uma prática comercial problemática e em clara violação das regras de defesa do consumidor. 12. Atento o supra exposto, exijo o cumprimento específico da reserva nas condições confirmadas: dias 23 a 27 de agosto de 2026, regime de meia pensão, dois adultos, pelo valor de € 226,00. Fico a aguardar as vossas notícias. Com os melhores cumprimentos Atentamente, José Costa
3 AVARIAS IGUAIS NO ESPAÇO DE 1 ANO!
Caríssimos, Ontem (28/3/2026), pela terceira vez consecutiva, a minha máquina de lavar loiça Candy avariou! Apesar de não ser técnica, sei que problema é rigorosamente o mesmo, uma vez que avariou tal e qual como das outras duas vezes! O técnico que veio anteriormente foi sempre o mesmo. Da última vez perguntei-lhe quando é que me davam uma máquina nova, caso o problema se voltasse a repetir. O técnico diz que não davam, que continuavam a arranjar! Isto é VERGONHOSO! Isto é claramente um EDF, e quem paga é que sai prejudicado! Estou extremamente indignada! Estou constantemente a ser prejudicada e lesada e continuo sempre com o problema por resolver, porque a solução é sempre temporária! Agradeço que se disponibilizem a vir recolher esta porcaria desta máquina de uma vez por todas e que façam chegar outra igual, ou devolvam-me o valor que paguei por um equipamento estragado, para que possa adquirir um que funcione! Obrigada!
Encomenda danificada
Exmos Srs. Adquiri um termoacumulador à KIBO (encomenda nº 100118020), tendo o equipamento sido entregue no dia 20 de março de 2026 em estado bastante danificado. A entrega foi efetuada de forma totalmente inadequada, tendo o equipamento sido deixado na via pública e com a embalagem selada, o que impossibilitou a verificação imediata do estado do produto. Após o transporte para casa e abertura da embalagem, verifiquei que o equipamento apresentava múltiplas mossas. Contactei de imediato o entregador, que se desresponsabilizou, remetendo-me para o fornecedor. Nesse mesmo dia enviei email com fotografias a reportar a situação. Perante a ausência de resposta, realizei diversos contactos telefónicos e novos emails ao longo dos dias seguintes. A resposta da KIBO surgiu apenas cerca de uma semana depois, limitando-se a informar que apresentou uma reclamação junto da transportadora. Até ao momento, não foi apresentada qualquer solução concreta ao cliente. Importa salientar que: • O contrato de compra foi celebrado com a KIBO, sendo esta responsável pela entrega do produto em condições; • A eventual responsabilidade da transportadora é uma questão interna que não pode prejudicar o cliente; • Existe urgência na resolução, uma vez que o equipamento é necessário para a conclusão de obras em curso. Após múltiplas tentativas de contacto e total ausência de resolução, fui forçado a adquirir o equipamento junto de outro fornecedor. Neste momento, continuo a aguardar: • A devolução integral do valor pago; • A recolha do equipamento danificado, sem quaisquer custos para o consumidor. Trata-se de uma situação claramente evitável e de uma falha grave no serviço ao cliente, tanto ao nível da entrega como, sobretudo, na ausência de resposta e resolução.
Não me reembolsam por dano no envio da encomenda
Vendi e enviei uma espécie de tostadeira mas de fazer mini donuts na vinted seguindo o seu padrão de cuidado de envio. A compradora diz que um. Dos cantos se partiu no transporte embora na queixa aleguei que está muito bem acondicionado. A plataforma de vendas não me quer reembolsar nem proteger o meu pagamento, apesar de ter provas de que o artigo estava bem protegido. Isso acontece porque a plataforma considera que o acondicionamento não foi suficiente para os padrões deles, ignorando as fotos que envei, assim como o fato de ter seguido todas as suas diretrizes de acondicionamento e embalagem. Como tirei fotos do item em perfeito estado aquando do embalamento e do mesmo envolto em plástico, papel de bolhas, plástico com ar, e plástico almofadado, finalmente numa caixa de cartão fechada com fita cola onde estava de maneira a não chocalhar. Como já provei que o item estava bem e eles só dizem que a embalagem era insuficiente mas sem mostrarem como. Contesto a decisão (Appeal): Não fiquei apenas pelo chat automático. Pedi para falar com um supervisor para uma reclamação mais formal, onde fui ignorada. Anexei novamente todas as fotos do antes, durante e depois. Os atendentes da Vinted enviavam-me respostas automáticas, ignorando-me e simplesmente colocando a opção de eu finalizar a conversa. Quando eu carregava no ainda preciso de ajuda simplesmente ignoravam-me outra vez e voltavam a colocar sistemáticamente a opção para eu finalizar a conversa. 2. Prova de Embalagem: Reforçei que usei caixa de cartão rígida e várias camadas de plástico de bolha, cumprindo as normas de transporte. Se a caixa chegou amassada ou furada, o erro foi da transportadora (manuseamento negligente) e não da embalagem. A própria compradora alegou que o item estava muito bem embalado, e tenho printescreen de tal, assim como eles, pois na queixa dela que o item estava partido ela disse que o item estava muito bem embalado. É inadmissível eu cumprir todas as regras deles, ser ignorada e negligênciada e ficar em perda do item e do dinheiro. Exijo justiça, se eu cumpri a minha parte a seguir as regras a Vinted que cumpra a sua parte. Não pode ser só exijir e não cumprir se tem seguro para me compensar se o transporte danificou o item, que o acionem, estamos a falar de apenas 9,99€. Sejam corretos e honestos.
