Reclamações públicas

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N. E.
02/12/2024
MEO

iPhone não enviado

Exmos. Senhores, No dia 2 de novembro de 2024 encomendei um iPhone 16 Pro pela loja virtual da MEO cuja previsão de entrega era de dois dias úteis. No entanto, após ter feito a compra, a previsão de entrega mudou para duas a três semanas. Este tempo já passou e, quando contactada, a empresa diz que não pode me dar uma previsão certa para que o iPhone seja entregue. Por outro lado, a loja virtual voltou a disponibilizar o produto a pronta entrega. Gostava de receber alguma actualização sobre essa encomenda e saber por quanto tempo mais terei que esperá-la. Cumprimentos. Alex Vieira Machado

Resolvida
M. M.
02/12/2024

Perda de garantia e perda de anel de um relogio

Exmos. Senhores, No dia 04 de agosto de 2024 efetuei a compra do equipamento smartwatch XIAOMI S3 Black na loja XIAOMI Store Coimbra, pelo valor de 129,99€; No dia 22 do referido mês, voltei à loja com o equipamento porque, 5/6 dias antes, o anel do mostrador do equipamento tinha saído, originando a perda do mesmo. Uma vez que não houve mau uso do equipamento, a não ser o fim para o qual se destina, não compreendo como é que de um equipamento novo se solta uma peça sem razão aparente; A solução apresentada pelo colaborador de loja seria eu comprar um novo anel, não tendo a garantia de que o mesmo poderia voltar a acontecer; Solicitei então que fosse feita a avaliação do equipamento, devido aos factos apresentados anteriormente; A resposta dada por parte do reparador oficial da Marca (TAMET) foi a de que o problema apresentado não estava abrangido pela garantia e que teria de pagar um orçamento no valor de 80,23€, sem especificar qual o problema do equipamento e em que é que se baseavam ao fazer um orçamento daquele valor; Depois de vários telefonemas e enviado email para a TAMET a solicitar que fosse revista a solução dada pelos mesmos, fui informado que teria de ser a loja a fazer qualquer tipo de contacto com eles; Algum tempo depois desloco-me à loja, depois de contactado pela colaboradora, que me informa que posso levantar o equipamento, mas se quiser o anel mostrador terei de ser eu a custeá-lo, e que o reparador oficial da Marca – TAMET me retira a garantia do equipamento por mau uso do mesmo, referindo que apresentava riscos e falta de tinta; Informei que não faria o levantamento do equipamento mediante tais justificações e condições apresentadas, pois foram tiradas fotos ao equipamento na própria loja, e o mesmo não apresenta qualquer dano, a não ser a falta do anel mostrador; Face ao exposto, e depois de ser “empurrado” da loja que representa a Marca para o reparador oficial da Marca e vice-versa, coloco as seguintes questões, que gostaria de ver esclarecidas: 1. Como é possível o cliente ser posto em causa, depois de acusado de fazer mau uso do equipamento, sendo que o uso que foi dado consistiu na colocação e uso no pulso (supostamente é esse o propósito de um relógio)? 2. Pode o reparador oficial da marca fazer um orçamento sem discriminar o que é orçamentado e retirar a garantia de um equipamento com base em declarações que não correspondem à verdade (falta de tinta e riscos)? 3. Tenho de ser eu, como cliente, a ficar lesado, uma vez que, passados três meses em que estive sem o equipamento e sem o valor dele, me deparo com o problema inicial – um relógio sem o anel do mostrador porque sai sem razão aparente, não havendo garantia de que possa vir a acontecer novamente o mesmo? Solicitei tirar fotografias ao equipamento em loja, uma vez que referem que o mesmo apresenta arranhões e falta de tinta, e foi-me negado o pedido, a menos que efetuasse o levantamento do relógio nas condições que me colocaram ( sem o anel mostrador e PERDA DA GARANTIA) De referir, que continuo sem o relógio em meu poder. Cumprimentos. Marco Matos

