Reclamações públicas

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L. S.
15/03/2025

CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA nº 1239581900 - BPI - BPI

Banco BPI Exmos Senhores: Junto envio em anexo a minha carta datada de 11/2/2025 à qual ainda não obtive resposta, como já passou um mês sem terem solucionado o problema da documentação do veículo que se tem arrastado desde 23/8/2023 e também da falta de envio das faturas/recibo das prestações mensais pagas por débito direto, venho mais uma vês chamar a atenção para esta falta de cumprimento, lamentável da vossa parte. Agradeço resposta rápida com a devida solução. Cumprimentos All Eyes on Us Patrícia Sousa e Silva Gerente

Resolvida
P. E.
14/03/2025

Atraso injustificado na reparação e indemnização insuficiente

Reclamação contra a Mapfre Seguros Gerais, S.A. Nome do reclamante: Predileto e Ousado Unipessoal Lda N.º do Sinistro: 202410112874 Motivo da Reclamação: Atraso injustificado na reparação e indemnização insuficiente Venho apresentar reclamação contra a seguradora Mapfre Seguros Gerais, S.A., devido à má gestão do sinistro n.º 202410112874, que resultou na imobilização do meu veículo por 155 dias, impactando severamente a atividade da nossa empresa. O atraso na reparação ocorreu devido à realização de 8 peritagens distintas entre 26-09-2024 e 03-12-2024, o que demonstra a ineficiência da seguradora no processo. Apesar disso, a Mapfre apenas se dispõe a indemnizar 6 dias de paralisação, o que consideramos inaceitável. A nossa empresa arca com custos fixos, incluindo seguro, prestações e despesas operacionais, enquanto o veículo, parte da nossa frota TVDE, ficou impossibilitado de gerar receita. Com base nos rendimentos médios do mesmo, exigimos uma indemnização de 12.400€, valor que reflete o prejuízo real causado pela demora da seguradora. Dado o impacto financeiro e a conduta da Mapfre, informamos que já formalizámos reclamações na DECO e nos Livros de Reclamações e, caso a situação não seja resolvida de forma justa e célere, recorreremos aos tribunais e à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Se tivermos de avançar judicialmente, a seguradora será responsabilizada também pelos custos do processo e honorários advocatórios. Aguardamos resposta no prazo máximo de 10 dias úteis. Atenciosamente, Predileto e Ousado Unipessoal Lda

Encerrada
C. U.
14/03/2025

Cobrança

Exmos. Senhores, Solicito orientação e auxílio na seguinte questão: No ano de 2019 ou 2020 contrai um empréstimo no Millenium, na qual estava cumprindo corretamente até o ano de 2022 , quando estive vários meses de baixa e a minha vida financeira e profissional deteriou se completamente. No ano de 2023, consegui um acordo de renegociação de dívida, o qual foi assinado na sucursal do millenium ,na praça do bocage em Setúbal, salvo erro em junho ou julho. Até que depois de muito tempo em contato com a aplicação do banco, onde questionei o motivo de eu ainda não ter recebido a cópia do acordo de pagamento assinado, informaram que minha dívida tinha sido vendida para uma empresa chamada SERVIDEBT, e que eu brevemente receberia uma carta com esta informação.Carta esta que nunca recebi.. E aí começaram os problemas ,que tem mexido com a minha saúde e me deixado de rastos.... O banco vendeu a dívida, que eu já tinha feito um acordo de pagamento e que estava a cumprir para a vossa empresa, que se recusa e dar o histórico dos pagamentos que tenho feito ao longo dos meses (que não cumpri 2 meses pq estive de baixa), das taxas de juros aplicadas, simplesmente ameaçando e me dando um valor bem maior do que a divida do empréstimo que já sido uma parte para eu pagar. Enfim,.Ligam regularmente exigindo que eu pague mais do que os 120 euros por mês que era o valor da prestação que eu pagava ao banco e passei a pagar vos.Ameaçam penhoras e me solicitam pagamentos de valores superiores ao que posso pagar mensalmente. Gostaria de uma orientação vossa , no sentido do que poderia ser feito ,um histórico do que eu já paguei , e daquilo que falta pagar, do que eu depositei mensalmente a servidebt , a taxa de juro aplicada ,enfim detalhes da dívida, que está bem expresso nos direitos dos consumidores aqui explicitados: Direito à Informação: Você tem o direito de ser informado sobre todos os aspectos da sua dívida, incluindo a taxa de juros aplicada, o valor total da dívida e os pagamentos que já realizou. A empresa tem a obrigação de fornecer essas informações de forma clara e acessível. Transparência: Caso a dívida tenha sido vendida a outra entidade, a empresa deve comunicar essa mudança e fornecer as informações necessárias sobre a nova entidade credora, bem como as condições da dívida. Acesso a Documentação: Você pode solicitar cópias dos documentos que comprovem a dívida e a sua evolução, incluindo extratos e recibos de pagamento. Direito de Reclamação: Se a empresa não estiver a cumprir com as suas obrigações de informação, você pode apresentar uma reclamação junto da entidade reguladora, como o Banco de Portugal ou a Direção-Geral do Consumidor. Aguardo todas estas informações para que eu possamos entrar num acordo e , mantendo este valor de pagamento mensal, visto eu receber o ordenado mínimo nacional conforme posso provar.´, e também dar acesso ao processo da dívida e histórico da mesma ao meu advogadao para que ele possa renegociar com vocês. Com os melhores cumprimentos. Cristina Uliana - Cumprimentos. Cristina Uliana