Péssimo serviço
O serviço da MyAuchan de Paço de Arcos (R. Marquês Fronteira 2 A a E, 2770-123 Paço de Arcos) é péssimo. Há uma estátua de sapo de louça na entrada da loja, acima do frigorífico, símbolo racista contra a comunidade cigana, que não deveria ser admitido pelo código de ética da Auchan. A loja está sempre muito suja e sem os produtos básicos. Os funcionários não gostam que os clientes utilizem o cartão Auchan. Me sinto tão mal que optei por não frequentar mais o estabelecimento. Uma pena! Sempre gostei da Auchan e acho que estes comportamentos inadmissíveis refletem muito mal na marca
Burla
Assunto: Reclamação formal – prática abusiva, divergência de preços e impossibilidade de utilização de voucher Venho por meio deste formalizar minha total insatisfação com a agência de viagens RUMBO, em razão de práticas desrespeitosas e prejudiciais ao consumidor. Após o cancelamento de uma viagem adquirida, fui informado, quase seis meses depois, de duas opções: receber 134€ em conta ou o valor integral de 216€ em voucher. Optei pelo voucher, acreditando ser a opção mais justa e transparente. No entanto, ao tentar utilizar o voucher, deparei-me com divergências inaceitáveis: o valor das passagens no site era diferente do valor no aplicativo, sendo obrigado a concluir a compra pelo aplicativo, sem qualquer opção de aplicar o voucher no site. Essa situação demonstra falta de transparência, imposição de condições desvantajosas e prática abusiva por parte da empresa. Além disso, a impossibilidade de aplicar o voucher no site, somada à discrepância de preços entre plataformas, revela uma conduta que prejudica o consumidor e fere princípios básicos de boa-fé e honestidade nas relações comerciais. Com base nesta experiência, considero que a RUMBO apresenta condutas irregulares e não confiáveis, e registro minha recomendação de extrema cautela a qualquer consumidor que pretenda utilizar seus serviços. Exijo que a situação seja analisada e solucionada de forma justa e imediata. Atenciosamente, Humberto Dantas
Avaria do farol após reparação
Na inspeção periódica foi detetado alteração na lâmpada do farol esquerdo da minha carrinha Opel Insignia. Levei a carrinha à Oficina MCSCAR de Portimão para colocar lâmpada nova. Comprei a carrinha em 2013 e nunca teve problemas nos faróis até então. A partir desse momento começou o farol a ganhar humidade por dentro. Tentaram resolver o problema por três vezes sem resultado até que por fim não se responsabilizaram pela avaria e disseram que o farol teria de ser substituído por avaria deste.
Valor nunca devolvido
Fiz um pagamento digital pela ppro payment pelas 2:50 da manhã o qual foi rejeitado no site que queria o produto e o valor nunca foi devolvido para a minha conta. Qual o meu espanto quando venho pesquisar sobre o que é a ppro e só aparecem queixas da mesma situação. Por favor analisem esta situação.
Recusa ilegal de devolução – compra online (direito de livre resolução)
No dia 18/03/2026 adquiri online à entidade Farmaciasdirect.pt uma bomba tira-leite elétrica Philips Avent. Após receção, abri apenas a embalagem para verificar o funcionamento do produto, não tendo sido utilizado. Verifiquei que o equipamento apenas funciona ligado à corrente elétrica, característica essencial que não foi devidamente indicada na descrição do produto. Dentro do prazo legal de 14 dias, exerci o direito de livre resolução, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, tendo a empresa recusado a devolução com fundamento na abertura do produto e alegadas razões de higiene. Contudo, a abertura da embalagem para verificação é legalmente permitida, o produto não foi utilizado e não existe qualquer selo de inviolabilidade. Adicionalmente, apesar de recusarem formalmente a devolução, a empresa chegou a agendar recolha do produto através da transportadora CTT Expresso, que se deslocou ao local numa sexta-feira pelas 16:30, sem qualquer aviso prévio de data ou hora, não tendo sido possível efetuar a recolha. Considero que existe incumprimento dos direitos do consumidor, nomeadamente do direito de livre resolução. Pretendo a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago.
PCDIGA: Produto com defeito intermitente, perda de embalagem original e negação de garantia
Exmos. Senhores da DECO e Apoio ao Cliente da PCDIGA, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a PCDIGA devido a um processo de garantia (RMA n.º 4100140841) inaceitável e negligente. Os factos são os seguintes: Defeito Confirmado: Adquiri uma placa gráfica RTX 4060 que apresenta falhas intermitentes graves. Apesar de ter enviado provas em vídeo irrefutáveis do mau funcionamento, a PCDIGA insiste em devolver o produto alegando que 'não detetou anomalia' em testes rápidos de bancada. Dano Patrimonial (Perda de Embalagem): No processo de assistência, a PCDIGA perdeu a minha embalagem original. Devolveram-me a placa numa caixa genérica de cartão, causando uma desvalorização direta do meu património. É inadmissível que uma loja de informática não zele pelos bens dos clientes sob a sua custódia. Má-fé no Pós-venda: A loja tenta eximir-se da responsabilidade legal, empurrando o problema para o fabricante, quando a Lei das Garantias é clara: a responsabilidade perante o consumidor é do vendedor. A minha exigência: Não aceito a abertura de novos processos de RMA repetitivos. Exijo a resolução do contrato com a emissão de uma Nota de Crédito no valor total de 319,90€, para que possa adquirir um modelo funcional na loja, pagando a diferença se necessário. O caso já foi reportado ao TRIAVE (Processo n.º 709/2026/RM/AS) e ao Livro de Reclamações Eletrónico. Não desistirei até que o meu direito como consumidor seja respeitado e o dano da perda da minha embalagem seja compensado
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