Reclamações públicas

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M. S.
11/11/2024

Medicare - Anulação de pseudo contrato n.º 45100267964

Em fevereiro deste ano fui contactado telefonicamente para subscrição de seguro Medicare Platinium Mais. Por simpatia e respeito a quem ligou, respondi ao que me questionaram, mas como pretendia falar sobre o assunto com a minha esposa, pedi para me mandarem as condições por email. Verifiquei que a minha esposa e filha tinham seguros de saúde das empresas onde trabalham, e que também eu tinha um outro seguro ativo. A Medicare envio as condições foram-me enviadas por e-mail e respondi não ter interesse na subscrição do seguro, e não as devolvi assinadas. Fui recebendo avisos de cobrança por email a que respondi sempre que não tinha aceitado o seguro. Por cada email enviado a informar que o seguro não foi subscrito recebo chamadas repetitivas e inconvenientes, brincando com o meu tempo e paciência, que de tão esgotada, já me obrigo a não atender nº desconhecidos, tal a perseguição pois a Medicare insiste em não corroborar com a lei e tenta vencer pelo cansaço. Repito que a marca não tem qualquer tipo de assinatura minha, o que invalida o contrato supostamente existente. Juridicamente estou protegido pelo Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços“. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam a anulação deste pseúdo-contrato bem como a retirada dos meus dados da base de dados da Medicare ao abrigo do RGPD s suspensão total de contatos telefónicos. Mário Silva