Encerrada
A. L.
13/03/2025

Declínio de Responsabilidades

Exmos. Senhores, No passado dia 10 de fevereiro, participei num sinistro com uma viatura que embateu na retaguarda, a esta data e no local foi preenchida a declaração amigável e acionadas as autoridades policiais (por minha única parte solicitadas) com o objetivo de ser levantado o auto de ocorrência e serem efetuados medições no local, no entanto aquando da chegada das autoridades foi-me dito que "esses elementos não serviam para nada" e que bastava preencher a declaração amigável, assim o fiz, tendo adicionalmente retirado fotografias do local do acidente, tendo desviado as viaturas para o efeito, uma vez que não estavam garantidas as condições de segurança para que os registos fotográficos fossem efetuados com as viaturas no mesmo local. Nas 24/48 horas seguintes participei o sinistro à companhia de seguros MAPFRE, anexando a declaração amigável frente e verso e fotografias do local, a dita companhia disponibilizou um técnico para ser efetuada a peritagem e após a mesma comunicou-me que declinavam qualquer responsabilidade do sinistro devido a "não nos foram presentes, até à presente data, quaisquer elementos da prova da ocorrência do sinistro reclamado. De reforçar que a declaração amigável foi entregue com respetivas assinaturas dos envolvidos e datada. Quando questionei que elementos de prova seriam necessários para além dos que já tinha enviado, foi-me dito que estavam a aguardar o auto de ocorrência por parte das autoridades, ao que eu respondi que o mesmo não teria sido efetuado e a resposta que obtive foi que tinham solicitado o auto e que estavam a aguardar a entrega por parte das autoridades. A minha questão e pedido de auxílio prende-se com o seguinte: como é que se pode estar a aguardar por algo que não existe? Uma vez que o auto não foi efetuado. E até que ponto o auto de ocorrência por parte das autoridades é estritamente necessário para que seja tomada uma posição? De realçar que disponibilizei contatos para ajudar na tomada de posição e averiguações necessárias e até à data não foi contactado pela seguradora MAPFRE para prestar a minha versão dos factos. Agradeço auxílio na resolução desta questão, uma vez que me causa grande transtorno a nível operacional e a nível de custos financeiros ter a minha viatura parada. Cumprimentos, André Lopes.