Encerrada
P. S.
02/12/2024

Exposição de Burla

Venho, por este meio, apresentar a seguinte queixa relativamente a um esquema de burla de que fui vítima, envolvendo a operadora NOS. No dia 21 de novembro, fui contactado por um suposto operador da MEO, que me informou que o meu contrato com a MEO terminaria no dia 25 de novembro e que o valor da mensalidade iria aumentar (de 42€ para 75€). O operador explicou que tal aumento se devia ao facto de a rede de fibra óptica na minha zona pertencer à operadora NOS, sendo necessário dividir os custos de aluguer da infraestrutura entre a MEO e o cliente. Face a esta informação, manifestei a minha intenção de procurar outra solução e não continuar com a MEO nas condições apresentadas. Poucos minutos após esta chamada (cerca de 10-15 minutos), fui contactado pelo Sr. João Santos (contacto: 937 210 593), que se identificou como vendedor da NOS. Este senhor apresentou-me uma proposta mais vantajosa, com um valor mensal inferior, o que me levou a optar por assinar contrato com a NOS. Durante a conversa, questionei o Sr. João Santos sobre o processo de devolução dos equipamentos da MEO, ao que este respondeu que trataria do assunto por mim. No mesmo dia, recebi uma chamada do Sr. José Paiva (contacto: 965 310 079), que se identificou como funcionário da Altice. Este senhor informou-me que não deveria entregar os equipamentos da MEO numa loja, pois seria enviado um estafeta às minhas instalações para recolher os equipamentos após 30 dias do início do contrato com a NOS. Pedi para me enviarem esta informação por SMS ou email, o que foi feito pouco tempo depois. Face à situação, decidi contactar a Provedoria da MEO, demonstrando a minha indignação pelo aumento anunciado e explicando a razão pela qual tinha decidido assinar contrato com a NOS. Dias depois, recebi uma chamada da Provedoria da MEO, pela Sra. Amélia Ramos, que me informou que tinha sido alvo de burla. Fui esclarecido que o meu contrato com a MEO apenas terminaria em outubro de 2025 e que o aumento de preço comunicado era falso. Informaram-me também que tanto a chamada recebida como a mensagem relativa à recolha dos equipamentos eram fraudulentas. A Sra. Amélia Ramos explicou ainda que, caso tivesse tentado devolver os equipamentos numa loja MEO, teria sido imediatamente informado de que o meu contrato estava em vigor até 2025. Quando recebi esta informação da Provedoria da MEO, já tinham sido instalados os equipamentos da NOS na minha residência (a 25 de novembro). Perante esta situação, dirigi-me à loja NOS no Mar Shopping para expor o caso. A equipa informou-me que deveria formalizar o pedido por escrito para a Provedoria da NOS, o que fiz de imediato. A 28 de novembro, recebi uma mensagem da Provedoria da NOS, indicando que deveria recorrer aos meios digitais e que só interviriam caso não fosse encontrada uma solução por esses canais. Nesse mesmo dia, dirigi-me à loja NOS na Boavista (Porto) para solicitar o cancelamento do meu contrato. Ao final do dia, recebi uma chamada do Sr. Carlos Azevedo, operador da NOS, que me apresentou duas opções: cancelar o contrato pagando 400€ ou prosseguir com o mesmo, assumindo a NOS o valor da rescisão com a MEO. Expliquei que estava no período de 14 dias para exercer o direito de livre resolução, como previsto na lei, e que fui vítima de um esquema de burla. Contudo, o operador insistiu que teria de pagar a penalização. Contactei o meu advogado, que confirmou que, enquanto consumidor, tenho o direito de rescindir o contrato no prazo de 14 dias sem qualquer penalização. Além disso, tendo sido alvo de um esquema de burla, fui orientado a apresentar uma queixa-crime contra os responsáveis, o que pretendo fazer.

