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Reativação de débito direto sem autorização
Venho apresentar novamente uma reclamação relativamente à situação do meu contrato com a Advantage Active – Gestão e Assistência de Redes e Serviços. Antes de proceder à cessação do contrato, desativei o débito direto junto da minha entidade bancária, por minha própria iniciativa e sem qualquer intenção de o manter ativo. No entanto, verifiquei posteriormente que o débito direto tinha sido novamente ativado, sem o meu consentimento ou autorização. Perante esta situação, procedi à cessação do contrato que tinha convosco. Contudo, mesmo depois de o contrato ter sido cessado, verifico que o débito direto voltou a ser ativado. Caso esta situação volte a ocorrer ou não seja devidamente esclarecida e resolvida, apresentarei a respetiva reclamação junto das entidades competentes, Considero esta situação inadmissível, uma vez que, para além de o contrato já se encontrar cessado, nunca autorizei a reativação do débito direto.
LOJA DA SAUDE - Falta de transparência, tratamento abusivo do consumidor
Loja Saúde - Encomenda ls-48155 enviada após cancelamento confirmado e rutura de stock – No dia 04/09/2026, efectuei e paguei uma encomenda no valor de 41,15 €. No dia 12/09 fui informada de que não existia stock do artigo. Cancelei imediatamente a encomenda, por email. Após vários emails trocados, chegaram mesmo a negar que me tivessem comunicado a falta de stock — mas depois confirmaram que o cancelamento tinha sido processado. Hoje, dia 15/09, recebi um email a informar que a encomenda tinha sido enviada. Considero isto uma total falta de respeito, organização e transparência. Infelizmente vi tarde demais as reviews online, esta é pratica comum desta empresa que continua a operar em e-commerce sem qualquer impunidade. A empresa tem o mesmo NIF da Farmácia Lima em Braga que faz de conta que não tem nada a ver com o assunto quando se telefona para lá. Recuso-me a aceitar estes artigos uma vez que cancelei a encomenda e me foi confirmado o cancelamento exijo o reembolso imediato do valor pago. Tenho troca de emails comprovativa do acima. Apresentei queixa à ASAE e ao INFARMED através do Livro de Reclamações Eletrónico e não irei levantar a encomenda.
Cancelamento de contrato não realizado
Venho apresentar a minha reclamação porque celebrei um contrato com a Impress para o aparelho embrace e um financiamento com a Cofidis. Desde o início, não senti transparência no processo. Inicialmente, disseram-me que tratariam as minhas cáries e tinham orçamento para esse tratamento, mas depois afinal informaram que isso não estava disponível. Tive sempre a sensação de que o objetivo era apenas que efetuasse o pagamento do aparelho. Procurei valores noutros locais para os tratamentos necessários, mas são elevados e não faz sentido pagar em dois sítios diferentes. Pretendo cancelar o contrato com a Impress e disseram-me que iriam tratar da situação, mas já passou dois meses e já foi cobrado a segunda mensalidade. Quero salientar que não iniciei nenhum procedimento com eles relativamente ao aparelho embrace, por isso não compreendo porque não posso cancelar. Alegam que os técnicos começaram a analisar os meus dentes, mas nunca tiveram acesso a raio-X dos meus dentes sem cáries para tal. Já fiz reclamação junto da Cofidis, que respondeu dizendo que a Impress ainda não tinha cancelado nada. Contactei também a responsável que me fez o contrato, Ana Sofia da Silva Santos, mas ela diz sempre que o assunto é com outros departamentos e não me fornece contactos para falar diretamente com eles. Exijo poder assinar imediatamente o cancelamento do contrato, pois não avancei com nenhum tratamento e só me têm cobrado mensalidades sem realizarem qualquer trabalho.
