Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. L.
04/06/2026

Troca e/ou devolução não aceite

Foi efectuada uma encomenda no dia 2 de junho de 2026 e relizado o paamento do valor total do mesmo. No dia seguinte o produto chegou (apoio de braço pediátrico) mas o tamanho não era adequado e não foi apresentada nenhuma solução adequada à criança. Recusaram-se a devolver o dinheiro ou a dar um vale para gastar noutra altura. Foram compradas umas sandálias no dobro do valor, mas chegando a casa apercebi-me de que as mesmas tinham aspecto de usadas e que não eram suficientemente confortáveis. Dirigi-me à loja para trocar, mas a troca e/ou a devolução foi recusada. Não apresentaram qualquer alternativa.

Encerrada
G. J.
04/06/2026

Cancelamento de contrato não processado, renovação automática não consentida

Sou cliente da Medicare desde 2024 e venho por este meio apresentar reclamação formal pela violação dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente: falta de informação clara sobre a cláusula de renovação automática na adesão ao contrato; incumprimento da empresa em processar o cancelamento solicitado; e cobrança indevida após confirmação escrita, por parte da própria Medicare, da não renovação do contrato. — Cronologia dos factos — Em 2024, aquando da adesão ao plano de saúde Medicare, não fui devidamente informado, de forma clara e inequívoca, da existência de cláusula de renovação automática. A informação, a ter sido prestada, foi-o de modo sumário e não compreensível, o que constitui incumprimento do dever de informação previsto na lei do consumidor. Em 2025 (data aproximada), contactei a Medicare para solicitar o cancelamento do contrato. Fui informado de que não era possível cancelar durante a vigência do contrato, mas deixei expresso e inequívoco o desejo de não renovação para o período seguinte. Esse registo não foi efetuado pelos serviços, contrariando as minhas instruções. Em agosto de 2025, em contacto com uma atendente, reafirmei o desejo de não renovação para o período 2026/2027. A atendente não registou o pedido nem me deu qualquer retorno. 03 de abril de 2026 — Foi feriado. No primeiro dia útil após o feriado, dentro do prazo de um mês antes do vencimento do contrato (03 de maio de 2026) que me havia sido indicado como prazo limite —, contactei novamente a Medicare para formalizar o cancelamento. No dia 06 de abril de 2026, enviei email a relatar a situação e a solicitar resolução. No dia 16 de abril de 2026, a Medicare respondeu a informar que o contrato ficaria ativo até maio de 2027, alegando que o agendamento de cancelamento havia sido realizado para essa data. No mesmo dia, respondi por email a exigir o cancelamento imediato, invocando o pedido já efetuado em agosto de 2025. No dia 17 de abril de 2026, recebi email da Medicare com o seguinte teor: confirmação de que o plano ficaria ativo até ao término do mês de maio de 2026, com débito da última mensalidade nesse mês. Apesar desta confirmação escrita, fui cobrado no mês de junho de 2026. Ao verificar o portal, o contrato encontrava-se ainda ativo. Em contacto com um atendente, fui informado de que o email de 17 de abril "não constava no sistema" e que poderia ser "um erro de digitação", sendo-me solicitado que reenviasse o referido email para verificação. Esta resposta é inadmissível e coloca em causa a minha boa-fé enquanto cliente. — Pedidos — Face ao exposto, solicito: 1. O cancelamento imediato do contrato, sem qualquer encargo adicional; 2. O reembolso integral do valor cobrado indevidamente no mês de junho de 2026; 3. Confirmação escrita, no prazo máximo de 5 dias úteis, do cancelamento efetivo e da data de cessação do contrato. Informo ainda que, caso não seja obtida resposta satisfatória, procederei à apresentação de reclamação junto do Livro de Reclamações, da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), da DECO e de demais entidades competentes. Junto como prova o email de 17 de abril de 2026, enviado pela própria Medicare, que confirma a não renovação e o término do contrato em maio de 2026. Aguardo resposta no prazo de 5 dias úteis.