Encerrada
M. P.
02/12/2024

Reclamação por bloqueio de portabilidade de três números móveis

Exmos. Senhores, Desde o dia 29/11/2024, estou a tentar realizar a portabilidade de três números de telemóvel para outro operador. No novo operador, informaram-me que a Vodafone está a impedir esta portabilidade. Contactei a linha de apoio da Vodafone, onde me disseram que deveria falar com o novo operador. Ao contactar novamente o novo operador, fui informado de que a Vodafone continua a bloquear o processo. Retornei à linha de apoio da Vodafone, mas já estou há mais de duas horas a tentar falar com um assistente. O atendimento automático coloca-me em espera com música sem oferecer soluções. Tentei também expor a situação ao assistente virtual TOBi, mas este afirmou não compreender o problema e encaminhou-me novamente para o contacto telefónico, resultando em mais uma hora de espera. Este processo tornou-se extremamente frustrante e ineficaz. Apenas pretendo obter ajuda ou uma simples explicação sobre o motivo pelo qual a Vodafone está a impedir a portabilidade dos meus três números móveis. Saliento que não tenho qualquer contrato ativo, fidelização vigente ou valores em dívida com a Vodafone. Pergunto: onde está a responsabilidade da Vodafone no atendimento e suporte aos seus clientes? Aguardo uma resposta e uma solução rápida para este problema. Cumprimentos.

Encerrada
C. V.
02/12/2024

Televisão - Clube viva

Exmos. Senhores, Adquiri uma televisão através do clube viva da Vodafone , a mesma não apresenta qualquer marca de má utilização e a Vodafone ignora os meus inúmeros pedidos e reclamações na resolução do problema. Continuo com uma televisão que não dá imagem, comprada em Fevereiro deste ano. Cumprimentos.

Encerrada
P. C.
02/12/2024

Publicidade de empresas fraudulentas

Exmos. Senhores, Recentemente fui vítima de uma burla de uma empresa - Outparks, que “vendia” produtos da marca Parkside, comercializados também no Lidl. Acontece que essa empresa promove os produtos, recebe o dinheiro e não envia os produtos aos clientes. Admito que não tive o cuidado necessário de ir verificar se a empresa era fiável. Contudo, o que me fez relaxar a minha vigilância, foi o facto de me aparecer a publicidade desses produtos sempre que via notícias, publicidade aceite e promovida pela Google. Nunca me passou pela cabeça que a Google aceitasse publicidade de empresas fraudulentas. Reclamei para a Google, expliquei a fraude e eles responderam-me o seguinte : “Analisamos novamente o anúncio que você denunciou (ID 1-2383000037251). Nossa equipe determinou que o anúncio não desobedece às políticas de publicidade da Google. Por isso, decidimos não tomar medidas contra esse anúncio. O caso está encerrado…” Ora, na minha opinião, parto do pressuposto que a Google é de confiança e não promove vigarices. Como tal sinto-me enganado pela Google e penso que esta deveria ser co-responsabilizada. Cumprimentos. Paulo Coimbra

Encerrada
D. D.
02/12/2024

Aumento da fidelização sem consentimento

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar da empresa Nós, pois ao ir verificar o mercado para talvez de futuro mudar de operadora. Verifiquei que a Nós, o serviço que tenho atualmente fidelizou o meu contrato que se encontra em nome da minha esposa Cátia Iolanda Fernandes Neves Delgadino até Abril de 2026, sendo que não aderimos a nenhum serviço extra e nunca ficámos fidelizados mais do que um ano anteriormente. Eu lembro-me que a fidelização terminava no máximo a julho de 2025 e agora de repente está em 2026, parecendo-me ser uma burla devido á entrada de novas empresas no mercado. Solicito o vosso apoio se possível nesta situação pois de momento estamos muitos insatisfeitos com o serviço da Nós, sendo que até já entrámos em contacto várias vezes com o apoio técnico da mesma e nunca nos resolveram a situação até ao momento. Com os melhores cumprimentos, Diogo Delgadino.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
J. X.
01/12/2024
MEO