Número de caso - 15412339
Número de caso - 15412339 27/07/2026 Exmos. Senhores, Venho demonstrar o meu profundo desagrado com o internamento do meu gatinho Ruca. Ele deu entrada neste hospital veterinário na segunda-feira, dia 13 de julho de 2026, para normalização dos valores dos rins, conforme indicação veterinária. Contudo, o tratamento durante o internamento foi, a meu ver, absolutamente inadmissível: - O Ruca foi sedado de forma excessiva, tendo até a Dra. Sofia Zamith mostrado preocupação com o estado de sonolência extrema em que ele se encontrava. - Indicámos claramente que o Ruca só se alimenta de mousse, mas só lhe deram comida sólida em pedaços. - Ao longo dos dias, a sonolência exagerada persistiu. - O Ruca foi ficando cada vez mais magro, perdendo peso entre segunda-feira e sábado, quando deveria estar a recuperar. - Num dos dias mais complicados, quando cheguei para visitar o Ruca, percebi que a comida estava igual à que deixámos na visita anterior, o que demonstra que passou cerca de 24 horas sem comer. Tivemos de comprar nós próprios mousse para ele, porque o animal estava cheio de fome. - Fui também eu quem limpou a box do internamento, que estava com os resguardos completamente molhados de urina e água derramada; até tive de pedir uma esfregona para limpar o chão, pois nem para as visitas existiam condições. - Partilhei estas situações com a Dra. Mafalda Melo e a Dra. Sofia Zamith, que reconheceram que eu tinha razão e lamentaram o sucedido. - Fiquei tão ansiosa e nervosa com esta situação, que só consegui escrever a reclamação no livro próprio no dia seguinte. - Durante o internamento, senti total falta de sensibilidade por parte da equipa em relação ao bem-estar animal. - Esquecem-se de alimentar o Ruca, mas não se esqueceram de cobrar o dia em que ele esteve sem comer, o que é, no mínimo, lamentável. Depois do que o Ruca passou, não há forma de corrigir este mau trato. Gostaria ainda de acrescentar que: - As patinhas do Ruca ficaram extremamente inchadas devido aos hematomas causados pelos catéteres. Colocaram ligaduras apertadas, e se não tivéssemos ido em visita, ninguém teria retirado os garrotes. Tenho registos fotográficos do inchaço anormal das patas. - Quando fomos buscar o Ruca, ninguém soube indicar onde estava a sua transportadora e mantinha, porque não foram devidamente identificadas. - Entre os dias 13 e 18 de julho, durante o internamento, o Ruca perdeu quase 500 gramas e encontra-se sob prognóstico muito reservado, com estado de saúde muito grave. Estou extremamente dececionada e abalada com todo este processo. Considero esta situação vergonhosa e muito triste. Cumprimentos, Rita Conde
Resolução de contrato por livre Resolução
Assunto : Resolução de contrato por livre Resolução - Contrato n° 13489 DA Venho por este meio apresentar uma reclamação e exigir o cancelamento do contrato de compra e venda de um aparelho auditivo, realizada no dia 11 de setembro de 2026, numa das vossas unidades móveis, pelo valor total de 5.990 €, já integralmente pago. Senti que fui alvo de uma abordagem de venda extremamente agressiva e sob grande pressão emocional. O vosso comercial colocou-me o aparelho diretamente nos ouvidos, onde permaneceu durante cerca de 4 horas, sem que me fosse dado tempo suficiente para refletir sobre um investimento desta dimensão. Ao abrigo da legislação aplicável, exerço o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. Exijo o reembolso imediato e integral do valor pago. O equipamento está guardado na respetiva caixa e disponível para devolução assim que o montante me for restituído. Espero uma resposta urgente, caso contrário terei de recorrer a outras entidades de defesa do consumidor.
Grave negligência,falta de brio,ocultação de documentos
Venho denunciar a grave falha de serviços do Hospital Veterinário de Gaia (HVG / Carvalhos), grupo que detém também a clínica de Grijó. Antes da cirurgia a 17 de julho, o meu animal era 100% saudável. No pós-operatório em casa, as medicações tiraram-lhe o apetite e a dor continuava . Fez 5 dias de ambulatório sem diagnóstico,com 3 injecções diárias e nos últimos 2 foi lhe acrescentado mais 1 antibiótico paralisados o trato gastrointestinal. Após exigir respostas, foi internado a 29 de julho em estado crítico e colapso renal (Creatinina a uns brutais 5.74 mg/dL) devido à desidratação e oclusão intestinal ignoradas.No hospital, foi alimentado a seringa até sábado, 1 de agosto,onde inseriram tardiamente uma sonda nasal. A negligência continuou na jaula: o animal foi encontrado por mim na jaula completamente encharcado em urina. O respeito pelo cliente é nulo: mesmo com visitas agendadas, esperávamos mais de uma hora na receção. Deram alta condicionada prematura e noutro hospital confirmou-se que as lesões causadas pelo HVG eram já irreversíveis, culminando no pior desfecho. Este é o segundo animal que perco ali em 3 anos. Se amam os vossos animais, fujam deste grupo (HVG / Grijó). Queixas já entregues à DGAV, Ordem e ASAE.#hvg #hospitalveterinariodegaia #negligenciaveterinaria #justicaparaolucky
Cancelamento
Já sou cliente da Medicare a dois anos. E entrei com pedido de cancelamento em agosto. Me informaram que eu tinha até julho pra cancelar, e agora somente em julho do ano de 2027. O que me informaram no momento da adesão. Foi que o primeiro ano era obrigatório, e depois poderia cancelar quando quisesse. Agora colocaram um mês de pedido pra cancelar. Justo um mês anterior ao meu pedido. Disseram que em hipótese alguma posso cancelar até julho de 2027. Estou à espera do gestor ligar para cancelamento a muito tempo, e qnd enviei o pedido em agosto tinha passado 15 dias dos meus dias para cancelamento. Apenas ligam no mesmo dia para adesão do plano e te enrolam ao máximo para passar da data de renovação. Que foi meu caso.
