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Venda de pacotes fraudulenta
Venho por este meio solicitar a devolução, em dinheiro (atual valor comercial), dos 3 pacotes registados na Área deCliente do Odisseias. Quando decidi utilizar os pacotes comprados, verifiquei que se trata de um esquema fraudulento disfarçado. Os pacotes em especifico são os 'Viva os Noivos! Exclusivo | 500 Hotéis' e 'Viva os Noivos! 260 Hotéis', contudo, esta situação deve-se verificar com outros. Na compra dos pacotes verifiquei que estava incluído: duas noites, no caso do pacote 'Viva os Noivos! Exclusivo | 500Hotéis' e, uma noite no caso do pacote 'Viva os Noivos! 260 Hotéis', no Évora Hotel. Quando tentei efetuar a reserva, quer num pacote quer noutro, verifico que me é exigido o pagamento de um 'Upgrade', termo utilizado pelos próprios, de 88 euros, no caso do pacote com as duas noites e 37 euros no caso do pacote com uma noite. Desloquei-me ao balcão da Odisseias no Norteshopping para reclamar e foi me dito que não tinham livro de reclamações físico porque não precisavam e, tinha de efetuar a reclamação online. Logo aqui fiquei bastante desconfiado sobre a veracidade da informação. Para além disso, a menina referiu que já tinham ocorrido erros de marcação de Hotéis com estes pacotes referidos, e que tinha de ligar para a linha de apoio. No dia seguinte, entrei em contacto com a linha de apoio e disseram me que é assim que funciona, pode ser cobrado o valor do tal 'Upgrade', sempre que a Odisseias assim entender, e referiu o ponto 'i' dos termos e condições: " "PACK", “E-PACK” ou “E-VOUCHER” – MARCAÇÃO, RESERVA E REALIZAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS i. O voucher é válido de acordo com a disponibilidade de cada parceiro (dias de semana e/ou fins de semana). Para mais informações, consulte a disponibilidade de cada parceiro no site www.odisseias.com ou diretamente com o parceiro. Devido ao elevado número de reservas para fins de semana, feriados e períodos de época alta, recomendamos que realize a sua marcação com a maior antecedência possível. Poderão inclusivamente, em alguns parceiros, ser cobrados custos adicionais de acordo com o período de reserva escolhido e não contratado para as ofertas de estadias " Ora, no voucher, só refere que poderão ser cobrado valores adicionais em época alta, de março a setembro, e, dependendo do parceiro, em determinados períodos. Ao telefone com o Évora Hotel, este indicou que as datas entre 2 e 5 de dezembro de 2025, não eram consideradas para nenhuma das situações e não existia alteração de valor da noite. Novamente em contacto com a linha de apoio, a menina referiu que essas datas são estipuladas pela Odisseias, e que este valor de 'Upgrade', se a odisseias assim o entender, pode ser sempre solicitado seja em fevereiro, novembro ou outro altura do ano qualquer. Conclusão, o valor da reserva efetuada diretamente no Hotel fica bastante mais económica. O Hotel incluído no voucher, só se pode utilizar se pagar um valor adicional, contudo, não está escrito em nenhum local quais as datas em que este valor pode ser cobrada. Que é como quem diz, é como a Odisseias quiser, e pode ser o ano todo. Isto é um esquema claro e inequívoco de vender gato por lebre, uma vez que os Hotéis com melhor cotação, 4 e 5 estrelas, tem todos um valor adicionar para reservar. Quero o valor dos meus pacotes, pode ser o valor comercial atual mesmo que seja inferior, mas não quero ter nada que ver com este esquema montado pela Odisseias. Em anexo segue a reclamação efetuada no livro de reclamações online.