Resolvida
M. R.
08/11/2024

Crime de omissão

No dia 28 de Outubro acompanhei a minha mãe, Celeste Conceição Ferreira Ricardo, para uma operação às cataratas. Esta operação foi marcada pelo doutor André barata, mas o médico responsável no dia da operação foi Rafael José marques pires. Chegamos às 15 horas onde dirigimos aos serviços de unidade cirurgia. Apartir daqui a minha mãe ficou nas mãos dos profissionais deste serviços. Informaram que iriam telefonar quando operação acabasse. Por volta das 18.50 desloquei-me para a unidade de cirurgia ambulatório onde foi operada. Aqui tive com a minha mãe ainda a andar pelos seus próprios pés. Estava ao lado dela quando me informou que sentia uma dor de cabeça enorme. Foi aqui que chamei a enfermeira que estava de serviço e pedi para tirar a tensão. Então verificou que estava 200/99, e fiquei a saber que 1 hora antes de ser operada a sua tensão estava 164/71 às 16.00. Apartir daqui a enfermeira deu um medicamento para baixar a tensão e mandou me para esperar na sala de espera. Passado mais ou menos 30 minutos chamou-me e perguntou se a minha mãe tinha por hábito de perder a memória e falar de uma forma lenta, eu disse que não e quando a vi já estava encostada e completamente diferente, com a cara mais enchada, olhos e a boca de lado a arrastar a voz, já não conseguia dizer a simples palavra casaco e dizia "cacaco" . Percebi logo que se tratava de um avc ou algo parecido e alertei desse facto, mas as enfermeiras dizeram que estava nervosa e para me acalmar que devia ser da anestesia. Foi aqui que chamaram o anestesista que teve presente na operação. (O nome vai no relatório que ainda não me enviaram) o próprio anestesista verificou que poderia ser efectivamente uma avc. Mas o resto da equipa continuava a mexer na minha mãe como não fosse uma avc. Levantaram-na e tentaram que ela andasse,mas ela nem conseguiu. Apartir daqui deram a alta e dizeram que ali não podiam fazer nada e eu tinha que dirigir às urgências e tirar uma senha para ir à triagem e dar entrada nas urgências. Então foi a correr para as urgências e tirei a senha! Aqui demoraram muito tempo porque não tinham desbloqueado informaticamente a alta da operação às cataratas, fui a correr para junto da minha mãe que se encontrava já numa maca no meio do corredor virada de lado e a vomitar já mais inchada e frustrada mas tentava dizer parq irmos embora. Falei com o médico de serviço, André pina Monteiro Pereira, o qual me disse que nada podia fazer enquanto a ficha não fosse desbloqueada do outro departamento, e como não tinha a ficha dela no sistema das urgências não podia ajudar. Então tive a explicar que ela vinha de dentro do hospital de uma operação às cataratas, mas ele continuava a dizer que não podia fazer nada, nisto tudo a minha mãe já estava a perder os sentidos. Desdas 19.00 até às 21.00 a minha mãe permaneceu no corredor das urgências à espera de ser atendida. Fui obrigada a preencher um formulário para dar consentimento para realizar um tac, só depois é que ela pode fazer o tac, eu só dizia "como é possível colocar as burocracias há frente de uma vida humana" estava incrédula. Finalmente levaram a minha mãe para realizar o tac, deviam ser 21.15. Quando minha mãe voltou do tac já o comportamento dos enfermeiros e do médico foi diferente. Mas ainda queriam levanta-la para vestir e despir mas a enfermeira Bárbara "passou-se" e gritou para não mexerem nela "ela tem de ficar quieta". Aqui chamaram-me e dizeram.que se tratava de um Avc hemorrágico e que ela tinha que ir para uci, mas primeiro tinha de efectuar o pagamento, que no principio eram 750 euros, mas depois o mesmo médico foi ter comigo à recepção e disse que seria operada e aqui o valor passou a ser 4000 euros. Efectuei o pagamento para a minha mãe ir para uci. Apartir daqui deixaram-me sozinha num gabinete sem estar acompanhada deviam ser umas 22.00 e durante este tempo perguntei se podia estar com a minha mãe. por volta das 23.00 dizeram que podia ir ver a minha mãe a uci (unidade de cuidados intensivos). Foi sozinha para este serviço. Quando deixaram entrar vi a minha mãe ligada e entubada a respirar através de bomba de oxigénio. Fiquei em choque. Perguntei se iam operar e dizeram.que o neurocirurgião ainda não tinha chegado mas já tinham chamado. Este só chegou passdo algum tempo. Foi quando ele chamou-me, o doutor Lino Vieira Fonseca, por volta das 00.00 reuniu-se comigo e mais a enfermeira de serviço e informou-me que não ia operar a minha mãe dada a idade 78 anos e pelo facto de já ter tido um avc anterior achou que não devia operar. Este dia terminou desta forma onde estive todo tempo sozinha nesta situação tão complicada, sem apoio de ninguém. No dia seguinte recebo um telefonema da mesmo médico (Lino Vieira Fonseca) a pedir para decidir se devia operar ou não. Se não fosse operada acabava por morrer em horas e se operar se ela sobrevivia mas não sabia qual as sequelas que poderia ficar. Fiquei sem saber o que dizer, senti que estava nas minhas mãos a decisão da vida da minha mãe. Tive que consultar os meus irmãos, mas dizeram que tunha pouco tempo. Então passado ums 10 minutos telefonei a dizer para operar. Nesse dia quando cheguei aos serviços uci a minha mãe encontrava-se em coma enduzido. Tive sozinha uma reunião com 3 médico um era o mesmo da noite anterior (Lino Vieira Fonseca) o outro era Rui e o outro não consegui obter o nome, e informaram que o estado da minha mãe era um diagnóstico muito reservado, aqui o discurso do facto da minha mãe ter 78 anos já não veio à conversa, nem o médico queria bater nesse assunto. Mas questionei, como era possível na noite anterior não era para operar pelo facto de se tratar de uma pessoa de 78 anos e no dia seguinte ser pressionada para ser operada? Depois foram 5 dias ( pagar 980 euros só pelo internamento sem o resto das despesas) . sempre nos serviços unidade de cuidados intensivos, onde vimos a minha mãe a morrer aos poucos e no último de vida é que decidiram falar na hipótese de colocar num quarto onde o valor era mais baixo, e foi aqui que acabou por morrer., no dia 2 de Novembro a minha mãe faleceu. Já fiz o pedido de todos os relatórios desde o dia da operação às cataratas até ao dia da sua morte e até hoje não obtive nenhuma informação, só tenho o papel da alta e da factura do pagamento dos 4000 euros. Como é possível a minha mãe que foi operada e teve este episódio antes da alta e deram a alta, para depois obrigarem a fazer um percurso como ela viesse do exterior e entrasse pela urgências como uma nova doente? Não actuaram e nem usar o corredor AVC. Isto tudo tem um nome crime de omissão e negligência médica por terem operado uma paciente com hipertensão e a tensão alta.

Encerrada
D. T.
04/11/2024

Médico não resolveu o problema

Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar a minha indignação e insatisfação com a clínica smile up. Marquei consulta na smile up para hoje de manhã para reconstituir um dente da frente que estava partido. Informei da urgência da situação porque estava a faltar ao trabalho. Entretanto o médico após a ecografia chamou provavelmente uma comercial ou gestora de clientes para lhe fazer uma lista daquilo que eu precisava. Não fez absolutamente nada e mandou-me para a sala com essa comercial onde me foi apresentado um orçamento para colocar uma coroa no meu dente. Sendo um tratamento com o valor significativo eu disse que não iria tomar uma decisão no próprio dia, o que me interessava mesmo era reconstituir o dente para poder fazer a minha vida normal. Ao qual me foi dito que se eu não quisesse avançar com o tratamento então o médico não teria disponibilidade para me reconstruir o dente porque tinha agenda ocupada. Ou seja se eu quisesse lá deixar muito dinheiro ele tinha disponibilidade para mim mas como eu apenas queria reconstruir o dente ele já não tinha. Vim embora com o dente partido e com uma pilha de nervos. Tanto apregoam que se preocupam com a saúde dos clientes e o seu bem estar mas é tudo publicidade enganosa apenas querem que compremos os seus serviços, e só se interessam com vendas. Perdi um dia inteiro de trabalho porque tive de ir procurar outra dentista que se disponibilizou na hora para me reconstruir o dente. Cumprimentos.