Encerrada
J. D.
13/03/2025
LARVIVO

Reclamação – Gestão Financeira e Procedimentos

Exmos. Senhores, Na qualidade de condómino , situada na Pta. Gomes Teixeira, N.º 34, e considerando que a administração do condomínio se encontra sob a responsabilidade da empresa LARVIVO – Administração e Serviços, Unipessoal LDA (sede: Rua Calouste Gulbenkian, N.º 2, 4.º andar D, Alto do Seixalinho, 2830), venho por este meio apresentar uma reclamação formal acerca dos seguintes pontos, os quais têm comprometido a boa gestão financeira, a transparência dos processos decisórios e a participação efetiva dos condóminos: 1. Emissão de Recibos e Controlo de Pagamentos Conforme o artigo 787.º do Código Civil, é assegurado ao adquirente o direito à quitação, isto é, à emissão de recibo no momento do pagamento. A ausência desses comprovativos dificulta o controlo individual das transações e prejudica a transparência financeira, em detrimento dos direitos dos condóminos e da gestão adequada do condomínio. 2. Procedimentos para Obras – Orçamentos A legislação vigente recomenda que, para obras de grandes dimensões, o administrador apresente, preferencialmente, um mínimo de três orçamentos oriundos de diferentes fontes. A apresentação de apenas dois orçamentos limita a análise comparativa e pode comprometer a obtenção de propostas que proporcionem a melhor relação custo-benefício para o condomínio. 3. Fundamentação e Aprovação das Obras As obras no condomínio devem ser aprovadas em assembleia geral, respeitando os quóruns e as maiorias previstos na convenção condominial e na legislação aplicável. Até à data, não foram prestados esclarecimentos quanto ao número de assinaturas que respaldaram a aprovação das obras, o que suscita dúvidas quanto à regularidade do processo. Cumpre ainda lembrar que, de acordo com o artigo 1.341 do Código Civil, obras necessárias podem ser aprovadas pela maioria simples dos presentes em assembleia, enquanto obras voluptuárias ou úteis exigem quóruns mais elevados. Assim, a intenção de arrecadar valores para uma obra futura sem data definida pode ser considerada questionável. 4. Cobrança de Quotas em Atraso A gestão financeira do condomínio pressupõe a cobrança equitativa de todas as quotas. Observa-se, contudo, a inobservância na cobrança de quotas em atraso, fato que compromete a sustentabilidade financeira do condomínio e penaliza os condóminos que cumprem pontualmente as suas obrigações. A inexistência de uma política rigorosa de cobrança pode, inclusive, colocar em risco a manutenção das áreas comuns e futuras intervenções no edifício. 5. Horários e Locais para Reuniões de Condomínio Verifica-se a realização de assembleias em horários inadequados – entre as 21:30 e as 22:00, em dias úteis –, o que dificulta a participação de um número expressivo de condóminos. Além disso, o local adotado (entrada do prédio) não comporta o número total de participantes (mais de 45 pessoas) , o que torna recomendável a realização de reuniões online ou a escolha de locais mais acessíveis. 6. Notificação das Atas das Assembleias A comunicação tempestiva das atas é essencial para que todos os condóminos estejam cientes das decisões e responsabilidades decorrentes das assembleias. No entanto, tem sido verificada a ausência de notificação adequada, comprometendo o acompanhamento e a transparência das deliberações. Perante desleixos e falta de controlo, considero que a empresa LARVIVO não reúne as condições para continuar á frente da administração de condomínio da Pta. Gomes Teixeira N34 – Barreiro não cumprindo fundamentos básicos de uma administração de condomínios; não respeitando a legislação em vigor e comprometendo os condomínios financeiramente com decisões não fundamentadas. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
N. R.
11/03/2025

Fundo Ambiental, ausência de resposta

Exmos. Senhores, Venho por este meio,perguntar ao Fundo Ambiental ,para quando a resolução da minha candidatura anulada por erro de análise. Está na vossa posse toda a documentação necessária para a elegibilidade da candidatura. Uma vez que o Fundo Ambiental vem aqui a este espaço ocasionalmente, pergunto pelas mensagens esclarecedoras e objectivas,que tenho enviado através do e-balcao,sem haver respeito da vossa parte por uma resposta verdadeira e clara sobre a situação em causa. Espero uma rápida reparação dos danos causados. Cumprimentos.

Encerrada
A. G.
11/03/2025

Burla

Boa tarde, Hoje, dia 18/02, pelas 14. 14m, fui vítima de fraude. Recebi uma mensagem, supostamente da minha irmã, indicando-me o seu novo número de telemóvel, pois o outro estava a arranjar, solicitando-me que lhe fizesse um pagamento: Entidade: 21423 Referência: 114924535 Montante: 1600, 00 e recebi outro pedido mais tarde com novos dados Entidade: 21423 Referência: 155966414 Montante: 1550, 00 Fiz os pagamentos, vi que eram à Altice, pareceu-me credível, e concretizei a operação. Mais tarde, ao contactar a minha irmã, ela informou-me que não me tinha enviado nenhuma mensagem e eu percebi que tinha sido vítima de fraude. Contactei, de imediato, a minha gestora de conta do Bankinter, que me aconselhou a contactar a Altice, que é a entidade que aparece no Comprovativo do Pagamento, a fim de verificar se esta poderia resolver a situação. Fico a aguardar resposta ao assunto em questão.