Apoio ao cliente
Exmo(a) Senhor(a), Escrevo para formalizar uma reclamação referente à reserva de voo 40-80105835 para Lisboa/Roma - Roma/Lisboa efetuada através da Booking. Ao realizar a reserva para 3 pessoas, inseri os nomes completos de todos os passageiros. Contudo, no momento do check-in, verifiquei que o meu nome estava incompleto (apenas primeiro e último nome), enquanto os outros dois estavam corretos. Achei estranho, uma vez que este é o nome que consta no meu registo da Booking. Antes da viagem, telefonei para a booking, por duas vezes, e também solicitei uma investigação cabal da situação. Como não recebi número de caso referênte à reclamação apresentada decidi expor a situação por e-mail. À qual me responderam que deveria ligar para o número 308805835. Quando liguei para este número a agente pediu-me para esperar alguns minutos, e informou-me que os logs foram analisados enquanto eu estava à espera, e que apenas o meu primeiro e último nome constavam nos registos, o que considero uma resposta superficial e tecnicamente impossível de ser verificada em minutos A agente tem acesso ao nome que o sistema integrou, a agente certamente não tem acesso a como o nome foi integrado no sistema, ou seja o nome foi integrado pelo que foi escrito manualmente, ou pelo nome que constava inicialmente na base de dados? Este tipo de informação não está disponível aos agentes do apoio ao cliente, o departamento de informática é o departamento adequado para avaliar este tipo de discrepâncias. Neste tipo de situação é necessária uma análise informática aprofundada, como qual a origem dos dados (base de dados ou inserção manual do nome) e os registos de auditoria/logs. Não estou a reclamar do valor pago pela alteração, mas sim pela falta de vontade e esforço para investigar uma possível falha sistema, como bug de software, problema de integração de dados ou corrupção de dados, que é possível em sistemas informáticos. Eu sei que os agentes com quem eu falei não poderiam fazer a análise requerida, mas demitiram-se da sua responsabilidade de encaminhar o assunto para o departamento adequado. Os agentes simplesmente assumiram que o cliente escreveu o nome incompleto. A minha solicitação foi para que uma investigação cabal fosse realizada, o que não aconteceu. A terceira agente também disse que iria enviar os "logs" que analisou, mas até à data ainda não os recebi. Solicito, por este meio, uma investigação técnica aprofundada para apurar a causa exata desta discrepância, e não uma simples confirmação da informação que me foi dada por telefone. A Booking tem a responsabilidade de garantir a integridade dos dados das reservas e de investigar possíveis falhas nos seus sistemas, e esclarecer como os dados pessoais dos passageiros são integrados no sistema. Aguardo uma resposta com o número do processo e um compromisso de análise técnica detalhada. Com os melhores cumprimentos.
Instalações, Recursos e Serviços Deficitários e Perigosos
Caros, Venho pelo presente meio apresentar reclamação relativa ao estado deplorável e inadmissível das instalações e serviços prestados no Solinca Colombo. Uma vez que a Solinca não resolve estas situações no seguimento das reclamações apresentadas pelos utilizadores através dos seus sistemas internos de reclamações, talvez a única forma de o fazer é através da apresentação de reclamação por meios externos de reclamações. A única intenção é essa, que as situações que irei expor sejam resolvidas. Como não foram através dos meios internos “discretos”, não resta outra opção senão reclamar de forma pública. Estive, por mais de um ano, impossibilitado de frequentar o Solinca Colombo e, quando acerca de 3 semanas o voltei a frequentar, qual não é o meu espanto com o estado deplorável e inadmissível das instalações e serviços prestados. Deparei-me com um cenário em que: 1) Nenhuma esteira, máquina de braços e bicicleta elíptica tem internet (o que implica também não ter televisão). Justificação que me foi dada por um dos instrutores: as obras e picaretagens a decorrer (ou, que decorreram) no Colombo. Questiono eu: E o que estão a fazer para restabelecer a internet nas instalações? Já há mais de 1 ano que havia várias máquinas sem internet e, agora, nenhuma tem. Quando vão restabelecer a internet? Há 1 mês, ou mais, que não há sinal de alguma coisa estar a ser feita para o restabelecimento. 