Encerrada
D. C.
04/11/2024

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda no dia 09.10.2024 com a referência HDEAERLWO a qual não recebi. Já enviei 3 e-mails sem qualquer resposta. Pretendia o reembolso. Cumprimentos. Daniela Cerqueira

Encerrada
G. B.
03/11/2024

Tentativa de cancelamento de contrato

Exmos. Senhores, Já estou mais uma vez na tentativa de contacto para cancelamento de contrato na qual foi submetido a fidelização automática. Estou a meses enviando e-mails, tenho provas e apenas ignoram e continuam a me débito em contas. Alego o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 o qual refere “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Porque não assinei nenhum termo onde conste uma fidelização, agradeço que procedam ao cancelamento imediato do meu contracto. Caso não resolvido seria obrigada a entrar com uma queixa formal para devolverem as mensalidades a mim cobradas..

Encerrada
M. C.
29/10/2024

Falta de resposta

Exmos Senhores, Desde o dia 28 de maio que tentamos saber quando o plano da Medicare cessa, pois cancelámos o mesmo, mas até à data não respondem, continuando a Medicare a debitar o valor mensal do plano. Damos ainda nota que no passado dia 18 de outubro tentámos pedir um médico ao abrigo do plano, no entanto apesar de nos ter sido informado que um médico nos iria contactar em 15 minutos, nada aconteceu até hoje.

Resolvida
O. P.
29/10/2024

Ausência de resposta a reclamação de abuso de confiança

Exmos. Senhores Presidente dos Lusíadas SGPS, SA Doutor Vasco Antunes Pereira C/c: Serviço de Apoio ao Cliente, Dr. Miguel Alves Venho reclamar uma resposta ao processo de reclamação sobre o funcionamento dos serviços de imagiologia, administrativos e de faturação do Hospital dos Lusíadas, Alto dos Moinhos, que V. Exª preside. A reclamação deu entrada no passado dia 23 de setembro de 2024, gerando uma referência automática dos vossos serviços que recebi, também por email [AUTO] 'ID=034-568-898' RECLAMAÇÃO". Fui vítima de abuso de confiança por parte dos vossos serviços e passo a enumerar os erros graves cometidos e para os quais não mereci, até à data, nem um pedido de desculpa: - dirigi-me ao Serviço de Imagionolo para realizar duas ressonâncias, uma delas a Angio RM Cerebral, ambas marcadas previamente para o dia 26/7/2024; - foi-me cobrada a ressonância AngioRM Cerebral, no valor de 313€, no mesmo dia da sua suposta realização; - pedi os resultados, presencialmente, na receção principal do Hospital, mais do que uma vez; - dia 9/9/2024, consegui uma resposta conclusiva junto do serviço de imagiologia: o exame não tinha sido realizado e seria contactada pelos serviços para resolver o assunto; - dia 18/09/2024, sem qualquer contacto dos serviços, fui ressarcida parcialmente do valor do exame via transferência bancária; - 19/09/2024 - dirigi-me ao Serviço de Apoio ao Cliente e verifico que foi descontado, no valor do exame não realizado, 41€ referente a uma tele consulta que desconheço. Efetivamente recebi 3 chamadas da enfermeira do Serviço de Oftalmologia do mesmo Hospital , onde sou seguida, e em momento algum me foi dito que se trataria de uma tele consulta. As chamadas serviram para combinar horários, dar algumas indicações e pedir para levar comigo exames médicos - nomeadamente a ressonância que não me foi realizada - para serem consultados no dia da cirurgia oftálmica a que me sujeitei naquele hospital no passado dia 9/9/2024. Muito gostaria de receber um pedido de desculpa e sentir alguma empatia por todos os inconvenientes que me foram provocados: falta de exame de diagnóstico antes de uma cirurgia, deslocação à ADSE para reposição da comparticipação e o facto de ser tratada com leviandade num serviço que desejava que se mantivesse de referência.