renovação sem consentimento
Exmos. Senhores, Venho apresentar RECLAMAÇÃO FORMAL relativamente ao contrato de Plano de Saúde Medicare n.º 51100041201, celebrado em 22/09/2025. Desde antes da renovação do contrato venho manifestando de forma clara e inequívoca a minha vontade de cancelar o plano e de não proceder à sua renovação. Apesar das minhas várias tentativas de contacto com a Medicare e dos pedidos efetuados anteriormente, o cancelamento não foi concretizado pela empresa. Mais recentemente, perante a proximidade da data de renovação, voltei a comunicar formalmente por escrito a minha intenção de não renovar o contrato e solicitei a confirmação do respetivo cancelamento. No entanto, fui agora surpreendida com a informação de que o contrato foi renovado automaticamente. Considero esta situação inadmissível, sobretudo porque a minha vontade de não continuar com o plano foi manifestada anteriormente e tentei, por diversas vezes, obter o seu cancelamento através dos canais disponibilizados pela própria Medicare. Não pretendo continuar a usufruir deste plano e não reconheço a renovação como correspondendo à minha vontade enquanto consumidora. Assim, REQUEIRO: 1. O cancelamento imediato do contrato n.º 51100041201; 2. A anulação da renovação automática efetuada; 3. Que a data efetiva de cessação do contrato seja considerada, no mínimo, a data em que manifestei pela primeira vez a minha vontade inequívoca de cancelar o plano; 4. A anulação de qualquer mensalidade, anuidade ou outro valor que tenha sido gerado exclusivamente em consequência da renovação que contesto; 5. A confirmação, por escrito, de que não serão efetuadas novas cobranças relativas ao contrato; 6. O envio de comprovativo escrito do cancelamento e da inexistência de valores futuros a pagar; 7. Caso a Medicare mantenha a posição de que a renovação é válida, solicito que me seja apresentada, por escrito, a fundamentação contratual e legal dessa decisão, bem como a indicação concreta de como e quando foi comunicada ao consumidor a iminência da renovação e a necessidade de cumprimento do prazo de pré-aviso. Saliento que já procurei resolver esta situação diretamente com a Medicare, através dos canais de atendimento disponibilizados pela empresa, sem que o problema fosse solucionado. Por esse motivo, apresento esta reclamação formal e solicito a intervenção das entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente através do Livro de Reclamações e da DECO PROteste. Solicito ainda que sejam preservados todos os registos dos meus contactos anteriores com a Medicare, incluindo chamadas telefónicas, gravações, pedidos de cancelamento, protocolos e demais comunicações relacionadas com o contrato. Não autorizo que a minha manifestação de vontade de cancelar o plano seja ignorada ou que a ausência de cancelamento por parte da Medicare seja utilizada para justificar a renovação do contrato. Aguardo uma resposta escrita e uma solução concreta para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Neilson Alves Contrato Medicare n.º 51100041201 Data de adesão: 22/09/2025 Data de renovação: 22/09/2026
Falta de Acordo com SNS
Exmos Srs Preciso com urgência efetuar uma ecografia mamária, desloquei-me ao hospital com P1 do SNS, para efetuar a marcação. Qual o meu espanto quando na recepção me dizem "no Algarve não temos acordo com SNS, se pretender por esse meio terá de se deslocar a outra zona do país, Lisboa ou Porto, que lá sim temos acordos, ou então fazer aqui mas pelo sistema privado de seguros de saude" O mesmo hospital cria acordos diferentes dependendo da zona, se não tenho seguro nem condições para pagar 80€ por um exame, que posso fazer gratuito, pois tenho P1, qual a solução ? Ainda me disseram, "o Algarve não precisa de acordos porque a maior parte das pessoas não são de cá nem SNS TÊM " QUE estado de saúde é este que diferencia zonas do pais? Mais grave ainda é que obtive a mesma resposta em todos os hospitais e clínicas da região Onde posso fazer o exame sem sair do Algarve e com P1?
obras no balneário masculino
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o ginásio Element Gaia devido à total ausência de condições de habitabilidade, privacidade e igualdade de circunstâncias disponibilizadas às utentes do sexo feminino, decorrente das obras de manutenção em curso. Atendendo a que o balneário masculino se encontra em obras, a gerência do clube tomou a decisão unilateral e inaceitável de converter o balneário feminino para uso exclusivo dos utentes homens. Como consequência direta, as clientes viram o seu direito a um balneário totalmente revogado, tendo sido disponibilizados apenas cacifos expostos a meio de um corredor comum. Esta medida priva por completo as mulheres de condições básicas de privacidade, segurança e higiene (acesso a duches e mudas de roupa em espaço reservado), mantendo-se, contudo, a cobrança integral da respetiva mensalidade. O facto de haver obras não desculpabiliza a total discriminação e a falta de soluções dignas para as utentes afetadas.
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