2) A sauna masculina encontra-se num estado de degradação e decadência inenarráveis. Não só apenas uma das duas resistências que aquece o espaço está ligada (a outra encontra-se permanentemente desligada), o que torna a sauna ineficaz para os propósitos aos quais deveria servir, uma vez que meia sauna não é uma sauna, bem como as estruturas de madeira para os utilizadores se sentarem encontram-se quase inutilizáveis. A bancada superior, para quem entra, encontra-se totalmente partida e inutilizável, e a bancada inferior, à esquerda de quem entra, está a partir-se e a desfazer-se a olho nu. Perante este cenário, não é possível confiar na segurança de nenhuma parte das estruturas de madeira. Esta situação não só constitui um claro desrespeito por quem paga uma mensalidade que pressupõe serviços, recursos e instalações a funcionarem em plenas condições, como constitui um flagrante e seríssimo risco para a integridade física dos utilizadores da sauna masculina. Todos os utilizadores que questionei e que apresentaram reclamação deste (e dos outros factos que expus) à Solinca Colombo pelos seus meios internos de apresentação de reclamações, responderam-me a mesma coisa – que a Solinca justifica o não fazer reparações nenhumas nas máquinas do Piso 2 e na sauna masculina no Piso 1 com o facto de que, supostamente, lá para o final de 2026, irão abrir novas instalações no Colombo, pelo que, não estão dispostos a fazer nenhumas obras, reparações ou qualquer coisa do género nas instalações atuais. Perante esta dita justificação, questiono eu: O que uma coisa tem que ver com a outra? Como é que o (alegado) facto de virem a existir novas instalações no futuro justifica não se ter as atuais instalações a funcionar em pleno? Eu (e, por extensão, todos os outros utilizadores) pago uma mensalidade por inteiro, uma mensalidade que pressupõem que tudo nas instalações esteja a funcionar em pleno, não a meio ou a um quarto de gás. Aliás, mensalidades essas cujo valor, anualmente, não pára de aumentar, ao contrário da qualidade dos serviços e recursos oferecidos pela Solinca Colombo, os quais não param de diminuir sem que a Solina Colombo faça coisa alguma a respeito. Se não querem fazer quaisquer reparações e ter as instalações a funcionar em pleno, ou façam o respetivo e equivalente desconto na mensalidade dos utilizadores, ou então fechem as instalações até que abram as novas no Colombo, e permitam que os utilizadores tenham acesso a outros clubes Solinca, em Lisboa, que tenham sauna e demais instalações a funcionar em pleno. E se um acidente grave acontecer na sauna masculina em resultado do atual estado deplorável e perigosíssimo dela? Se alguém se ferir gravemente por cair, ser perfurada por pregos ou cair em cima das chapas metálicas da estrutura que aquece a sauna, ou até chegar a ocorrer um acidente fatal, que justificação dará a Solinca Colombo à opinião pública de todo o país e perante um juiz em tribunal? Que não fez as devidas obras de reparação em danos por demais identificados e reclamados nas instalações (obras essas que acredito que levem apenas não mais que uma, no máximo, duas noites, a realizar) porque, supostamente, irão abrir novas instalações no final de 2026 e consideram que, por isso, não devem manter as atuais instalações a funcionar em pleno, sem risco para a integridade física e em concordância com a mensalidade que cobram? Que juiz irá dar razão a essa justificação? Onde é que isso está previsto no código penal português? O que uma coisa tem que ver com a outra? E será que alguém que queira usar sauna quereria tornar-se novo utilizador da Solinca Colombo se soubesse de antemão que a sauna não é sauna porque a Solinca Colombo não quer ter ambas as resistências ligadas e quer forçar os utilizadores a contentarem-se só com uma que não aquece o espaço ao nível de uma verdadeira sauna? E, mais, se também soubesse de antemão que a Solinca Colombo insiste (e vai continuar a insistir) em ter a sauna masculina a operar nessas condições mas que lhe vai cobrar a mensalidade como se a sauna estivesse a funcionar em pleno? Eu questiono: Quando é que a Solinca Colombo vai, de facto, na prática, resolver estas questões? Não é quando é que a Solinca diz que vai resolver, porque palavras leva-as o vento. A questão é muito simples e de suma importância: Quando é que a Solinca Colombo vai passar aos atos de resolver estas questões? Fico a aguardar não apenas uma simples resposta padrão vazia cheia de nada mais que intenções e palavras que não levam a nada. Espero, sinceramente, que esta reclamação (e, porventura, outras reclamações semelhantes de outros utilizadores) resulte em ações concretas por parte da Solinca Colombo que resolvam satisfatoriamente as situações expostas.