Resolvida
M. G.
28/10/2024

Cancelamento negado

Exmos. Senhores No começo do mês entrei em contato com a medicare pra solicitar o cancelamento por problemas financeiros e pelo fato de não ter médico pediatra 24 horas onde moro, pois o motivo de ter feito foi exatamente esse pois tenho um filho de 6 anos, os mesmo alegaram que eu poderia solicitar um medico a domicílio pois em caso de emergência ele viria até o local em um prazo de até 4 horas, infelizmente nesse fim de semana precise utilizar pois meu filho passou mal de madrugada e me foi informado que o médico não poderia vim no dia e poderia demorar até dois dias, fui com ele até o hospital que tem onde moro, porém não tem pediatra e o clinica geral que lá estava não atendia a idade do meu filho, depois de muita conversa consegui o atendimento. Quero cancelar o plano pois pra mim não tem serventia nenhuma e me sinto enganada pois quando fiz o plano enfatizei que era importante ter pediatra em urgência pois onde moro não tem no hospital publico Cumprimentos.

Encerrada
A. F.
24/10/2024

Cancelamento negado

Aos senhores, Por volta das 18:00h do dia 24/10/24, liguei para solicitar o cancelamento do seguro, pois preciso cancelar por motivos financeiros, porém só foi possível cancelar a renovação automática que somente será daqui a 6 meses. Acrencento ainda que só utilizei o plano uma única vez Não foi possível nem um tipo de solução por parte da seguradora. O atendente que atendeu me negou a fornecer qualquer tipo de protocolo. Agradeço vossa atenção.

Encerrada
P. B.
23/10/2024
Centro Hospitalar universitário cova da beira

Negligência Medica

Passado quase um Ano , depois de ponderar muito no assunto e estar ciente que com 54 anos fico impossibilitado de poder trabalhar, de ter uma vida normal como marido, e fisicamente bastante pendente de ajuda para poder andar, tomar banho etc... Para o resto da minha, tudo isto derivado de ter sido alvo de duas brutais negligências, vejo me então obrigado a denunciar não só aqui, mas também para a ordem dos Médicos, ministério da saúde e para o próprio Hospital, além de que irei seguir pela via judicial. Dia 1 de Dezembro de 2023 dei um jeito às costas quando exercia a minha profissão, dia 2 desloco me á consulta aberta no Fundão para ser visto, nessa madrugada apercebo me que estou a urinar na cama e que perdi 60% da sensação das pernas, tendo piorado bastante o meu estado e a dor avança para um estado que nem eu consigo descrever, desloquei me ao Hospital da Covilhã, tendo entrado de fraldas e cadeira de rodas, sou atendido pela médica, informo que estou cheio de dores, a defecar e a urinar ou seja de incontinência, a medica mada me para casa com injeções, passado 3 dias nao tendo melhoras e as dores agravar, volto ao mesmo Hospital, em que sou mais uma vez atendido e mandado para casa, mesmo explicando que estava de cadeira de rodas e de incontinência, venho para casa carregado de medicação, passado mais dois dias e achar isto muito estranho, começo achar estranho e pesquiso na internet medicos da coluna, onde encontro o Dr Alfredo Carvalho especialista cirurgião da coluna, nao querendo esperar mais descubro a clinica e marco a consulta, chegando á consulta explicando ao Dr Alfredo a situação reparei pela expressão dele que eu ja estava completamente quase perdido, o Dr foi sincero comigo disse logo na altura que desconfiava que fosse síndrome cauda equina, e precisava de intervenção cirúrgica imediata, acrescentando ainda que o maximo que pode estar comprimido os nervos são de 24h e dado eu estar ja ha 10 dias seria muito difícil reverter os danos, aconselhou a fazer logo no dia a seguir a ressonância que fui fazer por minha conta e fui operado logo no outro dia, logicamente nao recuperei nada do danos que tive mesmo tendo sido operado ja por duas vezes. Isto é lamentável o que aconteceu e não tem perdão, depois deste tempo todo e de ter pesquisado muita informação a nível nacional e internacional, constato que com os sintomas que apresentei tanto na primeira urgência como na segunda ida á urgência do hospital, os Médicos tinham de me encaminhar para a ortopedia e lá tenho certeza absoluta que era diagnosticado o meu problema como deve ser e tinha feito a cirurgia de descompressão da medula a tempo e a horas, foi de uma irresponsabilidade enorme, digo mesmo os Médicos não estavam á altura para responder ao meu problema, e acabei por pagar isto bem caro, tenho 54 anos casado com 3 filhos 19, 13 e 7 esta de 7 que nasceu com trissomia 21, e nesta altura estou sem poder trabalhar ha quase 1 ano. Vou apresentar queixa na ordem dos Médicos e como é só o que falta irei então a seguir aconselhar me com o meu advogado e levar isto para tribunal. Obrigado

Encerrada

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