Encerrada

NÃO PAGAMENTO DE DANOS QUE ASSUMIRAM

Exmos. Senhores, FIZ UMA PARTICIPAÇÃO DE DANOS PRÓPRIOS. FOI FEITA PERITAGEM A 21/02/2025. RECEBI CARTA/MAIL DA SEGURADORA A 24/02/2025 ÀS 04:07 A DIZER: "VAMOS PAGAR A REPARAÇÃO DO SEU VEÍCULO, DEVE AUTORIZAR A REPARAÇÃO O MAIS BREVE POSSÍVEL"; O QUE EU FIZ LOGO NESSE DIA ÀS 09:00 DA MANHÃ. NO DIA 25/02/2025 ÀS 10:14 RECEBO NOVA CARTA/MAIL A DIZER EM TRAÇOS GERAIS: "NÃO ASSUMIMOS". ORA AGORA TENHO A OFICINA A RECLAMAR O PAGAMENTO DO MATERIAL ENCOMENDADO PARA A REPARAÇÃO! NUMA PRIMEIRA COMUNICAÇÃO AUTORIZARAM/ASSUMIRAM A REPARAÇÃO! ASSIM FOI INFORMADO À OFICINA COM A MAIOR BREVIDADE QUE SOLICITAVAM NA CARTA, AGORA NÃO VOU SER EU A ASSUMIR O PAGAMENTO À OFICINA. APÓLICE 0009591412 Cumprimentos.

Encerrada
N. D.
11/03/2025

PAE+S 2023 - Candidatura nº 9704 - Contestação não aceite

Exmos. Senhores, Na página do Fundo Ambiental não existe nenhum motivo para a anulação. Mais uma vez afirmo que os documentos solicitados foram apresentados. Nesse sentido solicito a retificação da anulação. Como podem verificar pelos documentos enviados na contestação, o certificado CE foi emitido por uma entidade externa TUV SUD. Nesse documento está escrito "The CE marking may be used on the equipament described above subject to the equipment meeting the compliance requirements of all applicable EU directives." Enviei também a Declaração da empresa onde esta refere: "The conformity assessment procedure as referenced in Article 17 and detailed in Annex III of the Radio equipment Directive has been followed with the involvement of a notified body: Notified Body: TÜV SÜD Product Service GmbH NB No.:0123 Certificate No.: TPS-RED500229 i02." Enviei também foto do equipamento para verificarem que o modelo aplicado corresponde a um dos modelos apresentados constantes no certificado. Face ao exposto e tendo apresentado os documentos solicitados, com evidência da Marcação CE do equipamento instalado, não compreendo nem aceito a anulação da candidatura. Por entender que se tratou de um erro de análise, solicito a reabertura da candidatura e sua aprovação, pois apresentei toda a documentação solicitada e com evidências. Cumprimentos.

Encerrada
L. N.
11/03/2025

Sinistro – Regularização e Atrasos da Ocidental Seguros

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à Ocidental Seguros, nomeadamente ao atraso sistemático no crédito do montante referente ao seguro de proteção ao crédito habitação, situação que tem gerado prejuízos para mim enquanto cliente. No dia 20 de Janeiro, enviei todos os documentos solicitados para comprovação da minha situação de desemprego, cumprindo assim com os requisitos exigidos para a ativação da cobertura do seguro. No entanto, até à data de hoje (11 de Março), a única informação que consigo obter junto da Ocidental através da sua linha de apoio, é que os documentos continuam em análise, apesar de a própria seguradora estabelecer um prazo máximo de 15 dias para esta análise. Esta situação repete-se pela terceira vez consecutiva e com inicio à data do meu despedimento(14 de Novembro). Adicionalmente, a minha prestação vence sempre no dia 5 de cada mês, mas a seguradora não efetua o crédito do valor no prazo devido, fazendo com que a data de pagamento seja ultrapassada. Esta situação tem-me causado cobranças indevidas por incumprimento, algo que considero inaceitável, uma vez que estou a cumprir com todas as minhas obrigações e exigências documentais. Face ao exposto, exijo: 1. A regularização imediata dos valores em falta referentes ao seguro de proteção ao crédito habitação. 2. O reembolso de quaisquer valores cobrados indevidamente devido ao atrasos da seguradora, incluindo juros de incumprimento na liquidação das prestações à data de vencimento. 3. O cumprimento rigoroso dos prazos estabelecidos, de forma a evitar novas penalizações injustificadas. Fico a aguardar uma resposta célere e a resolução do problema com a maior brevidade, tendo em conta todos os prejuízos financeiros que têm sido causados por esta demora de regularizações. Atenciosamente, Luis Nunes N de Processo: 24PC966782

Encerrada

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