‘Poço - Quarto Obsoleto e de Risco, com Chuveiro em ‘Poço
Estou a apresentar uma reclamação sobre o alojamento ‘Samesame Coliving’, em Lisboa, cujo nome legal é Abelhinha Gulosa LDA, onde fui colocado num quarto denominado ‘Poco Room’, divulgado no site como ‘quarto conceptual’. As condições encontradas levantam sérias dúvidas sobre segurança, y higiene. O quarto tem um poço/chuveiro no meio da divisão, a poucos pés de uma tomada elétrica ativa, representando um risco evidente. A ventilação é insuficiente, existe cheiro a mofo, humidade excessiva e sinais claros de falta de manutenção. Senti-me mal devido ao odor e às más condições. Nas fotografias é até possível ver bolor verde. Tenho fotos e vídeos que comprovam a situação. Peço que a ASAE investigue urgentemente o cumprimento das normas de segurança e das práticas comerciais, dado que este quarto tem sido alugado há anos e gerado lucro nestas condições. Esta situação representa um perigo real para futuros hóspedes e exige intervenção imediata.
Má prestação de serviço e atendimento inadequado por parte do suporte da Booking
Venho apresentar uma reclamação referente à experiência extremamente negativa que tive com o serviço de apoio ao cliente da Booking, decorrida no dia de hoje. Estive cerca de 4 horas em contacto com o suporte técnico, tendo realizado cinco chamadas para resolver um problema simples: a minha reserva concluída no dia 13 de novembro não estava a ser contabilizada para o programa Genius da Booking. Durante estas tentativas, ocorreram várias situações graves que considero uma falta de respeito pelo consumidor: 1. Chamadas desligadas sem explicação, justificadas apenas com alegados problemas no sistema. 2. Numa das chamadas, permaneci mais de 1 hora em espera, até que a própria música de espera cessou, indicando possível timeout. 3. O colaborador responsável nessa chamada demonstrou comportamento impróprio, tentando falar por cima de mim e sendo indelicado. Para além disso, antes de me transferir para o supervisor, perguntei-lhe se ele estava disponível, o qual respondeu que sim. Aguardei cerca de 20 minutos sem obter resposta. Após esse tempo, o colaborador retornou à chamada, pedindo desculpas pela demora. Com isto, aproveitei para o questionar do porque de me ter dito que estava disponível quando na realidade não estava, tendo me voltado a redirecionar para a linha de espera, onde fiquei então 1 hora a aguardar sem sucesso. 4. Esse mesmo colaborador garantiu que me iria transferir para um supervisor, o que não ocorreu, constituindo uma clara falta de seriedade e transparência. 5. Apenas à quinta chamada o problema foi finalmente resolvido, algo que deveria ter sido tratado rapidamente e sem necessidade de um desgaste tão elevado da minha parte. Estas práticas representam uma má prestação de serviço, falta de profissionalismo e um desrespeito pelo tempo e pelos direitos do consumidor. Solicito, por este meio, que a DECO intervenha e avalie: • A qualidade e fiabilidade do suporte prestado pela Booking; • A conduta dos colaboradores envolvidos; • A necessidade de melhorias claras na assistência ao consumidor, de forma a evitar que outros clientes passem por situações semelhantes. Estou disponível para fornecer comprovativos do ocorrido ou qualquer outra informação necessária. Tiago Almeida
Reembolso não efetuado
No dia 25 de novembro, estava no Aeroporto Schiphol, em Amesterdão, quando perdi o voo para Lisboa (HV 5953), junto com uma funcionária, devido a uma mudança repentina e incompreensível no portão de embarque (uma mudança em um curto período de tempo). Por causa dessa mudança — eu e a minha funcionária, Isabel de Jesus, fomos para o portão indicado no primeiro anúncio e permanecemos lá — perdendo, assim, o nosso voo. Foi uma mudança tão radical que não conseguimos acompanhar o ritmo para voltar ao portão. Depois disso, fomos ao balcão da Transavia (percebendo que outras pessoas também tinham perdido os seus voos devido ao mesmo problema), explicámos a situação e garantiram-nos que tínhamos duas opções: podíamos mudar para outro voo no dia seguinte, com hotel, refeições e voo pagos pela Transavia, ou podíamos comprar outra passagem com outra companhia aérea no mesmo dia (25), e que a Transavia certamente pagaria essa despesa mais tarde. Optámos pela segunda opção. Enviámos, portanto, um email, com o recibo dos voos novos, para que nos pudessem reembolsar na conta apropriada. Gostaria de salientar que, se verificarem o voo da TRANSAVIA (também anexei os nossos bilhetes da Transavia), verão que isto também aconteceu a outras pessoas. Mais: verão que as alojaram em hotéis nessa noite, assumindo, portanto, o erro. Agora, recusam-se a pagar e dizem que não existiram contratempos. Responderam-nos que não iriam pagar. Aguardamos apoio da vossa parte. Obrigada.