Encerrada
S. M.
02/06/2026

Há mais de dois meses à espera e desapareceram TODOS os exames

Até este episódio, que já roça o inadmissível, estive a ser acompanhada - se é que se pode chamar isso - pela doutora Olga Lavado , em ginecologia , no Hospital Lusíadas Saúde. Dia 26 de março de 2026 realizei dois exames com a médica em questão e cuja fatura (devidamente paga) se encontra em anexo: uma colpocitologia em meio líquido e um teste ao hpv. Só recebi o resultado do primeiro exame (em anexo) e fiquei à espera do segundo . Passado um mês contactei o hospital para perceber se havia algum problema com o exame ao hpv, uma vez que continuava sem aparecer na aplicação ou sem me ser enviado por email . Disseram-me que de facto o exame tinha sido feito (claro que foi, eu paguei por ele e não foi pouco) , mas que não percebiam porque é que ainda não tinha sido processado, então iam falar com os colegas. Esperei mais um mês e voltei a ligar, uma vez que continuava sem receber o exame. Saliento que é um exame ao hpv, realizado depois de um papanicolau que me deu “detetável” para outros tipos de alto risco. Este exame visava confirmar se se mantinha e qual seria o tratamento a efetuar. Estar dois meses à espera é absolutamente surreal. Nessa segunda vez voltaram a dizer o mesmo e que iam falar com os colegas , para perceber o que se passa. Ainda disseram mais : o laboratório não costuma falhar, mas é possível que a doutora tenha recebido o resultado e se tenha esquecido de colocar na plataforma, o que me deixou muito pouco contente. Perto dos três meses sem resposta tento pelo apoio automático no whatsapp, que me envia todos os resultados menos aquele que efetivamente me falta. Já tinha enviado dois emails para o geral, também, o primeiro já há quase três meses . E ainda apresentei reclamação no Portal da Queixa e na Deco , onde o hospital apenas pediu desculpa e respondeu com mais canais de contacto e reclamação (um deles é este, precisamente). Entretanto, reparei que TODOS os meus resultados de exames desapareceram da aplicação. O canal automático do whatsapp também dizia que não havia exames para apresentar. Achei que fosse temporário e esperei . Ontem, dia 1 de junho , ligaram-me do hospital a dizer que a doutora Olga Lavado queria marcar consulta dia 9 de julho. Eu voltei a perguntar pelo resultado do exame que faltava , ao que me responderam que ela tinha acabado de o liberar na plataforma . Só que os resultados continuam TODOS desaparecidos. Volto a ligar para o hospital depois dessa chamada a reclamar do sucedido. Respondem-me que não sabem o que se passa , que os exames também não aparecem daquele lado e que vão encaminhar para a informática. “Vai ter de esperar ao longo da semana”, dissseram-me. Claro , quem espera três meses por um exame de tanta importância , também espera uma semana por anos de exames em parte incerta. Estou completamente chocada e furiosa com a situação . Como é que é possível tanta incompetência e desrespeito por parte de um hospital privado , que recebe um dinheirão para ser uma SUPOSTA boa alternativa ao SNS. Quero os meus exames de volta - TODOS - ou vou ter de optar por um processo. Se não me devolverem os exames , exijo o reembolso da fortuna que deixei naquele hospital .

Resolvida
B. H.
01/06/2026

Cancelamento de contrato

No ano de Maio 2025 cancelei o debito direto por não saber que tinha de dar uma informação para cancelamento do contrato que estava em vigor. ligaram e deram a informação de que tinha de dizer que não queria continuar com o contrato que foi o que eu disse na altura, mas informaram-me que tinha de ir com o contrato até maio de 2026 ok mas este ano voltaram a fazer o mesmo quando eu no ano anterior dei indicação de que era para terminar o contrato. com chamadas gravadas segundo a pessoa da medicare com quem falei. Então este ano voltei a cancelar o debito direto porque já tínhamos falado no ano anterior o que me disseram que não tinham indicação nenhuma de que era para terminar. Este ano já me enviaram um e-mail a dizer que estava agendado para o ano de 2027. Que não quero continuar isto é um ato de aproveitamento e falta de respeito. se me poderem ajudar a resolver a situação agradecia.

Encerrada
J. S.
30/05/2026
Float In Spa

Contactos para agendamento indisponíveis;

Desde há mais de uma semana que estou a tentar contactar a empresa por whatsapp e chamada telefónica, tal como sugerido no site da mesma, para agendamento de serviços faturados e pagos antecipadamente, ao que apenas recebi de resposta uma mensagem provavelmente automática sem seguimento ou consequência. Na impossibilidade de contactar por estas vias desloquei-me pessoalmente à loja de Belém onde uma funcionária me informou que todos os assuntos, nomeadamente o agendamento de serviços são processados através dos contactos telefónicos ou por mensagem. Assim, na impossibilidade de agendamento, exijo a devolução do pagamento por serviços não prestados.

Resolvida
A. S.
30/05/2026

Acesso Indevido Aos Dados Pessoais

Exmo.(s). Sr.(s)., Venho por este meio apresentar queixa pelo acesso indevido de um médico aos dados pessoais e clínicos no SNS24 do minha filha"Iara " no passado dia 21.05.20216 pelas 13:04:57. Esse acesso está associado a médico que desconheço de nome "John Freddy Bermudez”, o qual estava associado à unidade de saúde de Ribeira Grande. Deste modo, apresento queixa de forma a prosseguirem com a investigação dos fatos, pois pelo conhecimento público existem muitas centenas de vitimas. Já efetuei reclamação no Portal da Queixa e para a PJ de Cybercrimes. Cordiais cumprimentos. Ana Santos (mãe da Iara)

Encerrada
V. M.
29/05/2026
Saude Serena

Troca de produto

Comprei no site “Saúde Serena” um medidor de glicose no sangue não invasivo “Omron Glucomax”, no valor de 49 €, cujo pagamento foi efetuado contra-entrega. No entanto, o artigo recebido não corresponde ao produto adquirido, tendo sido entregue um “Fingertip Oximeter”. Adicionalmente, a encomenda foi entregue numa caixa de dimensões excessivas, sem qualquer documentação no interior, nomeadamente fatura, guia de remessa ou instruções, contendo apenas o tracking da FedEx.