Promoção vencida

Exmos. Senhores, Estive à procura de um tablet para comprar e ao andar pelo shopping 8ª avenida em São João da madeira na loja da MEO vi uma oferta que me chamou atenção era um tablet que vinha com case com pen e teclado wi-fi resolvi adquirir o produto como fiz paguei a reserva e esperei ele chegar, quando o produto chegou não veio o teclado físico ao questionar a vendedora sobre isso ela disse que aquela promoção já estava vencida e estava escrito nas linhas pequenas o que eu não tinha reparado pois não imaginei que algo exposto em promoção já não valia mais, fiquei muito frustrado pois esse era um dos motivos de eu ter adquirido o produto, vir com estes periféricos. A vendedora disse que não poderia fazer nada que era assim mesmo, então pedi o livro de reclamações e fiz uma reclamação, como resposta recebi: "Verificamos que, à data da compra, já tinha terminado a campanha de oferta do teclado. Esta informação estava disponível para consulta, por parte do cliente, conforme esclarecimentos prestados pela nossa loja" Gostaria de saber se é comum este tipo de marketing, colocando anúncios vencidos a exposição e se isso está de acordo com as leis em Portugal caso tenha sido erro, gostaria de receber o teclado. Fiquei muito frustrado e me senti enganado. Sem tecer comentários sobre o atendimento totalmente desmotivado por parte dos vendedores. Em anexo a foto da exposição do produto. Cumprimentos.

Encerrada
D. P.
01/12/2024

Apoio ao cliente.

Exmos. Senhores, No passado dia 29 de Novembro de 2024 tentei entrar em contacto, o apoio ao cliente, pelas 17 horas no qual fiquei à espera 1 hora e ninguém atendeu. Hoje dia 1 de Dezembro de 2024 estou a tentar entrar em contacto novamente desde as 10:45 da manhã no qual após meia hora ainda ninguém atendeu apenas o robô a dizer"lamentamos ainda não nos foi possível atender, aguarde por favor. É uma situação inadmissível, quero tratar do meu contrato e não me é possível, visto os mesmo não atenderem ou contactarem mais tarde como dão essa opção. Cumprimentos.

Encerrada
D. F.
29/11/2024
MEO

Reclamação contra a MEO - Venda a prestações recusada

Exmos. Senhores, DECO Olá, Meu nome é Daniel, sou cliente da MEO há quase 3 anos e venho enfrentando dificuldades para adquirir um equipamento a prestações, mesmo atendendo às condições gerais descritas pela empresa. Recentemente, solicitei a compra de um equipamento a 24 ou 36 meses, mas a MEO rejeitou o pedido alegando que minha autorização de residência, válida até junho de 2025, não atende a uma suposta exigência de ter validade superior ao número de prestações. Contudo, essa exigência não está explícita nas condições gerais de venda fornecidas. Considero essa prática injusta e discriminatória, já que outros critérios foram atendidos: sou cliente com serviços há mais de 6 meses, sem dívidas pendentes e com débito direto ativo. Além disso, já realizei uma compra anterior a prestações, com o parcelamento aprovado e integralmente quitado. Essa recusa me faz sentir constrangido, especialmente porque parece direcionada a clientes estrangeiros, ignorando a legalidade da minha documentação. Não encontrei justificativa objetiva ou base nas condições gerais para tal exigência. Gostaria de saber como proceder para garantir meus direitos como consumidor, obter um tratamento justo e evitar que práticas semelhantes prejudiquem outros clientes. Agradeço pela atenção e fico à disposição para fornecer mais informações sobre o caso. Atenciosamente, Daniel Vinicius de Faria Tel 926250320/ danielviniciusf11@gmail.com

Encerrada

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