Caução não recebida e valores elevadissimos debitados
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha surpresa e insatisfação relativamente às várias cobranças efetuadas na sequência do aluguer de um Nissan em Cascais, realizado entre 23 e 28 de novembro. Segue abaixo o detalhe dos valores cobrados: 113,00 € – Valor pago via Booking 448,19 € – Pagamento efetuado no balcão com cartão de débito (foi logo retirado do cartão) Posteriormente: 117,99 € – “Limpeza especial”, apenas por existirem vestígios de terra no chão do veículo (não fui informado previamente de que seria obrigatório entregar o carro limpo) 80,00 € – Taxa por ida a Espanha (ok e expectável) 40,64 € – Portagens (ok e expectável) 168,19 € – Seguro adicional (pedi apenas cobertura de riscos exteriores ao veículo, de riscos, mas o valor cobrado foi significativamente superior ao esperado) Total cobrado até este ponto: 968,01 € Além disso, não recebi qualquer devolução da caução. Esta semana foram retirados 177 € e 288 €, sem qualquer explicação ou fatura correspondente. Assim, até ao momento, o total cobrado atinge 1.433,01 €, sem que me tenha sido apresentada uma justificação clara, nem devolvida a caução. Peço, por favor, uma explicação imediata para todas estas cobranças e a regularização urgente da caução e de quaisquer valores cobrados indevidamente. Aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos,Iris Mota Subject: Complaint – Unjustified charges and no refund of deposit Dear Sir/Madam, I am writing to express my surprise and dissatisfaction regarding several unexpected charges related to the rental of a Nissan in Cascais, from 23 to 28 November. Below is a breakdown of the amounts charged: €113.00 – Booking.com payment €448.19 – Payment made at the counter with debit card (the money was removed in the moment) Afterwards: €117.99 – “Special cleaning” due only to some dirt on the floor (I was never informed that the car had to be returned fully cleaned) €80.00 – Fee for driving to Spain (ok and expected) €40.64 – Toll charges (ok and expected) €168.19 – Additional insurance (I requested coverage only for external damages, yet I was charged a much higher amount) Total charged up to this point: €968.01 In addition, I have not received the deposit refund. This week, two additional charges of €177 and €288 were debited from my account without any explanation or invoice. At this moment, the total amount charged is €1,433.01, with no clear justification and no deposit returned. I kindly request an immediate explanation for all these charges and the urgent refund of the deposit and any unjustified amounts. I look forward to your prompt response. Best regards,Iris
Produto Falso
Exmos Senhores, Efetuei uma compra no website da empresa Gigaly referente ao artigo “Calendário do Advento de design com figuras POP – Star Wars ”. Assim que recebi o produto, a 20 de novembro, verifiquei que o item enviado não corresponde ao produto original apresentado nas imagens da página do site. O artigo recebido é uma réplica, de qualidade inferior, não estando em conformidade com o anunciado e induzindo o consumidor em erro. No próprio site da empresa consta a informação: “Devolução de mercadorias em até 100 dias” e “Possibilidade de troca em 100 dias”, condições que reforçam o direito do consumidor à devolução do artigo. Enviei já um pedido de suporte à empresa a informar que pretendo devolver o produto e solicitar o reembolso integral, mas até ao momento não obtive qualquer resposta, o que me coloca numa situação de total ausência de suporte pós-venda e incumprimento das condições divulgadas pela própria empresa. Pretendo o reembolso total do valor pago, estando disponível para proceder à devolução do produto, aguardando apenas indicações de como fazê-lo. Empresa: Gigaly Nº da encomenda: 130119 Produto adquirido: “Calendário do Advento de design com figuras POP – Star Wars ” Número de rastreamento: CNG00776037213051 Página do produto no site: https://gigaly.pt/product/calendario-do-advento-de-design-com-figuras-pop-star-wars?var=1916225&gad_source=1&gad_campaignid=23152337950&gbraid=0AAAABBSqlX4H-l4kljr84tgjUAITyNHqv&gclid=CjwKCAiA3L_JBhAlEiwAlcWO5_iQuo65dj3T_nqoDMSy9BaQdeojEiMsVjFzVEjAWhU73Msv1aKIpBoCtGUQAvD_BwE Data de entrega: 20 de novembro
Cobrança duplicada
Houve uma duplicação de cobrança na minha conta. Não se trata de pré-autorização, mas de débito real confirmado pelo meu banco, que deixou meu saldo negativo. Já fui notificada pela instituição financeira. Preciso da regularização imediata e da emissão do comprovativo de estorno. Agradeço prioridade por se tratar de erro de cobrança.