Encerrada
N. R.
29/05/2026

Não querem cancelar o meu contrato

Boa noite no dia 30/04/2026 fiz um contrato com a impress , mas não estou satisfeita com eles e resolvi cancelar o contrato no dia 07/05/2026 portanto eles não querem cancelar o contrato até o momento e não entendo porque sabendo que eu pedi para cancelar dentro do prazo .

Resolvida

Recusa em proceder a indemnização

Participei numa das "Viagens de Autor" da Sporski. Todos os participantes nesta viagem beneficiam dum seguro (não opcional) da RNA. Um dos participantes na viagem, estando perto de mim no acesso aos meios mecânicos, decide incauta e inexplicavelmente dar um salto com rotação de 180º. Resultado, embateu com a prancha de snowboard dele na minha, causando um dano significativo na minha prancha de snowboard Never Summer Harpoon que estreava nessa viagem. Este acontecimento foi presenciado pelo própio guia da Sporski que se encontrava muito próximo. Abordado esse tal participante de forma amigável, o mesmo inexplicavelmente recusou-se a participar ao seguro, extendendo o seu comportamento ignóbil em pista para outras áreas da vivência em sociedade. Apresentei por escrito a situação à Sporski de modo a facultar os dados individuais do seguro desse participante à RNA que é quem, através da apólice em vigor, cumpre assumir a responsabilidade civil de qualquer participante. A Sporski indica-me que devo contactar a RNA e que a mesma terá então que solicitar os dados do participante (à Sporski), dados esses que não me puderam ser facultados ao abrigo do RGPD. Contactada a RNA e apresentada a reclamação com a descrição de todos os factos e identificação de testemunhas com respectivos contactos, recebo a resposta: "... sem participação por parte da pessoa que praticou o dano não nos será possível ajudar. Como poderá verificar nas condições gerais da apólice, a clausula de responsabilidade civil apenas pode ser ativada pelas pessoas seguras que devam indemnizações a terceiros (neste caso ativada pelo Sr José pelo dano que lhe causou), funcionando apenas por reembolso". A clausula de responsabilidade civil retirada das condições gerais (ficheiro em anexo): " 1. Responsabilidade Civil - Ao abrigo da presente cobertura, o Segurador através dos Serviços de Assistência, garante o pagamento, até ao limite de capital indicado no Certificado de Seguro, das indemnizações devidas a terceiros lesados derivadas da Responsabilidade Civil Extracontratual, imputável à Pessoa Segura, em consequência de atos ocorridos exclusivamente no período compreendido entre a data início e fim de viagem contratada e exclusivamente no local de destino, incluindo os trajetos de ida e regresso." Pelo que explicação dada pela seguradora, não tem qualquer suporte no texto da referida cláusula; repliquei essa mesma situação à RNA, respondendo-me a mesma indicando que mantém a mesma posição, e que a situação, pasme-se, "foi devidamente explicada". Contactada a provadoria da mesma instituição, fui informado que devolveriam o contacto nos 2 dias subsequentes; passou uma semana e não identifiquei qualquer tentativa de contacto.

Resolvida
K. R.
27/05/2026

Recusa de devolução de colchão / Dagostino Home

Exmo(a). Sr(a), Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de incumprimento por parte da empresa Dagostino Home, solicitando a vossa orientação e apoio. **Descrição da situação:** Adquiri um colchão à empresa Dagostino Home que, desde os primeiros dias de utilização (aproximadamente 5 dias), revelou não se adaptar corretamente ao meu corpo, provocando dores nas costas que afetam a minha saúde e qualidade de descanso. O produto foi entregue sem etiqueta — facto que não é imputável ao consumidor — e foi utilizado durante os referidos 5 dias após a sua receção. Após contacto com o serviço de apoio ao cliente da empresa e envio das fotografias solicitadas, recebi como resposta que não são aceites devoluções de produtos usados que não apresentem defeito físico visível. Contudo, o defeito em causa é funcional: o colchão não garante o conforto mínimo esperado, causando dores nas costas desde os primeiros dias de uso, o que configura falta de conformidade nos termos legais. Acresce que, conforme indicado no próprio site da Dagostino Home, a devolução do produto é possível sem condições adicionais, política que a empresa se recusa agora a cumprir. **O que solicito:** — Devolução do colchão e reembolso integral do valor pago; — Cumprimento da política de devolução publicitada no site da empresa; — Orientação sobre os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente ao abrigo do regime legal de garantia de conformidade (Decreto-Lei n.º 84/2021) e das normas relativas a práticas comerciais desleais (Decreto-Lei n.º 57/2008). Coloco-me ao dispor para fornecer qualquer documentação adicional, nomeadamente fotografias do produto, correspondência trocada com a empresa, captura de ecrã da política de devolução publicitada no site e comprovativo de compra. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, Encomenda ZBIUFWGET

Encerrada

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