Perda da embalagem original de produto deixado para avaliação e proposta de compensação insuficiente
Exmos. Senhores. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um incidente ocorrido na loja CEX de Castelo Branco. No dia 22 de novembro de 2025, deixei na loja um par de Headset Corsair HS80 RGB Premium Wireless, acompanhados da sua caixa original, para serem avaliados. Ainda nesse mesmo dia, a loja apresentou a avaliação inicial e manifestei interesse num outro artigo disponível na loja CEX do Glicínias, em Aveiro, que não tinha fotografias online. A colaboradora da CEX Castelo Branco enviou, nesse momento, uma mensagem aos colegas dos Glicínias a pedir mais detalhes sobre esse produto. Foi-me pedido que regressasse nos dias seguintes (segunda ou terça-feira), pois não haveria resposta imediata por parte da outra loja. No dia 26 de novembro, regressei para obter informações e para levantar os meus headsets, uma vez que entretanto já não tinha interesse no artigo de Aveiro. Para minha surpresa, o colaborador devolveu-me os headsets sem a caixa original, apesar de estes terem sido entregues com ela. Após procurar no armazém e falar com os restantes colegas, foi-me informado que a caixa tinha sido perdida ou possivelmente descartada, sem que fosse apresentada qualquer justificação adequada. A perda da caixa representa uma desvalorização direta e objetiva do artigo, constituindo um prejuízo causado exclusivamente pela loja, uma vez que o headset foi entregue completo. No dia 27 de novembro, desloquei-me novamente à loja e preenchi o Livro de Reclamações. Durante esta interação, foram-me apresentadas várias propostas inconsistentes: primeiro Categoria C (26 €), depois Categoria B, e, após contacto telefónico com a gerente, o valor correspondente à Categoria A (36 €). Todavia, mesmo esse valor não cobre o prejuízo real, já que um headset idêntico, completo e com a caixa, se vende no mercado de segunda mão (OLX, Marketplace, etc.) por cerca de 50 €, montante que eu pretendia obter caso não tivesse sido prejudicado pela perda da embalagem. No dia 28 de novembro, a minha namorada deslocou-se à loja apenas para confirmar a disponibilidade da gerente para conversarmos pessoalmente. A gerente dirigiu-se a ela de forma imediata e pouco profissional, afirmando que não iria aumentar o valor, desvalorizando o problema com a frase “é só uma caixa de cartão”, justificando que o colaborador responsável “está em formação” e que “é normal erros acontecerem”. Recusou ainda indicar o seu horário de trabalho, dificultando a continuação de um diálogo presencial e cordial. Perante estes factos, solicito uma resolução adequada. - Reconhecimento formal da responsabilidade da loja pela perda da caixa original; - Atribuição de uma compensação justa e proporcional ao prejuízo causado; - Garantia de conduta profissional e adequada por parte da gerência da loja; - Garantia de que a situação não se repetirá com outros consumidores. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo resposta. Cumprimentos Tiago Filipe Fonseca Pinto
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